Onde investir para ter um bom padrão financeiro aos 30 anos exame

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Onde investir para ter um bom padrão financeiro aos 30 anos exame

  1. 1. 6/8/2015 Onde investir para ter um bom padrão financeiro aos 30 anos? | EXAME.com data:text/html;charset=utf­8,%3Cheader%20class%3D%22content­header%22%20style%3D%22display%3A%20block%3B%20margin­bottom%3A%202… 1/3 Editado por Priscila Yazbek, de EXAME.com Recomende 35.630 views 17 Onde investir para ter um bom padrão financeiro aos 30 anos? Thinkstock/Peshkova Executivo olha o horizonte: Especialistas indicam investimentos no Tesouro Direto, LCIs, LCAs, e ETFs Dúvida do internauta: Tenho 20 anos, mas, apesar da idade, tenho muita preocupação em relação a minha vida financeira. Já tenho sonhos, como ter uma casa própria, um bom carro e estabilidade financeira. Gostaria de saber mais sobre como os jovens podem poupar e ganhar dinheiro para chegar bem aos 30 anos. Sou analista de suporte e tenho um giro de capital que acho legal, de mil a 4 mil reais por mês. Procuro algo de baixo investimento e quero muito diversificar.  Resposta de Samy Dana e Alex del Giglio*: Primeiramente, gostaríamos de parabenizá-lo pela iniciativa. Delinear um bom plano de poupança e investimento será fundamental para chegar aos 30 anos com um bom padrão financeiro. Salvar notícia
  2. 2. 6/8/2015 Onde investir para ter um bom padrão financeiro aos 30 anos? | EXAME.com data:text/html;charset=utf­8,%3Cheader%20class%3D%22content­header%22%20style%3D%22display%3A%20block%3B%20margin­bottom%3A%202… 2/3 Considerando o cenário econômico atual e o seu horizonte de investimento, indicamos a alocação de seus recursos em produtos financeiros com remuneração atrelada à variação da taxa Selic e à variação da inflação (segmento de renda fixa) e ações (segmento de renda variável). Para o investimento em títulos de renda fixa atrelados à taxa Selic recomendamos a alocação em: Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e Tesouro Selic. As duas primeiras alternativas são isentas de Imposto de Renda, possuem garantia do Fundo Garantidor de Crédito até o limite de 250 mil reais e remuneram, em média, 90% do CDI em instituições financeiras de menor porte. Já o Tesouro Selic é um título público federal, negociado na plataforma do Tesouro Direto, cuja rentabilidade segue a variação da taxa Selic e possui fluxo de pagamento simples, ou seja, você faz a aplicação e recebe o valor investido, somado ao rendimento, na data de resgate. Para o investimento em títulos de renda fixa atrelados à inflação recomendamos a alocação em Tesouro IPCA+, título pós-fixado, vinculado ao IPCA. O Tesouro IPCA+ paga ao investidor o IPCA adicionado de uma taxa de juros fixa acordada no momento da compra do título. A grande vantagem desta aplicação é que o investidor consegue saber, na data de compra, seu ganho real ou quanto irá receber acima da inflação. Investir no segmento de renda variável, em ações, também é uma alternativa no médio e no longo prazo, ainda que o mais indicado hoje seja recorrer a produtos de renda fixa. Considerando o horizonte de investimento de dez anos, recomendamos a alocação no Fundo Índice – BOVA11, que é um ETF (Exchange Traded Fund), tipo de fundo de investimento com cotas negociadas em Bolsa que busca acompanhar o retorno de um determinado índice de referência.
  3. 3. 6/8/2015 Onde investir para ter um bom padrão financeiro aos 30 anos? | EXAME.com data:text/html;charset=utf­8,%3Cheader%20class%3D%22content­header%22%20style%3D%22display%3A%20block%3B%20margin­bottom%3A%202… 3/3 O ETF BOVA11replica o Índice Bovespa, ou seja, ele investe em uma cesta diversificada de ações. Assim, você ficará menos exposto a perdas do que se investisse em uma única ação. Além de apresentar baixo custo, em vista da taxa de administração menor que a de fundos de ações tradicionais. Por fim, uma proporção interessante para alocação do seu patrimônio é: 20% em LCIs e/ou LCAs; 40% no Tesouro Selic; 20% Tesouro IPCA+; e 20% no Fundo Índice (ETF) – BOVA11. Bons investimentos! (*) Samy Dana é Ph.D. em Business, professor da FGV e coordenador do Núcleo de Cultura e Criatividade GV Cult. É consultor de empresas nacionais e internacionais dos setores real e financeiro e de órgãos governamentais, além de autor de livros de finanças pessoais. Esta resposta foi escrita em parceria com Alex Del Giglio, economista pela Univerisidade de São Paulo (USP), com extensão em finanças pela ESC Bordeaux e mestrado em Administração pela FGV. Responsável pela área educacional da Prime Finance Investimentos AAI Ltda., com sede em Manaus.

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