03/12/2015 Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer
http://biologiasemfronteiras.blogspot.com.b...
03/12/2015 Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer
http://biologiasemfronteiras.blogspot.com.b...
03/12/2015 Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer
http://biologiasemfronteiras.blogspot.com.b...
03/12/2015 Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer
http://biologiasemfronteiras.blogspot.com.b...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do alzheimer

156 visualizações

Publicada em

SISTEMA NERVOSO

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
156
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do alzheimer

  1. 1. 03/12/2015 Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer http://biologiasemfronteiras.blogspot.com.br/2015/07/proteina­humana­protege­os­neuronios.html 1/4 10th July [http://1.bp.blogspot.com/­GMIfviHplrw/VaBX­ XfygxI/AAAAAAAAAW8/SowOZ3_OCo4/s1600/20150708115558265641a.jpg] Muito produzida por humanos, a proteína reelin protege os neurônios contra os efeitos tóxicos dos fragmentos de beta­amiloides, placas que se acumulam no cérebro, provocam  a  degeneração  dessas  células  nervosas  e desencadeiam a doença de Alzheimer. A ação benéfica até então só havia sido constatada in vitro. Agora, pela primeira  vez,  cientistas  de  uma  universidade  norte­ americana  a  observaram  em  modelos  vivos  (ratos)  e detalharam a descoberta na edição de hoje da revista Science Translational Medicine. O  grande  desafio  ao  estudar  a  reelin  é  que  ela desempenha ações muito complexas no cérebro e que vão se diferenciando ao longo da vida. No de jovens, por  exemplo,  ainda  em  formação,  é  responsável  por orquestrar  o  posicionamento  adequado  dos  neurônios no sistema nervoso. No órgão de pessoas mais velhas, reforça as conexões sinápticas — a comunicação entre Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer
  2. 2. 03/12/2015 Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer http://biologiasemfronteiras.blogspot.com.br/2015/07/proteina­humana­protege­os­neuronios.html 2/4 as  células  nervosas  responsáveis  pelos  comandos enviados para o resto do corpo. Diante  da  complexidade  da  natureza  da  proteína,  há uma  suspeita  de  que  ela  pode  ter  algum  tipo  de influência  no  enfrentamento  ao  Alzheimer,  desordem neurodegenerativa  incurável  que  provoca  demência geralmente  em  pessoas  com  mais  de  65  anos. Motivada  pela  dúvida,  a  equipe  liderada  por  Courtney Lane­Donovan,  pesquisadora  da  Universidade  do Texas,  investigou  a  fundo  a  importância  fisiológica  da reelin no comportamento sináptico e na proteção contra a  toxicidade  da  beta­amiloide  no  cérebro  de  ratos adultos. Para  isso,  desenvolveram  em  laboratório  cobaias  em que  a  proteína  era  parcial  ou  completamente  inativa. “Descobrimos  que  a  perda  isolada  da  reelin  surtiu efeitos  sutis  sobre  a  fisiologia  neuronal  e  a  função cognitiva de um camundongo adulto. Contudo, a perda total  dessa  proteína  rendeu  uma  supressão  sensível das sinapses excitatórias, o que resultou em prejuízos na  aprendizagem  e  na  memória”,  informaram  os autores, no estudo publicado na revista científica. Segundo  a  equipe,  os  resultados  fornecem  evidência “in vivo que destaca o papel fundamental da sinalização de reelin para a proteção contra a toxicidade da placa beta­amiloide  no  cérebro  mais  velho”.  O  cérebro  dos animais programados para não produzir a proteína se desenvolveu  normalmente  até  que  os  depósitos  de beta­amiloide  começassem  a  emergir.  Mesmo  em baixas  quantidades,  a  placa  prejudicou expressivamente  a  capacidade  de  aprendizado  e memória  das  cobaias.  As  observações  foram constatadas  no  teste  chamado  labirinto  aquático  de
  3. 3. 03/12/2015 Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer http://biologiasemfronteiras.blogspot.com.br/2015/07/proteina­humana­protege­os­neuronios.html 3/4 Morris. Trata­se de um procedimento básico para testar a cognição, verificando, por exemplo, a capacidade de navegação  de  um  animal.  No  caso  da  pesquisa  da Universidade  do  Texas,  os  ratos  foram  colocados  em uma  piscina  circular  grande  e  tinham  que  encontrar uma plataforma invisível ou visível que lhes permitisse fugir da água. Para isso, utilizavam várias pistas visuais memorizadas durante as tentativas. Os  resultados  sugerem  que  os  animais  podem  viver sem  a  reelin  durante  o  envelhecimento,  mas  isso  os deixaria  desprotegidos  dos  malefícios  da  placa  beta­ amiloide  no  decorrer  da  doença  de  Alzheimer.  Nesse sentido,  a  proteína  parece  ser  uma  defensora  crítica contra a toxicidade do acúmulo das placas. “Aumentar a  sinalização  dela  promoveria  proteção  e  poderia  ser um método eficiente para prevenir a doença. Isso abre um  novo  caminho  para  a  identificação  de  novos  tipos de  agentes  terapêuticos  que  consigam  melhorar  a abundância da reelin”, acreditam os autores.  Fonte: Correio Braziliense   
  4. 4. 03/12/2015 Proteína humana protege os neurônios contra os efeitos do Alzheimer http://biologiasemfronteiras.blogspot.com.br/2015/07/proteina­humana­protege­os­neuronios.html 4/4 Postado há 10th July por Biologia sem Fronteiras   Digite seu comentário... Comentar como:  Conta do Google Publicar   Visualizar 0 Adicionar um comentário

×