Os carboidratos de reserva e os lipídios

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Os carboidratos de reserva e os lipídios

  1. 1. Quitéria Paravidino
  2. 2. Amido e glicogênio  Amido: forma de armazenamento de energia em vegetais.  Importante fonte de glicose na alimentação de animais.  Monossacarídeos resultam da digestão de dissacarídeos e polissacarídeos.  São absorvidos do intestino para a circulação sanguínea e levados até o fígado.  No fígado, os monossacarídeos diferentes da glicose, são transformados em glicose.  A glicose é o único carboidrato circulante no sangue.
  3. 3.  Glicogênio: forma de armazenamento de energia nos animais.  Sintetizado e armazenado exclusivamente nas células dos músculos esqueléticos e nas células hepáticas.  Sua degradação pode fornecer glicose para células mais rapidamente do que aquela obtida pela degradação de gorduras.  Glicogênio pode ser degradado em condições anaeróbias (fermentação láctica) – esforço físico prolongado nas células musculares.
  4. 4. Glicogênese Glicogenólise Gliconeogênese
  5. 5. Anatomia do pâncreas INSULINA GLUCAGON
  6. 6. Glicogênese  Síntese de glicogênio no fígado e músculos.  Ativado pela insulina.  Hormônio liberado pelo pâncreas quando o nível de glicose no sangue é alto.
  7. 7. Glicogenólise  Quebra do glicogênio hepático com liberação de glicose na corrente sanguínea  O glicogênio hepático é uma reserva de glicose para utilização por outras células em períodos de carência de glicose.  Processo estimulado pelo glucagon.  Hormônio liberado pelo pâncreas quando os níveis de glicose no sangue estão baixos.
  8. 8. Aumento do nível sanguineo de glicose Pâncreas libera INSULINA Aumenta a absorção de glicose Conversão de glicose em glicogênio Diminuição do nível sanguineo de glicose Pâncreas libera GLUCAGON Conversão de glicogênio em glicose
  9. 9. Gliconeogênese  O glicogênio muscular é uma reserva para consumo próprio em situações de emergência.  Sua degradação é estimulada pela adrenalina.  As moléculas de glicose obtidas são consumidas pela própria célula muscular (respiração aeróbia ou fermentação láctica).
  10. 10. Importante para manter a glicemia constante durante períodos de elevada atividade física.
  11. 11. Lipídios  São insolúveis em água devido à presença de muitas ligações covalentes apolares.  Resultam da reação de um álcool com ácidos graxos.  Podem ser classificados em lipídios simples e lipídios complexos.
  12. 12. Lipídios simples  GLICERÍDEOS  São moléculas de glicerol ligadas a uma, duas ou três moléculas de ácidos graxos.  Reserva energética.  Óleos (insaturados) : origem vegetal; líquidos na temperatura ambiente. Função energética, protetora e impermeabilizante.  Gorduras (saturados): origem animal; sólidos na temperatura ambiente. Função energética e isolante térmico.
  13. 13. Fórmula estrutural de um triglicerídeo
  14. 14. Papel biológico  Reserva energética de animais e vegetais.  Nos animais ficam armazenados nos adipócitos.  Isolante térmico.  Nos vegetais são encontrados em sementes oleaginosas.
  15. 15.  CERÍDEOS (CERAS)  São moléculas de álcool de cadeia longa unidas a ácidos graxos.  Altamente insolúveis em água.  Função impermeabilizante e protetora.  Cera de abelha.  Superfície das folhas.  Casca de frutos.  Cera de orelha.
  16. 16. Lipídios complexos  FOSFOLIPÍDOS  Glicerídeo combinado com um grupo fosfato.  Papel estrutural importante nas membranas celulares
  17. 17. Esfingolipídios  Lipídios nitrogenados.  Importantes na constituição de neurônios.  Bainha de mielina de neurônios  isolante elétrico.
  18. 18. Carotenoides  Pigmentos presentes em animais e plantas.  Nas plantas são coadjuvantes no processo da fotossíntese.  -caroteno, rodopsina, retinol,...
  19. 19. Esteroides  Família de compostos orgânicos cuja estrutura básica possui 17 C.  Hormônios: cortisol, testosterona, estrógeno...  Vitaminas A, D, E e K.  Colestrol: componente das membranas celulares animais.
  20. 20. As gorduras e seu metabolismo MITOCÔNDRIA Ácidos graxos Glicose 9 kcal/g 4 kcal/g Gordura no interior de adipócitos quebrada Produtos transportados pelo sangue até as células
  21. 21.  O colesterol deve ser “empacotado” em lipoproteínas para o transporte na circulação sanguínea.  Esses agregados são classificados por suas densidades:  VLDL: lipoproteínas de muito baixa densidade;  LDL: lipoproteínas de baixa densidade;  HDL: lipoproteínas de alta densidade.  As lipoproteínas transportam: ácidos graxos livres, triglicerídeos e colesterol.
  22. 22.  LDL leva colesterol do fígado para os tecidos.  LDL tem 45% de colesterol.  HDL transporta colesterol dos tecidos para o fígado, onde será degradado.  HDL tem 20% de colesterol.  VLDL transporta triglicerídeos através da corrente sanguínea, sendo estes então armazenado nos adipócitos.  LDL alto com baixa de HDL : alto risco de infarto e AVC.  LDL baixo com alta de HDL : menor risco de infarto e AVC.  Razão LDL/HDL avalia os riscos.
  23. 23. Aterosclerose
  24. 24. Níveis plasmáticos de colesterol  Alimentação.  Fatores genéticos.  Fatores comportamentais.  Obesidade, sedentarismo, estresse, tabaco  sério risco de infarto quando associado a taxa elevada de colesterol.

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