SlideShare uma empresa Scribd logo

Dermatite atópica canina + Relatório de Estágio Pré-Profissional

TCC apresentado para o curso Bacharelado em Medicina Veterinária (PUCPR - 2012). Tema: Dermatite Atópica Canina - Revisão

Dermatite atópica canina + Relatório de Estágio Pré-Profissional

1 de 40
Baixar para ler offline
DERMATITE ATÓPICA
CANINA - REVISÃO
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ – PUCPR
ESCOLA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E MEDICINA VETERINÁRIA
CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA
JOÃO PAULO LUNARDELLI
Graduando Med. Veterinária PUCPR (10º Per.)
Orientador: Prof. Dr. Marconi Rodrigues de Farias
São José dos Pinhais – PR
Novembro/2012
 A DAC é uma doença de pele inflamatória,
crônica, pruriginosa, de ordem genética.
 Produção em excesso de IgE, mais comumente
dirigidos contra alérgenos ambientais.
 Agravada por numerosos fatores extrínsecos.
(FARIAS, 2007; OLIVRY et al., 2010).
INTRODUÇÃO
 A DAC é uma doença de pele inflamatória,
crônica, pruriginosa, de ordem genética.
 Produção em excesso de IgE, mais comumente
dirigidos contra alérgenos ambientais.
 Agravada por numerosos fatores extrínsecos.
INTRODUÇÃO
 OBJETIVO:
“Revisar os aspectos relevantes da DAC,
abordando seu conceito, epidemiologia,
etiopatogenia e diagnóstico, para se
estabelecer um protocolo mais eficaz de
tratamento da doença, garantindo uma
melhora na qualidade de vida do paciente
(e proprietário)”.
 OBJETIVO:
“Revisar os aspectos relevantes da DAC,
abordando seu conceito, epidemiologia,
etiopatogenia e diagnóstico, para se
estabelecer um protocolo mais eficaz de
tratamento da doença, garantindo uma
melhora na qualidade de vida do paciente
(e proprietário)”.
EPIDEMIOLOGIA
 ~15% dos cães (subestimativa).
 2º distúrbio alérgico cutâneo
mais comum.
 Faixa etária.
 Sem predisposição por gênero.
 ~15% dos cães (subestimativa).
 2º distúrbio alérgico cutâneo
mais comum.
 Faixa etária.
 Sem predisposição por gênero.
(SCOTT, MILLER e GRIFFIN, 2001; HILLIER, 2002; FARIAS, 2007; ZANON et al., 2008; OLIVRY et al., 2010).
EPIDEMIOLOGIA
 Predisposição Racial:
(FARIAS, 2007).
Pode acometer
qualquer
animal de
hábito
interdomiciliar!
ETIOPATOGENIA
1. Pele atópica = Pouco ceramídeo (prob. genético);
Pele Normal Pele Atópica
Fonte: adaptado de: FARIAS, 2010.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandoraCistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandoraCarolina Trochmann
 
Aula Digestivo 2 2010 1
Aula Digestivo 2 2010 1Aula Digestivo 2 2010 1
Aula Digestivo 2 2010 1UFPEL
 
Aula de Dermatopatologia
Aula de DermatopatologiaAula de Dermatopatologia
Aula de DermatopatologiaRaimundo Tostes
 
9 fundamentos-de-terapeutica-veterinaria
9 fundamentos-de-terapeutica-veterinaria9 fundamentos-de-terapeutica-veterinaria
9 fundamentos-de-terapeutica-veterinariaJesusCo1908
 
Como atender um gato sem ser atacado
Como atender um gato sem ser atacadoComo atender um gato sem ser atacado
Como atender um gato sem ser atacadoCarolina Trochmann
 
FeLV - atualizações baseadas no consenso AAFP 2020
FeLV - atualizações baseadas no consenso AAFP 2020FeLV - atualizações baseadas no consenso AAFP 2020
FeLV - atualizações baseadas no consenso AAFP 2020Carolina Trochmann
 
Aula 2 neonatologia pediatria e geriatria
Aula 2 neonatologia pediatria e geriatriaAula 2 neonatologia pediatria e geriatria
Aula 2 neonatologia pediatria e geriatriaReginaReiniger
 
Anatomia topográfica acessos - abdome 1
Anatomia topográfica   acessos - abdome 1Anatomia topográfica   acessos - abdome 1
Anatomia topográfica acessos - abdome 1Vivian Leao
 
Peritonite Infecciosa Felina PIF
Peritonite Infecciosa Felina PIF Peritonite Infecciosa Felina PIF
Peritonite Infecciosa Felina PIF Carolina Trochmann
 
Apresentação Relatório Estágio Exóticos
Apresentação Relatório Estágio ExóticosApresentação Relatório Estágio Exóticos
Apresentação Relatório Estágio ExóticosLisa Costa
 
Programa Nacional de sanidade dos suídeos
Programa Nacional de sanidade dos suídeosPrograma Nacional de sanidade dos suídeos
Programa Nacional de sanidade dos suídeosMarília Gomes
 
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas finalFatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas finalInstituto Qualittas de Pós Graduação
 

Mais procurados (20)

Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandoraCistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
 
Aula Digestivo 2 2010 1
Aula Digestivo 2 2010 1Aula Digestivo 2 2010 1
Aula Digestivo 2 2010 1
 
Introdução a-semiologia-ii
Introdução a-semiologia-iiIntrodução a-semiologia-ii
Introdução a-semiologia-ii
 
Aula de Dermatopatologia
Aula de DermatopatologiaAula de Dermatopatologia
Aula de Dermatopatologia
 
Caso clínico
Caso clínicoCaso clínico
Caso clínico
 
9 fundamentos-de-terapeutica-veterinaria
9 fundamentos-de-terapeutica-veterinaria9 fundamentos-de-terapeutica-veterinaria
9 fundamentos-de-terapeutica-veterinaria
 
Doenças Dermatológicas Associadas A Distúrbios Endócrinos
Doenças Dermatológicas Associadas A Distúrbios EndócrinosDoenças Dermatológicas Associadas A Distúrbios Endócrinos
Doenças Dermatológicas Associadas A Distúrbios Endócrinos
 
Como atender um gato sem ser atacado
Como atender um gato sem ser atacadoComo atender um gato sem ser atacado
Como atender um gato sem ser atacado
 
Nematelmintos equinos 2021
Nematelmintos equinos 2021Nematelmintos equinos 2021
Nematelmintos equinos 2021
 
FIV e FeLV
FIV e FeLVFIV e FeLV
FIV e FeLV
 
FeLV - atualizações baseadas no consenso AAFP 2020
FeLV - atualizações baseadas no consenso AAFP 2020FeLV - atualizações baseadas no consenso AAFP 2020
FeLV - atualizações baseadas no consenso AAFP 2020
 
Aula 2 neonatologia pediatria e geriatria
Aula 2 neonatologia pediatria e geriatriaAula 2 neonatologia pediatria e geriatria
Aula 2 neonatologia pediatria e geriatria
 
Caso clínico
Caso clínicoCaso clínico
Caso clínico
 
Anatomia topográfica acessos - abdome 1
Anatomia topográfica   acessos - abdome 1Anatomia topográfica   acessos - abdome 1
Anatomia topográfica acessos - abdome 1
 
Peritonite Infecciosa Felina PIF
Peritonite Infecciosa Felina PIF Peritonite Infecciosa Felina PIF
Peritonite Infecciosa Felina PIF
 
ANATOMIA CANINA
ANATOMIA CANINAANATOMIA CANINA
ANATOMIA CANINA
 
Apresentação Relatório Estágio Exóticos
Apresentação Relatório Estágio ExóticosApresentação Relatório Estágio Exóticos
Apresentação Relatório Estágio Exóticos
 
Programa Nacional de sanidade dos suídeos
Programa Nacional de sanidade dos suídeosPrograma Nacional de sanidade dos suídeos
Programa Nacional de sanidade dos suídeos
 
Exame fisico geral
Exame fisico geralExame fisico geral
Exame fisico geral
 
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas finalFatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
Fatores prognósticos e preditivos em neoplasias mamárias caninas e felinas final
 

Destaque (9)

Medicina veterinaria
Medicina veterinariaMedicina veterinaria
Medicina veterinaria
 
Dentição canina e felina
Dentição canina e felinaDentição canina e felina
Dentição canina e felina
 
Dermatite atópica 1 A
Dermatite atópica  1 ADermatite atópica  1 A
Dermatite atópica 1 A
 
Hipersensibilidade Tipo I na Veterinária
Hipersensibilidade Tipo I na VeterináriaHipersensibilidade Tipo I na Veterinária
Hipersensibilidade Tipo I na Veterinária
 
Dermatite Atopica
Dermatite AtopicaDermatite Atopica
Dermatite Atopica
 
Dermatite atopica
Dermatite atopicaDermatite atopica
Dermatite atopica
 
5 DoençAs Hipersensibilidade
5 DoençAs Hipersensibilidade5 DoençAs Hipersensibilidade
5 DoençAs Hipersensibilidade
 
Biologia e controle de serpentes peçonhentas
Biologia e controle de serpentes peçonhentasBiologia e controle de serpentes peçonhentas
Biologia e controle de serpentes peçonhentas
 
Pulgas em cães e gatos
Pulgas em cães e gatosPulgas em cães e gatos
Pulgas em cães e gatos
 

Semelhante a Dermatite atópica canina + Relatório de Estágio Pré-Profissional

01 05-2013 11-56-vet 1442_3077 ld
01 05-2013 11-56-vet 1442_3077 ld01 05-2013 11-56-vet 1442_3077 ld
01 05-2013 11-56-vet 1442_3077 ldJanairasa007
 
Colecao atualizacao em parasitologia - v1 n6-2011
Colecao   atualizacao em parasitologia - v1 n6-2011Colecao   atualizacao em parasitologia - v1 n6-2011
Colecao atualizacao em parasitologia - v1 n6-2011König Brasil
 
Artropodes capturados em ambiente hospitalar rj,br
Artropodes capturados em ambiente hospitalar   rj,brArtropodes capturados em ambiente hospitalar   rj,br
Artropodes capturados em ambiente hospitalar rj,brSid Siqueira
 
Colecao atualizacao em parasitologia- v1 n4-2011
Colecao   atualizacao em parasitologia- v1 n4-2011Colecao   atualizacao em parasitologia- v1 n4-2011
Colecao atualizacao em parasitologia- v1 n4-2011König Brasil
 
Esporotricose zoonótica procedimentos de biossegurança
Esporotricose zoonótica procedimentos de biossegurançaEsporotricose zoonótica procedimentos de biossegurança
Esporotricose zoonótica procedimentos de biossegurançaGrasiene Meneses
 
Zoonose ocupacional em abatedouro
Zoonose ocupacional em abatedouroZoonose ocupacional em abatedouro
Zoonose ocupacional em abatedourosilviafvillasboas
 
Colecao atualizacao em parasitologia - v1 n5-2011
Colecao   atualizacao em parasitologia - v1 n5-2011Colecao   atualizacao em parasitologia - v1 n5-2011
Colecao atualizacao em parasitologia - v1 n5-2011König Brasil
 
ISC V - ITPAC PORTO
ISC V - ITPAC PORTOISC V - ITPAC PORTO
ISC V - ITPAC PORTOITPAC PORTO
 
Modelos animais como modelos pré-clínicos - ênfase em Virologia.
Modelos animais como modelos pré-clínicos - ênfase em Virologia. Modelos animais como modelos pré-clínicos - ênfase em Virologia.
Modelos animais como modelos pré-clínicos - ênfase em Virologia. Wilia Diederichsen
 
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseGuia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseLeishmaniose Canina
 
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseGuia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseLeishmaniose Canina
 
Endoparasitoses caes monte negro 2006
Endoparasitoses caes monte negro 2006Endoparasitoses caes monte negro 2006
Endoparasitoses caes monte negro 2006davibeber
 
Apresentação TCC - Penfigoide Mucoso: Relato de casos com destauqe para o tra...
Apresentação TCC - Penfigoide Mucoso: Relato de casos com destauqe para o tra...Apresentação TCC - Penfigoide Mucoso: Relato de casos com destauqe para o tra...
Apresentação TCC - Penfigoide Mucoso: Relato de casos com destauqe para o tra...Nadia Morais Tonussi
 
Febre maculosa jun 2013 ses rj
Febre maculosa jun 2013 ses rjFebre maculosa jun 2013 ses rj
Febre maculosa jun 2013 ses rjHosana maniero
 

Semelhante a Dermatite atópica canina + Relatório de Estágio Pré-Profissional (20)

Pitiose
PitiosePitiose
Pitiose
 
01 05-2013 11-56-vet 1442_3077 ld
01 05-2013 11-56-vet 1442_3077 ld01 05-2013 11-56-vet 1442_3077 ld
01 05-2013 11-56-vet 1442_3077 ld
 
Biologia Celular.pptx
Biologia Celular.pptxBiologia Celular.pptx
Biologia Celular.pptx
 
Estudo de Caso: Escabiose
Estudo de Caso: EscabioseEstudo de Caso: Escabiose
Estudo de Caso: Escabiose
 
Colecao atualizacao em parasitologia - v1 n6-2011
Colecao   atualizacao em parasitologia - v1 n6-2011Colecao   atualizacao em parasitologia - v1 n6-2011
Colecao atualizacao em parasitologia - v1 n6-2011
 
Artropodes capturados em ambiente hospitalar rj,br
Artropodes capturados em ambiente hospitalar   rj,brArtropodes capturados em ambiente hospitalar   rj,br
Artropodes capturados em ambiente hospitalar rj,br
 
Colecao atualizacao em parasitologia- v1 n4-2011
Colecao   atualizacao em parasitologia- v1 n4-2011Colecao   atualizacao em parasitologia- v1 n4-2011
Colecao atualizacao em parasitologia- v1 n4-2011
 
Esporotricose zoonótica procedimentos de biossegurança
Esporotricose zoonótica procedimentos de biossegurançaEsporotricose zoonótica procedimentos de biossegurança
Esporotricose zoonótica procedimentos de biossegurança
 
Zoonose ocupacional em abatedouro
Zoonose ocupacional em abatedouroZoonose ocupacional em abatedouro
Zoonose ocupacional em abatedouro
 
Colecao atualizacao em parasitologia - v1 n5-2011
Colecao   atualizacao em parasitologia - v1 n5-2011Colecao   atualizacao em parasitologia - v1 n5-2011
Colecao atualizacao em parasitologia - v1 n5-2011
 
Aula 06
Aula 06Aula 06
Aula 06
 
ISC V - ITPAC PORTO
ISC V - ITPAC PORTOISC V - ITPAC PORTO
ISC V - ITPAC PORTO
 
Modelos animais como modelos pré-clínicos - ênfase em Virologia.
Modelos animais como modelos pré-clínicos - ênfase em Virologia. Modelos animais como modelos pré-clínicos - ênfase em Virologia.
Modelos animais como modelos pré-clínicos - ênfase em Virologia.
 
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseGuia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
 
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseGuia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
 
Endoparasitoses caes monte negro 2006
Endoparasitoses caes monte negro 2006Endoparasitoses caes monte negro 2006
Endoparasitoses caes monte negro 2006
 
Anaplasmose
Anaplasmose Anaplasmose
Anaplasmose
 
Apresentação TCC - Penfigoide Mucoso: Relato de casos com destauqe para o tra...
Apresentação TCC - Penfigoide Mucoso: Relato de casos com destauqe para o tra...Apresentação TCC - Penfigoide Mucoso: Relato de casos com destauqe para o tra...
Apresentação TCC - Penfigoide Mucoso: Relato de casos com destauqe para o tra...
 
Parte_1_ImunologiaBásica_ Relação_Parasito-Hospedeiro_[Profª.Zilka]
Parte_1_ImunologiaBásica_ Relação_Parasito-Hospedeiro_[Profª.Zilka]Parte_1_ImunologiaBásica_ Relação_Parasito-Hospedeiro_[Profª.Zilka]
Parte_1_ImunologiaBásica_ Relação_Parasito-Hospedeiro_[Profª.Zilka]
 
Febre maculosa jun 2013 ses rj
Febre maculosa jun 2013 ses rjFebre maculosa jun 2013 ses rj
Febre maculosa jun 2013 ses rj
 

Último

Relatório Ação Saberes Indígenas na Escola - Grupo de Pesquisa Unã Baina
Relatório Ação Saberes Indígenas na Escola - Grupo de Pesquisa Unã BainaRelatório Ação Saberes Indígenas na Escola - Grupo de Pesquisa Unã Baina
Relatório Ação Saberes Indígenas na Escola - Grupo de Pesquisa Unã Bainaifacasie
 
Cosmologia Modelo Matemático do Universo 5.pdf
Cosmologia Modelo Matemático do Universo 5.pdfCosmologia Modelo Matemático do Universo 5.pdf
Cosmologia Modelo Matemático do Universo 5.pdfalexandrerodriguespk
 
Apresentação Aula Usabilidade Web Jogos e Apps
Apresentação Aula Usabilidade Web Jogos e AppsApresentação Aula Usabilidade Web Jogos e Apps
Apresentação Aula Usabilidade Web Jogos e AppsAlexandre Oliveira
 
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO/PROJETO DE EXTENSÃO I - CIÊNCIAS CONTÁBEIS
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO/PROJETO DE EXTENSÃO I - CIÊNCIAS CONTÁBEISCIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO/PROJETO DE EXTENSÃO I - CIÊNCIAS CONTÁBEIS
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO/PROJETO DE EXTENSÃO I - CIÊNCIAS CONTÁBEISColaborar Educacional
 
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIACOMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIAHisrelBlog
 
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdfIntrodução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdfssuser2af87a
 
PLANEJAMENTO ANUAL LINGUA ESPANHOLA 2024 3 ANOS PRONTO.docx
PLANEJAMENTO ANUAL LINGUA ESPANHOLA 2024 3 ANOS PRONTO.docxPLANEJAMENTO ANUAL LINGUA ESPANHOLA 2024 3 ANOS PRONTO.docx
PLANEJAMENTO ANUAL LINGUA ESPANHOLA 2024 3 ANOS PRONTO.docxfran50171
 
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...manoelaarmani
 
TEMPLATE relatório de praticas por aluno.pptx
TEMPLATE relatório de praticas por aluno.pptxTEMPLATE relatório de praticas por aluno.pptx
TEMPLATE relatório de praticas por aluno.pptxAssisTeixeira2
 
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...azulassessoriaacadem3
 
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...manoelaarmani
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxPROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxssuser86fd77
 
004820000101011 (15).pdffdfdfdddddddddddddddddddddddddddddddddddd
004820000101011 (15).pdffdfdfdddddddddddddddddddddddddddddddddddd004820000101011 (15).pdffdfdfdddddddddddddddddddddddddddddddddddd
004820000101011 (15).pdffdfdfddddddddddddddddddddddddddddddddddddRenandantas16
 
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024excellenceeducaciona
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfkeiciany
 
Quiz | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Quiz | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaQuiz | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Quiz | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaCentro Jacques Delors
 
CURRICULO ed integral.pdf
CURRICULO ed integral.pdfCURRICULO ed integral.pdf
CURRICULO ed integral.pdfdaniele690933
 
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOLUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOxogilo3990
 
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdfkelvindasilvadiasw
 
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...manoelaarmani
 

Último (20)

Relatório Ação Saberes Indígenas na Escola - Grupo de Pesquisa Unã Baina
Relatório Ação Saberes Indígenas na Escola - Grupo de Pesquisa Unã BainaRelatório Ação Saberes Indígenas na Escola - Grupo de Pesquisa Unã Baina
Relatório Ação Saberes Indígenas na Escola - Grupo de Pesquisa Unã Baina
 
Cosmologia Modelo Matemático do Universo 5.pdf
Cosmologia Modelo Matemático do Universo 5.pdfCosmologia Modelo Matemático do Universo 5.pdf
Cosmologia Modelo Matemático do Universo 5.pdf
 
Apresentação Aula Usabilidade Web Jogos e Apps
Apresentação Aula Usabilidade Web Jogos e AppsApresentação Aula Usabilidade Web Jogos e Apps
Apresentação Aula Usabilidade Web Jogos e Apps
 
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO/PROJETO DE EXTENSÃO I - CIÊNCIAS CONTÁBEIS
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO/PROJETO DE EXTENSÃO I - CIÊNCIAS CONTÁBEISCIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO/PROJETO DE EXTENSÃO I - CIÊNCIAS CONTÁBEIS
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - BACHARELADO/PROJETO DE EXTENSÃO I - CIÊNCIAS CONTÁBEIS
 
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIACOMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
 
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdfIntrodução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
Introdução à teoria do cinema - Robert Stam.pdf
 
PLANEJAMENTO ANUAL LINGUA ESPANHOLA 2024 3 ANOS PRONTO.docx
PLANEJAMENTO ANUAL LINGUA ESPANHOLA 2024 3 ANOS PRONTO.docxPLANEJAMENTO ANUAL LINGUA ESPANHOLA 2024 3 ANOS PRONTO.docx
PLANEJAMENTO ANUAL LINGUA ESPANHOLA 2024 3 ANOS PRONTO.docx
 
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
 
TEMPLATE relatório de praticas por aluno.pptx
TEMPLATE relatório de praticas por aluno.pptxTEMPLATE relatório de praticas por aluno.pptx
TEMPLATE relatório de praticas por aluno.pptx
 
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
 
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxPROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
 
004820000101011 (15).pdffdfdfdddddddddddddddddddddddddddddddddddd
004820000101011 (15).pdffdfdfdddddddddddddddddddddddddddddddddddd004820000101011 (15).pdffdfdfdddddddddddddddddddddddddddddddddddd
004820000101011 (15).pdffdfdfdddddddddddddddddddddddddddddddddddd
 
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 9º ANO.pdf
 
Quiz | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Quiz | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaQuiz | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Quiz | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
 
CURRICULO ed integral.pdf
CURRICULO ed integral.pdfCURRICULO ed integral.pdf
CURRICULO ed integral.pdf
 
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGOLUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
LUSSOCARS TRABAJO PARA LA CLASE QUE TENGO
 
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
 
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
Desafie-se Como Estabelecer Metas de Fitness Realistas e Alcançáveis em Casa ...
 

Dermatite atópica canina + Relatório de Estágio Pré-Profissional

  • 1. DERMATITE ATÓPICA CANINA - REVISÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ – PUCPR ESCOLA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E MEDICINA VETERINÁRIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA JOÃO PAULO LUNARDELLI Graduando Med. Veterinária PUCPR (10º Per.) Orientador: Prof. Dr. Marconi Rodrigues de Farias São José dos Pinhais – PR Novembro/2012
  • 2.  A DAC é uma doença de pele inflamatória, crônica, pruriginosa, de ordem genética.  Produção em excesso de IgE, mais comumente dirigidos contra alérgenos ambientais.  Agravada por numerosos fatores extrínsecos. (FARIAS, 2007; OLIVRY et al., 2010). INTRODUÇÃO  A DAC é uma doença de pele inflamatória, crônica, pruriginosa, de ordem genética.  Produção em excesso de IgE, mais comumente dirigidos contra alérgenos ambientais.  Agravada por numerosos fatores extrínsecos.
  • 3. INTRODUÇÃO  OBJETIVO: “Revisar os aspectos relevantes da DAC, abordando seu conceito, epidemiologia, etiopatogenia e diagnóstico, para se estabelecer um protocolo mais eficaz de tratamento da doença, garantindo uma melhora na qualidade de vida do paciente (e proprietário)”.  OBJETIVO: “Revisar os aspectos relevantes da DAC, abordando seu conceito, epidemiologia, etiopatogenia e diagnóstico, para se estabelecer um protocolo mais eficaz de tratamento da doença, garantindo uma melhora na qualidade de vida do paciente (e proprietário)”.
  • 4. EPIDEMIOLOGIA  ~15% dos cães (subestimativa).  2º distúrbio alérgico cutâneo mais comum.  Faixa etária.  Sem predisposição por gênero.  ~15% dos cães (subestimativa).  2º distúrbio alérgico cutâneo mais comum.  Faixa etária.  Sem predisposição por gênero. (SCOTT, MILLER e GRIFFIN, 2001; HILLIER, 2002; FARIAS, 2007; ZANON et al., 2008; OLIVRY et al., 2010).
  • 5. EPIDEMIOLOGIA  Predisposição Racial: (FARIAS, 2007). Pode acometer qualquer animal de hábito interdomiciliar!
  • 6. ETIOPATOGENIA 1. Pele atópica = Pouco ceramídeo (prob. genético); Pele Normal Pele Atópica Fonte: adaptado de: FARIAS, 2010.
  • 7. ETIOPATOGENIA 2. Perda de água e desidratação células locais = Falha na barreira da pele; H2 O H2 O H2 O Fonte: adaptado de: FARIAS, 2010.
  • 8. ETIOPATOGENIA 3. Porta aberta para fatores irritantes, alérgenos ambientais e fatores perpetuantes; Fonte: adaptado de: FARIAS, 2010.
  • 10. Linfócito T Linfócito B Plasmócito IgE TH 2 (IL4, IL5 e IL13) Prurido Macrófagos Mastócitos “Armados” Fonte: adaptado de: FARIAS, 2010.
  • 21. DIAGNÓSTICO Favrot:  Aparecimento dos sinais antes dos três anos de idade;  Cão que vive maior parte do tempo dentro de casa;  Prurido responsivo a corticoterapia;  Prurido como primeiro sinal, depois lesões associadas;  Extremidades dos membros anteriores afetadas;  Pavilhões auriculares afetados;  Margens auriculares não afetadas;  Área dorso-lombar não afetada. (FAVROT et al., 2010). Favrot:  Aparecimento dos sinais antes dos três anos de idade;  Cão que vive maior parte do tempo dentro de casa;  Prurido responsivo a corticoterapia;  Prurido como primeiro sinal, depois lesões associadas;  Extremidades dos membros anteriores afetadas;  Pavilhões auriculares afetados;  Margens auriculares não afetadas;  Área dorso-lombar não afetada.
  • 22. Aeroalérgenos, irritantes, Toxínas microbianas Aeroalérgenos, irritantes, Toxínas microbianas TRATAMENTO Fonte: adaptado de: FARIAS, 2010.
  • 23. TRATAMENTO  Antihistamínicos;  Glicocorticóides;  Imunomoduladores; (FARIAS, 2007; OLIVRY et al., 2010).
  • 24. TRATAMENTO Fonte: FARIAS, 2010.Fonte: FARIAS, 2012 (Dermatovet). (FARIAS, 2007).  Imunoterapia alérgeno-específica. Fonte: SILVA, 2010.
  • 25. PROGNÓSTICO Fonte: FARIAS, 2010.  Mediante um tratamento adequado... ... o prognóstico é favorável para manutenção de uma pele saudável, hidratada, livre de infecções e menos reativa. ... o prognóstico é favorável para manutenção de uma pele saudável, hidratada, livre de infecções e menos reativa.
  • 26. CONCLUSÃO  Fatores genéticos x Fatores ambientais = DAC.  Conhecimento etipoatogenia multifatorial = sucesso no diagnóstico e tratamento da DAC.  Tratamento DAC:  Crises – Glicocorticóides;  Manutenção – Ciclosporina;  Indução de tolerância – Imunoterapia. Qualidade de Vida do paciente e proprietário! Qualidade de Vida do paciente e proprietário!
  • 27. REFERÊNCIAS FARIAS, M. R. de. Dermatite atópica canina: da fisiopatologia ao tratamento. Clínica Veterinária, n. 69, p. 48-62, jul./ago. 2007. FARIAS, M. R. de. Síndrome dermatite atópica canina: consenso. Disponível em: <WWW.anclivepa- rs.com.br/palestras/conbravet/Sindrome_Dermatite_Atopica_Canina_consenso.pdf>. 2010. Acesso em: 16 set. 2012. FARIAS, M. R. de.. Estágio na Dermatovet (sob supervisão do Profº MSc Marconi Rodrigues de Farias). Sita rua Carmelo Rangel, 85 – Batel Curitiba – PR, 03 a 28 set. 2012. FAVROT, C. et al.. A prospective study on the clinical features of chronic canine atopic dermatitis and is diagnosis. Veterinary Dermatology, v. 21, p. 23-31, 2010. HILLIER, A.. Definitively diagnosing atopic dermatitis in dogs. Veterinary Medicine, v. 97, n. 3, p. 198-208, 2002. NAGELSTEIN, A. F.. Patogenia da dermatite atópica em cães: uma revisão de literatura. Dourados: UNIGRAN, 2010. 38 p. OLIVRY, T.. Management of the pruritic dog. Clinician´s brief magazine, v. 7, n. 4, p. 6, april 2009. OLIVRY, T. et al.. Treatment of canine atopic dermatitis: 2010 clinical practice guidelines from the International Task Force on Canine Atopic Dermatitis. Veterinary Dermatology, v. 21, n. 3, p.233- 248, 2010.
  • 28. REFERÊNCIAS PATEL, A.; FORSYTHE, P.. Saunders solutions in veterinary practice - small animal dermatology. New York: Elsevier Saunders, 2008. 379 p. PRÈLAUD, P. et al.. Reevaluation of diagnostic criteria of canine atopic dermatites. Revue Médecine Vetérinaire, v. 149, p. 1057-1064, 1998. SCHMIDT, V.. Logical approach to diagnosis of canine atopic dermatitis. In Livro de resumos do 19º Congresso Nacional da APMVEAC, Lisboa, 21-23 May 2010. SCOTT, D. W. ; MILLER, W. H. Jr. ; GRIFFIN, G. E.. Small animal dermatology. 6. ed., Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2001. 1528 p. SILVA, C. T. C. B. da. Imunoterapia específica para alergénios como terapêutica da dermatite atópica canina – situação actual de conhecimentos dos médicos veterinários e dos proprietários. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa – Faculdade de Medicina Veterinária, 2010. 141 p. WILLEMSE, T.. Atopic skin disease: a review and a reconsideration of diagnostic criteria. Journal Animal Practice, v. 27, p. 771-778, 1986. ZANON, J. P. et al.. Dermatite atópica canina. Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 29, n. 4, p. 905-920, out./dez. 2008.
  • 31. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS  Clínica cirúrgica:  Monitoração de pacientes no pré e pós-cirúrgico;  Participação nas cirurgias (instrumentador/auxiliar/ cirurgião);  Colheita/encaminhamento de biópsia/peças cirúrgicas para histopatológico;  Elaboração de relatórios cirúrgicos, receitas e outros;  Liberação de pacientes (alta médica);  Entre outras atividades.
  • 32. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS  Clínica médica:  Monitoração de pacientes no internamento/isolamento;  Anamnese e exame clínico nas consultas;  Colheita/encaminhamento de materiais biológicos para exames laboratoriais;  Acompanhamento na realização de exames imaginológicos;  Elaboração de fichas clínicas, receitas e outros;  Liberação de pacientes (alta médica);  Participação de reuniões clínicas e seminários;  Entre outras atividades.
  • 34. o Total de 188 animais: o163 cães (87%) o25 gatos (13%) Fonte: o autor, 2012.
  • 36. Fonte: o autor, 2012. 1º Dermatologia (~32%); 2º Ortopedia (~9,5%); 3º Oncologia (~7,5%).
  • 37. PRÓS  Infraestrutura.  Equipe de trabalho.  Grande nível de aprendizado.
  • 38. PROBLEMAS E DIFICULDADES  Falta de experiência própria em algumas atividades.  Ponto de melhoria: aumentar nº de residentes em clínica médica.
  • 39. CONCLUSÃO  Estágio muito proveitoso.  Grande aprendizado.  Conhecer novas pessoas. Fonte:oautor,2012.
  • 40. Obrigado!Obrigado!Obrigado! Fonte:oautor,2012. “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Filipenses cap.4 vers.13).