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bandeirantes@isimp...
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 A Orquestra de Cor-
das Acordes do M...
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REPRODUÇÃO JORNAL O TEMPO
Reminiscências ...
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Jornal Cidade - Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte e região - Ano II Nº 40

  1. 1. Página 34 Página 06 Página 04 Página 10 Página 35 Ambulância de LP capota com paciente na BR- 262 Entrevista com o prefeito Paulinho e o vice Roberto Vereadores de LP trocam acusações pelo Facebook Lagoa da Prata comemora 76 anos, dia 27 Homem tem dedos decepados durante explosão em fábrica de fogos Página 05 Carro da Prefeitura é guinchado por falta de pagamento do IPVA S. A. DO MONTE ACIDENTE I RAIO X ROUPA SUJA ANIVERSÁRIO ACIDENTE II
  2. 2. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 2 PUBLICAÇÕES OFICIAIS
  3. 3. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 4 POLÍTICA LAGOA DA PRATA Roupasujaselavaempúbli- co. Pelo menos foi o que mos- traram os vereadores Quelli Cássia/PPS e Adriano Morei- ra(PROS),quetrocaramacusa- çõesdecunhopessoalempos- tagensnoFacebooknasemana passada. Tudo começou quan- doumperfilfalsopublicouuma críticaaovereador,quetambém é servidor concursado da pre- feitura e atualmente trabalha no pronto atendimento muni- cipal, de se beneficiar politica- mente das transferências de pacientes obtidas por meio do SUSFácil. A vereadora Quelli entrou nadiscussãoecorroboroucom as informações apresentados pelo falso perfil. “Estranho, re- cebi diversas reclamações de vários funcionários dizendo queovereadorAdrianoMoreira estava correndo atrás das pes- soasparadizerqueoméritode terconseguidovagasdetrans- ferências era dele e do prefei- to,sendoquenaverdadeessas vagassãodisponibilizadaspe- loreguladordosistemaSUSFá- cilconformeagravidadedeca- dacaso”,afirmou. De acordo com a vereado- ra,Moreiraéservidorefetivoda prefeitura e trabalha no CRAS do bairro Gomes, de segunda a sexta, de 12:00 às 18:00 horas, não podendo estar no pronto- Vereadores trocam acusações na internet -socorro. “Enviei um ofício pa- rasaberdarealsituação,eares- postaquerecebiédequeofun- cionárionãotemnenhumvín- culo empregatício com a fun- dação e o PAM. Então qual é a verdadeira função dele lá? Não adianta entrar pela porta da frenteesempreficarnobanhei- ro”,critica. Moreira respondeu que é concursado como assistente social na prefeitura e está tra- balhandonoPAMcomovíncu- lo de servidor efetivo. Em res- posta à acusação da vereado- ra Quelli, o vereador partiu pa- raoataque.“Passeinoconcur- so num dos primeiros lugares, aliás, fiz alguns concursos na prefeituraepasseiemprimeiro na maioria deles. Não preciso sernamoradoouamasiadopa- ra conseguir cargos na PMLP (PrefeituraMunicipaldeLagoa daPrata),diferentedevossaex- celência. Estou no PAM com o vínculo de concursado e vos- sa excelência quando traba- lhou na saúde sua graduação era seu vínculo com o Marlú- cio(ex-secretáriodeAdminis- traçãoeesposodeQuelli)”. Marlúcio entrou na dis- cussão e defendeu a vereado- ra,afirmandoquequandoaco- nheceu ela já era empregada públicamunicipal.“AQuellien- trounoserviçopúblicoatravés deseleçãopúblicaparaAgente ComunitáriadeSaúde–PSFdo bairro Gomes, e não como su- gere você... os cargos de con- fiançaqueexerceunomandato anteriornãoforampormeuin- S. A. DO MONTE Muitas prefeituras do Brasil estão em crise financeira devi- do à estagnação do valor da ar- recadaçãoedosrepassesquere- cebemdosgovernosestaduaise federal.Essecenárionasfinan- çaspúblicas,deacordocomaad- ministração municipal de San- to Antônio do Monte, motivou oparcelamentodadívidadeR$ 1.006.170,37comoFAAS(Fundo deAssistênciaeAposentadoria dosServidoresPúblicosMunici- paisdeSantoAntôniodoMonte) referente à falta de pagamento do INSS patronal dos meses de julhoaoutubrode2014.Emnota enviadaaoJornalCidade,apre- feiturainformouqueosdepósi- tosreferentesanovembroserão realizadosnadatadevencimen- tolegal.“OorganogramadaAd- ministraçãoMunicipaljápassa por uma reformulação que im- plicaemremanejamentoedes- ligamentodefuncionárioscon- tratadosoucomissionados.Ou- tras medidas de contenção de despesastambémserãoimplan- tadas”, informa a assessoria de comunicação. O regime próprio da pre- vidência social dos servidores municipais foi instituído em 15 de janeiro de 1991. Em julho de 2000, a Prefeitura de Santo An- Dificuldades financeiras motivaram o parcelamento do FAAS tônio do Monte realizou com o próprioFAASumparcelamento de180parcelas,que“serádevida- mentequitadoemjulhode2015”. “Trata-sedeumapráticacomum dentrodasadministraçõesmu- nicipais. Estes parcelamentos são realizados com grande fre- quência com relação ao INSS”, informaanota. Ofinanciamentofoiaprova- dopelaCâmaraMunicipal.Seos vereadorestivessemrejeitadoa proposta do Executivo, o muni- cípio poderia ter o bloqueio do CRP(CertificadodeRegularida- de Previdenciária), ficando im- pedido de receber recursos do governofederal. O parcelamento da dívida comoFAASrefere-sesomenteà contribuiçãopatronaldaprefei- tura (28,8% sobre os vencimen- tosdoservidor).Ovalordescon- tado dos funcionários na folha de pagamento, de 11%, foi pago emdia. OFAASéumregimedepre- vidênciaqueenglobaapenasos funcionários concursados da Prefeitura de Santo Antônio do Monte.“Osfuncionárioscomis- sionadosquenãosãoefetivos,os contratadoseosagentespolíti- coscontribuemcomoINSS”,ex- plicaaassessoria. termédio, até porque não a co- nhecia até então. Ela sempre demonstrou,econtinua,agora comovereadora,demonstran- do competência em tudo que faz”. ADRIANO MOREIRA E QUELLI COUTO, VEREADORES
  4. 4. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 5POLÍTICA Carro da prefeitura é guinchado em rodovia por falta de pagamento do licenciamento Motorista da Secretaria de Saúde levava uma paciente para um atendimento médico em outra cidade S. A. DO MONTE  No dia 3 dezembro, às 3h30 da madrugada, a pe- dagogaEunicedeQueiróz aguardava o motorista da Secretaria Municipal de Saúde de Santo Antônio do Monte que a levaria a uma consulta médica em SantoAntôniodoAmparo. Queiróz irá se submeter a uma cirurgia de hérnia de hiato. A viagem tinha tu- doparasernormal.Sóque não. Após passarem pelo trevodeItapecerica,oveí- culo foi abordado pela Po- líciaRodoviária,quecons- tatou,segundoapedagoga, a ausência do pagamento dosdocumentosobrigató- riosreferentesaosanosde 2013 e 2014. O policial pe- diuquemotoristaepassa- geiradescessemdocarro, poisoguinchoestavaaca- minho. Ainda era madru- gada. “O guarda me fez rir quando leu ‘Por amor e respeito a Santo Antônio do Monte’ (Slogan do Go- vernoMunicipal).Eutam- bémcaínarisada.Oguin- chochegou.Ocarroelele- vou. Pasmada fiquei”, de- sabafou Queiróz em uma redesocial. Segundo a morado- ra, no momento em o car- ro foi parado pela polícia até o motorista acredita- vaqueosdocumentoses- tariam pagos. “Não sabia se ria ou se chorava. Era umamisturadeimpotên- ciaedefragilidade.Aquilo foiumatohumilhante,de- gradante.Minhaautoesti- ma e moral foram lá em- baixo por passar uma hu- milhação tão grande. Ter que descer de um veícu- lo da Secretaria de Saúde porque ele estava sendo apreendidoporfaltadeli- cenciamento!Ficavapen- sando sobre o que as pes- soas que passavam por aquele local iriam pensar de nós (eu e o motorista)”, destacou. Eunice ainda relatou que a consulta na qual estava indo foi marca- da com muita dificulda- de. “Demorei muito tem- po para marcar a consul- taeaestavaperdendopor um ato irresponsável de uma administração. Es- tava preocupada ao pen- sar se conseguiria outra consulta, já que o médi- co é muito competente e seushoráriossãoconcor- ridos. Pensava no sacrifí- ciodemelevantaràs3ho- ras da manhã, tomar ba- nho, me arrumar, e, de re- pente,todoessesacrifício sendoemvão.Enósali,no frio,aorelento,aguardan- do das 5 horas da manhã atédepoisdas7horaspor um socorro. Por sorte, al- guém nos chamou para ‘esconder’ dentro de uma lanchonete até outro car- rochegar”,frisou. OOUTROLADO OJornalCidadeentrou em contato com a prefei- tura de Santo Antônio do Monte no dia 9 de dezem- bro para ouvir a versão da administração municipal sobre este caso, mas o po- sicionamento não foi en- viado à redação antes do fechamentodestaedição.A PEDAGOGA EUNICE DE QUEIRÓZ
  5. 5. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 6 POLÍTICA Ao finalizar o segundo ano de mandato à frente da prefeitura de Lagoa da Prata, o prefeito Paulo César Teodoro e o vice Roberto do Tuim respondem a questionamentos sobre o plano de governo e as principais ações realizadas pela administração municipal “Prefeitos” Paulinho e Roberto falam sobre o plano de governo A reportagem do Jornal Cidade foi recebida para a gravação de uma entrevis- ta exclusiva com o prefeito PauloCésarTeodoroe ovice RobertodoTuim.Os“prefei- tos”,comoelespreferemser chamados, falaram aberta- mente sobre promessas de campanha que ainda não foramcumpridasesobreas realizações nos primeiros 24mesesdagestão.Confira: Jornal Cidade: Durante a campanha, vocês apresen- taramumplanodegoverno muito arrojado, com obras e serviços que seriam rea- lizados no primeiro ano de mandato. E poucas ações foram, efetivamente, reali- zadas no primeiro ano. En- cerrando o segundo ano de governo, como os senhores avaliamesseperíodo?Oque deu certo e o que não saiu como o planejado? Quando estávamos ela- borando o plano de gover- no, tínhamos um orçamen- to previsto para o ano de 2013. Sabíamos qual seria o dinheiro disponível para administrarLagoadaPrata. Elaboramosumplanodego- verno consistente, conver- samoscomtécnicos,sabía- mosondepoderíamosavan- çar baseado no orçamento aprovadopelaCâmara.Gra- çasaDeus,fomoseleitosea populaçãonosconfiouessa tarefa. Porém, quando chega- mos na prefeitura encon- tramos outra realidade. Pe- gamos uma prefeitura to- talmente desorganizada e sucateada, com muitas dí- vidas, com 600 funcioná- rios na justiça e uma equi- pe totalmente desmotiva- da, uma verdadeira bagun- ça administrativa. Tudo is- so está comprovado na au- ditoria.Alémdisso,aprefei- tura de Lagoa da Prata dei- xou de receber quase 5 mi- lhões de reais de repasses dos governos estadual e fe- deral somente em 2013. Es- ses recursos estavam pre- vistos no orçamento e não recebemos. Tudo isso com- prometeu nossa estratégia doprimeiroanodegoverno. JornalCidade:Quandooex- -secretárioMárcioAmorim saiu do governo, ele disse, ementrevistapublicadape- lo Jornal Cidade, que a pre- feitura tinha dinheiro em caixaparafazerobras,den- treelas,ainstalaçãodascâ- meras de segurança. Já es- tamoschegandoaofinaldo ano e até agora elas não se tornaramrealidade.Porque o poder público é tão lento? OtrabalhodoMárciofoi muito importante. Graças à economia que ele nos pro- porcionou fazer em 2013, conseguimos recursos pró- prios do município para fa- zer investimentos, dentre eles, as câmeras de moni- toramento. Porém, a demo- ra se deve aos critérios téc- nicos, pois empenhamos esse tempo todo para esco- lher o melhor produto que atenda aos mais elevados padrões de segurança. Pes- quisamos muito para mon- taroeditaldelicitação.Nos- sas câmeras filmarão num raio de 360 graus, com al- cance de 1,5 quilômetro. To- dosessescritériosforamle- vantados com a orientação daspolíciasMilitareCivil,e daGuardaCivil.Iremosins- talar 24 câmeras. Os locais já estão definidos. O proje- to é instalar num segundo momentomais26câmeras. Essesestudosdemandarem meses.E,alémdisso,alegis- lação determina prazos pa- ra que se cumpra todas as etapasdoprocessodecom- pra, que deve ser concluído atéofinaldejaneirode2015. Jornal Cidade: O IPTU de Lagoa da Prata está defasa- dohámuitosanos.Em2013 o governo não conseguiu negociarcomaCâmaraore- ajuste do imposto e sofreu um desgaste muito grande. Do ponto de vista adminis- trativo, vocês tomaram al- gumas decisões acertadas, porém,impopulares.Qualé opensamentodevocêsaes- se respeito? Quando entramos na prefeitura, eu e o Roberto falamos que iríamos fazer uma administração profis- sional. Não queremos ga- nhar voto dando tapinha nas costas, não queremos ganhar voto no velório. Vo- cênãoprecisavotarnoPau- linho e no Roberto porque você nos viu na missa. Vo- cês não irão me ver em fes- tasdançandocomninguém para ganhar votos. Esse ti- podepolíticanãoqueremos para Lagoa da Prata. Nãoadiantanadaeudar umtapanascostasdocida- dão e estender o sofrimen- to dele com uma rua empo- eirada. Isso não queremos. Queremos administrar de verdade. Levar pavimenta- ção para todas as pessoas, médicos no posto de saúde, a cultura e a educação fun- cionando de verdade. Para fazer isso é preciso dinhei- ro. Todos têm que pagar os impostos de forma justa. ComrelaçãoaoIPTU,eu pago pela minha casa R$ 50 por ano. Durante a tramita- ção do projeto na Câmara, o Paulinho vereador fez um trabalho magnífico, mos- trandoresponsabilidadetri- butária e apresentando su- gestões.Eporoutrolado,te- vevereadorfalandodejusti- ça tributária, sendo que ele mora em uma casa avalia- daemdoismilhõesdereais e paga R$ 100 por ano de IP- TU.Quejustiçaéessa,seele paga o mesmo IPTU de um cidadão que mora em uma casanofinaldobairroMon- LAGOA DA PRATA senhor Alfredo? Nossoprojetotinhaain- tenção de nivelar o impos- todeformaigualparatodos. Quem tem imóvel mais va- lorizado, paga mais. Quem tem imóvel mais modesto, paga menos. É isso! Jornal Cidade: A Adminis- tração Municipal teve al- guma dificuldade em con- seguir recursos do governo estadual? Que nada! Consegui- mos o apoio de diversos de- putados. O que faltava a La- goadaPrataeraabriraspor- tas. O Roberto nos mostrou que era possível chegar re- cursos de vários deputados e o resultado já se vê, como o Samu (que o consórcio in- termunicipal irá implantar no começo de 2015), cons- trução da UPA, liberação de doisNASF(NúcleodeApoio da Saúde da Família). Cada equipe de NASF atende a 5 PSF´s. É um atendimento complementar ao do PSF. Quando o médico consta- ta que o paciente está aci- ma do peso, ele terá aten- dimento gratuito no NASF com psicólogo, nutricionis- ta, assistente social e edu- cadorfísico.Sãoconquistas que vão ficar para a popula- ção de Lagoa da Prata. Para aconstruçãodaUPA,conse- guimos2,2milhõesdereais. E o governo federal vai en- viar mensalmente 170 mil reais como ajuda de custo. Somentenaáreadasaú- de,recebemosR$4milhões do governo estadual e R$ 12 milhõesdogovernofederal. Jornal Cidade: Os políti- cos de oposição reclamam de perseguição. Eles argu- mentamqueaauditoriarea- lizadanascontasde2012da gestão do ex-prefeito Antô- nio Divino de Miranda (Di- vininho) foi motivada por desafeto pessoal. O que os senhores têm a dizer a es- se respeito? Primeiro, ninguém pe- ga a administração de uma empresa pública sem sa- beroqueestáacontecendo. Quando você assume uma prefeitura, é necessário sa- bercomoestáasituaçãoad- ministrativa e fiscal em to- dos os seus detalhes. Tinha dinheiro em cai- xa? A saúde estava funcio- nando? Como foram feitos os contratos? Temos vários órgãos de fiscalização, co- mo o Tribunal de Contas, Ministério Público, Câmara Municipal, imprensa e po- pulação. Então temos que mostrar como recebemos a prefeitura e como vamos entregá-la no futuro. A au- ditoria,feitaporumaempre- saindependente,encontrou diversas irregularidades. Estãotodasdocumentadas: dívidas, contratos irregula- res, etc. Quando fomos elei- tos, afirmamos que iríamos fazer uma auditoria. E isso foi feito. A oposição disse que contratamos uma empre- sa de auditoria para fazer o mesmo serviço que o Tri- bunal de Contas faz de gra- ça.Issoémentira!Otribunal apenasavaliaseosmunicí- piosaplicaramoslimitesde 15%e25%doorçamentoem saúde e educação. Ele não faz um pente-fino nas con- tas,atéporquenãotempes- soal para fazer isso em to- dos os municípios. Quando sairmos daqui, o próximo gestor tem que fazer uma auditoria tam- bém.Seelesuspeitardeque existealgumasituaçãoirre- gular e não tomar as provi- dências,estarásendocúm- plice do malfeito. Não tenho problemas com a oposição. Não tenho nenhum problema com o Divininho. Mas ele respon- de como ex-gestor, como nós responderemos no fu- turo. Eu e o Roberto demos uma demonstração tão grande de desprendimen- to que chamamos para tra- balhar conosco o Toninho Sampaio e o Zezinho. Nos- sa tesoureira e profissional de extrema confiança é so- brinha do Divininho. Trou- xemososecretáriodesaúde quetrabalhoucomoDivini- nho. Não perdemos tempos com perseguição. Jornal Cidade: Quais foram os principais obstáculos e as principais conquistas nessesdoisprimeirosanos? A primeira dificulda- de foi a financeira. Quan- do assumimos a prefeitu- ra não tinha nenhum cen- tavo em caixa, apenas dí- vidas. Em seguida, fizemos uma reforma administrati- va e equilibramos nossa fo- lhadepagamento,sobrando algum recurso para inves- timento. Apesar disso, em 2013 pavimentamos 17.000 metros quadrados de ruas, o equivalente a 15 quartei- rões. Quando assumimos a farmácia municipal não ti- nhasequeresparadrapo.No iníciotivemosquecomprar medicamentos do próprio bolso. Com todas essas di- ficuldades que nos fizeram reavaliar o plano de gover- no de 2013, e com o envolvi- mento de toda nossa equi- pe,conseguimosficardepé eavançamos.HojeLagoada Prata tem obras sendo rea- lizadas em todos os bairros: pavimentação, construção de creche, UBS, Farmácia de Minas, UPA e a nova es- cola Afonso Goulart, entre outras. Todos os bairros estão recebendo obras. Não tem essa de dizer que “não va- mos investir no bairro Ci- dade Jardim porque temos que investir no Sol Nascen- te”. Aqui nós administra- mosLagoadaPrataparato- dos.Todasaspessoastêmo mesmodireito.Essaéadife- rençadenossogoverno,ad- ministrar para todos os ci- dadãos. Apesar de todas as difi- culdades, de acordo com os O VICE PREFEITO ROBERTO E O PREFEITO PAULO CÉSAR TEODORO Quando sairmos daqui, o próximo gestor tem que fazer uma auditoria também. Se ele suspeitar de que existe alguma situação irregular e não tomar as providências, estará sendo cúmplice do malfeito. FOTO: ASCOM PMLP
  6. 6. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 7POLÍTICA NOVOSCEMEIS:“Jáestáem fasefinaldeconstruçãoono- voCEMEI,localizadoentreos bairrosEtelvinaMiranda,Pa- radiso e Monsenhor Alfredo. A unidade vai atender a 240 técnicos da Secretaria de Obras, esses 15 quarteirões que pavimentamos no pri- meiro ano de mandato re- presentam a maior marca alcançadanosprimeiros12 meses de todas as gestões anteriores. Em 2014, fecha- remos o ano com a pavi- mentaçãode90.000metros quadrados, o equivalente a 79 quarteirões. Jornal Cidade: A internet hoje tem um papel funda- mental na democratização dainformação.Poroutrola- do, as redes sociais são um terreno fértil para que per- fis falsos façam calúnias, difamações e boatos. Co- mo é governar nesses tem- pos em que todas as pes- soas têm opinião sobre tu- do e muita gente se escon- denumfakeparatripudiar, principalmente os políti- cos? Estamos focados é em melhoraraqualidadedevi- da do cidadão. Isso não en- traemnossaspautasdetra- balho. Mas como você per- guntou, temos a dizer que a rede social é uma grande ferramentaquandoapopu- laçãofazumacobrançaco- erenteouumacríticacons- trutiva.Oquenosdeixatris- te é saber que uma pessoa precisa se esconder atrás de um perfil falso para fa- zer uma crítica. Acho isso uma covardia, em todos os sentidos. Uma pessoa que não tem coragem de apa- recer para dizer o que ele pensa sobre qualquer coi- sa, não tem o direito de re- clamarnada.Écovarde!Es- sa pessoa não tem valor na sociedade.Senãotemvalor nasociedade,nãotemvalor paraaadministraçãopúbli- ca como cidadão. Jornal Cidade: Como vocês pretendem ser lembrados ao final do mandato? Como empreendedores quecontribuíramcomode- senvolvimentodeLagoada Prata, que prepararam a ci- dade para o futuro, que dei- xaram uma saúde funcio- nandodeverdade,quetrou- xe recursos para o municí- pio,efazerumacidaderefe- rência com toda a infra-es- trutura funcionando. Va- mosserlembradosporuma administraçãoprofissional. Esseseráonossolegadopa- ra Lagoa da Prata. Jornal Cidade: Na área da saúde, quais as principais ações do governo e o que ainda não foi feito? Pegamosumasaúdeto- dasucateada,semmédicos, sem remédios, sem estru- tura, todos ganhando votos comamisériadasaúde.Em 2013 e 2014 conseguimos 4 milhões de reais do gover- no do Estado e 12 milhões dereaisdogovernofederal. Nessesvaloresestãoinclu- sos a verba de 2 milhões de reaisqueconseguimospara o Hospital São Carlos, aqui- sição de 17 veículos, cons- trução da Farmácia de Mi- nas, construção de unida- de de saúde, entre outras ações. Jornal Cidade: No plano de governoquevocêsapresen- taram, tinha o compromis- so de contratar mais médi- cosparaospostosdesaúde. Como está a situação hoje? Nóscolocamosemnos- so plano de governo que te- ríamos médico atendendo no período da noite na po- liclínica. E ele já está aten- dendo até às 21 horas, para darosuporte.Tambémcon- tratamos mais 10 médicos. Jornal Cidade: Durante a campanha eleitoral, os se- nhores prometeram au- mentar o efetivo da Guarda Civil, mas isso ainda não aconteceu. O que será, efe- tivamente, realizado para melhorar o serviço presta- do pela corporação? Eufalocomtranquilida- deporquesouumdosauto- res do projeto que criou a Guarda Municipal, junta- mente com os ex-vereado- res Márcio (Sargento Már- cio) e Narcízio Naza. Na épocalutamospelacriação daguardacom40soldados, masaadministraçãomuni- cipal,comassuasdificulda- des, instalou com 20. Mas o problema foi deixar a guar- da sucateada. Está den- tro do projeto para 2015 au- mentar o efetivo da Guarda Civil e aparelhá-la, pois va- mos reorganizar e munici- palizar o trânsito. Jornal Cidade: Agrade- cemos a entrevista, que é uma forma de prestar con- tas à população. Deixamos o espaço aberto para as su- as considerações finais. Nós é que agradecemos pela oportunidade de mos- trar a nossa administra- ção. A população tem que participar e saber de tu- do. Grande parte de nosso projeto já está concluída e vamos avançar muito. La- goa da Prata ganhou mui- to, pois abrimos as portas para os deputados e todos apoiaram enviando recur- sos. Também tivemos um importanteapoiodoLéoCa- milo ex prefeito de Samon- te, que nos abriu as portas do governo federal. Antes a cidade ficava na mãos de poucosquetinhaminteres- se próprio. Ao final de nos- somandato,LagoadaPrata será outra. Por fim, deseja- mosumNatalcheiodesaú- de, esperanças e conquis- tas. Que 2015 seja um ano extraordinário para todos. SAMU: “Antes de elaborar o plano de governo, já tínha- mos a informação de que o governo federal tinha um projeto para levar o SAMU para todas as cidades do país através de consórcios. Criamosumconsórcioqueé FORNECIMENTO DE ÁGUA: “Investimos quase R$ 8 mi- lhões na melhoria do siste- madefornecimentodeágua do SAAE. Desses valores, R$ 3,4 milhões de reais vieram PROIBIÇÃODAPULVERIZA- ÇÃOAÉREADASLAVOURAS: “Narealidade,osprojetosque envolviamoplantiodecana, as queimadas, a pulveriza- çãoaérea,foramtodosdemi- nhaautoria,inclusiveoproje- to que proibia o lançamento devenenoviaaérea.Nomes- modiaemqueesseprojetofoi apresentadonareuniãodaCâ- mara,euapresenteioutroso- breoafastamentodas canas da cidade. Portanto, de acor- do com o regimento interno, eunãopodiaassinarcomoau- tordedoisprojetosnamesma reunião.Euprecisadenomí- nimo três assinaturas para pelo menos apresentar esse projeto proibido a pulveriza- çãoaérea.ONazaassinouco- migomaseunãoconseguiaa NOVAESCOLAAFONSOGOU- LART:“Aconstruçãodanova EscolaMunicipalAfonsoGou- lart,nobairroGomes,estábem adiantada.Estamosinvestin- do recursos próprios do mu- nicípio de R$ 1,5 milhão. Se- ráumaescolamodernaevai atender a todas as crianças Veja outros temas que foram discutidos durante a entrevista e o esclarecimento do prefeito Paulo César Teodoro e do vice Roberto do TuimRAIO-X ATENDIMENTO ODONTO- LÓGICONOSBAIRROS:“Hoje temosatendimentonoAmé- ricoSilva,noGomes,no“Edil Handan”, no Monsenhor Al- fredo, no Marília, no Chico Mirandaenazonarural.Ain- da falta levar o atendimen- to a outros dois bairros para atender a todo o público dos PSF´s.Quandooatendimento émaiscomplexo,ospacien- tessãoencaminhadosparao CEO-CentrodeEspecialida- desOdontológicas”. composto de 55 municípios. LagoadaPrataseráumpólo, que terá uma sede do Samu, com médico e a viatura. Ire- mos atender também a Ja- paraíba e Moema. O consór- cio tem previsão de iniciar o serviçoemmarçode2015”. FARMÁCIA MUNICIPAL: “Quandochegamosaogover- no,aestruturaeratotalmente precária.Nãotinha“nemme- dicamentos.Aspessoasespe- ravamoatendimentoempé, enarua.Eraumafilaenorme. Tinhaapenasumfuncionário atendendo o público. Conse- guimos, então, um lugar dig- no para atender as pessoas, combancosebanheiros.Au- mentamosonúmerodefun- cionários.Hojetemos medi- camentosquecustamaté20 milreais.Descentralizamoso atendimento,levandoalguns medicamentosparaasunida- desbásicasdesaúde,ondeo paciente pode pegá-lo com mais facilidade. E já inicia- mosaconstruçãodaFarmá- ciadeMinas,emfrenteàCâ- mara Municipal, que irá ofe- recermuitomaisestruturae conforto”. UBS DO BAIRRO GOMES: “É uma obra que foi empenha- danagestãoanterior.Quan- do assumimos a prefeitura, aconstrutoranemtinhaex- pectativasdeiniciaroservi- ço.Fizemosocompromisso dequepodiamrealizaraobra. Edentrodedoismesesesta- remos inaugurado esta uni- dadedesaúde”. CONSTRUÇÃO DE QUA- DRASNOSBAIRROS:“Con- seguimos 500 mil reais pa- ra cobrir a quadra do bairro Chico Rezende e construir umaquadranoChicoMiran- da. Esse dinheiro já está no banco. Estamos estudando ademandadecadabairrose hánecessidadedeconstru- ção de uma quadra, porque existemlocaisquepossuem quadrassemseremutiliza- das.Estamosdesenvolven- doumprojetonaSecretaria deEsportesparaincentivar o uso dessas quadras ocio- sas”. PISTADESKATE:“Asobras estãoavançadas.Acredito queemjaneirooufevereiroa pistaestarápronta”. APOIO AOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS: “Os estu- dantesuniversitáriosficaram 8 anos recebendo uma ver- ba da prefeitura de R$ 50 mil poranoparacustearpartedo transporte.Jánoprimeiroano denossogoverno, aumenta- mos a verba para R$ 120 mil. E em 2015 serão R$ 250 mil. Compramos uma copiado- raparaaassociaçãodoestu- dantes.Estamosestudandoa possibilidadedereduziracar- gahoráriadosestagiáriosda prefeituraparacincohorasdi- árias,paraquepossaminves- tirmaistemponosestudos”. terceiraassinatura.Pediajuda aopadreeaosambientalistas para convencer algum outro vereadorparaqueassinassee pudéssemosapresentaropro- jeto.Foiaíqueconseguimosa assinaturadoNatinho(Fortu- natodoCouto).Nahoradadis- cussão dos projetos, os vere- adoresdaépocanãoaprova- ramoafastamentodoscana- viaisem50metrosdascasas, masaprovamosodapulveri- zação. E agora a justiça vem corroborar a nossa intenção, queeragarantirasegurança dapopulação”. daquela região. A estrutura antigadaatualescolaseráre- formada e será a sede do Se- nai,queestamostrazendopa- raLagoadaPrata.OSenaivai oferecer cursos onde as pes- soas vão poder se qualificar e especializar em uma pro- fissão”. crianças. Vamos iniciar em breve a construção de mais duas creches: uma no bair- roAméricoSilva,emfrenteà Pharlab, e outranobairroSol Nascente”. daFunasaparaaconstrução daEstaçãodeTratamentode Águaerenovaçãode8kmde tubulação, oquenospropor- cionou evitar um desperdi- cio que tinhamos em torno de 40% da água tratada por causadeproblemasnatubu- lação. Pela primeira vez, em Lagoa da Prata a prefeitu- ra, por meio do SAAE, fez in- vestimentosdesseportepara garantir o fornecimento de águaapopulação.Nossaci- dadefoiumadaspoucasno EstadodeMinasGeraisque nãosofreuos problemasda longaestiagem”.
  7. 7. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 8 POLÍTICA Câmara entrega Títulos de Cidadania Honorária e Medalha Ilídio de Carvalho AntônioTeixeiraVeloso NaturaldeArcos(MG).Bacharelem Direito pela UFJF; Professor de por- tuguês e inglês. É cursilhista e um Cristão atuante em diversos seg- mentosdaIgrejaCatólica. ClaudionorMartinsde OliveiraSilva Natural de Brasília (DF). Em 1999 iniciou os trabalhos na Rádio Tro- pical. Hoje atua como locutor, apresentador, operador de som, produtor de áudio e vídeo, cine- grafista, técnico de publicidade e propaganda. DácioJoséMacedoCampos ÉnaturaldeArcos(MG)eresideem LagoadaPratadesde2002.Em2001 graduou-se em Medicina Veteriná- riapelaUNIFENAS.Éservidorpúbli- co da Prefeitura de Lagoa da Prata desde2006,comoveterinário. DiegodeAndradeAlarcon NaturaldeBeloHorizonte(MG).Re- sideemLagoadaPratadesdejanei- rode2007,ondeiniciouseutraba- lhonaáreadeinformáticadaFune- rária São Francisco. Devido ao seu empenhoeprofissionalismofoipro- movido a diretor administrativo do GrupoMinasprev. LéciadePaivaCastro Natural de Ponte Nova (MG). Gra- duadaemPsicologiapeloINESP/UE- MG.TrabalhanaPrefeituradeLagoa da Prata desde 2004 como psicólo- gadoCentrodeReferênciadeAssis- tênciaSocial(CRAS).Atuacomoges- toradepessoasnaempresaExata5. LaelsondeLima Natural de Vitória de Santo Antão (PE). É advogado e assessor jurídi- codeprefeiturasecâmarasmunici- pais;professordasdisciplinasdeDi- reitodoConsumidor,doTrabalho,Fi- nanceiro e Civil. Dedica-se a traba- lhosvoluntários. LindomarRodrigues Natural de Goianésia (GO). É fotó- grafoeproprietáriodoestúdio“Lin- domar Fotógrafo”. Em 2013 teve o seutrabalhoreconhecidopelaFhox, a mais importante revista do ramo noBrasil,passandoafazerpartede umseletogrupodeprofissionais. MárcioDuarteBento Natural de Esteios, distrito de Luz (MG). Formou-se em Técnico em Contabilidade e estudou na PUC Minas.Em2012,fundouaPatrimo- niumContabilidade,queatualmen- teéamaiorempresacontábildare- gião, com 600 clientes em 21 esta- dosbrasileiros. PedroPereiraNeto NaturaldeParedão,distritodeAba- eté(MG).Foipolicialmilitardurante 16anosePresidentedaCâmaraem 2007/2008.Há52anoséVicentino eprestarelevantesserviçossociais; foi presidente da Associação Cuca Legal; faz parte do ECC e do Curso deNoivos. Medalha Ilídio de Carvalho CriadapelaResoluçãonº12, de 28 de Junho de 1979, co- mo pleito de gratidão a um homem humilde que ama- vaLagoadaPrata.Éconcedi- daapessoasqueprestamre- levantes serviços à comuni- dade.Oagraciadodesteano épublicamentereconhecido como merecedor da Honro- saMedalha,pelosseustraba- lhos,principalmente,naárea deassistênciasocial. HerbertJosédosSantos Participa da Sociedade São Vicen- tedePaulodesdecriança.Em2003 foiproclamadoVicentino,naconfe- rênciaSãoPauloApóstolo.Coorde- naacomissãodejovensdoConse- lhoCentralSãoCarlos. ACâmaraMunicipal deLagoadaPratareali- zou Sessão Solene pa- raentregadeTítulosde Cidadania Honorária e Medalha Ilídio de Car- valho. A cerimônia foi realizada no dia 12 de dezembro no Plenário daCâmara. Rua Ângelo Perilo, 35, Centro, LagoadaPrata-MG Fone:08000373233 Site:www.camaralp.mg.gov.br OcasalJoséOsvandereEd- na,daParóquiaSãoCarlosBor- romeu de Lagoa da Prata, de- pois de assumir a coordena- çãodoEncontrodeCasaiscom Cristo(ECC)noRegionalLeste II, que corresponde aos esta- dos de Minas Gerais e Espíri- toSanto,tomoupossetambém noConselhoNacionaldoECC. José Osvander e Edna são empossados no Conselho Nacional ECC Casal tem 30 anos de dedicação ao Encontro de Casais com Cristo, da Igreja Católica A cerimônia de posse aconte- ceu durante a 65ª Reunião do ConselhoNacionalrealizadano SantuáriodoSantíssimoSacra- mento em Brasília-DF, de 7 a 9 denovembro. Aescolhaparaocargoaconte- ceu depois de um processo de eleição entre os casais mem- bros do conselho regional do qual fazem parte, em reunião realizada em Jaguaré, Dioce- sedeSãoMateus(ES).JoséOs- vanderexplicaqueaindicação paraconcorreràeleiçãofoiava- lizadapelobispoDomFélix,que levouemconsideraçãoacami- nhadaeaexperiênciademais de30anosfazendopartedoEn- controdeCasaiscomCristo. O casal terá um manda- to de quatro anos, tendo como missão a responsabilidade e coordenação do ECC das trin- ta e cinco dioceses (31 em Mi- nasGeraise4noEspíritoSan- to),queestãodivididasemno- ve províncias e mais de sete- centas paróquias. “É um orgu- lho muito grande para a cida- dedeLagoadaPratasaberque tem um casal ocupando um cargo desta importância. Es- taràfrentedoECCnoRegional LesteIIeagoranoConselhoNa- cional, colocando-se em mis- são para evangelizar as famí- lias,ondeprecisarãomuitodas oraçõesdetodos”,destacouJo- séOsvander. Aprimeirareuniãoepossedos novosconselheirosacontece- rá em Brasília, onde fica a se- de da Confederação Nacional dosBisposdoBrasil(CNBB).“O presidentedaCNBBestavaem viagemàRomaefoirepresen- tadoporDom ValdirMamede, bispo auxiliar de Brasília, que presidiu a celebração da Mis- sadeabertura.Acerimôniade possefoipresididapeloAssis- tenteEclesiásticoNacionaldo ECC,DomBeneditoGonçalves dosSantos,bispodePresidente Prudente(SP)”,afirmou. LAGOA DA PRATA
  8. 8. POLÍTICA
  9. 9. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 10 CIDADES “Em1789,aodesmembrar- -sedeTiradentes,foicriadoo município de Itapecerica, constituídode34distritos(ou divisões)chamadosordenan- çasdoreino.Dentreeles,havia umapartechamadadePânta- no,a12ªlocalizada.Outraera SantoAntôniodoMonte. Adecadênciadasminas gerais, na Província, ocasio- naramcertaevasãodemine- radorasàbuscadoourodes- coberto no outro lado do Rio São Francisco em Goiás Ve- lho e Paracatu. Essa afluên- ciaocasionouodeslocamento depessoasnasmargenssão- -franciscanas,inclusivebus- candoaPicadadeGoiás–pró- ximadoreduto–eoPântano começouaserpovoado. Nasegundadécadadosé- culoXIX,umportuguêscha- madoManuelNovato,aoad- quirircertaárearural,pertodo lugarejo,construiuumaterroa frentedeumbrejo,ondeuma lagoafoiformada.Erambus- cados recursos hidráulicos paraatenderemartifíciosuti- litários. Noanode1841,osirmãos Francisco e Alexandre, fi- lhos de Fortunato José Ber- nardes – vindos de Carmo da Mata (junto a dois outros irmãos:CarloseAmâncio)– assumemocontroledapas- sagemsobreoRioSãoFran- cisco.Poucodepois,umfilho doFrancisco,denomeCarlos José(quehaviasecasadona cidadeOliveiraesetornaravi- Lagoa da Prata completa 76 anos no próximo dia 27 úvo),casa-secomAlexandri- na,suaprima,filhadoAlexan- dre,quandoedificaumsobra- do,próximoàlagoaepassaa morar no palacete que mais tardetomouonomede“Mu- seu Dona Alexandrina”. Era 1875. Anosantes,em1862,qua- tro Missionários Francisca- nos,lideradosporD.Eugênio Maria de Gênova, passando por ali viram a beleza da la- goasemnomeeencantados comopanorama,deram-lhe onomedeLagoadasPratas, conformeahistóriaregistra. Essenomefoisofrendoalte- raçõesapronunciaatéforma- lizar-se:LagoadaPrata. Apóster-setornadonum homemriquíssimo,eatémo- tivando o título de “coronel”, Carlos José Bernardes So- brinhoedoiscunhados,Ale- xandreeRodolfo,alémdeCiri- loMaciel,traçaramcertaárea urbana, mandando edificar uma capela no centro. Era o Pântanoemorganizaçãoea chegadadofimdoséculoXIX. SubitamentemorreoCo- ronelCarlosBernardesnodia 2deJaneirode1900.Chama- doacelebraraprimeiramis- sanacapelaaindaemcons- trução,oMonsenhorOtavia- noJosédeAraújo,vigáriode SantoAntôniodoMonte,dáà capelaonomedeSãoCarlose, numahomenagemaogrande líderdesaparecido,conclama opovoaalteraçãodonomedo lugarquepassaachamar-se SãoCarlosdoPântano. Em fevereiro de 1916, ao criar-seaviaferroviáriadare- gião,foidadoaestaçãodaquio nomedalagoa.Eemfevereiro de1925opovoadoéelevadoá categoria de Distrito quan- dorecebeonomedaestação, noutramudançaàtoponímia: LagoadaPrata. ComacriaçãodoBispado deAterrado,em1923,nomês deJulhode1932oBispoDio- cesano Dom Manoel Nunes CoelhocriouaParóquiadeLa- goadaPrataquepassaterSão CarlosBorromeupororagoou protetor. ODistritocresceesede- senvolverápido,justificando- -seasuaelevaçãoàcategoria deMunicípio.Essaemancipa- çãosonhadaepleiteadaacon- tecenodia27deDezembro,de 1938,quandosedesliga,admi- nistrativamente,deSantoAn- tôniodoMonte,dequeseori- ginara. Maséem11deAgostode 1977queconsegueelevar-seà categoriadeComarcaquese constitui através dos muni- cípiosdeLagoadaPrataeJa- paraíba.Criadacomoentrân- cia inicial, já pode tornar-se intermediária,cujatransfor- maçãoaconteceránosegun- dosemestredesteanocomos benefíciosnaturaisàagiliza- çãodaJustiça”. Fonte: Livro “Retiro do Pân- tano”,dohistoriadorSilvério Rocha LAGOA DA PRATA Para comemorar o aniversário de emancipação política do município, Jornal Cidade traz um pouco da história contada pelo escritor Silvério Rocha, já falecido, em seu livro “Lagoa da Prata - Retiro do Pântano” e um ensaio fotográfico com imagens da cidade registradas pela jornalista Sabrina Silva. LagoadaPratairácome- morar76anosdeemancipa- çãopolíticanopróximodia27 dedezembro.Eafestairáficar porcontadaduplasertaneja ChicoReyeParaná. Os irmãos, nascidos no interiordoestadodoParaná, têmumacarreirademaisde 30anos.Grandessucessosfo- ramgravadospeladupla,co- mo“TranqueaPortaemeBei- ja”,“EncantoeMagia”,“Tácom RaivadeMim”,“VocêNãoSabe Amar”,“UmDegraunaEsca- da”,“Delápracá”,“EmAlgum LugardoPassado”,“Operário, Vida, Viola”, “Alma Transpa- rente”,“CanarinhoPrisionei- ro”,“LeãoDomado”,“AmorRe- belde”, além da música que deuinícioaosucessonacio- naldadupla,“QuemSeráSeu OutroAmor”,quelhesrendeu oprimeirodiscodeouro. O show acontecerá na Praça de eventos, a partir de 21h, com entrada gratuita. O cantorRonyRibeiro,quetoca sertanejouniversitário,faráa aberturadoevento. RÉVEILLON AviradadoanoemLagoa da Prata será marcada pela apresentaçãodedoisgrupos locais. Os sertanejos Recan- todaChibataeospagodeiros doMisturadoSambafarãoo shownoréveillon,naPraçade Eventos,apartirdas21h. Haveráaindaqueimade fogos. A realização dos dois eventos é da Prefeitura Mu- nicipaldeLagoadaPrata,por meiodaSecretariadeCultura eTurismo. Show sertanejo gratuito no aniversário da cidade
  10. 10. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 13POLÍTICA A Prefeitura Munici- pal de Lagoa da Prata re- alizou no dia 10 de de- zembro a doação de um terreno de 1580 metros no bairro Nossa Senho- ra das Graças para a As- sociação Municipal de Apoio às Vítimas de Vio- lência (AMAVI). De acor- do com o prefeito Paulo César Teodoro, a AMAVI é uma entidade idônea e comprometidacomotra- balho social. “Contamos em Lagoa da Prata com várias entidades , asso- ciações e pessoas com- prometidas com ações sociais e que têm dado muito resultado . Se não fossem essas entidades a vida social do municí- pio seria muito mais difí- cil. Essa doação do terre- no vem de encontro com um sonho que eles têm. Vamos também partici- par da construção desta obra”, afirmou. Segundo a Secretá- ria de Assistência So- cial, Cali Silva, a cons- trução da sede irá bene- ficiar todas as crianças do município. “A AMA- VI é uma instituição já conhecida e que presta um importante serviço para com a comunida- de Lagoa da Prata. São mais de 1600 família be- neficiadas diretamen- te, e a atual administra- ção tem investido mui- to na Assistência Social, principalmente nas en- tidades . A entidade con- templará os bairros ad- jacentes, como é o ca- so do Etelvina Miranda, Gomes e Marília, ou seja, este lote é muito estraté- gico e irá contemplar to- da a circunvizinhança. A prevenção, além de sair mais em conta, é muito melhor para todos. En- quanto uma criança e/ ou adolescente engaja- dos em um projeto so- cial custa para o muni- cípio de R$193 a R$200, e um menor infrator sai por R$1.600 mensais. En- tão, temos que ter este olhar mesmo para a pre- venção”, frisou. Para a coordenado- ra da AMAVI, Adriana do Couto, o momento é de muito alegria e sa- tisfação. “Estamos mui- to felizes, pois era um sonha ter a nossa sede. Hoje a AMAVI paga alu- guel de um imóvel para funcionar, e neste bair- ro no qual será a cons- trução nós atendemos o maior número de crian- ças e adolescentes. Es- tamos correndo atrás de parceiros para nos aju- dar na construção, e es- peramos levantar a sede o mais breve possível “, destacou. LAGOA DA PRATA Prefeitura faz doação de terreno para a Associação Municipal de apoio às Vítimas de Violência (AMAVI) ADRIANO MORAES, VICE-PREFEITO ROBERTO TUIM, EDMAR NUNES, FUNCIONÁRIAS DA AMAVI, COORDENADORA ADRIANA DO COUTO, PREFEITO PAULINHO, CALI SILVA E THIAGO HENRIQUE O TERRENO DOADO PELA PREFEITURA TEM 1580 METROS QUADRADOS LOCALIZADO ENTRE OS BAIRROS NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS E ETELVINA MIRANDA FOTO: JULIANO ROSSI
  11. 11. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 14 LAGOA DA PRATA E S. A. DO MONTE Nanoitedodia10dedezem- bro, os santantonienses rece- beram o Papai Noel na sede da EstaçãoCulturaViva,apósuma carreatapelasruasdacidade.Na ocasião,foiinauguradaailumi- naçãonatalinadoprédiodaSe- cretariadeCulturaeTurismo.O eventoemparceriacomaACIA- SAM/CDL,teveaindaaapresen- tação musical da orquestra de cordas Acordes do Monte com temasnatalinos. Enfeites de Natal são inaugurados em S. A. do Monte e Lagoa da Prata Em Lagoa da Prata as luzes daPraçadaMatrizforaminau- guradasnodia14dedezembro. Osenfeitesforamfeitosatravés demateriaisrecicláveis pelope- dagogo, Darlen Amorim . A ilu- minaçãoficouporcontadaACE/ CDLedaPrefeituraMunicipal. CIDADES
  12. 12. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 15 Listras são tendências 5 dicas para não errar no look Apresentador do Esquadrão da Moda no SBT, Arlindo Grund, dá as dicas Elas são eterna- mente indecisas quando o assunto é o que vestir para uma festa. E não raro cor- rem o risco de fazer uma escolha errada. O consultor de mo- da e apresentador do quadro Esquadrão da Moda do SBT, Arlindo Grund, explica que o fundamentalnaesco- lha do look é a mulher conhecer o seu corpo esaberoquevalorizar eoqueprecisaser dis- façado. Quem está com uns quilinhos a mais - e muitas sempre acham que estão aci- ma do peso - preci- sa ficar mais atenta. Uma regra básica, diz Arlindo, é escolher roupascomlistasver- ticais. Elas dão a sen- sação de alongar o corpo.Asestampasdo verão2015dividem-se em três grupos: as lis- tras, grossas ou finas, verticais, horizontais ou cruzadas. A cor é outro deta- lheimportante.Asto- nalidade mais fortes, associada a uma rou- pamaiscoladaaocor- po,podecompremeter completamente o vi- sual. Arlindo também recomenda que a numeração que um dia serviu deve ficar guardada no passa- do se para entrar ne- 1-Conheceroseucorpoeteremmenteoquevalo- rizareoquedisfarçar. 2 - Reconhecer dentro do estilo eleito por você pe- ças que valorizam sua silhueta e que representem bemsuapersonalidade. 3-Pensesemprenaadequaçãodaroupaaolocalou aoeventoquevocêvai.Respeitaroconvitecomuma boaimagemjáéumbomcomeço. 4-Provarroupasantesdecompra-laséimprescin- dível. Não caia na armadilha da vitrine. Nem sem- preoqueficabomnabonecaexpostavaificarbom emvocê. 5 - Evite comprar numeração de roupa que você já vestiu um dia e que definitivamente não cabem maisemvocê. laénecessárioumes- forçoquasedescomu- nal.Outradicaéevitar umapaixãoquaseen- louquecedorapeloque viu na vitrine da lo- ja do shopping. Nem sempre, diz o consul- tor, as peças são ade- quadas para todas. E quandoresolvercom- prar, jamais leve para casa sem provar e ter a absoluta certeza de que ficou bem. ESPECIAL DE NATAL
  13. 13. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 16 Luciene Morais Psicóloga Turma do Alto Forno - Santo Antônio do Monte Rotaract - Lagoa da Prata Solidariedade e o espírito natalino Oserhumanoeoes- píritodesolidariedade, principalmente no na- tal”. Ao ler este tema, o trecho“principalmente nonatal”chamoumui- to a minha atenção e considerei importante refletir sobre ele. Pare- ceu-me uma dupla in- separável: natal e soli- dariedade.Maisoume- nos como se um não pudesseacontecersem ooutro.Eébommesmo que o natal não acon- teça sem solidarieda- de! No entanto, melhor ainda seria que solida- riedadenãoaconteces- se somente no natal! Percebo que nesta época do ano, mês de dezembro, as pessoas tendem a se tornarem mais solidárias. Estão mais abertas a olha- rem a necessidade do próximoeaseesforça- rem para contribuírem para o bem comum. Questiono-me, no en- tanto, onde essa soli- dariedade fica guarda- danosoutrosmesesdo ano. Creio que o período do natal deixe as pes- soas mais sensíveis às necessidades alheias e por isso mais dis- postas a serem solidá- rias. Essa sensibilida- de precisa, no entan- to, ser estendida pa- ra os demais meses do ano. Não é apenas no mês de dezembro que pessoas sentem fome ou frio, que as crian- çasqueremganharum presente,umsorrisoou quem sabe um abraço. A necessidade existe o ano todo, ainda que in- sistamos em enxergá- -la apenas no natal. TURMA DO ALTO FORNO Há 16 anos, cruzei- renses e atleticanos se reúnem em prol das famílias carentes do município de San- to Antônio do Monte. O objetivo é arrecadar alimentos junto a co- munidade e com isso montar cestas bási- cas que são distribu- ídas para os mais ne- cessitados. As aquisições dos alimentos sempre acontecem nos meses de novembro e dezem- bro, e a entrega é reali- za após uma partida de futebol entre os times. Só no ano de 2013 a Turma do Alto Forno arrecadou 245 cestas e de acordo com um dos coordenadores, Márcio Teixeira, o ob- jetivo é arrecadar cada vez mais para pregar o verdadeiro sentido da solidariedade. “Nosso objetivo é conseguir trazer a população pa- ra um momento tão importante. Estamos unindo uma boa ação ao esporte, e com is- so, além de agradecer a todos que se como- vem com a nossa ação, quero também convi- dar e sensibilizar a co- munidade de S. A. do Monte para que tam- bém nos ajude a fazer o bem para o próximo”, destacou. ROTARACT, DE LAGOA DA PRATA Fundado em 1991, o Rotaract de Lagoa da Prata também desen- volve ações solidá- rias durante todo ano. O clube tem como a fi- nalidade ajudar o pró- ximo, tendo como foco a disposição e força de vontade. Um rotarac- tiano deve se orgulhar não só de ser uma pes- soa importante e espe- cial para o clube, mas também por ser reco- nhecido como tal, pois o rotaractiano é uma pessoa que notoria- mente se destaca em seu meio e deve fazer valer esta evidência. ESPECIAL DE NATAL
  14. 14. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 17 Richeli Sachetti Como melhorar em 2015 Definir meta desafiadora e estipular um prazo é o primeiro passo Pelo menos 50% da po- pulação mundial traça pla- nos para o ano novo que se inicia,masnãomaisde10% consegue executar. A afir- mação é da coach Riche- li Sachetti, da Sociedade Brasileira de Coaching. Se- gundoela,oproblemarecai em algo bem simples: fal- ta de definição de um pra- zo, de uma data para a me- ta. Outra questão está rela- cionada a forma com que umaoumaismetassãoes- tipuladas.“Énecessárioter- mosumametadesafiadora emetasmenoresqueserão os meios para atingirmos a principal”,afirma. É muito comum, argu- menta Richeli, pessoas re- clamarem que não são re- conhecidasnotrabalho,que seus amigos se afastaram, queninguémaentendeem casaeporaíafora.“Nãopo- demos jogar a responsabi- lidade do nosso sucesso, nestecasooinsucesso,nos outros. Nós temos que ser agentes da nossa felicida- de e da realização dos nos- sossonhos”,argumenta. Quem quer ser melhor em alguma coisa em 2015, diz a especialista, não deve seperguntarcomoeuposso melhorar. “O nosso cérebro já vai entender que é algo impossível. Naturalmente, océrebroéresistenteamu- danças até como forma de proteção. Ele trava porque estamos focando um pro- blema e não uma solução. A ideia é termos um propó- sito bem claro e definido. O que eu quero e preciso? O que é mais importante? A partirdaítraçamosocami- nho para atingir e meta, ou asmetaspropostas”,ensina. O estabelecimento das metas é algo que merece uma atenção. Richeli ex- plica que definir algo fácil, ou não muito desafiador, é meio caminho andado pa- ranãorealizarnada.“Sefor umametafácilagenteaca- ba sempre deixando para depois. Vamos adiando e quandoagentesedáconta oanoestáterminandoenão hátempoparamaisnada.” Quem pretende fazer maisamizadesem2015po- de ter como meta ser mais feliz, ter mais paz e harmo- niaemsuavida.Comoche- garlá?Umadashabilidades que precisará desenvolver éadefazermaisamizades. Para isso, a pessoa precisa se avaliar. Tem que ser me- nos teimosa, ouvir mais, concordar mais e aprender maisemvezdequerersem- pre estar ensinando e ter a últimapalavra. Jáquemestápensando em trocar de emprego pre- cisatraçarumplano.Ame- tapodeserestarnaempre- sa tal até o final de 2015 ou em outra em determinado cargo. Como chegar lá? “In- dependentedeapessoaes- tardepassagemnaempre- saoudequererumapromo- ção,elatemquemantersua dedicação. Ela precisa dei- xar marcas por onde pas- sou e não cicatrizes. Cons- truir redes de relaciona- mento é um grande tesou- roparaquembuscamelho- rar profissionalmente. Isto ajuda no atual emprego e para buscar novas oportu- nidades. PassoI–Mentetranquila •Independentementedoqueocorreunoanoqueestáaca- bando,oimportanteédesejaralgoamaisnasuavidahojee lembrarqueoseufuturonãoestácomprometidodiantedo queocorreunopassado.Aneurociênciaconfirmaqueocé- rebroquandopreocupado,ouseja,ocupadocomsentimen- tos negativos, como culpa, mágoa, arrependimentos, per- deconsideravelmentesuacapacidadepensantecriativa. Ação-Utilizeopassadoparageraraprendizados,questio- ne-se: Qual é o grande aprendizado que eu posso tirar dos onzeprimeirosmesesde2015?Oquevaleuapenaeoque podesermelhoradooualterado?Useumafolhaembranco paracriarnovasperspectivasegerargrandesoportunida- des.Então,respirefundo,tranquilize-seesorria! PassoII–Foconoobjetivo • Pense sobre tudo o que você gostaria de ter realizado. Questione-se:Oquevocêquerconquistarprimeiroeoque, aoserconquistado,abriráoportunidadesparaasoutrasre- alizações?Qualexatamenteéoseuobjetivo?Ecomovocê saberá que o conquistou, qual será a evidência? Desenhe umcírculonocentrodafolhadepapel. Ação-Escrevaneleoquerealmenteémaisimportantepa- ravocê,quesefizerfarátodaadiferençanasuavida!Mui- tasvezesqueremostudoenãofazemosnada. PassoIII–Autoconhecimento •Reconheceroseupropósitodiantedeumobjetivoéfun- damentalparaqueelesejaconquistado.Quandosentimos anecessidadedeumanovaconquista,precisamosdemu- dançasemnossoshábitos,novasaçõesparaqueasmetas sejam consolidadas. O processo de mudança precisa ser prazerosotantoquantooresultadofinal,casocontráriopo- demosdesistirdenossossonhos.Conseguimossentirfeli- cidadeduranteoprocessodetransformação,pormaisde- safiador que ele seja, quando sabemos o que estamos ga- nhandocomamudançaacurto,médioelongoprazo. Ação-Acimadocírculoescreva:Porqueesteobjetivoéim- portanteparavocê?Quaisosganhosquevocêiráobterem conquistar o seu objetivo? Por que valerá a pena para vo- cê?Àmedidaqueforescrevendo,visualizetambémtodos osganhosidentificados!Sorria!!Vocêmerecemuitomais!! PassoIV–OPassoaPasso • Para chegar lá, no seu objetivo, mais rapidamente, trace umasetahorizontalabaixodocírculodeaproximadamente 20cm.Noiníciodaseta,àesquerdadafolha,coloqueadata dehojeenofinaldaseta,àdireitadafolha,adata(dia,mês eano)quevocêescolheparaqueseuobjetivosejaconquis- tadoeescrevaseuobjetivotambémaofinaldaseta.Lem- bre-se que a felicidade deve ser sentida durante o proces- sodetransformaçãoemesmoqueadataescolhidasejano próximoano,vocêiráplantarhojeparajácomeçaracolher! Ação-Agora,escrevasasatividadesimportantesqueirão fazerseuobjetivosematerializar.Comosefossempedras no caminho a serem pisadas dando sustentação ao traje- to. As metas meio são as que garantem a meta fim! Colo- queprazostambémparaelas.Saibaquetodosonhopreci- saderecursos:tempodisponibilizado,conhecimentosase- rempesquisados,investimentosfinanceiros,contatos…À medidaquevaiescrevendo,vátambémvisualizandovocê com todos os ganhos obtidos por cada uma dessas ações! Sorria!!Vocêsabequeécapaz!! PassoV–FazerAcontecer a) Defina claramente também seu primeiro passo. O ini- ciarnostiradazonadoconforto.Questione-seeregistreà direitadafolha:Oqueseráfeito?Comoseráfeito?Oquevo- cêiráprecisar?quaisosrecursos?Quando? b) Mantenha o foco no resultado final. Dessa forma você fazcomquesuamentefoqueemquestionamentosinteli- gentes para iniciar sempre novos progressos em direção doseupropósitoemvezdelamentaçõesejustificativas. •Vocêsetornaumapessoapositivaquandocompreende quearesponsabilidadepeloseusucessoésua!Questione- -se e registre na parte mais estratégica que você acredita dafolha:Oqueeupossofazerparaqueesteobjetivo,quede- pendedemimparaserrealizado,sejainiciadoemantido?! Deixeasuafolhaa“horadavirada”semprepresentenoseu diaadiaesorriaquandoencontrarcomela!! ESPECIAL DE NATAL
  15. 15. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 18 Rodrigo Ghedin Como escolher um smartphoneConsumidor precisa analisar o custo/benefício Os smartphones figu- ramnotopodalistadepre- sentes desejados para este Natal.Eaindústriaapostou fortenistoeinundouomer- cado com muitos modelos quetornamumpoucocom- plicadaavidadequempre- tendecomprarumparapre- sentear. O jornalista espe- cialistanaáreaequeháano sededicaaajudarconsumi- dores em seu site manual- dousuario.com.br,receben- doemtornode5milvisitan- tes por dia, Rodrigo Ghe- din, explica que a va- riedade de modelos e preços é boa por um lado, mas esconde algumas arma- dilhas. Muitas vezes, segun- do ele, vale maisape- na inves- tir de R$ 50,00 a R$ 100,00 a mais e m u m a p a re l h o para ter uma experiênciamui- tomelhor. Uma tendência que ganhou espaço en- tre os fabricantes este ano foi apostar em telas maiores mas não é es- seocritérioquedevein- fluenciar a escolha. Se- gundoRodrigo,oconsu- midorprecisaanalisaro custo/benefícioparade- finir quanto vai investir. “Quem usa muito redes sociais não pode comprar um aparelho com pouca capacidadedememória.Se tiverumaparelhocomme- nosde1GB,instalarowhat- sappecomeçarabaixarfo- tos logo ficará sem espaço para nada. Então, é impor- tanteficaratentoparaisto”, afirma. Uma regra geral sobre se um modelo é bom ou não, explica Rodrigo, está ligada diretamente ao pre- ço.“Quandomaisqualidade dateladeimagem,maises- paço de memória e melhor câmera fotográfica, maior será o preço. Então, os me- lhoressempreserãoosmais caros”, diz. Mas é possível tem um bom aparelho sem a necessidade de investir nos mais caros. Em termos CHIP - SoC é a sigla para System-on-a-Chip, ou se- ja,umchipquetraz,embar- cados, a maioria ou todos os componentes vitais pa- ra que um dispositivo mó- vel funcione. A fabricante de SoCs ARM mais popu- lar,hoje,éaQualcomm.Ela produzalinhaSnapdragon que equipa os smartpho- nes mais poderosos dos universos Android e Win- dows Phone. Considere a “nota de corte” o Snapdra- gon 400: dele para baixo, grandes são as chances de vocêsedecepcionarcomo desempenho. de duração de bateria, não hámuitadiferençaentreos disponíveisnomercado. Quem está acostuma- do com um celular comum que tem uma bateria capaz de durar até uma sema- na vai estranhar um smar- tphone: a bateria dura em MEMÓRIA - Existem dois tipos de memória em um smatphone que devem ser alvos de atenção. A RAM é a memória que os apps e o sistema usam tempora- riamente. A memória in- terna é o espaço que “guar- da”indefinidamenteopró- prio sistema, apps e dados do usuário — fotos, músi- cas, arquivos de texto e tu- do mais que for gerado pe- los apps. Em questão de RAM, o mínimo aceitável noAndroidé1GB.Com768 MBvocêseviracomalgum sufoco ocasional em ses- sõesmaisintensivascoma geral um dia ou até menos, dependendodouso.Paraos que gostam de fotografar, umaboanotícia:osgadgets que foram lançados esse ano chegaram com câme- ras melhores. Dá para fazer umaselfiecomboaqualida- deepostarnaredesocial. Jáosfanáticosporapli- cativos ficam restritos a doissistemasoperacionais. O melhor disparado conti- nua sendo o iOS do iPhone. DepoisvemoAndroid. Éne- lesqueosdesenvolvedores se concentram para dispo- nibilizar uma variedade de apps.Asquefazemmaissu- cesso sempre chegam pri- meiro para o iPhone e de- pois ganham suas versões para os aparelhos com An- droid. aberturademúltiplosapps ao mesmo tempo. 512 MB? Éfria.Emrelaçãoàmemó- ria interna o mínimo reco- mendado é 8 GB. 3G ou 4G - É padrão de co- nectividade, se o smar- tphoneconversacomredes 3Gou4G.Aprimeiratecno- logiaébastantedifundidae a 4G ainda engatinha. ANDROID-Nãopeguenada anterior ao Android 4.1. O sistemaoperacionalémais lentoenãoaceitaboaparte dosaplicativosdisponíveis. ESPECIAL DE NATAL
  16. 16. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 19 As cervejas espe- ciais, que reúnem as ar- tesanais, as importadas e as industriais de cate- goria premium, ganha- ramespaçonomercado brasileiro e estarão pre- sentesemmuitasmesas neste Natal. A cerveja é a bebida preferia entre dois de cada três brasi- leiros para comemora- ções, segundo dados do Ibopeempesquisareali- zada no ano passado. Enquanto a classe C opta pelas marcas tra- dicionais, as classes A e Tira-gostos Paraacompanharosti- ra-gostoscomomixde frutassecas,damascos ecastanhas,assuges- tõesdeharmoniza- ção são as cerve- jas do tipo Bel- gianStrongAle ou Belgian Tri- pel. A Gauloi- se Blond, Gauloi- se Tripel, Duvel, De- lirium Tremens e a Tri- pel Karmeliet, são exce- lentes exemplares dos estilos. Rabanada ou Chester Para acompanhar a Raba- nada, o Tender ou o Ches- ter, a sugestões são a Wei- zenbock, a Doppelbock ou aBelgianDubbel.Asdicas de Demian Salles são a Engel Bock Dunkel, a Sch- mucker Doppelbock, a Tucher Bajuvator, a Gauloi- se Brune, a Westmalle Dubbel ou a Chimay Dubbel. Bacalhau ou Camarão Quem optar pelo Bacalhau ou Camarão pode ser- virsemerroumaBohemianPilsner,umaWeissbier ou uma Witbier. Rótulos desses estilos são a Tere- za, a Engel Hefe-Weizen, a Schmucker Hefe-Wei- zen, a Schweiger Weiss, a Blanche de Namur ou a Colomba. Porco e Peru OPernil,LeitãoeoPerutambémganhamacompa- nhamentos. Para esses pratos, as melhores opção sãoosrótulosdosestilosBock,Weizenbock,Dunke- lweizenouRauchbier.AEngelBockHell,aEngelBo- ckDunkel,aSchmuckerRoseBock,aTucherDunke- lweizen, a Mikkeller Rauchpils ou a Bamberg Rau- chbier, são boas escolhas. B buscam produtos que tenham uma diferen- ciação. Segundo dados da Associação Brasilei- ra de Bebidas (Abrabe), o consumo das cervejas artesanais é majorita- riamente masculino na faixa entre 18 e 65 anos. Já entre as mulheres, o consumo maior é entre 30 e 65 anos. Ascervejasespeciais ocupamhoje5%domer- cado nacional e há uma previsãodequeestapar- ticipaçãovaipelomenos dobrar nos próximos cinco anos. O QUE ESCOLHER A ceia de Natal é o banquete mais espe- rado do ano e para dei- xar esse momento ain- da mais especial o beer sommelier Demian Sal- les,daredeMr.Beer,ela- borou um roteiro de ró- tulosdecervejasartesa- nais que acompanham entradasepratosprinci- pais que podem ser ser- vidosnanoitenatalina- confiranatabelaaolado. “Uma harmonização é sempre estudada bus- candoassimilaridadese contrastes entre a bebi- da e o prato. A intenção éque,juntos,osdoisele- mentosformemumter- ceiro sabor. Por isso, pa- ra que combinação se- ja eficaz é importante que as características da cerveja e do prato se- jam conhecidas previa- menteafimdepotencia- lizar a experiência gas- tronômica”,ensinaoBe- er Sommelier do Mr. Be- er. Cervejas especiais no Natal Elas conquistaram seu espaço. Saiba como harmonizar com a ceia. ESPECIAL DE NATAL
  17. 17. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 20 Solange Barbosa (Buffet Divina Gula) solangecfb@gmail.com Alimentos e Culinária FRANGO CAPÃO com Farofa de Miúdos INGREDIENTES Frango •1 frango capão grande (ou frango caipira ) de 2 kg •1 colher de (sopa )de sal •Gotas de Vinagre bran- co •Manteiga para besuntar o frango Farofa de Miúdos •300g de moelas •150g de fígado •2colheres (sopa)deóleo de oliva •2 dentes de alho pica- dos •1 cebola pequena bem picada •2 ovos cozidos picados •1 colher (chá) de azeito- nas verdes picadas •2 colheres (sopa) de ce- bolinha verde picada •4 colheres (sopa) de fa- rinha de milho •1 colher (sopa) de fari- nha de mandioca •Pimenta malagueta a gosto •Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto PREPARO Frango Limpe o frango e tempe- re-o por dentro e por fora com sal, pimenta e vina- gre. Reserve. Farofa Pique as moelas e o fíga- do separadamente. T empere as moelas com sal e pimenta do reino. Aqueça o óleo de oliva, doure o alho, acrescente as moelas e refogue. Quando secar o líquido, vá acrescentado água quente até as moelas ficaremmacias.Introdu- za o fígado, coloque a cebola e deixe murchar . O refogado deve ficar bem úmido. Retire do fogo e espere esfriar . Junte os ovos, asazeitonas,acebolinha verde e a malagueta. Acerte o sal. Vá colocando as duas fa- rinhas previamente misturadas, mexendo com uma colher , até o ponto de uma farofa bem úmi- da. Finalização Recheie o frango com a farofa e feche a abertura. Reserve um pouco da fa- rofa para a decoração. Besunte o frango por fo- ra, generosamente, com a manteiga e leve- -o ao forno pré-aquecido à 200°c, até dourar . Cubra-o com papel-alu- mínio e reduza a temperatura para 160°. Asse por mais uma hora, aproximadamente. Passe o frango para uma travessa colocando em volta a farofa que ficou reservada. Sirva quente ESPECIAL DE NATAL
  18. 18. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 21 Umaboaopçãopa- ra quem quer dar um toque diferente na Ceia de Natal é a ela- boração de enfeites natalinos comestí- veisquetantopodem sersalgadosoudoces. Os doces podem vi- rarbolascoloridasou bonecos de neve, por exemplo,comodafo- toaolado. A elaboração não requer nenhuma ha- bilidade especial. Em vez de fazer negri- nhosebranquinhos,o mesmomaterialpode ser empregado para o boneco. Para fazer o enfeite da imagem, a pessoa vai precisar debranquinho-pode comprareleprontojá em supermercados - um palito, cravos da índia, bala de goma, coco ralado e de cho- colateAlpino. Oprimeiropassoé preparar as três par- tesdocorpodobone- co. Devem ser feitas três bolas com tama- nhos diferentes e du- asdelasprecisamser levemente achata- das. Para fazer o pes- coçousa-seumabala de gome redonda. As três partes do corpo sãofixadascomouso deumpalito,quetam- bémprendeochapéu que é um pedaço de chocolate Alpino. Os cravos servem para fazerosolhosenariz. Já o coco deve ser jo- gado sobre o boneco depois simulando a neve. Podem ser feitos vários bonecos ou alguns com bom ta- manho para decorar a mesa de sobreme- sas. Para fazer as bo- linhas de natal, basta usar um palito e um pedaçodabaladego- ma circular para si- mularosuporte. Há várias outras opções. Morangui- nho,porexemplo,po- dem virar pequenos bonecos. Para isso, corte um pedaço na parte mais fina e fa- ça o rosto com chan- tily. Depois, aplique a parte cortada e fa- ça um pompom com o Chantily. Para os olhos, use gergelim preto e para o nariz uma tirinha de da- masco. A criativida- de dá um toque todo especial para surpre- ender os convidados nestaCeiadeNatal. Faça enfeites comestíveis Esta é uma opção para dar um diferencial na Ceia Natalina ESPECIAL DE NATAL
  19. 19. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 22 Brinquedos devem ter o selo do Inmetro, garantindo segurança para as crianças A maioria das pessoas sempre deixa a compra de presentes de Natal para a última semana e depois do recebimentodaúltimapar- celado13ºsalário.Então,as lojas ficam lotadas e quem faz escolhas apressadas pode se deparar com situa- ções desconfortáveis. Uma dasprimeirasmedidaséve- rificar atentamente os pro- dutos escolhidos e, quan- do for necessário, testá-los. Enquantoesperaparafazer suas compras, o consumi- dor pode aproveitar o tem- po para ir pesquisando pre- ços. É muito importante tam- bém verificar qual é a polí- tica de troca das lojas. Se o produto não apresenta de- feito, elas não são obriga- das a fazer a troca, mas a maioriaaceitaporqueéuma oportunidadedefazernovas vendas.Oconsumidortam- bémprecisaevitaracompra por impulso e lembrar que na virada do ano chegam ascontasdeIPVA,IPTUelo- go em seguida as despesas de colégio. Dar uma olhada no orçamento garante um início de ano mais tranqui- lo.Vejanalistaaseguiralgu- masorientações doProcon de São Paulo para as com- prasnatalinas. Perfumesecosméticos-Fi- queatentoàrotulagemdes- ses produtos, pois nela de- ve constar o número de re- gistro no órgão competen- te, prazo de validade, com- posição, volume/quantida- de,condiçõesdearmazena- mento, modo de uso, dados sobre o fabricante ou im- portador e, em alguns ca- sos, precauções e cuidados nomanuseio. Roupaseacessórios-Quan- do o consumidor compra roupas,tecidos,toalhas,len- çóis,acabasepreocupando mais com a beleza e preço dos produtos. Entretanto, a etiqueta de identificação deles é muito importante e obrigatória para todos os itens deste segmento. Ne- la, o consumidor pode con- ferir informações necessá- rias:dados dofabricanteou importador;paísdeorigem; indicação de tamanho; cui- dadoscomaconservaçãoe composição; informações sobreasfibrasdoproduto. Eletrodomésticos/ eletroe- letrônicos- Aoadquirirele- trodomésticos, solicite, no local da compra, uma de- monstração de funciona- mento do aparelho. Teste as funções do aparelho, ve- rifique se tem rede de as- sistência técnica e obser- ve se a voltagem é compa- tível (110 ou 220 V) e dê pre- ferência aos produtos mais econômicosindicadospelo selo PROCEL. Fique atento também se as tomadas dos aparelhos são compatíveis comospluguesdesuaresi- dência.Casonãosejam,vo- cêprecisarácompraradap- tadores. Brinquedos-Aopresentear as crianças com brinque- dos, tenha um cuidado es- pecial. Brinquedos são pro- dutos de certificação com- pulsóriadesde1992,ouseja, para serem comercializa- dos necessitam do símbo- lo de identificação da cer- tificação, o selo do Inmetro. Além do selo, os consumi- doresdevemficaratentosa outros detalhes na hora da compra como a faixa etá- riaparaaqualobrinquedoé destinadoeseasinstruções deusoemlínguaportugue- sa. Se o brinqueo for à pilha (oubateria)verifiqueseesta está inclusa para não frus- traracriança. Celular-Oaparelhodeveser sempre adquirido em lojas autorizadas. Isso garante a procedênciaehabilitação.O produtotemqueestarlacra- do e dentro da embalagem original deve haver a rela- çãoderedeautorizadapara assistência técnica, manu- aldeinstruçãoeotermode garantiacontratual. CDs, DVDs e Livros - Mui- taatençãoparaascompras deCDs,DVDsoulivros.ALei Estadual8.124/92prevêque para estes produtos deverá ser mantida uma amostra para o exame do consumi- dor, exceto aqueles que de- vem estar lacrados por for- çadelei. Computadoresenotebooks Aocomprarcomputadores, é aconselhável estar infor- madosobreasmarcas,mo- delos, componentes e pro- gramas utilizados. Isto po- deserfeitopormeiodecon- sultaaprofissionaisdecon- fiança da área de informá- tica ou revistas e sites es- pecializados no assunto. É importanteavaliarousoque será dado à máquina, pois muitas vezes os recursos dos modelos mais avança- dos e caros não são neces- sários ao uso que será dado aoproduto. Vale presente - Na dúvi- da sobre o que comprar, al- gumas pessoas optam pe- lo “vale presente”. É impor- tantedefinircomolojista,e anotarnanotafiscal,deque forma será restituída even- tualdiferençadevaloresen- treovalepresenteeaefetiva aquisição do produto. O es- tabelecimento é obrigado a restituiradiferençaemmo- edacorrente,contravaleou deformaacomplementaro valor para aquisição de ou- tro produto. Defina e regis- tre,porescrito,emquecon- sisteovalepresente(tipode artigo,tamanho,cor,marca, etc.),seexisteumprazopa- ra usá-lo e, quando for o ca- so, se ele tem validade em todasaslojasdarede. Tenha atenção nas compras Consumidor precisa tomar alguns cuidados na escolha dos presentes ESPECIAL DE NATAL
  20. 20. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 23 Nãohánadamaisdesa- gradável do que pegar a es- trada, pensando nas festas definaldeanoounasférias esedepararcomumproble- manocarro.Muitosdospro- blemaspodemserdetecta- dosemumarevisão.Várias oficinas e concessionárias oferecemoserviçográtisde revisão de vários itens. Ve- janalistaaseguiroquenão podeseresquecido: Limpadoresdepara-bri- sas:Apesardeseralgorela- tivamente simples, as pa- lhetas dos limpadores de- vem ser checadas, pois em caso de chuva, o mau fun- cionamento da peça impe- dirá que o condutor tenha umaboavisibilidadedapis- ta. Luzes: Fundamentais para a sinalização no trân- sito, as luzes de freio, faróis (alto e baixo) e pisca-aler- ta precisam estar em ple- no funcionamento. Em si- tuaçõesdebaixavisibilida- de,comoànoiteeemtempo chuvoso, a falta deles pode provocar acidentes. Além disso, problemas nesses itens são passíveis de mul- ta. Ferramentas obrigató- rias: A presença da chave de roda, macaco e triângu- lotambéménecessáriapa- raeventuaisincidentesdas viagens. Outro item impor- tanteéoextintor,quepreci- saestardentrodavalidade. Pneus:Viajarcompneu “careca”, isto é, com baixa aderência ao solo, é peri- goso. O mau estado provo- ca instabilidade na condu- ção durante a chuva e tor- na o objeto mais suscetí- vel a avarias. Vale desta- carqueacalibragemcorre- tadopneutambémfazadi- ferençaduranteaviagem.A máconservaçãodospneus também é passível de mul- ta,comocarropodendoser recolhido até a regulariza- ção. Freios: O sistema de freio, fluido de freio, disco e pastilhas, é um dos itens mais importantes para se checar durante a revisão veicular.Qualquerproblema nessa área do veículo pode ameaçaravidadocondutor do carro, dos passageiros e de demais automóveis da estrada. Óleo: Durante a revisão, é importante checar a con- dição do óleo do motor. O ideal é chegar à concessio- náriasabendoseocarroes- tánoperíodoindicadopara a troca, bem como o tipo de óleo que deve ser usado no motor em questão. O des- cuido com a troca de óleo podeprovocardesdepeque- nasavariasatéaperdatotal domotor. Vai viajar? Revise seu carro Procurar uma oficina garante festas de final de ano e férias tranquilas ESPECIAL DE NATAL
  21. 21. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 24 ESPECIAL DE NATAL
  22. 22. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 25 F A J K L O M B C F T R E L K M O J P G A B R A Ç O P Q A S F G T I R U J K K L J O I V Z G V G B H E J M K A L E G R I A W C A S D S X C F I K M N J H Y U E O L Ç E O E G T Q U I L A Q Q I D X K N L A N A T A L K R N H A T T R T D F E W Q A P O E H J P Q U U E O Q H Y U Q I K F N H B G T F R D E O A E N Q Q L L O K M R T Ã L E D É O O C D E W I K L O P Ç P L X Z S E E W X L K J R T A M O R P D E L Q X Ã D E R T G B V F R E W I K L J O Y T P F V B C F D E R L O J N V F U A K H C E S T R E L A K G H C R Z U 1 - Natal 2 - Estrela 3 - Presente 4 - Ceia 5 - Amor 6 - Abraço 7 - Paz 8 - Alegria 9 - Noel 10 - Reflexão Encontre no quadro ao lado as dez palavras abai- xo. Elas estão nas posi- ções horizontal e vertical ESPECIAL DE NATAL
  23. 23. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 26 Não é a sensibilidade do ouvido dos cães e gatos que os deixam assustados comsonsaltoscomunspe- la queima de fogos nas fes- tasdefinaldeano.Elestam- bém nãosentemdor.O ins- tintodesobrevivênciaéque alteraocomportamentode- lesquandoosprimeirosfo- guetescomeçamaexplodir. Omesmoaconteceemdias detempestadeouemdecor- rênciadealgumbarulhoal- tomudandoarotinadopet. Quando cães desenvol- vem traumas, até mesmo a formaçãodeumatempesta- dejáalteraoseucomporta- mento. Ansioso, ele procu- ra um local para se abrigar. Hácasosemquemedicação para a ansiedade pode aju- dar,especialmentenasfes- tas de final de ano. O reco- mendado é consultar um veterinário e nunca minis- trarumansiolíticoporcon- taprópria.Etomaralgumas medidasdeprecaução.Cães egatospodemfugireserem vítimasdeatropelamentos. Emedifícios,podematésal- tarpelasjanelas.Então,éin- dispensávelverificarsenão hácomoelefugirdocanilou pátioefecharjanelas. A solução para o pro- blema do medo é muito di- fícil. Há, contudo, algumas técnicas que podem ajudar a amenizá-lo. Especialis- tas do projeto Cão Cidadão recomendam que a pessoa deve respeitar o local esco- lhidopelopetparaseprote- ger. E neste local, no dia da tempestade, dos fogos, ou em outras oportunidades, aproveitarparabrincarcom ele,darpetiscos.Aassocia- çãodecoisasboascomtro- võesefogosamenizamoso- frimento. Outra técnica ensina- daporadestradoreséacos- tumaropetcomsonsaltos, comomúsica.Então,nodia de tempestades ou muito fogos, colocar uma músi- ca para rodar ajuda a dimi- nuir o som que vem da rua. Gravarsonsdetempestade também pode ajudar nes- ta técnica, mas é necessá- rio muito cuidado para não agravar o trauma no pet ou desenvolverumoutro. Adestradores expli- cam que a pessoa não deve se agachar e proteger o pet quando ele se assusta. Pa- ra eles, o ato significa que a pessoa também está com medo. O momento sempre deve ser associado a algo positivo. Brincar com o pet e dar um petisco vai fazer com que o medo diminua e elepassaráaassociaroses- trondoscomalgopositivo. Festa para uns, terror para outros Cães e gatos sofrem muito com os fogos de artifício. Saiba como mininizar o problema. ESPECIAL DE NATAL
  24. 24. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 27 ABiosevfezoplantiode mil mudas de diversas es- pécies nativas, no último dia10,emumaÁreadePre- servaçãoPermanente(APP) da lagoa de Capoeirão, no municípiodeJaparaíba. Aação,quemarcaoiní- cio do projeto de revitaliza- ção das áreas de APP da la- goa e pretende recuperar a biodiversidade local, foi re- alizada em parceria com a PrefeituraMunicipaleaSe- cretaria de Meio Ambiente da cidade e contou com o apoio dos alunos da Esco- la Municipal José Eustá- quio Borges, da Emater, da PolíciaMilitardeMeioAm- bienteedoCodema(Conse- lho Municipal de Defesa do MeioAmbiente). A iniciativa de fazer o plantio no local foi ideia de colaboradores da Biosev que moram no Capoeirão e estão empenhados em re- cuperar o local e preservar a lagoa. As mudas planta- das eram do viveiro da em- presa e também foram do- adas pela Associação Am- bientalistadoAltoSãoFran- cisco. “Ficamosmuitosatisfei- tosporpoderplantarasmu- das em Japaraíba. A maio- ria dos nossos colaborado- res e prestadores de servi- ço é de Lagoa da Prata e re- giãoeconheceascarências locais. Por isso, junto com eles,estamosempenhados em propor e realizar inicia- tivasquepreservemabiodi- versidadelocalemelhorem a qualidade de vida da po- pulação”, explicou o diretor agrícoladaBiosevemLagoa daPrata,FernandoBezerra. Alémdaaçãodeplantio demudas,aBiosevtambém tem parcerias com entida- des e programas assisten- ciais na região, entre eles, Amavi, APAC, Liga pela Paz nas escolas municipais e Associação dos Catadores deLPT. Biosev faz plantio de mil mudas em Área de Preservação Permanente (APP) da lagoa do Capoeirão Ação foi realizada em parceria com a Prefeitura de Japaraíba e contou com o apoio de alunos da rede pública da cidade, da Polícia Militar de Meio Ambiente e do CODEMA JAPARAÍBA O PLANTIO DE MUDAS NO CAPOEIRÃO FOI UMA SUGESTÃO DOS COLABORADORES DA EMPRESA QUE RESIDEM NA COMUNIDADE FOTO: ASCOM PREFEITURA JAPARAÍBA CIDADES Umapontedeferroso- bre o Rio São Francisco, entre Luz e Lagoa da Pra- ta, cedeu na tarde do dia 12 de dezembro, no mo- mento em que uma car- reta carregada com brita passava pela estrutura. O motorista, que não te- ve a idade divulgada, não se feriu. A Guarda Civil Mu- nicipal de Lagoa da Pra- ta esteve no local e in- formou ao G1 que o mo- torista da carreta fazia uma manobra para atra- vessar a ponte com o ve- ículo, no sentido Luz pa- ra Lagoa da Prata. A par- te de trás do veículo teria esbarradonaestruturada ponte e provocado o aci- dente. Com o acidente, a BR- 262 passa a ser a única forma de ligação entre Lagoa da Prata, o povo- ado rural de Esteios e o município de Luz. Fonte: G1 Ponte desaba e carreta com brita fica pendurada LAGOA DA PRATA Estrutura se rompeu durante passagem de carreta, diz Guarda Civil. Apesar do susto, motorista não se feriu; peritos investigam o acidente A PARTE TRASEIRA DO VEÍCULO TERIA ESBARRADO NA ESTRUTURA DA PONTE E PROVOCADO O ACIDENTE FOTO: INTERNET
  25. 25. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 28 José Antônio (Rádio Samonte FM) bandeirantes@isimples.com.br Causos e Prosas COLUNISTAS  Em meados de 1984 saiuumcomunicadoso- bre o show do Beto Car- los na Praça de Espor- tes de Santo Antônio do Monte. E ficou todo mundo na “fiúza” por- que no carro de som fa- lou Beto Carlos, mas “nóis achava” que era o Roberto Carlos. O show acontece- ria no sábado e era dia de tomar banho mes- mo, então lavei, pen- teei o cabelinho e pas- sei manteiga de galinha pra dar brilho e um ce- bo no beiço. Em segui- da passei no bar do Zé do Tião, no bairro Dom Bosco, e encontrei com o Britão, funcionário da Fogos Fulgor, e assim “nóis bebemo” uma ca- na misturada com Spri- te e desse modo fomos para o show do Beto Car- los. Nesse meio tem- po resolvemos passar no bar dos Agachados. Ali sentamos e come- çamos a beber, passado um tempo chegou o sau- doso Gringa com um sa- co de cebola na cacun- da e tonto, mas ele ain- da pediu mais um uís- que rural; e quando eu e o Britão saímos para o show do Beto Carlos es- se Gringa saiu atrás de nós falando que a gen- te tinha catado o dinhei- ro dele beber as pingas, e assim ele desceu atrás de nós levantando falso. Quando chegamos na porta da Praça de Es- portes estava lá a polícia com o seu fusquinha, e nós conversamos com o Valdemar e o Alber- to “sordado” e contamos para eles que o Gringa “tava” falando de “nóis”. Nisso o soldado mandou nós três entrarmos den- tro do fusquinha (a an- tiga baratinha) e nos le- vou para a cadeia. Che- gando lá, quase que eles viraram eu mais o Bri- tãodecabeçaparabaixo, mas caiu só umas prati- nhas. Pegaram o Gringa e botaram ele no pote com o saco de cebola. A po- lícia quis encrencar co- migo dizendo que eu era menor de idade, mas eu insisti e ainda perguntei se eles não iam nos le- var para o show do Beto Carlos. E eles não nos le- varam, a polícia deixou “nóis” no bairro Senho- ra de Fátima e assim fo- mos descendo até che- gar na Praça de Espor- tes, e ainda achando que era o show do Roberto Carlos. Mas quando che- gamos na porta desco- brimos que na verdade o Beto Carlos era de Divi- nópolis,efoiumadecep- ção porque a cidade es- tava esperando Roberto Carlos. Assim, resolve- mos ir embora; e passa- mos no churrasquinho do senhor Otaviano da Paz (pai do João Bosco, daFotomax),ondehojeé banco Bradesco, naque- la hora havia acabado a energia na cidade e a gente só via as brasas da churrasqueira. Pedimos um churrasquinho, po- rém quando fui pergun- tar o preço vi que o va- lor de um espetinho da- va para comprar um qui- lo de carne. Daí falei pra ele:Tácaro,osenhornão tem coração não? E ele respondeu: Tenho, e es- tá o mesmo preço. Rapaz, esse homem “enristou” atrás de nós com uma faca de cortar carne e nos levou até o bairro Dom Bosco num “carrerão” só. Resultado: Fomos parar na cadeia, o show que a gente achou que era do Roberto Carlos na verdade era do Beto Car- los de Divinópolis, não comemos o churrasqui- nho e ainda quase apa- nhamos do senhor Ota- viano. O show do Beto Carlos
  26. 26. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 29 Nilson Antonio Bessas é Diretor do Sicoob Lagoacred Gerais e autor do livro “Tornando sua empresa um sucesso” com mais de 2.000 exemplares vendidos. Para perguntas, críticas e sugestões mande um e-mail para: nilsonbessas@nilsonbessas.com.br Empreendedorismo e Negócios COLUNISTAS  O sucesso empresa- rial é uma resposta do mercado – e até do uni- verso – para quem se de- dicouatrabalharnoseuli- mite para realizar um so- nho.Semprequeouvimos empreendedores bem su- cedidoscontaremassuas trajetórias de vida, perce- bemos algo muito em co- mum entre eles: todos ti- veram um sonho e não mediram esforços para realizá-los. Mas, será que somen- Os sonhos movem o mundo -Não faça nada sem planejar; -Tenha foco em seus objetivos e metas; -Não se deixe perder pelo caminho; -Tenha atitude. Sem atitude nada acontece; -Façaaquiloquelhedáprazerealegria.Acor- de cedo e trabalhe muito; -Seja organizado; -Seja um líder proativo e envolvente; -Energizetodosemsuavolta.Sorriasempre; -Invistasuasenergiasnaquiloqueinteressa. Deixedeladoas“conversasfiadas”.Compro- meta-se com o resultado. Sem ele, nada se- rá consolidado; -Conheça a fundo o seu empreendimento; -Fique informado o tempo todo. Observe as tendênciasdomercadoesaibainovarnomo- mento certo; -Acompanhe o que a concorrência está fa- zendo; -Desenvolvaseutalento.Aperfeiçoesuasha- bilidades; -Sejaexcelente.Omercadonãoaceitao“mais ou menos”; -Faça tudo com qualidade; -Seja simples e ético. Isso fortalece as suas raízes e nenhum vendaval vai lhe tombar; -Forme um time “fora de série” e saiba dele- garfunçõeseresponsabilidades.Masnunca espere que alguém resolva problemas espe- cificamente seus; -Nãoreclamedosproblemas.Estejaàfrente deles,aprendacomelesesetornemaisforte; -Nãotenhamedodeerrar.Oerroquandotra- balhadoeconsertadorapidamente,setorna um rico aprendizado e se transforma numa ótima estratégia; -Não fique procurando culpados para as fa- lhas. Assuma seu papel e mude o que tiver que mudar; -Saibarealmenteoquevocêquerparavocêe para seu empreendimento. Não fique perdi- do, vagando de um lugar para outro; -Sejaclaro.Suaequipeeparceirosprecisam saber aonde você quer chegar e quais os ca- minhos serão tomados; -Nuncaesperequeascoisasvenhamdegra- ça. Faça as coisas acontecerem, conquiste seu espaço. Acredite, trabalhe e crie o seu destino; -Tenhacoragemparaenfrentarosdesafiose os riscos que pairarão sobre você e o seu ne- gócio.Tomedecisõescomconfiança,coerên- cia e sabedoria; -Saiba qual é a sua missão e confie nela. Diantedetantosatribu- tos fica a pergunta: é pos- sível alguém reunir todos eles? Sim, é possível. Os empreendedores de su- cesso praticam isso natu- ralmente.Agirdestaforma para eles não é algo extra, excepcional, é na verdade uma rotina, um padrão de vida e uma forma de con- duzir as atividades no dia adia. Mas, o importante é saber que o empreende- dor não nasce pronto, co- mo muitos dizem por aí. Ele pode ser formado ao longo de um tempo. Todas essas habilidades podem ser desenvolvidas quando o empreendedor estiver disposto a fazê-lo. Porém, vale ressaltar que o suces- so pode estar no detalhe, e quemodesprezar,podees- tar fatalmente tomando o caminhoerrado. Então,concluímosque tudo começa com um so- nho, passa pelo desejo de realizá-lo, ganha forma através do comportamen- toempreendedoreavança pelacapacidadedeacredi- tar que é possível torná-lo real.Odesejoeacrençasão duasforçasextremamente poderosas.Quandoalguém deseja algo e crê que pode realizá-lo, ninguém pode- rá contra ele. É fato, ele vai conseguir. te isto basta? É possível ter sucesso a partir de um sonho? Certamente não! Sonhar apenas não bas- ta. Porque o sonho preci- sa vir acompanhado de outros atributos, como as características pessoais e profissionais que consti- tuirão o comportamento do empreendedor. E este comportamento é forma- doporumconjuntodeati- tudes indispensáveis, das quais seguem relaciona- das:
  27. 27. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 30 COLUNISTAS  A Orquestra de Cor- das Acordes do Monte, da cidade de Santo An- tônio do Monte, foi con- vidada pelo governo de Minas Gerais para tocar na cerimônia de despe- dida do governador Al- berto Pinto Coelho, que acontecerá no dia 1 de janeiro no Palácio da Li- berdade, em Belo Hori- zonte. De acordo com o co- ordenador da Acordes do Monte, Igor Silva, o mo- mento é de muita alegria e satisfação. “Sem pala- vras para expressar o que estou sentindo nes- se momento”, afirmou. O objetivo do evento, além da despedida do governador, é unir tre- zentas vozes para can- tarem as música Pátria Minas, Encontros e Des- pedidas e Oh Minas Ge- rais. Orquestra Acordes do Monte é convidada para tocar na despedida do Governador de Minas S. A. DO MONTES. A. DO MONTE FOTO: PATRÍCIA BORGES ORQUESTRA IRÁ SE APRESENTAR NO PALÁCIO DA LIBERDADE, EM BELO HORIZONTE A culpa é da bola quadrada Carlos Lúcio Gontijo Poeta, escritor e jornalista | www.carlosluciogontijo.jor.br Não compreendo bem o que se passa, apenas torço para que tudo termine logo, pois não estamos mais dis- cutindo política, que é a ar- te do diálogo e do entendi- mento possível entre con- trários. Os comentaristas de televisão e os articulis- tas dos jornais ficam numa disputa infantil, em busca de quem produz a melhor frase de efeito sobre o im- bróglio, no qual todos agem comocrianças,sobodesejo de destruir tanto o brinque- do quanto a brincadeira da politicagem em que se me- teram e que a todos arrasta, semeando a discórdia Bra- silafora. Avidameensinouqueo desvario coletivo cria uma bola quadrada intangível, que não tem lado e, por não terlado,independentemen- te da posição que ocupam, todos julgam estar do lado certo.Odramadesseespor- te nada desportivo, com es- fera que não é redonda, ad- vém da constatação de que ninguém consegue marcar golenemtraçarqualquerre- gra, prevalecendo o jogo de empurra. O planeta Terra, na vi- são derivada da luta renhi- daemtornodabolaquadra- da, não é mais uma esfera a girarnoespaçosideral,mas um tamborete individual, onde cada um fica a plane- jar como tirar uma vanta- genzinha dentro do grupo social em que vive. Há até quem peça a ajuda do divi- no espírito santo para afas- tar o colega de trabalho, ro- gandoquelhesejamenvia- daspoçõesdiabólicasdein- felicidade, em nome de um deus tão estranho quanto a bolaquadrada,comaqualse tenta praticar o novo e mo- dernoesporte,cujafilosofia estácentradanaprocurade que não haja vitoriosos, sob apremissaesdrúxuladeque a derrota geral é mais pala- tável: não provoca inveja nemrevanchismo! Ou seja, a política não está inventando nada, ela é apenas reflexo da socie- dade materialista, embebi- da nas profundezas de um vale-tudo sem preceden- tes. Não mais tenho perdi- dotempocomascarasebo- casdojornalismo,ondetudo é editado conforme os tais interesses superiores, que se nos apresentam sempre acimadosanseiosdapopu- lação, que quanto mais hu- mildemaisrepresentanteé da reserva moral da socie- dade, que é vista pelos diri- gentes constituídos como um conjunto de bonequi- nhos de videogame – facil- mente deletado e descarta- do! Estoucom62anose,co- mo dizia o escritor mineiro PedroNava,“tenhomaisluz natraseiraquenadianteira”. Nãovivereioutros60anose, porisso,nãomedisponhoa perdertempocomoquenão tem a mínima possiblidade de dar certo. Retornei, as- sim, aos artigos, aos meus livros e ao meu site, que es- tão sob o meu domínio. “O guarda-chuva do Simão”, minhaterceiraobrainfantil, está impresso: são três mil exemplares guardados em apartamento de apoio no bairro Eldorado, em Conta- gem. Na correria, tenho o li- vro “Tempo impresso” em trabalho de digitalização e diagramação. Minha bus- ca, agora, é não perder o fo- co, que sem trocadilho me remete a duas cirurgias of- talmológicas que farei em janeiro de 2015, ainda co- mopartedoprocessodain- tervenção que sofri no olho esquerdo, no dia 4 de julho passado,paratratamentode “buraconamácula”. Enfim, parafraseando o saudoso compositor Zé Ke- ti, se alguém perguntar por mim,digaquefuiporaí,com umlivrodebaixodobraço(e guiadopelovíciodefazerli- teratura) num país de pou- quíssimosleitores,oquenos conduz a administradores públicos insensíveis e que, mesmo ungidos pelas ur- nas, transformam a demo- cracia naquela mesma su- pracitada bola quadrada, quesórolamovidapelafor- ça, com a ditadura se man- tendo rediviva e legitimada acadaeleição.  Devotos de Santa Lu- ziadacidadedeSantoAn- tôniodoMonterealizaram no dia 13 de dezembro a caminhada em louvor à mártir na capela de Santa Luzia. A caminhada de 21 km teve início às 4h30 da manhã na Igreja da Matriz e terminou às 9h15 na Co- munidade do Raposo. Santa Luzia é conhe- cida como a protetora dos olhos, edeacordo comum dos coordenadores da ca- minhada,nomunicípiohá muitas manifestações de devoção à santa. “Foi ma- ravilhoso, a fé e a resis- tência dos devotos. Fize- Devotos fazem caminhada em louvor a Santa Luzia mos todo o percurso de- baixo de chuva, e mesmo assim 273 pessoas segui- ramacaminhadacomfer- vor e alegria no coração”, afirmaram. Após a chegada dos fi- éis, os devotos rezaram um Terço Mariano, e em seguida uma missa com o Frei Natanael. Teixei- ra ainda destacou que a Comunidade do Raposo agradeceu a todos os ro- meiros que prestigiaram a festa.
  28. 28. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 31CULTURA REPRODUÇÃO JORNAL O TEMPO Reminiscências de um fotógrafo Natural de Santo Antônio do Monte, fotógrafo é o autor de uma das imagens mais emblemáticas da história de Lagoa da Prata FELIPE BUENO JORNAL O TEMPO  Em um bairro afastado do centro da capital minei- ra,numacasasimples,mas repleta de tesouros, Cân- ciodeOliveira,responsável porimagensicônicasdeBe- lo Horizonte, guarda em ar- quivos e nas paredes foto- grafias que contam muito sobresuavidaeastransfor- maçõesdaprimeiracidade planejada do país. Logo na entrada, na sala de estar, uma foto em tom sépia re- montaaummomentoépico e de lazer do fotógrafo. Um belo clique de uma pesca- ria no Pantanal. Na mão de Oliveira,umpeixecomcer- ca de um metro e a satisfa- ção de poder eternizar a fa- çanha. Portodaaresidênciade Oliveiraseencontrammol- duras,estantescomnegati- vos e caixas que guardam, cuidadosamente, fotos e mais fotos de várias déca- das. Aos 88 anos, natural de Santo Antônio do Mon- te,interiordeMinasGerais, ele ainda rememora com exatidão como começou o interesse pelo mundo das imagens. “Desde a adoles- cência, eu já gostava de fo- tografia. Meu pai tinha um cinemanaminhaterraeeu colecionava,naquelaépoca, osfotogramasdeartistasde cinema. Eu gostava dos fil- mes de faroeste, dos seria- dos.Eumandavareproduzir osfotogramasemtamanho A4,colocavaemumachapa devidroe,quandoeuvinha paraBeloHorizonte,vendia naportadoextintoCinema Avenida, que localizava-se na avenida Afonso Pena”, conta. No ano de 1941, ele se muda definitivamente pa- raBeloHorizonteeseapro- funda na arte de capturar cenas e personagens do cotidiano, através da lente da sua primeira câmera, o modelo Agfa Billy Clack Bi- linar, que ganhou do padri- nho.Entreosanosde1948e 1952,comumequipamento melhor, mas ainda amador, ele começou a se dedicar a fazer postais, o que rende- ria, mais tarde, certa fama. Ele fotografava e vendia os postais, banca por banca, emBeloHorizonte. Nesseperíodotambém, ele começou a fotografar pessoas em restaurantes, e se o cliente se interessas- seporseutrabalho,eleleva- vaafotografianaresidência da pessoa. O grande sonho dele, mesmo, era comprar uma Rolleiflex. A aquisição veioem1953.Apartirdaí,ele passouafotografarcerimô- nias matrimoniais. “Eu fui um dos primeiros fotógra- fosafotografarcasamentos emigreja.Naquelaépoca,as noivas que queriam ser fo- tografadastinhamqueirno estúdio”, relembra. A sua incursão pela fo- tografia é recheada de his- tórias. Câncio de Oliveira foi pioneiro no registro de imagens áreas de Belo Ho- rizonte. Ele fotografou ar- tistas de cinema como Os- carito, Marisa Prado e Fada Santoro,alémdepersonali- dades políticas. Fotografou também,emagostode1954, o então presidente Getúlio Vargas, poucos dias antes do suicídio, com Jusceli- no Kubitschek, na inaugu- ração da Usina Siderúrgica da Mannesmann, no bairro Barreiro. Apesar de ter larga ex- periênciacomretratoseter feitoregistrosdeváriaspai- sagens da capital mineira, ele sempre preferiu explo- rar as paisagens naturais. “Eu gosto da fotografia ar- tística, de fotografar paisa- gensbucólicas.Eunãogos- tavamuitodostranseuntes, ônibus como elementos na foto”,afirma.Comseuestilo próprio,oqueofezsedesta- car no ofício, Câncio de Oli- veirasoube,comoninguém, usaraluznaturalaoseufa- vor. “O que caracteriza o meu trabalho é o contraluz, ojogodesombras.Eutenho umasensibilidadeparatra- balhar com os contrastes”, ressalta. A foto mais célebre, se- gundo ele, foi feita em 1950, na Estação Lagoa da Prata, quando retornava de via- gem. “Eu estava vindo pa- ra Belo Horizonte, eram seis horas da manhã, e es- tavaesperandootremche- gar.Euestavaobservandoo trem manobrando e gostei do ângulo. Aí, eu bati uma chapa e chegou uma pes- soa na hora, na frente”, nar- ra,entreumsorrisoedeno- tando certo orgulho, como se o cenário se colocasse à suafrenteporacaso.Aima- gem revela um amanhecer comsolintenso,céuclaro,a silhuetadeumhomemcom a projeção de uma longa sombra no chão e o maqui- nário de passageiros expe- lindo fumaça. Um ambien- tefantástico,capturadope- lasuacâmera. Mesmo com a idade avançada, Câncio de Oli- veira esbanja bom humor e amorpelaprofissão,quede- finecomosuavida,suapai- xão.Aatividadenãoarrefe- ceu com o tempo. Hoje ele tem um celular com uma câmera com ótima resolu- ção, para sacá-lo do bolso a qualquerhora.Paraele,que aprendeu a fotografar len- do revistas, inclusive uma edição em inglês, mesmo conhecendo pouco o idio- ma, as facilidades tecnoló- gicas diminuíram um pou- co a fotografia. Contudo, não se furta de usar os be- nefícios que os novos tem- pos impõem. ESSA FOTO DA ESTAÇÃO DE LAGOA DA PRATA LHE RENDEU O PRÊMIO DO FOTO CLUBE DE MINAS GERAIS
  29. 29. ANO II • EDIÇÃO 40 19/12/2014 A 16/01/2015 WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 32 World System realiza “Ação solidária - Natal Verde” No dia 12 de dezembro aWorldSystememparce- riacomaPrefeituraMuni- cipalatravésdaSecretaria de Meio Ambiente de La- goa da Prata e Serviço de Convivência desenvol- veu o projeto Natal Verde. Aaçãotevecomoobjetivo levarascriançasdasesco- las municipais para plan- tarem mudas de árvores naentradadacidadeafim de ensiná-las a impor- tância da preservação do meio ambiente. Apósoplantiodasmu- das foram realizadas gin- canas culturais e espor- tivas, cama elástica, in- cluindo o sorteio de du- as bicicletas, doação de brinquedos para todas as crianças e um lanche es- pecial servido pela equipe de apoio da Praia Munici- pal. O evento contou com apresençadaGuardaMu- nicipal, de uma ambulân- cia para maior segurança, uma equipe de apoiado- res e de secretários muni- cipais. De acordo com o dire- tordaWorldSystem,Egui- mar J. Lopes, “este proje- to é de suma importância para o desenvolvimento social, conscientização e respeito ao meio am- biente. Ter acolhido es- tas crianças que partici- param do plantio de mu- das na entrada da cidade, que é um cartão postal de LagoadaPrataeoferecer- -lhes uma tarde recreati- va foi uma pequena con- tribuição para a forma- ção e valorização do ser humano”. E ainda finaliza “agradeçoprimeiramente a Deus e ao apoio de todos os colaboradores que não mediram esforços para nosAJUDARarealizares- te evento.” Lopes ainda destacou que o evento foi um gran- de sucesso. “Agradeço a todos os patrocinadores, ao apoio do Secretário de MeioAmbienteLessandro Gabriel, Secretária de As- sistência Social Cali Sil- va, ao prefeito Paulinho, Secretário de Adminis- tração Zezinho Ribeiro, o Secretário de Saúde Jua- rez, Secretário de Cultura JuniorNogueira,aoPresi- dente da Câmara e mági- co Cabo Nunes, vereador AdrianoMoraes,Assessor de Comunicação da Pre- feitura de Lagoa da Prata Adriano Santos, ao Emer- son chefe da Guarda Mu- nicipaleporfim,detodaa família World System”. O evento teve o apoio daPrefeituraMunicipalde Lagoa da Prata, Associa- çãoAmbientalistadoAlto São Francisco, Lagoa Vi- dros, Contabilidade Mou- ra, Transportador Moyca- na, Via Ciclo, Jornal Cida- INFORMATIVO INSTITUCIONAL de,JornalOPapel,Embaré Indústria Alimentícia, Pe- dalCicle,ZFFolheadosLu- ízaBaby,CervejaeCia,Pa- nificadorPãodeMel,Mun- do das Utilidades, Padaria Pão Quente (rua Antenor Chagas Madeira), Gonti- jo Confecções, Magazine AteliêLeandraMelo,Elias Bike,InoveComunicação Visual e Cabo Nunes. TALITA, REPRESENTANTE DA LOUIS DREYFUS, EGUIMAR LOPES, ADRIANO MORAES, PREFEITO PAULINHO E LESSANDRO GABRIEL   O programa Bolsa Atleta se tornará realida- de para meninos e meni- nas de Lagoa da Prata que se destacam em compe- tições esportivas estadu- ais, nacionais e interna- cionais. Os atletas sele- cionados pelo Conselho Municipal de Esportes re- ceberam mensalmente do município uma verba que varia de R$ 106 a R$ 264. O professor do proje- to Correndo para o Futu- ro, Abel Mendes, comenta sobre a importância des- ta iniciativa oferecida pela prefeitura da cida- de, por intermédio da Se- cretaria Municipal de Es- OsirmãosEduardoElias Carvalho(16) eCamilaElias Carvalho(9),filhosdeRose- li Elias Campos Carvalho e JoséÉzioAparecidoCarva- lho, foram escolhidos para representar Santo Antônio do Monte no Concurso Re- gionaldeMinasGerais,que portes. “Já tivemos mui- tos talentos promissores que abandonaram o pro- jeto em razão de traba- lhos ocasionais com pe- quenas remunerações. O Bolsa Atleta munici- pal vem agora nos dar um suporte maior pa- ra manter esses talentos que já conquistaram bons resultados, mas que ain- da não contam com suas bolsas federais e estadu- ais”, destacou. Mendes ainda desta- cou que a ideia de estabe- lecer o projeto surgiu ao observar que várias cida- des já possuem o progra- ma. “O atletismo é um es- aconteceránosalãodoAlex Buffetem4deabrilde2015. Aescolhaaconteceuno dia 6 de dezembro em Itaú- na,duranteoconcursoMiss eMisterItaúna,ondeEduar- do foi um dos responsáveis pelojúrieCamilarecebeua faixa e a coroa como repre- porte praticado por atle- tas que são, na sua maio- ria, oriundos de famílias de classes menos favore- cidas, crianças de perife- ria, que ao invés de pra- ticarem esportes mais elitizados só têm como opção brincadeiras on- de usam os movimentos naturais como correr, sal- tar, lançar e arremessar. O projeto ‘Correndo para o Futuro’, ao longo des- ses treze anos, tem ofe- recido oportunidades a esses pequenos cidadãos de ir mais além. A bol- sa fará com que a evasão seja menor. Temos ain- da, é claro, de agradecer à prefeitura, à Secreta- ria de Esportes e ao ve- reador Di-Gianne Nu- nes, que criou o antepro- jeto que antecedeu esse programa”, afirmou. As inscrições para receber o benefício es- tão abertas desde o últi- mo dia 15 e vão até a pró- xima quarta-feira (24), e podem ser feitas na se- cretaria de Praça de Es- portes. sentantesantoantoniense. Camilaestáseguindoos passos do irmão, que é “Ga- rotoPiscina”deSantoAntô- nio do Monte 2014, primei- ro Mister de Santo Antônio do Monte 2014/2015 e Mis- terRegionaldeSantoAntô- niodoMonte. Professor Abel Mendes analisa o programa “Bolsa Atleta” Eduardo e Camila representarão Samonte em Concurso Regional de Minas Gerais 2015 LAGOA DA PRATA S. A. DO MONTE GILFAR ALVES, ABEL MENDES E ATLETAS DO PROJETO “CORRENDO PARA O FUTURO” FOTO: JULIANO ROSSI FOTO: ARQUIVO PESSOAL CIDADES

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