Quitéria Paravidino
Aulas 39 e 40
Bioquímica energética e oxidação-
redução
Oxidação por retirada de
hidrogênios
 A energia armazenada nas ligações químicas da glicose
é liberada por meio de oxidaç...
 As desidrogenações são catalizadas por enzimas
chamadas de desidrogenases, que possuem como
coenzima o NAD (nicotinamida...
 Quando o NAD está na forma oxidada (NAD+) é capaz
de se combinar com átomos de H retirados da
molécula que está sendo ox...
Transportadores de elétrons e H
 O NAD+ tem papel específico com intermediário em
processos que geram ATP, como é o caso ...
Glicólise: início da fermentação e
da respiração
 Quebra inicial da
glicose.
 Ocorre no
hiaçoplasma.
 Forma 2 ác.
Pirúv...
Fermentação: um processo
anaeróbico
 Ocorre sem a intervenção do oxigênio.
 Quando as células não têm enzimas respiratór...
 Os produtos finais
ainda são energéticos.
 Na fermentação lática
os elétrons e H são
transferidos
diretamente para o
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Fermentação lática no músculo
Respiração aeróbica: ciclo de Krebs
(ciclo do ácido cítrico)
 Os ác. Pirúvicos atravessam as membranas da
mitocôndria e n...
 Liberação de 4CO2
 6 NADH2 e 2 FADH2
 2 ATP
Respiração aeróbica: cadeia
respiratória
 Todos os transportadores de hidrogênios
reduzidos (NADH2 e FADH2) formados diri...
Respiração anaeróbica e bactérias
 O oxigênio não é o aceptor final dos elétrons.
 É substituído por outras substâncias ...
Informação essencial
 Os inibidores respiratórios bloqueiam a cadeia
transportadora de elétrons nos sítios correspondente...
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Fermentação e respiração

  1. 1. Quitéria Paravidino Aulas 39 e 40
  2. 2. Bioquímica energética e oxidação- redução
  3. 3. Oxidação por retirada de hidrogênios  A energia armazenada nas ligações químicas da glicose é liberada por meio de oxidações sucessivas.  Uma substância se oxida quando perde elétrons.  As oxidações da glicose ocorrem por uma série de desidrogenações.
  4. 4.  As desidrogenações são catalizadas por enzimas chamadas de desidrogenases, que possuem como coenzima o NAD (nicotinamida adenina dinucleotídeo).
  5. 5.  Quando o NAD está na forma oxidada (NAD+) é capaz de se combinar com átomos de H retirados da molécula que está sendo oxidada.  Na respiração celular o NAD+ combina-se com átomos de hidrogênio retirados da glicose (que está sendo oxidada).
  6. 6. Transportadores de elétrons e H  O NAD+ tem papel específico com intermediário em processos que geram ATP, como é o caso da fermentação e da respiração.  O FAD está restrito apenas a certas etapas da respiração aeróbica e não participa da fermentação.
  7. 7. Glicólise: início da fermentação e da respiração  Quebra inicial da glicose.  Ocorre no hiaçoplasma.  Forma 2 ác. Pirúvicos (piruvato).  2 NADH2  Saldo de 2 ATP.
  8. 8. Fermentação: um processo anaeróbico  Ocorre sem a intervenção do oxigênio.  Quando as células não têm enzimas respiratórias;  Quando as células têm essas enzimas, mas não recebem oxigênio suficiente.  Após a glicólise, deve ocorrer o retorno do NADH à forma de NAD+.  Dois tipos básicos: fermentação alcoólica e fermentação lática.
  9. 9.  Os produtos finais ainda são energéticos.  Na fermentação lática os elétrons e H são transferidos diretamente para o piruvato e não libera CO2.  A fermentação alcoólica libera CO2 e os elétrons e H são transferidos para o acetaldeído, formando etanol.
  10. 10. Fermentação lática no músculo
  11. 11. Respiração aeróbica: ciclo de Krebs (ciclo do ácido cítrico)  Os ác. Pirúvicos atravessam as membranas da mitocôndria e na matriz mitocondrial reagem com a coenzima-A.  Ocorre liberação de 2CO2, de 2NAH2 e formação de 2 acetil CoA.  O acetil CoA dá início ao ciclo de Krebs reagindo com o ác. Oxalacético e formando o ác. Cítrico.  O ác. cítrico sofre uma série de desidrogenações e descarboxilações que regeneram o ác. Oxalacético.
  12. 12.  Liberação de 4CO2  6 NADH2 e 2 FADH2  2 ATP
  13. 13. Respiração aeróbica: cadeia respiratória  Todos os transportadores de hidrogênios reduzidos (NADH2 e FADH2) formados dirigem-se para as cristas mitocondriais.  Os elétrons são transferidos para uma série de citocromos.  Formação de um gradiente de H+ (prótons).  O oxigênio é o aceptor final dos elétrons e H, formando H2O.
  14. 14. Respiração anaeróbica e bactérias  O oxigênio não é o aceptor final dos elétrons.  É substituído por outras substâncias (NO3, SO4, CH4, carbonatos ou compostos de Fe, Mg, Co e até urânio!).  Realiza uma parte do ciclo de Krebs.  Produz menos H, libera menos energia que a respiração aeróbica.  Mais eficiente que a fermentação.
  15. 15. Informação essencial  Os inibidores respiratórios bloqueiam a cadeia transportadora de elétrons nos sítios correspondentes a cada um dos complexos respiratórios.  O complexo I tem como um dos seus inibidores a rotenona – inseticida tóxico para peixes mas não para humanos.  No complexo II – antibiótico antimicina.  No complexo IV – cianetos (CN-), azida (N3-) e o monóxido de carbono (CO).  A oligomicina age diretamente na ATP sintase.

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