Jornal Cidade - Ano II - Nº 32

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Jornal Cidade - Ano II - Nº 32 - 30 de Agosto de 2014

Principais notícias das cidades do centro-oeste mineiro. Notícias de Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte, Moema, Pedra do Indaiá e Japaraíba.

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Jornal Cidade - Ano II - Nº 32

  1. 1. “espero que encontrem soluções para a saúde de nossa cidade também” entrevista com dr. gilberto Página 10 registros de acidentes caem pela metade após instalação de quebra-molas Página 27 Vereadores de Samonte rejeitam criação de novo loteamento mudança de local do portão do cemitério gera impasse em lagoa da Prata Página 03 cidadeS cUlTUra lagopratense transforma pichação em arte Página 13 Página 08 Página 12 Página 06 Página 40 caderno eSPecial SaÚde e bem eSTar Páginas 24 e 25 PROGRAMA USOU GANHOU! INFORMAMOS QUE A PROMOÇÃO USOU GANHOU ENCERRARÁ NO DIA 19/09/2014, OU ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES. PORTANTO, PROCURE NOSSOS ATENDENTES PARA TROCAR OS PONTOS ADQUIRIDOS COM AS SUAS COMPRAS NO CARTÃO SICOOB CARD CABAL, POR BRINDES. Sinal da Vivo continua com problemas em Samonte justiça expede liminar contra demolição do centro de eventos em moema Sicoob crediprata promove eventos para comemorar os seus 25 anos
  2. 2. 2 PUABCILÇÕES OFACIIIS www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014
  3. 3. ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg CIDADES 3 Mudança de local do portão do cemitério gera impasse entre os moradores da rua Manoel Pena ll A mudança de local do portão do Cemitério da Saudade, no centro de Lagoa da Prata, tem gera-do um impasse entre os moradores da rua Mano-el Pena, que não aceitam a instalação do portão, que é utilizado para o mane-jo de resíduos de constru-ção e demolição de túmu-los, restos de cabelos e ur-nas. Hoje, o acesso está lo-calizado na rua José Ber-nardes Lobato. Buscando uma manei-ra de solucionar o proble-ma, a Secretaria de Meio Ambiente argumenta que a mudança de local pos-sibilitará a criação de es-paço dentro do cemitério para receber os resíduos, que hoje são depositados em caçambas na rua José Bernardes Lobato. De acordo com o apo-sentado Horácio Moraes, moradora da Manoel Pe-na, o que se busca é uma solução que agrade a to-dos. “Ninguém é obrigado a ter uma caçamba com entulhos em frente à sua casa. Eu entendo os mora-dores da outra rua não me-recem abrir a porta de casa e ver restos mortais e res-tos de caixões. No meu en-tendimento, o correto se-ria VIA DE ACESSO DENTRO DO CEMITÉRIO AO PORTÃO DA RUA JOSÉ BERNARDES LOBATO abrir um local ao lado do velório ou no local onde hoje existe um reservató-rio de água inutilizado, ou seja, deixando isto dentro do próprio cemitério. Tem jeito de fazer este serviço e não prejudicar ninguém”, afirmou. Em entrevista ao Jor-nal Cidade, o Secretário de Meio Ambiente, Lessan-dro Gabriel afirmou que a mudança do portão do cemitério para a rua Ma-noel Pena já está decidi-da. “Não será necessária a remoção de nenhum tú-mulo, respeitando o direi-to de todos. O benefício da mudança está relaciona-do com a retirada do re-cipiente que armazena os resíduos provenientes das limpezas de túmulos da via pública, colocando todo esse material junta-mente como a terra, areia e brita que são usados dia-riamente para constru-ções e reforma de túmulos. Material este, que há anos tem ocupado parte do pas-seio público. Vale salien-tar que esse portão só fica-rá aberto quando houver a retirada da caçamba”, des-tacou. O Secretário ainda fri-sou que a solicitou alguns representantes da própria secretaria para ir ao local e explicar aos moradores os motivos da mudança. Em relação à colocação da caçamba no lugar do re-servatório, Lessandro des-tacou que a possibilidade foi estudada. “Na verdade é inviável, pois a caçamba não cabe no local e o mate-rial de construção ocupa-ria uma passarela que dá acesso aos túmulos e difi-cultaria a manobra no ca-minhão que recolhe a ca-çamba”, enfatizou. Lessandro destacou que o objetivo da mudan-ça é retirar da via pública o material que oferece risco para a população, respei-tando os próprios morado-res e evitando que eles fi-quem em contato com es-se material, que por ventu-ra possa estar contamina-do. HORÁCIO MORAIS, MORADOR DA RUA mANIEL pENA FOTO: arquivo pessoal SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE , LESSANDRO OS ERSÍDUOS DO CEIMTÉIOR AEMR ADGJOOS ENSTE ACLLO ABEGILR
  4. 4. 4 OPIINÃO www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 CARTA AO LEITOR Juliano Rossi contato@jornalcidademg.com.br Manual do eleitor consciente l l A partir da próxima semana, você, eleitor, se-rá bombardeado com inú-meras propagandas políti-cas que terão o objetivo de conquistar o seu voto. Ire-mos eleger deputados es-taduais, senadores, gover-nador, deputados federais e presidente da república. Antes de fazer a sua esco-lha, lembre-se que as suas decisões hoje irão produ-zir algum resultado no fu-turo. E esse resultado pode ser bom ou ruim. Depen-de das suas escolhas. A vi-da é assim. Se você plan-ta amor, irá receber amor. Se você irradia ódio, atrai-rá para si o ódio. É como se fosse um eco. Dito isto, os políticos que temos hoje e o resulta-do por eles produzido, são frutos das escolhas que fi-zemos nas últimas elei-ções. Os políticos são, exa-tamente, o reflexo da socie-dade. Pelas recentes mani-festações, pelas inúme-ras denúncias de corrup-ção, desvios de dinheiro, em todos os partidos, em todas as instâncias polí-ticas, pela ineficiência do setor público de nosso pa-ís, pelos protestos nas re-des sociais, o povo dá a en-tender que não está satis-feito com a estrutura polí-tica que aí está. Se é chegada a hora da mudança ou de reafirma-ção daqueles que estão no poder, é preciso votar de forma consciente. Exami-ne as propostas dos can-didatos e procure debatê- -las em sua comunidade. Conheça a história do seu candidato e se informe se ele realmente tem com-promisso com a sua cida-de. Não vote em candida-to que ofereça presentes ou favores em troca de vo-to. Escolham para os pode-res legislativos aqueles que saibam ouvir os anseios da população e que fiscalizem a atuação dos governantes. Nestas eleições, os de-putados são os represen-tantes mais próximos da comunidade. Para o can-didato que busca a reelei-ção, procurem também se informar sobre os benefí-cios que ele trouxe para a cidade nos últimos quatro anos. E analisem se, pela quantidade de votos que ele recebeu no município, deveria ter se empenha-do mais. Em 99% dos ca-sos, será algum cabo elei-toral desse candidato que irá pedir o seu voto. Veri-fique também se esse ci-dadão tem compromisso com a cidade. Faça-o as-sumir um compromisso, registrado em cartório, em nome do deputado para o qual ele está trabalhando e cobre dele (do cabo elei-toral) as ações do candida-to em prol da cidade. Geral-mente, políticos só funcio-nam sobre pressão. É pre-ciso pressionar e cobrar. Para os candidatos que estão se aventurando pela primeira vez, faça-o assu-mir, por escrito e registrado em cartório, o que ele pre-tende fazer pelo seu muni-cípio. Essa regra vale tam-bém para o cabo eleitoral dele. Em todos os casos, pes-quise na internet se o can-didato é pessoa idônea ou se está envolvido em al-gum caso de corrupção. Para finalizar, não vote em vão. Vote consciente. VOCÊ SERÁ MESÁRIO NAS ELEIÇÕES? Atenção eleitores de Lagoa da Prata, Santo An-tônio do Monte, Japaraíba e Pedra do Indaiá. A Justi-ça Eleitoral divulgou a lis-ta dos convocados a mesá-rio. Para conferir a relação dos nomes, acesse o site www.jornalcidademg.com. br . Clique na lupa, no can-to superior direito da tela e digite “Justiça Eleitoral”. Você será direcionado pa-ra as páginas com as infor-mações. GUIA COMERCIAL OFICIAL Qual foi a última vez em que você usou a antiga lista telefônica impressa? Mui-tas pessoas nem se lem-bram quando isso ocorreu. A tradicional lista está em desuso e tende a se tornar obsoleta, porque as infor-mações (número de tele-fone e endereço) estão dis-poníveis na internet, prin-cipalmente àquelas que se referem às empresas. Pensando nisso, o Jor-nal Cidade irá lançar nos próximos dias o guia co-mercial oficial de Lagoa da Prata e Santo Antônio do Monte. Aguardem. WHATSAPP O Jornal Cidade tem mais novo canal de intera-ção com os leitores. Ago-ra estamos conectados no Whatsapp pelo número 37 9195-1978. Se você viu uma cena inusitada, regis-trou um acontecimento re-levante, envie o conteúdo para a nossa redação. A sua sugestão de matéria tam-bém pode ser enviada pe-lo “zap zap”. Com esse novo canal, o Jornal Cidade reforça o seu posicionamento co-mo o veículo com a maior presença na web no inte-rior de Minas Gerais. Além do portal de notícias, esta-mos também no Facebook, Twitter, Google Plus e Pin-terest. Estamos estudan-do a viabilidade de reati-var o projeto da TV Cidade na web e um canal de notí-cias em áudio. LIQUIDA LAGOA Nos próximos meses, uma campanha publici-tária coordenada pelo jor-nalista e publicitário Gra-ziano Silva, da Rádio Vere-das FM, promete aquecer as vendas no comércio de Lagoa da Prata. É a “Liqui-da Lagoa”, que terá a parti-cipação de dezenas de lo-jas que irão oferecer megas descontos durante a cam-panha. O Jornal Cidade é parceiro desta iniciativa e também o veículo impres-so de divulgação “Liquida Lagoa”. DESTAK EMPRESARIAL A 8ª edição do Prêmio Destak Empresarial, reali-zada pelo publicitário Ale-xandro Silva, foi um suces-so, com a participação de 57 empresas que se desta-caram, escolhidas por vo-to popular. O Jornal Cida-de foi premiado como o de destaque em Lagoa da Pra-ta.
  5. 5. 6 ACDDEIS www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Fotógrafo de Moema participa de exposição na Alemanha Alisson Gontijo já trabalhou em grandes veículos de comunicação e teve fotografias publicadas pela revista Veja e jornais Folha de São Paulo e Estadão ll O jornalista e fotógra-fo Alison Gontijo partici-pou de uma exposição de fotografias na Alemanha. Nascido em Moema, Ali-son é filho de Fernando José Cardoso e Maria Cé-lia Gontijo Cardoso. De acordo com o fotó-grafo, a sua paixão por foto-grafia começou desde pe-queno. Começou a traba-lhar vídeos em 2005 e após a conclusão do curso de FOTOS: arquivo pessoal a oportunidade de falar na abertura da exposição so-bre nossa cultura, nossas belezas e também dos nos-sos problemas”, afirmou. Justiça expede liminar contra demolição do centro de eventos em Moema ll A Prefeitura de Moema pretende construir uma es-cola no terreno onde hoje está instalada a praça de eventos, na região central da cidade. A administração jornalismo dedicou-se ao fotojornalismo. “Após ga-nhar meu primeiro prêmio de fotografia do então go-vernador de Minas, Aécio Neves, no prêmio Comuni-cador do Futuro, entrei pa-ra equipe de repórteres fo-tográficos da Sempre Edi-tora, que edita os jornais O Tempo, Super Notícias e Pampulha. Por lá tive tra-balhos publicados em vá-rias revistas e jornais co-municipal argumenta que os galpões serão transferi-dos para o parque de expo-sição e que a área é utiliza-da poucas vezes durante o ano. A iniciativa não con- mo Veja, Contigo, Folha de São Paulo, O Dia, Estadão e vários outros de todo país”, afirmou Gontijo. A oportunidade de se-guir a carreira solo surgiu em 2013. “Fiz parte dessa equipe por três anos, po-rém, em 2013, decidi se-guir apenas com meus pro-jetos de trabalhos autorais. Na primeira oportunidade, que ocorreu no mesmo ano, fiz um trabalho sobre capo-eira, no qual fui premiado pela Getty Images, que é o maior banco de imagens do mundo. Em seguida fui premiado em um concurso da Canon sobre futebol, no qual fiquei em 1º lugar no Brasil e fui premiado com uma viagem a Nova York”, destacou Alisson. De acordo com o fotó-grafo, a exposição na Ale-manha surgiu após um venceu quatro vereadores, que fizeram um abaixo-as-sinado entre os moradores e conseguiram na justiça, no dia 14, uma liminar im-pedindo a demolição da es- exposicao nas ruas de vila madalena em SP ALISON GONTIJO, JORNALISTA E FOTÓGRAFO concurso seletivo da fun-dação Neumann, que bus-cava trabalhos sobre a Co-pa do Mundo no Brasil. O moemense se classificou em primeiro lugar. “Estou muito feliz, pois foram rea-lizadas três exposições si-multâneas com fotos mi-nhas: uma em São Paulo, na Vila Madalena, através da DOC Galeria; outra em Belo Horizonte, na casa do jornalista; e em Potsman, na Alemanha”, destacou. “Foi muito gratificante, trutura no centro de even-tos. Os parlamentares Fer-nando José Cardoso, Célio Vieira da Silva, Rafael Bár-bara Filho e Adriana Apa-recida Gontijo posiciona-ram contrários à iniciativa do governo e afirmam que o município possui outros terrenos para construir a escola, não sendo necessá-rio acabar com a praça de eventos, construída na ad-ministração anterior. Caso ocorra o descumprimento da decisão expedida pelo juiz João Batista Simeão da Silva, o valor fixado da multa diária de R$ 10 mil. O vereador Fernando José Cardoso alegou estar sendo cobrado pela popu-lação e procurou a redação do Jornal Cidade para es-clarecer o que tem aconte-cido no município. De acor-todo fotógrafo quer ter seu trabalho reconhecido e ter oportunidade de uma ex-posição na Europa é muito legal. Outro ponto legal foi do com Cardoso, o projeto de implantação da escola foi aprovado por unanimi-dade, porém, o local é que gerou a polêmica. “Quando a administração nos apre-sentou o projeto, ele foi muito bem vindo, só que não apresentaram o local. Até aí tudo bem. Mas de-pois, quando vimos, eu e mais três vereadores fica-mos contra”, destacou o ve-reador. Fernando ainda desta-cou que a obra que a pra-ça de eventos custou pa-ra o município cerca de R$ 300 mil e que não seria jus-to se desfazer desse valor. “Não se pode simplesmen-te destruir uma obra nova para construir outra, a não ser que se tenha bons mo-tivos. Nós sugerimos al-guns locais para o prefei-to, vereador Fernando José Cardoso porém foi em vão. Não somos contra a constru-ção da escola, nós quere-mos é que não se derrube uma obra recém inaugura-da para construir uma no-va, a menos que se tenha uma justificativa plausí-vel”, afirmou. A prefeitura tenta re-verter a decisão judicial em terceira instância.
  6. 6. 8 CULTUAR www.jornalcidademg.com.br Lagopratense transforma pichação em arte llHá cinco anos lagopra-tense ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Silas Rossi Cândido Franco, filho de Sebastião Reis Franco e Maria Amá-lia Cândido, conheceu a arte de desenhar e grafi-tar no projeto Futura, onde hoje atua como professor voluntário de grafitismo. Silas contou ao Jornal Cidade que antes de se tor-nar um desenhista e gra-fiteiro era pichador. “Sem-pre me identifiquei com a arte de desenhar, mas ain-da jovem eu não tinha is-so como uma arte, porém tive a oportunidade de me transformar de pichador a artista. Atualmente pi-char é crime, e foi aí que me perguntei, por que não me tornar um artista?”, co-menta orgulhoso. Além de trabalhar com o grafite, Silas ainda cria personagens. “Criei três personagens, ambos nor-destinos, mas cada um com a sua personalidade. Tem a Bela, que é a minha primeira criação; a Nina, que é irmã da Bela e o Ca-lango Tião”, afirmou. Cada personagem tem uma personalidade. A Be-la é a moderna da histó-ria, a Nina é a intelectu-al e o Tião, o “calango in-vocado”. Segundo Silas, o objetivo é transformar su-as histórias em um proje-to de cunho social. “Quero que as crianças e jovens se transformem por meio do meu trabalho, o meu desejo é que eles modifi-quem um dom oculto em arte”, afirmou. Silas ainda enfati-za que o seu sonho é lan-çar uma cartilha com ba-se educativa para jovens e adolescentes, abordan-do temas sociais. De acordo com o artis-ta, quem quiser conhecer mais do seu trabalho pode ir até a Estação Ferroviá-ria de Lagoa da Prata, on-de estão expostos alguns dos seus trabalhos. FUNDAÇÃO FUTURA A Fundação Futura foi criada em 1999 com o ob-jetivo de cuidar apenas do antigo museu e da esta-ção ferroviária, mas o en-sejo de propiciar uma for-mação cultural para crian-ças e jovens fazia parte dos desejos da direção da Fundação. De acordo com o presi-dente da entidade, Lucas Guadalupe, as funções e objetivos atuais da funda-ção abrangem o cuidado com o patrimônio históri-co e social. “Nosso projeto é bem interessante, o fato de tentar tirar as crianças e os jovens da rua através da arte é maravilhoso, e é isso que queremos sem-pre”, afirmou Lucas. O projeto atende crian-ças acima de cinco anos até idosos, oferecendo di-versos cursos com valo-res acessíveis para ape-nas manter os materiais (variando de R$10 a R$40). “Oferecemos cursos que trabalham o cognitivo da pessoa, bem como o la-do social. O projeto con-ta com professores que ensinam artes integra-das, pintura em tela, de-senho, crochê, karatê, jiu jitsu, violão, viola, guitar-ra, teclado, saxofone, bai-xo, balé, jazz, breakdan-ce e slackline”, afirmou o presidente. Lucas ainda salien-ta que o projeto também conta a Fundação Futu-ra Itinerante, atendendo a Apae, Amavi e Apac. Os interessados em fa-zer parte do projeto – co-mo aluno ou voluntário – deverá se dirigir à Esta-ção Ferroviária, próximo à praia municipal. Quero que as crianças e jovens se transformem por meio do meu trabalho, o meu desejo é que eles modifiquem um dom oculto em arte. Silas e a sua sobrinha Isabela que INSPIROU A personagem Bela duas das Personagens do Silas: A Bela é a moderna da história, a Nina é a intelectual FOTO: ARQUIVO FUNDAÇÃO FUTURA FOTOS: arquivo pessoal
  7. 7. 10 PLOÍTACI www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 “Espero que encontrem soluções para a saúde de nossa cidade também”, avalia presidente da Santa Casa de Samonte ll O médico Gilberto Bra-sil de Souza, diretor pre-sidente da Santa Casa e Fundação Hospitalar Pe-dro Henrique, em entrevis-ta gravada na última ter-ça- feira, falou ao Jornal Cidade sobre o seu posi-cionamento com relação à intervenção do Minis-tério Público na saúde de Santo Antônio do Monte. De acordo com Dr. Gilberto, como o médico é conheci-do, a Santa Casa passa por dificuldades financeiras e baixa taxa de ocupação dos leitos. Confira a entre-vista: Jornal Cidade: Qual a sua avaliação sobre a reunião de mediação sanitária promovida pelo Ministé-rio Público em Santo An-tônio do Monte? Dr. Gilberto: Essa reunião foi uma boa proposta do governo do estado, por meio dos promotores Dr. Gilmar e Dr. Ubiratan, pa-ra que resolva os impas-ses nos municípios que geralmente existem en-tre as prefeituras e os hos-pitais. Eles tentam encon-trar uma solução ideal pa-ra que a saúde funcione e o povo não seja prejudica-do. Achei de grande valia. Espero que encontrem as soluções para a saúde de nossa cidade também. Já realizaram 69 reuniões de mediação em várias cida-des de Minas Gerais. JC: Como o senhor avalia a produtividade e a reso-lubilidade da Santa Casa atualmente? Dr. Gilberto: A Santa Casa é um hospital filantrópico. Foi construído pelo padre Paulo. Era um hospital pe-queno e com o tempo foi ficando desatualizado. Há 18 anos assumi a pre-sidência. Mas antes disso o Dr. Júlio já havia inicia-do a obra de construção do novo prédio da Santa Ca-sa. E com a ajuda dos polí-ticos da região consegui-mos construir um prédio de seis andares, equipar esse prédio e reformar o prédio antigo. Com isso, a capacidade de leito au-mentou muito. Hoje te-mos 60 leitos. Por sermos uma instituição filantró-pica, temos que destinar o mínimo de 60% para o SUS (Sistema Único de Saúde). Os outros 40% podem ser destinados para clientes particulares e convênios. O SUS considera como ideal a taxa de ocupação de 70% dos leitos. Em San-to Antônio do Monte, nos-sa taxa de ocupação é de 30% dos leitos, por falta de demanda da população. O hospital ficou grande pa-ra essa população. Temos que otimizar esse preen-chimento. No Brasil e em Minas Gerais faltam lei-tos para o SUS. Em Santo Antônio do Monte sobram leitos. Gostaríamos que os prefeitos de nossa micror-região encaminhassem os pacientes para serem in-ternados aqui, para otimi-zarmos com cirurgias de outras cidades e interna-mentos clínicos. JC: Quais as maiores difi-culdades enfrentadas pe-la Santa Casa? Dr. Gilberto: A primeira é a dificuldade financei-ra. O pronto atendimen-to ficou na Santa Casa por quase 18 anos. Então, quando os prefeitos en-travam nós renovávamos essa parceria. A Santa Ca-sa quando se viu sem esse pronto atendimento tive-mos assumir um passivo trabalhista muito grande dos funcionários que fo-ram demitidos. Isso deu muito prejuízo para a ins-tituição. E também outra dificuldade é manter um hospital com plantões 24 horas sem ter uma ajuda para pagar esses profis-sionais. JC: Quer dizer que esse é o primeiro momento em que a Santa Casa deixou de prestar o serviço de pronto atendimento? Dr. Gilberto: Sim. Isso foi uma decisão pessoal do prefeito. Ele disse que não tinha dotação orçamentá-ria para a proposta que fi-zemos, que era de 225 mil reais mensais, incluindo os plantões de obstetrícia, anestesia e pediatria. JC: Quais os serviços ofe-recidos pela instituição aos usuários? Dr. Gilberto: Oferecemos todos os atendimentos do SUS, cirurgias eletivas, ci- rurgias programadas, ci-rurgias de urgência. To-das as cirurgias de urgên-cia de média complexida-de Santo Antônio do Mon-te são realizadas aqui na Santa Casa. Um dos nos-sos planos futuros é fazer cirurgias ortopédicas. JC: Qual era a estrutura oferecida pela Santa Casa para a prestação do servi-ço? (número de médicos, enfermeiros, leitos, equi-pamentos etc) durante o período em que prestou o serviço de pronto atendi-mento ao município? Dr. Gilberto: A gente sem-pre pensa que um pronto atendimento em um hos-pital é vantajoso para a po-pulação porque tem uma estrutura pronta. Normal-mente, ficavam dois mé-dicos de plantão aos fi-nais de semana e um mé-dico durante 24 horas. Mas na retaguarda tinha uma equipe com anestesista, obstetra, cirurgião, para dar uma retaguarda. JC: Por que o Pronto Aten-dimento Médico foi tirado da Santa Casa? Foi por di-vergência política? Dr. Gilberto: Isso eu não sei responder. Foi uma deci-são do prefeito. Ele alegou que era falta de dotação or-çamentária. JC: Hoje a Santa Casa pos-sui infraestrutura para oferecer o serviço de pron-to atendimento? Dr. Gilberto: Claro. A es-trutura continua a mes-ma. Até melhoramos com novos equipamentos que chegaram. Continuamos a manter o pronto aten-dimento para convênios e particulares. Só não fa-zemos atendimentos do SUS, embora temos aten-dido em vários casos de acidentes, pessoas que le-varam tiro, facada... Não omitimos socorro. O hos-pital tem as portas abertas 24 horas. JC: De acordo com o Mi-nistério Público, a Santa Casa recebia uma subven-ção mensal de 225 mil re-ais para prestar o serviço (sendo 150 mil reais para o atendimento geral e 75 mil reais para o atendimento DR GILBERTO É PRESIDENTE DA SANTA CASA de obstetrícia). A prefeitu-ra repassou o pronto aten-dimento para a Fundação Dr. José Maria dos Mares Guia e aumentou o repas-se para 300 mil reais. Ho-je, se lhe fosse concedida a possibilidade de uma ne-gociação para a continui-dade da prestação do ser-viço na Santa Casa, a ins-tituição aceitaria? Se sim, por qual valor? Dr. Gilberto: Não posso res-ponder de imediato. Pre-cisamos de uma negocia-ção mais profunda. Já se passaram quase 18 me-ses que o pronto atendi-mento saiu daqui e os va-lores são outros. O maior problema seria na obste-trícia. Hoje, as cidades vi-zinhas, estão pagando de R$ 1.800 a R$ 2.000 por dia ao médico obstetra, como Nova Serrana, Bom Des-pacho e Formiga. Isso cria uma concorrência muito forte, pois os nossos pro-fissionais vão atender em outras cidades porque re-muneram melhor. Hoje não conseguimos manter esse valor da obstetrícia, pois pagávamos R$ 1.200 ao médico. JC: Em que medida o Pron-to Atendimento Médico funcionando na própria Santa Casa é importan-te para a manutenção da mesma? Dr. Gilberto: A importân-cia seria na parte financei-ra mesmo. O hospital tra-balha basicamente com o SUS. Temos 40% dos leitos para atendimentos parti-culares e utilizamos para fazer cirurgias estéticas, de Unimed e outros convê-nios que ajudam a manter o hospital. Se dependêsse-mos apenas dos SUS não conseguiríamos nem co-brir a folha de pagamen-to do hospital. Quando o pronto atendimento esta-va no hospital, tínhamos uma ajuda para pagar os médicos que ficavam de plantão. Caso o governo munici-pal venha a assumir defi-nitivamente a UPA, como o senhor vislumbra o futu-ro da Santa Casa? Dr. Gilberto: Acho que a UPA será uma boa insti-tuição. O governo hoje es-tá com plano de fazer uma rede de urgência e emer-gência em todas as cida-des que são referências de polo e microrregiões. Se o município realmente for contemplado em ser uma rede de urgência e emer-gência, daremos muito suporte para a UPA, por-que os atendimentos mais complexo da UPA viriam para o hospital. Os casos mais graves seriam enca-minhados para cá. O espaço está aberto pa-ra as suas considerações finais. Dr. Gilberto: Essa media-ção sanitária tende a ser muito boa para o muni-cípio. Temos que entro-sar e trabalhar junto com prefeitura, com UPA, com rede de urgência e emer-gência e Samu. Queremos otimizar os leitos da San-ta Casa para o SUS, pois so-mos um dos poucos hospi-tais que têm leitos sobran-do. Queremos que a popu-lação de Santo Antônio do Monte seja a cada dia mais bem servida.
  8. 8. 12 PLOÍTACI www.jornalcidademg.com.br Vereadores de Samonte rejeitam criação de novo loteamento llO A Câmara Municipal de Santo Antônio do Mon-te rejeitou na sessão de se-gunda- ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 feira (25/08), em pri-meira votação, o projeto de lei que autorizava a criação de um loteamento popular, localizado a um quilôme-tro de distância do córre-go Gandú, principal fonte de abastecimento de água da cidade. Populares con-trários à iniciativa se mobi-lizaram e participaram da reunião e pressionaram os vereadores a reprovarem o projeto, com o argumento de que o empreendimento poderia causar danos am-bientais ao manancial. A estratégia deu certo. Fizeram uso da tribuna a engenheira Miriam Basí-lio de Castro, representan-te do Grupo V8 Empreendi-mentos, e o delegado An-derson Vicente de Sousa, que criticou o projeto. Após os pronunciamentos, os parlamentares não apro-varam a criação do lotea-mento. LOTES A PREÇOS POPULARES Miriam disse que o Gru-po V8 Empreendimentos está presente em 28 cida-des de Minas Gerais e as negociações e ajustes do projeto para a aprovação do futuro bairro residen-cial Maria José Cardoso de Oliveira (Dona Dedé) ti-veram início há três anos, no mandato do ex-prefeito Leonardo Lacerda Camilo. A engenheira desta-cou que as pessoas de bai-xa renda não têm condi-ções de adquirir o seu imó-vel devido ao preço eleva-do dos lotes praticados no município. “Fizemos uma pesquisa de mercado. Lo-tes populares não existem na cidade. Nossa propos-ta é vender terrenos a par-tir de 29 mil reais e parce-las de R$ 374. Hoje, o cida-dão que tem uma renda familiar de dois mil reais em Santo Antônio do Mon-te, vai nascer e morrer sem ter condição de comprar o seu lote. Infelizmente es-sa é a realidade que encon-tramos”. Miriam acrescentou que o loteamento foi apro-vado pelos engenheiros da prefeitura e pelo Conselho Municipal de Meio Am-biente (Codema). “Também temos a licença estadual e a manifestação da Copasa e da Cemig. O que nos foi pedido foi prontamente atendido em cem por cen-to. Não ficou nenhum pe-dido que não pudesse ser cumprido. Até agora não vi nenhum laudo contrá-rio ao loteamento, a não ser falácias. Tem muita gente que critica sem saber o que está acontecendo”. A engenheira afirmou que o loteamento não afe-tará o córrego Gandú. “O que corre para o córrego? A água da chuva. Ela cor-re independentemente de ter loteamento ou não. O que vamos fazer é corrigir essa água através de dre-nagem pluvial subterrâ-nea para que não chegue com uma velocidade mui-to grande ao córrego, já que as ruas serão pavimenta-das”, garante. O OUTRO LADO Natural de Santo An-tônio do Monte, Anderson Vicente de Sousa é funcio-nário público há 19 anos e delegado em Belo Hori-zonte. Ele fez uso da tribu-na após o pronunciamen-to da engenheira e criticou a iniciativa do empreendi-mento. Anderson argumen-tou que o córrego Gandú já não consegue atender a de-manda de água do municí-pio. “É, no momento, a nos-sa única fonte de água. A Copasa precisa retirar 120 litros de água por segundo para nos abastecer com se-gurança. Devido à seca, fal-ta de chuva e falta de res-peito às nascentes, a Copa-sa está conseguindo reti-rar só 72 litros de água por segundo. Nosso abasteci-mento já está comprome-tido. A Copasa terá que fa-zer poços artesianos pa-ra complementar o nosso abastecimento de água”, garante. O delegado afirma que a empresa pretende cons-truir um dissipador de água pluvial com capa-cidade de 3.000 litros de água por segundo. “O dis-sipador vai ser instalado às margens da nascen-te. E quando encher? Pa-ra onde a água vai? Para o nosso córrego. Está no projeto. E quando forem fazer as obras para a cap-tação pluvial, quando en-contrarem o lençol freáti-co, eles vão drenar a água com uma bomba, colocar terra e compactar, no mo-mento em que vamos pre-cisar fazer poços artesia-nos para garantir o abas-tecimento de água da po-pulação!”, esbraveja. Outra falha apontada pelo santantoniense é a falta de um projeto de es-goto. “Como querem fazer um loteamento próximo ao córrego que abastece à ci-dade, próximo à nascente, e não apresentam um pro-jeto de esgoto? Eles que-rem pegar o esgoto e jogar no ‘penicão’ do Pedro La-cerda. Olha que loucura! Se nós não temos garan-tias que ele vai suportar o esgoto das casinhas, va-mos jogar esse lá dentro? No dia que der problemas, esse esgoto vai para a água que a gente bebe”, critica. Após os pronuncia-mentos, os vereadores de-cidiram, por unanimidade, rejeitar o projeto. A segun-da votação acontecerá na próxima sessão, segunda- -feira (01/09). mÍRIAN BASÍLIO DE CASTRO populares contrários ao projeto pressionaram os vereadores ANDERSON VICENTE DE SOUSA
  9. 9. ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg Sinal da Vivo continua com problemas em Samonte  1 Relatório da Administração Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30/06/2014 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Em 2014 o SICOOB LAGOACRED GERAIS completou 17 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados No primeiro semestre de 2014, o SICOOB LAGOACRED GERAIS obteve um resultado de R$ 830.261,67, representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 6,84%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 14.608.195,24. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 48.176.521,11. A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Empréstimos R$ 27.982.762,46 58,08% Financiamentos R$ 1.223.838,56 2,54% Títulos descontados R$ 12.179.264,05 25,28% Cartão Lagoacred Card R$ 6.790.656,04 14,10% Total 48.176.521,11 100,00% Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2014 o percentual de 15,01% da carteira, no montante de R$ 7.234.608,47. 4. Captação As captações, no total de R$ 43.621.551,41, apresentaram uma evolução em relação ao mesmo período do exercício anterior de 28,51%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos à Vista R$ 14.067.275,97 32,25% Depósito à prazo R$ 29.554.275,44 67,75%  Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2014 o percentual de 21,84% da captação, no montante de R$ 9.522.378,74. 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB LAGOACRED GERAIS era de R$12.373.213,12. O quadro de associados era composto por 17.647 Cooperados, havendo um acréscimo de 4,38% em relação ao mesmo período do exercício anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB LAGOACRED GERAIS adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 94,03% nos níveis de “A” a “C”. 7. Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB LAGOACRED GERAIS, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. 2 ll Clientes da operado-ra Vivo estão indignados com o serviço prestado (ou a falta de serviço presta-do) em Santo Antônio do Monte. Reclamações co-mo estas acima são cons-tantes nas redes sociais, principalmente no grupo “Associação Acorda Sa-monte”, no Facebook, que possui mais de 2.600 usu-ários. Após cobrança da Câ-mara Municipal, a opera-dora enviou no mês de ju-lho um ofício aos verea-dores informando que as melhorias na prestação do serviço deveriam ser im-plantadas a partir de agos-to. Mas até a última quar-ta- feira, a situação conti-nuava a mesma: dificulda-de para fazer e receber li-gações em vários momen-tos durante o dia. Os usu-ários apenas ouvem o to-que de telefone ocupado. “Desde o começo do ano a prestação de serviço da Vivo piorou muito. Em Santo Antônio do Monte a internet móvel nunca fun-cionou. Eu pago 230 re-ais de um pacote que não consigo utilizar os servi-ços contratados. Preten-do entrar com uma ação na justiça contra a Vivo pedindo danos materiais e morais. Vários clientes já me reclamaram que não conseguem falar comigo, pois o telefone está sem-pre ocupado”, desabafa o advogado Antônio Bolina Neto. Na última quarta-feira a Câmara Municipal, por meio do presidente Luis Antônio Resende, enviou outro ofício à operado-ra, solicitando “providên-cias urgentes” no sentido de melhorar o sinal de te-lefonia móvel no municí-pio. “A Vivo informou que a partir de agosto iria fazer a expansão. Mas nada mu-dou”, lamenta o vereador. O Jornal Cidade entrou em contato com a opera-dora, mas não conseguiu falar com o atendente. O repórter desligou a liga-ção depois de esperar 6 minutos e 43 segundos. Depoimentos de clientes postados no Facebook: Raquel Elton: “Isso está uma vergonha. Eu dependo do meu celular para colocar comida em casa, mas com esta situação está difícil trabalhar”. Pedro Sousa: “Nossa! A Vivo aqui em Samonte está uma m.... se fosse caso de morte e precisássemos ligar, todos iriam morrer”. Sara Silva: “Não sei pra que tem torre da Vivo nessa cidade, porque ela nunca pega”. Gianny Guedes: “Tá uma pouca vergo-nha. Pra colocar antena demora, mas as contas mensais chegam na data certinha”. Mudanças anunciadas pela operadora ainda não ocorreram CIDADES 13
  10. 10. 14 PUABCILÇÕES OFACIIIS www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 8. Conselho Fiscal Eleito a cada 2 anos na AGO, com mandato até a AGO de 2015, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 9. Código de Ética Todos os integrantes da equipe do SICOOB LAGOACRED GERAIS aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo  e mantidas em cada entidade do Sicoob, Sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). g) Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de controles Internos e Riscos(ACIR) h) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. 11.2 Risco de mercado a) O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). d) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade. 11.3 Risco de crédito a) O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e 5 a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No primeiro semestre de 2014, a Ouvidoria do SICOOB LAGOACRED GERAIS registrou 01 manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito. Desta 01 reclamação, 01 foi considerada procedente e resolvida dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 11. Gerenciamento de Risco e de Capital 11.1 Risco operacional a) O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob Consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos. d) O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetividade identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no sistema de Controles Internos de Riscos Operacionais (Scir) e) As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação. f) A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes as perdas associadas ao risco operacional são registradas  minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 11.4 Gerenciamento de capital a) A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011. b) Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; II. Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob. III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. 6  3  4
  11. 11. ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 15 d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a conseqüente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. Agradecimentos Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. Em Reais SICOOB LAGOACRED GERAIS BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 JUNHO DE 2014 E 2013 P A S S I V O 30/06/2014 30/06/2013 Circulante 51.963.989,04 40.141.695,29 Depósitos (Nota 12) 43.621.551,41 35.342.879,00 Depósitos à Vista 14.067.275,97 9.646.678,95 Depósitos a Prazo 29.554.275,44 25.696.200,05 Relações Interdependências 16.130,84 12.325,23 Recursos em Trânsito de Terceiros 16.130,84 12.325,23 Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) 2.012.562,28 - Empréstimos no País - Outras Instituições 2.012.562,28 - Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 13) 1.030.684,62 379.844,67 Outras Instituições 1.030.684,62 379.844,67 Outras Obrigações (Nota 14) 5.283.059,89 4.406.646,39 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 48.187,83 24.223,17 Sociais e Estatutárias 399.420,13 325.589,00 Fiscais e Previdenciárias 245.506,58 139.684,85 Diversas 4.589.945,35 3.917.149,37 Exigível a Longo Prazo 971.549,87 1.121.562,91 Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) 499.999,95 - Empréstimos no País - Outras Instituições 499.999,95 - Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 13) 361.111,06 958.333,33 Outras Instituições 361.111,06 958.333,33 Outras Obrigações (Nota 14) 110.438,86 163.229,58 Diversas 110.438,86 163.229,58 Patrimônio Líquido (Nota 16) 12.976.127,26 10.564.322,59 Capital Social 9.178.037,63 7.520.460,22 De Domiciliados no País 9.226.561,05 7.528.542,09 (Capital a Realizar) (48.523,42) (8.081,87) Reserva de Lucros 2.967.827,96 2.161.981,11 Sobras Acumuladas 830.261,67 881.881,26 TOTAL 65.911.666,17 51.827.580,79 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 JUNHO DE 2014 E 2013 COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 Em Reais Atividades Operacionais 30/06/2014 30/06/2013 DESCRIÇÃO Sobras/Perdas do Semestre 1.269.733,85 1.098.052,75 IRPJ / CSLL (14.799,90) (5.914,04) Provisão para Operações de Crédito 442.172,63 319.450,52 Provisão de Juros ao Capital (424.672,28) (210.257,45) Depreciações e Amortizações 109.930,69 103.266,32 1.382.364,99 1.304.598,10 Aumento (redução) em ativos operacionais Operações de Crédito (5.525.558,23) (7.487.838,54) Outros Créditos (775.874,43) (526.006,87) Outros Valores e Bens (37.368,29) (185.439,74) Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Vista 2.723.374,22 1.166.328,93 Depósitos a Prazo 6.953.135,17 8.194.512,43 Outras Obrigações (5.170.750,15) (3.542.109,69) Relações Interdependências 10.807,34 (2.118,48) Obrigações por Empréstimos e Repasses (855.292,95) 326.550,74 Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais (1.295.162,33) (751.523,12) Atividades de Investimentos Inversões em Imobilizado de Uso (313.678,20) (93.110,63) Inversões em Investimentos (428.276,44) (231.982,73) Outros Ajustes 194,67 - Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (741.759,97) (325.093,36) Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital 480.014,89 753.315,85 Devolução de Capital à Cooperados (124.141,81) (58.787,39) Estorno de Capital (156.285,69) - Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar (1.296,39) (4.414,69) Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES (178.489,89) (68.436,25) Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos 19.801,11 621.677,52 Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades (2.017.121,19) (454.938,96) Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período 17.485.484,90 9.095.493,05 No Fim do Período (Nota 3 - c) 15.468.363,71 8.640.554,09 Variação Líquida das Disponibilidades (2.017.121,19) (454.938,96)  7 Lagoa da Prata, 06 de Agosto de 2014. Conselho de Administração e Diretoria Em Reais A T I V O 30/06/2014 30/06/2013 Circulante 51.785.203,43 39.201.252,87 Disponibilidades 688.928,16 267.685,11 Relações Interfinanceiras (Nota 4) 14.779.435,55 8.372.868,98 Correspondentes 171.240,31 100.209,30 Centralização Financeira - Cooperativas 14.608.195,24 8.272.659,68 Operações de Crédito (Nota 5) 28.475.264,49 23.277.011,31 Operações de Crédito 30.098.409,74 23.946.301,86 (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (1.623.145,25) (669.290,55) Outros Créditos (Nota 6) 7.692.973,75 7.010.468,35 Rendas a Receber 173.219,95 94.456,84 Diversos 7.670.511,88 7.355.408,83 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (150.758,08) (439.397,32) Outros Valores e Bens (Nota 7) 148.601,48 273.219,12 Outros Valores e Bens 97.150,35 239.487,16 (Provisões para Desvalorizações) (27.631,49) (27.631,49) Despesas Antecipadas 79.082,62 61.363,45 Realizável a Longo Prazo 11.921.331,54 11.095.998,31 Operações de Crédito (Nota 5) 11.741.793,99 10.932.804,35 Operações de Crédito 11.741.793,99 10.932.804,35 Outros Créditos (Nota 6) 179.537,55 163.193,96 Diversos 179.537,55 163.193,96 Permanente 2.205.131,20 1.530.329,61 Investimentos (Nota 8) 1.195.084,65 761.796,58 Participações em Cooperativas 1.195.084,65 761.796,58 Imobilizado em Uso (Nota 9) 965.058,53 709.619,76 Outras Imobilizações de Uso 2.188.757,60 1.734.677,67 (Depreciações Acumuladas) (1.223.699,07) (1.025.057,91) Intangível (Nota 10) 34.295,52 42.920,54 Ativos Intangíveis 164.697,25 159.697,25 (Amortização Acumulada) (130.401,73) (116.776,71) Diferido (Nota 11) 10.692,50 15.992,73 Gastos de Organização e Expansão 60.401,94 60.401,94 (Amortização Acumulada) (49.709,44) (44.409,21) TOTAL DO ATIVO 65.911.666,17 51.827.580,79 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
  12. 12. 16 PUABCILÇÕES OFACIIIS www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014  1 COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 1. Contexto operacional A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 20 de Outubro de 1996, filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS possui Posto de Atendimento (PA) na cidade de Santo Antonio do Monte. O SICOOB LAGOACRED GERAIS tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. Em 12 de Março de 2010 ocorreu a transformação do SICOOB LAGOACRED GERAIS para entidade de "Livre Admissão de Associados"; aprovada junto ao Banco Central do Brasil - BACEN em 12 de Maio de 2010. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que forem julgados pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. Desta forma, as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pela administração, em sua reunião datada de 06/08/2014. Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 30 DE JUNHO DE 2013  COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09. 2 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério "pro-rata temporis" e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: 30/06/2014 30/06/2013 Caixa e depósitos bancários 688.928,16 267.685,11 Relações interfinanceiras – centralização financeira 14.779.435,55 8.372.868,98 Total 15.468.363,71 8.640.554,09 Em Reais Capital Subscrito Capital a Realizar Legal Contingências Saldos em 31/12/2012 5.630.877,20 (10.055,26) 1.966.949,32 82.763,40 1.390.229,15 9.060.763,81 Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES (68.436,25) (68.436,25) Constituição de Reservas 195.031,79 (195.031,79) Ao Capital 1.205.109,82 (1.205.109,82) Cotas de Capital à Pagar - Ex associados (4.414,69) (4.414,69) Movimentação de Capital: - Por Subscrição/Realização 751.342,46 1.973,39 7 53.315,85 Por Devolução ( - ) ( 58.787,39) ( 58.787,39) Reversões de Reservas ( 82.763,40) 82.763,40 - Sobras ou Perdas Líquidas 1.092.138,71 1 .092.138,71 Provisão de Juros ao Capital (210.257,45) ( 210.257,45) Saldos em 30/06/2013 7.528.542,09 (8.081,87) 2.161.981,11 - 881.881,26 10.564.322,59 Saldos em 31/12/2013 8.206.774,75 (9.637,62) 2.555.928,22 195.031,79 1.177.967,34 12.126.064,48 Destinação de Sobras Exercício Anterior (Nota 16) Ao FATES (178.489,89) (178.489,89) Constituição de Reservas 137.299,91 274.599,83 (411.899,74) Ao Capital 781.313,11 (781.313,11) Cotas de Capital à Pagar - Ex associados (1.296,39) (1.296,39) Movimentação de Capital: - Por Subscrição/Realização 518.900,69 (38.885,80) 4 80.014,89 Por Devolução ( - ) ( 124.141,81) ( 124.141,81) Estorno de Capital ( 156.285,69) ( 156.285,69) Reversões de Reservas (Nota 16) ( 195.031,79) 195.031,79 - Sobras ou Perdas Líquidas 1.254.933,95 1 .254.933,95 Provisão de Juros ao Capital (Nota 17) (424.672,28) ( 424.672,28) Saldos em 30/06/2014 9.226.561,05 (48.523,42) 2.693.228,13 274.599,83 830.261,67 12.976.127,26 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Totais Sobras ou Perdas Acumuladas Reservas de Sobras Eventos Capital Em Reais Descriminação 30/06/2014 30/06/2013 RECEITAS(INGRESSOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 4 .597.989,75 3.666.583,23 Operações de Crédito 4 .597.989,75 3.666.583,23 DESPESAS(DISPÊNDIOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (2.416.865,70) (1.488.202,66) Operações de Captação no Mercado (1.540.967,26) (818.722,60) Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses (196.800,15) (42.668,96) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (679.098,29) (626.811,10) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 2 .181.124,05 2.178.380,57 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS (INGRESSOS/DISPÊNDIOS) OPERACIONAIS (941.478,37) (1.080.702,16) Receitas(Ingressos) de Prestação de Serviços 1 .149.931,40 1.036.586,88 Rendas(Ingressos) de Tarifas Bancárias 838.186,65 746.363,58 Despesas(Dispêndios) de Pessoal (2.356.274,17) (1.777.789,69) Outras Despesas(Dispêndios) Administrativas (1.384.717,00) (1.284.255,50) Despesas(Dispêndios) Tributárias (41.834,89) (31.111,58) Outras Receitas(Ingressos) Operacionais (Nota 18) 50.195,38 448,68 Ingressos de Depósitos Intercooperativos 844.725,03 297.896,98 Outras Despesas(Dispêndios) Operacionais (Nota 19) (41.690,77) (68.841,51) RESULTADO OPERACIONAL 1 .239.645,68 1.097.678,41 RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 20) 30.088,17 374,34 RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES 1 .269.733,85 1.098.052,75 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (14.799,90) (5.914,04) Provisão para Imposto de Renda (7.399,95) (2.957,02) Provisão para Contribuição Social (7.399,95) (2.957,02) LUCRO/PREJUÍZO(SOBRA/PERDA) LÍQUIDO 1 .254.933,95 1.092.138,71 JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO (Nota 17) (424.672,28) (210.257,45) As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
  13. 13. ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 17  5 s) Valor recuperável de ativos – impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 30 de junho de 2014 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. t) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2014. 4. Relações interfinanceiras Em 30 de junho de 2014 e 2013, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Correspondentes 171.240,31 100.209,30 Centralização Financeira – Cooperativas (a) 14.608.195,24 8.272.659,68 Total 14.779.435,55 8.372.868,98 (a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10. 5. Operações de crédito a) Composição da carteira de crédito por modalidade: Modalidade 30/06/2014 30/06/2013 Circulante Não Circulante Total Adiantamento a Depositante 454.338,66 0,00 454.338,66 213.292,26 Cheque Especial / Conta Garantida 1.576.963,95 0,00 1.576.963,95 1.417.898,88 Empréstimos 15.166.273,62 11.239.524,89 26.405.798,51 22.048.391,07 Financiamentos 721.569,46 502.269,10 1.223.838,56 1.602.535,09 Títulos Descontados 12.179.264,05 0,00 12.179.264,05 9.596.988,91 ( - ) Provisão para Perda com Operações (1.623.145,25) (669.290,55) de Crédito Total 30.098.409,74 11.741.793,99 40.217.058,48 34.209.815,66  benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a 6 Resolução CMN nº 2.682/1999: Nível / Percentual de Risco / Situação Total em 30/06/2014 Provisões 30/06/2014 Total em 30/06/2013 Provisões 30/06/2013 A 0,50% Normal 31.495.436,30 157.479,04 29.259.840,48 146.299,70 B 1% Normal 5.313.721,91 53.137,22 2.669.817,62 26.698,60 B 1% Vencidas 624.550,02 6.245,50 392.334,08 3.923,34 C 3% Normal 1.374.094,40 41.222,83 921.622,93 27.648,69 C 3% Vencidas 338.902,07 10.167,02 449.998,32 13.499,95 D 10% Normal 418.693,89 41.869,39 338.782,62 33.878,26 D 10% Vencidas 322.749,40 32.274,94 195.073,40 19.507,34 E 30% Normal 455.645,06 136.693,52 182.169,12 54.650,74 E 30% Vencidas 150.661,61 45.198,48 74.202,81 22.260,84 F 50% Normal 126.602,81 63.301,40 64.811,36 32.405,68 F 50% Vencidas 197.330,55 98.665,27 31.296,07 15.648,04 G 70% Normal 44.965,72 31.476,00 20.477,32 14.334,12 G 70% Vencidas 238.117,84 166.682,49 67.149,42 47.004,59 H 100% Normal 181.400,01 181.400,01 94.532,75 94.532,75 H 100% Vencidas 557.332,14 557.332,14 116.997,91 116.997,91 Total Normal 39.410.560,10 706.579,41 33.552.054,20 430.448,54 Total Vencido 2.429.643,63 916.565,84 1.327.052,01 238.842,01 Total Geral 41.840.203,73 1.623.145,25 34.879.106,21 669.290,55 Provisões (1.623.145,25) (669.290,55) Total Líquido 40.217.058,48 34.209.815,66 c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total Empréstimos 4.840.226,24 10.326.047,38 11.239.524,89 26.405.798,51 Títulos Descontados 10.800.836,10 1.378.427,95 0,00 12.179.264,05 Financiamentos 185.677,26 535.892,20 502.269,10 1.223.838,56 Total 15.826.739,60 12.240.367,53 11.741.793,99 39.808.901,12 Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida. d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: Descrição 30/06/2014 % da carteira Setor Privado – Comércio 3.087,64 0,01% Setor Privado – Indústria 25.739,75 0,06% Setor Privado – Serviços 9.908.500,01 24,89% Setor Privado – Outros Serviços 3.108.960,69 7,81% Pessoa Física 26.762.613,03 67,23% Total 39.808.901,12 100,00% e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Saldo Inicial 1.180.972,62 349.840,03 Constituições / Reversões no período 630.339,71 Transferência para Prejuízo no período (188.167,08) 425.504,40 (106.053,88) Total 1.623.145,25 669.290,55  3 d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do Bancoob, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de  4 k) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. l) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. m) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. n) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. p) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. q) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).
  14. 14. 18 PUABCILÇÕES OFACIIIS www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014  9 11. Diferido Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, substancialmente, instalações e reforma de PAs. 12. Depósitos Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil) por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), constituído conforme Resoluções CMN n° 4.150/12 e 4.284/13. 13. Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Instituições Taxa Vencimento 30/06/2014 30/06/2013 Cecremge 110% CDI 14/09/2016 2.512.562,23 0,00 BDMG TJLP + 1,5% a.a 15/02/2017 1.391.795,68 1.338.178,00 Total 3.904.357,91 1.338.178,00 14. Outras Obrigações 14.1 Sociais e Estatutárias Descrição 30/06/2014 30/06/2013 FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a) 146.546,24 197.015,90 Cotas de capital a pagar (b) 67.838,79 11.627,84 Gratificações a pagar Dirigentes e Funcionário (c) 185.035,10 116.945,26 Total 399.420,13 325.589,00 (a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 10% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. (b) Capital Social à ser devolvido para cooperados que vieram à agência e pediram demissão no ano de 2013. (c) Provisão para pagamento de 14º Salário aos funcionários da Cooperativa no caso de cumprimento da meta anual aprovada no inicio do ano pelo Conselho de Administração e provisão para o fundo destinado aos diretores a ser pago aos mesmos no fim de seus mandatos, conforme aprovação em Assembleia Geral no Ano de 2011, letra “D”, item “7”. 14.2 Diversas Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Cheques Depositados (1) 468.388,49 140.363,45 Credores Diversos (2) 3.226.889,63 3.062.853,69  processada apenas dia 01/07/2014 (R$ 519.465,70), Adiantamento para despesas de viagens (R$ 800,00), Fundo Fixo para pagamento (R$ 6.384,18) e Plano de Saúde à repassar (R$ 391,58) Provisão Passivos Contingentes (3) 110.438,86 163.229,58 Provisão Para Pagamentos à efetuar (4) 874.391,55 545.850,76 Outros (5) 20.275,68 168.081,47 Total 4.700.384,21 4.080.378,95 (1) Refere-se a cheques depositados relativos a descontos enviados a compensação, porém 10 não baixados até a data-base de 30/06/2014. (2) A Rubrica em sua maioria está composta por valores a repassar a lojistas que efetuaram vendas com o Cartão Lagoacred Card. (3) Quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS (R$ 107.759,55) está também provisionado valores para cobrir demandas Trabalhistas (R$ 2.679,31). (4) Provisões Trabalhistas, como férias, 13º salario, e encargos (R$ 343.833,20), provisões pagamentos de despesas Administrativas (R$ 99.056,69), Juros ao Capital (R$ 424.672,28) e Outros pagamentos (R$ 6.829,38). (5) Saldo composto por Obrigações por prestação de serviço, Conta Salário (R$ 20.275,68). 15. Instrumentos financeiros O SICOOB LAGOACRED GERAIS opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 16. Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 30%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Reserva de Contingências Reserva criada pelas assembleias ordinárias de 2011 e 2014. O saldo anterior de R$ 195.031,79 foi revertido, sendo incorporado às sobras do ano 2013 e efetuado uma nova destinação à Reserva de Contingências no valor de R$ 274.599,83 e ratificada suas destinação que é a de cobrir eventuais contingências fiscais, trabalhistas e previdenciárias. d) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 11 de Abril de 2014, os cooperados deliberaram pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, no valor  7 f) Concentração dos Principais Devedores: Descrição 30/06/2014 % Carteira Total 30/06/2013 % Carteira Total Maior Devedor 600.181,71 1,43% 544.105,87 1,56% 10 Maiores Devedores 4.236.641,53 10,08% 4.457.438,12 12,74% 50 Maiores Devedores 13.379.179,67 31,85% 12.084.627,54 34,55% g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Saldo inicial 1.400.502,18 1.140.215,74 Valor das operações transferidas no período 188.167,08 Valor das operações recuperadas no período (28.869,77) 106.053,88 (67.319,37) Total 1.559.799,49 1.178.950,25 6. Outros créditos Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Rendas a Receber 173.219,95 94.456,84 Serviços Prestados a Receber 13.602,23 18.503,24 Outras Rendas a Receber 159.617,72 75.953,60 Diversos 7.850.049,43 7.518.602,79 Adiantamentos e Antecipações Salariais 67.193,63 46.288,56 Adiantamentos por Conta de Imobilizações (a) 248.151,12 1.200,00 Devedores por Depósitos em Garantia (b) 179.537,55 163.193,96 Impostos e Contribuições a Compensar 5.837,95 5.837,95 Títulos e Créditos a Receber (c) 6.803.709,67 7.146.280,97 Devedores Diversos – País (d) 545.619,51 155.801,35 (-)Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (150.758,08) (439.397,32) Total 7.872.511,30 7.173.662,31 (a) A Cooperativa está ampliando suas instalações e este Adiantamento por Conta de Imobilizações refere-se a adiantamentos feitos para compra de novas máquinas, ampliação de sistema de segurança, e também, a instalação de 02 elevadores que serão necessários para atendimento ao público no 2º pavimento. (b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: Interposições Trabalhistas (R$140.209,43) e Cheques Caução Garantia Junto à Central Cecremge, liquidados aguardando recebimento do crédito pela Central (R$ 39.328,12). (c) A rubrica Títulos e Créditos à Receber está composta em sua maioria por valores à receber de Clientes Cartão Lagoacred Card, referente a compras efetuadas pelos mesmos (R$ 6.790.656,04) e composta também por tarifas à receber de cooperados (R$ 13.053,63) (d) A rubrica em sua maioria está composta por pendências de compensação referente a valores a serem processados pelo Bancoob, valores que a cooperativa tem que receber (R$ 18.578,05), Transferência para Centralização financeira efetuada em 06/2014, porém  8 7. Outros valores e bens Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Outros Valores e Bens 69.518,86 211.855,67 Bens Não de Uso Próprio 97.150,35 239.487,16 (-)Provisão Bens não de Uso Próprio (27.631,49) (27.631,49) Despesas Antecipadas 79.082,62 61.363,45 Total 148.601,48 273.219,12 Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor referente a bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referentes a prêmios de seguros, aluguéis, processamento de dados, contribuição cooperativista, e IPTU. 8. Investimentos O saldo é, substancialmente, representado por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do BANCOOB. 9. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Taxa de Depreciação 30/06/2014 30/06/2013 Móveis e Equipamentos 10% 611.045,50 511.638,73 Sistemas de Comunicação 20% 103.534,71 54.615,39 Sistema de Processamento de Dados 20% 1.242.697,68 1.004.221,18 Sistemas de Segurança 10% 123.205,11 76.927,77 Sistemas de Transportes 20% 108.274,60 87.274,60 TOTAL 2.188.757,60 1.734.677,67 Depreciação acumulada (1.223.699,07) (1.025.057,91) TOTAL 965.058,53 709.619,76 10. Intangível Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. O valor registrado na rubrica “Intangível” refere-se a licenças de uso do Sistema de Informática do Sicoob - SISBR, adquirida em 2009, da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação. Na mesma data, a Central cedeu exclusivamente às suas filiadas (cooperativas singulares associadas), devidamente autorizado pelo Sicoob Confederação, com prazo de até 31 de maio de 2019, o direito de uso do SISBR.
  15. 15. ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 19 de R$ 782.609,50, aumento do FATES em R$ 178.489,89, aumento da Reserva Legal em R$ 137.299,91 e constituição da Reserva de Contingência pelo montante de R$ 274.599,83.  O SICOOB LAGOACRED GERAIS em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL CECREMGE é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOB LAGOACRED GERAIS responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE em 31 de dezembro de 2013, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 01 de Fevereiro de 2014, com opinião sem modificação. O relatório de auditoria das demonstrações contábeis de 30 de junho de 2014 encontra-se em processo de emissão. 13 23. Seguros contratados – Não auditado A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 24. Índice de Basiléia O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 6.699.430,81 em 30 de junho de 2014. 25. Contingências Passivas Segundo a assessoria jurídica do SICOOB LAGOACRED GERAIS, dos processos judiciais em que figura como pólo passivo, foram classificadas como perdas possíveis 03 processos, totalizando R$ 53.120,00. Lagoa da Prata, 06 de Agosto de 2014 Nilson Antonio Bessas Júlio César Vaz Presidente Conselho de Administração Diretor Geral José Tavares de Rezende Helenno Vidal Oliveira Diretor Administrativo Contador – CRC 0769440-8/MG BENEFÍCIOS MONETÁRIOS (R$) Honorários 311.815,08 Plano de Saúde 1.659,30 RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e Cooperados da COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS Lagoa da Prata - MG Prezados Senhores: Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2014 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS em 30 de junho de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 26 de agosto de 2014. Antonio Alberto Sica Contador CRC/MG 080.030/O-0 CNAI 1845  12 Montante das operações ativas e passivas liberadas no primeiro semestre de 2014: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS % em relação à carteira total R$ 949.730,68 1,92% MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS % em relação à carteira total R$ 100.080,48 0,37% Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2014: OPERAÇÕES ATIVAS NATUREZA DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO VALOR DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO PCLD (PROVISÃO PARA CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA) % DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO EM RELAÇÃO À CARTEIRA TOTAL Cheque Especial E Conta Garantida 47.144,87 266,29 2,99% Empréstimo 275.161,64 2.321,78 1,03% Títulos Descontados 193.917,08 1.162,17 1,59% OPERAÇÕES PASSIVAS Aplicações Financeiras % em relação à carteira total Taxa Média - % 432.137,41 1,46% 102% CDI Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: NATUREZA DAS OPERAÇÕES ATIVAS E PASSIVAS TAXAS APLICADAS EM RELAÇÃO ÀS PARTES RELACIONADAS TAXA APROVADA PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / DIRETORIA EXECUTIVA Cheque Especial 1,54% à 5,81% 1,54% à 8,69% Conta Garantida 1,97% à 5,81% 1,54% à 8,69% Desconto de Cheques 1,39% à 1,82% 1,39% à 2,47% Empréstimos 1,23% à 2,67% 1,16% à 3,99% Aplicação Financeira 102%CDI 102% CDI No primeiro semestre de 2014, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e custeio parcial de plano de saúde, apresentando-se da seguinte forma: 22. Cooperativa Central Sicoob Central Cecremge  11 17. Provisão de Juros ao Capital A Cooperativa provisionou juros ao capital próprio, visando remunerar o capital do associado. Os critérios para a provisão obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Circular BACEN nº 2.739/1997. 18. Outros ingressos/rendas operacionais Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Receita com Recuperação de Despesas 6.525,00 448,68 Atualização Depósitos Judiciais 7.616,80 0,00 Rateio Sobras Central 36.053,58 0,00 Total 50.195,38 448,68 19. Outros dispêndios/despesas operacionais Descrição 2014 2013 Despesa consultas, saques Cirrus/Cabal 766,40 351,90 Despesas c/descontos concedidos operações de crédito 31.843,77 9.574,39 Despesas c/ Fundo Garantidor do Sicoob 0,00 51.886,03 Despesas c/ Cancelamento de Tarifas Passiveis de Cobrança 6.746,46 5.589,93 Despesa atualização monetária ações discutidas judicialmente 2.334,14 1.439,26 Total 41.690,77 68.841,51 20. Resultado não operacional Descrição 2014 2013 Ganhos de Capitas 32.007,09 374,34 ( - ) Perdas de Capital (1.918,92) 0,00 Resultado líquido 30.088,17 374,34 21. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.

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