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Peneiradoras de trigo, de Gustave Coubert, 1819-1877.
Revolução Industrial, fortalecimento da burguesia como classe
dominante.
As ideias avançadas do cientificismo
e do materialismo europeu
contaminam a elite brasileira.
Opõem-se ao idealismo e ao
espiritualismo romântico, pois nada
que não pudesse ser visto, medido e
examinado deveria merecer atenção.
• Surge a civilização industrial, massas trabalhadoras e os sindicatos.
• Movimento que luta por uma retratação do mundo mais objetiva, menos
fantasiosa, com uma visão e interpretação racional.
• A investigação da sociedade e dos caracteres individuais é feita “de dentro para
fora”, isto é, por meio de uma análise psicológica capaz de abranger toda sua
complexidade, utilizando entre outros recursos a ironia, que sugere e aponta, em
vez de afirmar.
• Ataca os fundamentos ideológicos da sociedade burguesa e suas instituições: o
casamento, o clero, a escravidão do homem ao trabalho como meio de “vencer na
vida”, os ricos e pobres – os marginais – as prostitutas – os operários.
O Realismo na escultura
• Na escultura, o grande representante realista foi o
Auguste Rodin.
• não se preocupou com a idealização da realidade.
• Ao contrário, procurou recriar os seres tais como
eles são;
• preferiam os temas contemporâneos, assumindo
muitas vezes uma intenção política em suas obras.
• Sua característica principal é a fixação do
momento significativo de um gesto humano.
O beijo - Auguste Rodin
O pensador - Auguste Rodin
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O Realismo na arquitetura
• Os arquitetos e engenheiros procuram responder
adequadamente às novas necessidades urbanas,
criadas pela industrialização. As cidades não exigem
mais ricos palácios e templos. Elas precisam de
fábricas, estações ferroviárias, armazéns, lojas,
bibliotecas, escolas, hospitais e moradias, tanto para
os operários quanto para a nova burguesia.
• Em 1889, Gustave Eiffel levanta, em Paris, a Torre
Eiffel, hoje logotipo da "Cidade Luz".
Torre Eiffel – Gustave Eiffel
Pintura Realista
• Representa a realidade com a mesma
objetividade com que um cientista estuda
um fenômeno da natureza;
• A beleza está na realidade tal qual ela é;
• Os temas utilizados na pintura realista
partem de uma idéia imediata;
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Materialismo – (realidade Material);
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desenvolvidos. Não em Portugal que era arcaico (até feudal). Mas os
burgueses progressistas importaram da França as teorias positivistas do
século XIX.
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A literatura, nutrida dessas novas concepções, abandona o
Romantismo e renova os conceitos sobre poesia, romance, crítica
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O pagamento dos ceifeiros, de Léon Lhermitte, 1882.
QUESTÃO COIMBRÃ
Em Portugal, o Realismo começa com
a polêmica entre seus partidários e
seguidores do Romantismo - a
chamada Questão Coimbrã. A
discussão envolve António Feliciano
de Castilho - que escreve posfácio
para o livro Poema da Mocidade, de
Pinheiro Chagas - e Antero de Quental
- que critica Castilho e defende o
ideário realista no opúsculo Bom
senso e bom gosto.
Poesia
Antero de Quental: adotando uma postura oposta ao lirismo ultra-
romântico, defende a missão social da poesia e apresenta em sua
obra uma busca filosófica da verdade através da própria
experiência. [Maior sonetista do Séc. XIX]
Cesário Verde: também se afasta do lirismo tradicional português,
sobretudo pelo tratamento que dá a temas como cidade, amor e
mulher. Buscando espontaneidade, usa estilo que valoriza a
linguagem concreta e o tom coloquial. "Poeta dos sentidos, do
cotidiano", constrói imagens com muitas cores, formas e sons.
José Maria Eça de Queirós nasceu em 1845 em
Póvoa do Varzim e morreu em 1900 em Paris.
Eça de Queirós é o maior romancista e prosador da literatura
portuguesa na segunda metade do século XIX.
Realismo tem início
efetivo no país em 1875,
quando Eça de Queirós
lançou O Crime do Padre
Amaro, primeira obra com
características realistas.
Academia Brasileira de Letras – permite que o escritor passe a ser
socialmente conhecido, gerando o academicismo, o qual ajustava-se
aos ideais da classe dominante.
No Brasil, o Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo são
simultâneos e não sucessivos.
Morro do Livramento
Rio de Janeiro, 1839.
• A literatura passa a ser aceita pelos setores instruídos das classes
dominantes e das camadas médias.
• A figura mais expressiva da
corrente realista foi Machado de
Assis, pela excelência da obra
que determinou um salto
qualitativo que marcou a
maturação das nossas letras.
Foi um indivíduo excepcional: mulato, de origem humilde, conseguiu
estudar e trabalhar como tipógrafo na Imprensa Nacional. Escreveu desde
muito jovem para diversos jornais e revistas do Rio de Janeiro.
Graças à originalidade de seus textos e à fina percepção sobre o ser humano,
Machado de Assis tornou-se um dos escritores mais admirados de seu tempo.
Joaquim Maria Machado de Assis, nasceu
no Morro do Livramento no Rio de Janeiro.
O Realismo inaugura-se em 1881, Com Memórias Póstumas de Brás Cubas
de MACHADO DE ASSIS. O Naturalismo aparece também em 1881, com O
Mulato de Aluísio de Azevedo e o Parnasianismo, em 1882 com o livro de
poemas Fanfarras, de Teófilo Dias.
Cena da obra
Memórias Póstumas
de Brás Cubas
Machado de Assis é o grande representante do Realismo no Brasil e
considerado o “O analista da alma humana”.
Na poesia – discreta, sem arrebatamentos, reflexiva e densa, mas quase
carente de emoções e vibração.
No romance – “não quis fazer romance de costumes” os romances são de
observação psicológica e o interesse como móvel principal das ações
humanas.
Em “Dom Casmurro”
Machado de Assis criou a
personagem olhos de ressaca:
CAPITU.
• Ruptura com a narrativa linear: não segue um fio
lógico ou cronológico e sim um ordenamento interior.
• Organização metalingüística do discurso narrativo:
Machado assume a posição de quem escreve e ao
mesmo tempo se vê escrevendo. O narrador comenta
com o leitor a própria escritura do romance.
• O universalismo: seu interesse jamais recaiu sobre a
cor local e buscou o universal, a essência e aparência
humana na sociedade de seu tempo.
A ironia, humor ácido e o pessimismo: são marcas de Machado de
Assis que revelam sempre uma visão desencantada da vida e do
homem.
O psicologismo: os acontecimentos exteriores são considerados
somente à medida que revelam o interior.
As influências: de uma formação clássica e
seguiu a ironia de Voltaire e o humor dos
ingleses.
Os grandes arquétipos: (modelo de ser vivo,
padrão exemplar) aparecem com relativa
freqüência nas obras machadianas.
Cena da obra Memórias Póstumas de Brás Cubas
REALISMO É O SHOW!
Chegou um novo tempo,
momento especial
Já é segunda fase
revolução industrial
A fantasia se desfez
Da ciência agora é vez
E não é tão perfeito
o tal mundo burguês
Realismo é o show
Realismo é o show!
Visão objetiva
Nada sentimental
O herói tem problema
É um cara normal
Da realidade agora a vez,
com descrição na escrita fez,
o romance de tese
para vocês
Porque:
Realismo é o show
Realismo é o show!
Machado de Assis
Será o grande escritor
Com a fina ironia,
O pessimismo e o humor
Já em memórias de Brás
Conversa com o leitor
Traz a metalinguagem
"Autor defunto", "defunto autor"
Realismo é o show
Realismo é o show!
Um Realismo mais extremo (exacerbado).
Buscou analisar o comportamento humano ressaltando os aspectos
instintivos e biológicos.
Fez do romance um laboratório da vida e
do homem um caso animalesco.
Preferiu temas degradantes da condição
humana com taras, vícios, sedução,
homossexualismo.
Aproximou o homem ao animal – zoomorfismo.
Determinismo = raça, meio e momento.
A investigação da sociedade e dos caracteres individuais ocorre “de
fora para dentro.”
Na teoria de O romance experimental
de Émile Zola, o escritor sintetiza os
fundamentos do Naturalismo, ao propor a
substituição do “estudo do homem
abstrato e metafísico pelo do homem
natural, sujeito a leis físico-químicas e
determinado pela influência do meio”.
Jornalista e desenhista caricaturista escreveu romances, contos,
operetas e revistas teatrais.
O MULATO (1881) – obra de início do Naturalismo.
Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo nasceu
dia 14 de abril de 1857, em São Luís do
Maranhão.
Tem linguagem coloquial simples e direta. O romance “ O Mulato“ é
considerado o marco inicial do Naturalismo que trata do preconceito
racial e crítica à igreja.
No romance social tem o poder de dar vida aos agrupamentos
humanos.
Os protagonistas são vistos “de fora” e o drama é apenas um fatalismo
(sorte inevitável). Nada psicológico.
Obra marcante no Naturalismo.
João Romão – português ambicioso.
Bertoleza – escrava fugida, dona de uma quitanda e umas
economias.
Amasiam-se e a escrava agora, trabalha como uma louca
para João.
Primeiro, três casas e depois... o cortiço
cresce como larvas.
Senhor Miranda – Classe elevada mora
vizinho do cortiço num sobrado e ainda é
pai da bela Zulmira.
No cortiço Carapicus (flores espinhosas)
tem-se tipos como:
Machona – desencaminhada pelas
companhias.
Rita Baiana – mulata faceira, amigada
com Firmo (malandro, valentão).
Jerônimo e sua mulher – portugueses
recém chegados.
Raul d’Ávila Pompéia nasceu a 12 de abril
de 1863, em Jacuacanga, Angra dos Reis,
Rio de Janeiro.
Estudou direito, militou nos movimentos abolicionistas, colaborou na
Gazeta de Notícias, envolveu-se em diversas polêmicas (até num duelo
com Olavo Bilac) e suicidou-se numa noite de Natal aos 32 anos.
Elaborado a partir das recomendações do autor.
Estilo realista ao apresentar problemas como homossexualismo, teorias
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Traz como subtítulo:“Crônicas de Saudades”.
Riqueza de vocabulário, impressionismo isto é, não retrata a realidade
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Desenhos sobre o Ateneu pelo próprio autor.
Resumo da Obra: Sérgio é recebido por Aristarco, diretor do colégio,
retratado por vários aspectos negativos; casado com D. Ema, mulher que
Sérgio se apaixonou platonicamente.
É relatado o excesso de autoridade, as travessuras e os sofrimentos
findando-se com o incêndio do colégio provocado pelo revoltado
Américo.
Naturalismo Azul
O natural era o que queria
Que experiência boa
Teorias ele entoa
Gostava mesmo da biologia
Porque a ciência realista ainda era pouca
Materialismo então, e sentimento não
É hora de mostrar o que se escondia
Tem adultério, crime, miséria que atordoa
E outros problemas do dia a dia
Mostrar o lado ruim das pessoas
A ordem é animalizar
Com onisciência vão mostrar pra todos nós
Questão social que se deve analisar
E é preciso bem lembrar
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Realismo narturalismo 2016

  • 1. Peneiradoras de trigo, de Gustave Coubert, 1819-1877. Revolução Industrial, fortalecimento da burguesia como classe dominante. As ideias avançadas do cientificismo e do materialismo europeu contaminam a elite brasileira. Opõem-se ao idealismo e ao espiritualismo romântico, pois nada que não pudesse ser visto, medido e examinado deveria merecer atenção.
  • 2. • Surge a civilização industrial, massas trabalhadoras e os sindicatos. • Movimento que luta por uma retratação do mundo mais objetiva, menos fantasiosa, com uma visão e interpretação racional.
  • 3. • A investigação da sociedade e dos caracteres individuais é feita “de dentro para fora”, isto é, por meio de uma análise psicológica capaz de abranger toda sua complexidade, utilizando entre outros recursos a ironia, que sugere e aponta, em vez de afirmar. • Ataca os fundamentos ideológicos da sociedade burguesa e suas instituições: o casamento, o clero, a escravidão do homem ao trabalho como meio de “vencer na vida”, os ricos e pobres – os marginais – as prostitutas – os operários.
  • 4. O Realismo na escultura • Na escultura, o grande representante realista foi o Auguste Rodin. • não se preocupou com a idealização da realidade. • Ao contrário, procurou recriar os seres tais como eles são; • preferiam os temas contemporâneos, assumindo muitas vezes uma intenção política em suas obras. • Sua característica principal é a fixação do momento significativo de um gesto humano.
  • 5. O beijo - Auguste Rodin
  • 6. O pensador - Auguste Rodin
  • 7. Os Burgueses de Calais - Honoré de Balzac
  • 8. O Realismo na arquitetura • Os arquitetos e engenheiros procuram responder adequadamente às novas necessidades urbanas, criadas pela industrialização. As cidades não exigem mais ricos palácios e templos. Elas precisam de fábricas, estações ferroviárias, armazéns, lojas, bibliotecas, escolas, hospitais e moradias, tanto para os operários quanto para a nova burguesia. • Em 1889, Gustave Eiffel levanta, em Paris, a Torre Eiffel, hoje logotipo da "Cidade Luz".
  • 9. Torre Eiffel – Gustave Eiffel
  • 10. Pintura Realista • Representa a realidade com a mesma objetividade com que um cientista estuda um fenômeno da natureza; • A beleza está na realidade tal qual ela é; • Os temas utilizados na pintura realista partem de uma idéia imediata; • Os artistas se tornam politizados; • Surge a pintura social;
  • 11. O tocador de Pífaro - Manet
  • 13. Almoço na Relva - Manet
  • 14. Mulheres peneirando trigo - Gustave Courbet
  • 15. As respigadeiras – Gustave Coubert
  • 16. Auto-retrato com cão – Gustave Coubert
  • 17. Honoré Daumier - Dom Quixote
  • 18. O Positivismo (o primado da ciência); Evolucionismo (leis biológicas); Determinismo (instinto, raça, hereditariedade); Impassibilidade – contenção emocional – (busca-se uma explicação lógica e científica para o comportamento); Personagens esféricas – (opõe-se às personagens românticas, pois são imprevisíveis, dinâmicas e têm profundidade psicológica); Materialismo – (realidade Material);
  • 19. Objetivismo – (verdade exata); Predomínio das Sensações – (realista, sensorial e sexual); Temas contemporâneos – (crítica social, burguesia, contra o clero, contra o capitalismo selvagem); Narrativa lenta – (pormenores na ação); Preocupação formal – correção gramatical; predomínio de denotação.
  • 20. O Romantismo não mais representa os anseios da sociedade do século XIX, a qual amadurecia, trazendo novos hábitos de vida. Solicitações materiais ou ideológicas da Revolução Industrial, nos países desenvolvidos. Não em Portugal que era arcaico (até feudal). Mas os burgueses progressistas importaram da França as teorias positivistas do século XIX. O barco desaparecido (1890), de José Júlio Sousa Pinto.
  • 21. A literatura, nutrida dessas novas concepções, abandona o Romantismo e renova os conceitos sobre poesia, romance, crítica e filosofia. O pagamento dos ceifeiros, de Léon Lhermitte, 1882.
  • 22. QUESTÃO COIMBRÃ Em Portugal, o Realismo começa com a polêmica entre seus partidários e seguidores do Romantismo - a chamada Questão Coimbrã. A discussão envolve António Feliciano de Castilho - que escreve posfácio para o livro Poema da Mocidade, de Pinheiro Chagas - e Antero de Quental - que critica Castilho e defende o ideário realista no opúsculo Bom senso e bom gosto.
  • 23. Poesia Antero de Quental: adotando uma postura oposta ao lirismo ultra- romântico, defende a missão social da poesia e apresenta em sua obra uma busca filosófica da verdade através da própria experiência. [Maior sonetista do Séc. XIX] Cesário Verde: também se afasta do lirismo tradicional português, sobretudo pelo tratamento que dá a temas como cidade, amor e mulher. Buscando espontaneidade, usa estilo que valoriza a linguagem concreta e o tom coloquial. "Poeta dos sentidos, do cotidiano", constrói imagens com muitas cores, formas e sons.
  • 24. José Maria Eça de Queirós nasceu em 1845 em Póvoa do Varzim e morreu em 1900 em Paris. Eça de Queirós é o maior romancista e prosador da literatura portuguesa na segunda metade do século XIX.
  • 25. Realismo tem início efetivo no país em 1875, quando Eça de Queirós lançou O Crime do Padre Amaro, primeira obra com características realistas.
  • 26. Academia Brasileira de Letras – permite que o escritor passe a ser socialmente conhecido, gerando o academicismo, o qual ajustava-se aos ideais da classe dominante. No Brasil, o Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo são simultâneos e não sucessivos. Morro do Livramento Rio de Janeiro, 1839.
  • 27. • A literatura passa a ser aceita pelos setores instruídos das classes dominantes e das camadas médias. • A figura mais expressiva da corrente realista foi Machado de Assis, pela excelência da obra que determinou um salto qualitativo que marcou a maturação das nossas letras.
  • 28. Foi um indivíduo excepcional: mulato, de origem humilde, conseguiu estudar e trabalhar como tipógrafo na Imprensa Nacional. Escreveu desde muito jovem para diversos jornais e revistas do Rio de Janeiro. Graças à originalidade de seus textos e à fina percepção sobre o ser humano, Machado de Assis tornou-se um dos escritores mais admirados de seu tempo. Joaquim Maria Machado de Assis, nasceu no Morro do Livramento no Rio de Janeiro.
  • 29. O Realismo inaugura-se em 1881, Com Memórias Póstumas de Brás Cubas de MACHADO DE ASSIS. O Naturalismo aparece também em 1881, com O Mulato de Aluísio de Azevedo e o Parnasianismo, em 1882 com o livro de poemas Fanfarras, de Teófilo Dias. Cena da obra Memórias Póstumas de Brás Cubas
  • 30. Machado de Assis é o grande representante do Realismo no Brasil e considerado o “O analista da alma humana”. Na poesia – discreta, sem arrebatamentos, reflexiva e densa, mas quase carente de emoções e vibração. No romance – “não quis fazer romance de costumes” os romances são de observação psicológica e o interesse como móvel principal das ações humanas.
  • 31. Em “Dom Casmurro” Machado de Assis criou a personagem olhos de ressaca: CAPITU.
  • 32. • Ruptura com a narrativa linear: não segue um fio lógico ou cronológico e sim um ordenamento interior. • Organização metalingüística do discurso narrativo: Machado assume a posição de quem escreve e ao mesmo tempo se vê escrevendo. O narrador comenta com o leitor a própria escritura do romance. • O universalismo: seu interesse jamais recaiu sobre a cor local e buscou o universal, a essência e aparência humana na sociedade de seu tempo.
  • 33. A ironia, humor ácido e o pessimismo: são marcas de Machado de Assis que revelam sempre uma visão desencantada da vida e do homem. O psicologismo: os acontecimentos exteriores são considerados somente à medida que revelam o interior. As influências: de uma formação clássica e seguiu a ironia de Voltaire e o humor dos ingleses. Os grandes arquétipos: (modelo de ser vivo, padrão exemplar) aparecem com relativa freqüência nas obras machadianas. Cena da obra Memórias Póstumas de Brás Cubas
  • 34. REALISMO É O SHOW! Chegou um novo tempo, momento especial Já é segunda fase revolução industrial A fantasia se desfez Da ciência agora é vez E não é tão perfeito o tal mundo burguês Realismo é o show Realismo é o show!
  • 35. Visão objetiva Nada sentimental O herói tem problema É um cara normal Da realidade agora a vez, com descrição na escrita fez, o romance de tese para vocês Porque: Realismo é o show Realismo é o show!
  • 36. Machado de Assis Será o grande escritor Com a fina ironia, O pessimismo e o humor Já em memórias de Brás Conversa com o leitor Traz a metalinguagem "Autor defunto", "defunto autor" Realismo é o show Realismo é o show!
  • 37. Um Realismo mais extremo (exacerbado). Buscou analisar o comportamento humano ressaltando os aspectos instintivos e biológicos.
  • 38. Fez do romance um laboratório da vida e do homem um caso animalesco. Preferiu temas degradantes da condição humana com taras, vícios, sedução, homossexualismo.
  • 39. Aproximou o homem ao animal – zoomorfismo. Determinismo = raça, meio e momento. A investigação da sociedade e dos caracteres individuais ocorre “de fora para dentro.” Na teoria de O romance experimental de Émile Zola, o escritor sintetiza os fundamentos do Naturalismo, ao propor a substituição do “estudo do homem abstrato e metafísico pelo do homem natural, sujeito a leis físico-químicas e determinado pela influência do meio”.
  • 40. Jornalista e desenhista caricaturista escreveu romances, contos, operetas e revistas teatrais. O MULATO (1881) – obra de início do Naturalismo. Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo nasceu dia 14 de abril de 1857, em São Luís do Maranhão.
  • 41. Tem linguagem coloquial simples e direta. O romance “ O Mulato“ é considerado o marco inicial do Naturalismo que trata do preconceito racial e crítica à igreja.
  • 42. No romance social tem o poder de dar vida aos agrupamentos humanos. Os protagonistas são vistos “de fora” e o drama é apenas um fatalismo (sorte inevitável). Nada psicológico. Obra marcante no Naturalismo.
  • 43. João Romão – português ambicioso. Bertoleza – escrava fugida, dona de uma quitanda e umas economias. Amasiam-se e a escrava agora, trabalha como uma louca para João. Primeiro, três casas e depois... o cortiço cresce como larvas. Senhor Miranda – Classe elevada mora vizinho do cortiço num sobrado e ainda é pai da bela Zulmira.
  • 44. No cortiço Carapicus (flores espinhosas) tem-se tipos como: Machona – desencaminhada pelas companhias. Rita Baiana – mulata faceira, amigada com Firmo (malandro, valentão). Jerônimo e sua mulher – portugueses recém chegados.
  • 45. Raul d’Ávila Pompéia nasceu a 12 de abril de 1863, em Jacuacanga, Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Estudou direito, militou nos movimentos abolicionistas, colaborou na Gazeta de Notícias, envolveu-se em diversas polêmicas (até num duelo com Olavo Bilac) e suicidou-se numa noite de Natal aos 32 anos.
  • 46. Elaborado a partir das recomendações do autor. Estilo realista ao apresentar problemas como homossexualismo, teorias científicas, dependência e outros. Traz como subtítulo:“Crônicas de Saudades”. Riqueza de vocabulário, impressionismo isto é, não retrata a realidade diretamente, mas sim, a impressão que essa produz no seu espírito. Desenhos sobre o Ateneu pelo próprio autor.
  • 47. Resumo da Obra: Sérgio é recebido por Aristarco, diretor do colégio, retratado por vários aspectos negativos; casado com D. Ema, mulher que Sérgio se apaixonou platonicamente. É relatado o excesso de autoridade, as travessuras e os sofrimentos findando-se com o incêndio do colégio provocado pelo revoltado Américo.
  • 48. Naturalismo Azul O natural era o que queria Que experiência boa Teorias ele entoa Gostava mesmo da biologia Porque a ciência realista ainda era pouca Materialismo então, e sentimento não É hora de mostrar o que se escondia Tem adultério, crime, miséria que atordoa E outros problemas do dia a dia Mostrar o lado ruim das pessoas
  • 49. A ordem é animalizar Com onisciência vão mostrar pra todos nós Questão social que se deve analisar E é preciso bem lembrar Com linguagem simples escreviam a história e termos científicos pra elaborar Escrever, e mostrar A miséria de todo dia Vamos reler, se chocar Mostrar de fato a patologia O natural era o que queria...