O Populismo - Prof. Medeiros

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O Populismo - Prof Medeiros - História do Brasil
República Populista - Conceito de Populismo
Dutra - Vargas - JK - Jânio Quadros - Jango
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O Populismo - Prof. Medeiros

  1. 1. www.historiasdomedeiros.blogspot.com
  2. 2. www.historiasdomedeiros.blogspot.com
  3. 3. O Populismo O Populismo foi um fenômeno da América Latina, característico de um mundo pós Segunda Guerra Mundial, momento que exigia-se democratização. No Brasil ocorreu durante a crise do sistema agroexportador e, por consequência, da dominação oligárquica da época. Um estilo de governo paternalista e ao mesmo tempo autoritário, no qual o clientelismo das massas se mostrou fundamental para a manutenção deste tipo de Estado.
  4. 4. O Populismo ... é uma forma de governar em que o governante utiliza de vários recursos para obter apoio popular. O populista utiliza uma linguagem simples e popular, usa e abusa da propaganda pessoal, afirma não ser igual aos outros políticos, toma medidas autoritárias, não respeita os partidos políticos e instituições democráticas, diz que é capaz de resolver todos os problemas e possui um comportamento bem carismático. É muito comum encontrarmos governos populistas em países com grandes diferenças sociais e presença de pobreza e miséria. http://www.jornallivre.com.br/52850/populismo-revolucao-politeismo.html
  5. 5. O Decálogo do Populismo Iberoamericano por Enrique Krauze 1 - O populismo exalta o líder carismático. 2 - O populista não só usa e abusa da palavra: se apodera dela. 3 - O populismo fabrica a verdade. 4 - O populista utiliza de modo discricional dos fundos públicos. 5 - O populista reparte diretamente a riqueza. 6 - O populista incentiva o ódio de classes. 7 - O populista mobiliza constantemente os grupos sociais: apela, organiza, engrandece as massas. 8 - O populismo fustiga por sistema o "inimigo exterior". 9 - O populismo deprecia a ordem legal. 10 - O populismo mina, domina e, em última instância, do- mestica ou cancela as instituições da democracia liberal. Adaptado de http://elpais.com/diario/2005/10/14/opinion/1129240807_850215.html
  6. 6. Juan Domingo Perón e Evita Perón
  7. 7. “Depois decretada a maxidesvalori- zação da moeda, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, colocou o Exército nas ruas para fiscalizar eventuais remarcações de preços e ameaçou confiscar as lojas que assim agirem.”Hugo Chávez (1954-2013)
  8. 8. Era Vargas Ditad. Militar 1946 196451 54 56 61 61 www.historiasdomedeiros.blogspot.com
  9. 9.  Período posterior à Segunda Guerra Mundial;  URSS, a vencedora;  EUA, uma grande potência;  A Guerra Fria,  A Descolonização Afroasiática;  Difusão de ideias democráticas X manutenção do poder das velhas oligarquias;  Crescimento: industrialização, proletariado, urbanização, da demanda dos setores populares, das tensões sociais (contidas nos anos anteriores). O Contexto Internacional
  10. 10. A Constituição de 1946: Promulgada; Reestabelecimento da harmonia entre os 3 poderes: Legislativo, Judiciário e Executivo; Reafirmou o Federalismo; Mandato de 5 anos para o Presidente (com Vice); Manteve-se o corporativismo sindical; Direito de greve, exceto em alguns casos. Voto direto, secreto e obrigatório, com exceção dos analfabetos e soldados; Liberal.
  11. 11. • A igualdade de todos perante a lei; • A liberdade de manifestação de pensamento, sem censura, a não ser em espetáculos e diversões públicas; • A inviolabilidade do sigilo de correspondência; • A liberdade de consciência, de crença e de exercício de cultos religiosos; • A liberdade de associação para fins lícitos; • A inviolabilidade da casa como asilo do indivíduo; • A prisão só em flagrante delito ou por ordem escrita de autoridade competente e a garantia ampla de defesa do acusado. Liberal:
  12. 12. Era Vargas Ditad. Militar 1946 196451 54 56 61 61 www.historiasdomedeiros.blogspot.com
  13. 13. O Governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951)
  14. 14. O Governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951)  Eleito pelo PSD/PTB em 2 de Dezembro de 1945, juntamente com uma Assembleia Nacional Constituinte;
  15. 15. O Governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951)  Na mesma eleição, o PCB elegeu 15 deputados federais e Luís Carlos Prestes como Senador da República;  A Constituição Brasileira de 1946 foi liberal, mas também com algumas limitações;  Dutra desenvolveu uma política econômica (desastrosa) de aproximação com os EUA, marcada pela abertura do país às importações (principalmente de produtos supérfluos).
  16. 16. O Governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951)  Em 1946, o Brasil rompeu relações com a URSS;  Em 1947, o registro do PCB foi cassado;  Intervenção do governo nos sindicatos;  Em 1949, formou-se a Escola Superior de Guerra;  Criou (a partir de 1947) o Plano SALTE (investimentos em Saúde, Alimentação, Transporte e Energia), cujas metas jamais foram alcançadas.
  17. 17. O (segundo) Governo de Vargas (1951-1954)
  18. 18. O (segundo) Governo de Vargas (1951-1954)  (A falta de novos líderes políticos.);  Vargas (com apoio do paulista Ademar de Barros) foi candidato pelo PTB, enfrentando o PSD (Cristiano Machado) e Eduardo Gomes (UDN);  Um tom nacionalista: “O Petróleo é Nosso.”;  No governo adotou uma política desenvolvimentista, com intervenção do Estado na economia, através de um discurso nacionalista;  “O monopólio estatal do petróleo foi efetivado com a criação da Petrobras, totalmente fechada à participação de estrangeiros. A Siderúrgica de Volta Redonda foi expandida, assim como a Usina hidrelética de Paulo Afonso”;
  19. 19. A história do petróleo no Brasil pode ser dividida em quatro fases distintas  Até 1938, com as explorações sob o regime da livre iniciativa. Neste período, a primeira sondagem profunda foi realizada entre 1892 e 1896, no Município de Bofete, Estado de São Paulo, por Eugênio Ferreira Camargo.  Nacionalização das riquezas do nosso subsolo, pelo Governo e a criação do Conselho Nacional do Petróleo, em 1938.  Estabelecimento do monopólio estatal, durante o Governo do Presidente Getúlio Vargas que, a 3 de outubro de 1953, promulgou a Lei 2004, criando a Petrobras. Foi uma fase marcante na história do nosso petróleo, pelo fato da Petrobras ter nascido do debate democrático, atendendo aos anseios do povo brasileiro e defendida por diversos partidos políticos.  Flexibilização do Monopólio, conforme a Lei 9478, de 6 de agosto. http://www.filatelista-tematico.net/petrobras.html
  20. 20. O (segundo) Governo de Vargas (1951-1954)  Avançou na política de aproximação com os assalariados, fixando o salário mínimo;  (João Goulart era ministro do Trabalho e adquiriu grande prestígio junto aos sindicatos.);  Crescimento da oposição (ao nacionalismo de Vargas) capitaneada pela UDN de Carlos Lacerda e outros;  A oposição acusava Vargas de ter implantado uma “república de sindicatos”;  Parte das Forças Armadas indispuseram com Vargas;
  21. 21. O (segundo) Governo de Vargas (1951-1954)  Parte das Forças Armadas indispuseram com Vargas;  (A quase totalidade das Forças Armadas, alinhada com os princípios da Doutrina de Segurança Nacional e partidária da aproximação com os Estados Unidos, indispunha-se com o sentido nacionalista do governo.);  Em 5 de agosto de 1954, Carlos Lacerda foi vítima de um atentado que o feriu apenas;  Gregório Fortunato (chefe da guarda pessoal de Vargas) foi acusado e resposabilizado pelo crime;  Isolado, Vargas suicidou-se em 24/08/1954.
  22. 22. Carta Testamento de Vargas Mais uma vez, as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam, e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre.
  23. 23. Carta Testamento de Vargas Não querem que o povo seja independente. Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia, a ponto de sermos obrigados a ceder. Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo, que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar, a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida.
  24. 24. Carta Testamento de Vargas Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão. E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.
  25. 25. O Governo de João Café Filho (1954-1956)
  26. 26. O Governo de João Café Filho (1954-1956)  Era o vice de Getúlio Vargas;  Criação do SUMOC (Superintendência da Moeda e do Crédito), um embrião do Banco Central;  Facilidades para importação de máquinas e equipamentos;  Estímulos à industrialização interna, com submissão ao grande capital internacional;  Em novembro de 1955 foi afastado da presidência sob a alegação de um suposto ataque cardíaco;  Assumiu Carlos Luz (presidente da Câmara Federal) e depois – sob a interferência do Mal. Lott – Nereu Ramos (presidente do Senado).
  27. 27. O Governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961)
  28. 28. O Governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961)  Desenvolvimentismo, inflação e endividamento;  Plano de Metas: “50 Anos em 5”;  Grande expansão industrial aberta ao capital estrangeiro;  (Principalmente a indústria automobilística – ABC);  Construção de uma nova capital para a República, Brasília;  Deixou dívida externa (e interna) e inflação;  No campo desapropriou algumas propriedades, pressionado pelas Ligas Camponesas.
  29. 29. O Governo de Jânio Quadros (1961)
  30. 30.  Uma alternativa supostamente “independente” aos velhos políticos e partidos;  Apresentava um discurso moralizador, prometendo “varrer” a roubalheira, a inflação,…;  Prometia também sanear a administração pública;  Foi alinhado às forças mais conservadoras da política interna;  Política Externa Independente (PEI): deu apoio aos novos países da África, condecorou Ernesto “Che” Guevara e reatou relações diplomáticas com a URSS;  Renunciou em 25 de agosto de 1961. O Governo de Jânio Quadros (1961)
  31. 31. O Governo de João Goulart (1961-1964)
  32. 32.  Forças conservadoras do país tentaram impedir sua posse;  Assumiu em um sistema parlamentarista, mas organizou um plebiscito que retornou o país ao presidencialismo;  Plano Trienal: o combate à inflação e a retomada do crescimento industrial;  Reformas de Base (agrária, tributária, financeira e administrativa);  Reação de setores conservadores (Marcha da Família com Deus pela Liberdade);  Foi derrubado por um Golpe de Estado dado pelos militares. O Governo de João Goulart (1961-1964)
  33. 33. O Populismo O Populismo foi um fenômeno da América Latina, característico de um mundo pós Segunda Guerra Mundial, momento que se exigia democratização. No Brasil ocorreu durante a crise do sistema agroexportador e, por consequência, da dominação oligárquica da época. Um estilo de governo paternalista e ao mesmo tempo autoritário, no qual o clientelismo das massas se mostrou fundamental para a manutenção deste tipo de Estado. ... é uma forma de governar em que o governante utiliza de vários recursos para obter apoio popular. O populista utiliza uma linguagem simples e popular, usa e abusa da propaganda pessoal, afirma não ser igual aos outros políticos, toma medidas autoritárias, não respeita os partidos políticos e instituições democráticas, diz que é capaz de resolver todos os problemas e possui um comportamento bem carismático. É muito comum encontrarmos governos populistas em países com grandes diferenças sociais e presença de pobreza e miséria. http://www.jornallivre.com.br/52850/populismo-revolucao-politeismo.html O Decálogo do Populismo Ibero-americano por Enrique Krauze: 1 - O populismo exalta o líder carismático. 2 - O populista não só usa e abusa da palavra: se apodera dela. 3 - O populismo fabrica a verdade. 4 - O populista utiliza de modo discricional dos fundos públicos. 5 - O populista reparte diretamente a riqueza. 6 - O populista incentiva o ódio de classes. 7 - O populista mobiliza constantemente os grupos sociais: apela, organiza, engrandece as massas. 8 - O populismo fustiga por sistema o "inimigo exterior". 9 - O populismo deprecia a ordem legal. 10 - O populismo mina, domina e, em última instância, domestica ou cancela as instituições da democracia liberal. Adaptado de http://elpais.com/diario/2005/10/14/opinion/1129240807_850215.html O Contexto Internacional:  Período posterior à Segunda Guerra Mundial;  URSS, a vencedora;  EUA, uma grande potência;  A Guerra Fria,  A Descolonização Afro-asiática;  Difusão de ideias democráticas X manutenção do poder das velhas oligarquias;  Crescimento: da industrialização, do proletariado, da urbanização, da demanda dos setores populares e das tensões sociais (contidas nos anos anteriores). www.historiasdomedeiros.blogspot.com Versão para imprimir. Recorte na linha e cole no caderno. Folha 1
  34. 34. O Governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951):  Eleito pelo PSD/PTB em 2 de Dezembro de 1945, juntamente com uma Assembleia Nacional Constituinte;  Na mesma eleição, o PCB elegeu 15 deputados federais e Luís Carlos Prestes como Senador da República;  A Constituição Brasileira de 1946 foi liberal, mas também com algumas limitações; A Constituição de 1946:  Promulgada;  Reestabelecimento da harmonia entre os 3 poderes: Legislativo, Judiciário e Executivo;  Reafirmou o Federalismo;  Mandato de 5 anos para o Presidente (com Vice);  Voto direto, secreto e obrigatório, com exceção dos analfabetos e soldados;  Manteve-se o corporativismo sindical;  Direito à greve, com algumas restrições;  Liberal: • A igualdade de todos perante a lei; • A liberdade de manifestação de pensamento, sem censura, a não ser em espetáculos e diversões públicas; • A inviolabilidade do sigilo de correspondência; • A liberdade de consciência, de crença e de exercício de cultos religiosos; • A liberdade de associação para fins lícitos; • A inviolabilidade da casa como asilo do indivíduo; • A prisão só em flagrante delito ou por ordem escrita de autoridade competente e a garantia ampla de defesa do acusado.  Dutra desenvolveu uma política econômica (desastrosa) de aproximação com os EUA, marcada pela abertura do país às importações (principalmente de produtos supérfluos);  Em 1946, o Brasil rompeu relações com a URSS;  Em 1947, o registro do PCB foi cassado;  Intervenção do governo nos sindicatos;  Em 1949, formou-se a Escola Superior de Guerra;  Criou (a partir de 1947) o Plano SALTE (investimentos em Saúde, Alimentação, Transporte e Energia), cujas metas jamais foram alcançadas. www.historiasdomedeiros.blogspot.com Versão para imprimir. Recorte na linha e cole no caderno. Folha 2
  35. 35. O (segundo) Governo de Vargas (1951-1954):  (A falta de novos líderes políticos.);  Vargas (com apoio do paulista Ademar de Barros) foi candidato pelo PTB, enfrentando o PSD (Cristiano Machado) e Eduardo Gomes (UDN);  Um tom nacionalista: “O Petróleo é Nosso.”;  No governo adotou uma política desenvolvimentista, com intervenção do Estado na economia, através de um discurso nacionalista;  “O monopólio estatal do petróleo foi efetivado com a criação da Petrobras, totalmente fechada à participação de estrangeiros. A Siderúrgica de Volta Redonda foi expandida, assim como a Usina hidrelétrica de Paulo Afonso”;  Avançou na política de aproximação com os assalariados, fixando o salário mínimo;  (João Goulart era ministro do Trabalho e adquiriu grande prestígio junto aos sindicatos.);  Crescimento da oposição (ao nacionalismo de Vargas) capitaneada pela UDN de Carlos Lacerda e outros;  A oposição acusava Vargas de ter implantado uma “república de sindicatos”;  Parte das Forças Armadas indispuseram com Vargas;  Parte das Forças Armadas indispuseram com Vargas;  (A quase totalidade das Forças Armadas, alinhada com os princípios da Doutrina de Segurança Nacional e partidária da aproximação com os Estados Unidos, indispunha-se com o sentido nacionalista do governo.);  Em 5 de agosto de 1954, Carlos Lacerda foi vítima de um atentado que o feriu apenas;  Gregório Fortunato (chefe da guarda pessoal de Vargas) foi acusado e responsabilizado pelo crime;  Isolado, Vargas suicidou-se em 24/08/1954. O Governo de João Café Filho (1954-1956):  Era o vice de Getúlio Vargas;  Criação do SUMOC (Superintendência da Moeda e do Crédito), um embrião do Banco Central;  Facilidades para importação de máquinas e equipamentos;  Estímulos à industrialização interna, com submissão ao grande capital internacional;  Em novembro de 1955 foi afastado da presidência sob a alegação de um suposto ataque cardíaco;  Assumiu Carlos Luz (presidente da Câmara Federal) e depois – sob a interferência do Mal. Lott – Nereu Ramos (presidente do Senado). O Governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961):  Desenvolvimentismo, inflação e endividamento;  Plano de Metas: “50 Anos em 5”;  Grande expansão industrial aberta ao capital estrangeiro;  (Principalmente a indústria automobilística – ABC);  Construção de uma nova capital para a República, Brasília;  Deixou dívida externa (e interna) e inflação;  No campo desapropriou algumas propriedades, pressionado pelas Ligas Camponesas. www.historiasdomedeiros.blogspot.com Versão para imprimir. Recorte na linha e cole no caderno. Folha 3
  36. 36. O Governo de Jânio Quadros (1961):  Uma alternativa supostamente “independente” aos velhos políticos e partidos;  Apresentava um discurso moralizador, prometendo “varrer” a roubalheira, a inflação,…;  Prometia também sanear a administração pública;  Foi alinhado às forças mais conservadoras da política interna;  Política Externa Independente (PEI): deu apoio aos novos países da África, condecorou Ernesto “Che” Guevara e reatou relações diplomáticas com a URSS;  Renunciou em 25 de agosto de 1961. O Governo de João Goulart (1961-1964):  Forças conservadoras do país tentam impedir sua posse;  Assumiu em um sistema parlamentarista, mas organizou um plebiscito que retornou o país ao presidencialismo;  Plano Trienal: o combate à inflação e a retomada do crescimento industrial;  Reformas de Base (agrária, tributária, financeira e administrativa);  Reação de setores conservadores (Marcha da Família com Deus pela Liberdade);  Foi derrubado por um Golpe de Estado dado pelos militares em 01/04/2014. www.historiasdomedeiros.blogspot.com Versão para imprimir. Recorte na linha e cole no caderno. Folha 4

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