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A arca de não é

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Mistura de animais- fascinante

Publicada em: Educação
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A arca de não é

  1. 1. .. .ou _ o gula dos animais que poderiam ter existido Miguel Neto Julie Staeblet chimpanzé intelectual
  2. 2. 11h34!rzuiwñe: : Julie Staebler ch_impanzé mtelectual
  3. 3. abelha ~ ; Aurso
  4. 4. wbe-lhnrwo O abelhurso tem o corpo de um urso, mas as asas e o tamanho de uma abelha. É um sortudo, o abelhurso: come o mel que ele próprio produz e, em vez de estar sempre a trabalhar, como as abelhas, dorme quase metade do ano, como os ursos. Por ser um bocado para o gordinho, o abelhurso tem alguma dificuldade em voar, até porque está sempre meio pegajoso, do mel que se lhe cola ao pêlo. Consegue voar 3 centímetros de cada vez, o abelhurso! Há relatos famosos de pessoas que abriram potes de mel e saíram de lá ahelhursos, todo melosos.
  5. 5. gato g lllÊY-HÓE* sardinha 1 Inetade gato
  6. 6. :ar-gado No fundo, o sargato é um gato, mas dura muito menos do que um gato normal. Deixa-se estar de molho, com o seu rabo de sardinha, e quando já está bem gordinho, zumba, o sargato devora-se com todo o prazer. E nem sequer se tira as espinhas, o sargato! Por fim, o sargato morre feliz, com os bigodes em pé e um sorriso idiota no seu focinho de gato. Há grandes discussões académicas sobre o sorriso do sargato, pois há zoólogos que dizem que não é nada idiota, mas sim muitissimo elegante.
  7. 7. pin~ gu-ru Também conhecido como cangurim, o pinguru vive metade do ano na Antárctida, como os pinguins, e outra metade na Austrália, como os cangurus. Na bolsa marsupial, o pinguru traz sempre peixinho fresco, que adora, mas também uns óculos escuros, para se proteger do sol australiano, que lhe fere os olhos. Quando na famosa marcha dos pinguins, é um bocado irritante, o pinguru: salta por cima dos outros e chega sempre em primeiro! Às vezes, só para irritar os pinguins, o pinguru dá-lhes algumas voltas de avanço e atira-lhes peixes à cabeça.
  8. 8. pinguim canguru
  9. 9. raca : tvi-ruína jacaré: vaca
  10. 10. ja-ca-ra-ca A jacaraca vive no pântano e todos os jacarés morrem de amores por ela, deslumbrados com as suas malhas de vaca. Gosta de se arranjar muito bem, a jacaraca, com belas luvas, maletas, sapatos e meiotes, quase sempre em tons de preto e branco. Mas gozam com a jacaraca, os jacarés, quando ela lhes conta que o seu sonho é dar leitinho. Então, irritada, a jacaraca muge a noite toda como uma vaca. É a vingança da jacaraca! Estranhamente, nessas noites aparecem muitos touros à volta do pântano.
  11. 11. elefanhoto metade elefante msíztarfte gafanhoto
  12. 12. e-le-íamho-to Com patas de gafanhoto, não passa de um elefante, o elefanhoto. Mas por estar sempre a saltar, tal e qual um gafanhoto, e ser muito grande e pesado, tal e qual um elefante, o elefanhoto parte muita coisa em redor. Principalmente porcelanas e outras louças que tais! E nem o ballet para elefanhotos consegue fazer com que deixe de esmagar as flores, quando nelas tenta pousar, como um qualquer gafanhoto. Depois, fica de trombas, o elefanhoto!
  13. 13. tubarixa n: ›;t. i_: »'_= tubarão mota ii? lagartixa j
  14. 14. tmba-ri-xa É muito invejada pelos tubarões, a tubarixa: de cada vez que um tubarão lhe come o rabo, nasce-lhe sempre outro, como à lagartixa. Quando se farta do frio e do mar, a tubarixa tira umas férias. Vai subir paredes e apanhar muito sol. Manias de lagartixa, as da tubarixa! Só que, grande como um tubarão, ela tem dificuldade em passar despercebida. Imagina só, olhares para a parede e, em vez de uma lagartixa, encontrares uma enorme tubarixa!
  15. 15. H U .13, O Q raleão tem o tamanho de um rato, mas a mania que é o rei da selva. Adora queijo e, quando o come, o raleão ruge como um leão e abana muito a juba. Na verdade, o raleão já tentou viver na savana, mas irritou-se um bocado, pois os leões não lhe davam crédito e desatavam a rir, ate não poderem mais e fazerem chichi no chão. Mas não interessa, na sua cabeça de raleão, ele será sempre o rei! E as ratinhas acham-lhe muita piada, por causa disso.
  16. 16. tar-tade-bre A tartalebre é parecida com uma tartaruga, mas tem patas e orelhas de lebre. É muito veloz, como as lebres, e por ter carapaça de tartaruga, a tartalebre consegue proteger-se dos tiros dos caçadores, que fazem ricochete. Às vezes, a tartalebre aborrece-se com as tartarugas, por elas serem mesmo muito lentas e pachorrentas. Na verdade, a tartalebre nunca entendeu o ditado que as tartarugas estão sempre a entoar: "Devagar se vai ao longe. " Enfim, coisas de tartalebre! Adora cenouras, tal e qual as lebres. Mas também gosta muito de celenterados cifozoários, como algumas tartarugas. Não sabes o que são celenterados cifozoários! ? Pergunta ao adulto mais próximo, ele deve saber, com certeza!
  17. 17. tartalebre l: :r; !-, :f, i~'; tartaruga m l ; u lebre
  18. 18. zebrocerote zebra rinoceronte
  19. 19. ze-bro°ce°ron°te O zebroceronte é uma espécie de estrela . POP da selva, com as suas riscas pretas e brancas de zebra e o seu enorme corpo de rinoceronte. É por saber disso, e ter alma de artista, que o zebroceronte ainda se pinta de outras cores, de vez em quando. No fundo, gosta de ser provocante, o zebroceronte! Mas é muito anti-social: tal como o rinoceronte, o zebroceronte apenas se deixa acompanhar por um pequeno passarinho africano, que o avisa dos inimigos e lhe cata os carrapatos da carcaça e das orelhas. Só que, no caso do rinoceronte, esse passarinho chama-se tchiluanda, e no caso do zebroceronte chama-se ziluanda, pois também é metade zebra.
  20. 20. _z N» l
  21. 21. 'moi-recriar M um porco. É por isso que a porcoleta consegue voar e polinizar as flores. Na verdade, a porcoleta é muito melhor polinizadora do que a borboleta. Ela chafurda que nem um porco nas flores onde pousa e fica tão coberta de pólen, que, por onde quer que passe, nascem sempre belos campos floridos. É uma espécie de efeito borboleta, o que provoca a porcoleta. E grunhe, a porcoleta, quando se depara com caçadores de borboletas! Normalmente, eles assustam-se tanto que passam a coleccionar selos.
  22. 22. Illi" m Camaleão fllJ . fÍIV »cão
  23. 23. cáo°ma'le°ão Com as capacidades de um Camaleão, o cãomaleão é no fundo um cão. Tal como um Camaleão, é para se confundir com tudo o que o rodeia que o cãomaleão muda de cor. É por isso que consegue sempre fugir ao dono, o cãomaleão! Mas não é só isso: o cãomaleão também se mete com as namoradas dos outros cães, pois eles nunca se apercebem de quando o cãomaleão anda atrás delas. É um bocado malandro, o cãomaleão! Ah, e para roubar um osso, nem sai do lugar, pois basta a sua enorme lingua de cãomaleão esticar!
  24. 24. na_ i .
  25. 25. vem-pó-ta-mo Por mais que queira, o veopótamo não consegue passar despercebido. Ele é tipo um hipopótamo, mas tem a armação de um veado. Mesmo quando está debaixo de água, o veopótamo tem sempre a armação ao léu. Às vezes, prende-a nas árvores, enquanto anda calmamente na savana, com o seu andar de veopótamo, e fica ali, durante semanas, ate' se conseguir desprender. A sorte do veopótamo é que ele nunca está sozinho, pois os pássaros adoram pousar-lhe na armação, entretendo-o com bonitas melodias! Isto só tem um inconveniente: às vezes,
  26. 26. metade centopeia j metade girafa ›.
  27. 27. certo-tada Com pescoço e focinho de girafa, tem patas e mais patas, como a centopeia, a centorafa. Se vires uma, não lhe digas nada, mas as suas patas não chegam às cem! Quando vê um belo besouro voador, que ela adora, como as centopeias, a felizarda da centorafa estica o seu enorme pescoço de girafa e, zás, já lá canta o insecto na barriga. Mas como também adora folhas, tal e qual as girafas, a centorafa sobe as árvores, com as suas patinhas de centopeia, e fica sempre com as mais fresquinhas e suculentas. Só tem um problema, a centorafa: não consegue encontrar sapatos iguais em número suficiente para se calçar.
  28. 28. O alcapónei é um pónei, mas tem duas bossas, como os camelos. Nas bossas, o alcapónei armazena comida e bebida para longos períodos de tempo. E é por raramente ter de parar para se alimentar, que o alcapónei ganha sempre as corridas de póneis. Às vezes, corre tanto, tanto, tanto, que, quando pára, o alcapónei já não faz a mínima ideia de onde está. Até lhe acontece só parar no deserto! Mas não faz mal: como é muito mais baixo do que os camelos, o alcapónei mete-se debaixo deles, a descansar à sombra. Na verdade, os camelos nem sequer se apercebem de que lá está um alcapónei. Mas isto pode ser perigoso, pois há muitas histórias de camelos que se sentaram em cima de alcapóneis.
  29. 29. _ . . . . l! . . . fwnlHwMir/ k: . .villas/ a , . ., iinduü . I. ..
  30. 30. ravelha metade ovelha metade Iã
  31. 31. ra ° ve - 111a rã do que uma ovelha, mas tem grande parte do seu corpo de rã coberto por uma lã muito quentinha. É por isso que a ravelha não tem frio, lá no charco onde habita, até porque passa a vida a tricotar com a sua própria lã, para fazer barretes e cachecóis, que finge de várias cores, com plantas aquáticas. E a ravelha tem muita sorte: quando querem agarrá-la para a tosquiar, como se faz às ovelhas, ela salta como as rãs e esgueira-se por entre as mãos dos tosquiadores de ravelhas.
  32. 32. papacabra : papagaio ~ ~ 1 ~. › cabra
  33. 33. A papacabra é uma cabra coberta por uma bela e colorida plumagem de papagaio. Como os papagaios, a papacabra consegue imitar a fala dos humanos, e é por isso que ganha a vida como guia turístico, na montanha, onde anda à vontade. Mas pode tornar-se um bocado chata, a papacabra, sempre a repetir as mesmas frases, na sua voz entaramelada de cabra: Segue a papacaaaaabra, segue a papacaaaaabra, segue a papacaaaaabra. .. méeeee. .. E os papagaios adoram pousar-lhe na cabeça e repetiram, eles próprios, as frases da papacabra. Alguns turistas, já tontos, preferem ir-se embora. Principalmente, se encontram um alcapónei perdido por ali, que lhes dê urna boleia para bem longe da papacabra. À noite, a papacabra bate as suas asinhas e voa até ao tronco mais próximo, que é o máximo que ela consegue voar, para dormir empoleirada junto aos papagaios.
  34. 34. E! clamar» m» _Olâltl-“hl-“Nê «went- answerer: :: Martim-tum mu: i! '¡r= !,í'*. ';'“-Í imail#- gt-mt-vcí alta? TI» «Fi-WHO gut- um: t Tílitflñlfh! m«uma»naum-ousar : tati _onuuost-'h »tom II| I«~'-l_l'-l! '*-! I¡il~)t-I n mm Im 1,1314!¡iwmraumnltnn mim- o : cimento-will: nun °f= -liltilfr"-! í'-_ m! em: Im 1! (th) 313), ¡ m1 ! I-iôturltí»oromipx-iutclrutu-»muto ãluñu, gnu: ¡Etr-tarwnnnqpwziemr. o caizllim í~= |¡)01(= l:~: .6¡'›'0+'- "i'- ÔFU 3.05104? ch_impanzé intelectual | III | |!| | 9 7898,99 526976 Itu! Él-ltihllfltl 01| Nut: gtfDQhl-h-ÍHJM. .

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