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Trabalho de Português realizado por Jorge Lopes, nº 19, 12º L
Escola Secundária Alves Martins – Ano Lectivo 2011/2012

A FRAGILIDADE DA VIDA HUMANA
A BASE DO TRABALHO (CANTO I DE“OS
LUSÍADAS”)
   Estância 105
    “(…) Ó grandes e gravíssimos perigos!
    Ó caminho de vida nunca certo:
    Que aonde a gente põe sua esperança,
    Tenha a vida tão pouca segurança!”
   Estância 106
    “No mar tanta tormenta, e tanto dano,
    Tantas vezes a morte apercebida!
    Na terra tanta guerra, tanto engano,
    Tanta necessidade avorrecida!
    Onde pode acolher-se um fraco humano,
    Onde terá segura a curta vida,
    Que não se arme, e se indigne o Céu sereno
    Contra um bicho da terra tão pequeno?”
REFLEXÃO SOBRE O TEXTO
   Estes excertos mostram-nos a reflexão do poeta sobre a
    fragilidade e a insegurança da vida humana.
   Falam, mais especificamente, sobre os perigos que
    espreitam o ser humano que é demasiado pequeno
    para se enfrentar com forças poderosas
    (tempestades, mar, vento, guerra e enganos traiçoeiros
    dos inimigos). Especifica-se que o grande inimigo do
    Homem seja Deus, o Criador que está
    permanentemente dominado pelos ciúmes que
    desperta a mais perfeita de todas as criaturas.
REFLEXÃO SOBRE A FRAGILIDADE NA VIDA
REAL
   A fragilidade na vida real é, na minha opinião, muito
    forte nos momentos mais difíceis. Nós sentimo-nos
    frágeis quando nós estamos sensíveis, quando nós
    estamos tristes, quando nós somos forçados a fazer
    alguma coisa que não gostaríamos de fazer.
   A vida está sempre a andar na frente mas poderá haver
    acontecimentos que poderão adversar toda a nossa
    vida, como um acidente. É óbvio que somos bastante
    frágeis, a brutalidade pode arruinar a nossa felicidade e
    admitir a nossa fragilidade é um bom ponto de partida
    para manter o nosso projecto de vida. Ser frágil tem a
    capacidade enorme de aliar a outros frágeis pela
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A fragilidade da vida humana

  • 1. Trabalho de Português realizado por Jorge Lopes, nº 19, 12º L Escola Secundária Alves Martins – Ano Lectivo 2011/2012 A FRAGILIDADE DA VIDA HUMANA
  • 2. A BASE DO TRABALHO (CANTO I DE“OS LUSÍADAS”)  Estância 105 “(…) Ó grandes e gravíssimos perigos! Ó caminho de vida nunca certo: Que aonde a gente põe sua esperança, Tenha a vida tão pouca segurança!”  Estância 106 “No mar tanta tormenta, e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano, Onde terá segura a curta vida, Que não se arme, e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?”
  • 3. REFLEXÃO SOBRE O TEXTO  Estes excertos mostram-nos a reflexão do poeta sobre a fragilidade e a insegurança da vida humana.  Falam, mais especificamente, sobre os perigos que espreitam o ser humano que é demasiado pequeno para se enfrentar com forças poderosas (tempestades, mar, vento, guerra e enganos traiçoeiros dos inimigos). Especifica-se que o grande inimigo do Homem seja Deus, o Criador que está permanentemente dominado pelos ciúmes que desperta a mais perfeita de todas as criaturas.
  • 4. REFLEXÃO SOBRE A FRAGILIDADE NA VIDA REAL  A fragilidade na vida real é, na minha opinião, muito forte nos momentos mais difíceis. Nós sentimo-nos frágeis quando nós estamos sensíveis, quando nós estamos tristes, quando nós somos forçados a fazer alguma coisa que não gostaríamos de fazer.  A vida está sempre a andar na frente mas poderá haver acontecimentos que poderão adversar toda a nossa vida, como um acidente. É óbvio que somos bastante frágeis, a brutalidade pode arruinar a nossa felicidade e admitir a nossa fragilidade é um bom ponto de partida para manter o nosso projecto de vida. Ser frágil tem a capacidade enorme de aliar a outros frágeis pela solidariedade para construir um mundo melhor.