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Processamento interno da informaçãoO conceito de informação deriva do latim e significa um processo decomunicação ou algo ...
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Barreiras gerais do processo de comunicação ines e jorge

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Barreiras gerais do processo de comunicação ines e jorge

  1. 1. Barreiras gerais do processo de comunicaçãoO que são Barreiras à Comunicação?Todos nós somos, frequentemente, confrontados com barreiras àcomunicação. Temos vários exemplos de situações bastante comuns no nossodia-a-dia em que nos deparamos com um processo de comunicaçãodeficiente, ou até mesmo esse processo não se chegar a realizar:Uma chamada telefónica em que não conseguimos entender o que a pessoado outro lado nos dizia, devido a ruídos ou interferências;Uma consulta médica em que o Doutor aplique termos técnicos, dos quais opaciente não tem conhecimento do seu significado;Uma conversa com alguém que não fale nem claramente nempausadamente de modo a que o receptor não consiga entender amensagem que o outro tenta transmitir;Alguém tentar transmitir-nos uma mensagem, mas a nossa atenção estardireccionada para outros campos, de maneira que não conseguimos nemouvir, nem entender aquilo que nos tentavam transmitir;
  2. 2. Barreiras externasAs Barreiras Externas são todos os aspectos que bloqueiam uma comunicaçãoe que são exteriores à mesma, isto é, não surgem directamente da parte dosinterlocutores. As Barreiras devidas a factores ambientais são um dos exemplos.Podemos considerar Barreiras externas os seguintes pontos:A distânciaFísica entre o emissor e o receptor que poderá fazer com que não sejaefectivo o processo de comunicação.Exemplo: imaginemos o emissor a tentar comunicar com o receptor, existeentre estes uma distância física considerável. O emissor, para que se façaouvir, terá de subir o tom de voz. O som poderá chegar ao receptor distorcidoou até mesmo não chegar, fazendo com que este tenha algumas dificuldadesem descodificar a mensagem enviada.Esta barreira não se verifica quando apenas se trata de uma grande distância.O facto dos locutores se encontrarem demasiado perto um do outro, poderátrazer algum desconforto para um deles, fazendo assim com que quem sesinta desconfortável, dirija mais a sua atenção para aquilo que o incomoda doque propriamente na comunicação que se pretende estabelecer.SeparaçõesTais como vidros ou balcões. Estetipo de barreira é bastantefrequente nos atendimentos aopúblico.Exemplo:Estamos a comunicar com a pessoaque nos está a atender do outrolado do vidro e ouvimos a sua voznum tom bastante baixo. Quandosomos nós a falar temos a sensaçãode que quem está do outro ladonão nos está a ouvir e muito menosa entender.Os ruídos ou interferências, desde sirenes de bombeiros, buzinas deautomóveis, música muito alta, imensa gente a falar ao mesmo tempo, entremuitos outros exemplos. Todos estes possuem um papel bastante negativo noprocesso de comunicação. Esta barreira dificulta imenso a correctainterpretação da mensagem por parte do receptor.Exemplo: Estamos a conversar com alguém num local bastante movimentado porveículos que provocam imenso ruído. Estas circunstâncias são bastantepropícias a que o receptor não entenda aquilo que o emissor pretendetransmitir e que lhe peça constantemente para repetir aquilo que lhe foi dito.
  3. 3. Barreiras internasMovimentos corporaisVimos no ponto anterior a importância e as vantagens que o gesticularpoderá trazer a uma comunicação. Da mesma forma que a linguagemcorporal pode facilitar uma comunicação, poderá também dificultá-laquando mal interpretada.Para que os movimentos corporais nos facilitem a comunicação devemos teratenção os seguintes pontos: A postura deve ser ligeiramente inclinada para o interlocutor, favorecendo assim, a escuta e a empatia; As mãos devem ser visíveis ao interlocutor; Quando fala, o sujeito deve elevar ligeiramente as mãos, de modo a clarificar aquilo que está a dizer; Os gestos devem ser redondos e suaves; Ao comunicar o interlocutor deve evitar: Uma postura rígida; Braços cruzados; Mãos na cintura; Mãos nos bolsos; Mãos atrás das costas; Gestos agressivos; Apontar o dedo; Todos os pontos referidos anteriormente impedem uma interacção aberta e favorável à comunicação.Falar uma linguagem que não é entendida pelo interlocutor é uma barreira nacomunicação, bastante difícil de ultrapassar. Os factos dos interlocutores nãopartilharem a mesma linguagem, gere imensas dificuldades. Se estes nãoutilizam o mesmo código, dificilmente se compreenderão. Neste caso, amelhor forma de ultrapassar esta barreira será empregarem um códigocomum aos interlocutores para que estes entendam a mensagem a transmitir.. As barreiras internas podem ser objectivas e subjectivas Barreiras típicas (a nível da construção, adaptação, envio, interpretação da mensagem.
  4. 4. Processamento interno da informaçãoO conceito de informação deriva do latim e significa um processo decomunicação ou algo relacionado com comunicação (Zhang, 1988), mas narealidade existem muitas e variadas definições de informação, cada uma maiscomplexa que outra. Podemos também dizer que Informação é um processoque visa o conhecimento, ou, mais simplesmente, Informação é tudo o quereduz a incerteza... Um instrumento de compreensão do mundo e da acçãosobre ele" (Zorrinho, 1995).A informação tornou-se uma necessidade crescente para qualquer sector daactividade humana e é-lhe indispensável mesmo que a sua procura não sejaordenada ou sistemática, mas resultante apenas de decisões casuísticas e/ouintuitivas.Uma empresa em actividade é, por natureza, um sistema aberto e interactivosuportado por uma rede de processos articulados, onde os canais decomunicação existentes dentro da empresa e entre esta e o seu meioenvolvente são irrigados por informação.Actualmente as empresas estão rodeadas de um meio envolvente bastanteturbulento com características diferentes das habituais e os gestoresapercebem-se de que, em alguns casos, a mudança é a única constante. JáHeraclito dizia não há nada mais permanente do que a mudança” e Drucker(1993a) “desde que me lembro, o mundo dos gestores têm sido turbulentas,certamente até muito turbulento, mas nunca como nos últimos anos, ou comoserá nos mais próximos."Por conseguinte, o turbilhão de acontecimentos externos obriga asorganizações a enfrentar novas situações, resultado de mudanças nasenvolventes do negócio e que constituem ameaças e/ou oportunidades paraas empresas, fazendo com que tomar decisões hoje, exija a qualquerempresário ou gestor estar bem informado e conhecer o mundo que orodeia1. O aumento da intensidade da concorrência e da complexidade domeio ambiente fazem sentir, no mundo empresarial, a necessidade de obtermelhores recursos do que os dos seus concorrentes e de optimizar a suautilização.O aumento do comércio internacional, fruto da crescente interligação entrenações, a expansão do investimento no exterior e a tendência dahomogeneização dos padrões de consumo fazem com que o mundo sejaencarado como um só mercado, em que as empresas têm de conviver com acompetição internacional dentro dos seus mercados e ao mesmo tempotentarem penetrar nos mercados externos por formas a aproveitar as novasoportunidades de negócio.Assim, a empresa ao actuar num mundo global2 está em estado de"necessidade de informação" permanente, a vários níveis, pelo que ainformação constitui o suporte de uma organização e é um elemento
  5. 5. essencial e indispensável â sua existência. A aceitação deste papel, pelosdirigentes de uma organização, pode ser um factor peremptório para seatingir uma situação de excelência: quem dispõe de informação de boaqualidade, fidedigna, em quantidade adequada e no momento certo,adquire vantagens competitivas mas a falta de informação dá os erros e áperda de oportunidades.A informação tornou-se tão importante que Drucker (1993 ah) defende oprimado da informação como a base e a razão para um novo tipo de gestão,em que a curto prazo se perspectiva a troca do binómio capital/trabalho pelobinómio informação/conhecimento como factores determinantes no sucessoempresarial. Caminha-se para a sociedade do saber onde o valor dainformação tende a suplantar a importância do capital. A informação e oconhecimento são a chave da produtividade e da competitividade.A gestão moderna exige que a tomada de decisão seja feita com o máximode informação.O conhecimento adquirido pelo savoir faire deixa de ser suficiente, uma vezque o meio ambiente empresarial onde as empresas operam apresentacaracterísticas diferentes daquelas a que estavam habituados e é bastanteturbulento. Se em ambientes mais estáveis a informação assumia o papel deredutora de incerteza, cada vez mais a actualização se apresenta como umfactor crítico de sucesso.Da observação deste cenário, somos levados a afirmar que todas as empresasdeverão fazer uma reestruturação organizacional em torno da informação. Talcomo acontece num jogo de uma modalidade desportiva, em que só há umprimeiro lugar para o mais forte, apesar de todos os concorrentes terem aoportunidade de o poder ocupar, no mundo do negócio só é possível auferirdessas oportunidades, saindo vitorioso, se houver uma conjugação coerentede tempo, perícia e esforços que garantam uma selecção de informaçãoadequada e uma optimização da sua utilização. É aqui que deve ter lugar agestão de tecnologias de informação, consideradas como uma nova eimportante fonte de vantagem competitiva.Trabalho realizado por:Inês Soares nº1Jorge Dias nº5João Pedro nº49º7

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