Alzheimer

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Alzheimer

  1. 1. Ana Paula Santos de Souza Eduardo Debora
  2. 2. Descobrimento da doença: Em 1901, o neurologista alemão Aloysius Alzheimer reconheceu a doença neurodegenerativa que hoje tem o seu nome (Doença de Alzheimer ou mal de Alzheimer) e como atuava em nosso córtex.
  3. 3. Definição É uma doença que provoca deficiência cognitiva, afetando principalmente a memória necessária para reter novas informações. À medida que a doença evolui, várias outras funções cognitivas, como orientação, linguagem, julgamento, função social e habilidade de realizar tarefas motoras e fisiológicas que também declinam.
  4. 4. Comprometimentos cognitivos: As áreas mais afetadas são as associadas a memória, aprendizagem e coordenação motora.
  5. 5. Fatores de riscos Idade: a incidência é a partir do 60 anos é aumenta muito em Idosos com mais de 80 anos.
  6. 6. Diminuição da produção do neurotransmissor ACETILCOLINA
  7. 7. Demência É um termo médico utilizado para denominar disfunções cognitivas globais (habilidade de administrar as responsabilidades em casa e no trabalho, nas atividades sociais ou nas atividades do dia-a-dia). Contudo, a DA é a causa mais comum de demência no mundo todo.
  8. 8. Fase Inicial: dura de 2 a 4 anos Agnosia: dificuldade em reconhecer e identificar objetos; Apraxia: dificuldade de execução de movimentos; Incontinência urinária pode aparecer. • Perda de memória, confusão e desorientação. • Ansiedade, agitação, ilusão, desconfiança. • Alteração da personalidade e do senso crítico. • Dificuldades com as atividades da vida diária (cozinhar, fazer compras, dirigir, telefonar.
  9. 9. Fase Intermediaria: Pode durar de 3 a 5 anos • . • Esta fase está correlacionada com o comprometimento cortical do lobo parietal afetando as atividades instrumentais e operativas. • Dificuldade em reconhecer familiares e amigos. • Perder-se em ambientes conhecidos. • Alucinações, inapetência, perda de peso, incontinência urinária. • Dificuldades com a fala e a comunicação • Movimentos e fala repetitiva. • Distúrbios do sono. • Problemas com ações rotineiras. • Inicio de dificuldades motoras.
  10. 10. Fase Final  Dependência total.  Incontinência urinária e fecal.  Tendência em assumir a posição fetal.  Mutismo (Ausencia da linguagem voluntaria ou não )  Restrito a poltrona ou ao leito.  Presença de úlceras por pressão (escaras)  Perda progressiva de peso.  Infecções urinárias e respiratórias.  Término da comunicação.
  11. 11. Quarta Fase (Terminal) Paciente está completamente dependente das pessoas.  Linguagem reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, podem compreender e responder com sinais emocionais. Agressividade pode estar presente, apatia extrema ,cansaço são comuns.  Não conseguem desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. Massa muscular e mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama. Perdem a capacidade de comer sozinhos. A morte normalmente não é causada pelo Mal de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).
  12. 12. Manifestações clínicas As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência ao cuidado.
  13. 13. Manifestações clínicas Um paciente com doença de Alzheimer pergunta a mesma coisa centenas de vezes, mostrando sua incapacidade de fixar algo novo. Palavras são esquecidas, frases são trocadas, muitas permanecendo sem finalização.
  14. 14. Manifestações clínicas Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais.
  15. 15. Diagnósticos  O diagnóstico é bastante difícil pois a doença não tem sintomas físicos específicos. Seus sintomas são mentais e de comportamento e, por isso , durante muito tempo as pessoas deixaram de encarar esse distúrbio como uma doença que exige intervenção.  Na fase inicial os exames como Tomografia e Ressonância Magnética costumam não indicar alterações, sendo que, em um estágio avançado pode indicar uma alteração no volume do cérebro (atrofia). Exames como Pet Scan e SPECT, que indicam atividade metabólica, podem também não indicar alteração.
  16. 16. Perfusão em cérebro com DA Perfusão em cérebro normal Diagnóstico provável: Doença de Alzheimer
  17. 17. Testes Neuropsicológicos  Provas são excelentes instrumentos complementares à investigação clínica. São inúmeras as baterias de testes neuropsicológicos, mas a grande maioria de difícil aplicação em pacientes idosos.  Devem ser administrados por profissional especializado sendo especialmente úteis em casos fronteiriços na diferenciação de processos demências iniciais.  Algumas baterias de testes que incluem 33 questões e requerem em média 30 minutos para serem aplicados. Sabemos que pacientes idosos e/ou portadores de demência, colaboram muito pouco e por pouco tempo quando submetidos a interrogatórios e não é incomum que, pressionados, acabem reagindo com importantes episódios de agitação e até mesmo de agressividade.
  18. 18. Como detectar a doença? Necessário fazer o exame de tecido cerebral por meio de necropsia ou biópsia cerebral; Vários testes : Tomografia ou ressonância nuclear magnética de crânio, para excluir múltiplas isquemias, hemorragia ou tumores;
  19. 19. Tratamento SINTOMÁTICO Tratamento dos sintomas de comportamento: Irritabilidade, agitação, depressão, alucinação e insônia.
  20. 20. Tratamento SINTOMÁTICO Estrogênio: Reposição hormonal pode apresentar menores taxas de doença de Alzheimer. Antioxidantes: altas doses de vitamina E pode retardar a progressão clínica da doença de Alzheimer em estágio moderado da doença.
  21. 21. Tratamento dos Sintomas O tratamento permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas, controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua família. A deficiência de acetilcolina é considerada um dos principais fatores da doença de Alzheimer.
  22. 22. Inibidores Os inibidores de acetilcolinesterase, atuam inibindo a enzima responsável pela degradação da acetilcolina que é produzida e liberada por algumas áreas do cérebro. Os medicamentos inibidores da acetil-colesterase são: Tacrina Donepesila Rivastimina Galantamina Rivastigmina Metrifonato
  23. 23. Medicamentos Psiquiátricos Como a depressão e ansiedade são um problema constante no Alzheimer é comum que os médicos prescrevam antidepressivos. Antidepressivos além de melhorarem o humor, o apetite, o sono, o auto-controle e diminuírem a ansiedade, tendências suicidas e agressividade tem demonstrado também significativamente retardar a degeneração do cérebro.
  24. 24. Medicamentos Psiquiátricos Haloperidol (Haldol) - reduz as alucinações, a agressividade, os distúrbios de humor, a anedonia, a apatia e a disforia, que são comportamentos que ocorrem com a evolução da patologia. Diazepam (Valium) - usado para insônia, ansiedade, agitação motora e irritabilidade.
  25. 25. Familiares/ Cuidadores Deve estar treinado para tarefas como alimentação adequada, deglutição, incontinência urinária, higiene corporal, cuidados físicos e com a pele.
  26. 26. Familiares/ Cuidadores Responsáveis pela manutenção da segurança física; Redução da ansiedade e agitação; Controle dos distúrbios do padrão de sono; Auxílio na locomoção;
  27. 27. Familiares/ Cuidadores Promoção de independências nas atividades de autocuidado; Atendimento das necessidades de socialização; Melhoria da comunicação.
  28. 28. Apoio aos cuidadores: Conforme a doença avança aumentam as dificuldades para os familiares que se vêem tendo que cuidar, acompanhar e ajudar no tratamento de um familiar que não mais reconhece as pessoas e depende a maior parte do tempo de auxilio de alguém, até para realizar suas necessidades fisiológicas mais básicas.
  29. 29. Obrigada!!!!!!!!!!

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