A relação
ARTE/ARQUITETURA/COMUNICAÇÃO



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OS TEMPOS DA ARTE - PEQUENO HISTÓRICO

Período Histórico                 Duração                     Expressividade e cara...
Catedral de Pisa (1063-1272)




                       Afresco Cristo em Majestade
                       – Igreja San Cl...
Vista interna da cabeceira da
Saint-Chapelle (1243-1246)
Virgem de Tongres, Basílica de Notre-Dame
na Bélgica. A imagem corresponde na sua
forma e policromia às criações tradicion...
Êxtase de Santa Teresa
(1645-1652)-Bernini
Capela Cornaro
Glória a Santo Inácio
(1691-1694) Afresco de
Andrea Pozzo
A obra de arte é uma realidade que sociedade
produz para satisfazer um desejo real e não
para saciar aspirações ociosas. U...
A arte brasileira passou por momentos muito diferentes
deste o início dos tempos, ainda hoje existe dentro do
movimento ar...
Repertório:
Numa simplificação conceitual, repertório ou subcódigo é o arquivo dinâmico
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“A verdadeira arquitetura é poesia; um edifício é o maior dos
poemas quando ele alivia as pressões do cotidiano, dando
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Apresentação feita ao Curso de Jornalismo IES-Funcec-MG. Os conceitos estéticos e as expressões artísticas através dos tempos...
Conceitos de estética e formas de construir a arte ao longo do tempo.

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  1. 1. A relação ARTE/ARQUITETURA/COMUNICAÇÃO FUNCEC - IES – Jornalismo José Antonio Simas – Arquiteto-Arte-Educador
  2. 2. OS TEMPOS DA ARTE - PEQUENO HISTÓRICO Período Histórico Duração Expressividade e característica Pré-história 35.000 a 3.500 a.C. Naturalismo, Construções megalíticas, Invenção dos objetos Arte Egípcia 3.500 a 2.000 a.C. Conservação das tradições, Monumentalidade, Faustosidade Arte Mesopotâmica 2.850 a 31 a.C. Decorativismo, Naturalismo, Senso Narrativo, Monumentalidade Arte Cretense 3.500 a 539 a.C. Elegância, Liberdade, Naturalismo, Dinamismo Arte Grega 2.500 a 1400 a.C. Harmonia, Religiosidade, Racionalidade, Proporcionalidade Arte Romana 1.000 a 30 a.C. Realismo, Senso Narrativo, Monumentalidade Arte Paleo-cristã 200 a.C. a 313d.C. Realismo, Síntese Expressiva, Estilização Arte Bizantina I ao IV séculos Decorativismo, Misticismo, Ocupação rítmica do espaço Arte pré-românica IV ao VII séculos Decorativismo, Simbolismo, Vivacidade popularesca Românico VII ao X séculos Horizontalidade, Severidade, Monumentalidade Gótico XI ao XIII séculos Verticalidade, Misticismo decorativo, Senso de Movimento linear Humanismo e Renascimento XIV ao XV séculos Equilíbrio racional, Naturalismo, Harmonia, Perspectiva Renascimento Maduro XV século Monumentalidade, Classicismo, naturalismo, Harmonia, Expressividade dinâmica Maneirismo XVI século Inquietude, Dinamismo, Abandono do classicismo, Elegância Formal Barroco XVII século Decorativismo, Dramaticidade, Grandiosidade, Movimento “chiaro-scuro” Rococó XVIII século Elegância, Fantasia decorativa, Virtuosismo técnico, gosto refinado Neoclassicismo XVIII e início XIX Imitação da arte clássica, Elegância Formal, Interesse pelo urbanismo séculos Romantismo 1ª metade século XIX Sentimento, Religiosidade, Exaltação à individualidade, Historicismo. Arte Moderna e Contemporânea 2ª metade séc XIX e séc, Inovação das técnicas, Expressividade, Multiplicidade de correntes XX artísticas, Liberdade de pensamento e ação
  3. 3. Catedral de Pisa (1063-1272) Afresco Cristo em Majestade – Igreja San Clemente de Tahull - Espanha (1123) Claustro Mosteiro Saint-Pierre (1100)
  4. 4. Vista interna da cabeceira da Saint-Chapelle (1243-1246)
  5. 5. Virgem de Tongres, Basílica de Notre-Dame na Bélgica. A imagem corresponde na sua forma e policromia às criações tradicionais do último quarto do XV século. Com vestimentas douradas e recobertas de brocados, as carnações lisas e brilhantes como porcelana. Em princípio esta peça foi tida como uma das Virgens negras, comuns na Espanha, mas pesquisas mais profundas demonstraram que a escuridade era nada mais que sujeira e fuligem.
  6. 6. Êxtase de Santa Teresa (1645-1652)-Bernini Capela Cornaro Glória a Santo Inácio (1691-1694) Afresco de Andrea Pozzo
  7. 7. A obra de arte é uma realidade que sociedade produz para satisfazer um desejo real e não para saciar aspirações ociosas. Uma sociedade que não usa arte que produz será defeituosa, porque os desejos insatisfeitos ou os resíduos inutilizados criam perigosas perturbações ideológicas. A verdadeira, a autêntica vida, não será mais aquela que ocorre na contemplação, mas a que se dá na ação. A realidade concreta, e não a ilusória, não será mais a que ocorre o desprendimento sereno da meditação, mas a que se encontra no comportamento dramático de se trabalhar. Giulio Carlos Argan – 1954
  8. 8. A arte brasileira passou por momentos muito diferentes deste o início dos tempos, ainda hoje existe dentro do movimento artístico brasileiro uma grande força de transformação e evolução. Desde o início o que mais chama a atenção daqueles que estudam arte é a personalidade da arte brasileira. Uma arte incomum, muito própria, e que não se repete em nenhum outro lugar do mundo. O que faz a arte brasileira ser reconhecida no mundo todo é a sua vitalidade (força nas cores e nas formas de expressão), a sua alegria (um país como o Brasil oferece formas de arte muito variadas e executadas como se fossem brincadeira) e a vida que ela representa Os estrangeiros, de todo o planeta, valorizam a arte do Brasil de forma muito especial, cabe a nós, brasileiros, valorizá-la também.
  9. 9. Repertório: Numa simplificação conceitual, repertório ou subcódigo é o arquivo dinâmico de experiências reais ou simbólicas de uma pessoa ou grupo social. ... Tem recorrência no conceito de memória, de imaginação e, em última instância, no de conhecimento. Mas é importante ter sempre presente o aspecto dinâmico desses conceitos. O repertório, a memória, a imaginação e o conhecimento não são arquivos mortos ou passivos. Techné: Movimento que arranca o ser do não ser, a forma do amorfo, o ato da potência, o cosmos do caos. ... O modo exato de perfazer uma tarefa, antecedente de todas as técnicas dos nossos dias. Poiesis: Do grego: a ação de fazer algo; aquilo que desperta o sentido do belo, que encanta e eleva...
  10. 10. “A verdadeira arquitetura é poesia; um edifício é o maior dos poemas quando ele alivia as pressões do cotidiano, dando mais valor e mais sentido à vida”, dizia Frank Lloyd Wright. O grande arquiteto americano construiu na Pensilvânia uma célebre casa, conhecida no mundo inteiro como a postura “ecologicamente correta de se construir”. A casa da cascata (Falling water) os telhados e terraços se sobrepõem, avançando horizontalmente em direção à floresta. Com suas lajes de concreto armado audaciosamente suspensas sobre uma cascata, a casa é mais que uma proeza técnica, trata-se de uma homenagem à ousadia, ao sonho, ao reconhecimento pelas múltiplas influências que cada um tem na construção de sua própria vida. A casa da cascata é uma das muitas magníficas obras deste poeta da arquitetura, uma obra que surgiu e existe sem ter interferido no ambiente natural onde foi plantada, por isto é considerada uma construção ecologicamente correta...

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