Lupus

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Lupus

  1. 1. Lupus<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br /><ul><li>O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica, multissistêmica, de causa desconhecida e de natureza autoimune. Assim, o sistema que deveria proteger o organismo dos agentes infecciosos passa a agredi-lo com o desenvolvimento de autoanticorpos que agem sobre os seus próprios tecidos e órgãos como:</li></ul>Fígado<br />Pulmão<br /> Pele<br />Rins<br />Coração<br />Cérebro<br />
  3. 3. INTRODUÇÃO<br />Lúpus discoide<br />Se limita apenas a lesões na pele  <br /> <br />Lúpus eritematoso sistêmico (LES)<br />Pode afetar diversos órgãos.<br /><ul><li> O lúpus induzido por drogas e o neonatal ocorrem com menos frequência.</li></li></ul><li>INTRODUÇÃO<br /><ul><li> O lúpus é uma enfermidade altamente agressiva. Contudo, indivíduos que mantêm um acompanhamento médico rigoroso têm condições de levar uma vida normal.
  4. 4. É uma doença rara, incidindo mais frequentemente em mulheres jovens.</li></li></ul><li>CAUSAS<br /><ul><li> O LES é uma doença de etiologia não esclarecida. Seu desenvolvimento está ligado à predisposição genética e a fatores ambientais, como luz ultravioleta e alguns medicamentos.
  5. 5. Como uma forma de proteção, o organismo produz anticorpos para atacar substâncias estranhas, como vírus e bactérias.
  6. 6. Quando ocorre um desequilíbrio, o sistema imunológico perde a capacidade de diferenciar essas substâncias estranhas das células e tecidos do próprio corpo, passando, assim, a agredir as células saudáveis.</li></li></ul><li>CAUSAS<br /><ul><li> A aglomeração de muitos anticorpos num mesmo tecido ou órgão, chamado pelos especialistas de complexo imunológico, é responsável pelas inflamações características do LES.
  7. 7. Mulheres lúpicas desenvolvem com frequência tromboses, infertilidade e/ou aborto espontâneo.</li></li></ul><li>SINTOMAS<br /><ul><li>Os sintomas do LES variam muito entre os pacientes acometidos.
  8. 8. Em geral, os portadores da doença percebem lesões da pele que tendem a se acentuar com a exposição ao sol.
  9. 9. Também podem estar presentes:</li></ul>Ansiedade;<br />Hipertensão;<br />Anemia;<br />Dor no peito; <br />Falta de ar. <br />Fadiga;<br />Febre;<br />Dor e inchaço nas articulações; <br />Queda de cabelo;<br />Perda de memória;<br />
  10. 10. SINTOMAS<br /><ul><li>Há muitos tipos de lesões cutâneas, sendo a mais conhecida a asa de borboleta, que é um eritema elevado, atingindo bochechas e dorso do nariz.
  11. 11. A maioria dos pacientes tem artrite, que tende a ser leve e melhorar com o tratamento.
  12. 12. Há casos mais graves que não respondem bem ao tratamento clínico.</li></li></ul><li>DIAGNÓSTICO<br /><ul><li>Como os sintomas variam muito e o diagnóstico é predominantemente clínico, a confirmação pode levar muitos meses ou até alguns anos.
  13. 13. O diagnóstico é realizado pela presença de alguns critérios clínicos, entre eles:
  14. 14. artrite,
  15. 15. doenças renais (glomerulonefrites),
  16. 16. lesões de pele,
  17. 17. fotossensibilidade,
  18. 18. úlceras orais,
  19. 19. alterações hematológicas, neurológicas e imunológicas, entre outros.</li></ul> <br />
  20. 20. DIAGNÓSTICO<br /><ul><li> A confirmação diagnóstica pode ser feita por meio de exames laboratoriais que detectam a existência de inflamações, assim como a presença de anticorpos antinucleares.
  21. 21. A análise de amostras de urina também é útil, pois altos níveis de proteínas podem sugerir LES.</li></ul> <br />
  22. 22. TRATAMENTO<br /><ul><li> Procurar um médico aos primeiros sinais da doença é fundamental para a indicação do melhor tratamento para cada caso.
  23. 23. Somente o especialista poderá orientar o paciente em relação aos procedimentos adequados e ao uso de remédios.
  24. 24. O tratamento do lúpus depende dos órgãos ou tecidos comprometidos, contudo, na maioria dos casos, os pacientes recebem elevadas doses de corticoides.
  25. 25. Outros imunossupressores, utilizados inicialmente em transplantes renais, também têm utilidade no controle da doença.</li></li></ul><li>PREVENÇÃO<br /><ul><li> Não existe, até o momento, forma de prevenção para o LES. Mas, a melhor forma de manter o lupus sob controle é seguir o plano de tratamento á risca.
  26. 26. Aprendendo como descobrir quando os ataques dos sintomas estão vindo, visitando o médico com freqüência, limitando o tempo sob o sol e luz fluorescente ou halógena, mantendo uma dieta saudável, dormindo e descansando o suficiente, exercitando-se moderadamente com o consentimento médico .</li></li></ul><li>Procure sempre o seu médico.<br />Fontes: <br />Clinica Mayo . http://mayoclinic.org.<br />www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/919/lupus<br />www.nlm.nih.gov/medlineplus/lupus.html<br /> <br />  <br />Editora médica: Dra. Anna Gabriela Fuks (615039-RJ) <br />Jornalista responsável: Roberto Maggessi (31.250 RJ)<br />

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