Nbriec60079 0 112008 equipamentos requisitos gerais

359 visualizações

Publicada em

Normas NBR IEC para ambientes de Atmosfera Explosiva

Publicada em: Engenharia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
359
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
29
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Nbriec60079 0 112008 equipamentos requisitos gerais

  1. 1. ABNT NBR IEC 60079-0 Segunda edição 03.11.2008 Válida a partir de 03.12.2008 NORMA BRASILEIRA Atmosferas explosivas Parte 0: Equipamentos — Requisitos gerais Explosive atmospheres Part 0: Equipment – General requirements Palavras-chave: Atmosfera explosiva. Equipamentos. Requisitos gerais. Descriptors: Explosive atmosphere. Equipment. General requirements. ICS 29.260.20 ISBN 978-85-07-01073-9 Número de referência ABNT NBR IEC 60079-0:2008 86 páginas © IEC 2007 - © ABNT 2008 Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  2. 2. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 ii © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados © IEC 2007 Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por escrito da ABNT, único representante da IEC no território brasileiro. © ABNT 2008 Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por escrito da ABNT. ABNT Av.Treze de Maio, 13 - 28º andar 20031-901 - Rio de Janeiro - RJ Tel.: + 55 21 3974-2300 Fax: + 55 21 3974-2346 abnt@abnt.org.br www.abnt.org.br Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  3. 3. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados iii Sumário Página Prefácio Nacional......................................................................................................................................................vii 1 Escopo............................................................................................................................................................1 2 Referências normativas ................................................................................................................................2 3 Termos e definições......................................................................................................................................5 4 Grupos de equipamentos ...........................................................................................................................15 4.1 Grupo I ..........................................................................................................................................................15 4.2 Grupo II .........................................................................................................................................................15 4.3 Grupo III ........................................................................................................................................................16 4.4 Equipamentos para uma atmosfera explosiva particular........................................................................16 5 Temperaturas...............................................................................................................................................16 5.1 Influências ambientais ................................................................................................................................16 5.1.1 Temperatura ambiente ................................................................................................................................16 5.1.2 Fonte externa de aquecimento ou resfriamento ......................................................................................16 5.2 Temperatura de serviço ..............................................................................................................................17 5.3 Máxima temperatura de superfície ............................................................................................................17 5.3.1 Determinação da máxima temperatura de superfície..............................................................................17 5.3.2 Limitação da máxima temperatura de superfície.....................................................................................17 5.3.3 Temperatura de componentes pequenos para equipamentos elétricos para Grupo I ou Grupo II ....18 6 Requisitos para todos os equipamentos elétricos ..................................................................................19 6.1 Generalidades..............................................................................................................................................19 6.2 Resistência mecânica do equipamento ....................................................................................................20 6.3 Tempos de abertura ....................................................................................................................................20 6.4 Correntes circulantes..................................................................................................................................20 6.5 Retenção das vedações..............................................................................................................................21 6.6 Equipamentos com energia irradiante eletromagnética e ultra-sônica.................................................21 6.6.1 Fontes de freqüência de radio ...................................................................................................................21 6.6.2 Lasers ou outras fontes de ondas contínuas...........................................................................................22 6.6.3 Fontes ultra-sônicas....................................................................................................................................22 7 Invólucros não-metálicos e partes não-metálicas de invólucros...........................................................22 7.1 Generalidades..............................................................................................................................................22 7.1.1 Aplicabilidade ..............................................................................................................................................22 7.1.2 Especificação dos materiais ......................................................................................................................22 7.1.3 Materiais plásticos.......................................................................................................................................23 7.1.4 Materiais elastoméricos..............................................................................................................................23 7.2 Resistência térmica.....................................................................................................................................23 7.2.1 Ensaios para resistência térmica...............................................................................................................23 7.2.2 Seleção de material .....................................................................................................................................23 7.3 Resistência à luz..........................................................................................................................................24 7.4 Cargas eletrostáticas em materiais não-metálicos externos..................................................................24 7.4.1 Aplicabilidade ..............................................................................................................................................24 7.4.2 Evitando a formação de carga eletrostática em equipamentos elétricos para Grupo I ou Grupo II ..24 7.4.3 Evitando a formação de carga eletrostática em equipamentos para Grupo III.....................................26 7.5 Furos roscados............................................................................................................................................26 8 Invólucros metálicos e partes metálicas de invólucros..........................................................................26 8.1 Composição do material.............................................................................................................................26 8.1.1 Grupo I ..........................................................................................................................................................26 8.1.2 Grupo II .........................................................................................................................................................26 8.1.3 Grupo III ........................................................................................................................................................27 8.2 Furos roscados............................................................................................................................................27 Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  4. 4. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 iv © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 9 Dispositivos de fixação...............................................................................................................................27 9.1 Generalidades..............................................................................................................................................27 9.2 Dispositivos de fixação especiais .............................................................................................................27 9.3 Furos para dispositivos de fixação especiais ..........................................................................................28 9.3.1 Acoplamento roscado.................................................................................................................................28 9.3.2 Tolerâncias e folgas ....................................................................................................................................28 9.3.3 Conjunto de parafusos com cabeça sextavada .......................................................................................29 10 Dispositivos de intertravamento................................................................................................................29 11 Buchas..........................................................................................................................................................29 12 Materiais utilizados para selagem .............................................................................................................29 13 Componentes Ex .........................................................................................................................................30 13.1 Generalidades..............................................................................................................................................30 13.2 Montagem.....................................................................................................................................................30 13.3 Montagem interna........................................................................................................................................30 13.4 Montagem externa.......................................................................................................................................30 14 Dispositivos de conexão e compartimentos de terminais......................................................................30 14.1 Generalidades..............................................................................................................................................30 14.2 Compartimento de terminais......................................................................................................................30 14.3 Tipo de proteção..........................................................................................................................................31 14.4 Distâncias de isolamento e de escoamento.............................................................................................31 15 Dispositivos de conexão para aterramento ou condutores de eqüipotencialização...........................31 15.1 Equipamentos que requerem aterramento ...............................................................................................31 15.1.1 Interno...........................................................................................................................................................31 15.1.2 Externo..........................................................................................................................................................31 15.2 Equipamentos que não requerem aterramento........................................................................................31 15.3 Seção do condutor de conexão .................................................................................................................31 15.4 Proteção contra corrosão...........................................................................................................................32 15.5 Rigidez mecânica das conexões elétricas................................................................................................32 16 Entradas nos invólucros.............................................................................................................................32 16.1 Generalidades..............................................................................................................................................32 16.2 Identificação das entradas .........................................................................................................................32 16.3 Prensa-cabos ...............................................................................................................................................33 16.4 Bujões de fechamento ................................................................................................................................33 16.5 Temperatura no ponto de derivação de condutores e ponto de entrada..............................................33 16.6 Cargas eletrostáticas de capas de cabos .................................................................................................33 17 Requisitos suplementares para máquinas elétricas girantes.................................................................34 17.1 Ventiladores e tampas de ventiladores.....................................................................................................34 17.2 Aberturas de ventilação para ventiladores externos...............................................................................34 17.3 Construção e montagem de sistemas de ventilação...............................................................................35 17.4 Distâncias para o sistema de ventilação...................................................................................................35 17.5 Materiais para ventiladores externos e tampas de ventiladores............................................................35 17.6 Condutores de ligação eqüipotencial........................................................................................................35 18 Requisitos suplementares para conjuntos de manobra .........................................................................35 18.1 Dielétrico inflamável....................................................................................................................................35 18.2 Seccionadores .............................................................................................................................................35 18.3 Grupo I – Meios para travamento...............................................................................................................36 18.4 Portas e tampas...........................................................................................................................................36 19 Requisitos suplementares para fusíveis...................................................................................................36 20 Requisitos suplementares para plugues, tomadas e conectores..........................................................36 20.1 Intertravamento............................................................................................................................................37 20.1.1 Atmosferas explosivas de gás...................................................................................................................37 20.1.2 Atmosferas explosivas de poeiras ............................................................................................................37 20.2 Plugues energizados...................................................................................................................................37 21 Requisitos suplementares para luminárias ..............................................................................................37 21.1 Generalidades..............................................................................................................................................37 Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  5. 5. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados v 21.2 Tampas para luminárias de EPL Gb ou EPL Db.......................................................................................38 21.3 Tampas para luminárias de EPL Gc ou EPL Dc .......................................................................................38 21.4 Lâmpadas especiais....................................................................................................................................38 22 Requisitos suplementares para capacetes com luminária e lanternas de mão ...................................39 22.1 Capacetes com luminárias para o Grupo I ...............................................................................................39 22.2 Capacetes com luminárias e lanternas de mão para o Grupo II e Grupo III..........................................39 23 Equipamentos incorporando acumuladores e baterias ..........................................................................39 23.1 Generalidades..............................................................................................................................................39 23.2 Baterias.........................................................................................................................................................39 23.3 Tipos de acumuladores...............................................................................................................................39 23.4 Acumuladores em uma bateria ..................................................................................................................41 23.5 Valores nominais de baterias.....................................................................................................................41 23.6 Intercambiabilidade.....................................................................................................................................41 23.7 Carga de baterias primárias .......................................................................................................................41 23.8 Vazamentos..................................................................................................................................................41 23.9 Conexões......................................................................................................................................................41 23.10 Posição de montagem.................................................................................................................................41 23.11 Substituição de acumuladores ou baterias ..............................................................................................41 23.12 Bloco de bateria substituível......................................................................................................................41 24 Documentação.............................................................................................................................................42 25 Conformidade do protótipo ou amostra com documentos.....................................................................42 26 Ensaios de tipo ............................................................................................................................................42 26.1 Generalidade................................................................................................................................................42 26.2 Configuração do ensaio..............................................................................................................................42 26.3 Ensaios em misturas explosivas de ensaio .............................................................................................42 26.4 Ensaios dos invólucros ..............................................................................................................................42 26.4.1 Seqüência dos ensaios...............................................................................................................................42 26.4.2 Resistência ao impacto...............................................................................................................................44 26.4.3 Ensaio de queda ..........................................................................................................................................45 26.4.4 Critérios de aceitação .................................................................................................................................46 26.4.5 Grau de proteção (IP) provido por invólucros..........................................................................................46 26.5 Ensaios térmicos.........................................................................................................................................46 26.5.1 Medição de temperatura .............................................................................................................................46 26.5.2 Ensaio de choque térmico..........................................................................................................................48 26.5.3 Ensaio de ignição de pequenos componentes (Grupo I e Grupo II)......................................................48 26.6 Ensaio de torque para buchas ...................................................................................................................49 26.6.1 Procedimento de ensaio .............................................................................................................................49 26.6.2 Critérios de aceitação .................................................................................................................................49 26.7 Invólucros não metálicos ou partes não-metálicas dos invólucros ......................................................49 26.7.1 Generalidades..............................................................................................................................................49 26.7.2 Temperaturas de ensaio .............................................................................................................................50 26.8 Resistência térmica ao calor......................................................................................................................50 26.9 Resistência térmica ao frio.........................................................................................................................50 26.10 Resistência à luz..........................................................................................................................................50 26.10.1 Procedimento de ensaio .............................................................................................................................50 26.10.2 Critérios de aceitação .................................................................................................................................50 26.11 Resistência a agentes químicos para equipamentos elétricos do Grupo I...........................................51 26.12 Continuidade de aterramento.....................................................................................................................51 26.13 Ensaio de resistência de superfície de partes de invólucros de materiais não-metálicos .................52 26.14 Ensaios de carregamento...........................................................................................................................53 26.14.1 Introdução ....................................................................................................................................................53 26.14.2 Princípios do ensaio....................................................................................................................................53 26.14.3 Amostras e equipamentos de ensaio........................................................................................................54 26.14.4 Condições ambientais.................................................................................................................................54 26.14.5 Condicionamento ........................................................................................................................................54 26.14.6 Determinação do método de carregamento mais eficiente ....................................................................54 26.14.7 Avaliação da descarga................................................................................................................................56 Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  6. 6. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 vi © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 26.15 Medição da capacitância.............................................................................................................................57 26.15.1 Procedimento de ensaio .............................................................................................................................57 26.15.2 Critérios de aceitação .................................................................................................................................57 27 Ensaios de rotina.........................................................................................................................................57 28 Responsabilidades do fabricante ..............................................................................................................57 28.1 Conformidade com a documentação ........................................................................................................57 28.2 Certificado....................................................................................................................................................57 28.3 Responsabilidade pela marcação..............................................................................................................57 29 Marcação ......................................................................................................................................................58 29.1 Localização ..................................................................................................................................................58 29.2 Generalidades..............................................................................................................................................58 29.3 Marcação Ex para atmosferas explosivas de gás....................................................................................59 29.4 Marcação Ex para atmosferas explosivas de poeiras .............................................................................60 29.5 Tipos de proteção combinados .................................................................................................................62 29.6 Tipos de proteção múltipla.........................................................................................................................62 29.7 Ga utilizando dois tipos de proteção Gb independentes........................................................................62 29.8 Componentes Ex .........................................................................................................................................62 29.9 Equipamentos e componentes Ex pequenos...........................................................................................63 29.10 Equipamentos e componentes Ex extremamente pequenos .................................................................63 29.11 Marcações de advertência..........................................................................................................................63 29.12 Marcação alternativa de níveis de proteção de equipamentos (EPLs)..................................................64 29.12.1 Marcação alternativa de tipos de proteção para atmosferas explosivas de gás..................................64 29.12.2 Marcação alternativa de tipos de proteção para atmosferas explosivas de poeira.............................65 29.13 Acumuladores e baterias............................................................................................................................65 29.14 Exemplos de marcação...............................................................................................................................66 30 Instruções.....................................................................................................................................................68 30.1 Generalidades..............................................................................................................................................68 30.2 Acumuladores e baterias............................................................................................................................69 Anexo A (normativo) Requisitos suplementares para prensa-cabos..................................................................70 Anexo B (normativo) Requisitos para Componentes Ex ......................................................................................77 Anexo C (informativo) Exemplo de dispositivo para ensaio de resistência ao impacto ...................................79 Anexo D (informativo) Introdução de um método alternativo de avaliação de risco incluindo os “níveis de proteção de equipamento” (EPL) para equipamentos Ex.......................................................................80 Anexo E (informativo) Motores alimentados por conversores.............................................................................85 Bibliografia ................................................................................................................................................................86 Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  7. 7. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados vii Prefácio Nacional A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidade, laboratório e outros). Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras das Diretivas ABNT, Parte 2. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser considerada responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes. A ABNT NBR IEC 60079-0 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03), pela Comissão de Estudo de Requisitos gerais para equipamentos para atmosferas explosivas, tipos de proteção à prova de explosão (Ex “d”), imersão em areia (Ex “q”), imersão em óleo (Ex “o”), encapsulamento em resina (Ex “m”), equipamentos com EPL Ga e prensa cabos (CE-03:031.02). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 08, de 20.08.2008 a 18.09.2008, com o número de Projeto ABNT NBR IEC 60079-0. Esta Norma é uma adoção idêntica, em conteúdo técnico, estrutura e redação, à IEC 60079-0:2007, que foi elaborada pelo Technical Committee Explosive Atmosphere (IEC/TC 31), conforme ISO/IEC Guide 21-1:2005. Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR IEC 60079-0:2006), a qual foi tecnicamente revisada. As mudanças mais significativas com relação à edição anterior são listadas a seguir: ⎯ Requisitos para atmosferas explosivas de poeiras foram transferidos da IEC 61241-0. ⎯ A marcação Grupo “II” simples foi substituída por “IIA”, “IIB” ou “IIC”, uma vez que muitos dos requisitos para os invólucros encontram-se agora alinhados com um subgrupo específico. ⎯ Definidos os grupos para poeiras como Grupos IIIA, IIIB e IIIC. ⎯ Introduzidos limites para radiação ultra-sônica e eletromagnética. ⎯ Requisitos remanescentes de “eletrostática” foram transferidos da IEC 60079-26. ⎯ Introdução dos níveis de proteção de equipamentos (EPL). ⎯ Substituição do termo “aparelho” por “equipamento” (onde apropriado). O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte. Scope This part of ABNT NBR IEC 60079 specifies the general requirements for construction, testing and marking of electrical equipment and Ex components intended for use in explosive atmospheres. Unless modified by one of the standards supplementing this standard, electrical equipment complying with this standard is intended for use in hazardous areas in which explosive atmospheres exist under normal atmospheric conditions of • temperature – 20 °C to + 60 °C; • pressure 80 kPa (0,8 bar) to 110 kPa (1,1 bar); and Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  8. 8. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 viii © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados • air with normal oxygen content, typically 21 % v/v. The application of electrical equipment in atmospheric conditions outside this range requires special consideration and may require additional assessment and testing. NOTA 1 Although the normal atmospheric conditions above give a temperature range for the atmosphere of -20°C to +60°C, the normal ambient temperature range for the equipment is -20°C to +40°C, unless otherwise specified and marked. See 5.1.1. NOTE 2 In designing equipment for operation in explosive atmospheres under conditions other than the atmospheric conditions given above, this standard may be used for guidance. However, additional testing related specifically to the intended conditions of use is recommended. This is particularly important when the types of protection ‘flameproof enclosure “d” (ABNT NBR IEC 60079-1) and ‘intrinsic safety “i” (IEC 60079-11 or IEC 61241-11) are applied. NOTE 3 Requirements given in this standard result from an ignition hazard assessment made on electrical equipment. The ignition sources taken into account are those found associated with this type of equipment, such as hot surfaces, mechanically generated sparks, thermite reactions, electrical arcing and static electric discharge in normal industrial environments. NOTE 4 It is acknowledged that, with developments in technology, it may be possible to achieve the objectives of the ABNT NBR IEC 60079 series of standards in respect of explosion prevention by methods that are not yet fully defined. Where a manufacturer wishes to take advantage of such developments, this Brazilian Standard, as well as other standards in the ABNT NBR IEC 60079 series, may be applied in part. It is intended that the manufacturer prepare documentation that clearly defines how the ABNT NBR IEC 60079 series of standards has been applied, together with a full explanation of the additional techniques employed. The designation “Ex s” has been reserved to indicate a type of protection that is not defined by the ABNT NBR IEC 60079 series of standards, but may be referenced in national requirements. NOTE 5 Where an explosive gas atmosphere and a combustible dust atmosphere are, or may be, present at the same time, the simultaneous presence of both should be considered and may require additional protective measures. This standard does not specify requirements for safety, other than those directly related to the explosion risk. Ignition sources like adiabatic compression, shock waves, exothermic chemical reaction, self ignition of dust, naked flames and hot gases/liquids, are not addressed by this standard. NOTE 6 Such equipment should be subjected to a hazard analysis that identifies and lists all of the potential sources of ignition by the electrical equipment and the measures to be applied to prevent them becoming effective. This standard is supplemented or modified by the following standards concerning specific types of protection: ⎯ ABNT NBR IEC 60079-1: Gas – Flameproof enclosures "d"; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-2: Gas – Pressurized enclosures "p"; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-5: Gas – Powder filling "q"; ⎯ IEC 60079-6: Gas – Oil immersion "o"; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-7: Gas – Increased safety "e"; ⎯ IEC 60079-11: Gas – Intrinsic safety "i"; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-15: Gas – Type of protection “n”; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-18: Gas and Dust – Encapsulation "m"; ⎯ ABNT NBR IEC 61241-1: Dust – Protection by enclosures “tD”; Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  9. 9. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados ix ⎯ IEC 61241-2 (IEC 61241-4): Dust – Pressurization “pD”; ⎯ IEC 61241-11: Dust – Intrinsic safety “iD”. NOTE 7 The former requirements of IEC 61241-18, Encapsulation “mD”, have been incorporated in ABNT NBR IEC 60079-18. This standard is supplemented or modified by the following equipment standards: ABNT NBR IEC 60079-25: Electrical apparatus for explosive gas atmospheres – Part 25: Intrinsically safe systems ABNT NBR IEC 60079-26: Explosive atmospheres – Part 26: Equipment with equipment protection level (EPL) Ga IEC 60079-28: Explosive atmospheres – Part 28: Protection of equipment and transmission systems using optical radiation IEC 62013-1: Caplights for use in mines susceptible to firedamp – Part 1: General requirements – Construction and testing in relation to the risk of explosion IEC 60079-30-1: Explosive atmospheres – Part 30-1: Electrical resistance trace heating – General and testing requirements. This standard with the additional standards mentioned above, are not applicable to the construction of • electromedical apparatus, • shot-firing exploders, • test devices for exploders, and • shot-firing circuits. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  10. 10. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  11. 11. NORMA BRASILEIRA ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 1 Atmosferas explosivas Parte 0: Equipamentos — Requisitos gerais 1 Escopo Esta Parte da ABNT NBR IEC 60079 especifica os requisitos gerais para construção, ensaios e marcação de equipamentos elétricos e componentes “Ex” destinados a utilização em atmosferas explosivas. A menos que modificado por uma das normas que suplementam esta Norma, equipamentos elétricos que estejam de acordo com esta Norma são destinados para utilização em regiões de risco nas quais atmosferas explosivas existam sob condições normais atmosféricas de • temperatura de - 20 °C a + 60 °C; • pressão de 80 kPa (0,8 bar) a 110 kPa (1,1 bar); e • ar com concentração normal de oxigênio, tipicamente 21 % v/v. A aplicação de equipamentos elétricos em condições atmosféricas fora desta faixa requer considerações especiais e pode requerer avaliação e ensaios adicionais. NOTA 1 Embora as condições atmosféricas normais acima indicadas apresentem uma faixa de temperatura para a atmosfera de - 20 °C a + 60 °C, a faixa normal de temperatura ambiente para o equipamento é de - 20 °C a + 40 °C, a menos que de outra forma especificada e marcada. Ver 5.1.1. NOTA 2 No projeto de equipamentos para operação em atmosferas explosivas sob condições atmosféricas outras que as acima indicadas, esta Norma pode ser utilizada como orientação. Entretanto, ensaios adicionais referentes especificamente às condições pretendidas de utilização são recomendados. Isto é particularmente importante onde os tipos de proteção por invólucros à prova de explosão “d” (ABNT NBR IEC 60079-1) e segurança intrínseca “i” (IEC 60079-11 ou IEC 61241-11) são aplicados. NOTA 3 Os requisitos apresentados nesta Norma resultam de uma avaliação de risco de ignição realizada nos equipamentos elétricos. As fontes de ignição levadas em consideração são aquelas encontradas associadas com este tipo de equipamento, tais como superfícies quentes, centelhas geradas mecanicamente, reações térmicas, arcos elétricos e descarga elétrica estática em ambientes industriais normais. NOTA 4 É de conhecimento que, com o desenvolvimento da tecnologia, pode ser possível atingir os objetivos da série ABNT NBR IEC 60079 com respeito à prevenção de explosão por métodos que não são ainda totalmente definidos. Quando um fabricante deseja obter vantagem de tais desenvolvimentos, esta Norma Brasileira, bem como outras normas da série ABNT NBR IEC 60079, pode ser aplicada em parte. É pretendido que o fabricante elabore uma documentação que claramente defina como a série de normas ABNT NBR IEC 60079 tem sido aplicada, em conjunto com uma explanação completa das técnicas adicionais utilizadas. A designação “Ex s” tem sido reservada para indicar um tipo de proteção que não é definido pela série de normas ABNT NBR IEC 60079, mas podem ser referenciadas nos requisitos nacionais. NOTA 5 Quando uma atmosfera explosiva de gás e uma atmosfera combustível de poeira estão, ou podem estar presentes ao mesmo tempo, a presença simultânea de ambos deve ser considerada e pode requerer medidas adicionais de proteção. Esta Norma não especifica requisitos para a segurança, além daquela diretamente relacionada com o risco de explosão. Fontes de risco, tais como compressão adiabática, ondas de choque, reações químicas exotérmicas, auto-ignição de poeiras, chamas expostas e gases/líquidos aquecidos, não são abordadas por esta Norma. NOTA 6 Recomenda-se que tais equipamentos sejam submetidos a uma avaliação de risco que identifique e relacione todas as fontes potenciais de ignição pelo equipamento elétrico e as medidas a serem aplicadas para evitar que os riscos e as fontes de ignição se tornem efetivas. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  12. 12. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 2 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados Esta Norma é suplementada ou modificada pelas seguintes normas referentes a tipos específicos de proteção: ⎯ ABNT NBR IEC 60079-1: Gás – Invólucros à prova de explosão "d"; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-2: Gás – Invólucros pressurizados "p"; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-5: Gás – Imersão em areia "q"; ⎯ IEC 60079-6: Gas – Oil immersion "o"; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-7: Gás – Segurança aumentada "e"; ⎯ IEC 60079-11: Gas – Intrinsic safety "i"; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-15: Gás – Tipo de proteção “n”; ⎯ ABNT NBR IEC 60079-18: Gás e poeiras – Encapsulamento "m"; ⎯ ABNT NBR IEC 61241-1: Poeiras – Proteção por invólucro “tD”; ⎯ IEC 61241-2 (IEC 61241-4): Dust – Pressurization “pD”; ⎯ IEC 61241-11: Dust – Intrinsic safety “iD”. NOTA 7 Os requisitos anteriores da IEC 61241-18, Encapsulamento “mD” foram incorporados na ABNT NBR IEC 60079-18. Esta Norma é suplementada ou modificada pelas seguintes Normas de equipamentos: IEC 60079-25: Electrical apparatus for explosive gas atmospheres – Part 25: Intrinsically safe systems ABNT NBR IEC 60079-26: Atmosferas explosivas – Parte 26: Equipamentos com nível de proteção de equipamento (EPL) Ga IEC 60079-28: Explosive atmospheres – Part 28: Protection of equipment and transmission systems using optical radiation IEC 62013-1: Caplights for use in mines susceptible to firedamp – Part 1: General requirements – Construction and testing in relation to the risk of explosion IEC 60079-30-1: Explosive atmospheres – Part 30-1: Electrical resistance trace heating – General and testing requirements. Esta Norma, juntamente com as normas adicionais mencionadas acima, não é aplicável para a construção de • equipamentos eletromédicos, • detonadores de explosivos, • dispositivos de ensaios para explosivos, e • circuitos explosivos. 2 Referências normativas Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas). IEC 60034-1, Rotating electrical machines – Part 1: Rating and performance IEC 60034-5, Rotating electrical machines – Part 5: Degrees of protection provided by the integral design of rotating electrical machines (IP Code) - Classification Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  13. 13. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 3 ABNT NBR NM IEC 60050(426), Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas – Terminologia ABNT NBR IEC 60079-1, Equipamentos Elétricos para atmosferas explosivas – Parte 1: Invólucro à prova de explosão “d” ABNT NBR IEC 60079-2, Atmosferas explosivas – Parte 2: Proteção de equipamento por invólucro pressurizado "p" IEC 60079-4, Electrical apparatus for explosive gas atmospheres – Part 4: Method of test for ignition temperature ABNT NBR IEC 60079-5, Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas – Parte 5: Imersão em areia "q" IEC 60079-6, Explosive atmospheres – Part 6: Equipment protection by oil-immersion "o" ABNT NBR IEC 60079-7, Atmosferas Explosivas – Parte 7: Proteção de equipamento por segurança aumentada "e" IEC 60079-11, Explosive atmospheres – Part 11: Equipment protection by intrinsic safety "i" ABNT NBR IEC 60079-15, Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas – Parte 15: Construção, ensaio e marcação de equipamentos elétricos com tipo de proteção "n" ABNT NBR IEC 60079-18, Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas – Parte 18: Construção, ensaios e marcação do tipo de proteção para equipamentos elétricos encapsulados "m" IEC 60079-25: Electrical apparatus for explosive gas atmospheres – Part 25: Intrinsically safe systems ABNT NBR IEC 60079-26: Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas de gás – Parte 26: Equipamento com nível de proteção de equipamento (EPL) Ga IEC 60079-28: Explosive atmospheres – Part 28: Protection of equipment and transmission systems using optical radiation IEC 60079-30-1: Explosive atmospheres – Part 30-1: Electrical resistance trace heating – General and testing requirements IEC 60079-31, Explosive atmospheres – Part 31: Equipment dust ignition protection by enclosures “tD” IEC 60086-1, Primary batteries – Part 1: General IEC 60095-1, Lead-acid starter batteries – Part 1: General requirements and methods of test IEC 60192, Low-pressure sodium vapour lamps – Performance specifications IEC 60216-1, Electrical insulating materials – Properties of thermal endurance – Part 1: Ageing procedures and evaluation of test results IEC 60216-2, Electrical insulating materials – Thermal endurance properties – Part 2: Determination of thermal endurance properties of electrical insulating materials – Choice of test criteria IEC 60243-1, Electrical strength of insulating materials – Test methods – Part 1: Tests at power frequencies IEC 60423, Conduits for electrical purposes – Outside diameters of conduits for electrical installations and threads for conduits and fittings ABNT NBR IEC 60529, Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (Código IP) IEC 60622, Secondary cells and batteries containing alkaline or other non-acid electrolytes – Sealed nickel- cadmium prismatic rechargeable single cells Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  14. 14. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 4 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados IEC 60623, Secondary cells and batteries containing alkaline or other non-acid electrolytes – Vented nickel- cadmium prismatic rechargeable single cells IEC 60662, High-pressure sodium vapour lamps IEC 60664-1, Insulation coordination for equipment within low-voltage systems – Part 1: Principles, requirements and tests ABNT NBR IEC 60947-1, Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão – Parte 1: Regras gerais IEC 61056-1, General purpose lead-acid batteries (valve-regulated types) – Part 1: General requirements, functional characteristics – Methods of tests ABNT NBR IEC 61241-1, Equipamentos elétricos para utilização em presença de poeira combustível – Parte 1: Proteção por invólucros "tD" IEC 61241-4, Electrical apparatus for use in the presence of combustible dust – Part 4: Type of protection “pD” IEC 61241-11, Electrical apparatus for use in the presence of combustible dust – Part 11: Protection by intrinsic safety “iD” IEC 61951-1, Secondary cells and batteries containing alkaline and other non-acid electrolytes – Portable sealed rechargeable single cells – Part 1: Nickel-cadmium IEC 61951-2, Secondary cells and batteries containing alkaline or other non-acid electrolytes – Portable sealed rechargeable single cells – Part 2: Nickel-metal hydride IEC 62013-1, Caplights for use in mines susceptible to firedamp – Part 1: General requirements – Construction and testing in relation to the risk of explosion ISO 48, Rubber, vulcanized or thermoplastic – Determination of hardness (hardness between 10 IRHD and 100 IRHD) ISO 178, Plastics – Determination of flexural properties ISO 179 (all parts), Plastics – Determination of Charpy impact properties ABNT NBR ISO 262, Rosca métrica ISO de uso geral - Seleção de diâmetros para parafusos e porcas ISO 273, Fasteners – Clearance holes for bolts and screws ISO 286-2, ISO system of limits and fits – Part 2: Tables of standard tolerance grades and limit deviations for holes and shafts ISO 527-2, Plastics – Determination of tensile properties – Part 2: Test conditions for moulding and extrusion plastics ABNT NBR ISO 965-1, Rosca métrica ISO de uso geral - Tolerâncias – Parte 1: Princípios e dados básicos ABNT NBR ISO 965-3, Rosca métrica ISO de uso geral - Tolerâncias – Parte 3: Afastamentos para roscas de construção ISO 1817, Rubber, vulcanized – Determination of the effect of liquids ISO 4014, Hexagon head bolts – Product grades A and B ISO 4017, Hexagon head screws – Product grades A and B Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  15. 15. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 5 ISO 4026, Hexagon socket set screws with flat point ISO 4027, Hexagon socket set screws with cone point ISO 4028, Hexagon socket set screws with dog point ISO 4029, Hexagon socket set screws with cup point ISO 4032, Hexagon nuts, style 1 – Product grades A and B ISO 4762, Hexagon socket head cap screws ISO 4892-1, Plastics – Methods of exposure to laboratory light sources – Part 1: General guidance ANSI/UL 746B, Polymeric Materials – Long-Term Property Evaluations 3 Termos e definições Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições. Para as definições de quaisquer outros termos, particularmente aqueles de natureza mais geral, consulta deve ser feita à ABNT NBR NM IEC 60050-426 ou outras partes apropriadas do IEV (International Electrotechnical Vocabulary). 3.1 temperatura ambiente temperatura do ar ou outro meio, nas imediações do equipamento ou componente NOTA Esta temperatura não se refere ao meio de qualquer processo, a menos que o equipamento ou componente esteja totalmente imerso no meio deste processo. Ver 5.1.1. 3.2 equipamento associado equipamento elétrico que possui os dois tipos de circuitos, energia limitada e sem energia limitada, e é construído de tal forma que os circuitos sem energia limitada não possam afetar adversamente os circuitos com energia limitada NOTA Equipamentos associados podem ser: a) equipamento elétrico, o qual possui um tipo alternativo de proteção listado nesta Norma para utilização em uma atmosfera explosiva apropriada; b) equipamento elétrico que não possui algum tipo de proteção, o qual não pode ser empregado em atmosfera explosiva, como, por exemplo, um registrador que não é instalado em atmosfera explosiva, mas que está conectado a um termopar situado em atmosfera explosiva, onde apenas o circuito de entrada do registrador é de energia limitada. 3.3 acumuladores e baterias 3.3.1 bateria conjunto de dois ou mais acumuladores conectados eletricamente para aumentar a tensão ou a capacidade 3.3.2 capacidade quantidade de eletricidade ou carga elétrica que uma bateria completamente carregada pode liberar sob condições especificadas Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  16. 16. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 6 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 3.3.3 acumulador conjunto de eletrodos e eletrólito que constitui a menor unidade elétrica de uma bateria 3.3.4 carga ato de forçar a corrente através de um acumulador secundário ou bateria na direção oposta ao fluxo normal, para restaurar a energia 3.3.5 descarga profunda evento que reduz a tensão do acumulador abaixo do recomendado pelo fabricante do acumulador ou bateria 3.3.6 acumulador (ou bateria) de segurança inerente acumulador primário ou bateria na qual a corrente de curto-circuito e a máxima temperatura de superfície são limitadas a valores seguros, através da resistência interna 3.3.7 máxima tensão de circuito aberto (de um acumulador ou bateria) máxima tensão atingida sob condições normais, que é de um acumulador primário ou secundário, logo após carga plena NOTA Ver Tabelas 10 e 11 que mostram a máxima tensão de circuito aberto aceitáveis para acumuladores. 3.3.8 tensão nominal (de um acumulador ou bateria) aquela especificada pelo fabricante 3.3.9 acumulador ou bateria aberta acumulador secundário ou bateria que tem na tampa uma abertura de passagem na qual os produtos gasosos podem ser liberados 3.3.10 acumulador primário ou bateria sistema eletroquímico capaz de produzir energia elétrica por reação química 3.3.11 carga reversa ato de forçar a corrente através do acumulador primário ou secundário na mesma direção do fluxo normal, por exemplo, em uma bateria esgotada 3.3.12 acumulador ou bateria selada acumulador ou bateria que permanece fechado e que não libera gás ou líquido quando operado dentro dos limites de carga ou temperatura especificados pelo fabricante NOTA 1 Tais acumuladores e baterias podem ser equipados com algum dispositivo de segurança para evitar níveis perigosos de pressões internas. O acumulador ou bateria não requer adição de eletrólito e é projetado para operar durante sua vida útil em sua condição selada original. NOTA 2 A definição acima é retirada da IEC 60079-11. É diferente das definições das IEV 486-01-20 e IEV 486-01-21, em virtude do fato de que esta se aplica tanto ao acumulador como à bateria. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  17. 17. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 7 3.3.13 acumulador ou bateria com válvula reguladora selada acumulador ou bateria que é fechada sob condição normal de operação, mas que possui um arranjo que permite a liberação do gás se a pressão interna exceder um valor predeterminado. O acumulador ou bateria normalmente não pode receber adição de eletrólito 3.3.14 acumulador ou bateria secundária sistema eletroquímico recarregável eletricamente, capaz de armazenar e liberar energia elétrica por reação química 3.3.15 recipiente (bateria) invólucro que contém a bateria NOTA A tampa é uma parte do recipiente da bateria. 3.4 buchas dispositivo isolante que transporta um ou mais condutores através de uma parede interna ou externa de um invólucro 3.5 prensa-cabos dispositivo que permite a introdução de um ou mais cabos elétricos e/ou fibra ótica para o interior do equipamento elétrico, de forma a manter o tipo de proteção existente 3.5.1 dispositivo de fixação elemento de um prensa-cabos para evitar tensão ou torção no cabo sendo transmitido para as conexões 3.5.2 elemento de compressão elemento de um prensa-cabos atuando no anel de vedação, assegurando que este realize sua função 3.5.3 anel de vedação anel utilizado em um prensa-cabos ou na entrada de um eletroduto, para assegurar a vedação entre a entrada e o cabo ou eletroduto 3.5.4 prensa-cabos Ex prensa-cabos ensaiado separadamente do invólucro do equipamento, porém certificado como um equipamento que pode ser montado com o invólucro do equipamento durante a instalação 3.6 certificado documento que assegura a conformidade de um produto, processo, sistema, pessoa ou organização com requisitos específicos NOTA O certificado pode ser declaração de conformidade pelo fornecedor ou reconhecimento de conformidade pelo comprador ou certificação (como um resultado da atividade por uma terceira parte), como definido na ISO/IEC 17000. 3.7 entrada de eletrodutos meios de introduzir um eletroduto em um equipamento elétrico, garantindo a manutenção do tipo de proteção existente Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  18. 18. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 8 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 3.8 dispositivos para conexões terminais, parafusos ou outras partes utilizados para as conexões elétricas dos condutores dos circuitos externos 3.9 temperatura de operação contínua COT temperatura máxima que assegura a estabilidade e a integridade do material frente à expectativa de vida do equipamento, ou parte, na utilização prevista 3.10 grau de proteção de invólucro IP classificação numérica de acordo com a ABNT NBR IEC 60529, precedida pelo símbolo IP, aplicado ao invólucro do equipamento elétrico para proporcionar ⎯ proteção de pessoas contra o contato ou aproximação a partes vivas e contra o contato com partes móveis dentro do invólucro (exceto eixos rotativos lisos ou similares), ⎯ proteção do equipamento elétrico contra o ingresso de objetos sólidos estranhos, e ⎯ quando indicado pela classificação, proteção do equipamento elétrico contra a penetração prejudicial de água NOTA 1 Os requisitos detalhados de ensaio para máquinas elétricas rotativas estão na IEC 60034-5. NOTA 2 O invólucro que possua o grau de proteção IP não necessariamente é idêntico ao invólucro do equipamento para o tipo de proteção listado no Prefácio. 3.11 poeira termo genérico incluindo poeira combustível e partículas suspensas combustíveis 3.11.1 poeira combustível partículas sólidas finamente divididas, 500 µm ou de tamanhos menores, que podem estar suspensas no ar, podendo sair pela atmosfera sob seu próprio peso, que podem queimar ou derreter no ar, e podem formar misturas explosivas com o ar à pressão atmosférica e temperatura normais NOTA 1 Isto inclui poeira e areia como definido na ISO 4225. NOTA 2 O termo partículas sólidas está sendo utilizado para indicar partículas na fase sólida e não na fase gasosa ou líquida, mas não impossibilita uma partícula oca. 3.11.1.1 poeira condutivo poeira combustível com resistividade elétrica igual ou menor do que 103 Ω.m NOTA A IEC 61241-2-2 contém o método de ensaio para determinar a resistividade elétrica de poeiras. 3.11.1.2 poeira não condutiva poeira combustível com resistividade elétrica maior do que 103 Ω.m Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  19. 19. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 9 3.11.2 partículas suspensas combustíveis partículas sólidas, incluindo fibras, maiores do que 500 µm em tamanho nominal, que podem estar suspensas no ar, podendo sair pela atmosfera sob seu próprio peso NOTA Exemplos de partículas suspensa incluem rayon, algodão (incluindo gazes de algodão e refugo de algodão), sisal, juta, cânhamo, fibra de cacau, fibra de juta ou cânhamo impregnada com alcatrão e fardo de refugo de paina. 3.12 invólucro à prova de poeira invólucro capaz de excluir o ingresso de depósitos de partículas de poeiras visíveis 3.13 invólucro protegido contra poeira invólucro no qual o ingresso de poeira não está totalmente excluído, mas é improvável a entrada em quantidade suficiente para interferir com a operação segura do equipamento e não acumula em uma posição dentro do invólucro onde é propenso causar um risco de ignição 3.14 equipamento elétrico itens aplicáveis a um todo ou em parte, para utilização de energia elétrica NOTA Isto inclui, entre outros, itens para geração, transmissão, distribuição, armazenamento, medição, regulação, conversão e consumo de energia elétrica e itens para telecomunicações. 3.15 parâmetros elétricos – equipamentos com limitação de energia 3.15.1 capacitância externa máxima Co máxima capacitância que pode ser conectada aos dispositivos de conexão do equipamento sem invalidar o tipo de proteção 3.15.2 indutância externa máxima Lo máximo valor de indutância que pode ser conectada aos dispositivos de conexão do equipamento sem invalidar o tipo de proteção 3.15.3 máxima corrente de entrada Ii máxima corrente (de pico c.a. ou c.c.) que pode ser aplicada aos dispositivos de conexão do equipamento sem invalidar o tipo de proteção 3.15.4 máxima potência de entrada Pi potência máxima que pode ser aplicada aos dispositivos de conexão do equipamento sem invalidar o tipo de proteção Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  20. 20. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 10 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 3.15.5 máxima tensão de entrada Ui máxima tensão (de pico c.a. ou c.c.) que pode ser aplicada aos dispositivos de conexão do equipamento sem invalidar o tipo de proteção 3.15.6 máxima capacitância interna Ci máxima capacitância interna equivalente de um equipamento que aparece através dos dispositivos de conexão 3.15.7 máxima indutância interna Li máxima indutância interna equivalente do equipamento que aparece nos dispositivos de conexão 3.15.8 máxima corrente de saída Io máxima corrente (de pico c.a. ou c.c.) no equipamento que pode ser obtida dos terminais de conexão do equipamento 3.15.9 máxima potência de saída Po máxima potência elétrica que pode ser obtida de um equipamento 3.15.10 máxima tensão de saída Uo máxima tensão (de pico c.a. ou c.c.) que pode aparecer no dispositivo de conexão do equipamento a qualquer tensão aplicada até a máxima tensão 3.15.11 máxima tensão eficaz c.a. ou tensão c.c. Um máxima tensão que pode ser aplicada ao dispositivo de conexão de energia não limitada do equipamento associado, sem invalidar o tipo de proteção 3.16 invólucro todas as paredes, portas, tampas, prensa-cabos, hastes, fusos, eixos etc. que contribuem para o tipo de proteção e/ou grau de proteção IP do equipamento elétrico 3.17 equipamento (para atmosferas explosivas) termo geral incluindo equipamentos, acessórios, dispositivos, componentes e similares, utilizados como uma parte de ou em conexão com uma instalação elétrica em uma atmosfera explosiva 3.18 nível de proteção de equipamento EPL nível de proteção atribuído ao equipamento baseado em sua probabilidade de se tornar uma fonte de ignição e distinguindo as diferenças entre atmosfera explosiva de gás, atmosfera explosiva de poeira e atmosfera explosiva em minas susceptíveis a grisu. NOTA O nível de proteção de equipamento pode opcionalmente ser empregado como parte de uma completa avaliação de risco de uma instalação; ver ABNT NBR IEC 60079-14. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  21. 21. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 11 3.18.1 EPL Ma equipamento para instalação em uma mina suscetível a grisu, tendo um nível “muito alto” de proteção, o qual possui segurança suficiente que é improvável que se torne uma fonte de ignição em operação normal, durante maus funcionamentos previstos ou durante maus funcionamentos raros, mesmo quando deixado energizado na presença de uma explosão de gás 3.18.2 EPL Mb equipamento para instalação em uma mina suscetível a grisu, tendo um nível de proteção “alto”, o qual possui segurança suficiente que é improvável que se torne uma fonte de ignição em operação normal ou durante mau funcionamento previsto em um tempo expandido na explosão de gás e o equipamento sendo dezenergizado 3.18.3 EPL Ga equipamento para atmosfera explosiva de gás, tendo um nível de proteção “muito alto”, o qual não é uma fonte de ignição em operação normal, durante mau funcionamento previsto ou durante maus funcionamentos raros 3.18.4 EPL Gb equipamento para atmosferas explosivas de gás, tendo um nível de proteção “alto”, o qual não é uma fonte de ignição em operação normal ou durante mau funcionamento previsto 3.18.5 EPL Gc equipamento para atmosfera explosiva de gás, tendo um nível de proteção “elevado”, o qual não é uma fonte de ignição em operação normal e que pode ter alguma proteção adicional para assegurar que este permanece inativo como uma fonte de ignição no caso de ocorrências regulares previstas (por exemplo, falha de uma lâmpada) 3.18.6 EPL Da equipamento para atmosfera explosiva de poeira, tendo um nível de proteção “muito alto”, o qual não é uma fonte de ignição em operação normal, durante maus funcionamentos previstos, ou durante maus funcionamentos raros 3.18.7 EPL Db equipamento para atmosfera explosiva de poeira, tendo um nível de proteção “alto”, o qual não é uma fonte de ignição em operação normal ou durante maus funcionamentos previstos 3.18.8 EPL Dc equipamento para uso em atmosfera explosiva de poeira, tendo um nível de proteção “elevado”, o qual não é uma fonte de ignição em operação normal e que pode ter alguma proteção adicional para assegurar que este permanece inativo como uma fonte de ignição no caso de ocorrências regulares previstas (por exemplo, falha de uma lâmpada) 3.19 bujão Ex bujão roscado ensaiado separadamente do invólucro do equipamento, mas tendo um certificado de equipamento e que é previsto para ser montado no invólucro do equipamento sem considerações adicionais NOTA 1 Isto não impossibilita um certificado de componente Ex para bujões. NOTA 2 Bujões não roscados não são considerados equipamentos. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  22. 22. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 12 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 3.20 componente Ex parte do equipamento elétrico ou um módulo (exceto um prensa-cabo Ex), marcado com o símbolo “U”, que não é previsto para utilização individual e necessita de consideração adicional quando incorporado em um equipamento elétrico ou em um sistema para uso em atmosferas explosivas 3.21 adaptador roscado Ex adaptador roscado ensaiado separadamente do invólucro, mas tendo um certificado de equipamento e que é previsto para uso em montagem ao invólucro de equipamento sem considerações adicionais NOTA Isto não impossibilita um certificado de componente Ex para adaptadores roscados. 3.22 atmosfera explosiva mistura com ar, sob condições atmosféricas, de uma substância inflamável na forma de gás, vapor, poeira, fibras ou partículas suspensas, na qual, após ignição permite auto-sustentação de propagação 3.23 atmosfera explosiva de poeira mistura com ar, sob condições atmosféricas, de substâncias inflamáveis na forma de poeira, ou partículas suspensas, na qual após ignição permite auto-sustentação da propagação 3.24 atmosfera explosiva de gás mistura com ar, sob condições atmosféricas de substâncias inflamáveis em forma de gás ou vapor, na qual, após a ignição, permite a auto-sustentação de propagação da chama 3.25 mistura explosiva de ensaio mistura explosiva especificada utilizada para o ensaio de equipamentos elétricos empregados em atmosferas explosivas de gás 3.26 temperatura de ignição de uma atmosfera explosiva de gás menor temperatura de uma superfície aquecida, a qual, sob condições especificadas na IEC 60079-4, provoca a ignição de uma substância inflamável na forma de uma mistura de gás ou vapor com o ar 3.27 temperatura de ignição de uma camada de poeira menor temperatura de uma superfície aquecida, na qual, a ignição ocorre em uma camada de poeira de uma espessura especificada sob uma superfície aquecida NOTA A temperatura de ignição de uma camada de poeira pode ser determinada pelo método de ensaio dado na IEC 61241-2-1. 3.28 temperatura de ignição de uma nuvem de poeira menor temperatura de uma parede interna aquecida de um forno, na qual a ignição ocorre em uma nuvem de poeira no ar contido dentro dele NOTA A temperatura de ignição de uma nuvem de poeira pode ser determinada pelo método de ensaio dado na IEC 61241-2-1. 3.29 mau funcionamento equipamento ou componentes que não desempenham a sua função pretendida com respeito à proteção de explosão Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  23. 23. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 13 NOTA Para a finalidade desta Norma isto pode acontecer devido a uma variedade de motivos, incluindo: ⎯ falha de um (ou mais) das partes componentes do equipamento ou componentes; ⎯ distúrbios externos (por exemplo, choque, vibração, campos eletromagnéticos); ⎯ erro ou deficiência de projeto (por exemplo, erro de software); ⎯ distúrbio da fonte de alimentação ou outros serviços; ⎯ perda de controle do operador (especialmente para equipamento operado manualmente). 3.29.1 mau funcionamento previsto distúrbios ou falhas no equipamento que normalmente ocorrem na prática 3.29.2 mau funcionamento raro tipo de mau funcionamento que é de conhecimento acontecer, mas apenas em circunstâncias raras. Dois maus funcionamentos previstos independentes que, separadamente, não podem criar uma fonte de ignição, mas que em combinação criam a fonte de ignição, são considerados um único mau funcionamento raro 3.30 temperatura máxima de superfície maior temperatura alcançada em serviço, sob as condições mais adversas (mas dentro das tolerâncias especificadas), por qualquer parte ou superfície de um equipamento elétrico NOTA 1 Para equipamento elétrico em uma atmosfera explosiva de gás, esta temperatura pode ocorrer em um componente interno ou na superfície externa do invólucro, dependendo do tipo de proteção empregado. NOTA 2 Para equipamento elétrico em uma atmosfera explosiva de poeira, esta temperatura ocorre na superfície externa do invólucro e pode incluir uma condição definida de camada de poeira. 3.31 operação normal operação do equipamento em conformidade mecânica e elétrica com a especificação de seu projeto e utilizado dentro dos limites especificados pelo fabricante NOTA 1 Os limites especificados pelo fabricante podem incluir condições de operação contínua, por exemplo, operação de um motor sob um ciclo de trabalho. NOTA 2 Variação da tensão de alimentação dentro de limites estabelecidos e qualquer outra tolerância operacional fazem parte da operação normal. 3.32 frequências de radio 3.32.1 tempo médio tempo sobre o qual a potência limiar é medida 3.32.2 transmissão contínua transmissão onde a duração do pulso é maior do que a metade do tempo de iniciação térmica 3.32.3 transmissão pulsada transmissão onde a duração do pulso é menor do que a metade do tempo de iniciação térmica, mas o tempo entre dois pulsos consecutivos, entretanto, é mais longo do que três vezes o tempo de iniciação térmica Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  24. 24. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 14 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 3.32.4 tempo de iniciação térmica tempo durante o qual a energia depositada por uma centelha acumula em um pequeno volume de gás ao seu redor, sem dissipação térmica significante NOTA Para tempos menores do que o tempo de iniciação térmica, a energia total depositada por uma centelha determina se a ignição ocorre ou não. Para tempos mais longos, a potência ou taxa na qual a energia é depositada se tornam os fatores determinantes para a ignição. 3.32.5 energia limiar Zth para uma descarga de freqüência de radio pulsada, a energia máxima de um único pulso que pode ser extraída de um corpo receptor 3.32.6 potência limiar Pth produto da potência efetiva de saída do transmissor multiplicada pelo ganho da antena 3.33 valor nominal valor de uma grandeza, geralmente atribuída pelo fabricante, para uma condição operacional especificada de um componente, dispositivo ou equipamento 3.34 características nominais conjunto de valores nominais e condições operacionais 3.35 conjunto de bateria substituível montagem consistindo em um ou mais acumuladores interconectados, juntamente com qualquer componente de proteção integrado, que podem formar uma bateria substituível completa 3.36 temperatura de serviço temperatura atingida quando o equipamento está operando sob suas condições nominais NOTA Cada equipamento pode atingir diferentes temperaturas de serviço em diferentes partes. 3.37 símbolo “U” símbolo utilizado para denotar um componente Ex NOTA O símblo “U” é utilizado para identificar que o equipamento está incompleto e não está adequado para instalação sem avaliação adicional. 3.38 símbolo “X” símbolo utilizado para denotar condição especial para utilização NOTA O símbolo “X” é utilizado para fornecer um meio de identificação de que informações essenciais para a instalação, utilização e manutenção do equipamento estão contidas no certificado. 3.39 compartimento de terminais compartimento separado ou parte do invólucro principal, com ou sem comunicação com o invólucro principal, e contendo os dispositivos para conexões Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  25. 25. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 15 3.40 ensaios, de rotina ensaio para o qual cada dispositivo individual está sujeito durante ou depois de fabricado, para verificar se este está de acordo com determinados critérios 3.41 ensaios, de tipo ensaio de um ou mais dispositivos feito para um determinado projeto, para demonstrar que o projeto está de acordo com determinadas especificações 3.42 tipo de proteção medidas específicas aplicadas ao equipamento elétrico para evitar a ignição de uma atmosfera explosiva ao seu redor 3.43 tensão de trabalho maior valor de tensão eficaz c.a. ou c.c. através de qualquer isolação especial que pode ocorrer quando o equipamento é alimentado à tensão nominal NOTA 1 Transientes são desconsiderados. NOTA 2 Ambas as condições de circuito aberto e condições normais de operação devem ser levadas em consideração 4 Grupos de equipamentos Os equipamentos elétricos para atmosferas explosivas são divididos entre os seguintes grupos: 4.1 Grupo I Equipamento elétrico do Grupo I é destinado para utilização em minas de carvão suscetíveis ao gás metano (grisu). NOTA Os tipos de proteção para o Grupo I levam em consideração a ignição do grisu e da poeira de carvão, juntamente com proteção física aumentada para equipamentos de utilização subterrânea. Equipamentos elétricos destinados a minas, onde a atmosfera, além de grisu, pode conter proporções significantes de outros gases inflamáveis (isto é, outros que não o metano), devem ser construídos e ensaiados de acordo com os requisitos referentes ao Grupo I e também da subdivisão do Grupo II, correspondente aos outros gases inflamáveis significantes. Estes equipamentos elétricos devem então ser marcados apropriadamente (por exemplo, “Ex d I/IIB T3” ou “Ex d I/II (NH3)”). 4.2 Grupo II Equipamento elétrico do Grupo II é destinado para utilização em locais com uma atmosfera explosiva de gás que não minas suscetíveis ao grisu. Equipamento elétrico do Grupo II é subdividido de acordo com a natureza da atmosfera explosiva de gás para o qual é destinado. Subdivisões do Grupo II • IIA, um gás típico é o propano • IIB, um gás típico é o etileno • IIC, um gás típico é o hidrogênio NOTA 1 Esta subdivisão é baseada no máximo interstício experimental seguro (MESG) ou a proporção de corrente mínima de ignição (proporção MIC) da atmosfera explosiva de gás na qual o equipamento pode ser instalado. (Ver IEC 60079-12 e ABNT NBR IEC 60079-20). Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  26. 26. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 16 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados NOTA 2 Equipamento marcado IIB é adequado para aplicações que requerem equipamento do Grupo IIA. Similarmente, equipamento marcado IIC é adequado para aplicações que requerem equipamento dos Grupos IIA ou IIB. 4.3 Grupo III Equipamento elétrico do Grupo III é destinado para utilização em locais com uma atmosfera explosiva de poeiras que não minas suscetíveis a grisu. Equipamento elétrico do Grupo III é subdividido de acordo com a natureza da atmosfera explosiva de poeira para o qual ele é destinado. Subdivisões do Grupo III: • IIIA: fibras combustíveis • IIIB: poeiras não condutoras • IIIC: poeiras condutoras NOTA Equipamento marcado IIIB é adequado para aplicações que requerem equipamento do Grupo IIIA. Similarmente, equipamento marcado IIIC é adequado para aplicações que requerem equipamento do Grupo IIIA ou IIIB. 4.4 Equipamentos para uma atmosfera explosiva particular O equipamento elétrico pode ser ensaiado para uma atmosfera explosiva específica. Neste caso, a informação deve ser registrada no certificado e o equipamento elétrico marcado adequadamente. 5 Temperaturas 5.1 Influências ambientais 5.1.1 Temperatura ambiente Equipamento elétrico projetado para utilização em uma faixa de temperatura ambiente normal entre - 20 °C a + 40 °C não requer marcação da faixa de temperatura ambiente. Entretanto, equipamento elétrico projetado para utilização em outra faixa de temperatura que não a normal é considerado especial. A marcação deve então incluir o símbolo Ta ou Tamb junto com ambas as temperaturas ambiente mais alta e mais baixa ou, se isto for impraticável, o símbolo “X” deve ser utilizado para indicar condições específicas de utilização que incluam as temperaturas ambientes mais alta e mais baixa. Ver alínea e) de 29.2 e Tabela 1. NOTA A faixa de temperatura ambiente pode ser uma faixa reduzida, por exemplo - 5 °C ≤ Tamb ≤ 15 °C. Tabela 1 — Temperaturas ambientes em serviço e marcação adicional Equipamento elétrico Temperatura ambiente em serviço Marcação adicional Normal Máxima: + 40 °C Mínima: - 20 °C Nenhuma Especial Especificada pelo fabricante Ta or Tamb com a faixa especial, por examplo, - 30 °C ≤ Ta ≤ + 40 °C ou o símbolo “X” 5.1.2 Fonte externa de aquecimento ou resfriamento Onde o equipamento elétrico for projetado para ser conectado fisicamente a uma fonte externa separada de aquecimento ou resfriamento, tal como um processo de aquecimento ou esfriamento por vaso ou duto, os valores nominais da fonte externa devem ser especificados nas instruções do fabricante. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  27. 27. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 17 NOTA 1 A forma pela qual estes valores nominais são expressos varia de acordo com a natureza da fonte. Para fontes em geral maiores do que o equipamento, a máxima ou mínima temperatura será usualmente suficiente. Para fontes em geral menores do que o equipamento ou para condução de calor através do isolamento térmico, a taxa de fluxo de calor pode ser apropriada. NOTA 2 Pode ser necessária a consideração da influência da radiação do calor na instalação final. Ver ABNT NBR IEC 60079-14. 5.2 Temperatura de serviço Quando esta Norma ou a norma específica do tipo de proteção, requerer que a temperatura de serviço seja determinada em qualquer ponto do equipamento, a temperatura deve ser determinada para o valor nominal do equipamento elétrico quando o equipamento for submetido à máxima ou mínima temperatura ambiente e, quando aplicável, o valor nominal máximo da fonte externa de aquecimento ou resfriamento. A temperatura de ensaio de serviço, quando requerida, deve estar de acordo com 26.5.1. NOTA O valor nominal do equipamento elétrico inclui a temperatura ambiente, características da alimentação elétrica e carga, ciclo de serviço ou tipo de serviço, como especificado pelo fabricante. 5.3 Máxima temperatura de superfície 5.3.1 Determinação da máxima temperatura de superfície A temperatura máxima de superfície deve ser determinada de acordo com 26.5.1 ou o requisito específico da norma do tipo de proteção, e quando o equipamento for submetido à temperatura máxima ambiente e, quando aplicável, o valor nominal máximo da fonte externa de aquecimento. 5.3.2 Limitação da máxima temperatura de superfície 5.3.2.1 Equipamentos elétricos do Grupo I Para equipamento elétrico do Grupo I, a temperatura máxima de superfície deve ser especificada em documentação aplicável, de acordo com a Seção 24. Esta temperatura máxima de superfície não deve exceder ⎯ 150 ºC sobre qualquer superfície onde possa se formar uma camada de poeira de carvão, ⎯ 450 ºC onde não é provável que se forme uma camada de poeira de carvão (por exemplo, dentro de um invólucro protegido contra poeira). NOTA Quando selecionando um equipamento elétrico do Grupo I, o usuário deve levar em consideração a influência e a temperatura latente da poeira de carvão, se existir a possibilidade deste ser depositado em uma camada em superfícies com temperaturas acima de 150 ºC. 5.3.2.2 Equipamentos elétricos do Grupo II A temperatura máxima de superfície determinada (ver 26.5.1) não deve exceder: ⎯ a classe de temperatura atribuída (ver Tabela 2), ou ⎯ a máxima temperatura de superfície atribuída, ou ⎯ se apropriado, a temperatura de ignição do gás específico para o qual é destinado. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  28. 28. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 18 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados Tabela 2 — Classificação da temperatura máxima de superfície para equipamentos elétricos do Grupo II Classe de temperatura Máxima temperatura de superfície °C T1 T2 T3 T4 T5 T6 450 300 200 135 100 85 NOTA Mais do que uma classe de temperatura pode ser estabelecida para diferentes temperaturas ambiente e diferentes fontes externas de aquecimento e resfriamento. 5.3.2.3 Equipamentos elétricos do Grupo III 5.3.2.3.1 Máxima temperatura de superfície determinada sem uma camada de poeira A temperatura máxima de superfície determinada (ver 26.5.1) não deve exceder: ⎯ a máxima temperatura de superfície atribuída; ⎯ a temperatura de ignição da camada ou nuvem de poeira combustível específica para o qual este é destinado. 5.3.2.3.2 Máxima temperatura de superfície com relação a camadas de poeira Adicionalmente à temperatura máxima de superfície requerida em 5.3.2.3.1, a temperatura máxima de superfície pode também ser determinada por uma dada espessura da camada, TL, de poeira ao redor de todos os lados do equipamento, a menos que especificado em contrário na documentação, e marcado com o símbolo “X” para indicar esta condição específica de utilização de acordo com a alínea d) de 29.4. NOTA 1 A máxima espessura da camada, TL, pode ser especificada pelo fabricante. NOTA 2 Informações adicionais na aplicação do equipamento onde camadas de poeiras de até 50 mm podem se acumular no equipamento são apresentadas na IEC 61241-14. 5.3.3 Temperatura de componentes pequenos para equipamentos elétricos para Grupo I ou Grupo II A temperatura máxima de superfície não deve exceder a classe de temperatura, a menos que submetida ao seguinte. Pequenos componentes, por exemplo, transistores ou resistores, cuja temperatura exceda aquela permitida para a classificação de temperatura, devem ser aceitos, desde que estejam de acordo com um dos seguintes: a) quando ensaiados de acordo com 26.5.3, pequenos componentes não devem causar a ignição da mistura inflamável, e nenhuma deformação ou deterioração causada pela alta temperatura deve prejudicar o tipo de proteção; ou b) para a classificação T4 e para o Grupo I, pequenos componentes devem estar de acordo com a Tabela 3a e Tabela 3b; ou c) para a classificação T5, a temperatura de superfície de um componente com uma área de superfície menor do que 1 000 mm2 (excluindo os cabos terminais) não deve exceder 150 ºC. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  29. 29. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 19 Tabela 3a — Avaliação da classificação de temperatura de acordo com o tamanho do componente à temperatura ambiente de 40 °C Grupo IGrupo II T4 Poeiras excluídas Temperatura máxima de superfície Máxima dissipação de potência Temperatura máxima de superfície Máxima dissipação de potência Área total da superfície excluindo os cabos terminais °C W °C W < 20 mm2 275 950 ≥ 20 mm2 ≤ 1 000 mm2 200, ou 1,3 3,3 > 1 000 mm2 1,3 3,3 Tabela 3b — Avaliação da classificação de temperatura de acordo com o tamanho do componente – Variação na máxima potência de dissipação com a temperatura ambiente Temperatura máxima ambiente °C Grupo do equipamento 40 50 60 70 80 Grupo II 1,3 1,25 1,2 1,1 1,0Máxima dissipação de potência W Grupo I 3,3 3,22 3,15 3,07 3,0 Para potenciômetros, a superfície a ser considerada deve ser a superfície do elemento de resistência e não a superfície externa do componente. O arranjo de montagem e os efeitos de dissipação térmica e de resfriamento da construção do potenciômetro como um todo devem ser levados em consideração durante o ensaio. A temperatura deve ser medida com a corrente que circula sob as condições de ensaio requeridas pela norma para o tipo de proteção específico. Se este resultar em um valor de resistência menor do que 10 % do valor da resistência medida, a medição deve ser feita a 10 % do valor da resistência. Para áreas de superfície não maiores do que 1 000 mm2 , a temperatura de superfície pode exceder aquela para a classe de tempertura marcada para equipamentos elétricos do Grupo II ou a correspondente temperatura de superfície máxima para equipamentos elétricos do Grupo I, se não houver risco de ignição a partir destas superfícies, com uma margem de segurança de • 50 K para T1, T2 e T3, • 25 K para T4, T5 e T6 e Grupo I. Esta margem de segurança deve ser assegurada pela experiência com componentes similares, ou por ensaios nos próprios equipamentos elétricos, em misturas explosivas representativas. NOTA Durante os ensaios, a margem de segurança deve ser provida mediante o aumento da temperatura ambiente. 6 Requisitos para todos os equipamentos elétricos 6.1 Generalidades Equipamentos elétricos e componentes Ex devem a) estar de acordo com os requisitos desta Norma, juntamente com uma ou mais das normas específicas relacionadas na Seção 1, e NOTA 1 Estas normas específicas podem alterar os requisitos desta Norma. NOTA 2 Todos os requisitos para prensa-cabos marcados com tipo de proteção “e” estão estabelecidos na ABNT NBR IEC 60079-0. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  30. 30. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 20 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados b) ser fabricados de acordo com os requisitos de segurança aplicáveis das normas industriais relevantes. NOTA 3 Não é requisito desta Norma que o organismo de certificação verifique a conformidade com estes requisitos. Recomenda-se que o fabricante indique a conformidade pela marcação do equipamento ou componente de acordo com a Seção 29 (e declare as bases de atendimento de conformidade em documentação; ver Seção 28). NOTA 4 Se o equipamento elétrico ou componente Ex for destinado a suportar condições de serviço particularmente adversas (por exemplo, manuseio severo, efeitos de umidade, variações da temperatura ambiente, efeitos de agentes químicos, corrosão), recomenda-se que estas sejam especificadas para o fabricante pelo usuário. Se a certificação for exigida, não é requisito desta Norma que o organismo de certificação confirme a adequação para as condições adversas. Precauções especiais devem ser levadas em consideração quando efeitos de vibração nos terminais, porta-fusíveis, soquetes e conexões condutoras de corrente em geral puderem prejudicar a segurança, a menos que eles estejam de acordo com normas específicas. 6.2 Resistência mecânica do equipamento O equipamento deve ser submetido aos ensaios de 26.4. Grades de proteção contra impacto devem ser removidas somente com a utilização de ferramenta e devem permanecer instaladas para o ensaio de impacto exigido. 6.3 Tempos de abertura Invólucros que possam ser abertos mais rapidamente do que a) qualquer capacitor incorporado, carregado por uma tensão de 200 V ou maior, para ser descarregado a um valor de energia residual de ⎯ 0,2 mJ para equipamento elétrico do Grupo I ou Grupo IIA, ⎯ 0,06 mJ para equipamento elétrico do Grupo IIB, ⎯ 0,02 mJ para equipamento elétrico do Grupo IIC, incluindo equipamento marcado somente para o Grupo II, ⎯ 0,2 mJ para equipamento elétrico do Grupo III, ou o dobro dos níveis de energia indicados acima, se a tensão de carga for menor do que 200 V, ou b) a temperatura de superfície de componentes aquecidos enclausurados é reduzida para valores abaixo da máxima temperatura de superfície atribuída do equipamento elétrico devem ser marcados com uma das seguintes advertências: ⎯ invólucro com marcação de intervalo de tempo para abertura como especificado na alínea a) de 29.11; ou ⎯ uma marcação de abertura do invólucro como especificado na alínea b) de 29.11. 6.4 Correntes circulantes Quando necessário, precauções devem ser levadas em consideração para proteção contra qualquer efeito devido à presença de correntes circulantes causadas por campos magnéticos fortuitos, e arcos ou centelhas que possam ocorrer como resultado da interrupção de tais correntes, ou temperaturas excessivas causadas por tais correntes. NOTA 1 Campos magnéticos fortuitos podem resultar em significante fluxo de correntes no invólucro de máquina elétricas girantes, especialmente durante a partida de motores. Isto é importante para evitar faiscamento da interrupção intermitente destas correntes. NOTA 2 Exemplos de precauções que podem ser tomadas incluem: ⎯ a existência de ligação eqüipotencial; ou ⎯ a existência de uma quantidade adequada de dispositivos de fixação. Condutores de ligação devem ser tais que conduzam apenas através dos pontos de conexão projetados e não através de quaisquer juntas isoladas. De forma a assegurar transferência confiável da corrente sem o risco de produzir centelhas sob condições operacionais adversas, tais como vibração ou corrosão, as conexões devem ser protegidas contra corrosão e afrouxamentos de acordo com 15.4. Cuidados particulares devem ser considerados para condutores flexíveis nus próximos das partes conectadas. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  31. 31. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 21 Condutores de ligação não são requeridos onde a isolação assegure que correntes circulantes não possam fluir entre as partes. A isolação de tais partes deve ser capaz de suportar um ensaio de 100 V eficaz por 1 min. Entretanto, provisão deve ser feita para aterramento adequado das partes condutoras expostas isoladas. 6.5 Retenção das vedações Onde o grau de proteção provido pelo invólucro dependa de uma junta de vedação (gaxeta) que é destinada a ser aberta para as finalidades de instalação ou manutenção, gaxetas devem ser instaladas ou fixadas a uma das faces de contato para evitar perdas, danos ou montagem incorreta. O material da gaxeta não deve aderir à outra face da junta. NOTA Um adesivo pode ser utilizado para fixar a gaxeta a uma das faces de contato. 6.6 Equipamentos com energia irradiante eletromagnética e ultra-sônica Os níveis de energia não devem exceder os valores apresentados abaixo. NOTA Orientações adicionais na aplicação de fontes radiantes de potência mais alta podem ser encontradas na CLC/TR50427. 6.6.1 Fontes de freqüência de radio A potência limiar de freqüência de radio (9 kHz a 60 GHz) para transmissões contínuas e para transmissões pulsadas cujas durações de pulso excedam o tempo de iniciação térmica não deve exceder os valores mostrados na Tabela 4. Controles programáveis ou softwares destinados a serem ajustados pelo usuário não são permitidos. Tabela 4 — Potência limiar de freqüência de radio Equipamento para Potência limiar W Tempo de iniciação térmica (Período médio) μs Grupo I 6 200 Grupo IIA 6 100 Grupo IIB 3,5 80 Grupo IIC 2 20 Grupo III 6 200 NOTA Os mesmos valores são aplicados para equipamentos com EPLs Ma, Mb, Ga, Gb, Da, Db, ou Dc devido aos grandes fatores de segurança envolvidos. Para radar pulsado e outras transmissões onde os pulsos são curtos comparados com o tempo de iniciação térmica, os valores de energia limiar Zth não devem exceder aqueles apresentados na Tabela 5. Tabela 5 — Energia limiar de rádio freqüência Equipamento para Energia limiar Zth μJ Grupo I 1 500 Grupo IIA 950 Grupo IIB 250 Grupo IIC 50 Grupo III 1 500 Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS
  32. 32. ABNT NBR IEC 60079-0:2008 22 © IEC 2007 - © ABNT 2008 - Todos os direitos reservados 6.6.2 Lasers ou outras fontes de ondas contínuas NOTA Os valores para EPL Ga, Gb e Gc podem ser encontrados na IEC 60079-28. Os parâmetros de saída dos lasers ou de outras fontes de ondas contínuas de equipamento elétrico com EPL Ma ou Mb não devem exceder os seguintes valores: • 20 mW/mm2 ou 150 mW para lasers de onda contínua e outras fontes de onda contínua, e • 0,1 mJ/mm2 para lasers pulsantes ou fontes de luz pulsantes com intervalos de pulso de pelo menos 5 s. Os parâmetros de saída dos lasers ou outras fontes de onda contínua de equipamento elétrico com EPL Da ou Db não devem exceder os seguintes valores: • 5 mW/mm2 ou 35 mW para lasers de onda contínua e outras fontes de onda contínua, e • 0,1 mJ/mm2 para lasers pulsantes ou fontes de luz pulsantes com intervalos de pulso de pelo menos 5 s. Os parâmetros de saída dos lasers ou outras fontes de onda contínua de equipamento elétrico com EPL Dc não devem exceder os seguintes valores: • 10 mW/mm2 ou 35 mW para lasers de onda contínua e outras fontes de onda contínua, e • 0,5 mJ/mm2 para lasers pulsantes ou fontes de luz pulsantes. Fontes de radiação com intervalos de pulso menores do que 5 s são consideradas fontes de onda contínua. 6.6.3 Fontes ultra-sônicas Os parâmetros de saída de fontes ultra-sônicas de equipamento elétrico com EPL Ma, Mb, Ga, Gb, Gc, Da, Db, ou Dc não devem exceder os seguintes valores: • 0,1 W/cm2 e 10 MHz para fontes contínuas, • média de densidade de potência 0,1 W/cm2 e 2 mJ/cm2 para fontes pulsantes. 7 Invólucros não-metálicos e partes não-metálicas de invólucros 7.1 Generalidades 7.1.1 Aplicabilidade Os requisitos apresentados nesta Seção e em 26.7 são aplicáveis a invólucros não-metálicos e as partes não- metálicas de invólucros, das quais o tipo de proteção depende. NOTA 1 Alguns exemplos de partes não-metálicas de invólucros sobre os quais o tipo de proteção depende incluem anel de vedação de cobertura de um invólucro “e” ou “tD”, compostos de enchimento de prensa-cabos “d” ou “e”, anel de vedação de prensa-cabos, selos de vedação de chaves atuadoras de um invólucro “e” etc. Os requisitos de 7.4 também se aplicam as partes não-metálicas que são aplicadas à superfície externa de um invólucro. NOTA 2 Pinturas não-metálicas, filmes, folhas e placas são usualmente fixadas à superfícies externas de invólucros para proporcionar proteção ambiental adicional. Suas capacidades para armazenar uma carga eletrostática são tratadas por esta Seção. 7.1.2 Especificação dos materiais Os documentos relacionados na Seção 24 devem especificar o material do invólucro ou parte do invólucro. Exemplarautorizadoparausoexclusivo-PETROLEOBRASILEIRO-33.000.167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS

×