Trt português 03 (1)

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Trt português 03 (1)

  1. 1. TRT/PE e TRT/RJ – REVISÃO DA MATÉRIA POR MEIO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES FCC Português Rodrigo Bezerra 1 Regências verbal e nominal 05. (FCC – MPU Analista 2007) Em 1766 surge contra os vadios das Minas a primeira investida oficial de que se tem notícia. Considerado o contexto, uma outra redação para o segmento destacado acima, que está correta e que não prejudica o sentido original, é: (A) cuja existência se conhece. (B) da qual a notícia foi dada. (C) que a notícia foi veiculada. (D) na qual se tem o registro. (E) de que a notícia chegou até nós. 06.(FCC) É adequado o emprego de AMBAS as expressões sublinhadas na frase: (A) As fogueiras de que todos testemunhamos nos noticiários da TV constituem um sinal a quem ninguém pode ser insensível. (B) O encolhimento do Estado, ao qual muita gente foi complacente, abriu espaço para a lógica do mercado, de cuja frieza vem fazendo um sem- número de vítimas. (C) Com essa sua subserviência, pela qual muitos se insurgem, o Estado deixa de cumprir o papel social de que tantos estão contando. (D) As medidas repressivas de que o Estado vem se valendo em nada contribuem para o encaminhamento das soluções a que os desempregados aspiram. (E) Diante da pujança do Mercado europeu, de cuja poucos vêm desfrutando, os excluídos acendem fogueiras cujo o vigor fala por si só. 07.(FCC – Fiscal de Rendas/SP) “... aquele monarca distante e invisível cujo poder Cortés representava.” Considerado do ponto de vista estritamente gramatical, o segmento acima mantém a correção se a forma verbal representava for substituída por: (A) se apoiava. (B) contestava. (C) se curvava. (D) desconfiava. (E) fazia frente. 08.(FCC) A frase em que a regência está totalmente de acordo com o padrão culto é: (A) Esperavam encontrar todos os documentos que os estudiosos se apoiaram para descrever a viagem de Colombo. (B) Estavam cientes de que teriam muito a fazer para conseguir os registros de que dependiam. (C) Encontraram-se referências à coerção que marinheiros mais experientes faziam contra os mais novos que trabalhassem mais arduamente. (D) Foram informados que esboços da inóspita região circundada com imensas pedras podiam ser consultados. (E) Havia registro de uma insatisfação em que os insurretos às atitudes arbitrárias de um navegante foram impedidos de lhe inquirir. 09.(FCC) Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase: (A) Essa tendência obsessiva, cujo o preço é alto, consome muito dinheiro, além de inspirar um tipo de comportamento que o ridículo é freqüente. (B) Essa obsessão é uma prática a que ninguém deveria se orgulhar, embora haja cada vez mais gente que dela se submeta. (C) É a frase de uma época onde os valores tendiam ao equilíbrio e à permanência, ao contrário da nossa, onde tudo é transitório. (D) Custam caro esses produtos e serviços, de cujos dependem os que vivem obcecados ao compromisso de atingirem a perfeição da forma física. (E) O quadro em que o valor da atividade intelectual se encontra em declínio é o mesmo em cujos estreitos limites impera a exaltação absoluta do corpo. 10.(FCC) Está correto o emprego de ambas as expressões sublinhadas na frase: (A) A consciência humana, em cuja é difícil se fixar um valor moral, é levada a estabelecer um conceito de justiça do qual os homens pudessem se satisfazer. (B) A consciência humana, à qual cabe discernir os valores essenciais, esbarra na definição de justiça, conceito a que faltam precisão e rigor.
  2. 2. TRT/PE e TRT/RJ – REVISÃO DA MATÉRIA POR MEIO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES FCC Português Rodrigo Bezerra 2 (C) As leis do direito, nas quais geram tantas controvérsias, são os instrumentos em que dispomos para tentar regular nossas ações. (D) Não falta aos juristas, a quem contamos para a proposição de leis, conhecimento técnico – que não é, todavia, suficiente para estabelecer o consenso de que aspiramos. (E) Para Hans Kelsen, de onde se citam algumas idéias, a “felicidade da justiça” é uma expressão em cuja os homens deveriam buscar inspiração. 11.(FCC – APOF/SP) As expressões de que e por que preenchem corretamente, nessa ordem, as lacunas da frase: (A) As revoluções ................... essas fotos constituem um notável depoimento acarretam traumas ........................ ninguém quer passar. (B) O livro ............... Michel Löwy organizou constitui um painel admirável, ............... as fotos são contundentes. (C) O livro Revoluções, ................ se informa no texto, ficou famoso ................. apresenta imagens fortes e surpreendentes. (D) O batido clichê .................. se refere o texto não explica o fato .................... ficou tão famoso o livro de Michel Löwy. (E) As revoluções dos séculos XIX e XX, .................. tanto já se escreveu, estão documentadas em fotos ...................... muita gente se admirará. Emprego do acento grave (A crase) 01.(FCC) O uso do sinal da crase é injustificável em: (A) Lembrem-se às autoridades de terem sempre em mente o valor da prevenção. (B) Não cabe às pessoas de boa fé repudiar medidas de prevenção ao crime. (C) É penoso assistir às cenas de violência que se multiplicam nas metrópoles. (D) Atribui-se às medidas preventivas uma eficácia maior que a da repressão. (E) À inteligência da prevenção opõem-se aqueles que preferem a força da repressão. 02.(FCC – TRT 23ª região – Analista Judiciário) Justificam-se ambas as ocorrências do sinal de crase em: (A) Na entrevista que concedeu à TV, a juíza recorreu à uma frase de Disraeli. (B) A frase à que se reportou a juíza diz respeito à distinções éticas. (C) Faltam audácia e iniciativa à quem deveria propor-se às ações afirmativas. (D) Não se abra àqueles inescrupulosos o campo favorável à impunidade. (E) A comunidade dos justos assiste à obrigação de dar combate à tal ousadia. 03.(FCC) Todos conhecem pessoas dispostas .......... um bom batepapo, ........ mesa de um bar, tratando de temas que vão da previsão do tempo ......... sérias discussões filosóficas. As lacunas da frase acima estão corretamente preenchidas, respectivamente, por (A) a - à - à (B) à - à - a (C) a - à - a (D) a - a - à (E) à - a – a 04.(FCC) NÃO se justificam as ocorrências do sinal de crase em: (A) Não me reporto à impunidade de um caso particular, mas àquela que se generaliza e dissemina a descrença na justiça dos homens. (B) É difícil admitir que vivem à solta tantos delinqüentes, sobretudo quando se sabe que pessoas inocentes são levadas à barra dos tribunais. (C) O autor do texto faz menção à uma série de princípios de interdição, à qual teria proveniência na vontade divina. (D) Assiste-se hoje à multiplicação de casos de impunidade, à descabida proliferação de maus exemplos de conduta social. (E) Quem dá crédito à ação da justiça não pode deixar de trabalhar para que não se furtem às sanções os mais poderosos. 05. (FCC) Está bem observada a necessidade dos sinais de crase na seguinte frase: (A) Quando os filhos passam à interpelar os valores de seus pais, consideram-se aptos à afirmar os seus próprios.
  3. 3. TRT/PE e TRT/RJ – REVISÃO DA MATÉRIA POR MEIO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES FCC Português Rodrigo Bezerra 3 (B) O jovem fica à uma distância cada vez maior das poucas oportunidades que ainda estão à lhes oferecer. (C) Daqui à pouco vão dizer que são os jovens os principais responsáveis pelo círculo vicioso à que o texto se refere. (D) Apresentam-se, à toda vaga oferecida, candidatos dispostos à disputá-la da forma mais aguerrida. (E) Não se notam, à medida que o tempo passa, avanços significativos nas condições de trabalho oferecidas à juventude. 06. (FCC) Marque a opção que preenche corretamente as lacunas. Completamente excluídos das engrenagens de desenvolvimento da sociedade, os miseráveis são reduzidos _____ uma condição subumana. Seu único horizonte passa ____ ser ____ luta feroz pela sobrevivência. No lixão do Valparaíso, ____ poucos quilômetros de Brasília, ____ gente disputando os restos com os animais. a) à, a, a, há, há b) a, à, à há, a c) a, a, a, a, há d) à, a, a, à, há e) a, à, à, há, a 07.(FCC – TRE/PI) 20. A frase inteiramente correta, considerando-se a presença ou a ausência do sinal de crase, é: (A) A verdade dos fatos políticos está subordinada, segundo pensadores, à uma lógica particular, à depender dos objetivos do momento. (B) A mentira, mesmo justificada por certas circunstâncias, pode ser desmascarada à qualquer momento, à vista dos fatos apresentados. (C) Submetida a avaliação da opinião popular, a política deve pautar-se pela lisura e pela veracidade voltadas para à resolução de conflitos. (D) Quanto a defesa da ética, ela é sempre necessária, à fim de que a ação política seja vista como verdadeira representação da vontade popular. (E) Os governados, como preceituam as normas democráticas, têm direito a informações exatas e submetidas à verdade dos fatos. 08.(FCC) Há falta ou ocorrência indevida do sinal de crase em: (A) Ao aludir a tropa de choque dos artistas modernos, o poeta-crítico mostrou-se alinhar à uma tendência da linguagem da época. (B) Não cabe à crítica apenas dar valor a uma determinada obra de arte; cabe a ela, igualmente, aspirar à orientação do artista, em suas futuras iniciativas. (C) Entre a poesia e a crítica de arte, Manuel Bandeira se refere àquela com mais carinho, pois foi como poeta que deu impulso maior à imaginação. (D) Convidado a colaborar como crítico de arte, o poeta não se fez de rogado e se entregou a essa tarefa com ânimo e expectativa. (E) Nem sempre é dada a quem compõe ou pinta a compreensão necessária para atribuir à crítica a utilidade que esta pode ter. 09. (FCC) Quanto à necessidade ou não do sinal de crase, a frase inteiramente correta é: (A) Diante de um grande edifício, assistimos à uma espécie de filme, se ficarmos à observar o movimento das luzes e das sombras nas janelas. (B) Ao se assistir as cenas do documentário, sente-se, a medida que o tempo vai passando, uma grande familiaridade com as personagens entrevistadas. (C) Assiste à todas as pessoas o direito de se julgarem únicas, mas nem por isso superiores as que têm uma vida aparentemente banal. (D) Ao entrevistar as pessoas que moram no edifício Master, impôs-se à equipe de Eduardo Coutinho o desafio de as deixar à vontade. (E) Quando se está frente à frente com uma pessoa a quem faremos perguntas, é preciso que se dê a ela a possibilidade de corresponder a nossa franqueza. 10.(FCC – TRE/PE) Ainda que riqueza [...] à custa do trabalho escravo ... A sociedade colonial no Brasil [...] desenvolveu-se [...] à sombra das grandes plantações de açúcar ... Do mesmo modo que nas frases acima, está correto o emprego da crase em: (A) defender à unhas e dentes.
  4. 4. TRT/PE e TRT/RJ – REVISÃO DA MATÉRIA POR MEIO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES FCC Português Rodrigo Bezerra 4 (B) combate à fome. (C) vendas à prazo. (D) escrito à lápis. (E) avião à jato. 11. (FCC – TRF 2ª - ANALISTA) Não deixa de ser paradoxal o fato de o crescimento da descrença, que parecia levar ...... uma ampliação da liberdade, ter dado lugar ...... escalada do fundamentalismo religioso, ...... que se associam manifestações profundamente reacionárias. Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada: (A) a − à − à (B) a − à − a (C) à − a − a (D) a − a − à (E) à − à – a Emprego dos sinais de pontuação 01. (FCC – TRT 23ª região – Analista Judiciário) Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase: (A) A indignação de muita gente não transpõe na maioria dos casos, o âmbito das conversas privadas e assim, os valores éticos acomodam-se no plano raso de um discurso, que não leva à ação. (B) A indignação de muita gente, não transpõe, na maioria dos casos, o âmbito das conversas privadas, e assim, os valores éticos acomodam- se no plano raso de um discurso que não leva à ação. (C) A indignação, de muita gente, não transpõe na maioria dos casos o âmbito das conversas privadas, e assim os valores éticos acomodam- se, no plano raso de um discurso, que não leva à ação. (D) A indignação de muita gente não transpõe, na maioria dos casos, o âmbito das conversas privadas, e, assim, os valores éticos acomodam- se no plano raso de um discurso que não leva à ação. (E) A indignação de muita gente, não transpõe, na maioria dos casos o âmbito das conversas privadas, e, assim, os valores éticos, acomodam- se no plano raso de um discurso que não leva à ação.

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