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Biomas
 Conjunto de ecossistemas
terrestres com vegetação
típica, onde predomina
um certo tipo de clima.
 Cada Bioma apresenta um
clima característico no
que diz respeito a fatores
como a temperatura e a
quantidade de agua.
2
4
Ao longo da história, o uso da
natureza pelas sociedades humanas
alterou os biomas do planeta.
Vejamos a seguir, as principais
características dos Biomas
Terrestres e seus impactos
sócioambientais.
As principais características dos biomas e seus
principais usos e impactos ambientais antrópicos no
mundo, no Brasil e em Sergipe.
Tundra
 Situa-se nas regiões próximas ao pólo Ártico,
no norte do Canadá, da Europa e da Ásia.
9
No verão, apenas uma fina camada
superficial do solo descongela;
Vegetação de musgos e liquens...
11
Impactos Ambientais Antrópicos
 A Tundra possui uma camada congelada logo abaixo
do solo chamada Permafrost.
 Essa camada torna o solo impermeável, não permite o
desenvolvimento de árvores e retém a pouca umidade
no solo.
 A extração de petróleo no Ártico, assim como a
construção de edifícios e oleodutos, muitas vezes, pela
irradiação de calor, derretem a Permafrost, fazendo
com que edifícios afundem e oleodutos se rompam.
Taiga (Florestas de Coníferas / boreal)
 O bioma denominado taiga situa-se
principalmente no hemisfério norte onde o
clima é frio, com estação quente seja um pouco
mais longa e amena.
14
A taiga é conhecida também como floresta de
coníferas, pois é constituída basicamente por
árvores, como os pinheiros e abetos, além de
apresentar musgos e líquens. 15
Impactos Ambientais Antrópicos
 A exploração comercial da Taiga para fabricação de
papel, celulose e móveis.
 Na Europa resta aproximadamente 0,3% da cobertura
original deste bioma.
 Desde 1990 foram criadas políticas de reflorestamento
que estão permitindo uma nova expansão deste bioma
na Europa.
Floresta temperada
 É típico de certas regiões da Europa e da
América do Norte, onde o clima é temperado e
as quatro estações do ano são bem
delimitadas.
18
Na floresta temperada predominam árvores que
perdem as folhas no fim do Outono e as
readquirem na primavera.
caducifólias (do latim caducos, que cai).
19
A perda das folhas é
uma adaptação ao
inverno rigoroso, pois
permite reduzir a
atividade metabólica
da planta, necessária
para suportar as baixas
temperaturas.
20
Impactos Ambientais Antrópicos
 A Floresta temperada está praticamente extinta na
Europa, restam apenas algumas manchas em Unidades
de Conservação.
 A destruição deste bioma deu-se pela grande expansão
das atividades antrópicas em sua área de ocorrência,
como a agricultura mecanizada de grãos e o
crescimento de áreas urbano-industriais.
Vegetação Mediterrânea: o maquis e o
garrigues
Maquis
 Chaparral  arbustos, densa e fechada, difícil
penetração. Até 6 metros de altura.
Garrigues
 Vegetação mais aberta, com arbustos dispersos.
Desenvolve-se em solos calcáreos. Até 50cm de
altura.
Características e Impactos
 Vegetação sempre verde, árvores mais ou menos espaçadas,
com desenvolvimento de estrato arbustivo mais ou menos
denso.
 Impactos Ambientais Antrópicos: Exploração Florestal,
expansão da agricultura (oliveiras e videiras), ovinocultura e
caprinocultura.
 Fogo, pastoreio, agricultura e retirada de madeira levou à
destruição do bioma e extermínio de animais.
 O grande desmatamento levou à desertificação de algumas
áreas, especialmente, na Grécia e Espanha.
 Muitas espécies são utilizadas mundialmente como especiarias
para tempero culinário.
 Formações secundárias: maquis e garrigues
sobreiro
oliveira cedro
cipreste
Impactos ambientais em Biomas Brasileiros
Savana
 É encontrado na
África, na Ásia,
na Austrália e nas
Américas.
29
 O bioma do tipo savana caracteriza-se por
apresentar arbustos e árvores de pequeno
porte, além de gramíneas.
30
Cerrado: a savana brasileira
 Desmatamento e
queimadas
 Avanço da soja
 Avanço da pecuária
Pradaria
 Esse bioma é encontrado em regiões com
períodos marcados de seca, como certas áreas
da América do Norte e da América do Sul
33
 O bioma denominado pradaria, ou campo,
apresenta vegetação constituída por
gramíneas.
34
Os pampas gaúchos, são um tipo de
pradaria.
Pampas: as pradarias no Brasil
 Utilização para a pecuária (bovinos e caprinos)
 Plantação de eucalipto
Deserto
 O bioma denominado deserto localiza-se em
regiões de pouca umidade
37
 A sua vegetação é constituída por gramíneas e
por pequenos arbustos, ocupando apenas os
locais em que a pouca água existente pode se
acumular.
38
Impactos Ambientais Antrópicos
 Nos desertos da África é comum o pastoreio de cabras e
ovelhas. Entre o limite sul do Saara e as savanas surge o
Sahel, região semi-árida estépica, antigo reduto do
pastoreio nômade. Porém, a contínua expansão da
agricultura com uso de queimadas, desencadeou um
processo de desertificação antrópica.
 O Saara chegou a se expandir até 10km num único
ano.
A Caatinga Brasileira e em SE
 Desmatamento e desertificação
 Transposição do Rio São Francisco
 Vale do São Francisco (agricultura
e produção de energia)
Floresta Tropical
 O bioma denominado floresta tropical,
também chamado de floresta pluvial tropical,
localiza-se em regiões de clima quente e com
alto índice pluviométrico, ou seja, na faixa
equatorial da Terra.
42
 A vegetação da floresta tropical é exuberante e
com árvores de grande porte, cujas folhas não
caem;
 Essas plantas têm, em geral, folhas largas
denominadas latifoliadas (do latim latus,
largo, amplo, e folia, folha).
43
Impactos SocioAmbientais
 Na África restam só 8% das florestas tropicais.
 As principais causas da destruição da Floresta
equatorial são: agricultura, a exploração da
madeira, pastagens para a criação de bois.
 A destruição deste bioma deu-se pela grande
expansão das atividades humanas em sua área
de ocorrência, como a agricultura e o
crescimento das cidades áreas urbano-
industriais.
A Amazônia Brasileira
 Bacia do Rio Amazonas
 Desmatamento
 Avanço da pecuária extensiva
 Exploração da madeira e de minério
 Debate sobre a Usina Hidroelétrica de Belo Monte
 Bioma mais conservado do Brasil
A Mata Atlântica Brasileira e em SE
 Ocupação desde a
colonização / Centros
urbanos
 Cultivo de café e soja no
sudeste
 Cultivo de cana de açúcar
no nordeste e em SE.
 Atualmente, plantio de
eucalipto
 Turismo de sol e praia
 Especulação imobiliária
Considerações Finais
 Os biomas terrestres são sistemas de vida que possuem
processos e dinâmica geoambiental que nos permitem
identificar suas principais características e potencialidades
em diversos níveis de escala.
 A apropriação da natureza pelas sociedades humanas é um
processo histórico que alterou os biomas do planeta
promovendo diversos impactos ambientais antrópicos .
 Atualmente, observam-se notícias sobre as mudanças
climáticas no mundo, os debates do Código Florestal no
Brasil, a Usina de Belo Monte na Amazônia, a transposição
do Rio São Francisco na Caatinga, as influências
agropecuárias na maioria dos outros biomas, etc.
Considerações Finais
 Como podemos observar, as alterações e impactos nos
biomas variam em intensidade, freqüência e escala de
influência, mas em todos os casos, são promovidos por
formas de apropriação e uso do solo por parte da
sociedade.
 À medida que o sistema capitalista intensifica a
exploração dos recursos naturais, ele também promove a
devastação dos biomas terrestres.
 Sendo assim, políticas e medidas de proteção /
monitoramento dos biomas terrestres precisam ser
traçadas considerando cada contexto no sentido de
promover a conservação ambiental.
Avaliação
 Elaborar 5 perguntas com resposta, sobre os impactos
ambientais em biomas terrestres e trazer na próxima
aula. (Vale 0,4)
 Selecionarei as perguntas elaboradas e na outra
semana, faremos um jogo de perguntas e respostas,
dividindo a sala em duas equipes. (Vencedores ficam
com 0,6 e outros com 0,2)
 Esta pontuação faz parte do processo avaliativo do
bimestre e será somado à nota da prova.
Bibliografia
 CAVALCANTI, L. de S. Geografia, escola e construção de
conhecimentos. Campinas, SP: Papirus, 1998. (Coleção Magistério:
Formação e Trabalho Pedagógico).
 COELHO, M. de A. e TERRA, L. Geografia do Brasil: espaço natural,
territorial e socioeconômico – ensino médio - São Paulo: Moderna, 2002.
 CORRÊA, R.L. (org.) et all. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2008.
 MENDES, I. L. e TAMDJIAN, J. O. Geografia geral e do Brasil: estudos
para a compreensão do espaço – ensino médio -. São Paulo: FTD, 2004.
(coleção delta).
 MOREIRA, J.C e SENE, E. de. Geografia geral e do Brasil: espaço
geográfico e globalização – ensino médio -. Vol.1. São Paulo: Scipione,
2008.
 Vídeo: Impactos ambientais em Biomas Brasileiros.
 Link: http://www.youtube.com/watch?v=qUhotvuG98w
 Vídeo: Os Principais Impactos nos Biomas Brasileiros-
Geografia.wmv.
 Link: http://www.youtube.com/watch?v=tTxkGe5Z4Kw
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Os biomas terrestres e seus impactos socioambientais

  • 1.
  • 2. Biomas  Conjunto de ecossistemas terrestres com vegetação típica, onde predomina um certo tipo de clima.  Cada Bioma apresenta um clima característico no que diz respeito a fatores como a temperatura e a quantidade de agua. 2
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  • 4. 4
  • 5.
  • 6.
  • 7. Ao longo da história, o uso da natureza pelas sociedades humanas alterou os biomas do planeta. Vejamos a seguir, as principais características dos Biomas Terrestres e seus impactos sócioambientais.
  • 8. As principais características dos biomas e seus principais usos e impactos ambientais antrópicos no mundo, no Brasil e em Sergipe.
  • 9. Tundra  Situa-se nas regiões próximas ao pólo Ártico, no norte do Canadá, da Europa e da Ásia. 9
  • 10.
  • 11. No verão, apenas uma fina camada superficial do solo descongela; Vegetação de musgos e liquens... 11
  • 12.
  • 13. Impactos Ambientais Antrópicos  A Tundra possui uma camada congelada logo abaixo do solo chamada Permafrost.  Essa camada torna o solo impermeável, não permite o desenvolvimento de árvores e retém a pouca umidade no solo.  A extração de petróleo no Ártico, assim como a construção de edifícios e oleodutos, muitas vezes, pela irradiação de calor, derretem a Permafrost, fazendo com que edifícios afundem e oleodutos se rompam.
  • 14. Taiga (Florestas de Coníferas / boreal)  O bioma denominado taiga situa-se principalmente no hemisfério norte onde o clima é frio, com estação quente seja um pouco mais longa e amena. 14
  • 15. A taiga é conhecida também como floresta de coníferas, pois é constituída basicamente por árvores, como os pinheiros e abetos, além de apresentar musgos e líquens. 15
  • 16.
  • 17. Impactos Ambientais Antrópicos  A exploração comercial da Taiga para fabricação de papel, celulose e móveis.  Na Europa resta aproximadamente 0,3% da cobertura original deste bioma.  Desde 1990 foram criadas políticas de reflorestamento que estão permitindo uma nova expansão deste bioma na Europa.
  • 18. Floresta temperada  É típico de certas regiões da Europa e da América do Norte, onde o clima é temperado e as quatro estações do ano são bem delimitadas. 18
  • 19. Na floresta temperada predominam árvores que perdem as folhas no fim do Outono e as readquirem na primavera. caducifólias (do latim caducos, que cai). 19
  • 20. A perda das folhas é uma adaptação ao inverno rigoroso, pois permite reduzir a atividade metabólica da planta, necessária para suportar as baixas temperaturas. 20
  • 21.
  • 22. Impactos Ambientais Antrópicos  A Floresta temperada está praticamente extinta na Europa, restam apenas algumas manchas em Unidades de Conservação.  A destruição deste bioma deu-se pela grande expansão das atividades antrópicas em sua área de ocorrência, como a agricultura mecanizada de grãos e o crescimento de áreas urbano-industriais.
  • 23. Vegetação Mediterrânea: o maquis e o garrigues
  • 24. Maquis  Chaparral  arbustos, densa e fechada, difícil penetração. Até 6 metros de altura.
  • 25. Garrigues  Vegetação mais aberta, com arbustos dispersos. Desenvolve-se em solos calcáreos. Até 50cm de altura.
  • 26. Características e Impactos  Vegetação sempre verde, árvores mais ou menos espaçadas, com desenvolvimento de estrato arbustivo mais ou menos denso.  Impactos Ambientais Antrópicos: Exploração Florestal, expansão da agricultura (oliveiras e videiras), ovinocultura e caprinocultura.  Fogo, pastoreio, agricultura e retirada de madeira levou à destruição do bioma e extermínio de animais.  O grande desmatamento levou à desertificação de algumas áreas, especialmente, na Grécia e Espanha.  Muitas espécies são utilizadas mundialmente como especiarias para tempero culinário.  Formações secundárias: maquis e garrigues
  • 28. Impactos ambientais em Biomas Brasileiros
  • 29. Savana  É encontrado na África, na Ásia, na Austrália e nas Américas. 29
  • 30.  O bioma do tipo savana caracteriza-se por apresentar arbustos e árvores de pequeno porte, além de gramíneas. 30
  • 31.
  • 32. Cerrado: a savana brasileira  Desmatamento e queimadas  Avanço da soja  Avanço da pecuária
  • 33. Pradaria  Esse bioma é encontrado em regiões com períodos marcados de seca, como certas áreas da América do Norte e da América do Sul 33
  • 34.  O bioma denominado pradaria, ou campo, apresenta vegetação constituída por gramíneas. 34 Os pampas gaúchos, são um tipo de pradaria.
  • 35.
  • 36. Pampas: as pradarias no Brasil  Utilização para a pecuária (bovinos e caprinos)  Plantação de eucalipto
  • 37. Deserto  O bioma denominado deserto localiza-se em regiões de pouca umidade 37
  • 38.  A sua vegetação é constituída por gramíneas e por pequenos arbustos, ocupando apenas os locais em que a pouca água existente pode se acumular. 38
  • 39.
  • 40. Impactos Ambientais Antrópicos  Nos desertos da África é comum o pastoreio de cabras e ovelhas. Entre o limite sul do Saara e as savanas surge o Sahel, região semi-árida estépica, antigo reduto do pastoreio nômade. Porém, a contínua expansão da agricultura com uso de queimadas, desencadeou um processo de desertificação antrópica.  O Saara chegou a se expandir até 10km num único ano.
  • 41. A Caatinga Brasileira e em SE  Desmatamento e desertificação  Transposição do Rio São Francisco  Vale do São Francisco (agricultura e produção de energia)
  • 42. Floresta Tropical  O bioma denominado floresta tropical, também chamado de floresta pluvial tropical, localiza-se em regiões de clima quente e com alto índice pluviométrico, ou seja, na faixa equatorial da Terra. 42
  • 43.  A vegetação da floresta tropical é exuberante e com árvores de grande porte, cujas folhas não caem;  Essas plantas têm, em geral, folhas largas denominadas latifoliadas (do latim latus, largo, amplo, e folia, folha). 43
  • 44.
  • 45. Impactos SocioAmbientais  Na África restam só 8% das florestas tropicais.  As principais causas da destruição da Floresta equatorial são: agricultura, a exploração da madeira, pastagens para a criação de bois.  A destruição deste bioma deu-se pela grande expansão das atividades humanas em sua área de ocorrência, como a agricultura e o crescimento das cidades áreas urbano- industriais.
  • 46.
  • 47. A Amazônia Brasileira  Bacia do Rio Amazonas  Desmatamento  Avanço da pecuária extensiva  Exploração da madeira e de minério  Debate sobre a Usina Hidroelétrica de Belo Monte  Bioma mais conservado do Brasil
  • 48. A Mata Atlântica Brasileira e em SE  Ocupação desde a colonização / Centros urbanos  Cultivo de café e soja no sudeste  Cultivo de cana de açúcar no nordeste e em SE.  Atualmente, plantio de eucalipto  Turismo de sol e praia  Especulação imobiliária
  • 49. Considerações Finais  Os biomas terrestres são sistemas de vida que possuem processos e dinâmica geoambiental que nos permitem identificar suas principais características e potencialidades em diversos níveis de escala.  A apropriação da natureza pelas sociedades humanas é um processo histórico que alterou os biomas do planeta promovendo diversos impactos ambientais antrópicos .  Atualmente, observam-se notícias sobre as mudanças climáticas no mundo, os debates do Código Florestal no Brasil, a Usina de Belo Monte na Amazônia, a transposição do Rio São Francisco na Caatinga, as influências agropecuárias na maioria dos outros biomas, etc.
  • 50. Considerações Finais  Como podemos observar, as alterações e impactos nos biomas variam em intensidade, freqüência e escala de influência, mas em todos os casos, são promovidos por formas de apropriação e uso do solo por parte da sociedade.  À medida que o sistema capitalista intensifica a exploração dos recursos naturais, ele também promove a devastação dos biomas terrestres.  Sendo assim, políticas e medidas de proteção / monitoramento dos biomas terrestres precisam ser traçadas considerando cada contexto no sentido de promover a conservação ambiental.
  • 51. Avaliação  Elaborar 5 perguntas com resposta, sobre os impactos ambientais em biomas terrestres e trazer na próxima aula. (Vale 0,4)  Selecionarei as perguntas elaboradas e na outra semana, faremos um jogo de perguntas e respostas, dividindo a sala em duas equipes. (Vencedores ficam com 0,6 e outros com 0,2)  Esta pontuação faz parte do processo avaliativo do bimestre e será somado à nota da prova.
  • 52. Bibliografia  CAVALCANTI, L. de S. Geografia, escola e construção de conhecimentos. Campinas, SP: Papirus, 1998. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).  COELHO, M. de A. e TERRA, L. Geografia do Brasil: espaço natural, territorial e socioeconômico – ensino médio - São Paulo: Moderna, 2002.  CORRÊA, R.L. (org.) et all. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.  MENDES, I. L. e TAMDJIAN, J. O. Geografia geral e do Brasil: estudos para a compreensão do espaço – ensino médio -. São Paulo: FTD, 2004. (coleção delta).  MOREIRA, J.C e SENE, E. de. Geografia geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização – ensino médio -. Vol.1. São Paulo: Scipione, 2008.  Vídeo: Impactos ambientais em Biomas Brasileiros.  Link: http://www.youtube.com/watch?v=qUhotvuG98w  Vídeo: Os Principais Impactos nos Biomas Brasileiros- Geografia.wmv.  Link: http://www.youtube.com/watch?v=tTxkGe5Z4Kw

Notas do Editor

  1. O bioma, floresta tropical ocorre na faixa equatorial tanto no continente americano como na África, no sudeste asiático e na Oceânia.
  2. O bioma denominado tundra situa-se nas regiões próximas ao pólo Árctico, no norte do Canadá, da Europa e da Ásia. Nesses locais, a neve cobre o solo durante quase todo o ano, excepto nos três meses de verão, quan­do a temperatura chega, no máximo, a 10 °C. No verão, apenas uma fina camada superficial do solo desconge­la-se; poucos centímetros abaixo da superfície, o solo permanece congelado, impedindo a drenagem da água do degelo, o que leva à formação de vastos pântanos. Embora não falte água na tundra, as plantas não conseguem absorvê-la do solo porque a temperatura é muito baixa. Assim, mesmo estando em solo encharcado, os vegetais sofrem de falta de água, o que os biológicos denominam seca fisiológica. Na tundra situada mais ao norte, a vegetação é cons­tituída basicamente por musgos e líquenes; mais ao sul, onde a temperatura média é um pouco mais elevada, há também gramíneas e pequenos arbustos. (Fig.17.11) Com relação à fauna, os mamíferos mais típicos da tundra são a rena, o caribu e o boi almiscarado. Esses ani­mais são protegidos por uma pelagem densa e podem sobreviver comendo apenas líquenes, que procuram revol­vendo a neve com os cascos. As aves da tundra, em sua maioria aves aquáticas pernaltas, migram para regiões mais quentes durante os meses de inverno. Há também algu­mas espécies de insecto, que hibernam no inverno como forma de resistir às baixas temperaturas e entram em actividade logo que se inicia o degelo.
  3. Taiga (floresta de coníferas) O bioma denominado taiga situa-se principalmente no hemisfério norte, ao sul da tundra árctica, onde o clima é frio, com invernos quase tão rigorosos quanto os da tundra, embora a estação quente seja um pouco mais longa e ame­na. A taiga é conhecida também como floresta de coníferas, pois é constituída basicamente por árvores desse grupo de gimnospermas, como os pinheiros e abetos, além de apresentar musgos e líquenes. Em contraste com as árvores das florestas tropicais e temperadas, as coníferas pos­suem folhas estreitas e afiladas — folhas aciculadas — adaptadas para resistir às baixas temperaturas. (Fig. 17.12) A fauna da taiga é composta por mamíferos típi­cos, como alces, ursos, lobos, raposas, visons, martas e esquilos. Como na tundra, a maioria das aves da taiga migra para o sul no inverno.
  4. l O bioma denominado floresta temperada decídua é típico de certas regiões da Europa e da América do Norte, onde o clima é temperado e as quatro estações do ano são bem delimitadas. Na floresta temperada pre­dominam árvores que perdem as folhas no fim do Outo­no e as readquirem na primavera — daí serem chama­das plantas decíduas (do latim deciduus, que cai) ou caducifólias (do latim caducos, que cai). A perda das folhas é uma adaptação ao inverno rigoroso, pois permi­te reduzir a actividade metabólica da planta, necessária para suportar as baixas temperaturas. Na Europa, as árvores mais características da flo­resta temperada são os carvalhos e as faias. Na América do Norte, predominam os bordos e também algumas espécies de carvalhos e faias. Além dessas árvores, tan­to na Europa quanto na América do Norte estão presen­tes arbustos, plantas herbáceas e musgos. (Fig. 17.13) I
  5. Savana O bioma do tipo savana caracteriza-se por apre­sentar arbustos e árvores de pequeno porte, além de gramíneas. É encontrado na África, na Ásia, na Austrália e nas Américas. Na savana africana, a fauna compõe-se de variados herbívoros de grande porte (antílopes, ze­bras, girafas, elefantes e rinocerontes) e de grandes car­nívoros (leões, leopardos e guepardos). Há diversas es­pécies de pássaros, de gaviões e de aves corredoras, entre elas o avestruz. No Brasil, um tipo de savana é o cerrado, que será estudado mais adiante. (Fig. 17.15)
  6. Pradaria O bioma denominado pradaria, ou campo, apre­senta vegetação constituída predominantemente por gramíneas. Esse bioma é encontrado em regiões com períodos marcados de seca, como certas áreas da Amé­rica do Norte e da América do Sul. Os pampas gaúchos, que serão vistos adiante, são um tipo de pradaria. A fauna da pradaria é constituída por roedores (pe­quenos mamíferos como hamsters e marmotas) e carní­voros (lobos, coiotes e raposas). Também são abundan­tes os insectos. (Fig. 17.16)
  7. O bioma denominado deserto localiza-se em re­giões de pouca humidade. Sua vegetação, constituída por gramíneas e por pequenos arbustos, é rala e espaçada, ocupando apenas os locais em que a pouca água existen­te pode se acumular (fendas do solo ou debaixo das ro­chas). As maiores regiões desérticas do globo situam-se na África (deserto do Saara) e na Ásia (deserto de Gobi). á Figura 17.17 « A foto maior, à direita, mostra um bioma de deserto, cujos habitantes desenvolveram adaptações contra a falta de água. Cactos, como os da foto, têm folhas transformadas em espinhos, uma adaptação contra a perda de água por transpiração. Na foto inferior, um rato-canguru que pode passar a vida toda sem beber água, obtendo-a dos alimentos e de reacções químicas intracelulares como a degradação de gorduras. Além de não possuir glândulas sudoríparas, esses animais só saem da toca à noite, e sua urina é tão concentrada que apresenta consistência pastosa, semi-sólida. A fauna predominante no deserto é composta por animais roedores (ratos-cangurus e marmotas), por rép­teis (serpentes e lagartos) e por insectos. Animais e plan­tas do deserto têm marcantes adaptações à falta de água. Os cactos, por exemplo, têm espinhos em vez de folhas, o que reduz a área da planta que perderia água por transpiração. Muitos animais saem das tocas somente à noite, e outros podem passar a vida inteira sem beber água, extraindo-a do alimento que ingerem. (Fig. 17.17)
  8. l Floresta tropical O bioma denominado floresta tropical, também chamado de floresta pluvial tropical, localiza-se em re­giões de clima quente e com alto índice pluviométrico, ou seja, na faixa equatorial da Terra. Há florestas tropi­cais no norte da América do Sul (Bacia Amazónica), na América Central, na África, na Austrália e na Ásia. A vegetação da floresta tropical é exuberante e com árvores de grande porte, cujas folhas não caem; por isso, as plantas da floresta pluvial tropical são denominadas pere-nifólias (do latim perennis, perpétuo, duradouro). Essas plan­tas têm, em geral, folhas largas e delicadas, denominadas latifoliadas (do latim latus, largo, amplo, e folia, folha). As copas das árvores mais altas formam um "teto" de vegetação, sob o qual existe um "andar" interno, for­mado pelas copas de árvores mais baixas. Pode haver andares gradativamente menores, até chegar aos arbus­tos e às plantas rasteiras. A estratificação resultante dos vários andares de vegetação origina diversos microclimas, com diferentes graus de luminosidade e humidade. Sobre os troncos das árvores, disputando condições melhores de luminosidade, há muitas plantas epífitas, como bromélias e samambaias. Nas florestas tropicais, a reciclagem da matéria or­gânica é muita rápida; folhas que caem e plantas e ani­mais que morrem são rapidamente decompostos, e seus elementos químicos, reciclados. Forma-se no solo uma camada fértil, de cor escura — o húmus —, que resulta da decomposição da matéria orgânica. A derrubada da floresta empobrece rapidamente o solo de nutrientes; sem a cobertura vegetal e a constante reciclagem de ele­mentos químicos, os nutrientes minerais do solo são carreados pelas chuvas, em um processo denominado lixiviação. Na floresta pluvial tropical há grande quantidade de nichos ecológicos, o que permite a existência de fauna rica e variada. Há muitos vertebrados nas árvores, como mamíferos (macacos e esquilos), répteis (serpentes e lagartos) e anfíbios (sapos e pererecas). No solo tam­bém vivem anfíbios, répteis, mamíferos herbívoros (veados, antas etc.) e mamíferos carnívoros (onças, ga-tos-do-mato etc.); há também muitos invertebrados, principalmente insectos (mosquitos, besouros, formigas etc.). (Fig. 17.14, na página seguinte).