SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 13
Baixar para ler offline
Primeira área de lazer e contemplação
da cidade, o Parque Municipal Américo
Renné Giannetti foi inaugurado em
1897, na antiga quot;Chácara do Sapoquot;,
onde residia o engenheiro Aarão Reis,
responsável pelo planejamento da
nova capital. Surgiu inspirado nos
parques franceses da Belle Époque,
com roseiras e coreto.
Em meio a muito verde, estão mais de
50 espécies de árvores, onde ficam
diversos equipamentos de lazer.
Hoje, o espaço funciona também
como centro de educação ambiental.
Outras atrações dentro do Parque
Municipal são o orquidário da cidade,
o teatro Francisco Nunes e o Palácio
das Artes
                         www.pbh.gov.br/belotur
Cidade modelo na área ambiental, Belo Horizonte
se destaca pela quantidade de áreas verdes com
seus 27 parques e inúmeras praças. Estes espaços
são ponto de encontro da população, que presa a
qualidade de vida que a cidade oferece.
                                             www.pbh.gov.br/belotur
Jardim Botânico
                               Rio de Janeiro

http://graziela.jbrj.gov.br/




                                                        Chafariz Central
                                                Origem Inglesa, s.d. Fabricado
                                                em          ferro       fundido
                                                Trazido do largo da Lapa em
                                                1905 para o Jardim Botânico na
                                                administração João Barbosa
                                                Rodrigues.
                                                Possui várias alegorias e 4
                                                figuras representando a música,
                                                a arte, a poesia e a ciência.
Lago Frei Leandro / Deusa Tétis /
                                                                          Victoria Régia
                                                              Este lago foi construído na gestão de
                                                              Frei Leandro do Sacramento, em 1824,
                                                              dando início a organização paisagística
                                                              do Jardim Botânico. É também
                                                              conhecido como Lago da Vitória Régia
                                                              por abrigar grande quantidade dessas
                                                              plantas, além de ninféias (Nynphaea
                                                              sp.) e flor de lótus (Nelumbo nucifera).



                        Orquidário
Durante a administração de Barbosa Rodriques, que teve
início em 1890, foi construída a primeira estufa do Jardim
Botânico. Já em formato octogonal mas em madeira. Na
década de 30, a grande estufa foi refeita em estrutura de
ferro    e    vidro,     cópia  das    estufas    inglesas.
O Orquidário hoje acolhe os 3000 exemplares de cerca de
600 espécies diferentes que compõem a coleção. A maioria
é composta de espécies brasileiras mas temos também
espécies exóticas e híbridos.                                                         http://graziela.jbrj.gov.br/
Criado em Belém, a 6 de outubro de 1866, por Domingos
Soares Ferreira Penna e consolidado por Emílio Goeldi
no período de 1894 a 1907. O Museu nasceu de
idealistas que acreditavam no futuro da Amazônia e da
necessidade de se pesquisar os seus recursos naturais,
a flora, a fauna, as rochas e minerais, os grupos
indígenas, a geografia e a história da região e de se
organizar coleções científicas e exposições públicas para
divulgar        os         conhecimentos         gerados.
É reconhecido mundialmente como um dos mais
importantes institutos de investigação cientifica da
Amazônia. Dedicado ao estudo da flora, da fauna e do
homem amazônico e do seu ambiente físico de cinco
hectares e possui um parque zoobotânico com mais de
1.500 espécies amazônicas, 1.500 amostras de plantas,
1.600 exemplares de frutos, 700 espécies de madeiras,
um aquário com espécies raras dos rios amazônicos e
ainda uma exposição permanente com objetos
etnográficos de vários povos indígenas da Amazônia.
Com o incremento das atividades, foram ampliadas suas
bases físicas. Atualmente, conta com um Campus de
Pesquisa, com mais de 10 hectares, onde estão
instalados os Departamentos de Botânica, Ciências
Humanas, Zoologia, Informação e Documentação

 www.cdpara.pa.gov.br
Arara Vermelha

Boto Rosa


Macaco de cheiro
                                          Tucano do peito branco



                   Gavião Real




                   www.cdpara.pa.gov.br
Curitiba, capital do estado do Paraná, alia suas condições
                          geográficas excepcionais a uma invejável infra-estrutura,
                          modelo de planejamento urbano e qualidade de vida, tornando-
                          se, além de importante centro industrial e comercial da região,
                          a Capital Ecológica do Brasil. Colonizada por diversas etnias
                          no final do século XIX e primeiros anos do século XX, Curitiba
                          guarda inúmeros traços dos italianos, poloneses, alemães,
                          ucranianos, franceses, ingleses, japoneses, sírio-libaneses e
                          judeus.Curitiba é servida pelo mais avançado sistema de
                          transporte coletivo do país. A vida cultural é intensa. Oferece
                          52 metros quadrados de área verde por habitante, contando
                          com duas dezenas de parques equipados para o esporte e o
                          lazer.
www.curitiba-parana.com
www.parques-curitiba.com
A história do Parque Farroupilha se
confunde com a própria história da cidade
de Porto Alegre. Surgido a partir de uma
área localizada nos arrabaldes da antiga
cidade, ele passou, aos poucos, a ser cada
vez mais envolto pelo crescimento
urbano.Recebeu muitos nomes, que ajudam
a entender como ele se tornou um dos mais
importantes parques urbanos do país.
Originalmente o local foi doado à cidade em
24 de outubro de 1807 pelo governador
Paulo José da Silva Gama quot;para os
utilíssimos e necessários fins de conservação
de gados que matam nos açougues desta
vilaquot;. O primeiro ajardinamento ocorreu por
ocasião da Grande Exposição de 1901. No
início da década de 1930, foi contratado o
arquiteto e urbanista Alfredo Agache para
elaborar o anteprojeto de ajardinamento.
Em 1978 foi criado o Brique da Redenção e
em 1997 efetuado o tombamento do Parque
como Patrimônio Histórico e Cultural de
Porto Alegre.
                                                www.aredencao.com.br
Orquidário Gastão de Almeida Santos
 Espelho d’água

                                                                        Lago



                                  Recanto Solar
                  Recanto Solar



Fonte Luminosa                                                                 Recanto Europeu




                                                                                 www.aredencao.com.br
No local onde hoje se encontra o Passeio Público
existiu, até o final do século XVIII, uma lagoa
chamada de Boqueirão da Ajuda. Essa lagoa era a
única do Rio que desaguava no mar e impedia a
ligação da cidade com o caminho do Engenho D'El
Rei, que levava à zona sul. Como não havia
serviço de esgoto na época, o Boqueirão da
Ajuda era utilizado, assim como todas as
lagoas do Rio no período colonial, para o
despejo dos dejetos da população. Em
meados do século XVIII, uma forte
epidemia de gripe e febre atingiu grande
parte da população carioca. A epidemia             Planta original do Passeio


ficou popularmente conhecida como
Zamparina, em referência a uma cantora
italiana que morrera vítima da moléstia. A
lagoa do foi aterrada com material
proveniente do desmonte do pequeno
Morro das Mangueiras, que se erguia onde
hoje está a Rua Visconde de Maranguape,
na Lapa. A tarefa de arrasar o morro,
aterrar a lagoa e construir o jardim foi
entregue a Mestre Valentim, considerado o
melhor escultor da cidade na época.
No fundo do jardim, quatro escadas de pedra
                                levavam ao belvedere, que se debruçava sobre a
                                baía da Guanabara. O belvedere, ou terraço,
                                possuía cerca de 10m de largura e tinha piso de
                                mármore policromado. Junto ao parapeito,
                                Valentim construiu sofás de alvenaria, revestidos
                                por azulejos de inspiração mourisca. O terraço
                                era cercado por uma balaustrada de bronze e
                                contava com uma iluminação especial, fornecida
                                por lampiões de óleo de peixe.
A criação do parque valorizou aquela região. Em pouco tempo o Passeio
se tornou o grande ponto de encontro da sociedade setecentista do Rio de
Janeiro. . Até meados do século XIX, o Passeio era uma das únicas opções
de lazer dos cariocas, ao lado das festas da corte e das procissões e
festas religiosas.
No Passeio dos tempos de Valentim foram plantadas espécies vegetais
diversas como mangueiras, oitizeiros, palmeiras, amendoeiras e até uma
araucária. Segundo José Mariano Filho, fundador do Instituto dos
Arquitetos do Brasil, o Passeio foi, como seria depois o Jardim Botânico,
um campo de aclimação de espécies vegetais exóticas. A Flora do Brasil
era pouco conhecida e os vice-reis queriam a todo transe introduzir aqui
as especiarias asiáticas (...) 1111
• Portão de entrada e Medalhão de d.Maria I
Um dos destaques do Passeio é seu belo portão de ferro,
instalado na entrada do parque (Rua do Passeio) e executado
sobre dois pilares de pedra lavrada. A peça, em estilo rococó,
foi concebida por Mestre Valentim e apresenta elementos
típicos da obra do artista, como guirlandas de rosas e
margaridas. O portão de ferro é ornamentado também por
plumas e folhagens estilizadas, e rocalhas.
                          Completam o acervo do Passeio dois quiosques de
                          madeira, restaurados em 2000, em referência aos velhos
                          quiosques que existiam na cidade no início do século, e
                          a ponte de ferro da Fundição Val d'Osne, e uma outra
                          em argamassa, ambas imitando galhos de árvore,
                          instaladas na reforma Glaziou.

O Passeio ganhou um novo fôlego no início do século
XX, principalmente durante a gestão do prefeito Pereira
Passos, quando o parque recebeu diversos
melhoramentos. Entre 1902 e 1906, a Inspetoria de
Matas, Jardins e Arborização realizou uma
transformação completa no Passeio. Na ocasião, a
muralha em torno do jardim é substituída por um gradil
e os dois portões laterais de madeira são trocados por

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sala Verde Inhotim - Informativo 21
Sala Verde Inhotim - Informativo 21Sala Verde Inhotim - Informativo 21
Sala Verde Inhotim - Informativo 21Ricardo Ferrao
 
MMBB - Arquitetura no Brasil
MMBB - Arquitetura no BrasilMMBB - Arquitetura no Brasil
MMBB - Arquitetura no BrasilMariana Mincarone
 
Adubação orgânica para recuperação do solo
Adubação orgânica para recuperação do soloAdubação orgânica para recuperação do solo
Adubação orgânica para recuperação do soloVALDECIR QUEIROZ
 
Apostila capitulo 2_acidez_calagem
Apostila capitulo 2_acidez_calagemApostila capitulo 2_acidez_calagem
Apostila capitulo 2_acidez_calagemMarco Cardoso
 
Praças de Vila Mariana:forma, gestão e apropriação do espaço (ISUF2013)
Praças de Vila Mariana:forma, gestão e  apropriação do espaço (ISUF2013)Praças de Vila Mariana:forma, gestão e  apropriação do espaço (ISUF2013)
Praças de Vila Mariana:forma, gestão e apropriação do espaço (ISUF2013)Helena Degreas
 
A Paisagem do Sítio Histórico de Olinda: Conceito e Conservação (Ana Rita Sá ...
A Paisagem do Sítio Histórico de Olinda: Conceito e Conservação (Ana Rita Sá ...A Paisagem do Sítio Histórico de Olinda: Conceito e Conservação (Ana Rita Sá ...
A Paisagem do Sítio Histórico de Olinda: Conceito e Conservação (Ana Rita Sá ...Prefeitura de Olinda
 
Recuperação de áreas degradadas
Recuperação de áreas degradadasRecuperação de áreas degradadas
Recuperação de áreas degradadasUERGS
 
O fósforo no solo carlos eduardo
O fósforo no solo   carlos eduardoO fósforo no solo   carlos eduardo
O fósforo no solo carlos eduardoCarlos Eduardo
 

Mais procurados (14)

Sala Verde Inhotim - Informativo 21
Sala Verde Inhotim - Informativo 21Sala Verde Inhotim - Informativo 21
Sala Verde Inhotim - Informativo 21
 
Lindo Jardim
Lindo JardimLindo Jardim
Lindo Jardim
 
MMBB - Arquitetura no Brasil
MMBB - Arquitetura no BrasilMMBB - Arquitetura no Brasil
MMBB - Arquitetura no Brasil
 
1 3 ii
1 3 ii1 3 ii
1 3 ii
 
Adubação
AdubaçãoAdubação
Adubação
 
Adubação orgânica para recuperação do solo
Adubação orgânica para recuperação do soloAdubação orgânica para recuperação do solo
Adubação orgânica para recuperação do solo
 
Solo
Solo Solo
Solo
 
Apostila capitulo 2_acidez_calagem
Apostila capitulo 2_acidez_calagemApostila capitulo 2_acidez_calagem
Apostila capitulo 2_acidez_calagem
 
Praças de Vila Mariana:forma, gestão e apropriação do espaço (ISUF2013)
Praças de Vila Mariana:forma, gestão e  apropriação do espaço (ISUF2013)Praças de Vila Mariana:forma, gestão e  apropriação do espaço (ISUF2013)
Praças de Vila Mariana:forma, gestão e apropriação do espaço (ISUF2013)
 
Apostila materia organica
Apostila materia organicaApostila materia organica
Apostila materia organica
 
Alberto Hargreaves da Costa Macedo
Alberto Hargreaves da Costa MacedoAlberto Hargreaves da Costa Macedo
Alberto Hargreaves da Costa Macedo
 
A Paisagem do Sítio Histórico de Olinda: Conceito e Conservação (Ana Rita Sá ...
A Paisagem do Sítio Histórico de Olinda: Conceito e Conservação (Ana Rita Sá ...A Paisagem do Sítio Histórico de Olinda: Conceito e Conservação (Ana Rita Sá ...
A Paisagem do Sítio Histórico de Olinda: Conceito e Conservação (Ana Rita Sá ...
 
Recuperação de áreas degradadas
Recuperação de áreas degradadasRecuperação de áreas degradadas
Recuperação de áreas degradadas
 
O fósforo no solo carlos eduardo
O fósforo no solo   carlos eduardoO fósforo no solo   carlos eduardo
O fósforo no solo carlos eduardo
 

Destaque

Garden city theory by vaibhav patel
Garden city theory by vaibhav patelGarden city theory by vaibhav patel
Garden city theory by vaibhav patelVaibhav Patel
 
Garden city
Garden cityGarden city
Garden cityCoEP
 
Catálogo Graças
Catálogo GraçasCatálogo Graças
Catálogo GraçasAutônoma
 
Homenagem mães
Homenagem mãesHomenagem mães
Homenagem mãesAutônoma
 
Touch - - Jardim Botânico ligue 021 981736178
Touch - - Jardim Botânico ligue 021 981736178Touch - - Jardim Botânico ligue 021 981736178
Touch - - Jardim Botânico ligue 021 981736178Aristides Alves
 
Paisagismo - Implantação
Paisagismo - ImplantaçãoPaisagismo - Implantação
Paisagismo - ImplantaçãoIsabella Regina
 
1 apresentação - amélia rosa jatiuca maceió al - cesmac e sempla
1   apresentação - amélia rosa jatiuca maceió al - cesmac e sempla1   apresentação - amélia rosa jatiuca maceió al - cesmac e sempla
1 apresentação - amélia rosa jatiuca maceió al - cesmac e semplaMarcela Jambo
 
Elementos utilizados para fazer um jardim
Elementos utilizados para fazer um jardimElementos utilizados para fazer um jardim
Elementos utilizados para fazer um jardimAna Cunha
 
8. comunicando através da paisagem 4
8. comunicando através da paisagem 48. comunicando através da paisagem 4
8. comunicando através da paisagem 4Ana Cunha
 
Paisagismo aula 1
Paisagismo   aula 1Paisagismo   aula 1
Paisagismo aula 1rmpatron
 
Projeto Intervenção Urbana - Desenvolvimento Setor
Projeto Intervenção Urbana - Desenvolvimento SetorProjeto Intervenção Urbana - Desenvolvimento Setor
Projeto Intervenção Urbana - Desenvolvimento SetorGiovani Comin
 
Cidades sustentabilidade urbana
Cidades sustentabilidade urbanaCidades sustentabilidade urbana
Cidades sustentabilidade urbanamanjosp
 
2. paisagismo evol hist
2. paisagismo   evol hist2. paisagismo   evol hist
2. paisagismo evol histAna Cunha
 
3. Paisagismo - Evolução Histórica II
3. Paisagismo - Evolução Histórica II3. Paisagismo - Evolução Histórica II
3. Paisagismo - Evolução Histórica IIAna Cunha
 
1. paisagismo
1. paisagismo1. paisagismo
1. paisagismoAna Cunha
 
Breve histórico do paisagismo no mundo_parte 01
Breve histórico do paisagismo no mundo_parte 01Breve histórico do paisagismo no mundo_parte 01
Breve histórico do paisagismo no mundo_parte 01Lila Donato
 

Destaque (20)

Garden city theory by vaibhav patel
Garden city theory by vaibhav patelGarden city theory by vaibhav patel
Garden city theory by vaibhav patel
 
Garden city
Garden cityGarden city
Garden city
 
Agro paisagismo
Agro paisagismoAgro paisagismo
Agro paisagismo
 
Catálogo Graças
Catálogo GraçasCatálogo Graças
Catálogo Graças
 
Homenagem mães
Homenagem mãesHomenagem mães
Homenagem mães
 
Touch - - Jardim Botânico ligue 021 981736178
Touch - - Jardim Botânico ligue 021 981736178Touch - - Jardim Botânico ligue 021 981736178
Touch - - Jardim Botânico ligue 021 981736178
 
Paisagismo - Implantação
Paisagismo - ImplantaçãoPaisagismo - Implantação
Paisagismo - Implantação
 
1 apresentação - amélia rosa jatiuca maceió al - cesmac e sempla
1   apresentação - amélia rosa jatiuca maceió al - cesmac e sempla1   apresentação - amélia rosa jatiuca maceió al - cesmac e sempla
1 apresentação - amélia rosa jatiuca maceió al - cesmac e sempla
 
Elementos utilizados para fazer um jardim
Elementos utilizados para fazer um jardimElementos utilizados para fazer um jardim
Elementos utilizados para fazer um jardim
 
8. comunicando através da paisagem 4
8. comunicando através da paisagem 48. comunicando através da paisagem 4
8. comunicando através da paisagem 4
 
1 paisagismo - introdução
1 paisagismo - introdução1 paisagismo - introdução
1 paisagismo - introdução
 
Paisagismo aula 1
Paisagismo   aula 1Paisagismo   aula 1
Paisagismo aula 1
 
Projeto Intervenção Urbana - Desenvolvimento Setor
Projeto Intervenção Urbana - Desenvolvimento SetorProjeto Intervenção Urbana - Desenvolvimento Setor
Projeto Intervenção Urbana - Desenvolvimento Setor
 
Cidades sustentabilidade urbana
Cidades sustentabilidade urbanaCidades sustentabilidade urbana
Cidades sustentabilidade urbana
 
2. paisagismo evol hist
2. paisagismo   evol hist2. paisagismo   evol hist
2. paisagismo evol hist
 
Garden city
Garden city Garden city
Garden city
 
The garden city
The garden cityThe garden city
The garden city
 
3. Paisagismo - Evolução Histórica II
3. Paisagismo - Evolução Histórica II3. Paisagismo - Evolução Histórica II
3. Paisagismo - Evolução Histórica II
 
1. paisagismo
1. paisagismo1. paisagismo
1. paisagismo
 
Breve histórico do paisagismo no mundo_parte 01
Breve histórico do paisagismo no mundo_parte 01Breve histórico do paisagismo no mundo_parte 01
Breve histórico do paisagismo no mundo_parte 01
 

Semelhante a História do Parque Municipal de BH

Jogo Educativo - 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro
Jogo Educativo - 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro Jogo Educativo - 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro
Jogo Educativo - 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro Jessica Oliveira
 
Visita de estudo
Visita de estudoVisita de estudo
Visita de estudoRui8d
 
Brasil rio de janeiro
Brasil rio de janeiroBrasil rio de janeiro
Brasil rio de janeirojoflay
 
Pps delz@ tom vinicius
Pps delz@ tom viniciusPps delz@ tom vinicius
Pps delz@ tom viniciusafrodite2007
 
Slidessapiranga3 140527135819-phpapp01
Slidessapiranga3 140527135819-phpapp01Slidessapiranga3 140527135819-phpapp01
Slidessapiranga3 140527135819-phpapp01gracekunst73
 
Sapiranga, mais um pouco de história
Sapiranga, mais um pouco de históriaSapiranga, mais um pouco de história
Sapiranga, mais um pouco de históriaGrace Kunst
 
Pps delz@ tom vinicius
Pps delz@ tom viniciusPps delz@ tom vinicius
Pps delz@ tom viniciusMENSAGENSDOROY
 
Rio Grande (2)
Rio Grande (2)Rio Grande (2)
Rio Grande (2)Home
 
PATRIMONIO DA HUMANIDADE NO BRASIL
PATRIMONIO DA HUMANIDADE NO BRASILPATRIMONIO DA HUMANIDADE NO BRASIL
PATRIMONIO DA HUMANIDADE NO BRASILWashington Ferreira
 
Patrimonioda humanidade
Patrimonioda humanidade Patrimonioda humanidade
Patrimonioda humanidade Paulo Bachur
 
Mostre e conte - Gabriel F.
Mostre e conte - Gabriel F.Mostre e conte - Gabriel F.
Mostre e conte - Gabriel F.Jean Carvalho
 
Pontos Turisticos De BeléM 3 Ano A
Pontos Turisticos De BeléM 3 Ano APontos Turisticos De BeléM 3 Ano A
Pontos Turisticos De BeléM 3 Ano AAngela
 
Pontos turísticos de Guarapuava.
Pontos  turísticos de Guarapuava.Pontos  turísticos de Guarapuava.
Pontos turísticos de Guarapuava.Tânia Maria
 
Pontos turísticos de Guarapuava.
Pontos  turísticos de Guarapuava.Pontos  turísticos de Guarapuava.
Pontos turísticos de Guarapuava.Tânia Maria
 

Semelhante a História do Parque Municipal de BH (20)

Jogo Educativo - 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro
Jogo Educativo - 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro Jogo Educativo - 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro
Jogo Educativo - 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro
 
Visita de estudo
Visita de estudoVisita de estudo
Visita de estudo
 
Zona sul 1
Zona sul 1Zona sul 1
Zona sul 1
 
Património Cultural
Património CulturalPatrimónio Cultural
Património Cultural
 
Pontos turísticos da bahia
Pontos turísticos da bahiaPontos turísticos da bahia
Pontos turísticos da bahia
 
Brasil rio de janeiro
Brasil rio de janeiroBrasil rio de janeiro
Brasil rio de janeiro
 
Pps delz@ tom vinicius
Pps delz@ tom viniciusPps delz@ tom vinicius
Pps delz@ tom vinicius
 
Slidessapiranga3 140527135819-phpapp01
Slidessapiranga3 140527135819-phpapp01Slidessapiranga3 140527135819-phpapp01
Slidessapiranga3 140527135819-phpapp01
 
Sapiranga, mais um pouco de história
Sapiranga, mais um pouco de históriaSapiranga, mais um pouco de história
Sapiranga, mais um pouco de história
 
Pps delz@ tom vinicius
Pps delz@ tom viniciusPps delz@ tom vinicius
Pps delz@ tom vinicius
 
Rio grande
Rio grande Rio grande
Rio grande
 
Rio Grande (2)
Rio Grande (2)Rio Grande (2)
Rio Grande (2)
 
PATRIMONIO DA HUMANIDADE NO BRASIL
PATRIMONIO DA HUMANIDADE NO BRASILPATRIMONIO DA HUMANIDADE NO BRASIL
PATRIMONIO DA HUMANIDADE NO BRASIL
 
Patrimonioda humanidade
Patrimonioda humanidade Patrimonioda humanidade
Patrimonioda humanidade
 
Patrimonio da humanidade 1
Patrimonio da humanidade  1Patrimonio da humanidade  1
Patrimonio da humanidade 1
 
Patrimonio da humanidade no brasil
Patrimonio da humanidade no brasilPatrimonio da humanidade no brasil
Patrimonio da humanidade no brasil
 
Mostre e conte - Gabriel F.
Mostre e conte - Gabriel F.Mostre e conte - Gabriel F.
Mostre e conte - Gabriel F.
 
Pontos Turisticos De BeléM 3 Ano A
Pontos Turisticos De BeléM 3 Ano APontos Turisticos De BeléM 3 Ano A
Pontos Turisticos De BeléM 3 Ano A
 
Pontos turísticos de Guarapuava.
Pontos  turísticos de Guarapuava.Pontos  turísticos de Guarapuava.
Pontos turísticos de Guarapuava.
 
Pontos turísticos de Guarapuava.
Pontos  turísticos de Guarapuava.Pontos  turísticos de Guarapuava.
Pontos turísticos de Guarapuava.
 

Mais de JoseSimas

ApresentaçãO Cotaspdf
ApresentaçãO CotaspdfApresentaçãO Cotaspdf
ApresentaçãO CotaspdfJoseSimas
 
Projeto Curricular ConstruçãO Civil
Projeto Curricular ConstruçãO CivilProjeto Curricular ConstruçãO Civil
Projeto Curricular ConstruçãO CivilJoseSimas
 
A ApresentaçãO QI X QE
A ApresentaçãO QI X QEA ApresentaçãO QI X QE
A ApresentaçãO QI X QEJoseSimas
 
As Maravilhas Antigas
As  Maravilhas AntigasAs  Maravilhas Antigas
As Maravilhas AntigasJoseSimas
 
RelaçãO Arte&Arquitetura&ComunicaçãO
RelaçãO Arte&Arquitetura&ComunicaçãORelaçãO Arte&Arquitetura&ComunicaçãO
RelaçãO Arte&Arquitetura&ComunicaçãOJoseSimas
 
Casa EcolóGica
Casa EcolóGicaCasa EcolóGica
Casa EcolóGicaJoseSimas
 
AdministraçãO ErgonôMica
AdministraçãO ErgonôMicaAdministraçãO ErgonôMica
AdministraçãO ErgonôMicaJoseSimas
 
AdministraçãO ErgonôMica Segunda Parte
AdministraçãO ErgonôMica Segunda ParteAdministraçãO ErgonôMica Segunda Parte
AdministraçãO ErgonôMica Segunda ParteJoseSimas
 
A LíNgua Do Mundo
A LíNgua Do MundoA LíNgua Do Mundo
A LíNgua Do MundoJoseSimas
 
Aula Arte EducaçãO
Aula Arte EducaçãOAula Arte EducaçãO
Aula Arte EducaçãOJoseSimas
 
A EvoluçãO Da Escrita
A EvoluçãO Da EscritaA EvoluçãO Da Escrita
A EvoluçãO Da EscritaJoseSimas
 
PulmãO Marinho
PulmãO MarinhoPulmãO Marinho
PulmãO MarinhoJoseSimas
 
A RelaçãO SimbóLica Homem áGua
A RelaçãO SimbóLica Homem áGuaA RelaçãO SimbóLica Homem áGua
A RelaçãO SimbóLica Homem áGuaJoseSimas
 
Palestra Saneamento
Palestra SaneamentoPalestra Saneamento
Palestra SaneamentoJoseSimas
 

Mais de JoseSimas (15)

ApresentaçãO Cotaspdf
ApresentaçãO CotaspdfApresentaçãO Cotaspdf
ApresentaçãO Cotaspdf
 
Projeto Curricular ConstruçãO Civil
Projeto Curricular ConstruçãO CivilProjeto Curricular ConstruçãO Civil
Projeto Curricular ConstruçãO Civil
 
A ApresentaçãO QI X QE
A ApresentaçãO QI X QEA ApresentaçãO QI X QE
A ApresentaçãO QI X QE
 
Burle Marx
Burle MarxBurle Marx
Burle Marx
 
As Maravilhas Antigas
As  Maravilhas AntigasAs  Maravilhas Antigas
As Maravilhas Antigas
 
RelaçãO Arte&Arquitetura&ComunicaçãO
RelaçãO Arte&Arquitetura&ComunicaçãORelaçãO Arte&Arquitetura&ComunicaçãO
RelaçãO Arte&Arquitetura&ComunicaçãO
 
Casa EcolóGica
Casa EcolóGicaCasa EcolóGica
Casa EcolóGica
 
AdministraçãO ErgonôMica
AdministraçãO ErgonôMicaAdministraçãO ErgonôMica
AdministraçãO ErgonôMica
 
AdministraçãO ErgonôMica Segunda Parte
AdministraçãO ErgonôMica Segunda ParteAdministraçãO ErgonôMica Segunda Parte
AdministraçãO ErgonôMica Segunda Parte
 
A LíNgua Do Mundo
A LíNgua Do MundoA LíNgua Do Mundo
A LíNgua Do Mundo
 
Aula Arte EducaçãO
Aula Arte EducaçãOAula Arte EducaçãO
Aula Arte EducaçãO
 
A EvoluçãO Da Escrita
A EvoluçãO Da EscritaA EvoluçãO Da Escrita
A EvoluçãO Da Escrita
 
PulmãO Marinho
PulmãO MarinhoPulmãO Marinho
PulmãO Marinho
 
A RelaçãO SimbóLica Homem áGua
A RelaçãO SimbóLica Homem áGuaA RelaçãO SimbóLica Homem áGua
A RelaçãO SimbóLica Homem áGua
 
Palestra Saneamento
Palestra SaneamentoPalestra Saneamento
Palestra Saneamento
 

História do Parque Municipal de BH

  • 1. Primeira área de lazer e contemplação da cidade, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti foi inaugurado em 1897, na antiga quot;Chácara do Sapoquot;, onde residia o engenheiro Aarão Reis, responsável pelo planejamento da nova capital. Surgiu inspirado nos parques franceses da Belle Époque, com roseiras e coreto. Em meio a muito verde, estão mais de 50 espécies de árvores, onde ficam diversos equipamentos de lazer. Hoje, o espaço funciona também como centro de educação ambiental. Outras atrações dentro do Parque Municipal são o orquidário da cidade, o teatro Francisco Nunes e o Palácio das Artes www.pbh.gov.br/belotur
  • 2. Cidade modelo na área ambiental, Belo Horizonte se destaca pela quantidade de áreas verdes com seus 27 parques e inúmeras praças. Estes espaços são ponto de encontro da população, que presa a qualidade de vida que a cidade oferece. www.pbh.gov.br/belotur
  • 3. Jardim Botânico Rio de Janeiro http://graziela.jbrj.gov.br/ Chafariz Central Origem Inglesa, s.d. Fabricado em ferro fundido Trazido do largo da Lapa em 1905 para o Jardim Botânico na administração João Barbosa Rodrigues. Possui várias alegorias e 4 figuras representando a música, a arte, a poesia e a ciência.
  • 4. Lago Frei Leandro / Deusa Tétis / Victoria Régia Este lago foi construído na gestão de Frei Leandro do Sacramento, em 1824, dando início a organização paisagística do Jardim Botânico. É também conhecido como Lago da Vitória Régia por abrigar grande quantidade dessas plantas, além de ninféias (Nynphaea sp.) e flor de lótus (Nelumbo nucifera). Orquidário Durante a administração de Barbosa Rodriques, que teve início em 1890, foi construída a primeira estufa do Jardim Botânico. Já em formato octogonal mas em madeira. Na década de 30, a grande estufa foi refeita em estrutura de ferro e vidro, cópia das estufas inglesas. O Orquidário hoje acolhe os 3000 exemplares de cerca de 600 espécies diferentes que compõem a coleção. A maioria é composta de espécies brasileiras mas temos também espécies exóticas e híbridos. http://graziela.jbrj.gov.br/
  • 5. Criado em Belém, a 6 de outubro de 1866, por Domingos Soares Ferreira Penna e consolidado por Emílio Goeldi no período de 1894 a 1907. O Museu nasceu de idealistas que acreditavam no futuro da Amazônia e da necessidade de se pesquisar os seus recursos naturais, a flora, a fauna, as rochas e minerais, os grupos indígenas, a geografia e a história da região e de se organizar coleções científicas e exposições públicas para divulgar os conhecimentos gerados. É reconhecido mundialmente como um dos mais importantes institutos de investigação cientifica da Amazônia. Dedicado ao estudo da flora, da fauna e do homem amazônico e do seu ambiente físico de cinco hectares e possui um parque zoobotânico com mais de 1.500 espécies amazônicas, 1.500 amostras de plantas, 1.600 exemplares de frutos, 700 espécies de madeiras, um aquário com espécies raras dos rios amazônicos e ainda uma exposição permanente com objetos etnográficos de vários povos indígenas da Amazônia. Com o incremento das atividades, foram ampliadas suas bases físicas. Atualmente, conta com um Campus de Pesquisa, com mais de 10 hectares, onde estão instalados os Departamentos de Botânica, Ciências Humanas, Zoologia, Informação e Documentação www.cdpara.pa.gov.br
  • 6. Arara Vermelha Boto Rosa Macaco de cheiro Tucano do peito branco Gavião Real www.cdpara.pa.gov.br
  • 7. Curitiba, capital do estado do Paraná, alia suas condições geográficas excepcionais a uma invejável infra-estrutura, modelo de planejamento urbano e qualidade de vida, tornando- se, além de importante centro industrial e comercial da região, a Capital Ecológica do Brasil. Colonizada por diversas etnias no final do século XIX e primeiros anos do século XX, Curitiba guarda inúmeros traços dos italianos, poloneses, alemães, ucranianos, franceses, ingleses, japoneses, sírio-libaneses e judeus.Curitiba é servida pelo mais avançado sistema de transporte coletivo do país. A vida cultural é intensa. Oferece 52 metros quadrados de área verde por habitante, contando com duas dezenas de parques equipados para o esporte e o lazer. www.curitiba-parana.com
  • 9. A história do Parque Farroupilha se confunde com a própria história da cidade de Porto Alegre. Surgido a partir de uma área localizada nos arrabaldes da antiga cidade, ele passou, aos poucos, a ser cada vez mais envolto pelo crescimento urbano.Recebeu muitos nomes, que ajudam a entender como ele se tornou um dos mais importantes parques urbanos do país. Originalmente o local foi doado à cidade em 24 de outubro de 1807 pelo governador Paulo José da Silva Gama quot;para os utilíssimos e necessários fins de conservação de gados que matam nos açougues desta vilaquot;. O primeiro ajardinamento ocorreu por ocasião da Grande Exposição de 1901. No início da década de 1930, foi contratado o arquiteto e urbanista Alfredo Agache para elaborar o anteprojeto de ajardinamento. Em 1978 foi criado o Brique da Redenção e em 1997 efetuado o tombamento do Parque como Patrimônio Histórico e Cultural de Porto Alegre. www.aredencao.com.br
  • 10. Orquidário Gastão de Almeida Santos Espelho d’água Lago Recanto Solar Recanto Solar Fonte Luminosa Recanto Europeu www.aredencao.com.br
  • 11. No local onde hoje se encontra o Passeio Público existiu, até o final do século XVIII, uma lagoa chamada de Boqueirão da Ajuda. Essa lagoa era a única do Rio que desaguava no mar e impedia a ligação da cidade com o caminho do Engenho D'El Rei, que levava à zona sul. Como não havia serviço de esgoto na época, o Boqueirão da Ajuda era utilizado, assim como todas as lagoas do Rio no período colonial, para o despejo dos dejetos da população. Em meados do século XVIII, uma forte epidemia de gripe e febre atingiu grande parte da população carioca. A epidemia Planta original do Passeio ficou popularmente conhecida como Zamparina, em referência a uma cantora italiana que morrera vítima da moléstia. A lagoa do foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue a Mestre Valentim, considerado o melhor escultor da cidade na época.
  • 12. No fundo do jardim, quatro escadas de pedra levavam ao belvedere, que se debruçava sobre a baía da Guanabara. O belvedere, ou terraço, possuía cerca de 10m de largura e tinha piso de mármore policromado. Junto ao parapeito, Valentim construiu sofás de alvenaria, revestidos por azulejos de inspiração mourisca. O terraço era cercado por uma balaustrada de bronze e contava com uma iluminação especial, fornecida por lampiões de óleo de peixe. A criação do parque valorizou aquela região. Em pouco tempo o Passeio se tornou o grande ponto de encontro da sociedade setecentista do Rio de Janeiro. . Até meados do século XIX, o Passeio era uma das únicas opções de lazer dos cariocas, ao lado das festas da corte e das procissões e festas religiosas. No Passeio dos tempos de Valentim foram plantadas espécies vegetais diversas como mangueiras, oitizeiros, palmeiras, amendoeiras e até uma araucária. Segundo José Mariano Filho, fundador do Instituto dos Arquitetos do Brasil, o Passeio foi, como seria depois o Jardim Botânico, um campo de aclimação de espécies vegetais exóticas. A Flora do Brasil era pouco conhecida e os vice-reis queriam a todo transe introduzir aqui as especiarias asiáticas (...) 1111
  • 13. • Portão de entrada e Medalhão de d.Maria I Um dos destaques do Passeio é seu belo portão de ferro, instalado na entrada do parque (Rua do Passeio) e executado sobre dois pilares de pedra lavrada. A peça, em estilo rococó, foi concebida por Mestre Valentim e apresenta elementos típicos da obra do artista, como guirlandas de rosas e margaridas. O portão de ferro é ornamentado também por plumas e folhagens estilizadas, e rocalhas. Completam o acervo do Passeio dois quiosques de madeira, restaurados em 2000, em referência aos velhos quiosques que existiam na cidade no início do século, e a ponte de ferro da Fundição Val d'Osne, e uma outra em argamassa, ambas imitando galhos de árvore, instaladas na reforma Glaziou. O Passeio ganhou um novo fôlego no início do século XX, principalmente durante a gestão do prefeito Pereira Passos, quando o parque recebeu diversos melhoramentos. Entre 1902 e 1906, a Inspetoria de Matas, Jardins e Arborização realizou uma transformação completa no Passeio. Na ocasião, a muralha em torno do jardim é substituída por um gradil e os dois portões laterais de madeira são trocados por