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Doenças Transmissíveis
por Água
Barueri - SP
Novembro/2015
Instituto Técnico de Barueri
Profª Maria Sylvia Chaluppe Mello
1
ITB Profª Maria Sylvia Chaluppe Mello
Integrantes
Giulia Vettorato
Isabel da Silva Machado
Isabella Romão Teixeira de Souza
Julia Lais Hartmann Almeida
Juliana Santos de Souza
Kayque Torrubia Borges
Ketley Caroline Rocha Pereira
Laís Maira Valdorino
Letícia Pereira Alves
Letícia Silva Cadete
Lívia Mendes Naziozeno
Nº
11
12
13
15
16
17
18
19
20
21
22
2Professora Coordenadora : Pamela Siumey Liu
Turma: Analises Clínicas ACL1AT
Sumário
1.Introdução
2.Objetivo
3.Geografia do Rio Tietê
4.Biologia do Rio Tietê
5.Poluição e Mudanças no Rio
6.O que são as DTA’s
7.Principais DTA’s
8.Desenvolvimento do Agente em Meio a Contaminação
9.Tempo de Desenvolvimento das Doenças
10.Locais onde ocorrem as DTA’s
11.Doenças
11.1.Esquistossomose
11.2.Hepatite A
11.3.Diarreia Infecciosa
11.4.Cólera
11.5.Leptospirose
12.Vigilância Epidemiológica
13.Níveis de Competência
14.Eixos para Desenvolvimento da Vigilância
15.Prevenção
16.Agradecimento
17.Referências
3
Introdução
• As Doenças Transmissíveis por Água (DTA’s) são causadas pela
ingestão de alimentos ou água contaminados.
• Existem mais de 250 tipos de doenças transmissíveis por água e, a
maioria são infecções causadas por bactérias e suas toxinas, vírus
ou parasitas.
4
Objetivo
• Abordar principais Doenças Transmissíveis por Água com vínculo a
biologia do rio Tietê;
• Sinais e Sintomas de cada doença;
• Formas de Transmissão;
• Profilaxia;
• Tratamento;
5
Geografia do Rio Tietê
O rio Tietê nasce a 1120 metros de altitude, na cidade de Salesópolis
(estado de São Paulo), situada na região da Serra do Mar. Atravessa o
estado de São Paulo, na direção de leste a oeste. Ele deságua no rio
Paraná, no município de Itapura (divisa entre São Paulo e Mato Grosso
do Sul).
6
Trajeto do rio Tietê com ênfase nas sub-bacias hidrográficas.
Geografia do Rio Tietê
O rio Tietê possui cerca de 1.100 quilômetros de extensão e, em seu
trajeto, banha 62 municípios paulistas. Faz parte de 6 sub-bacias
hidrográficas:
• Alto Tietê
• Sorocaba/Médio Tietê
• Piracicaba-Capivari-Jundiaí
• Tietê/Batalha
• Tietê/Jacaré
• Baixo Tietê
O potencial hidrelétrico do rio é bem utilizado na atualidade. No
percurso, encontram-se instaladas diversas barragens.
7
Biologia do Rio Tietê
Para limpar a bacia hidrográfica que corta a cidade paulistana, seria
necessário melhorar o sistema de canalização da região. Com esse
objetivo, em 1992, foi criado o Projeto Tietê, administrado pela
Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
• Primeira fase: Se estendeu até 2000, foram construídas três estações
de tratamento de água, além de tubulações para coletar e o
transporte de dejetos. Resultado: O índice de coleta de esgotos de
São Paulo passou de 63% para 80% e o índice de tratamento
aumentou de 20% para 62%.
• Segunda fase: Entre 2002 e 2009, houve um aumento da rede de
coletores (tubos que recolhem o esgoto) e interceptores (tubulações
que ficam na margem dos rios e impedem que o lixo seja despejado
nele) Resultado: Hoje SP tem 84% do esgoto coletado e 70% é
tratado. 8
Poluição e Mudanças no Rio
• A partir da década de 1950, com o crescimento o rio passa receber
esgoto doméstico e industrial no trecho da cidade, deixando as águas
poluídas e contaminadas.
• A degradação ambiental do rio Tietê teve início de maneira sutil na
década de 1920, com a construção da represa de Guarapiranga, pela
empresa canadense Light. Esta intervenção alterou o regime das
águas do rio na capital e foi acompanhada de alguns trabalhos de
retificação pela Light, que deixariam o leito do rio na área da capital
menos sinuoso.
• São vários os elementos que os homens despejam nos rios,
causando com isso diversos problemas ambientais.
9
10
Cidade IQA
Distância aproximada da
nascente (em
quilômetros)
Mogi das Cruzes 70 (bom) 40 Km
Suzano 30 (ruim) 50 Km
São Paulo 15 (péssimo) 100 Km
Tietê 30 (ruim) 250 Km
Botucatu 70 (bom) 350 Km
Araçatuba 90 (ótimo) 600 Km
CETESB-2011 (adaptado)
O que são as DTA’s?
A água é um importante veículo de transmissão de doenças
notadamente do aparelho intestinal. Os microrganismos patogênicos
responsáveis por essas doenças atingem a água com os excretas de
pessoas ou animais infectados, dando como consequências as
denominadas “doenças transmitidas pela água”.
11
Principais DTA’s
• Diarreia Infecciosa
• Cólera
• Leptospirose
• Hepatite A
• Esquistossomose
12
Desenvolvimento do agente em meio
da contaminação
A presença de patógenos em águas contaminadas e a falta de rotinas
de análise virológica pelos serviços de monitoramento dos sistemas de
fornecimento de água potável é um problema mundial.
Com a perspectiva de mudanças importantes no ciclo hidrológico, as
sociedades enfrentam um enorme desafio para o manejo de recursos
hídricos e para a provisão de água potável.
São considerados, alguns aspectos globais e é dada ênfase a
problemas nacionais e regionais brasileiros em relação à água e suas
implicações sanitárias.
13
Tempo de desenvolvimento das
doenças
14
Distribuição de Surtos e Casos de DTA por ano de ocorrência, ESP, 1999-
2008* (N=2.712 surtos, 76.707 casos).
Locais onde ocorrem as doenças
15
Gráfico do local de ocorrência refere-se aos anos de 2000 à 2011
Doenças
A falta de água tratada ou rede de esgoto , facilita a cadeia das
doenças infecciosas que podem ocorrer devido à contaminação da
água de rios, lagos, córregos e, em alguns casos, até mesmo do mar
por dejetos humanos e de animais. O modo mais comum de
contaminação das águas é através do despejo de esgoto não tratado.
16
Esquistossomose
A Esquistossomose Mansônica é uma doença parasitária causada por
vermes da espécie Schistosoma mansoni.
• Agente infeccioso: Schistosoma mansoni
• Sintomas
• Tratamento e profilaxia
• Público alvo
17
Schistosoma mansoni
Fonte:
http://www.pelotas.rs.go
v.br/vigiagua/doencas/d
oencas-pela-agua.htm
Esquistossomose
18Ciclo de Vida do Schistosoma mansoni
Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/Esquistossomose.php
Hepatite A
A hepatite A é uma doença infecciosa que lesiona o fígado e é causada
pelo vírus HAV.
• Agente infeccioso: Vírus da Hepatite A (VHA)
• Sintomas
• Tratamento e profilaxia
• Público alvo
19
Vírus da Hepatite A
Fonte:
http://www.pelotas.rs
.gov.br/vigiagua/doe
ncas/doencas-pela-
agua.htm
Diarreia Infecciosa
A diarreia infecciosa aguda é a expulsão frequente de fezes líquidas e
amorfas como resultado de uma infecção.
• Agente infeccioso: Rotavírus
• Sintomas
• Tratamento e profilaxia
• Público alvo
20
Rotavírus
Fonte:
http://www.seaacamer
icana.org.br/Saude/rot
avirus.gif
Cólera
A cólera é uma doença aguda infectocontagiosa do intestino delgado,
podendo levar à morte em decorrência da desidratação.
• Agente infeccioso: Vibrio cholerae
• Sintomas
• Tratamento e profilaxia
• Público alvo
21
Vibrio cholerae
Fonte:
http://www.pelotas.r
s.gov.br/vigiagua/d
oencas/doencas-
pela-agua.htm
Leptospirose
A leptospirose é uma zoonose de importância mundial, causada por
leptospiras patogênicas transmitidas pelo contato com urina de animais
infectados ou água e lama contaminadas pela bactéria.
• Agente infeccioso: Leptospira
• Sintomas
• Tratamento e profilaxia
• Público alvo
22
Leptospira
Fonte:
http://www.pelotas.rs.go
v.br/vigiagua/doencas/d
oencas-pela-agua.htm
Leptospirose
23
Incidência de leptospirose por ano.
Vigilância Epidemiológica
Conjunto de ações que proporciona o conhecimento, a detecção ou
prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e
condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de
recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças
ou agravos.
24
Níveis de competência
• Federal: SVS/MS. Realiza a coordenação nacional do SVDTA.
Supervisionando a execução de ações de Vigilância. Integrando e
consolidando os dados obtidos em todo o território.
• Estadual: CVE. Coordena o SVDTA a nível estadual supervisionando,
promovendo treinamentos, avaliando execução das ações de
vigilância e, integrando e consolidando os dados produzidos em todo
o estado.
• Municipal: SMV. Realiza investigações e desencadeia as medidas
necessárias de controle/prevenção. Realiza gestão, monitoramento e,
avaliação do programa consolidando dados e, enviando-os para o
sistema estadual para alimentação do sistema de informação.
25
Eixos para Desenvolvimento da
Vigilância
• Doença: A equipe deve compreender as características clínicas da
doença, sua transmissão, incubação, fatores de risco, isto é, estar
preparado para levantar dados relevantes para a progressão do bom
funcionamento do SVD.
• Alimento/Água/Ambiente: A equipe deve deter conhecimentos sobre
as condições de produção dos alimentos e da água e, de fatores
relacionados ao ambiente suficientemente para poder reconhecer e
identificar nocividades à tempo de serem evitadas ou, o quanto antes.
• Agente Etiológico: A equipe laboratorial deve receber abastecimento
de amostras clínicas ou de sobras de água/alimentos para analise e,
diagnóstico/prevenção, assim, mantendo o funcionamento do SVD.
26
Prevenção
• Beber sempre água potável;
• Lavar bem as mãos antes do preparo de alimentos;
• Enchentes: Lavar tudo o que tiver contato com a água de enchente,
inclusive, caixa d’água;
• Evitar consumo de alimentos com higiene insatisfatória ou de origem
duvidosa
• Evitar consumo de alimentos perecíveis em praia;
• Opte por alimentos saudáveis frutas, leite e sucos acondicionados em
embalagens tipo tetra-pack (caixinha) ou barras de cereais, entre
outros.
27
Obrigado!
28
Referências
• Cólera (definição). Disponível em: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/colera
• Diagnóstico da cólera. Disponível em: http://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/colera
• Medidas básica contra a cólera. Disponível em: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/colera.php
• Fase pré-patogênica e patogênica, vigilância epidemiológica, diagnostico laboratorial, prevenção. Disponível em:
http://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_frame.asp?cod_noticia=657
• Definição da Hepatite. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/crianca-2/hepatite-a/
• http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hepatite-a
• Sintomas, diagnóstico da hepatite. Disponível em: - http://www.minhavida.com.br/saude/tudo-sobre/16662-vacina-para-hepatite-a
• Diagnóstico laboratorial Hepatite. Disponível em: http://www.labtestsonline.org.br/understanding/analytes/hepatitis-a/tab/test/
• Prevenção da Hepatite. Disponível em: http://www.cives.ufrj.br/informacao/hepatite/hepA-iv.html
• Vacinação. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/crianca-2/hepatite-a/
• Evolução da doença. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/crianca-2/hepatite-a/
• Doenças transmitidas pela água (definição) Disponível em:
• http://sanagua.com.br/noticias/doencas-transmitidas-pela-agua-149.html
• www.feg.unesp.br/~calc/antigo/quarto/aula2.doc
• www.copasa.com.br/media2/pesquisaescolar/COPASA_doenças.pdf
• www.dta.ufv.br/artigos/appcc.htm
• Leptospirose. Disponível em:
• www.professores.uff.br/dip-8p/lepto/lepto.html
• http://www.2.fm.usp.br/pfh/mostrahp.php?origem=pfh&xcod=Leptospirose.
• http://www.seer.ufu.br/index.php/hygeia
• Malária. Disponível em:
• https://pt.wikipedia.org/wiki/Plasmodium
• http://www.labtestsonline.org.br/understanding/conditions/malaria/start/3/
• http://drauziovarella.com.br/letras/m/malaria/
• http://www.euroclinix.com.pt/vacina-malaria.html
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Doenças Transmissíveis por Água

  • 1. Doenças Transmissíveis por Água Barueri - SP Novembro/2015 Instituto Técnico de Barueri Profª Maria Sylvia Chaluppe Mello 1
  • 2. ITB Profª Maria Sylvia Chaluppe Mello Integrantes Giulia Vettorato Isabel da Silva Machado Isabella Romão Teixeira de Souza Julia Lais Hartmann Almeida Juliana Santos de Souza Kayque Torrubia Borges Ketley Caroline Rocha Pereira Laís Maira Valdorino Letícia Pereira Alves Letícia Silva Cadete Lívia Mendes Naziozeno Nº 11 12 13 15 16 17 18 19 20 21 22 2Professora Coordenadora : Pamela Siumey Liu Turma: Analises Clínicas ACL1AT
  • 3. Sumário 1.Introdução 2.Objetivo 3.Geografia do Rio Tietê 4.Biologia do Rio Tietê 5.Poluição e Mudanças no Rio 6.O que são as DTA’s 7.Principais DTA’s 8.Desenvolvimento do Agente em Meio a Contaminação 9.Tempo de Desenvolvimento das Doenças 10.Locais onde ocorrem as DTA’s 11.Doenças 11.1.Esquistossomose 11.2.Hepatite A 11.3.Diarreia Infecciosa 11.4.Cólera 11.5.Leptospirose 12.Vigilância Epidemiológica 13.Níveis de Competência 14.Eixos para Desenvolvimento da Vigilância 15.Prevenção 16.Agradecimento 17.Referências 3
  • 4. Introdução • As Doenças Transmissíveis por Água (DTA’s) são causadas pela ingestão de alimentos ou água contaminados. • Existem mais de 250 tipos de doenças transmissíveis por água e, a maioria são infecções causadas por bactérias e suas toxinas, vírus ou parasitas. 4
  • 5. Objetivo • Abordar principais Doenças Transmissíveis por Água com vínculo a biologia do rio Tietê; • Sinais e Sintomas de cada doença; • Formas de Transmissão; • Profilaxia; • Tratamento; 5
  • 6. Geografia do Rio Tietê O rio Tietê nasce a 1120 metros de altitude, na cidade de Salesópolis (estado de São Paulo), situada na região da Serra do Mar. Atravessa o estado de São Paulo, na direção de leste a oeste. Ele deságua no rio Paraná, no município de Itapura (divisa entre São Paulo e Mato Grosso do Sul). 6 Trajeto do rio Tietê com ênfase nas sub-bacias hidrográficas.
  • 7. Geografia do Rio Tietê O rio Tietê possui cerca de 1.100 quilômetros de extensão e, em seu trajeto, banha 62 municípios paulistas. Faz parte de 6 sub-bacias hidrográficas: • Alto Tietê • Sorocaba/Médio Tietê • Piracicaba-Capivari-Jundiaí • Tietê/Batalha • Tietê/Jacaré • Baixo Tietê O potencial hidrelétrico do rio é bem utilizado na atualidade. No percurso, encontram-se instaladas diversas barragens. 7
  • 8. Biologia do Rio Tietê Para limpar a bacia hidrográfica que corta a cidade paulistana, seria necessário melhorar o sistema de canalização da região. Com esse objetivo, em 1992, foi criado o Projeto Tietê, administrado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). • Primeira fase: Se estendeu até 2000, foram construídas três estações de tratamento de água, além de tubulações para coletar e o transporte de dejetos. Resultado: O índice de coleta de esgotos de São Paulo passou de 63% para 80% e o índice de tratamento aumentou de 20% para 62%. • Segunda fase: Entre 2002 e 2009, houve um aumento da rede de coletores (tubos que recolhem o esgoto) e interceptores (tubulações que ficam na margem dos rios e impedem que o lixo seja despejado nele) Resultado: Hoje SP tem 84% do esgoto coletado e 70% é tratado. 8
  • 9. Poluição e Mudanças no Rio • A partir da década de 1950, com o crescimento o rio passa receber esgoto doméstico e industrial no trecho da cidade, deixando as águas poluídas e contaminadas. • A degradação ambiental do rio Tietê teve início de maneira sutil na década de 1920, com a construção da represa de Guarapiranga, pela empresa canadense Light. Esta intervenção alterou o regime das águas do rio na capital e foi acompanhada de alguns trabalhos de retificação pela Light, que deixariam o leito do rio na área da capital menos sinuoso. • São vários os elementos que os homens despejam nos rios, causando com isso diversos problemas ambientais. 9
  • 10. 10 Cidade IQA Distância aproximada da nascente (em quilômetros) Mogi das Cruzes 70 (bom) 40 Km Suzano 30 (ruim) 50 Km São Paulo 15 (péssimo) 100 Km Tietê 30 (ruim) 250 Km Botucatu 70 (bom) 350 Km Araçatuba 90 (ótimo) 600 Km CETESB-2011 (adaptado)
  • 11. O que são as DTA’s? A água é um importante veículo de transmissão de doenças notadamente do aparelho intestinal. Os microrganismos patogênicos responsáveis por essas doenças atingem a água com os excretas de pessoas ou animais infectados, dando como consequências as denominadas “doenças transmitidas pela água”. 11
  • 12. Principais DTA’s • Diarreia Infecciosa • Cólera • Leptospirose • Hepatite A • Esquistossomose 12
  • 13. Desenvolvimento do agente em meio da contaminação A presença de patógenos em águas contaminadas e a falta de rotinas de análise virológica pelos serviços de monitoramento dos sistemas de fornecimento de água potável é um problema mundial. Com a perspectiva de mudanças importantes no ciclo hidrológico, as sociedades enfrentam um enorme desafio para o manejo de recursos hídricos e para a provisão de água potável. São considerados, alguns aspectos globais e é dada ênfase a problemas nacionais e regionais brasileiros em relação à água e suas implicações sanitárias. 13
  • 14. Tempo de desenvolvimento das doenças 14 Distribuição de Surtos e Casos de DTA por ano de ocorrência, ESP, 1999- 2008* (N=2.712 surtos, 76.707 casos).
  • 15. Locais onde ocorrem as doenças 15 Gráfico do local de ocorrência refere-se aos anos de 2000 à 2011
  • 16. Doenças A falta de água tratada ou rede de esgoto , facilita a cadeia das doenças infecciosas que podem ocorrer devido à contaminação da água de rios, lagos, córregos e, em alguns casos, até mesmo do mar por dejetos humanos e de animais. O modo mais comum de contaminação das águas é através do despejo de esgoto não tratado. 16
  • 17. Esquistossomose A Esquistossomose Mansônica é uma doença parasitária causada por vermes da espécie Schistosoma mansoni. • Agente infeccioso: Schistosoma mansoni • Sintomas • Tratamento e profilaxia • Público alvo 17 Schistosoma mansoni Fonte: http://www.pelotas.rs.go v.br/vigiagua/doencas/d oencas-pela-agua.htm
  • 18. Esquistossomose 18Ciclo de Vida do Schistosoma mansoni Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/Esquistossomose.php
  • 19. Hepatite A A hepatite A é uma doença infecciosa que lesiona o fígado e é causada pelo vírus HAV. • Agente infeccioso: Vírus da Hepatite A (VHA) • Sintomas • Tratamento e profilaxia • Público alvo 19 Vírus da Hepatite A Fonte: http://www.pelotas.rs .gov.br/vigiagua/doe ncas/doencas-pela- agua.htm
  • 20. Diarreia Infecciosa A diarreia infecciosa aguda é a expulsão frequente de fezes líquidas e amorfas como resultado de uma infecção. • Agente infeccioso: Rotavírus • Sintomas • Tratamento e profilaxia • Público alvo 20 Rotavírus Fonte: http://www.seaacamer icana.org.br/Saude/rot avirus.gif
  • 21. Cólera A cólera é uma doença aguda infectocontagiosa do intestino delgado, podendo levar à morte em decorrência da desidratação. • Agente infeccioso: Vibrio cholerae • Sintomas • Tratamento e profilaxia • Público alvo 21 Vibrio cholerae Fonte: http://www.pelotas.r s.gov.br/vigiagua/d oencas/doencas- pela-agua.htm
  • 22. Leptospirose A leptospirose é uma zoonose de importância mundial, causada por leptospiras patogênicas transmitidas pelo contato com urina de animais infectados ou água e lama contaminadas pela bactéria. • Agente infeccioso: Leptospira • Sintomas • Tratamento e profilaxia • Público alvo 22 Leptospira Fonte: http://www.pelotas.rs.go v.br/vigiagua/doencas/d oencas-pela-agua.htm
  • 24. Vigilância Epidemiológica Conjunto de ações que proporciona o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. 24
  • 25. Níveis de competência • Federal: SVS/MS. Realiza a coordenação nacional do SVDTA. Supervisionando a execução de ações de Vigilância. Integrando e consolidando os dados obtidos em todo o território. • Estadual: CVE. Coordena o SVDTA a nível estadual supervisionando, promovendo treinamentos, avaliando execução das ações de vigilância e, integrando e consolidando os dados produzidos em todo o estado. • Municipal: SMV. Realiza investigações e desencadeia as medidas necessárias de controle/prevenção. Realiza gestão, monitoramento e, avaliação do programa consolidando dados e, enviando-os para o sistema estadual para alimentação do sistema de informação. 25
  • 26. Eixos para Desenvolvimento da Vigilância • Doença: A equipe deve compreender as características clínicas da doença, sua transmissão, incubação, fatores de risco, isto é, estar preparado para levantar dados relevantes para a progressão do bom funcionamento do SVD. • Alimento/Água/Ambiente: A equipe deve deter conhecimentos sobre as condições de produção dos alimentos e da água e, de fatores relacionados ao ambiente suficientemente para poder reconhecer e identificar nocividades à tempo de serem evitadas ou, o quanto antes. • Agente Etiológico: A equipe laboratorial deve receber abastecimento de amostras clínicas ou de sobras de água/alimentos para analise e, diagnóstico/prevenção, assim, mantendo o funcionamento do SVD. 26
  • 27. Prevenção • Beber sempre água potável; • Lavar bem as mãos antes do preparo de alimentos; • Enchentes: Lavar tudo o que tiver contato com a água de enchente, inclusive, caixa d’água; • Evitar consumo de alimentos com higiene insatisfatória ou de origem duvidosa • Evitar consumo de alimentos perecíveis em praia; • Opte por alimentos saudáveis frutas, leite e sucos acondicionados em embalagens tipo tetra-pack (caixinha) ou barras de cereais, entre outros. 27
  • 29. Referências • Cólera (definição). Disponível em: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/colera • Diagnóstico da cólera. Disponível em: http://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/colera • Medidas básica contra a cólera. Disponível em: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/colera.php • Fase pré-patogênica e patogênica, vigilância epidemiológica, diagnostico laboratorial, prevenção. Disponível em: http://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_frame.asp?cod_noticia=657 • Definição da Hepatite. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/crianca-2/hepatite-a/ • http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hepatite-a • Sintomas, diagnóstico da hepatite. Disponível em: - http://www.minhavida.com.br/saude/tudo-sobre/16662-vacina-para-hepatite-a • Diagnóstico laboratorial Hepatite. Disponível em: http://www.labtestsonline.org.br/understanding/analytes/hepatitis-a/tab/test/ • Prevenção da Hepatite. Disponível em: http://www.cives.ufrj.br/informacao/hepatite/hepA-iv.html • Vacinação. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/crianca-2/hepatite-a/ • Evolução da doença. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/crianca-2/hepatite-a/ • Doenças transmitidas pela água (definição) Disponível em: • http://sanagua.com.br/noticias/doencas-transmitidas-pela-agua-149.html • www.feg.unesp.br/~calc/antigo/quarto/aula2.doc • www.copasa.com.br/media2/pesquisaescolar/COPASA_doenças.pdf • www.dta.ufv.br/artigos/appcc.htm • Leptospirose. Disponível em: • www.professores.uff.br/dip-8p/lepto/lepto.html • http://www.2.fm.usp.br/pfh/mostrahp.php?origem=pfh&xcod=Leptospirose. • http://www.seer.ufu.br/index.php/hygeia • Malária. Disponível em: • https://pt.wikipedia.org/wiki/Plasmodium • http://www.labtestsonline.org.br/understanding/conditions/malaria/start/3/ • http://drauziovarella.com.br/letras/m/malaria/ • http://www.euroclinix.com.pt/vacina-malaria.html 29