S I L V I A[1]

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S I L V I A[1]

  1. 1. INCLUSÃO Silvia Fernanda Velho Andrade Duarte Professora
  2. 2. OBJETIVO INICIAL: Pensar sobre a adequação curricular e a avaliação para os alunos “inclusos”.
  3. 3. Para que a Incusão seja um sucesso, precisam haver modificações no âmbito escolar, que devem ser pensadas por todos. (Ex.: Classes paralelas, mais professores de apoio/especializados, adequação curricular, material de informação, etc).
  4. 4. Cuidar para não transformar INCLUSÃO em EXCLUSÃO. Para isso, precisamos garantir que os alunos com NEE participem de uma programação tão normal quanto possível, mas considere as especificidades que as suas necessidades possam requerer.
  5. 5. As adequações curriculares consistem em promover possibilidades educacionais de atuar frente às dificuldades de aprendizagem dos alunos.
  6. 6. O que analisar ? O que o aluno deve aprender; como e quando aprender; que formas de ensino são mais eficientes; como e quando avaliar o aluno.
  7. 7. O que se faz necessário ? A preparação e a dedicação da equipe educacional; apoio adequado e recursos especializados; adequações curriculares.
  8. 8. Deve haver flexibilidade , isto é, a não obrigatoriedade de que todos os alunos atinjam o mesmo grau de abstração ou de conhecimento, num tempo determinado .
  9. 9. O que pensar ? Organização da sala; priorização dos conteúdos; materiais/instrumentos; avaliação; tempo; etc.
  10. 10. Quanto a organização: Disposição física; Recursos didáticos expostos, etc .
  11. 11. Quanto aos conteúdos: Priorizar áreas ou unidades de conteúdos que garantam funcionalidade e que sejam essenciais e instrumentais para as habilidades posteriores (Ex.: habilidades de leitura e escrita, cálculos, etc). Priorizar o desenvolvimento de capacidades e habilidades básicas de atenção, participação e adaptação do aluno (Ex.: trabalho em grupo, perdistência na tarefa, etc).
  12. 12. O reforço da aprendizagem e a retomada de determinados conteúdos para garantir o seu domínio e consolidação. Eliminação de conteúdos menos relevantes, intensificando conteúdos mais básicos e essenciais. A sequência gradativa dos conteúdos, de menor à maior complexidade de tarefas.
  13. 13. Propõe-se modificações sensíveis na forma de apresentação da avaliação, de modo que atenda às peculiaridades dos que apresentam necessidades especiais. Tais como: Quanto a avaliação ?
  14. 14. <ul><li>Método mais acessível; </li></ul><ul><li>Atividades complementares que requeiram habilidades diferentes ou a fixação e consolidação de conhecimentos; </li></ul><ul><li>Proporcionar recursos de apoio (visuais, auditivos, gráficos, materiais de manipulação, etc); </li></ul><ul><li>Alteração dos níveis de complexidade das atividades (Ex.: simplificar um problema matemático, excluindo a necessidade de alguns cálculos); </li></ul><ul><li>E, quando necessário, uso de máquinas braile, calculadora científica para superdotados, etc. </li></ul>
  15. 15. Quanto ao tempo? Repensar tempo para a realização das atividades.
  16. 16. O que se almeja com tudo isso ? Buscar soluções para as necessidades específicas dos alunos e não o seu fracasso. Para isso é necessário focar as capacidades, o potencial dos alunos e não suas deficiências e limitações.
  17. 17. <ul><li>Embora muitos educandos possam interpretar essas medidas como “abrir mão” da qualidade do ensino ou empobrecer as expectativas educacionais, essas decisões curriculares podem ser as únicas alternativas possíveis para os alunos que apresentam necessidades especiais como forma de evitar a sua exclusão. </li></ul><ul><li>(Cada caso é um caso). </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Precisamos entender que algumas coisas realmente estão além de suas atuais possibilidades de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Além disso, eles costumas ter um ritmo mais lento, próprio deles (ou mais rápido). </li></ul>Avaliar por onde começar. Se não sabe somar, como multiplicar? Então preciso voltar e passar a base daquele conhecimento.
  19. 19. <ul><li>Adequações necessárias: </li></ul><ul><li>Dificuldades de comunicação (língua de sinais, sistema Braille, etc); </li></ul><ul><li>Integração entre colegas (ajuda mútua); </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Além de outros já citados, como a avaliação. </li></ul><ul><li>O trabalho do professor da sala de aula e dos professores de apoio ou outros profissionais envolvidos é realizado de forma cooperativa, interativa e bem definida do ponto de vista de papéis, competência e coordenação; </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Considerar, inclusive, a organização do tempo de modo a incluir as atividades destinadas ao atendimento especializado fora do horário normal de aula, muitas vezes necessários e indispensáveis ao aluno. </li></ul>
  22. 22. Medidas que constituem adequações de acesso ao currículo, para os alunos com NEE: <ul><li>Criar condições físicas, ambientais e materiais para o aluno na sua unidade escolar de atendimento; </li></ul><ul><li>Favorecer a participação nas atividades escolares; </li></ul><ul><li>Propiciar o mobiliário específico necessário; </li></ul><ul><li>Adotar sistemas de comunicação alternativos; </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Obviamente, cabe aqui também os recursos pessoais do professor quanto ao seu preparo para trabalhar com os alunos. </li></ul><ul><li>Providenciar softwares educativos específicos; </li></ul><ul><li>Despertar a motivação, a atenção e o interesse do aluno; </li></ul><ul><li>Atuar para eliminar sentimentos. </li></ul>
  24. 24. Para que tudo se aplique, se faz necessário: <ul><li>Fundamentar-se na análise do contexto escolar e familiar; </li></ul><ul><li>Contar com o apoio de psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos, médicos, etc. </li></ul><ul><li>Dentre outros. </li></ul>
  25. 25. Alunos com NEE nem sempre conseguem atingir os objetivos propostos. Essa situação pode decorrer de dificuldades orgânicas associadas a déficits permanentes, comprometendo seu desenvolvimento.

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