SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 5
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA
DISCIPLINA: MÉTODOS INSTRUMENTAIS APLICADOS A ANÁLISES DE MEDICAMENTOS
DOCENTE: MARCELO VITOR DE PAIVA AMORIM
DISCENTES: KARLENE KEYLA DA SILVA RODRIGUES
LEDIANA ROCHA DA SILVA
AULA PRÁTICA:
CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA- CCD
NATAL – RN
2015
Relatório de aula prática
apresentado à disciplina de Métodos
Instrumentais Aplicados á Analise de
Medicamentos da UFRN.
INTRODUÇÃO
A cromatografia é um método físico-químico de separação. Ela está fundamentada na
migração diferencial dos componentes de uma mistura, que ocorre devido a diferentes
interações, entre duas fases imiscíveis, a fase móvel e a fase estacionária.
A cromatografia pode ser utilizada para a identificação de compostos, por comparação com
padrões previamente existentes, para a purificação de compostos, separando-se as
substâncias indesejáveis e para a separação dos componentes de uma mistura.
As diferentes formas de cromatografia podem ser classificadas considerando-se diversos
critérios:
Classificação pela forma física do sistema cromatográfico
Subdividida em Cromatografia em coluna (Cromatografia Líquida Clássica – CLC – para
isolamento de produtos naturais e purificação de produtos de reações
químicas; Cromatografia Líquida de Alta Eficiência – CLAE – para análises e separações de
uma ampla gama de compostos com alta eficiência, utilizada em análises de pesticidas,
feromônios, isolamento de produtos naturais e sintéticos e na produção e controle de
qualidade de medicamentos; Cromatografia Gasosa de Alta Resolução – CGAR – para
identificação imediata de substâncias presentes na amostra) e Cromatografia
planar (Cromatografia em Papel – CP – para a separação de compostos
polares; Cromatografia em Camada Delgada – CCD – também para a separação de
compostos polares; Cromatografia por Centrifugação – Chromatotron).
Classificação pela fase móvel empregada
Em se tratando da fase móvel, são três os tipos de cromatografia:
Cromatografia Gasosa, Cromatografia Líquida e Cromatografia Supercrítica.
Classificação pela fase estacionária utilizada
Quanto à fase estacionária, distingue-se entre fases estacionárias sólidas, líquidas e
quimicamente ligadas. No caso da fase estacionária ser constituída por um líquido, este
pode estar simplesmente adsorvido sobre um suporte sólido ou imobilizado sobre ele.
Suportes modificados são considerados separadamente, como fases quimicamente ligadas,
por normalmente diferirem dos outros dois em seus mecanismos de separação.
Classificação pelo modo de separação
Por este critério, separações cromatográficas se devem à adsorção, partição, troca iônica,
exclusão ou misturas desses mecanismos. A figura mostra um esquema dos tipos de
cromatografia.
OBJETIVOS
Aprender a aplicar a amostra na placa de sílica gel, aprender sobre Cromatografia de
Camada Delgada – CCD e seus cálculos de Rf (fator de retenção) e identificar as substâncias.
MATERIAL E MÉTODOS
Materiais:
Balança KAD WAG / WTB 3200
Béquer de 50 mL
Proveta de 10 mL
Placa de Petri
Béquer de 100 mL
Placa de sílica gel (polar)
Tubos de aplicação (capilares)
Métodos:
No preparo das amostras pesaram-se cada amostra separadamente. Para o padrão de
Paracetamol pesou-se 50mg, para o padrão da Rifampicina pesou-se 50mg e para a amostra
do Paracetamol + Rifampicina pesou-se 100mg e em um Béquer diluiu-se separadamente os
padrões com 10mL de etanol e para diluir a amostra utilizamos 20 mL de etanol. Utilizando
um capilar, foram aplicadas três porções da solução de pigmentos sobre uma placa de sílica
a 1,0 cm da extremidade. Para a preparação da fase móvel utilizamos uma cuba, contendo
10mL de etanol, medido com auxílio de uma proveta. Colocamos a placa na cuba, evitando
que o ponto de aplicação da amostra mergulhe no solvente. Cobriu-se o béquer com uma
placa de Petri, para evitar evaporação do solvente. Quando o solvente atingiu a outra marca
de 1,0 cm no topo da placa removemo-la e aguardamos secar. A placa foi depositada em
uma placa de Petri contendo iodo sólido, que é um revelador universal para qualquer
substancia orgânica, formando manchas marrons.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Após a aplicação das amostras na placa de sílica gel e a introdução do material na cuba com
etanol, o líquido foi absorvido rapidamente [fig.2], após 20 minutos a absorção ficou mais
lenta e a mancha foi “arrastada” até a linha superior da placa de sílica gel, em seguida
retiramos a e aguardamos secar. Com ajuda de um revelador, iodo sólido, formou-se
manchas marrons [fig3].
Cálculo de Fator de Retenção (Rf) – [fig.4]:
X = 6,2
RfPadrão1 = 5,3/6,2 = 0,85
RfAmostra = 5,3/6,2 = 0,85
RfPadrão2 = 2,5/6,2 = 0,40
O Paracetamol tem mais afinidade com a fase móvel, pois deslocou mais e a Rifampicina tem
mais afinidade pela fase estacionária.
Figura 2: Amostras sendo
absorvidas pela placa de
sílica gel.
Figura 3: Placa de
sílica gel concluída.
Figura 4: Placa de sílica gel
e suas marcações para o
cálculode Rf.
CONCLUSÃO
Tendo em vista que o uso de técnica de cromatografia em separação de substâncias
orgânicas está relacionado às condições de polaridade dos compostos que a constitui, é
possível de se concluir, em vista disso que os melhores resultados são obtidos com misturas
de solventes, de modo a se obter uma polaridade média em relação à polaridade dos
componentes da amostra. Desta feita, o estudo de separação e determinação de pureza
desses compostos pode ser melhor observado com o uso de cromatografia.
REFERÊNCIAS
COLLINS, Carol H.; BRAGA, Gilberto L. e BONATO, Pierina S.. Fundamentos de Cromatografia.
1ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2006.
Site:http://vsites.unb.br/iq/litmo/LQO1_2009/Roteiro/cromatografia_em_camada
delgada_e coluna%20_LQO_1_09.pdf. Acessado em 12/04/2011.
MARAMBIO, Oscar G., Patrício F. Acuña, Guadalupe Del C. Pizarro. Métodos Experimentales
em Química Orgânica. Universidad Tecnológica Metropolitana.(2007)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS ORGÂNICA
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS ORGÂNICARELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS ORGÂNICA
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS ORGÂNICAEzequias Guimaraes
 
Relatorio - cromatografia gasosa - Métodos Instrumentais
Relatorio - cromatografia gasosa -  Métodos Instrumentais Relatorio - cromatografia gasosa -  Métodos Instrumentais
Relatorio - cromatografia gasosa - Métodos Instrumentais Juliana Teófilo
 
Extração de óleo de coco utilizando extrator Soxhlet e determinação dos índi...
 Extração de óleo de coco utilizando extrator Soxhlet e determinação dos índi... Extração de óleo de coco utilizando extrator Soxhlet e determinação dos índi...
Extração de óleo de coco utilizando extrator Soxhlet e determinação dos índi...Daiana Freitas
 
Solubilidade e Miscibilidade
Solubilidade e MiscibilidadeSolubilidade e Miscibilidade
Solubilidade e MiscibilidadeAlex Junior
 
Solubilidade e Miscibilidade - Relatório
Solubilidade e Miscibilidade - RelatórioSolubilidade e Miscibilidade - Relatório
Solubilidade e Miscibilidade - RelatórioGabriela Begalli
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDOEzequias Guimaraes
 
Relatorio analitica 2 determinação de cloro ativo em produto para piscina
Relatorio analitica 2 determinação de cloro ativo em produto para piscinaRelatorio analitica 2 determinação de cloro ativo em produto para piscina
Relatorio analitica 2 determinação de cloro ativo em produto para piscinaarceariane87
 
Relatório aula pratica química geral experimental
Relatório aula pratica química geral experimentalRelatório aula pratica química geral experimental
Relatório aula pratica química geral experimentalQueler X. Ferreira
 
Relatório - Volumetria de Precipitação
Relatório - Volumetria de PrecipitaçãoRelatório - Volumetria de Precipitação
Relatório - Volumetria de PrecipitaçãoDhion Meyg Fernandes
 
Relatório de Refratometria
Relatório de RefratometriaRelatório de Refratometria
Relatório de RefratometriaRailane Freitas
 

Mais procurados (20)

Reações de Aldeídos e Cetonas
Reações de Aldeídos e CetonasReações de Aldeídos e Cetonas
Reações de Aldeídos e Cetonas
 
Coeficiente partição (4)
Coeficiente partição (4)Coeficiente partição (4)
Coeficiente partição (4)
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS ORGÂNICA
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS ORGÂNICARELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS ORGÂNICA
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS ORGÂNICA
 
Relatorio - cromatografia gasosa - Métodos Instrumentais
Relatorio - cromatografia gasosa -  Métodos Instrumentais Relatorio - cromatografia gasosa -  Métodos Instrumentais
Relatorio - cromatografia gasosa - Métodos Instrumentais
 
Extração de óleo de coco utilizando extrator Soxhlet e determinação dos índi...
 Extração de óleo de coco utilizando extrator Soxhlet e determinação dos índi... Extração de óleo de coco utilizando extrator Soxhlet e determinação dos índi...
Extração de óleo de coco utilizando extrator Soxhlet e determinação dos índi...
 
Solubilidade e Miscibilidade
Solubilidade e MiscibilidadeSolubilidade e Miscibilidade
Solubilidade e Miscibilidade
 
Solubilidade e Miscibilidade - Relatório
Solubilidade e Miscibilidade - RelatórioSolubilidade e Miscibilidade - Relatório
Solubilidade e Miscibilidade - Relatório
 
Relatório 4 hplc
Relatório 4   hplcRelatório 4   hplc
Relatório 4 hplc
 
Extracao acido-base
Extracao acido-baseExtracao acido-base
Extracao acido-base
 
Relatorio cafeina
Relatorio  cafeinaRelatorio  cafeina
Relatorio cafeina
 
Cromatografia
CromatografiaCromatografia
Cromatografia
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
 
Lei de lambert beer
Lei de lambert beerLei de lambert beer
Lei de lambert beer
 
Prática 01
Prática 01Prática 01
Prática 01
 
Relatorio analitica 2 determinação de cloro ativo em produto para piscina
Relatorio analitica 2 determinação de cloro ativo em produto para piscinaRelatorio analitica 2 determinação de cloro ativo em produto para piscina
Relatorio analitica 2 determinação de cloro ativo em produto para piscina
 
Auladecromatografiapapelecamadafina
AuladecromatografiapapelecamadafinaAuladecromatografiapapelecamadafina
Auladecromatografiapapelecamadafina
 
Relatório aula pratica química geral experimental
Relatório aula pratica química geral experimentalRelatório aula pratica química geral experimental
Relatório aula pratica química geral experimental
 
Relatorio de adsorção1 (1)
Relatorio de adsorção1 (1)Relatorio de adsorção1 (1)
Relatorio de adsorção1 (1)
 
Relatório - Volumetria de Precipitação
Relatório - Volumetria de PrecipitaçãoRelatório - Volumetria de Precipitação
Relatório - Volumetria de Precipitação
 
Relatório de Refratometria
Relatório de RefratometriaRelatório de Refratometria
Relatório de Refratometria
 

Semelhante a Relatorio ccd

Aula turma b_ccd
Aula turma b_ccdAula turma b_ccd
Aula turma b_ccdalisonpch
 
Q. Orgânica- Cromatografia.pptx
Q. Orgânica- Cromatografia.pptxQ. Orgânica- Cromatografia.pptx
Q. Orgânica- Cromatografia.pptxssuser846e8d
 
Cromatografia / chromatography
Cromatografia / chromatographyCromatografia / chromatography
Cromatografia / chromatographyZara Hoffmann
 
MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (Cromatografia de papel, Cromatografia de camada delg...
MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (Cromatografia de papel, Cromatografia de camada delg...MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (Cromatografia de papel, Cromatografia de camada delg...
MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (Cromatografia de papel, Cromatografia de camada delg...Julai1991
 
Cromatografia gasosa
Cromatografia gasosaCromatografia gasosa
Cromatografia gasosaGramile Meira
 
Aula_Cromatografia1.ppt
Aula_Cromatografia1.pptAula_Cromatografia1.ppt
Aula_Cromatografia1.pptLImaNeto11
 
Práticas cromatográficas
Práticas cromatográficasPráticas cromatográficas
Práticas cromatográficasAnelise Mossmann
 
Analise instrumental - CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)
Analise instrumental   - CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)Analise instrumental   - CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)
Analise instrumental - CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)Laís Almeida
 
Aula de exames de ponto 5 - Métodos de exame e análise laboratorial
Aula de exames de ponto 5 - Métodos de exame e análise laboratorialAula de exames de ponto 5 - Métodos de exame e análise laboratorial
Aula de exames de ponto 5 - Métodos de exame e análise laboratorialMafalda Cardeira
 
Hplc preparativa seminário letícia fracarolli
Hplc preparativa seminário letícia fracarolliHplc preparativa seminário letícia fracarolli
Hplc preparativa seminário letícia fracarolliLetícia Fracarolli
 

Semelhante a Relatorio ccd (20)

Cromatografia
CromatografiaCromatografia
Cromatografia
 
Aula turma b_ccd
Aula turma b_ccdAula turma b_ccd
Aula turma b_ccd
 
Cromatografia
CromatografiaCromatografia
Cromatografia
 
Q. Orgânica- Cromatografia.pptx
Q. Orgânica- Cromatografia.pptxQ. Orgânica- Cromatografia.pptx
Q. Orgânica- Cromatografia.pptx
 
Introdução a Cromatografia.ppt
Introdução a Cromatografia.pptIntrodução a Cromatografia.ppt
Introdução a Cromatografia.ppt
 
Cromatografia / chromatography
Cromatografia / chromatographyCromatografia / chromatography
Cromatografia / chromatography
 
Atual
AtualAtual
Atual
 
MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (Cromatografia de papel, Cromatografia de camada delg...
MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (Cromatografia de papel, Cromatografia de camada delg...MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (Cromatografia de papel, Cromatografia de camada delg...
MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (Cromatografia de papel, Cromatografia de camada delg...
 
Cromatografia gasosa
Cromatografia gasosaCromatografia gasosa
Cromatografia gasosa
 
Jaciara, leticia 1a 3
Jaciara, leticia   1a 3Jaciara, leticia   1a 3
Jaciara, leticia 1a 3
 
Aula_Cromatografia1.ppt
Aula_Cromatografia1.pptAula_Cromatografia1.ppt
Aula_Cromatografia1.ppt
 
Cromatografia - 1a serie 1
Cromatografia - 1a serie 1Cromatografia - 1a serie 1
Cromatografia - 1a serie 1
 
Práticas cromatográficas
Práticas cromatográficasPráticas cromatográficas
Práticas cromatográficas
 
Analise instrumental - CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)
Analise instrumental   - CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)Analise instrumental   - CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)
Analise instrumental - CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (HPLC)
 
Separação de materiais
Separação de materiaisSeparação de materiais
Separação de materiais
 
Cromatografia - Fitoquímica.pptx
Cromatografia - Fitoquímica.pptxCromatografia - Fitoquímica.pptx
Cromatografia - Fitoquímica.pptx
 
Aula de exames de ponto 5 - Métodos de exame e análise laboratorial
Aula de exames de ponto 5 - Métodos de exame e análise laboratorialAula de exames de ponto 5 - Métodos de exame e análise laboratorial
Aula de exames de ponto 5 - Métodos de exame e análise laboratorial
 
Introdução
IntroduçãoIntrodução
Introdução
 
Hplc preparativa seminário letícia fracarolli
Hplc preparativa seminário letícia fracarolliHplc preparativa seminário letícia fracarolli
Hplc preparativa seminário letícia fracarolli
 
Pratica 8
Pratica 8Pratica 8
Pratica 8
 

Último

REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfSíndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfVctorJuliao
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...LuisCSIssufo
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoRevisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoAlessandraRaiolDasNe
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Teorias da Evolução e slides sobre darwnismo e evoulao
Teorias da Evolução e slides sobre darwnismo e evoulaoTeorias da Evolução e slides sobre darwnismo e evoulao
Teorias da Evolução e slides sobre darwnismo e evoulaoEduardoBarreto262551
 
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humanajosecavalcante88019
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.pptSistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.pptMrciaVidigal
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 

Último (17)

REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfSíndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoRevisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
Teorias da Evolução e slides sobre darwnismo e evoulao
Teorias da Evolução e slides sobre darwnismo e evoulaoTeorias da Evolução e slides sobre darwnismo e evoulao
Teorias da Evolução e slides sobre darwnismo e evoulao
 
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.pptSistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 

Relatorio ccd

  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA DISCIPLINA: MÉTODOS INSTRUMENTAIS APLICADOS A ANÁLISES DE MEDICAMENTOS DOCENTE: MARCELO VITOR DE PAIVA AMORIM DISCENTES: KARLENE KEYLA DA SILVA RODRIGUES LEDIANA ROCHA DA SILVA AULA PRÁTICA: CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA- CCD NATAL – RN 2015 Relatório de aula prática apresentado à disciplina de Métodos Instrumentais Aplicados á Analise de Medicamentos da UFRN.
  • 2. INTRODUÇÃO A cromatografia é um método físico-químico de separação. Ela está fundamentada na migração diferencial dos componentes de uma mistura, que ocorre devido a diferentes interações, entre duas fases imiscíveis, a fase móvel e a fase estacionária. A cromatografia pode ser utilizada para a identificação de compostos, por comparação com padrões previamente existentes, para a purificação de compostos, separando-se as substâncias indesejáveis e para a separação dos componentes de uma mistura. As diferentes formas de cromatografia podem ser classificadas considerando-se diversos critérios: Classificação pela forma física do sistema cromatográfico Subdividida em Cromatografia em coluna (Cromatografia Líquida Clássica – CLC – para isolamento de produtos naturais e purificação de produtos de reações químicas; Cromatografia Líquida de Alta Eficiência – CLAE – para análises e separações de uma ampla gama de compostos com alta eficiência, utilizada em análises de pesticidas, feromônios, isolamento de produtos naturais e sintéticos e na produção e controle de qualidade de medicamentos; Cromatografia Gasosa de Alta Resolução – CGAR – para identificação imediata de substâncias presentes na amostra) e Cromatografia planar (Cromatografia em Papel – CP – para a separação de compostos polares; Cromatografia em Camada Delgada – CCD – também para a separação de compostos polares; Cromatografia por Centrifugação – Chromatotron). Classificação pela fase móvel empregada Em se tratando da fase móvel, são três os tipos de cromatografia: Cromatografia Gasosa, Cromatografia Líquida e Cromatografia Supercrítica. Classificação pela fase estacionária utilizada Quanto à fase estacionária, distingue-se entre fases estacionárias sólidas, líquidas e quimicamente ligadas. No caso da fase estacionária ser constituída por um líquido, este pode estar simplesmente adsorvido sobre um suporte sólido ou imobilizado sobre ele. Suportes modificados são considerados separadamente, como fases quimicamente ligadas, por normalmente diferirem dos outros dois em seus mecanismos de separação. Classificação pelo modo de separação Por este critério, separações cromatográficas se devem à adsorção, partição, troca iônica, exclusão ou misturas desses mecanismos. A figura mostra um esquema dos tipos de cromatografia.
  • 3. OBJETIVOS Aprender a aplicar a amostra na placa de sílica gel, aprender sobre Cromatografia de Camada Delgada – CCD e seus cálculos de Rf (fator de retenção) e identificar as substâncias. MATERIAL E MÉTODOS Materiais: Balança KAD WAG / WTB 3200 Béquer de 50 mL Proveta de 10 mL Placa de Petri Béquer de 100 mL Placa de sílica gel (polar) Tubos de aplicação (capilares) Métodos: No preparo das amostras pesaram-se cada amostra separadamente. Para o padrão de Paracetamol pesou-se 50mg, para o padrão da Rifampicina pesou-se 50mg e para a amostra do Paracetamol + Rifampicina pesou-se 100mg e em um Béquer diluiu-se separadamente os padrões com 10mL de etanol e para diluir a amostra utilizamos 20 mL de etanol. Utilizando um capilar, foram aplicadas três porções da solução de pigmentos sobre uma placa de sílica a 1,0 cm da extremidade. Para a preparação da fase móvel utilizamos uma cuba, contendo 10mL de etanol, medido com auxílio de uma proveta. Colocamos a placa na cuba, evitando que o ponto de aplicação da amostra mergulhe no solvente. Cobriu-se o béquer com uma placa de Petri, para evitar evaporação do solvente. Quando o solvente atingiu a outra marca de 1,0 cm no topo da placa removemo-la e aguardamos secar. A placa foi depositada em uma placa de Petri contendo iodo sólido, que é um revelador universal para qualquer substancia orgânica, formando manchas marrons. RESULTADOS E DISCUSSÃO Após a aplicação das amostras na placa de sílica gel e a introdução do material na cuba com etanol, o líquido foi absorvido rapidamente [fig.2], após 20 minutos a absorção ficou mais lenta e a mancha foi “arrastada” até a linha superior da placa de sílica gel, em seguida retiramos a e aguardamos secar. Com ajuda de um revelador, iodo sólido, formou-se manchas marrons [fig3].
  • 4. Cálculo de Fator de Retenção (Rf) – [fig.4]: X = 6,2 RfPadrão1 = 5,3/6,2 = 0,85 RfAmostra = 5,3/6,2 = 0,85 RfPadrão2 = 2,5/6,2 = 0,40 O Paracetamol tem mais afinidade com a fase móvel, pois deslocou mais e a Rifampicina tem mais afinidade pela fase estacionária. Figura 2: Amostras sendo absorvidas pela placa de sílica gel. Figura 3: Placa de sílica gel concluída. Figura 4: Placa de sílica gel e suas marcações para o cálculode Rf.
  • 5. CONCLUSÃO Tendo em vista que o uso de técnica de cromatografia em separação de substâncias orgânicas está relacionado às condições de polaridade dos compostos que a constitui, é possível de se concluir, em vista disso que os melhores resultados são obtidos com misturas de solventes, de modo a se obter uma polaridade média em relação à polaridade dos componentes da amostra. Desta feita, o estudo de separação e determinação de pureza desses compostos pode ser melhor observado com o uso de cromatografia. REFERÊNCIAS COLLINS, Carol H.; BRAGA, Gilberto L. e BONATO, Pierina S.. Fundamentos de Cromatografia. 1ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2006. Site:http://vsites.unb.br/iq/litmo/LQO1_2009/Roteiro/cromatografia_em_camada delgada_e coluna%20_LQO_1_09.pdf. Acessado em 12/04/2011. MARAMBIO, Oscar G., Patrício F. Acuña, Guadalupe Del C. Pizarro. Métodos Experimentales em Química Orgânica. Universidad Tecnológica Metropolitana.(2007)