JORNAL SEGREDOS DE LIQUIDIFICADOR
NOVEMBRO - 2010
QUATRO DICAS PARA VOCÊ
PASSAR DE VEZ NO
MONTRUOSO
VESTIBULAR!
 Use o pa...
duas vezes antes de agredir o seu colega
fisicamente ou verbalmente.
EDUCADOR DIZ QUE BUSCAR
METODOLOGIA QUE ATRAIA O
ALUN...
Brasil deveria entrar no guines, porque ele
se tornou certamente o país da baixaria
eleitoral.
Vagner Nunes
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proposta de lei agora será submetida à
Assembléia da República.
Maria Catarina Nunes
Educador diz
que buscar
metodologia q...
encaminhada
para o FUTURO!
1. Use o pai dos inteligentes
Burro é quem batizou o dicionário
de pai dos burros. Afinal, o se...
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1. Use o pai dos inteligentes
Burro é quem batizou o dicionário
de pai dos burros. Afinal, o se...
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  1. 1. JORNAL SEGREDOS DE LIQUIDIFICADOR NOVEMBRO - 2010 QUATRO DICAS PARA VOCÊ PASSAR DE VEZ NO MONTRUOSO VESTIBULAR!  Use o pai dos inteligentes.  Leia muito!  Revise o texto!  Escreva simples. Leia mais na pág -5, e saia agora mesmo da depressão, pois você agora terá uma arma infalível para conquistar o seu objetivo, que é passar no monstruoso VESTIBULAR. ELEIÇÃO 2010 PODERIA ENTRAR NO GUINES, NA CATEGORIA “BAIXARIA”. Quando falamos em eleição, pensamos logo nas baixarias que ocorreram no processo eleitoral do ano de 2010, por isso não vamos deixar de discutir o assunto, leia mais um pouco sobre o tema na pág – 2, e veja a situação política do nosso PAÍS. INVESTIMENTO PÚBLICO EM EDUCAÇÃO CHEGOU A 5% DO PIB EM 2009 Lei mais na pág – 3. DROGAS COMEÇAM A ENTRAR NA CASA DOS JOVENS PELA PORTA DA FRENTE! Hoje as drogas se tornaram uma epidemia no mundo inteiro, pesquisadores tentam achar uma solução, porém fica muito difícil pelo fator de o narcotráfico ser muito grande, e de os jovens deixarem as drogas entrarem pela porta da frente, então você que se interessou, leia mais na pág –2. BULLYING. CINCO ANOS DE PRISÃO PARA CRIMES DE VIOLÊNCIA ESCOLAR! Bullyng o tipo de violência que se tornou manchetes em todos os jornais do Brasil, então se você é um aluno violento leia um pouco mais na pág – 3, para se prevenir de pegar cinco anos na cadeia, então pense
  2. 2. duas vezes antes de agredir o seu colega fisicamente ou verbalmente. EDUCADOR DIZ QUE BUSCAR METODOLOGIA QUE ATRAIA O ALUNO É UM DOS MAIORES DESAFIOS Leia mais na pág – 4 A importância da Educação no combate as drogas! Hoje, não só no Brasil, mas no mundo inteiro, as drogas se tornaram uma febre, onde pode impedir a formação da personalidade do individuo. As drogas, por fascinar os seus usuários no primeiro momento, os próprios acabam se viciando, primeiro por não ter confiança em se mesmo, ou por ser tímido e muitas vezes por influencia e brigas familiares. Por esse e outros fatores, a psicologia afirma que a depressão será a doença do século XXI, por muitos estarem envolvidos em drogas, ou seja, acabam se marginalizando e excluído da sociedade em qual ganhou os seus princípios. Mesmo achando que tudo está acabado, temos uma arma que pode, e deve acabar com as drogas, a chamada educação, tanto domestica como, a escolar. No mundo em que vivemos os pais não conversam com os seus filhos sobre, sexo, experiências, frustrações, e entre outros, pelo fato de um jovem não encontrar isso em casa ou na escola, certamente ele irá buscar uma paz catastrófica, em um meio aonde se sinta a vontade, feliz, que é o famoso mundo das drogas. Então pai, procure ser mais parceiro do seu filho, e você professor, seja mais compreensível, e assim vamos acabar com as drogas, com a melhor arma já inventada na sociedade, que é a EDUCAÇÃO. Vagner Nunes nunesvagner2006@hotmail.com Eleição de 2010 deveria entrar no guines, na categoria BAIXARIA. Democracia, futuro e melhorias, a cada eleição nós ouvimos isso, mas o fato é que nada muda, apenas piora nos fatores mais importantes, como, educação, saúde e empregabilidade. Não podemos negar que o Brasil cresceu nos últimos oito anos, mas isso não justifica o que está acontecendo nas eleições presidenciais, podemos até afirmar que essa foi, a pior eleição dos últimos dezesseis anos, pois os candidatos apelam para as agressões verbais e manipulação dos eleitores, que posso apostar que não votariam em nenhum, mas pelo fato de ter apenas dois terá que optar por um, poderiam até votar nulo, porém não iria adiantar bastante. Pelo motivo da baixaria que ainda ocorrerá até o dia 26 de outubro, se não me falhe a memória, podemos perceber que quando os candidatos agem dessa forma, eles não estão ganhando voto, e sim manchando a sua imagem, foi por esse e outros motivos que devemos analisar que a candidata do PV, Marina Silva, arrastou 20%, e pelo fator de está percebendo o que está ocorrendo, acabou não apoiando nenhum dos dois candidatos, por isso tenho certeza que o
  3. 3. Brasil deveria entrar no guines, porque ele se tornou certamente o país da baixaria eleitoral. Vagner Nunes nunesvagner2006@hotmail.com Investimento público em educação chegou a 5% do PIB em 2009 Levantamento divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que o investimento público em educação chegou a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009. Isso representou um acréscimo de 0,3 pontos percentual em relação ao que foi investido em 2008 (4,7%). A relação entre recursos aplicados e PIB é um parâmetro usado internacionalmente para aferir o volume de investimentos no setor. O ministro da Educação, Fernando Haddad, destacou que o incremento se deu exclusivamente na educação básica, já que o percentual do PIB referente aos investimentos no ensino superior foi o mesmo de 2008 (0,7%). Segundo ele, esse crescimento dos gastos com o ensino básico é importante para diminuir a diferença em relação ao ensino superior. Em 2000, um aluno da educação básica custava 11 vezes menos do que um universitário. Essa proporção caiu para 5,2 em 2009. Durante a campanha eleitoral, a presidenta eleita Dilma Rousseff defendeu que o país aplicasse 7% do PIB em educação. Esse é o patamar médio de investimento dos países desenvolvidos. Desde o início da série histórica, o gasto público em educação passou de 3,9% em 2000 para 5% em 2009. O maior crescimento se deu entre 2005 e 2006, de 3,9% para 4,3%. Correio Braziliense Bullying. Cinco anos de prisão para crimes de violência escolar A proposta de lei que transforma a violência escolar em crime foi ontem aprovada em Conselho de Ministros e prevê também que os alunos menores - dos 12 aos 16 anos - praticantes de actos de agressão, sofram "medidas tutelares educativas", já que nestas idades "são inimputáveis para efeitos da lei penal" portuguesa, explica a ministra da Educação. Mas a intenção não fica por aqui. O objectivo é também que "a criação do novo regime de violência escolar produza um efeito dissuasor, contribuindo para a manutenção da necessária estabilidade e segurança do ambiente escolar", adianta a tutela. Uma forma de prevenção através da regra. No comunicado do Conselho de Ministros lê-se que o "crime de violência escolar, a instituir, abrange o fenômeno correntemente designado como bullying cujos efeitos, além dos imediatamente produzidos na integridade pessoal das vítimas, se repercutem no funcionamento das escolas e na vida diária das famílias". A
  4. 4. proposta de lei agora será submetida à Assembléia da República. Maria Catarina Nunes Educador diz que buscar metodologia que atraia o aluno é um dos maiores desafios O professor paranaense de história Marcelo Fronza, que teve sua dissertação de mestrado compilada no livro Ensinar e Aprender História: História em Quadrinhos e Canções (Base Editorial), afirma que um dos maiores desafios dos educadores em sala de aula é buscar uma metodologia de ensino que atraia o aluno para a aprendizagem, que se aproxime da sua linguagem, do seu universo e o cative para a absorção do conteúdo. Segundo o professor, a publicação - uma das quatro escolhidas pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola, do Ministério da Educação - é inédita no país por abordar o ensino de história a partir do conhecimento dos alunos a respeito de histórias em quadrinhos. “O livro apresenta a história em quadrinhos como fonte para que o aluno construa o conhecimento histórico com a ajuda do professor. A metodologia passa a ser interessante porque não é o professor que detém o conhecimento, mas vai auxiliar o aluno a construir o seu próprio”, analisa. De acordo com a Agência Brasil, para Fronza, esse método facilita a aprendizagem, a memorização e, por ser divertido, atrai o interesse do aluno pelo conteúdo. Mas é importante, na sua opinião, comparar a fonte histórica dos quadrinhos com outras fontes para a construção do conhecimento. Ele cita como exemplo Asterix e Cleópatra, em que os personagens falam sobre construir pirâmides em uma época histórica que não coincide com a existência de Cleópatra. “As pirâmides tinham sido construídas 2 mil anos antes e por isso é importante trazer outras fontes históricas para que o aluno perceba anacronismos”, explica. O professor destaca que o aluno acaba tendo novas visões críticas sobre os próprios quadrinhos que, como narrativa, são uma das formas mais fortes de organizar o pensamento em geral. “Daí a importância de separar o que é fonte histórica dos recursos utilizados para fazer humor”, avalia. Marcelo Fronza afirma que os quadrinhos como fonte histórica, e não só como recurso pedagógico, estão gerando novos resultados no ensino, que se refletem em melhores notas por conta da abordagem diferenciada. “O aluno está indo além da memorização de datas e períodos, está aprendendo a fazer relações de contexto, tornando-se crítico, e isso vai auxiliá-lo não apenas em sala de aula, mas no mundo afora”, conclui. As bibliotecas das escolas brasileiras recebem livros como os da Base Editoral, para auxiliar na formação dos professores. Divulgado no site Nota 10 Quatro dicas para você passar no VESTUBULAR e se tornar uma PESSOA
  5. 5. encaminhada para o FUTURO! 1. Use o pai dos inteligentes Burro é quem batizou o dicionário de pai dos burros. Afinal, o ser ignorante jamais busca a ortografia correta e/ou o significado de qualquer palavra no dicionário; esse trabalho simples é praticado pelos obstinados e compromissados com o conhecimento, com o crescimento pessoal. Se possível, obtenha um bom dicionário, daqueles enormes, cheio de verbetes, e atualizado. O clássico Aurélio, ou o recente Houaiss, são minhas indicações. São caros, é verdade, mas é o tipo de investimento seguro, que lhe trará retorno em produtividade e conhecimento por muitos anos. Os mini dicionários são uma boa pedida também, especialmente para quem anda apertado (ou seja, todos nós). O Mini Aurélio e o Mini Houaiss têm preços bem convidativos. Por fim, para fazer consultas rápidas, um dicionário online vem bem a calhar. O Priberam é o único que conheço. Tem acesso gratuito, um bom acervo de palavras, mas é preciso cuidado em sua utilização: já passei por apuros graças a palavras erradas mostradas por ele. Outra dica legal, mas apenas para verificar a ortografia das palavras, é esta busca da ABL. A descobri num blog que citarei no final do texto. 2. Leia muito! Sei que essa é chover no molhado, que todos falam, e blablablá. Mas, será que o que você consome realmente faz diferença? Sou contra aquela idéia de “não importa o que seja, simplesmente leia”. Eu ler, por exemplo, uma bula de um medicamento do qual não precise não acrescentará absolutamente nada, exceto se eu for farmacologista. A dica é: leia textos de qualidade. Não apenas obras épicas da Grécia antiga (que são um porre, cá entre nós), mas sim textos do dia-a-dia, mas que lhe vá acrescentar algo, tanto em termos de conteúdo, como em experiência com a escrita. Bons livros, bons blogs, bons sites. Claro, é bem difícil prever algo nesse sentido, ou seja, no de advinhar a qualidade do que se está por ler, mas basta dar uma olhada por cima, para diminuir consideravelmente as chances de erro. Aproveite os sofás bacanas que grandes livrarias disponibilizam aos seus clientes, e leia algum trecho do livro que pretende comprar. Pedir indicação de amigos também é uma boa pedida. 3. Pratique! Escrever é igual andar de bicicleta: só se aprende fazendo. Portanto, mãos à obra! Se tem vergonha ou receio de expor seus textos por aí, restrinja sua divulgação. Envie-os a amigos ou parentes, e peça pareceres a eles. É uma excelente forma de ganhar coragem para se aventurar em terrenos mais críticos, como a Internet. Procure temas do seu agrado, ou que lhe pareçam desafiantes, e mande ver na caneta (ou no teclado)! 4. Escreva simples O que é um texto? Na minha concepção, trata-se de um amontoado de palavras ordenadas cujo fim é transmitir uma mensagem. Imaginá-lo dessa forma ajuda a diminuir os erros. Um texto, salvo em raras exceções, nada mais é que uma mensagem, e sendo assim, cabe a você, escritor, facilitar ao extremo a interpretação dos seus. Um texto simples não é um texto fraco. Engana-se quem pensa que escrever bonito é enfiar um punhado de palavrões e boa. Só use pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconi ótico, por exemplo, se estiver escrevendo um sobre a tal doença pulmonar proveniente da aspiração de cinzas vulcânicas. Caso contrário, sempre dê preferência para termos simples e diretos. Só fique atento para não escrever termos chulos; isso põe por terra todas as dicas de escrita do mundo!
  6. 6. encaminhada para o FUTURO! 1. Use o pai dos inteligentes Burro é quem batizou o dicionário de pai dos burros. Afinal, o ser ignorante jamais busca a ortografia correta e/ou o significado de qualquer palavra no dicionário; esse trabalho simples é praticado pelos obstinados e compromissados com o conhecimento, com o crescimento pessoal. Se possível, obtenha um bom dicionário, daqueles enormes, cheio de verbetes, e atualizado. O clássico Aurélio, ou o recente Houaiss, são minhas indicações. São caros, é verdade, mas é o tipo de investimento seguro, que lhe trará retorno em produtividade e conhecimento por muitos anos. Os mini dicionários são uma boa pedida também, especialmente para quem anda apertado (ou seja, todos nós). O Mini Aurélio e o Mini Houaiss têm preços bem convidativos. Por fim, para fazer consultas rápidas, um dicionário online vem bem a calhar. O Priberam é o único que conheço. Tem acesso gratuito, um bom acervo de palavras, mas é preciso cuidado em sua utilização: já passei por apuros graças a palavras erradas mostradas por ele. Outra dica legal, mas apenas para verificar a ortografia das palavras, é esta busca da ABL. A descobri num blog que citarei no final do texto. 2. Leia muito! Sei que essa é chover no molhado, que todos falam, e blablablá. Mas, será que o que você consome realmente faz diferença? Sou contra aquela idéia de “não importa o que seja, simplesmente leia”. Eu ler, por exemplo, uma bula de um medicamento do qual não precise não acrescentará absolutamente nada, exceto se eu for farmacologista. A dica é: leia textos de qualidade. Não apenas obras épicas da Grécia antiga (que são um porre, cá entre nós), mas sim textos do dia-a-dia, mas que lhe vá acrescentar algo, tanto em termos de conteúdo, como em experiência com a escrita. Bons livros, bons blogs, bons sites. Claro, é bem difícil prever algo nesse sentido, ou seja, no de advinhar a qualidade do que se está por ler, mas basta dar uma olhada por cima, para diminuir consideravelmente as chances de erro. Aproveite os sofás bacanas que grandes livrarias disponibilizam aos seus clientes, e leia algum trecho do livro que pretende comprar. Pedir indicação de amigos também é uma boa pedida. 3. Pratique! Escrever é igual andar de bicicleta: só se aprende fazendo. Portanto, mãos à obra! Se tem vergonha ou receio de expor seus textos por aí, restrinja sua divulgação. Envie-os a amigos ou parentes, e peça pareceres a eles. É uma excelente forma de ganhar coragem para se aventurar em terrenos mais críticos, como a Internet. Procure temas do seu agrado, ou que lhe pareçam desafiantes, e mande ver na caneta (ou no teclado)! 4. Escreva simples O que é um texto? Na minha concepção, trata-se de um amontoado de palavras ordenadas cujo fim é transmitir uma mensagem. Imaginá-lo dessa forma ajuda a diminuir os erros. Um texto, salvo em raras exceções, nada mais é que uma mensagem, e sendo assim, cabe a você, escritor, facilitar ao extremo a interpretação dos seus. Um texto simples não é um texto fraco. Engana-se quem pensa que escrever bonito é enfiar um punhado de palavrões e boa. Só use pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconi ótico, por exemplo, se estiver escrevendo um sobre a tal doença pulmonar proveniente da aspiração de cinzas vulcânicas. Caso contrário, sempre dê preferência para termos simples e diretos. Só fique atento para não escrever termos chulos; isso põe por terra todas as dicas de escrita do mundo!

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