Questão 48 (2003)A d s ânc en re o marco cen ra de duas c   i t ia t                  t l          idades é r resen       ...
Vamos emboraPodemos conc i que a canção ac             lu r                   er t            ea idades dos movimen migra ...
maio a tt     res li udes que eram ocupáve s ,t                                    i ) emos um maior avanço de área gera d...
Questão 59 (2003)A par i da aná i das t la ,é possve assoc ros segu tes f to à s tuação agrá i no Bras l     tr       l se...
Questão 47 (2004)No desenho ac , a r resen ção da es ru ra e á i do Bras la lexpressa uma t ans ção             ima ep    ...
Lima Bar to é cons rado um c i t per icaz da soc         re        ide           ron s a sp       iedade ca ioca do i í io...
Questão 55 (2004)A e iminação do t aba i fan i é um dos pr ipa sdesa ios para os pases em desenvo imen ,po s   l          ...
Dent as ques ões l tadas nos a t    re        t   evan                                    rac r zam a a les ru ra fund á i...
Questão 62 (2004)Nas úl imas décadas vár s fo      t             , ia ram as mudanças i    ncorporadas ao processo de prod...
devem ser compreendidas a partir das relações políticas e econômicas vigentes hoje nocampo. Uma causa básica e uma conseqü...
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  1. 1. Questão 48 (2003)A d s ânc en re o marco cen ra de duas c i t ia t t l idades é r resen ep tada na Car do Mil és ta ion imo - :1 .000 -por 11 milí met .Na esca de 1esca a de 1 .000 l ros la :250.000 essa d s ânc é de 44 , i t iami í met e na esca de 1 .000 é de 220 milí met .A esca do mil és l ros la :50 ros la ion imo é út lpara iestudos gera sdo t r i ó io a ca togra i em esca 1 i e rt r , r fa la :250.000 é uma f r amen para o er tap jamen r iona e as ca t s em esca maior des inam-se ao p jamen soc l lane to eg l ra la t lane to ia ,econô mico e urbano.(Adaptado de M A G N OLI Demét io & A R A ÚJO, Regina Pro to de ens da Geogra i .São , r . je ino faPau :Moderna 2001 ) lo , .A par i da aná i do t to a j s ii t mais adequada para o mapeamen s s emát co do tr l se ex , u tf ca iva to i t iBras lem esca maiores é a poss iidade de i las ib l :(A) prec são no l tamento da t i evan opogra i e das cons ruções mais amplas fa t(B) conhec imen mais de lhado das f ições na ra se do espaço cons ruído to ta e tu i t(C) v sua i ção mais abrangen das f te r s po í i e dos l t s r iona s i l za te ron i a lt cas imi e eg i(D) cobe tu da degradação ambien lem vas s áreas no campo e nas c r ra ta ta idades.Resposta: B; entendendo que escalas maiores = menor abrangência e maiordetalhamento já podemos descartar, de inicio, a letra D (pela citação: ...emvastas áreas...) e a letra C (pela citação: … visualização mais abrangente...).O que poderia trazer um pouco de confusão é a letra A, pois também fala emvisualizações de construções – o que exige uma escala maior -, mas o quedesconstrói a incerteza é que fala também em levantamento topográfico, o queexige uma escala menor do que feições naturais e espaço construído.Questão 49 (2003) ASSENTAMENTO Zanza daqu i Zanza pra acolá Fim de f i a per f r a a ra e r , i e i fo Acidade não mora mais em mim Franc sco Sera im i , f Vamos embora Ver o capim Ver o baobá Vamos ver a campina quando f ra lo A p racema r con rav i , ios t im Binho Bel Bia Quim , , , Vamos embora Quando eu morre r Cansado de guerra Morro de bem Com a minha t r a er : Cana caqu , i Inhame abóbora , Onde só ven se semeava ou ro to t ra A mpl ão nação se tão sem f id , , r im Ó Manue ,Migui im l l
  2. 2. Vamos emboraPodemos conc i que a canção ac lu r er t ea idades dos movimen migra ó ios bras l i . ima r t a a uma das r l tos tr i e ros ta ea idade pode se i t f cada pe segu te ca te í t caEs r l r den i i la in rac rs i :(A) va r zação do t aba no campo lo i r lho(B) f scn pe cond ções de v urbana a í io las i ida(C) v são românt ca da modern ção agrco i i iza í la(D) dese de f ção nas áreas de comerc l zação da produção jo ixa ia iResposta: A ; há um forte indício de desinteresse pelo urbano e paixão pelocampo (bem visto na citação A cidade não mora mais em mim // Francisco,Serafim // Vamos embora // Ver o capim // Ver o baobá // Vamos ver a campinaquando flora), logo a letraB e D estão incorretas ; quanto a letra C, visãoromântica da modernização agrícola, pode ser desconsiderada pois não hácitações ou associações sobre a modernização agrícola.Questão 53 (2003)Século XVI , idade de São Sebas ião do Rio de Jane ro fo fundada em 1º de março de 1565 SuaComo sabemos a c t i i .fundação próxima ao morro do Pão de A çúcar ajudava na defesa do t r i ó io co ia por e rt r lon l tuguês nocon inen amer t te icano Dizem que es a fo a pr ipa r ão do su imen des c . t i inc l az rg to ta idade Era um l l . ocaformado por mangues morros e montanhas que não ,f ii avam a ocupação E, den ro des s l t s os co izadores por ac lt . t te imi e , lon tugueses concen ravam-se nos tpon a tos do lt ra .(.) tos l i o l ..Século XIXCom a v te tuguesa para o Bras lno i í io do sécu XIX (1808) e prec so adequar a inda da Cor por i nc lo , ra icap t lda co ôn às necess ia l ia idades de uma cor e europé e seu l .Os melhores préd fo t ia uxo ios ramr se e rvados para os nobres da cor e (.)Ao l t . .. ongo do sécu XIX, ou ras medidas fo lo t ram def idas Na in .verdade as medidas pre iam a ra ros es r , tend t i nves imen ,sendo o Rio o pólo de t ange ros e seus i t i tos ,a ração t .(Adaptado de VASCONCELLOS, Wande .Expansão urbana do Rio de Jane ro Rio de Jane ro 2000 M onogra i de Graduação – IFCH /UERJ ) r i . i , . fa .Cons rando as i fo ções h s ó i presen nos t tos ac , do s f to que cond ionaram a ide n rma i t r cas tes ex ima i a res icexpansão urbana da cidade do Rio de Jane ro fo i ram:(A) necess idade de defesa – per de ep igo idemias(B) i t rvenção es a a – presença de es range ros ne ttl t i(C) ocupação dos morros – auxl à popu ção ca te í io la ren l a idades de seu espaço na ra – necess(D) pecu i r tu l idade de cap t les r i a t ange ro iRespos a ;O pr i t to de exp í i a pecu i r t : D ime ro ex ixa lc to l a idade do espaço na ra tu lca ioca não e qua r : ra lque área que e passve de se ocupada as que e r ra í l r , ram sel l zavam em a tt oca i li udes maiore ( endo em v s a a presença de mangues nas a ttudes st it limenores .O segundo t to de exp í i a a necess ) ex ixa lc t idade de a r i cap t le t ar i ai t nves imen es r tos t ange ros o que gera consequen i , , temen ,uma ocupação urbana maio . te rPorém nem t odas as demai a t rna ivas es ão comple s le t t tamen e radas na l t a ,por te r : e r Bexemplo podemos cons ra a i t rvenção es t lcomo a parc lmen cor to , ide r n e ta a lgo ia te re ,não por have p j r lane amen es a a em t to t t l odos os processos de expansão urbana mas por ,have a cob ça i i i ldo Es r i nca tado no i t nves imen es r to t ange ro o que gera i , i , ra nev t lmen ,uma expansão urbana Out exemplo parc lmen cor to es a nai i ave te . ro ia te re t cupação dos morros( e r ) po s quando l to l t a C, i imi amos o espaço urbano possve de í lse ocupa (v ,no caso o mangue que e i r ide , , ra nocupáve pe urbano e os morros e l lo ,
  3. 3. maio a tt res li udes que eram ocupáve s ,t i ) emos um maior avanço de área gera do que lt ramos com um avanço sem f on i a e l t ções eí r te r s imi a .No caso da l t a ,a a t rna iva que poder a c i rconfusão que é n e r A l e t i ra , ecessidade dedefesa não é uma causa de expansão urbana mas s uma causa geopo í i de , , im lt caocupação do lt ra f uminense e bras l i . io l l i e roQuestão 58 (2003)A assoc ção en re as i fo ções con idas na t la e a economia bras l i a do sécu XIX expressa a ia t n rma t abe i er loimpor ânc da r t ia enda a fandegár do por do Rio de Jane ro para a r i a imper a .Ta impor ânc l ia to i ece t il l t iadeveu-se en re ou ros ao segu te f to : , t t , in a r(A) expansão da ca i l ra fe cu tu(B) expor ação de manufa ras t tu(C) impor ação de i sumos agrco t n í las(D) subs i ição de mão-de-obra esc ttu rava por l v i reRespos a ;Nes mo mento o ca é es em a t na economia bras l i a é t : A te f ta la i er ,amplamen cu t vado em ex te li tensos l tfúnd e s ai ios , imbol camente – no con to po ii i tex l t coi t rno – chega a se s ôn ne r in imo de poder e r iqueza .A grande dúv poder a es a en r a l t a ,subs i ição de mão-de-obra esc ida i t r t e e r D ttu rava porl v e ( ru da l iáurea as inada em 13 de maio de 1888) -que r lmen a tou o i r f to e , s ea te femercado -e a l t a . e r ATemos que t rem mente que a propos da l t a t az cons uma A USÊ NCIA e ta e r D r igoALFAN DEG Á RIA fo t s mas o con ra ba ço que a economia de mercado r e im, t - lani t rnac lcomeçava a propor ( n e iona com os assa r ados e a c i ção do mercado de la i raconsumo) somado ao vu to do ca é na economia i t rnac l fo t o fo t que a f l a l f, n e iona , i ã r e atdo mercado de esc ravos não chegou a c i ruma c i ou mesmo t ans rna o mercado a ra r se r to rpon de se t to emer uma c i e rs .
  4. 4. Questão 59 (2003)A par i da aná i das t la ,é possve assoc ros segu tes f to à s tuação agrá i no Bras l tr l se abe s í l ia in a res i ra i:(A) concen ração na d s r ição de t r a e ba t i t ibu er s ixos níve s de sua u ii ção agrco i t l za í la(B) es ru ra agrá i equ l rada e ba aprove t t tu r a i ib ixo i amento da t r a nas m édias propr er iedades(C) va r zação de uma po í i agrá i d s r t e r ção dos índices de u ii ção agrco lo i lt ca r a i t ibu iva edu t l za í la(D) elevado aprove t i amen da t r a e proporc l to er t amanho e u ii ção agrco da iona idade en re t t l za í laPropriedadeRespos a ;o pr i passo pa achar a r spos é ver o quadro e suas t : A ime ro ra e tacons a ações mais óbv s nes e caso é o f to de haver um ba níve de u ii ção de tt ia , t a ixo l t l zat r a pa a ag i l ra ( e r s ra r cu tu com i so f camos en re as a t rna ivas , e ) s i t le t A B C.O segundo passo é en t ixo i amen é genera i ,ou se a não tende que es e ba aprove t r to l zado j,é ca t r si das médias propr edades como propõe a l t a ( i rac e i t ca i , e r B f camos en ão en r a t tea t rna iva e ) l e t A C. , e r C áContudo a l t a j se ap resen a como uma das menos r i :o quadro é de dados de t ea s1996 e 1998 e depo s da Le de Ter ,nunca mais houve -nes pas -uma po í i , i i ras te í lt caagrá i d s r bu iva Out f to impor te é que a segunda a i ção da l t a r a i t i t . ro a tan f rma er ( edução dos índCr ices de u ii ação agrco )embora es e a e rada não pode se tl z í la tj r rj lgada i to porque não há quadros de comparação t u ,s empora (h s ó i )e o exercc l i t r ca í iode c a que a r spos a deve v rapar i da aná i das t la . ixa l ro e t i tr l se abe s
  5. 5. Questão 47 (2004)No desenho ac , a r resen ção da es ru ra e á i do Bras la lexpressa uma t ans ção ima ep ta t tu t r a i tua r idemográ i .Os i icadores que exp i f ca nd l cam es a s tuação de t ans ção es ão apon t i r i t tados em:(A) aumento da imigração e r ção da expec t de v edu ta iva ida(B) r ção da imig ção e aumento da t de mor l edu ra axa ta idade(C) r ção da t de na l edu axa ta idade e aumento da expec t de v ta iva ida(D) aumento da t de na l axa ta idade e r ção da t de mor l edu axa ta idadeRespos a ;nes a ques ão não há mui s opções a se confund r é no áve a r ção t : C t t ta i: t l eduna t de na l axa ta idade (bas a compara popu ção j t r la ovem com popu ção adu t ) e a la l a,ún a t rna iva que con inha es a i fo ção é a l t a . ica l e t t t n rma e r CQuan ao aumen da expec a iva de v ,embora o grá i não se de comparação to to tt ida f co jatempora (h s ó i ) o ex í io não se l t a obse ção e cons t ção pe grá i ,ou l i t r ca , rcc imi a rva ta a lo f co j , áése a j de conhec imen o passado com maiores i ices de mor l to nd ta idade e menorexpec a iva de v ,ou se a há um aumento na expec t de v . tt ida j, ta iva idaObs :o aumen da im ração pa o Bras la t s a es ru ra e á i ,po s popu ção . to ig ra i fe a im t tu t r a i la íde ou ros pases t azem cons expec t t r igo ta ivas e cond ções soc i de ou ros pases mas i ia s t í ,não a t em níve s que deso i t a p râmide e á i quan ao r t a r lda fe am i r en em i t ra to e r to eapopu ção e o d la iagnós i da ex s ênc de uma t ans ção demográ i . t co i t ia r i f caQuestão 48 (2004)AS ENCHENTESAs chuva radas de verão quase t , i nundações odos os anos causam no nosso Rio de Jane ro i ,desas ro .Alé m da suspensão t t ldo t á ,com uma pre ic a i t r ção das t sas oa r fego jud i l n e rupcomun ções en re os vár pon da c ica t ios tos idade essas i , nundações causam desas r s pessoa s te ilamen áve s (.) O Rio de Jane ro da aven ,dos squares,dos f e e é r cos não pode es a t i ... i , ida r ios l t i , trà mercê de chuvaradas mais ou menos v len s para v r a sua v i t ra .Não se nada de , io ta , ive ida n eg l iengenha i ,mas pe que me d ra , lo izem os en idos o prob tend , lema não é t o d fc lde r so r (.) ã iíi e lve ... In l zmen ,porém, nos preocupamos mui com os aspec ex rnos (.)e não com o fe i te to tos te , ..que há de essenc lnos prob ia lemas de nossa v urbana econô mica f ida , , inance ra e soc l i ia .(V Urbana 19 /1915) ida , /01(BARRETO, Lima. Crônicas esco idas São Pau :Át ,1995 ) lh . lo ica .
  6. 6. Lima Bar to é cons rado um c i t per icaz da soc re ide ron s a sp iedade ca ioca do i í io do sécu X X. O t echo r nc lo racima apresen o prob ta lema das enchen ,que a é ho t tes t je umul a v dos ca iocas Dent as d r tua ida r . re ive sascausas apresentadas para a r r ênc das enchen na c eco r ia tes idade do Rio de Jane ro as duas espec lmen i , ia ter s l adas por Lima Bar to são e sa t re :(A) ocupação desordenada e i f c ênc das comunicações ne i i ia í io(B) st esca rpado da cidade e problemas com a engenhar a i(C) f l ade desenvo imen t lóg e t açado co ia da c at lv to ecno ico r lon l idade(D) ênfase no embe lezamento urbano e preca i r edade da i f a es ru ra n r - t tuResposta: D ; Lima barreto deixa claro que há uma preocupação muito maior com aimagem do que com o conteúdo (com a infra-estrutura) no trecho ... nos preocupamosmui com os aspec ex rnos (.)e não com o que há de essenc lnos prob to tos te , .. ia lemas denossa v urbana econô mica f nance r e soc l ida , ,i ia ia .É impor an e r s l a que a ques ão pede as causas que Lima Bar to c t e por to a t t e sa t r t re i a , tan ,r spos a é puramen i t rp t t ,mas sabemos que se l rmos em con os dados de e t te n e re a iva eva taho em d pode je ia f rmar que a l t a e a l t a t é m t seu grau de remos a i e r A e r B amb em r eza inc lmen nas pr i a c t ções de cada umace t ,pr ipa te ime r s i a .Questão 52 (2004)Com a mor do imperador do Japão a 1 hora e 25 minu do d 25 de dezembro de 1926 um te tos ia ,f to bas an cur a t te ioso aconteceu.No d 24 de dezembro a emba ia , le í , ixada daque pas no Rio de Jane ro dec t o l to pe i , re ava u lamor do sobe te rano e os j rna sbras l i anunc , o i i e ros iavam: “Faleceu ho o imperador do Japão” je .A confusão provocada no Bras l com o anúnc da mor do imperador do Japão naque ano pode se , i, io te , le , resc rec pe segu te exp i ção geográ i : la ida la in l ca f ca(A) u ii ção do Fuso Horár Civ lem t echos do t r i ó io bras l i t l za io i r e rt r i e ro(B) pos ção do Bras la l s e da Linha In e iona de Mudança de Data i i et t rnac l(C) adoção d fe iada do Horár Univer lde Greenwich em cada pas i renc io sa í(D) l l zação do Bras la oes do l t ace to como Horár Frac oca i i te imi e i io ionadoResposta: B ; Apesar do fato de qualquer país, região, local ou ponto do globo estarà Leste e a Oeste (ao mesmo tempo) de qualquer ponto ou linha (paralelos oumeridianos) do globo, o Brasil esta mais perto, tendo como referência a linhainternacional de mudança de data, se for entendido à leste desta linha, isso quer dizerque no Brasil o dia muda mais tarde que no Japão (país que é entendido à Oeste daLinha internacional de mudança de data).As letras que poderiam ser confundidas com a resposta certa são as letras A e C. Nocaso da letra A, horário civil é muitas vezes confundido com horário legal, o horáriolegal é o horário delimitado entre os paralelos que ficam afastados de 15º em 15º um dooutro a partir do meridiano de greenwich, o horário civil é o horário exato de cada pontoda Terra, ou seja, é o horário específico da longitude em que se encontra aquele ponto(no horário civil todas as variações de longiude trazem consigo uma variação dohorário). Não há, no mundo, sistema politico que utilize ou que já tenha utilizado ohorário civil de cada ponto do seu território como base horária. No caso da letra Ctemos que entender que o horário de greenwich é um padrão mundial, invariável.
  7. 7. Questão 55 (2004)A e iminação do t aba i fan i é um dos pr ipa sdesa ios para os pases em desenvo imen ,po s l r lho n tl inc i f í lv to it impac d re sobre os segu tes i icadores soc i : em to i to in nd ia s(A) r ção do índice de ana f t smo e r t ação da mor l edu l abe i er ta idade i fan i n tl(B) aumen da t de esco r to axa la idade e r ção do c imen popu iona edu resc to lac l(C) aumen da t de c imen popu iona e e to axa resc to lac l levação da r enda per cap t ia(D) elevação do índice de desenvo imen humano e aumen da t de f lv to to axa ecundidadeRespos a ; pa r so r es a ques ão segu remos a t : A ra e lve t t i ac í lguns r iocnios po ii - l t cosoc a s são e s i i, le :1) r tr rc i ças do t aba s i i co á a na esco ,co á-l sna esco e i a r an r lho ign f ca loc -l s la loc a la ign f ca iminu ro índ de ana f t smos ii d i ice l abe i .2) r tr rc i ças do t aba s i i menor expos ção de e possve d e i a r an r lho ign f ca i las í l iminu ção idos ac te de t aba envo iden s r lho lvendo-as .Podemos t é m a i amb f rmar que as lógicas acima não i icam por s sós em nenhuma nd i ,i s ânc a a t r ções no c sc nt i , le a re imen popu iona ,na r to lac l enda per cap t ou na t de ia axafecund idade com i so exc í mos as ou ra a t rna ivas , s lu t s le t .Questão 56 (2004)L E I DE T ERRASAr .1° Ficam pro idas as aqu s ções de t r a devo tas por ou ro ttu que não se o de t ib ii er s lu t í lo jacompra .Exce tuam-se as t r a s tuadas nos l t s do Impér com pases es r er s i imi e io í t ange ros em uma zona de i10 l guas as qua s poderão se conced é i r idas gra i amen . tu t teAr .2° Os que se apossa t rem de t r a devo ta ou de a ia ,e ne der er s lu s lhe s las rubarem matos ou l hespuse rem fogo se ão obr , r igados a despe (.)e de mais so re ão a pena de do s a se smeses de jo .. , , f r i ipr são e mul de cem mil ré s a ém da sa i f ção do dano causado (.) i ta i, l ts a ...(Le n 601 de 18 /1850 In Coleção das l i do Bras l i º , /09 . : es i)As mot ções que or ina iva ras , inda ho são causas de conf i os em r l ção à ig ram a Lei de Ter ,de 1850 a je lt eapropr edade ru lno Bras l i ra i.
  8. 8. Dent as ques ões l tadas nos a t re t evan rac r zam a a les ru ra fund á i r igos t ansc i ,aque que ca te i r r tos las tua t tu i rano Bras lsão i :(A) mercan ii ção da t r a e expu são de posse ros pobres t l za er l i(B) exc ão de gr l i e i t rnac l zação da propr edade lus i e ros n e iona i i iga r edade de r i t of c a e predomínio de t r s devo ta(C) obr to i eg s ro i i l e ra lu s(D) i s i ição de gra idade nas f te r s e obr to i n ttu tu ron i a iga r edade de produçãoResposta: A ; podemos dar uma grande ênfase na mercantilização da terra, mastambém há em níveis absurdos a expulsão de posseiros pobres, tudo isto é fruto de uminteresse econômico que não valida as pequenas propriedades e dá grandesoportunidades aos latifundiários monocultores (ou que cultivam poucas culturas deforma intensa). Podemos afirmar, também, que este contexto agro-politico são as velhasculturas econômicas fordista e industrial trazendo reflexos para o campo.Questão 59 (2004)A imagem t ad iona do campo mudou As chamadas a iv r ic l . t idades não-agrco t m ho um peso í las ê jeimpor te na compos ção da r tan i enda agrá i ,conforme se ver f ca na t la aba . ra ii abe ixo re ta t idades não-agrco ,a que merece maior desDent es s a iv í las taque é:(A) t r smo ui(B) i ús r a nd t i(C) comérc io(D) p sc cu tu i i l raResposta: A ; O turismo e todas as suas sub-áreas de atuação no campo (Ex.:ecoturismo) trazem consigo investimentos e lucros fortes, principalmente a partir dosúltimos anos do século XX.
  9. 9. Questão 62 (2004)Nas úl imas décadas vár s fo t , ia ram as mudanças i ncorporadas ao processo de produção i t i l como as ndus r a,apresen epor agem sobre a f r cação do au óve .O mode de produção r l ionado a es s tadas na r t ab i tom l lo e ac tar te t ans rmações es á def ido em: ecen s r fo t in(A) s s êmico-f exíve ,que i rpora a pesqu sa como base para a r rgan ção da produção it l l nco i eo iza ay r s a l ca rescen i t ração do t aba(B) t lo i t ,que imp i a c te n eg l f cado à a iv r lhador qua i i t idade mecânica(C) fo i t ,que se apó na f agmentação do t aba humano em i úmeras e rd s a ia r r lho n tapas simpl f cadas ii(D) t t s a que a t ra a organ ção das un oyo i t , le iza n rodução da l nha de montagem idades produ ivas com a i t t iRespos a ;t t : A emos que en tende a pa ra pesqu sa não só como es r lav i tudopropr amen d to mas como ap i ção t lóg des es i te i , l ca ecno ica te tudo no campo de produção,r rgan eo izando es e campo i i ave t nev t lmen .teQuestão 49 (2005-2)Venda Nova, distrito de Teresópolis, tem como vocação econômica a agriculturahortigranjeira. Vários pequenos plantadores de verduras se espalham pelasencostas das montanhas, em propriedades operadas, em geral, pela família doagricultor. (...) Se o tempo não ajuda, perde-se toda uma produção. (...) A atividade rural é mal paga e (...) o risco da comercialização corre por conta dopobre agricultor que não participa do lucro da operação, só do prejuízo eventual. Osatravessadores, que possuem frotas de caminhões, passam pela manhã (...) paralevar o produto para os mercados centrais. Estipulam um preço que não é pago nahora, só depois de [ser vendida] a mercadoria. Caso não consigam vendê-la,devolvem a carga ao agricultor (...) praticamente estragada pela viagem.(MALTA, Mar Teresa U m sonho que se t rnou r l ia . o ea idade Revis da Comunidade Emanue ,2003 ) . ta l .Apesar dos incrementos de produtividade e da expansão do agronegócio, o texto nosaponta dificuldades enfrentadas por parte dos pequenos agricultores brasileiros, que
  10. 10. devem ser compreendidas a partir das relações políticas e econômicas vigentes hoje nocampo. Uma causa básica e uma conseqüência para as dificuldades enfrentadas pelospequenos produtores rurais são:(A)ausência de linhas de financiamento − lucratividade retraída(B) precária base tecnológica − sistema de transportes subutilizado(C) fracionamento das propriedades − mercado de consumo depreciado(D)carência de uma política agrícola favorável − produção familiar inviabilizadaResposta: A ; abaixo vamos sanar algumas dúvidas frente as possibilidades deresposta:1- devemos deixar clara que a base tecnológica para a produção familiar não é umaopção que seja utilizável para pequenas propriedades, por conta do custo-beneficionão favorável.2- sistema de transportes subutilizado não pode ser uma consequência tendo emvista que – como o próprio texto coloca – o transporte não é uma função aderida dospequenos agricultores.3- o mercado de consumo depreciado, ainda que fosse existente, não seriaconsequência de uma dificuldade enfrentada pelos pequenos agricultores rurais.4- na letra D há uma contradição com o texto na citação produção familiarinviabilizada: o texto coloca o contrário que as pequenas propriedades são deprodução familiar e não que estão deixando de ser ou que não são. RESPOSTAS:QUESTÃO 48 (2003): LETRA BQUESTÃO 49 (2003): LETRA AQUESTÃO 53 (2003): LETRA DQUESTÃO 58 (2003): LETRA AQUESTÃO 59 (2003): LETRA AQUESTÃO 47 (2004): LETRA CQUESTÃO 48 (2004): LETRA DQUESTÃO 52 (2004): LETRA BQUESTÃO 55 (2004): LETRA AQUESTÃO 56 (2004): LETRA AQUESTÃO 59 (2004): LETRA AQUESTÃO 62 (2004): LETRA AQUESTÃO 49 (2005-2): LETRA A

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