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Jornal Cidade - Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte e região - Ano II Nº 467
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Jornal Cidade - Ano II - Nº 46 - 27 de Março de 2015
Principais notícias das cidades do centro-oeste mineiro. Notícias de Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte, Moema, Pedra do Indaiá e Japaraíba.

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Jornal Cidade - Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte e região - Ano II Nº 467

  1. 1. Pág. 11Pág. 02 JULIANO ROSSI NILSON BESSAS Vereadores reconhecem erro da Prefeitura de S. A. do Monte REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL: solução ou ilusão? SABEDORIA EMOCIONAL Quando um sorriso abre portas Sargento Washington fala sobre as três situações favoráveis para o crime e dá dicas de prevenção.SEGURANÇA Leia na Página 05 Página 07 Página 04 Abuso sexual de menor em S. A. do Monte Após redução de impostos, preço do etanol continua “sem atrativos” em Lagoa da Prata Criança de 11 anos foi vítima após marcar encontro pelo whatsapp com homem de 27 anos Em Belo Horizonte, preço do etanol caiu em média R$ 0,20; em Lagoa da Prata, R$ 0,05 em média MÃO-DUPLA NA DR. ÁLVARO BRANDÃO Pág. 07
  2. 2. OPINIÃO2 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.JORNALCIDADEMG.COM.BR Carta ao Leitor JULIANO ROSSI juliano@jornalcidademg.com.br Estáemdiscussãonocon- gresso a proposta de redução damaioridadepenal,quejáfoi aprovadapelaCCJ(Comissão de Constituição e Justiça). De acordo com o presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o texto fi- naltemgrandechancedeser aprovadoatéjunhoeseguirpa- raoSenado. A maioria da população brasileiraéafavordaredução damaioridadepenal.Em2013, pesquisarealizadapeloinstitu- toCNT/MDAindicouque92,7% dosbrasileirosapoiamamedi- da. Na verdade, vivemos uma perspectiva conservadora na sociedade,afinadacomodis- cursosegregacionistadospar- tidospolíticosdedireita. Discutir a redução da maioridadepenal,porsisó,co- moumfatorqueserádetermi- nanteparaareduçãodacrimi- nalidade, é como discutir um problematãocomplexocoma profundidadedeumpires. Não pretendo–enãotemosespa- ço suficiente nesta edição – paratratarapautacomodevi- dorigor,masfaremosalgumas ponderações. Souafavordareduçãoda maioridade penal desde que esta seja uma entre outras medidas a serem adotadas peloEstadoemfavordaredu- çãodacriminalidade.Umcri- megrave,comoumhomicídio, cometido por um jovem de 16 anosétãodolorosoparaafamí- liadavítimacomosefosseco- metidoporumindivíduode18 anos. Acho perfeitamente ra- zoávelqueelessejamjulgados deacordocomosmesmoscri- térios. Porém, apenas reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, e não a causa. É trans- ferir o problema. Para o Esta- doémaisfácilprenderdoque educar. O governo deveria in- vestiremeducaçãoeempolí- ticaspúblicasparaprotegeros jovensediminuiravulnerabili- dadedelesaocrime.Aredução damaioridadepenaliráafetar, preferencialmente,jovensne- gros, pobres e moradores de áreas periféricas do Brasil, na medida em que este é o perfil deboapartedapopulaçãocar- ceráriabrasileira. De que adianta reduzir a maioridadepenalseos presí- diosepenitenciáriasbrasilei- rasjáestãoabarrotadosdecri- minosos. Essas masmorras nãocumpremasuafunçãode prepararoretornodoindivíduo aoconvívioemsociedade. É preciso fortalecer o Po- der Judiciário e o Ministério Público, com a formação de mais juízes e promotores, pa- ra que o julgamento dos cri- mes aconteça de forma mais rápida.Ocombateaotráficode drogastambémmereceomes- moempenhodenossospolíti- cos, mas quem acredita que elestêminteresseemtocarna própria ferida? No ano passa- do,ohelicópteroquepertencia ao deputado Gustavo Perrela, amigoealiadodosenadorAé- cioNeves,foiapreendidocom 445quilosdepastabasedeco- caínaeodesfechodessahistó- rianãoestátotalmenteescla- recido. Um adolescente pobre, cujafamílianãoproporcionaa ele o acesso aos bens de con- sumo,éumpotencial“aviãozi- nho”paraostraficantes.Oga- rotopobre,seduzidopelocon- sumismo e privado de uma educação eficiente, vê o seu amigoexibindoumsmartpho- nedeúltimageraçãoesente- -senodireito(ecomdesejo)de também ter um do aparelho idêntico. Sem dinheiro, sem estudo e sem estrutura fami- liar, a realização dos desejos deleacontece,maisfacilmen- te,pormeiodacriminalidade. Essa é a situação de um país que não prepara seus jovens paraviveremumasociedade consumista. Paraquemquiserseapro- fundar no tema de forma téc- nica,sugiroaleituradoartigo publicado pelo Promotor de Justiça do Ministério Públi- co do Estado do Paraná, Mu- rillo José Digiácomo: http:// www.crianca.mppr.mp.br/ modules/conteudo/conteu- do.php?conteudo=255 CONtADELUzMAISCARAA PARtIRDEStASEMANA AANEEL(AgênciaNacio- nal de Energia Elétrica) apro- vou na última terça-feira o reajuste nas contas de ener- giaelétricadasdistribuidoras CPFL Paulista, do estado de São Paulo, e Cemig, de Minas Gerais, que atende a 805 mu- nicípios.Osconsumidoresre- sidenciais mineiros sofrerão uma alta de 8,12% (padrão de alta tensão) e 6,56% (de baixa tensão). Redução da maioridade penal: solução ou ilusão?
  3. 3. CIDADES4 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.JORNALCIDADEMG.COM.BR PORJéSSICARIBEIROERhAIANECARvALhO OgovernodeMinasredu- ziu a alíquota do Imposto so- breCirculaçãodeMercadorias ePrestaçãodeServiços(ICMS) cobrada no valor do etanol de 19% para 14%. Em Belo Hori- zonte,desdeodia18demarço, quandoareduçãodoimposto foianunciada,ospostosredu- ziramemmédiaR$0,20opre- çodoálcoolcobradonasbom- bas. A redução nos postos em LagoadaPratafrustrouoscon- sumidores.Nosdias31demar- çoe1deabril,areportagemdo JornalCidadevisitou12postos de combustíveis e constatou queaquedamédianopreçodo etanolfoideR$0,05.Umanova pesquisafoifeitanaúltimater- ça-feira(8),semalteraçãonos preços. Proprietários e geren- tesdeoitopostosforamprocu- radospeloJornalCidade,mas não quiseram se manifestar/ posicionar. A expectativa do governo era de uma redução generali- zadadopreçodoetanol,acom- panhadadenovaaltanovalor dagasolina,cujoICMSsubiude 27%para29%,oquefariaoálcool voltarasercompetitivodepois deseisanosemMinasGerais. A expectativa da Associação dasIndústriasSucroenergéti- cas de Minas Gerais (Siamig) équeopreçodolitrodoetanol caia, em média, R$0,12 com a Após redução de impostos, preço do etanol continua “sem atrativos” em Lagoa da Prata redução do imposto. Já o litro dagasolinadeveficarmaisca- roR$0,07,emmédia,também emrazãodaalteraçãodoICMS. Comisso,oetanoldevevoltara sercompetitivo,custandocer- cade67%dovalorcobradope- lagasolina(oderivadodecana émaisvantajosoquandocus- ta, no máximo, 70%). Isso não acontececomregularidadeno Estadodesde2009. Agora,MinasGeraistema segundamenoralíquotadeeta- nol do país, perdendo apenas paraSãoPaulo,quecobra12%. OEstadotemtambémamaior diferença entre o imposto da gasolinaedoetanol,15pontos percentuais. “A expectativa é queoconsumidorvolteapro- curaroetanol”,disseopresiden- tedaSiamig,MárioCampos.Ele garantequenãofaltarámatéria primaparaatenderàdemanda maiorpeloproduto. Para o motorista, Luciano Ferreira, os ajustes deveriam serrepassadosparaoconsumi- dor.“Ogovernocustaateruma atitudecomoessa,debaixaral- gumimposto,entãonósespera- mosquequandoháumaação assim da parte do governo os donosdepostosrepassempa- ranósessadiferença,deviam fazercomoospostosdecom- bustíveldeBeloHorizonte.De- veriamterbaixadomaisopre- ço”,disseinsatisfeitocomaati- tudedosproprietáriosdospos- tos. Em Belo Horizonte, preço do etanol caiu em média R$ 0,20; em Lagoa da Prata, R$ 0,05 em média S. A. DO MONtELAGOA DA PRAtA O governo custa a ter uma atitude como essa, de baixar algum imposto, então nós esperamos que quando há uma ação assim da parte do governo os donos de postos repassem para nós essa diferença, deviam fazer como os postos de combustível de Belo Horizonte. Deveriam ter baixado mais o preço. Luciano ferreira - Motorista CONSUMIDOR SE EQUILIBRA EM CENtAvOS, NA BUSCA DE NÃO PREJUDICAR O ORÇAMENtO fAMILIAR | FOTO: JÉSSICA RIBEIRO PORJéSSICARIBEIROERhAIANECARvALhO OprefeitoPauloCésarTe- odoroescolheuosdoisnomes que irão comandar as secre- tariasdeSaúdeeDesenvolvi- mento Econômico do muni- cípio,queestavamvagasdes- de meados de março, quan- do Antônio Juarez e Ricardo Costa pediram exoneração. O produtor rural e presiden- te do Sindicato Rural de La- goadaPrata,CarlosHenrique Lacerda,maisconhecidoco- moCarlão,éonovotitularda pastadeDesenvolvimentoeo bioquímicoGeraldodeAlmei- dairáresponderpelaSecreta- riadeSaúde. Carlão está à frente do sindicato há 17 anos e é um dos responsáveis pela con- solidação da Expô Lagoa co- mo uma das principais fes- tas agropecuárias da região. Ele tomou posse no dia 31 de março.“Mesmosabendoque orecursodestinadoparaaSe- cretariadeDesenvolvimento éomenorentreassecretarias, vamos trabalhar para captar recursosetrazeromelhorpa- raacidade.Daremossequên- ciaatodososbonsprojetosda Carlão e Geraldo de Almeida são os novos secretários da Prefeitura de Lagoa da Prata GERALDO DE ALMEIDA (ESQ.) ASSUME A PAStA DA SAÚDE E CARLÃO, A DE DESENvOLvIMENtO ECONÔMICO | FOTO: ARQUIVO antigagestão.Sótenhoaagra- decerpelaconfiançaemmim depositadaatravésdoprefeito Paulinho”,afirmou. Nasaúde GeraldodeAlmeidaéfar- macêutico e bioquímico, e ocupava a coordenação da Vigilância Epidemiológica deLagoaPrata.Elefoinome- ado como secretário de Saú- de em 2 de abril. “A adminis- tração atual investe muito emsaúde,tantoéqueacida- de tem um dos melhores ín- dicesdaregião.Buscareifor- taleceresseprojetodoprefei- to Paulo e do seu vice Rober- to”,afirmou. Ementrevista aoprogra- madojornalistaGrazianoSil- va, na rádio Veredas FM, Al- meida confirmou que quatro unidadesdesaúdenomunicí- pioestãosemmédicos.“Jáes- tamosemcontatocomprofis- sionaisparaseremcontrata- dos.Acidadeofereceumdos melhores salários da região, mas em contrapartida a pre- feitura exige que ele cumpra com a carga de trabalho de- terminadanocontrato,atépor quenãoadiantatermosesses profissionaissónopapel.Es- tamosembuscadesseprofis- sionalquevaicumprirasoito horas de jornada de trabalho dentrodaunidadedesaúde”, afirmou. LAGOA DA PRAtA
  4. 4. CIDADES 55 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG “triângulo do Crime”: Informação que vale a sua segurança Em entrevista ao Jornal Cidade, o novo assessor de comunicação da Polícia Militar ensina as pessoas a se protegerem da criminalidade PORJéSSICARIBEIROERhAIANECARvALhO Natural de arcos e cria- do na zona rural de Japaraí- ba, Washington Felipe é no- vo assessor de comunicação daPolíciaMilitaremLagoada PrataeS.A.doMonte.“Nóste- mos a sede da 107ª Compa- nhia, que comanda Lagoa da Prata e Japaraíba, temos um pelotãonacidadedeLuz,que comanda Córrego Dantas e temosopelotãoemSantoAn- tôniodoMonte,quecomanda PedradoIndaiá”, enfatizou. O militar trabalha em fa- vor da segurança pública há oito anos. “Entrei para a PM em12defevereirode2007,me formeiemdezembrodomes- mo ano e fui servir em Bam- buí, onde fiquei por dois me- ses. Depois retornei para La- goadaPrata.Em2012fuipara Belo Horizonte fazer o curso desargento.Comocursocon- cluído, em 2013 fui para Divi- nópolisenoiníciode2015re- torneiparaLagoadaPrata.Na minha primeira passagem por Lagoa da Prata, ainda co- mosoldado,respondipelaco- municação também, e agora voltei executando a mesma função”, afirmou. O sargento ainda des- tacou que seu maior obje- tivo é fazer com a informa- ção chegue a toda população com mais rapidez e incenti- varaprevenção,atitudesque podem ser adotadas por to- dos os cidadãos. “A propos- taéfazercomqueainforma- ção flua mais rápido, porque comagilidadevocêconsegue manter o cidadão bem infor- madoeassimprenderaaten- çãodapopulaçãoparaqueela possaajudarapolícia.Asfer- ramentas são as mais diver- saspossíveis,usartudoaqui- loqueatecnologianosofere- ce. O mais importante é criar os projetos, ter as ideias e transformar isso em realida- de,demaneiragradual”,disse. tRIÂNGULO DO CRIME Washington destaca que muitos são os fatores que fa- zem o crime acontecer, e um deles é o descuido da própria população. “Não há erros na população em ações de se- gurança, há uma cultura di- ferente da cultura de segu- rança. Estamos em uma co- munidadequenãoestáhabi- tuadaaterprocessosdesegu- rança. Partindo para essa li- nha de pensamento. A segu- rançadeveserpromovida,as- sim como a saúde. Se nós te- mos alguns desvios sociais, algumas condutas que nos levamaterdiversoscrimese um ambiente de inseguran- ça(quenãochegaatanto),de- vemos identificar o que pre- cisa ser remediado e corri- gir as disfunções sociais que existam ao redor, porque se- gurança não é propriamente umarelaçãoentrepolíciaeci- dadão, é um relacionamento detodaasociedadecivilorga- nizadaaoredor”. Uma teoria adotada pe- la polícia, e que, segundo o sargento, é importante que as pessoas a conheçam, é o “triângulo do crime”. “O cri- me, para acontecer, precisa ter três situações. Um infra- tor pronto para cometê-lo, uma vítima em potencial e um ambiente ausente de vi- gilância.Seestestrêsfatores estiverem no mesmo local e horário, um crime vai acon- tecer. O ambiente sem segu- rança é de responsabilidade da população geral. Somen- teapolícianãoconsegueeli- minaressestrêspontos”,afir- mou. APolíciaMilitartemdois canaisdedenúnciasportele- fone:o190eo181(DisqueDe- núncia Unificado). “Salien- to que para ser feita uma de- núncia de qualidade, é ne- cessário ter-se riquezas de detalhes, até mesmo para conseguir o mandato junto a Justiça. Imaginem o que podemos fazer ao longo dos anos?Apopulaçãojánosdeu um retorno fantástico. Que- ro agradecer a essa respos- ta imediata e falar da impor- tânciadaparceriaentrepolí- cia,imprensaecomunidade. A população precisa acredi- tarnessaparceria.Éissoque surtiráefeitoemmédioelon- go prazo”, afirmou. SARGENtO wAShINGtON fELIPE fALA SOBRE AS tRÊS SItUAÇÕES fAvORÁvEIS PARA O CRIME E DÁ DICAS DE PREvENÇÃO. | FOTO: JÉSSICA RIBEIRO
  5. 5. Prefeitura faz a diferença Investimento no esporte A Prefeitura Mu- nicipal de Moema assumiu a ilumina- ção pública do mu- nicípio desde 5 de janeiro de 2015. Após licitação, a empresa que assu- Prefeitura de Moe- ma realizará a par- tir do dia 18 de abril o Campeonato Muni- cipal de Futebol de Bairros. As disputas começarão no sábado às 15h com a abertu- ra do campeonato no jogo entre BREJINHO X SÃO JOÃO, no Está- dio Municipal Seis times partici- parão dos jogos: •Centro •Ribeirão •Brejinho •Palmeiras •São João •Padre Jonas TABELADE JOGOS DO CAMPEONATO MUNICIPALDE BAIRROS 2015 miu o serviço foi a Quark Engenharia. A medida começou a valer em Dezembro de 2014. Segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a medida busca aten- der à Constituição Federal, que deter- mina que a ilumina- ção pública seja de responsabilidade mu- nicipal. Os ativos de ilu- minação pública in- cluem luminárias, lâmpadas, relés e reatores. Os postes de luz continuarão sendo administrados pelas distribuidoras de energia. O prazo chegou a ser prorro- gado três vezes, pois as prefeituras ale- garam dificuldades para cumprir a de- terminação e se res- ponsabilizar pela im- plantação, expansão, instalações, manu- tenção e consumo de energia, mas a Prefeitura de Moe- ma buscou adotar o mais rápido pos- sível a medida im- posta. 30/05 – SÁBADO – 15:00 - Municipal SÃO JOÃO X CENTRO 31/05–DOMINGO–09:00-Municipal BREJINHO X PALMEIRAS 06/06 – SÁBADO – 15:00 - Municipal RIBEIRÃO X BREJINHO 18/04 – SÁBADO – 15:00 - Municipal BREJINHO X SÃO JOÃO 19/04 – DOMINGO – 09:30 - Ipiranga RIBEIRÃO X PADRE JONAS 25/04 – SÁBADO – 15:00 - Municipal CENTRO X PALMEIRAS 26/04–DOMINGO–09:30-Municipal SÃO JOÃO X RIBEIRÃO 16/05 – SÁBADO – 15:00 - Ipiranga PADRE JONAS X SÃO JOÃO 17/05 – DOMINGO – 09:30 - Ipiranga RIBEIRÃO X CENTRO 23/05 – SÁBADO – 15:00 - Municipal PALMEIRAS X RIBEIRÃO 24/05–DOMINGO–09:00-Municipal CENTRO X PADRE JONAS 02/05–SÁBADO–15:00-Municipal PALMEIRAS X PADRE JONAS 03/05–DOMINGO–09:30-Ipiranga BREJINHO X CENTRO 09/05 – SÁBADO – 15:00 - Ipiranga PADRE JONAS X BREJINHO 10/05–DOMINGO–09:30-Ipiranga SÃO JOÃO X PALMEIRAS RIBEIRÃO X BREJINHO
  6. 6. www.pharlab.com.br facebook.com/pharlab @Pharlab Cervelli Uma conquista de todos nós! A todos os clientes e consumidores que nos ajudaram a construir esta empresa, trilhando um caminho de sucesso e de muitas conquistas, o nosso muito obrigado! Pharlab 15 anos! www.pharlab.com.br facebook.com/pharlab Anuncio Jornal Cidade.indd 1 06/04/15 10:00 CIDADES 77 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG PORJéSSICARIBEIROERhAIANECARvALhO No início da tarde de do- mingo(5),nacidadedeSanto AntôniodoMonte,umamu- lher procurou a Policia Mili- tarpararelatarodesapareci- mentodasuafilhade11anos deidade.Segundoela,ame- nina havia dito que iria pas- sarosábadodealeluiajunto com algumas amigas. A ga- rota saiu no sábado, por vol- ta de 14h45, para tomar açaí eaindanãohaviavoltadopa- racasa.Osfamiliares,então, saíram em busca da garota, queatéaquelemomentonão tinha sido encontrada. Porém, no início da noi- te de domingo, a criança re- tornouparacasaqueixando- -sedenáuseas,doresangra- mento ao urinar. A mãe en- caminhou a filha ao Pronto Atendimento. Acriançaconfirmouque saiuparatomarumaçaícom uma amiga e que, por volta das19hdesábado,seencon- trou com um amigo de 27 anos que ela conheceu por meio da rede social What- sapp. Na casa do suspeito, o Criança de 11 anos marca encontro pelo whatsapp e é vítima de abuso sexual mesmoofereceu-lheumsu- co.Agarotadissequeemse- guida perdeu a consciência e somente acordou na ma- nhã de domingo, por volta das 10h, com o homem di- zendo que era para ela vol- tar para casa porque a esta- vam procurando. No PAM, o médico cons- tatou que a criança tinha fe- rimentos na região genital e orientouamãealevarafilha em um ginecologista no dia seguinte para tomar as de- mais providências. A criança levou os mi- litares até a residência do suspeito. Lá, foram atendi- dos pelo pai dele, que infor- mou não saber do paradei- ro do filho. Ele ainda relatou nãoterpercebidoapresença da criança na noite anterior, poisfazusodemedicamen- toscontroladosparadormir. De acordo com a polí- cia, osuspeitotem27 anos e possuiumprontuáriocrimi- nal com passagens por uso e consumo de drogas e pe- lo crime de desobediência. O Conselho Tutelar foi acio- nadoeacompanhouoregis- tro da ocorrência. O homem ainda não havia sido preso até o fechamento desta edi- ção. S. A. DO MONtE S. A. DO MONtE Mão-dupla na rua Dr. Álvaro Brandão vereadores reconhecem erro da Administração Municipal Abaixo-assinado dos moradores pede que rua volte a ser de mão única Os vereadores Luis Re- sendeeAméricoLibérioapre- sentaram um requerimento na sessão ordinária, reali- zada no dia 30 de março, da Câmara Municipal de Santo Antônio do Monte, solicitan- doàprefeituraquevolteotrá- fego da rua Dr. Álvaro Bran- dão para mão única. Em ju- lho de 2014, a Secretaria Mu- nicipaldeTransporteseaCo- missão de Trânsito do muni- cípio implantou a mão dupla naviaeemoutrasruasdaci- dade.Aintençãodaadminis- tração municipal era reorga- nizar o trânsito e melhorar a fluidez no centro e nos bair- ros–oquenãoaconteceuna rua Dr. Álvaro Brandão. Moradoresrealizaramum abaixo-assinado,com240as- sinaturas,alegandoqueamu- dança trouxe muitos riscos devido ao fluxo de veículos pesados, veículos estaciona- dosemambososlados,bura- cos e falta de local adequado paraatravessiadepedestres, oquetemcausadováriosaci- dentes. Alegam também que amudançaseriaumtestepe- lo período de 90 dias. Para o vereador Luis Re- sende,amudançarealmente foiumerrodaadministração municipal. “Errar é humano. Aadministraçãocometeuum erro com aquela mudança. O prefeitofalouamimeaovere- adorGeraldoMagelaGóisque se não desse certo a modifi- cação, voltaria. Essa mudan- ça na rua Dr. Álvaro Brandão foiumtestequeinfelizmente não deu certo. Temos que re- conhecer isso”, afirmou. O vereador Américo Li- bério, em seu pronuncia- mento sugeriu que o legisla- tivotambémerrouaoseposi- cionarsobreasmudançasno trânsito. “Em muitas de nos- sasaçõesnacâmaramunici- pal, nós podemos errar, já er- ramos muito. Nós não pode- mos é permanecer no erro.” “NÃOtEMOSRESPOStAPARA NADA”,RECLAMAvEREADOR Todos os vereadores se manifestaram durante a apresentação do requeri- mento. A maioria reconhe- ceu o erro na mudança do tráfego da rua e outros cri- ticaram a falta de planeja- mento do governo. “Eu fico indignado. Cadê a abertura do Executivo? Nós não te- mosrespostaparanada.Mu- daagoraemudadepois.Não temumposicionamento.Vi- rou um pandemônio o lugar. Temos que ter respeito pela opinião da população. Esta- mospedindoumengenheiro de trânsito, mas não temos respaldo.Acasanãotemco- mo legislar sem um estudo. Contratar um técnico não é gasto, é investimento dian- te da situação que estamos vivenciando aqui”, questio- nou o vereador Carlos Cam- pinho. AntônioMirandaconcor- dou com as críticas do cole- ga. “Já pedimos várias ve- zes um engenheiro de trân- sitoparaomunicípio,porque, em termos técnicos, não en- tendemos. Se for para me- xer tem que trazer uma pes- soaqueentendaeregularize otrânsito.Meuvotoécontrá- rio, pois temos que votar em cima de um trabalho técni- co”, disse o parlamentar. Errar é humano. A administração cometeu um erro com aquela mudança. O prefeito falou a mim e ao vereador Geraldo Magela Góis que se não desse certo a modificação, voltaria. Essa mudança na rua Dr. Álvaro Brandão foi um teste que infelizmente não deu certo. Temos que reconhecer isso Luis Resende - vereador vEREADORES CARLOS CAMPINhO, AMéRICO E LUIS RESENDE DISCUtEM SOBRE O REQUERI- MENtO DE MUDANÇA NO SENtIDO DA RUA DR. ÁLvARO BRANDÃO| FOTO:S MAURÍCIO COSTA
  7. 7. CULTURA8 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.JORNALCIDADEMG.COM.BR Acadelp irá publicar livro com todos os poemas premiados nos concursos literários Presidente reeleita, escritora Maria do Rosário Bessas fala sobre os projetos da Academia Lagopratense de Letras S. A. DO MONtELAGOA DA PRAtA PORJéSSICARIBEIROERhAIANECARvALhO A escritora Maria do Ro- sário Bessas foi reeleita pre- sidente da Academia Lago- pratense de Letras (Acadelp) eestaráàfrentedainstituição pordoisanos.Aapresentação da nova diretoria foi realiza- danodia20demarço,nasede doLionsClube.Dentreospro- jetos que pretende implantar emsuanovagestão,Mariado Rosário pretende estender o tradicional concurso de poe- siasparaasáreasdecrônicas econtos.Aideiaéqueduran- teasreuniõesmensaistenha- -se também uma escola con- vidada, que ficaria responsá- vel por preparar os trabalhos, como um recital, ou uma in- terpretação, ou até mesmo uma apresentação teatral. “Além dessas apresentações, nós acadêmicos também te- ríamosanossaparte,fazendo homenagensaosacadêmicos brasileirosfalecidosem2014, ondeforammuitosdaAcade- miaBrasileiradeLetras”,dis- se. Bessas ressalta que se tornou acadêmica através do convite feito por sua ami- ga Fátima Tavares, ex-verea- dora que liderou a criação da Acadelp. “Ela procurou algu- mas pessoas que pudessem fazer parte. Foram selecio- nadas trinta. Foi feita uma assembleia e foram votados osprimeirosacadêmicos,que são os fundadores, dos quais eufaçoparte”,afirmou. A Acadelp conseguiu, re- centemente, o título de “Uti- lidade Pública Municipal”. “Era um sonho nosso estar- mos inseridos entre as enti- dades que receberão recur- sos da Secretaria de Cultura paraquepossamospromover concursos,programasdentro da arte literária. A Academia tem uma dificuldade, porque todos nós, que fazemos par- tedelanãotemosumajorna- da de dedicação exclusiva. A gente se reúne uma vez por mês, à noite, para traçar me- ACADÊMICOS SE REUNIRAM NA SEDE DO LIONS CLUBE | FOTO: DIVULGAÇÃO tas, planos e não deixar mor- rer esse gosto pela arte, po- esia, conto e narrativa. Es- sa subvenção que recebere- mosparaoanode2015játem odestinocertoqueseráapu- blicação de um livro com to- dosospoemaspremiadosnos concursos já realizados. Será uma coletânea com poemas dos concursados, em parce- ria com os acadêmicos. Será uma coletânea de acadêmi- cos e convidados”, destacou MariadoRosário. Hoje a academia conta com trinta integrantes, e se- gundo Bessas o objetivo é le- var a cultura à sociedade. “É uma luta bem árdua. Tenta- mos resgatar nas pessoas o desejo de participar de con- cursos,promovereventosque as incentivem a participar e apresentar seus trabalhos e poderem até fazer parte do nossogrupo”,afirmou. Apresidenteaindainfor- mouquequemdesejarparti- cipardaAcademiadeveaten- der as exigências do estatu- to.“Oprimeiroiteméseruma pessoa de boa conduta, boa representatividade,reconhe- cida pelo seu trabalho e que tenhapelomenosumapubli- cação, essas publicações po- dem ser em jornais ou livros. Quetenhaumtrabalhoefeti- vonaarteliterária,equegos- te de escrever e queira parti- cipardaacademia”,enfatizou.
  8. 8. ESPORTE / CULTURA 99 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG PORJéSSICARIBEIROERhAIANECARvALhO Nascido em Lagoa da Prata, Marlon Bruno Rodri- gues lutou na Copa de Bom Despacho de Jiu Jitsu, pela categoria79kg,eseclassifi- cou para o Campeonato Mi- neiro, que acontecerá ainda emabrilereuniráosmelho- res lutadores de Minas Ge- rais. No dia 18 de abril Ro- drigues também disputa- rá um cinturão no Campe- onato Spartacus de MMA, que acontecerá em Pirinó- polis (GO). Oatletadestacaqueche- gar nesta etapa exigiu mui- to conhecimento dele. “Vim paraaacademiatreinarThai Boxe, Jiu-Jitsu e MMA (Mi- xedMartialArts),porém,me identifiqueimaiscomoJiu- -Jitsu.Atravésdoconvitedo meu treinador Fejão come- cei a participar de campe- onatos, como o de São Lou- renço e de Divinópolis”, fri- sou. Marlon ainda ressalta que tem treinado duro para garantir as classificações. “Para esta competição as expectativas são as melho- respossíveis,poistenhotrei- Marlon Bruno participará do Campeonato Mineiro de Jiu-Jitsu LAGOA DA PRAtA O tREINADOR MARCOS “fEJÃO” E O ALUNO MARLON BRUNO FOTO: JÉSSICA RIBEIRO nado muito, cerca de quatro horasdiárias,paratrazeres- sa classificação”, afirmou. Para o treinador Marcos FranciscodeMelo,oFejão,o atleta tem muito potencial para disputar grandes lutas. “OMarlonéumlutadornovo, maséumadasmaiorespro- messas dos emergentes da luta. É forte, tem inteligên- cia, rapidez, explosão, e isso é o diferencial de um atleta nesseesporte,mostrarafor- çainterior.Essaéevoluçãoé frutodadedicaçãodele,pois treinabemmaisqueamaio- ria dos lutadores. Treina di- retamentecomigoeeudouo máximoquepossoparaele”, enfatizou. Fejãoaindafrisaqueseu objetivo é levar Marlon para disputar uma luta de MMA na África do Sul. “Tenho um amigo que tem uma acade- mia lá, e se tudo der certo, o levaremosparalutaremum doscampeonatosdopaísaté no final do ano”, afirmou. A banda Volta Elétrica, de Lagoa da Prata, foi a úni- ca representante de Minas Gerais do ‘O Grito Rock Cal- das Novas’, em Goiás. O fes- tivalaconteceunosdias20e 21demarço,comaparticipa- çãode19grupos.“Foisensa- cional.Umaestruturaimpe- cável, uma recepção caloro- sadosorganizadorese,prin- cipalmente, um reconheci- mento muito bem vindo do público. Além disso, conhe- cemos vários artistas do mesmomeiodeváriosesta- dos do Brasil, o que nos pro- porcionou uma troca de ex- periênciasqueemnenhuma outra oportunidade poderia ter sido tão proveitosa”, afir- mou o baixista Davi Ribeiro. AsmúsicasdaVoltaElé- tricasãoclassificadascomo “Vintage Rock”, com tim- bres de guitarra que reme- tem ao rock anos 70. “Nos- sa meta para este ano é fo- car nas inscrições em todos os festivais de rock do Bra- sil e sermos selecionados, é claro! Nada melhor que fes- tivaisparaexporonossotra- balho autoral e as propostas da banda. É sensacional to- car nossas músicas, ouvir o público cantando e vibran- do”, explicou Derek. Paraconhecerotrabalho dabandaacessewww.volta- eletrica.com.br Banda volta Elétrica participa de festival em Goiás LAGOA DA PRAtA DAvI, vItOR E DEREK COMPÕEM O POwER tRIO | FOTO: DIVULGAÇÃO
  9. 9. COLUNISTAS10 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.JORNALCIDADEMG.COM.BR Causos e Prosas JOSé ANtÔNIO bandeirantes@isimples.com.br Meninofaz“arte”mesmo,né gente?Masnomeutempodemeni- no,nós“faziaarte”passadodacon- ta,erapara“breiá”,digonósporque agentenãofaziaartesozinho.Não eraarteigualosmeninosfazemho- je,queopaidásóuma“raiada”como meninoepronto,ficaporissomes- mo. Certavez,numdomingoàtar- de,osolquaseencobrindoatrásda serra,passandopelocentrodeSan- toAntôniodoMonte,eu,oJackson doZéSulino;oJoeldoTito;osBolo- rinoseramoMarceloesaudosoeo Aparecido.Nós,passandoporduas construçõesemfasedeacabamen- to,alinaRuaAméricoPortela,pró- ximodeondefuncionavaalojada saudosaAlaídedoTambasco,ima- ginemoquenósfizemos?Resolve- mospularotapumeesubimosno primeiro“predinho”,temeleláaté hoje.Pegamosumaslatasdeverniz, entornamosnochão,depoisespa- lhamostintaparatodolado.Delá agentenãocontentounão,atra- vessamosaruaetinhaessaoutra construção,alinósentramosefize- mosuma“arte”paravaler.Astintas etodomaterialquetinhadeacaba- mento,nósderramamoseentorna- mostudonasparedes,nochão,mas nãoquebramosnadanão;nossone- gócioeraespalhartintaondepreci- savaeondenãoprecisavatambém. Nestediaresolvemosjogartintaum nooutrotambém,euseiqueosBo- lorinosqueerammoreninhosefi- carambrancos;euchegueiláem casadeumastrêscores;oJoeldo Ticotambémficoutodocolorido; masaminhamãedeuum“espaia” comigo,nóstivemosquetomarba- nhonoquerosene.OpaidoJackson doZéSulino,“dipendurou”eleemna travecomacordade“piá”vaca. Essaconstruçãoeranaocasião dosaudosoChicãoCabral;sóqueo primeiro“predinho”queagenteti- nhapassadoeradoJuizadodeMe- nores,nósporalifazendoessas“ar- tes”,umrebuliçotodo,elesresolve- ramchegar“sô”.Correramatrásde nósdentrodaquelaconstrução;um corre,corre,umpegaounãopega. Umdelesestavaquaseparamepe- garpelo“carçãozim”,eeudeiumpu- lodecimadessaconstrução,ecaílá emembaixo.Minhasorteéquecaí emummontedeareia.Elesnãoti- veramcoragemdepular,osoutros colegaspularamtambém.Rapaz, a gente correu, mas correu. Nes- semeiotempo,fomosemborapa- racasa,eratardededomingo, co- meçouaanoitecer,eeufiqueipare- cendoaquelemeninoquefaz“arte”, chegaemcasaigualacachorroque caiudamudança. Nooutrodiaeufuipararoça commeupai,sóqueparameuazar airmãdoChicãoCabral,aLourdes, foipararoçaessetambém,foito- domundodentrodeumFiat147e quasechegandonaroçaessado- naLourdesresolveucontarparao meupaitodaa“arte”quefizdomin- gocomosmeuscolegas.Masden- trodesse“Fitinho”eujácomecei tomartapanopédoouvido,emeu paitambémjácomeçoudaruns“es- paia”comigo. Quandochegamosnaroçaea gentedesceudesse“Fitinho”,efoi entrandonocurral,omeupaime pegou emedeuumasurra,elesó estava“raiando”comigoantes,mas ele me deu uma coça, eu lembro queelepegouminhacaraeesfre- gounummontedeesterco.Eunão sabiasechoravaoulimpavaacara. Ali,meupaipegavaaminhaorelha etorciaparalá,torciaparacá,esse diameupaiachouqueaminhaore- lhaeraderosca,mascomrazãoto- meiessasurraeatéhojeminhaore- lhaarde,sódelembrar. Valeuapena,nós“panhamos” juízo,naquelaépocaospaisdagen- tebatiammesmo,meupaimeba- teumaispelasmáscompanhias, tinhaumnegóciodemáscompa- nhias,masnaverdadeàsvezesera agentequeestavatirandoelesde cabeça.Sóseiquehojeo Jackson doZéSulino,oJoeldoTitoeeuso- mosamigos,dosBolorinosumfale- ceu,oMarceloeoAparecidoeunão seiporondeandam,masficouessa lembrançadaestripuliaqueagente fezalinaRuaAméricoPortela. Estripulias
  10. 10. COLUNISTAS 1111 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG Empreendedorimo e Negócios NILSON BESSAS Diretor do Sicoob Lagoacred Gerais e autor do livro “tornando sua empresa um sucesso” nilsonbessas@nilsonbessas.com.br Os avanços da tecnolo- giaeaevoluçãodocompor- tamentohumano–caracte- rísticasdomundomoderno – têm possibilitado à socie- dade um novo padrão de vi- da, com mais conforto e es- clarecimentos sobre os fa- tos. Estamos ligados, co- nectados e mais conscien- tes do que está acontecen- do a nossa volta. Porém, es- tamos também mais es- tressadosemalhumorados – uma consequência do rit- moalucinanteemqueesta- mosvivendo–herançades- te tal mundo moderno. Per- demos a paciência com pe- quenasbobagensouporum simplesdesencontrodeopi- niãoouideia.Ficamosirrita- dos pelo simples fato de al- guém nos “roubar” uma va- gadeestacionamentooude não concordar com os nos- sos argumentos a respei- to de um fato qualquer, sem relevância. Para lidar com estas ameaças e descompasso social, devemos ouvir a voz da inteligência intelectual? Quenosdiz:Ei,acorda!Fique atento,omundoédosesper- tos! Ou ouvir a voz da inte- ligência emocional? E agir de forma paciente e sábia, com controle sobre as nos- sas emoções. Esta é a ques- tãoondearespostapodenos direcionaraviverbemouvi- vermal. Vamosimaginarquevo- cê está trafegando por uma rodovia desconhecida, dis- tante de casa, e avista uma blitz policial. Você imedia- tamente se põe em estado de alerta e começa a fazer um checklist mental, con- ferindo se está tudo em or- dem com a documentação e com os itens de seguran- ça do veículo. Rapidamen- te, confirma estar tudo cer- to:carteiradehabilitaçãono bolso,documentosdoveícu- lo com impostos, seguros e taxas pagos e o carro em perfeita condições de tráfe- go.Masaindaassim,lheba- teumasensaçãodeinsegu- rança e apreensão – o que deveria ser o contrário. E aí, você pensa no porquê está tenso,pois,nãohaveriamo- tivos para tal, considerando estar tudo em ordem, e ain- da, por você ser um cidadão de bem, cumpridor de seus deveres e obrigações. Seu carro segue em baixa velo- cidadeeseaproxima... Vamosimaginarumou- tro episódio, onde você aca- ba de chegar a uma repar- tição pública para resolver uma pendência desagradá- velcomoseuCPF,quefoiví- tima de uma fraude. Sua si- tuação está desfavorável, pois, você precisa urgente- mente do documento regu- larizado para efetivar um projeto de suma importân- cia. E enquanto espera para seratendido,vocêcomeçaa gerardúvidasnasuacabeça emrelaçãoasoluçãodopro- blema. Você olha o número da senha em sua mão e de- pois verifica o número ex- posto no terminal. O tempo passalentamente... Vamos imaginar mais uma outra situação ocor- rendo. Você comprou um tablet e, no primeiro dia de uso, ele deu defeito. Cha- teado com o inconvenien- te, você então passa um dia inteiro ensaiando um dis- curso de como falar com a vendedora da loja onde vo- cê o comprou, pois, um fil- me passa-lhe a cabeça exi- bindo um desfecho não fa- vorável, cujo procedimento padrão deverá ser enviar o aparelho à assistência téc- nica,lhesujeitandoumaes- peradedias,oudeaté,sema- nas. No entanto, você se di- rige à loja para tentar trocar odispositivoeletrônico.Um conflito particular se insta- la e passa a lhe incomodar, pois, você poderia descar- tar o tablet e comprar outro, mas a questão agora nem é maisessa.Aquestão,noen- tanto, é o desafio que se for- mouemsuaconsciênciaeo sentimentodesefazervaler seus direitos, de não ser en- ganado. Já de frente à loja, você entra com a sensação de se dirigir para uma bata- lhadeargumentos,asertra- vadaeminstante.Logo,você vêavendedoraevaiatéela... A vida é assim. Todos osdiasnosdeparamoscom conflitos,ameaçaseinsegu- ranças que nos levam a te- mer por perdas materiais e pessoais. Uma constelação de problemas, relevantes ou não, paira sobre as nos- sascabeçasepoderemoster dúvidas sobre o nosso con- trole psicológico e compor- tamental. Às vezes, nos sa- ímos mal com o desfecho e resolução de algum proble- ma ocorrido, simplesmen- te por perdermos o controle sobrenósmesmos.Mas,ou- trora, ocorre em nossos ca- minhos pessoas positivas e momentos iluminados, ca- pazes de suprirem o nosso déficit emocional, fazendo comquetudoseencaminhe bem.Contudo,oméritonem sempre é da gente quando umproblemaquenosenvol- ve, termina bem. Ocorre de sermos beneficiados com o equilíbrioemocionaldapes- soaqueestádooutrolado. Logo, você avista um dos policiais da blitz indi- candoparavocêpararoveí- culo.Vocêprontamenteen- costa o carro, desliga o mo- tor e abaixa o vidro. Quando você, inseguro, se põe a pe- garosdocumentos,eleche- gaasuajanela,egentilmen- telhecumprimentacomum bom dia cheio de energia e entusiasmo. Sorridente ele pega os seus documentos e fazaconferência,eaodevol- vê-los, entrega também um panfletocomdicasdesegu- rança no trânsito, e lhe pe- de para ler e depois passar adiante, numa campanha em prol da vida. Depois lhe agradece pela atenção e lhe deseja uma viagem em paz e com as bênçãos de Deus. Vocêentão,sesenteampla- mente surpreso e relaxado, como se a cena que acabas- se de vivenciar não fosse normal. Um jovem, coloca o cra- chá de identificação, senta- -se à mesa de atendimento eacionaasenha.Você,meio quecochilandopercebeque é o seu número, e apressa- damente, salta-se da cadei- radeesperaedirige-seime- diatamente ao atendimen- to. O rapaz lhe cumprimen- ta com um sorriso cheio de alegria, energia e entusias- mo.Vocêsesurpreendecom a cena e admira o primeiro contato. Em seguida, você apresenta o problema, e ele prontamente,digitaseusda- dos e algumas informações emseucomputador.Emse- guida, você lhe passa os do- cumentosquecomprovama fraude.Rapidamenteeleva- lida a documentação, e ins- tantaneamente, imprime um documento, lhe entre- ga e informa que está tudo pronto. Você fica sem pala- vras,pois,vocêestáemuma repartição pública, não po- deria ser tão simples e rápi- doassim. Prontamente ela recep- ciona você e lhe cumpri- menta com um belo sorri- so. Depois, gentilmente se colocaàsuadisposição.Vo- cêsente-sebemcomaabor- dagemeficamaisavontade paratratardoassuntodesa- gradável. Rapidamente vo- cê tira o tablet da embala- gem e explica que o apare- lhofoicomdefeito,poisnão funcionou como deveria. A vendedora pega-o, e em se- guida,comumsorrisosince- roefalaserena,solicitaano- tafiscal.Vocêimediatamen- teaentrega.Elalhepedeum momentoeseretira.Ummi- nuto depois, volta, e educa- damente lhe pede descul- pas pelo transtorno causa- do e diz que vai substituir o aparelho por outro. E assim elaofaz.Vocêficousempa- lavras com tanta presteza e atenção,totalmentediferen- te daquela cena que você ti- nha projetado na cabeça. Satisfeito e encantado, vo- cê voltou para casa com ou- tro tablet, funcionando per- feitamentebem. As três situações ora descritas, representam fa- tos reais que ocorrem corri- queiramente em nossas vi- das. Porém, mesmo sendo situaçõescorriqueiras,nem sempre terminam bem co- mo essas terminaram. As pessoas – tanto pessoal- mente, quanto profissio- nalmente – muito frequen- temente, deixam de lado a presteza e o respeito ao se relacionar com outras pes- soas, deixando-as feridas e magoadas. É importante que saibamos ter e manter oequilíbrioemocionalquan- do lidarmos com situações negativas para não sermos atingidos. E mais impor- tante ainda, é você não ser a pessoa provocadora de si- tuações negativas, pois não existe ganho com isso. Pe- locontrário,quemmaisper- decomatitudesnegativasé a própria pessoa que a pro- duziu, ainda que não consi- gaperceber. No mundo corporati- vo convivemos muito com questões voltadas para o comportamento humano onde se faz constantemen- te necessário, o controle e o equilíbriodasemoções.Nes- te universo se fala o tempo todo no emprego da “razão” para o exercer das funções, rotinas e decisões. Mas es- quecem de que toda razão e todo ato racional é motiva- do por algum tipo de emo- ção.Então,estáevidenteque cuidar somente do lado ra- cionalnãobasta. Muitos projetos e negó- cios – em potenciais – não avançamporquesãocondu- zidos por pessoas estressa- das e mal humoradas, des- conhecedoras dos benefí- cios grandiosos da inteli- gênciaemocional.Contudo, nãodãoimportânciaaobom relacionamento,eseesque- cemdesorrirparaavida,pa- raaspessoas,paraomundo. O sorriso é uma arma pode- rosaparadisseminarobem. É o que se pode comprovar com as novas descobertas da ciência, onde afirma-se queosorrisotemopoderde encantar,conquistar,curare “abrir portas”. Quando se re- cebe um fornecedor ou um clientecombomhumor,ale- gria e um sorriso natural, o ambiente fica mais propí- cioparasefazerbonsnegó- cios.Claroquesorrirnãore- solve tudo, pois, são neces- sários outros fatores pa- ra encaminhar uma venda, um negócio a ser feito. Que- ro dizer que o sorriso é o ato deretratar,honestamente,a satisfação de estar ali exer- cendo a função, contribuin- do para que outras pessoas também possam sorrir e se realizar. O sorriso pode ser definido como um ato e um exercício de transmitir um estado emocional superior, capazdeseduzireatrairse- guidores e admiradores. É uma energia positiva que possibilita as partes numa negociação, verem os dife- renciaisoferecidosechega- remcomêxitoaumresulta- dofavorávelemcomum. Pessoas que possuem sensibilidades e consciên- ciasparaagirem,comoopo- licial,ofuncionáriopúblicoe avendedoradaloja–perso- nagensdassituaçõessimu- ladas acima – têm maiores condições de serem pesso- asmaisfelizes,ecomcerte- za,maisbemrelacionadase resolvidas. O resultado que elas podem gerar são sur- preendentes. E quem gera resultados positivos neste mundo moderno, seja qual forosetorqueatuar,suacar- reiraserácertamentepoten- cializada, e sua vida e o seu mundo, mais agradáveis. Sabedoria Emocional Quando um sorriso abre portas
  11. 11. CASA E CONSTRUÇÃO12 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.JORNALCIDADEMG.COM.BR INfORMEPUBLICItÁRIO Antônio Santos é gra- duadoemEngenhariaCivil pela Faculdade de Formiga (UNIFOR)desde2012, traba- lhadesde2006comoproje- tista, e atualmente é sócio proprietário da Hart Proje- tos,juntamentecomMano- el de Castro Baia. Omomentodeconstruir uma casa ou um empreen- dimento gera muita preo- cupação,masatitudessim- plespodemtornaroproces- so mais rápido e fácil. Con- fira as dicas do engenheiro civil Antônio Santos: Ao construir uma casa, quais os cuidados que a pessoa deve ter? Primeiro quesito, se trata de um planejamen- to quanto à linha de recur- sos financeiros que se vai recorrer, próprio ou linhas decreditobancário.Segun- dopassoéacontrataçãode umprofissionalqualificado para lhe informar o melhor caminho a ser seguido. Quanto à mão de obra, devemos sempre, não só buscar orientação com o profissional, mas também procurarreferênciaspesso- ais,ondetrabalhounosúlti- mos tempos. Isso não é tu- do, mas ajuda muito. O Brasil está passando por ummomentodecrise.Nes- te caso, como a pessoa de- veprocederaocomprarum terrenosemquehajapreju- ízos? A aquisição de um ter- reno, principalmente aqui em Lagoa da Prata e cida- des vizinhas, está cada dia mais e mais complexa, de- vido a grande especulação imobiliária, mas ultima- mente estamos tendo a oportunidade de comprar terreno um pouco melhor, fato este devido aos lotea- mentosqueestãosurgindo. Atualmente, as pessoas compram e vendem muito rapidamente os imóveis. Existealgumamaneiraque possafacilitaravendapos- teriormente? O principal é fazer uma construção sólida, com a utilização de materiais bons,eacontrataçãodeum profissional que possa lhe dar suporte durante a obra, e ter sempre em mãos toda a documentação da obra, como licença de constru- ção, projetos, Habite-se e posteriormente, a averba- ção, ato esse que facilitará bastante a revenda se ne- cessário. Como é possível economi- zar em um obra? A economia na obra é semprepossível,começan- do pela contratação de um profissional, que irá facili- tarmuitoasuavida.Quanto aos gastos desnecessários, onde o mesmo seguindo a orientação do engenheiro, irá usar somente o descri- to em projeto, não havendo a necessidade de comple- mentos de materiais. Do início ao fim da obra, da ba- seapintura,temcomoeco- nomizar sem abrir mão da qualidade. Como você vê a neces- sidade do cuidado com o impacto ambiental nas obras? A questão não só de nossomunicípio,comaLei 060/2006,queinstituioPla- no Diretor, mas de todas as cidadesondetrabalho,essa questãoésempreabordada para uma qualidade de vi- da futura dos clientes. Te- mos tomado muito cuida- do aqui em Lagoa da Pra- ta e região, principalmente com a necessidade de res- guardaráreasdepermeabi- lidade de acordo com o zo- neamento da cidade. Existe alguma obra que você tem um carinho es- pecial? Tenhoumcarinhomui- to especial por todas, sem- pre uma nova obra é uma realização pessoal muito boa, dentre algumas tenho um prédio com alvenaria autoportante aqui em La- goa, uma grande obra na cidade vizinha de Japara- íba, dentre tantas outras. Quem são seus clientes? E quais são suas áreas de atuação? A minha carteira tem clientes de todas as clas- ses sociais, não tendo dis- tinção.Asáreasdeatuação são:Estrutural,Elétrico;Hi- drossanitária, Arquitetôni- caeregularizaçãodeobras existentes. Quais as inovações que a pessoa encontrará ao con- tratar seus serviços? Trabalhamos com a compatibilização de proje- tos, para que assim a obra fiquebemmaiseconômica e de fácil execução. Conta- mostambémcomumaten- dimento diferenciado, on- de vamos ao cliente, se ne- cessário. É só agendar. Engenheiro Civil dá dicas para não errar na hora de construir sua casa ou empreendimento
  12. 12. ALIMENTAÇÃO 1313 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG O cuidado das mães com a alimentação dos fi- lhosganhouumimportan- tealiadocomolançamen- todalinhaCamponesaCe- reais, composta por duas deliciosas novidades em alimentos infantis saudá- veis e nutritivos. A prati- cidade da bebida pronta, com leite em sua formu- lação, e enriquecida com vitaminas e minerais é o alimentoidealparaoslan- ches diários em casa e na escola e promete agradar mães e filhos. A novidade chega ao mercado em dois sabo- res: Banana e Mamão, em embalagem Tetra Pak 190 ml, e com a qualidade dos leites Camponesa. Cada caixinha oferece 30% das necessidades diárias re- comendadasde11vitami- nas (A, B1, B2, B5, B6, B9, B12, C, D, E, PP) e de três minerais (Cálcio, Ferro e Zinco). A fórmula contém polpa de frutas e farinhas de aveia e arroz, que pro- porciona maior sacieda- de às crianças de quatro a dez anos de idade. A identidade visual do produto reforça a cone- xão da marca com o pú- blico infantil, usando co- mo mascote um macaco, queilustratodaacomuni- cação da linha Campone- sa Cereais. A marca A Embaré, sexta maior empresa de lácteos do pa- ís, completa 80 anos de mercado em 2015. Com parque fabril localizado em Lagoa da Prata, na re- gião Centro-Oeste de Mi- Camponesa Cereais reforça linha láctea com alimentos prontos nutritivos e práticos nasGerais,contacom37,5 mil metros quadrados de área construída e capa- cidade de processamen- to de 2,1 milhões de litros de leite por dia. A fábrica tem capacidade para pro- duzir duas mil toneladas pormês naáreadeconfei- taria e 20,5 mil toneladas/ mês no setor de lácteos. Possui sede adminis- trativa em Belo Horizonte (MG), além de unidade em Recife (PE) e uma exten- sa rede de representantes nos demais estados da fe- deração.Sãomaisde1.500 funcionários. Famosa e conheci- da pelos tradicionais ca- ramelos e balas, que ho- je são exportados para 45 países dos cinco conti- nentes, a Embaré diversi- ficou sua atuação ao lon- go dos anos e hoje produz uma ampla linha de lácte- os e derivados sob a mar- ca Camponesa, incluindo manteiga,leiteempó,cre- me de leite, leite conden- sado, doce de leite e bebi- da láctea. Em 2011, ingressou no segmento de leite Longa Vida, na versão integral, semidesnatado e desna- tado e, em 2014, lançou o zero lactose. Ainda em 2014, a marca Campone- sa, ficou entre as 50 prefe- ridas pelos consumidores brasileiros, na 2ª edição do ranking Brand Foo- tprint, organizado pela Kantar Worldpanel, em- presa global que moni- tora e analisa o compor- tamento de compra do consumidor. Com fórmula enriquecida, a linha Camponesa Cereais tem feito sucesso entre crianças e adultos INfORMEPUBLICItÁRIO
  13. 13. Chegou a hora de renovar o seguro do carro? Veja 5 dicas de especialistas Osegurodocarroestápres- tesavencerevocêprecisafazer arenovação.Émelhoresperaro corretorligaroufazerumapes- quisaprévia?Mudardesegura- dorapodeserinteressante? Especialistasrespondema essaseoutrasdúvidassobreo assunto. 1)Qualomelhormomentopara renovarosegurodocarro? Omotoristanãodeveespe- rarsercontatadopelocorretor. “Muitoscorretoresfazemare- novaçãoemcimadahorapa- raqueapessoanãotenhatem- podebuscaroutrasopções”,diz JoãoCardoso,CEOdacorreto- raonlineTaCerto.com.Oideal, diz,éprocurarocorretorduas semanasantesdovencimen- to,temponecessárioparaque oprofissionalfaçaumapesqui- sanomercado.“Oprazonãode- vesermuitomaiordoqueesse, porqueopreçodoseguropode mudar.” A pior atitude é esperar a apólice vencer, porque um só diasemcoberturapoderepre- sentarumgrandegastoemca- sodesinistro. 2)Souclientedamesmasegu- radoraháanos.Émelhorreno- varcomelaoucompensatro- car? Queméclientedamesma seguradorahámuitotempopo- detervantagensnahoradare- novação.Masoqueinfluencia mesmo o preço do seguro é o gasto que a companhia teve, noanoquepassou,comaque- le modelo de carro. Optar pe- laconcorrentepodesignificar pagar menos. “A companhia podeterregistradomuitossi- nistrosparaaquelemodeloeis- sopodenãoteracontecidoem outraempresa”,dizCarlosCan- dido,donodeumafranquiada corretoraSeguralta. Aotrocardeseguradora,o bônusqueoconsumidorpossui naseguradoraatualétransferi- doautomaticamenteparaano- va.Obônuséodescontoconce- didonarenovação,queaumen- tacasonãohajasinistronaapó- liceanterior. 3) É interessante fazer uma pesquisaprévianomercadoou deixoissonamãodocorretor? ParaJoãoCardoso,daTa- Certo.com,porém,ninguémde- vecomprarourenovarumse- gurosemfazercomparaçõese pesquisasprévias. “Acompradeumseguroémui- tosemelhanteàdeumapassa- gemaérea.Ummesmobilhe- te tem preços diferentes de- pendendodaagênciaemque acompraéfeita,porquequem vendecobraumacomissão.O mesmovaleparaoseguro”,diz. Eleaconselhaqueoconsu- midorligueparaoutroscorreto- resecomparepropostas.Outra opçãoéfazercotaçõespelain- ternet,emseguradorasonline. 4)Queinformaçõesdevopas- sarparaaseguradoranahora darenovação? Quando contrata o segu- rodeumcarro,omotoristares- pondeaumquestionário,que serve para que a seguradora avalieoriscoqueelerepresen- tadeacordocomcaracterísti- caspessoais(comosexo,idade etc.)edoveículo(modelo,taxa médiaderoubosetc.). “Quandodarenovação,ocor- retorprecisasabersealgomu- doue,emcasopositivo,fazera alteração”,dizCarlosCandido, daSeguralta. Seofilhode18anoscome- çouausarocarro,porexemplo, issoprecisaficarclaro,mesmo que acabe encarecendo o se- guro(porrepresentarumrisco maior).“Seaseguradoraidenti- ficarquehouveomissãodein- formação,podesenegarapa- garindenizaçãoemcasodesi- nistro”,alerta. 5)Oquepossofazerparapagar menospeloseguro? Algumasempresaspodemfa- zeraçõespromocionaisnaépo- cadarenovação,oquepodere- presentarbonsdescontos.Éin- teressante,ainda,verificarseos benefíciosextrasoferecidospe- laempresa(chaveiro24horas, assistênciaparaanimaisdees- timaçãoetc.)têmimpactosig- nificativonopreçofinal,e,em casopositivo,avaliarsepodem serdescartados. “Ocorretortambémpode mexer na sua própria comis- são,casoomotoristatenhaum relacionamentodelongoprazo comele”,dizJoãoCardoso,da TaCerto.com.
  14. 14. EDITAIS E PUBLICAÇÕES OFICIAIS 1515 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 3 Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 8. Conselho Fiscal Eleito a cada 2 anos na AGO, com mandato até a AGO de 2015, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Todos os membros efetivos do Conselho fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos Conselheiros Fiscais e as formas de exercê-las. 9. Código de Ética Todos os integrantes da equipe do Sicoob Lagoacred Gerais, aderiram por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas o Sicoob – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários ao ingressar na Cooperativa assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No exercício de 2014, a Ouvidoria do Sicoob Lagoacred Gerais registrou 02 manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações, e solicitações de providências relacionadas principalmente a atendimento. Das 02 reclamações, 02 foram consideradas procedente e resolvida dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 11. Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito - FGCoop De acordo com seu estatuto, o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito – FGCoop tem por objeto prestar garantia de créditos nos casos de decretação de intervenção ou de liquidação extrajudicial de instituição associada, até o limite de R$ 250 mil por associado, bem como contratar operações de assistência, de suporte financeiro e de liquidez com essas instituições. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que estabelece a forma de contribuição das instituições associadas ao Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), 1 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do Exercício de 2014 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Em 2014 o SICOOB LAGOACRED GERAIS completou 17 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados No exercício de 2014, o SICOOB LAGOACRED GERAIS obteve um resultado de R$2.936.967,92, representando um retorno anual sobre o Patrimônio Líquido de 18,47%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 18.051.560,73. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 55.364.114,32 A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Empréstimos R$ 30.370.521,35 54,85% Financiamentos R$ 1.497.738,09 2,71% Títulos Descontados R$ 14.692.705,15 26,54% Cartão Lagoacred Card R$ 8.803.149,73 15,90% Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 31/12/2014 o percentual de 18,79% da carteira, no montante de R$ 8.788.698,55. 4. Captação As captações, no total de R$ 46.372.252,19 apresentou uma evolução em relação ao exercício anterior de 36,61%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos à Vista R$ 16.657.119,02 35,92% Depósitos a Prazo R$ 29.715.133,17 64,08% Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 31/12/2014 o percentual de 25,11% da captação, no montante de R$ 11.632.148,78. 5. Patrimônio Líquido 4 ratifica também seu estatuto e regulamento. Conforme previsto na Resolução nº 4.150 de 30/10/2012, esse fundo possui como instituições associadas todas as cooperativas singulares de crédito do Brasil e os bancos cooperativos do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Conforme previsto no artigo 2º da Resolução/CMN nº 4.248, de 05/11/2013, a contribuição mensal ordinária das instituições associadas ao funcho é de 0,0125% dos saldos das obrigações garantidas, que abrangem as mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Créditos dos Bancos, o FGC, ou seja, os depósitos à vista e a prazo, as letras de crédito do agronegócio, entre outros. As contribuições ao FGCoop pelas instituições a ele associadas tiveram inicio a partir do mês de março/2014 e recolhidas no prazo estabelecido no § 4º do art. 3º da Circular 3.700, de 06/03/2014. Ainda nos termos de seu estatuto, a governança do Fundo será exercida pela Assembleia Geral, pelo Conselho de Administração e pela Diretoria Executiva, e está estruturada de modo a permitir a efetiva representatividade das associadas, sejam elas cooperativas independentes ou filiadas a sistemas cooperativistas de crédito, sendo o direito de voto proporcional às respectivas contribuições ordinárias. 12. Gerenciamento de Risco a. Risco operacional a) O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/06. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/09, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no link http://www.sicoob.com.br/relatorios. c) O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos. d) O uso da Lista de Verificação de Conformidade (LVC), tem como objetivo identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (SCIR) e) As informações cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (SCIR) são mantidas em banco de dados fornecido pelo Sicoob Confederação. f) A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes às perdas associadas ao risco operacional são registrada e mantidas em cada entidade do 2 O Patrimônio Líquido do SICOOB LAGOACRED GERAIS era de R$ 15.897.980,48. O quadro de associados era composto por 18.954 Cooperados, havendo um acréscimo de 12,11% em relação ao exercício anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB LAGOACRED GERAIS adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682, havendo uma concentração de 95,35% nos níveis de “A a C”. 7. Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pela confederação Sicoob e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral e o Código de Ética. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais e está atenta para a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional.
  15. 15. EDITAIS E PUBLICAÇÕES OFICIAIS16 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.JORNALCIDADEMG.COM.BR Em Reais A T I V O 31/12/2014 31/12/2013 Circulante 60.443.956,65 48.346.791,45 Disponibilidades 445.160,81 359.339,79 Relações Interfinanceiras (Nota 4) 18.051.560,73 17.126.145,11 Correspondentes - 157.885,91 Centralização Financeira - Cooperativas 18.051.560,73 16.968.259,20 Operações de Crédito (Nota 5) 31.142.285,06 23.764.197,61 Operações de Crédito 32.676.219,79 24.945.170,23 (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (1.533.934,73) (1.180.972,62) Outros Créditos (Nota 6) 10.653.584,92 6.985.875,75 Rendas a Receber 211.366,94 166.999,59 Diversos 10.649.997,02 7.031.621,80 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (207.779,04) (212.745,64) Outros Valores e Bens (Nota 7) 151.365,13 111.233,19 Outros Valores e Bens 97.150,35 72.105,47 (Provisões para Desvalorizações) (27.631,49) (27.631,49) Despesas Antecipadas 81.846,27 66.759,21 Realizável a Longo Prazo 14.119.042,36 11.480.236,39 Operações de Crédito (Nota 5) 14.093.945,61 11.369.475,27 Operações de Crédito 14.093.945,61 11.369.475,27 Outros Créditos (Nota 6) 25.096,75 110.761,12 Diversos 25.096,75 110.761,12 Permanente 2.775.192,68 1.573.301,92 Investimentos (Nota 8) 1.481.789,01 766.808,21 Participações em Cooperativas 1.481.789,01 766.808,21 Imobilizado em Uso (Nota 9) 1.257.034,28 752.294,59 Outras Imobilizações de Uso 2.603.581,54 1.875.298,40 (Depreciações Acumuladas) (1.346.547,26) (1.123.003,81) Intangível (Nota 10) 27.715,98 41.040,07 Ativos Intangíveis 164.697,25 164.697,25 (Amortização Acumulada) (136.981,27) (123.657,18) Diferido (Nota 11) 8.653,41 13.159,05 Gastos de Organização e Expansão 60.401,94 60.401,94 (Amortização Acumulada) (51.748,53) (47.242,89) TOTAL DO ATIVO 77.338.191,69 61.400.329,76 Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. SICOOB LAGOACRED As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2014 E 2013 5 Sicoob, Sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). g) Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento, pelo Agente de Controle e Risco (ACIR) h) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional o Sicoob Lagoacred Gerais possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. b. Risco de mercado e liquidez a) O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída nas Resoluções CMN nº 3.464/2007. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/09, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado e liquidez do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no link http://www.sicoob.com.br/relatorios. c) No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). d) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e liquidez, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado e de liquidez da Entidade. c. Risco de crédito a) O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/09, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no link http://www.sicoob.com.br/relatorios. Em Reais Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. SICOOB LAGOACRED BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2014 E 2013 P A S S I V O 31/12/2014 31/12/2013 Circulante 60.968.931,60 46.443.269,96 Depósitos (Nota 12) 46.372.252,19 33.945.042,02 Depósitos à Vista 16.657.119,02 11.343.901,75 Depósitos a Prazo 29.715.133,17 22.601.140,27 Relações Interdependências 13.429,97 5.323,50 Recursos em Trânsito de Terceiros 13.429,97 5.323,50 Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) 1.515.568,12 1.409.156,27 Empréstimos no País - Outras Instituições 1.515.568,12 1.409.156,27 Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 13) 1.057.514,66 627.603,99 Outras Instituições 1.057.514,66 627.603,99 Outras Obrigações (Nota 14) 12.010.166,66 10.456.144,18 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 25.845,86 17.103,90 Sociais e Estatutárias 719.296,83 322.931,99 Fiscais e Previdenciárias 411.138,20 279.984,57 Diversas 10.853.885,77 9.836.123,72 Exigível a Longo Prazo 471.279,61 2.830.995,32 Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) 361.111,06 1.679.994,67 Empréstimos no País - Outras Instituições 361.111,06 1.679.994,67 Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 13) - 1.042.895,93 Outras Instituições - 1.042.895,93 Outras Obrigações (Nota 15) 110.168,55 108.104,72 Diversas 110.168,55 108.104,72 Patrimônio Líquido (Nota 17) 15.897.980,48 12.126.064,48 Capital Social 10.432.588,46 8.197.137,13 De Domiciliados no País 10.583.099,33 8.206.774,75 (Capital a Realizar) (150.510,87) (9.637,62) Reserva de Lucros 3.730.182,16 2.750.960,01 Sobras Acumuladas 1.735.209,86 1.177.967,34 TOTAL 77.338.191,69 61.400.329,76 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 6 c) Compete ao gestor padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, possui estrutura compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. d. Gerenciamento de Capital a) A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instituída na Resolução CMN 3.988/2011. b) Conforme preceitua o artigo 9° da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no link http://www.sicoob.com.br/relatorios c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo contínuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: I- Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; II- Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob; III- Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos em condições extremas de marcado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. Agradecimentos Agradecemos aos nossos Associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. Lagoa da Prata/MG 29 de janeiro de 2015. Conselho de Administração e Diretoria
  16. 16. EDITAIS E PUBLICAÇÕES OFICIAIS 1717 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.fACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG Em Reais Descriminação Segundo Semestre/2014 31/12/2014 31/12/2013 RECEITAS(INGRESSOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 5.530.729,64 10.128.719,39 7.999.632,17 Operações de Crédito 5.530.729,64 10.128.719,39 7.999.632,17 DESPESAS(DISPÊNDIOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (2.642.829,96) (5.059.695,66) (3.443.114,67) Operações de Captação no Mercado (1.911.560,07) (3.452.527,33) (2.055.193,31) Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses (169.039,69) (365.839,84) (197.707,09) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (562.230,20) (1.241.328,49) (1.190.214,27) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 2.887.899,68 5.069.023,73 4.556.517,50 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS (INGRESSOS/DISPÊNDIOS) OPERACIONAIS (193.321,11) (1.134.799,48) (2.018.900,02) Receitas(Ingressos) de Prestação de Serviços 1.445.777,77 2.595.709,17 2.143.114,59 Rendas(Ingressos) de Tarifas Bancárias 1.133.979,71 1.972.166,36 1.575.664,21 Despesas(Dispêndios) de Pessoal (2.624.892,57) (4.981.166,74) (3.842.762,05) Outras Despesas(Dispêndios) Administrativas (1.570.264,61) (2.954.981,61) (2.553.809,92) Despesas(Dispêndios) Tributárias (50.616,28) (92.451,17) (81.159,72) Outras Receitas(Ingressos) Operacionais (Nota 20) 619.283,39 669.478,77 9.050,15 Ingressos de Depósitos Intercooperativos 1.018.449,40 1.863.174,43 890.024,40 Outras Despesas(Dispêndios) Operacionais (Nota 21) (165.037,92) (206.728,69) (159.021,68) RESULTADO OPERACIONAL 2.694.578,57 3.934.224,25 2.537.617,48 RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 22) (12.709,75) 17.378,42 8.899,71 RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES 2.681.868,82 3.951.602,67 2.546.517,19 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (23.780,74) (38.580,64) (14.323,50) Provisão para Imposto de Renda (11.890,37) (19.290,32) (7.161,75) Provisão para Contribuição Social (11.890,37) (19.290,32) (7.161,75) PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO - (1.320.494,24) (785.295,67) FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (439.403,86) (196.316,77) Reserva Legal (881.090,38) (588.978,90) LUCRO/PREJUÍZO(SOBRA/PERDA) LÍQUIDO 2.658.088,08 2.592.527,79 1.746.898,02 JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO (Nota 19) (551.381,83) (976.054,11) (568.930,68) Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. SICOOB LAGOACRED DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. SICOOB CENTRAL CREDIMINAS GEAUD - Gerência de Auditoria Em Reais DESCRIÇÃO Segundo Semestre/2014 31/12/2014 31/12/2013 Atividades Operacionais Sobras/Perdas do Exercício 2.681.868,82 3.951.602,67 2.546.517,19 IRPJ / CSLL (23.780,74) (38.580,64) (14.323,50) Provisão para Operações de Crédito (89.210,52) 352.962,11 831.132,59 Provisão de Juros ao Capital (551.381,83) (976.054,11) (568.930,68) Depreciações e Amortizações 131.943,44 241.874,13 210.926,37 2.149.439,17 3.531.804,16 3.005.321,97 Aumento (redução) em ativos operacionais Operações de Crédito (4.929.961,67) (10.455.519,90) (8.923.377,83) Outros Créditos (2.806.170,37) (3.582.044,80) (448.981,43) Outros Valores e Bens (2.763,65) (40.131,94) (23.453,81) Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Vista 2.589.843,05 5.313.217,27 2.863.551,73 Depósitos a Prazo 160.857,73 7.113.992,90 5.099.452,65 Outras Obrigações 6.719.628,22 1.548.878,07 2.449.477,66 Relações Interdependências (2.700,87) 8.106,47 (9.120,21) Obrigações por Empréstimos e Repasses (970.164,07) (1.825.457,02) 3.748.023,60 Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais 2.908.007,54 1.612.845,21 7.760.894,33 Atividades de Investimentos Aplicação no Intangível - - (5.000,00) Inversões em Imobilizado de Uso (418.823,94) (732.502,14) (233.731,36) Inversões em Investimentos (286.704,36) (714.980,80) (236.994,36) Outros Ajustes 3.523,38 3.718,05 - Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (702.004,92) (1.443.764,89) (475.725,72) Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital 533.867,70 1.013.882,59 1.188.257,89 Devolução de Capital à Cooperados (102.888,06) (227.029,87) (300.779,19) Estorno de Capital - (156.285,69) - Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar - (1.296,39) (2.291,99) Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES - (178.489,89) (68.436,25) FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos (145.707,07) (145.707,07) 9,53 FATES Sobras Exercício (293.696,79) (293.696,79) (196.326,30) Juros ao Capital à Pagar Ex-associados 7.208,24 7.208,24 2.785,58 Subscrição do Juros ao Capital 968.845,87 968.845,87 566.145,10 IRRF sobre Juros ao Capital (145.274,68) (145.274,68) (84.541,13) Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos 822.355,21 842.156,32 1.104.823,24 Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades 3.028.357,83 1.011.236,64 8.389.991,85 Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período 15.468.363,71 17.485.484,90 9.095.493,05 No Fim do Período 18.496.721,54 18.496.721,54 17.485.484,90 Variação Líquida das Disponibilidades 3.028.357,83 1.011.236,64 8.389.991,85 SICOOB LAGOACRED DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. 1 Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2014 e de 2013 (Em reais) 1. Contexto operacional A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 20 de Outubro de 1996, filiada à Cooperativa Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB Confederação, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução 3.859/10 do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – Sicoob Lagoacred Gerais possui Posto de Atendimento (PA) na cidade de Santo Antonio do Monte/MG. O Sicoob Lagoacred Gerais tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: - Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados em suas atividades específicas, com a finalidade de fomentar a produção e a produtividade dos associados; - A formação educacional de seus associados: Cooperados, Conselheiros, Diretores e Funcionários no sentido de fomentar o cooperativismo através da ajuda mútua, da economia sistemática e do uso adequado do crédito, bem como da difusão de informações técnicas que visem o aprimoramento da produção e da qualidade de vida; - Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras, públicas e/ou privadas bem como aplicações de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos à prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e rentabilizar os recursos. Em 12 de março de 2010, ocorreu a transformação do SICOOB LAGOACRED GERAIS, para entidade de “Livre Admissão de Associados”; aprovada junto ao Banco Central do Brasil – BACEN em 12 de Maio de 2010. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. Desta forma as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pelo Conselho de Administração, em sua reunião datada de 29 de janeiro de 2015. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais foram aplicadas às instituições financeiras, por estarem aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitural básico (R1) – Resolução CMN nº 4.144/12; CPC 01 (R1) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos – Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) – Demonstrações do Fluxo de Caixa – Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) – Divulgação sobre Partes Relacionadas – Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações – Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro – Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 – Evento Subsequente – Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09. Em Reais Capital Subscrito Capital a Realizar Legal Contingências Saldo em 31/12/2012 5.630.877,20 (10.055,26) 1.966.949,32 82.763,40 1.390.229,15 9.060.763,81 Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao FATES (68.436,25) (68.436,25) Constituição de Reservas 195.031,79 (195.031,79) Ao Capital 1.207.232,52 (1.207.232,52) Cotas de Capital à Pagar - Ex associados (2.291,99) (2.291,99) Movimentação de Capital: - Por Subscrição/Realização 1.187.840,25 417,64 1.188.257,89 Por Devolução ( - ) (300.779,19) (300.779,19) Reversões de Reservas (82.763,40) 82.763,40 - Sobras ou Perdas Líquidas 2.532.193,69 2.532.193,69 Remuneração de Juros ao Capital: Provisão de Juros ao Capital (568.930,68) (568.930,68) Subscrição do Juros ao Capital 566.145,10 566.145,10 IRRF sobre Juros ao Capital (84.541,13) (84.541,13) FATES - Atos Não Cooperativos 9,53 9,53 Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: - . Fundo de Reserva 588.978,90 (588.978,90) - . F A T E S (196.326,30) (196.326,30) Saldos em 31/12/2013 8.206.774,75 (9.637,62) 2.555.928,22 195.031,79 1.177.967,34 12.126.064,48 Destinação de Sobras Exercício Anterior: (Nota 17) Ao FATES (178.489,89) (178.489,89) Constituição de Reservas 137.299,91 274.599,83 (411.899,74) Ao Capital 781.313,11 (781.313,11) Cotas de Capital à Pagar - Ex associados (1.296,39) (1.296,39) Movimentação de Capital: - Por Subscrição/Realização 1.154.755,84 (140.873,25) 1.013.882,59 Por Devolução ( - ) (227.029,87) (227.029,87) Estorno de Capital (156.285,69) (156.285,69) Reversões de Reservas (313.767,97) 313.767,97 - Sobras ou Perdas Líquidas 3.913.022,03 3.913.022,03 Remuneração de Juros ao Capital: (Nota 19) Provisão de Juros ao Capital (976.054,11) (976.054,11) Subscrição do Juros ao Capital 968.845,87 968.845,87 IRRF sobre Juros ao Capital (145.274,68) (145.274,68) FATES - Atos Não Cooperativos (Nota 18) (145.707,07) (145.707,07) Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: - . Fundo de Reserva 881.090,38 (881.090,38) - . F A T E S (293.696,79) (293.696,79) Saldos em 31/12/2014 10.583.099,33 (150.510,87) 3.574.318,51 155.863,65 1.735.209,86 15.897.980,48 Saldos em 30/06/2014 9.226.561,05 (48.523,42) 2.693.228,13 274.599,83 830.261,67 12.976.127,26 Movimentação de Capital: - Por Subscrição/Realização 635.855,15 (101.987,45) 533.867,70 Por Devolução ( - ) (102.888,06) (102.888,06) Reversões de Reservas (118.736,18) 118.736,18 - Sobras ou Perdas Líquidas 2.658.088,08 2.658.088,08 Remuneração de Juros ao Capital: Provisão de Juros ao Capital (551.381,83) (551.381,83) Subscrição do Juros ao Capital 968.845,87 968.845,87 IRRF sobre Juros ao Capital (145.274,68) (145.274,68) FATES - Atos Não Cooperativos (145.707,07) (145.707,07) Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: - . Fundo de Reserva 881.090,38 (881.090,38) - . F A T E S (293.696,79) (293.696,79) Saldos em 31/12/2014 10.583.099,33 (150.510,87) 3.574.318,51 155.863,65 1.735.209,86 15.897.980,48 SICOOB LAGOACRED Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. Reservas de Sobras Sobras ou Perdas Acumuladas TotaisEventos Capital As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013
  17. 17. EDITAIS E PUBLICAÇÕES OFICIAIS18 SEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015 | ANO II • EDIÇÃO 46 LEIA TAMBÉM NO www.JORNALCIDADEMG.COM.BR 4 n) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. p) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, as quais a Cooperativa tem por diretriz. q) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). s) Valor recuperável de ativos – Impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2014 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. t) Eventos Subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão, compostos por: - Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e - Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data- base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2014. 4. Relações interfinanceiras Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: 2 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do Resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pró-rata temporis” e calculados com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes de ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valore e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: Descrição 31/12/2014 31/12/2013 Caixa e depósitos bancários 445.160,81 359.339,79 Relações Interfinanceiras (Centralização Financeira) 18.051.560,73 17.126.145,11 Total 18.496.721,54 17.485.484,90 d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682/99 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). 5 Descrição 31/12/2014 31/12/2013 Correspondentes no Pais 0,00 157.885,91 Centralização Financeira (a) 18.051.560,73 16.968.259,20 Total 18.051.560,73 17.126.145,11 (a) Referem-se a centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa depositada junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE, conforme determinado no artigo 37 da Resolução CMN nº 3.859/10. 5. Operações de crédito a) Composição da Carteira de crédito por modalidade: Modalidade 31/12/2014 31/12/2013Circulante Não Circulante Total Adto a Depositante 209.200,81 - 209.200,81 276.525,82 Ch.Especial / C.Garantida 2.363.953,12 - 2.363.953,12 1.417.898,88 Empréstimos 14.572.828,34 13.433.739,89 28.006.568,23 23.210.073,20 Financiamentos 837.532,37 660.205,72 1.497.738,09 1.383.683,90 Títulos Descontados 14.692.705,15 - 14.692.705,15 10.026.463,70 ( - ) Provisão para Perda com Operações de Crédito (1.533.934,73) (1.533.934,73) (1.180.972,62) Total 31.142.285,06 14.093.945,61 45.236.230,67 35.133.672,88 b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999: Nível / Percentual de Risco / Situação Emprést. / Tít. Desc. * Financiamentos Total em 2014 Provisões 2014 Total em 2013 Provisões 2013 A 0,5% Normal 34.505.411,87 1.437.445,23 35.942.857,10 179.714,77 28.571.073,78 142.855,94 B 1% Normal 6.264.123,78 15.598,40 6.279.722,18 62.797,67 3.413.133,77 34.131,34 B 1% Vencidas 448.102,06 26.737,07 474.839,13 4.748,39 711.275,37 7.112,75 C 3% Normal 1.470.593,05 - 1.470.593,05 44.117,79 1.150.429,01 34.512,87 C 3% Vencidas 296.456,29 17.957,39 314.413,68 9.432,41 569.227,04 17.076,81 D 10% Normal 373.103,06 - 373.103,06 37.310,31 335.292,33 33.529,23 D 10% Vencidas 148.714,53 - 148.714,53 14.871,45 129.996,17 12.999,62 E 30% Normal 429.190,27 - 429.190,27 128.757,08 291.044,41 87.313,32 E 30% Vencidas 102.312,42 - 102.312,42 30.693,73 185.136,87 55.541,06 F 50% Normal 182.092,98 - 182.092,98 91.046,49 147.496,52 73.748,26 F 50% Vencidas 111.684,63 - 111.684,63 55.842,32 132.678,65 66.339,33 G 70% Normal 67.618,53 - 67.618,53 47.332,97 59.754,76 41.828,33 G 70% Vencidas 152.514,98 - 152.514,98 106.760,49 147.076,87 102.953,81 H 100% Normal 244.713,29 - 244.713,29 244.713,29 152.471,36 152.471,36 H 100% Vencidas 475.795,57 - 475.795,57 475.795,57 318.558,59 318.558,59 Total Normal 43.536.846,83 1.453.043,63 44.989.890,46 835.790,37 34.120.695,94 600.390,65 Total Vencido 1.735.580,48 44.694,46 1.780.274,94 698.144,36 2.193.949,56 580.581,97 Total Geral 45.272.427,31 1.497.738,09 46.770.165,40 1.533.934,73 36.314.645,50 1.180.972,62 Provisões (1.525.785,43) (8.149,30) (1.533.934,73) (1.180.972,62) Total Líquido 43.746.641,88 1.489.588,79 45.236.230,67 35.133.672,88 * Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas. c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias): 3 f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do BANCOOB, avaliadas pelo método de custo de aquisição h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 10 anos. Conforme determinado pela Resolução no 3.617/08 do CMN devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. k) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. l) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido ("pro rata temporis"). m) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos

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