5. Curso básico de empreendedorismo e gestão de negócios

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5. Curso básico de empreendedorismo e gestão de negócios

  1. 1. CURSO BÁSICO DE EMPREENDEDORISMO E GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS
  2. 2. JoRoberto Cursos Livres www.joroberto.blogspot.com.br www.facebook/jorobertocursoslivres twitter@ProfJorgeRobert Cel.: (21) 8687-2439 Prof. Jorge Roberto Pós-Graduado em Planejamento e Gestão Estratégica: Fundação Getulio Vargas – FGV/EBAPE/EPGE. Introdução ao Planejamento Estratégico – FGV/Cademp. Pensamento Estratégico – FGV Online. Inteligência Competitiva – FGV Online. Tutorial de Professores – FGV Online. Metodologia do Ensino Superior – Tutorial – FGV Online. Professor da Fundação Getulio Vargas – FGV/Cademp, no seguinte curso: Como Gerenciar em Pequenos e Médios Negócios (2012). Coordenador Acadêmico do Curso de Pós-Graduação (MBA Executive) de Direito Econômico e Empresarial – FGV/EPGE – ACEI, 1997/1998. Professor de Gestão Estratégica. Treinamento para Micro e Pequenas Empresas. Ex-membro do Instituto Carvalho de Mendonça de Direito Comercial – ICMDC e da Associação Brasileira de Inteligência Competitiva – ABRAIC. Contato: www.joroberto.blogspot.com.br E-mail: joroberto2010@gmail.com 2
  3. 3. JoRoberto Cursos Livres www.joroberto.blogspot.com.br www.facebook/jorobertocursoslivres twitter@ProfJorgeRobert Cel.: (21) 8687-2439 CURSO BÁSICO DE EMPREENDEDORISMO E GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS Programa: Introdução – Reflexão. Módulo I - Elementos de empreendedorismo estratégico. Módulo II - Gestão empreendedora. Módulo III - Organização das empresas: visão e missão. Contrato social. Princípios administrativos. Módulo IV - Estrutura do departamento financeiro, comercial, material e patrimônio. RH – recursos humanos. Módulo V - Liderar, dirigir e tomar decisões para alavancar os negócios: produção, conduta estratégica na prestação de serviços. Módulo VI - Noções sobre plano de negócios. Público Alvo: pessoas com perfil gerencial e inovador que buscam atingir sucesso profissional, bem como empreendedores iniciantes que tenham por objetivo atuar de forma estratégica no mercado como MEI - microempreendedor individual, micro ou pequena empresa no cenário cada vez mais competitivo e turbulento da globalização e do mercado consumidor interno. Metodologia: aulas expositivas em PowerPoint e debates em grupo. Carga Horária: 24 horas/aula. 3
  4. 4. Introdução Se o seu projeto de vida profissional é enfrentar riscos e incertezas de um negócio próprio que poderá levá-lo ao sucesso, ou não, dependendo de sua determinação, estudo e estratégias de negócio, então você está no caminho certo! Entretanto, ser você não tem esse perfil, desista de tal ideia e procure aperfeiçoar-se numa profissão, cujo objetivo é lidar com o chefe, a rotina do dia-a-dia e o relógio de ponto. Finalmente, desejo-lhe sucesso! 4
  5. 5. Muitos empreendedores de sucesso iniciaram seu empreendimento praticamente do zero  Henry Ford criou a linha de montagem para seus veículos. Com o Ford T revoluciona a indústria automobilística.  Bill Gates, após a venda do 86-DOS por USS 8 milhões, cria a Microsoft.  Steven Paul Jobs, cria a Apple inc. 5
  6. 6. O HOMEM MEDÍOCRE Os homens destituídos de planos estão à mercê dos ventos errantes da sorte. Aquele que tem planos e determinação para seguir, tem controle do destino. Os prêmios mais ambiciosos que a vida pode oferecer estão nas mãos daqueles que planejam e agem. As sombras ficam para os que não tem ideal.” Ingenieros, Jose. O homem medíocre. Editora ícone. 6
  7. 7. Há certos conceitos básicos que todo empreendedor precisa conhecer para tocar de maneira estratégica o seu negócio. Eis portanto a razão pela qual sempre daremos ênfase a pensamentos e conceitos emanados da mente de respeitáveis autores e/ou empreendedores que muito ajudarão o participante do presente curso em sua jornada empresarial. 7
  8. 8. Módulo I - Elementos de empreendedorismo estratégico Chris Robson nos explica, com maestria, em sua obra “A MENTE DE UM EMPREENDEDOR”, “o inicio das atividades de uma empresa pode durar menos de um ano para algumas pessoas e mais de cinco para outras, mas o processo é parecido, independentemente da duração.” E o que não dizer do processo emocional, também enfatizado em sua obra. Assim sendo, todo empreendedor atravessa a fase da agitação e da ansiedade, para depois, vencida esta etapa, entrar na pressão do dia-a-dia do mercado. E o que não dizer, se o empreendimento não for para frente. Cabe, portanto, pensar o seguinte: “Você já se perguntou o que é realmente se um empreendedor? Você sabe o que precisa enfrentar enquanto persegue sonhos e fortunas? Já imaginou que terá de viver os altos e baixos de uma empresa e terá de manter a emoção sob controle, os olhos fixos no presente e os ouvidos para o futuro?”
  9. 9.  Pessoas empreendedoras podem encontrar-se “nas mais diversas situações”, tais como os que possuem uma boa ideia e não sabem como colocá-la na prática; como também aqueles empreendedores que pretendem ultrapassar o estágio de Empreendedor Individual para Microempresário, ou mesmo de Pequeno ou Médio Empresário.  Assim sendo, no transcorrer do curso estaremos entrando em contato com uma visão mais sistêmica e estratégica do empreendedorismo quando implementado. Serão, então, abordados alguns elementos essenciais para compreensão do Marketing, bem como das Finanças, das Operações, dos Recursos Humanos, todavia sempre dando ênfase a estratégia para que o empreendedor não fique a deriva no cenário turbulento da concorrência. 9
  10. 10. GUIA PARA O SUCESSO Veja o que dispõe nos estudos de A. Ibrahim e J. Goldwin, publicado no periódico American Journal of Sma:ll Business (1986), identificando fatores de sucesso das empresas: 1. Em primeiro lugar, estão os valores associados à pessoa do empreendedor, ou seja, as virtudes que são características de quem quer iniciar seu próprio negócio. 2. Em segundo lugar, estão as habilidades gerenciais, que incluem estratégias de nicho, gerenciamento do fluxo de caixa, um sistema orçamentário simples, mas eficiente, experiência anterior, educação e cultura organizacional simples. 3. Por fim, estão as habilidades pessoais, que incluem um bom relacionamento com um representante de crédito, boas relações com clientes e boas relações com os empregados. Ibid: MENDES, Jerônimo. Empreendedorismo para jovens: ferramentas, exemplos reais e exercícios para alinhar a sua vocação com o seu projeto de vida. São Paulo: Atlas, 2012, p. 60.
  11. 11. “A concorrência representa apenas uma das forças no ambiente em que a empresa opera [...] o ambiente tarefa inclui os participantes imediatos envolvidos na produção, distribuição e promoção da oferta. Os participantes principais são a empresa, os fornecedores, os distribuidores, os revendedores e os clientes-alvo [...] o ambiente geral é formado por seis componentes: o ambiente demográfico, ambiente econômico, ambiente natural (meio ambiente), ambiente tecnológico, ambiente político-legal e ambiente sociocultural.” (KOTLER; Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1998. KELLER, Kevin L. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2006, p. 24). 11
  12. 12. Sun Tzu, também conhecido como Sun Zi ou Sun Wu, natural do estado de Ch'i, viveu durante o período histórico da China conhecido como o dos "Reinos Combatentes" (476-221 a.C.). Arte da Guerra: Obra inserida nos "clássicos marciais", A Arte da Guerra foi estudada por centenas de oficiais chineses e japoneses durante vários séculos, sendo os comentários dos grandes generais acrescentados à cada nova versão, até ser considerada obra padrão por volta do fim do século XVIII. 12
  13. 13. Cinco fatores fundamentais para fazer comparações entre diversas condições dos contentores com vistas ao resultado da guerra. Doutrina; Tempo; Terreno; Comando e Disciplina. Doutrina: o povo deve estar em harmonia com seu governante, de modo que o siga onde esse for, sem temer por suas vidas, nem de correr qualquer perigo. Tempo: significa a noite e o dia, o frio e o calor, dias ensolarados ou chuvosos e a mudança das estações. Terreno: são as distâncias, ou seja, se é fácil ou difícil deslocar-se, se é em campo aberto ou lugares estreitos, objetivando a sobrevivência. Comando: possuir qualidades, tais como a sabedoria, bem como sinceridade, benevolência, coragem e disciplina. Disciplina: refere-se a organização do exército, as graduações e classes entre os oficiais, a regulação das rotas de mantimentos, bem como a provisão de material bélico. 13
  14. 14. O mercado como um campo de batalhas “Muitos autores de planejamento estratégico defendem que o mercado nada mais é do que um mero campo de batalhas. Vivendo as empresas em uma permanente guerra de competição, é comum nas organizações militares. A propósito, um bom comandante, mesmo diante de situações que podem escapar ao seu controle, e desejando assegurar-se de que todos os fatores do combate vão receber consideração lógica e ordenada, antes de planejar e tomar as suas decisões, deve saber, a priori, onde está a tropa, de que meios ela dispõe e para onde precisa levá-la. 14
  15. 15. Os comandantes militares, assim como os dirigentes das organizações, devem determinar, então, que suas equipes de Inteligência trabalhem para obter informações qualificadas a respeito do inimigo (o concorrente) e do terreno (o ambiente externo, o mercado) em que deverão combater. O esforço de reunir, processar e disseminar informações no campo de batalhas caracteriza a essencia da atividade de Inteligência Militar, gênese do moderno tratamento de informações com objetivos corporativos, constituindo a Inteligência Competitiva.” * JUNIOR, Walter Felix Cardoso. Inteligência empresarial estratégica. Brasília: ABRAIC, 2007, p. 49. ATIVIDADE: Leitura em grupo e troca de ideias 15
  16. 16. MACROAMBIENTE Hoje a sociedade é dinâmica, instável e evolutiva  No mundo atual tudo muda rapidamente em razão da globalização e do ciclo de vida curto dos produtos.  O período que vai desde a introdução do produto no mercado até o seu declínio dura seis meses na telefonia.  Mercearia tinha ciclo de 20 anos. Hoje não chega a dois anos em face das grandes redes de supermercados.  Produtos que há uns 50 anos durava 10 anos, hoje, dependendo do tipo de negócio, não chega a durar um ano.  Solução: a busca de novas formas de gestão, com base estratégica. Entretanto, o foco será na informação, pois o tempo dirá quem manterá ou melhorará a melhor posição.  Entretanto, para que a estratégia seja produtiva, o objeto de ação da empresa deve sempre ser a satisfação do cliente. Este exige preço, qualidade e prazo. 16
  17. 17. “Comparando o ambiente da empresa ao ambiente de um país em guerra podemos dizer que o “campo de batalha” é o mercado, as “armas” são os produtos, o “inimigo” é o concorrente e o “objetivo” a ser conquistado é a preferência do cliente.” Adminstração Empreendedora. Salim, Cesar Simões. Nasajon, Claudio. Slim, Helene. Mariano, Sandra. Rio de Janeiro: Campus, 2004, p. 20. 17
  18. 18. Ao comparar o mercado com uma situação de guerra podemos vislumbrar que > > “O papel da empresa no novo contexto mundial, onde o dinheiro está cada vez mais escasso, é orquestrar comercialmente todas as áreas da empresa. Orquestrar comercialmente é fazer com que cada colaborador seja e se sinta membro do time; e que esse time seja energizado de forma a que cada componente trabalhe para o sucesso do negócio. Que seja olhos e ouvidos da organização.” Antomar Marins e Silva. In Sonhar é para Estrategista 18
  19. 19. ESTUDAR EMPREENDEDORISMO “Existe um crescente interesse nacional e internacional em estudar temas voltados ao empreendedorismo, uma vez que a geração de negócios está diretamente ligada à prosperidade das nações, e a ação empreendedora é o processo dinâmico pelo qual se pode gerar mais riquezas. Essa prosperidade é obtida por pessoas que assumem riscos, em termos de patrimônio ou comprometimento. Tais pessoas são chamadas empreendedores e podem ser encontradas em diversas situações.” FARAH, Osvaldo Elias. CAVALCANTI, Marly. DIAS, Elaine Aparecida. JUNQUEIRA, Carmen Rita Cardoso. Capítulo 1 - O Empreendedor. Empreendedorismo estratégico: criação e gestão de pequenas empresas. FARAH, Osvaldo Elias. CAVALCANTI, Marly. MARCONDES, Luciana Passos (orgs.). São Paulo: Cengage Learning, 19 2008, p. 1.
  20. 20. Sem dúvida que o objetivo de um empreendedor é conseguir lucro, pois nenhum homem de negócios que assim se considere investirá capital e tempo onde os demonstrativos não mostram um potencial definido de lucro. Andar na ‘corda bamba’ jamais será seu foco, mas isto não quer dizer que a turbulência do mercado não provoque alguma instabilidade a ser superada. Portanto, a mente do empresário sempre funciona na busca da estabilidade, controle e bons resultados financeiros. Lucratividade e sustentabilidade são palavras de ordem no mercado! 20

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