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Entre os Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares e as Redes Concelhias Avanços e Recuos na Colaboração entre Biblioteca...
Sum á rio <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Cooperação inter-bibliotecas </li></ul><ul><li>Os Serviços de Apoio às Bibl...
Filme
COOPERAÇÃO  INTER-BIBLIOTECAS
Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>“ Nenhuma biblioteca pode considerar-se como uma ilha, almejando ter tudo...
Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>A cooperação significa a partilha de trabalho, de competências e de dinhe...
Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>EXEMPLOS </li></ul><ul><ul><li>Catálogos colectivos </li></ul></ul><ul><u...
Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>Condições </li></ul><ul><li>Vantagens </li></ul><ul><li>Barreiras e obstá...
Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>O síndroma “alguma coisa por nada” </li></ul><ul><li>Evans </li></ul>
Cooperação entre bibliotecas <ul><li>Questões/Barreiras </li></ul><ul><ul><li>Institucionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Le...
Cooperação entre bibliotecas <ul><li>Questões pessoais </li></ul><ul><ul><li>“ Talvez a maior barreira à cooperação sejam ...
Cooperação entre bibliotecas (Portugal) <ul><li>Tradicionalmente, as bibliotecas não cooperam  umas com as outras. Não há ...
SERVIÇO DE APOIO ÀS BIBLIOTECAS ESCOLARES SABE
Anos marcantes Rede  de Bibliotecas Escolares 1996 Rede Nacional de Bibliotecas Públicas 1986
Anos marcantes <ul><li>1986-1996 </li></ul><ul><ul><li>Inauguração das bibliotecas municipais (53) </li></ul></ul><ul><ul>...
Anos marcantes <ul><li>1996 </li></ul><ul><ul><li>Publicação do Relatório que lançou a RBE </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul>...
SABE  (relatório 1996) <ul><ul><li>Apoiar as bibliotecas escolares, estimulando a sua criação onde não existam ou acompanh...
SABE  (relatório 1996) <ul><ul><li>Prestar colaboração técnica às escolas no domínio da organização, gestão e funcionament...
SABE  (relatório 1996) <ul><ul><li>Os recursos humanos deverão ser em número suficiente e ter formação adequada. É altamen...
Dos SABE às Redes
Definição de Rede  (net, network) <ul><li>Conjunto de meios técnicos e unidades operativas utilizadas por um sistema para ...
Rede Bibliotecária  (library consortium, library network) <ul><li>Complexo de agências, bibliotecas, centros e serviços de...
Rede de Bibliotecas Escolares   <ul><li>… redes de bibliotecas concelhias na mais ampla acepção do conceito de rede, usand...
Redes Concelhias de Bibliotecas Escolares   <ul><li>Rede de Bibliotecas de Alcochete </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas...
E agora… BIBLIOTECA 2.0
E agora… a BIBLIOTECA 2.0 <ul><li>Centrada no utilizador </li></ul><ul><li>Disponibiliza uma experiência multimédia  </li>...
E agora… a BIBLIOTECA 2.0 <ul><li>Ferramentas  </li></ul><ul><ul><li>Blogues </li></ul></ul><ul><ul><li>Wikis </li></ul></...
Conclusões <ul><li>Cooperação inter-bibliotecas </li></ul><ul><li>Os Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) </l...
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Entre os Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares e as Redes Concelhias

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Apresentação feita no 1º encontro de bibliotecas escolares e municipais de Vila Real&quot;, promovido pelo Centro de Formação da Associação de Escolas de Vila Real. 26 de Janeiro de 2010

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Entre os Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares e as Redes Concelhias

  1. 1. Entre os Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares e as Redes Concelhias Avanços e Recuos na Colaboração entre Bibliotecas Públicas e Escolares José António Calixto
  2. 2. Sum á rio <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Cooperação inter-bibliotecas </li></ul><ul><li>Os Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) </li></ul><ul><li>As redes concelhias de bibliotecas </li></ul><ul><li>E agora… a BIBLIOTECA 2.0 </li></ul>
  3. 3. Filme
  4. 4. COOPERAÇÃO INTER-BIBLIOTECAS
  5. 5. Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>“ Nenhuma biblioteca pode considerar-se como uma ilha, almejando ter tudo ou mesmo a maior parte do que os seus utilizadores procuram” </li></ul><ul><li>International Encyclopedia of Information and Library Science </li></ul>
  6. 6. Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>A cooperação significa a partilha de trabalho, de competências e de dinheiro. </li></ul><ul><li>PLIS </li></ul>
  7. 7. Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>EXEMPLOS </li></ul><ul><ul><li>Catálogos colectivos </li></ul></ul><ul><ul><li>Empréstimo interbibliotecas </li></ul></ul><ul><ul><li>Gestão/desenvolvimento de colecções </li></ul></ul><ul><ul><li>Serviços de referência em linha </li></ul></ul>
  8. 8. Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>Condições </li></ul><ul><li>Vantagens </li></ul><ul><li>Barreiras e obstáculos </li></ul>
  9. 9. Tradição de cooperação entre bibliotecas <ul><li>O síndroma “alguma coisa por nada” </li></ul><ul><li>Evans </li></ul>
  10. 10. Cooperação entre bibliotecas <ul><li>Questões/Barreiras </li></ul><ul><ul><li>Institucionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Legais, políticas e administrativas </li></ul></ul><ul><ul><li>Tecnológicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Físicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Pessoais </li></ul></ul><ul><ul><li>Baseadas no conhecimento </li></ul></ul>
  11. 11. Cooperação entre bibliotecas <ul><li>Questões pessoais </li></ul><ul><ul><li>“ Talvez a maior barreira à cooperação sejam as pessoas” (Evans) </li></ul></ul><ul><ul><li>Resistência à mudança </li></ul></ul><ul><ul><li>Resistência passiva, inércia, indiferença </li></ul></ul><ul><ul><li>Pessoal e utilizadores </li></ul></ul>
  12. 12. Cooperação entre bibliotecas (Portugal) <ul><li>Tradicionalmente, as bibliotecas não cooperam umas com as outras. Não há uma rede eficaz para a cooperação inter-bibliotecas nem um esquema de empréstimo inter-bibliotecas ou um esquema de especialização temática. </li></ul><ul><li>PLIS(1996) </li></ul>
  13. 13. SERVIÇO DE APOIO ÀS BIBLIOTECAS ESCOLARES SABE
  14. 14. Anos marcantes Rede de Bibliotecas Escolares 1996 Rede Nacional de Bibliotecas Públicas 1986
  15. 15. Anos marcantes <ul><li>1986-1996 </li></ul><ul><ul><li>Inauguração das bibliotecas municipais (53) </li></ul></ul><ul><ul><li>Pessoal especializado, novos recursos físicos e humanos </li></ul></ul><ul><ul><li>Começaram a ser fortemente utilizadas por alunos e professores </li></ul></ul><ul><ul><li>Início de uma cooperação (incipiente) entre bibliotecas municipais e escolas </li></ul></ul>
  16. 16. Anos marcantes <ul><li>1996 </li></ul><ul><ul><li>Publicação do Relatório que lançou a RBE </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Apoio das bibliotecas municipais </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Propõe os SABE </li></ul></ul></ul></ul>
  17. 17. SABE (relatório 1996) <ul><ul><li>Apoiar as bibliotecas escolares, estimulando a sua criação onde não existam ou acompanhando o desenvolvimento das existentes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Promover a articulação das bibliotecas escolares com as outras bibliotecas do concelho, procurando formas de cooperação e rentabilização de recursos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fornecer recursos físicos e de informação às bibliotecas escolares, nomeadamente às escolas de menor dimensão, e apoiar projectos específicos; </li></ul></ul>
  18. 18. SABE (relatório 1996) <ul><ul><li>Prestar colaboração técnica às escolas no domínio da organização, gestão e funcionamento das bibliotecas escolares; </li></ul></ul><ul><ul><li>Participar na formação contínua dos profissionais envolvidos no serviço de bibliotecas escolares; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fornecer recursos suplementares aos existentes nas escolas, seja através do empréstimo prolongado, seja por empréstimos especiais para projectos específicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Apoiar o uso eficaz dos recursos, através do aconselhamento na selecção dos recursos ou no desenvolvimento do serviço de biblioteca. </li></ul></ul>
  19. 19. SABE (relatório 1996) <ul><ul><li>Os recursos humanos deverão ser em número suficiente e ter formação adequada. É altamente recomendado que este serviço seja coordenado por um bibliotecário em dedicação exclusiva, pelo menos nos concelhos de maiores dimensões, com a colaboração de técnicos adjuntos de biblioteca e documentação; </li></ul></ul><ul><ul><li>O orçamento da biblioteca pública deverá ser reforçado com verbas dedicadas a este fim, tendo em conta a população escolar do concelho; </li></ul></ul><ul><ul><li>A biblioteca pública deverá disponibilizar um espaço exclusivamente dedicado a estas funções. </li></ul></ul>
  20. 20. Dos SABE às Redes
  21. 21. Definição de Rede (net, network) <ul><li>Conjunto de meios técnicos e unidades operativas utilizadas por um sistema para processamento e transferência de informação </li></ul><ul><li>Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia </li></ul>
  22. 22. Rede Bibliotecária (library consortium, library network) <ul><li>Complexo de agências, bibliotecas, centros e serviços de documentação ou informação, integrados num sistema de transferência e obtenção de informações. </li></ul><ul><li>Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia </li></ul>
  23. 23. Rede de Bibliotecas Escolares <ul><li>… redes de bibliotecas concelhias na mais ampla acepção do conceito de rede, usando o catálogo colectivo como um instrumento agregador e desencadeador de sinergias que levem à criação de laços, estruturas e organização que permitam a sua evolução e sustentabilidade e tenham como interface visível um portal que seja o espelho do seu dinamismo e criatividade. </li></ul>
  24. 24. Redes Concelhias de Bibliotecas Escolares <ul><li>Rede de Bibliotecas de Alcochete </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas Interconcelhia de Basto e Barroso </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Ferreira do Alentejo </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Gouveia </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Lousada </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Mafra </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Mangualde - Penalva do Castelo </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Miranda do Corvo </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Nelas </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Pombal </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas Escolares do Porto </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de S. Brás de Alportel </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Seia </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Tábua </li></ul><ul><li>Rede de Bibliotecas de Tondela </li></ul>
  25. 25. E agora… BIBLIOTECA 2.0
  26. 26. E agora… a BIBLIOTECA 2.0 <ul><li>Centrada no utilizador </li></ul><ul><li>Disponibiliza uma experiência multimédia </li></ul><ul><li>Socialmente rica </li></ul><ul><li>Inovadora ao serviço da comunidade </li></ul>
  27. 27. E agora… a BIBLIOTECA 2.0 <ul><li>Ferramentas </li></ul><ul><ul><li>Blogues </li></ul></ul><ul><ul><li>Wikis </li></ul></ul><ul><ul><li>RSS </li></ul></ul><ul><ul><li>Redes Sociais </li></ul></ul>
  28. 28. Conclusões <ul><li>Cooperação inter-bibliotecas </li></ul><ul><li>Os Serviços de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) </li></ul><ul><li>As redes concelhias de bibliotecas </li></ul><ul><li>E agora… a BIBLIOTECA 2.0 </li></ul>
  29. 29. Obrigado pela atenção Ao vosso dispor [email_address]

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