RELIGIÃO XCIÊNCIAGuerras seculares pelo poder e pelo saber“Recta RactioFactibilium”
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE      PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO        DEPARTAMENTO DE LETRAS               DLEV/DLES      ...
SUMÁRIOINTRODUÇÃO ...........................................................................................................
”Ciência sem religião é manca. Religião sem ciência é cega.” (Albert Einstein)
INTRODUÇÃONão que religião e ciência tenham que ser inimigas naturais, mas todas asvezes que ambas tratam dos mesmos temas...
church had about the control of knowledge as the mastery of reading and     writing was almost exclusive privilege of bish...
vehicles for excellence in scientific activities, providing the necessaryenvironment for the flourishing of the sciences.A...
espiritual de vida; o método apropriado necessariamente tem que excluí-los deconsideração, por nenhuma outra razão que a p...
4.1 PROBLEMATIZATION               It is not the first time, certainly not be the last, that religious dogmas are         ...
6. REFLEXÕES EM RECORTESUm outro mundo é possível.Em “Podemos Não Crer?”, o filósofo Jacques Bouveresse defende que a “rel...
antigo antagonismo entre fé e ciência e do pretenso retorno dareligiosidade.Serve-se de autores como Nietzsche, Renan, Jam...
CRONOGRAMA DA PESQUISA                                2011/2012Meses                   Novembro    Dezembro   Janeiro   Fe...
Burstein, Dan (ed). Secrets of Angels & Demons: The unauthorized guide to thebestselling novel, 2004, CDS Books. ISBN 1-59...
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  1. 1. RELIGIÃO XCIÊNCIAGuerras seculares pelo poder e pelo saber“Recta RactioFactibilium”
  2. 2. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LETRAS DLEV/DLES RELIGIÃO X CIÊNCIA:Guerras seculares pelo poder e pelo saber PROJETO DE PESQUISA PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE TEXTO II – H0 Orientadora: Roseane Santana Santos Dias Discente: João Lennon Alves Ferreira Edição bilíngue São Cristóvão/SE 2011
  3. 3. SUMÁRIOINTRODUÇÃO .......................................................................................................................06INTRODUCTION ...................................................................................................................06JUSTIFICATIVA ......................................................................................................................07JUSTIFICATION .....................................................................................................................07OBJETIVO GERAL..………………………………………………………………………………………………………..08OBJETIVO ESPECÍFICO ...………………………………………………………………………………………………08GENERAL GOALS ..................................................................................................................09SPECIFIC GOALS ...................................................................................................................09PROBLEMATIZAÇÃO ............................................................................................................09PROBLEMATIZATION ..........................................................................................................10ESQUEMATIZANDO .............................................................................................................10REFLEXÕES EM RECORTES .................................................................................................11CRONOGRAMA DA PESQUISA ...........................................................................................13REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................14
  4. 4. ”Ciência sem religião é manca. Religião sem ciência é cega.” (Albert Einstein)
  5. 5. INTRODUÇÃONão que religião e ciência tenham que ser inimigas naturais, mas todas asvezes que ambas tratam dos mesmos temas, os conflitos são inevitáveis. Ocriacionismo é um dos melhores exemplos.Manter a unidade do conhecimento para todas as especialidades e umaformação inicial unitária é um esforço característico desse tempo [...] É claroque não podemos falar ainda de conhecimento científico ao menos como éentendido hoje [...] Não obstante, muitas das qualidades hoje requeridas para otrabalho científico, como por exemplo, rigor seriedade, lógica do pensamento,busca de prova etc... Iniciam a sistematizar-se por esses tempos.Com a ruralização da economia que se estendeu por toda a Idade Média, aigreja, antes concentrada nas cidades, foi obrigada a se deslocar para ocampo, e os bispos e os abades se tornaram verdadeiros senhores feudais.Nessa época, a igreja tinha praticamente o controle do saber, pois o domínioda leitura e da escrita era privilégio quase que exclusivo de bispos, padres,abades e monges. Os membros do clero eram, por isso, as pessoas mais aptasa ocupar cargos públicos, exercendo funções de notários, secretários echanceleres.Os mosteiros tornaram-se verdadeiros polos culturais na Idade Média, e suasbibliotecas preservavam obras de escritores da Antiguidade Grega e Romana.Ao lado de cada mosteiro, geralmente, havia uma escola, que atendia apopulação pobre da região. Em geral, os frequentadores acabavam-seconvertendo ao Cristianismo.INTRODUCTIONIt is not that religion and science have to be natural enemies, but every time that both address the same things, conflicts are inevitable. Creationism is one of the best examples.Maintaining the unity of knowledge for all specialties and a training unit is typical of thistime an effort [...] Of course, we cannot yet speak of scientific knowledge is at least asunderstood today [...] However, many the qualities now required for scientific work, such as rigor serious, logical thinking, looking for proof etc. ... Begin systematically through those times. With the ruralization of the economy that has spread throughout the MiddleAges, the church, before concentrated in cities, was forced to move to the field, and the bishops and the abbots became feudal lords true. At that time, the
  6. 6. church had about the control of knowledge as the mastery of reading and writing was almost exclusive privilege of bishops, priests, abbots and monks. Members of the clergy were, therefore, peoples ability to hold public office, acting as notaries, secretaries and foreign ministers. The monasteries have become true cultural hubs in the middle Ages, and their libraries to preserve the works of writers of Greek and Roman antiquity. Beside each monastery, usually had a school, serving the regions poor. In general, the attendees ended upconverting toChristianity.2. JUSTIFICATIVAA contribuição da ciência para a humanidade se situa primariamente no planoda cultura. Historicamente, as universidades como centros de transmissão deconhecimentos, livre discussão e circulação de ideias e propagação da cultura,tornaram-se veículos por excelência das atividades científicas, proporcionandoo ambiente necessário para o florescimento das ciências.Em virtude da ligação cada vez maior entre progresso científico edesenvolvimento social, cabe aos cientistas indagar com mais frequência e demodo mais crítico e sistemático sobre a utilização da ciência e dos resultadosde suas pesquisas.Considerarei aqui, em particular, quatro aspectos do relacionamento da ciênciacom a sociedade que, a meu ver, requerem a atenção e a reflexão do cientista: 1) Aplicação da ciência com fins militares; 2) Impacto do avanço tecnológico e industrial no meio ambiente; 3) Distribuição dos benefícios resultantes do progresso científico e tecnológico; 4) Difusão da ciência e o problema da educação.A necessidade de discutir e refletir sobre esses temas envolvendo a Igreja e aCiência mostra também que esse conflito não deriva de uma divisão dentro dacomunidade científica, mas de pressões políticas das instituições religiosas ecientíficas.A religião é, assim, um componente constitutivo do agir humano e, por estarazão, está presente na ação e na interpretação do homem no e do mundo.2.1 JUSTIFICATIONThe contribution of science to humanity lies primarily in the field of culture.Historically, the universities as centers of transmission of knowledge, freediscussion and movement of ideas and the spread of culture, have become
  7. 7. vehicles for excellence in scientific activities, providing the necessaryenvironment for the flourishing of the sciences.As a result of the increasingly scientific progress and social development, itis up to the scientists investigate more often and more critically andsystematically on the use of science and the results of their research. Wewill consider here, in particular, four aspects of the relationship betweenscience and the society which, in my view, require the attention and thereflection of the scientist: 1) Application of science for military purposes; 2) The Impact of technological advancement and industrial environment; 3) Distribution of the benefits resulting from scientific and technological progress; 4) Dissemination of science and the problem of education.The need to discuss and reflect on these issues involving the Churchand Science also shows that this conflict stems from a division withinthe scientific community, but political pressure from religious andscientific institutions.Religion is thus a constitutive component of human action and, therefore, ispresent in action and the interpretation of man and the world.3. OBJETIVOS3.1 - Objeivo Geral:Parece-me essencial que ao início de um programa de pesquisa sobre o temade ciência, religião e desenvolvimento, dever-se-ia reconhecer francamente opapel privilegiado que a ciência tem como fonte de metodologia. Os assuntosque envolvem a escolha de métodos científicos, porem, são em sim mesmocomplexos, e algumas palavras sobre o assunto são aqui oportunas.A ciência, em seu sentido mais amplo, abrangendo uma extensa gama defenômenos, tanto da natureza como da sociedade, admite uma variedade deenfoques e métodos, cada um deles apropriados ao caráter de um objetoespecifico de investigação.Acho bastante inadequado o enfoque para o estudo de religião que divide oinvestigador em duas entidades separadas, o cientista e crente; o primeiro,apegado às regras acadêmicas e o segundo, obrigado a ignorar os absurdosque esta dualidade introduz em seu sistema de crenças.3.2 - Objetivo Específico:No estudo dos inúmeros sistemas e processos científicos, não surgemperguntas diretamente relacionadas à existência de Deus, ou à dimensão
  8. 8. espiritual de vida; o método apropriado necessariamente tem que excluí-los deconsideração, por nenhuma outra razão que a preservação do rigor científico.Ainda mais, quando tal exclusão se torna uma regra a ser aplicadadogmaticamente pelo mundo científico, tal atitude produz uma inflexibilidadeque rouba da ciência alguns de seus poderes.3.1 GeneralGoalIt seems to me essential that the initiation of a research program on thetheme of science, religion and development, it would be recognize franklythe privileged role that science has its source in methodology. The issuesthat involve the choice of scientific methods, however, are in yes evencomplex, and some words on the subject here are timely.Science in the broadest sense, covering a wide range of phenomena inboth nature and society, admits a variety of approaches and methods, eachsuitable to the character of aspecific object of investigation.I find it inadequate the approach to the study of religion that divides theresearcher into two separate entities, the scientist and the believer, the firstbound to the rules of academia and the second, thanks to ignore theabsurdities this duality introduces into their belief system.3.2 Specific Goal In the study of numerous systems and processes, there arise questions related to the existence of God or the spiritual dimension of life, the appropriate method must necessarily exclude them from consideration, for no other reason than the preservation of scientific rigor. Yet, when such exclusion becomes a rule to be applied dogmatically across the board, such an inflexibility that robs science of some of his powers.4. PROBLEMATIZAÇÃONão é primeira vez, nem decerto será a última, que dogmas religiosos seopõem a pesquisas científicas. As religiões nasceram como uma maneira deexplicar a natureza aos homens e responder perguntas difíceis – Como deonde viemos, por que chove, o que é um relâmpago, por que as pessoasmorrem. Porém, as respostas da Religião não costumam mudar com o tempo.As da Ciência sim. A consequência lógica desse descompasso é que muitasquestões passaram a ter (no mínimo) duas respostas: a religiosa e a científica.Muitas vezes conflitantes.
  9. 9. 4.1 PROBLEMATIZATION It is not the first time, certainly not be the last, that religious dogmas are opposed to scientific research. Religions were born as a way to explain the nature of men and tough questions - How where we came from, why it rains, what is lightning, why people die. However, the responses of religion do not usually change with time. The Science, yes. The logical consequence of this discrepancy is that many issues have been given (at least) two answers: the religious and scientific. Oftenconflicting. 5. ESQUEMATIZANDOPeríodos OCIDENTE ORIENTE RELIGIÃO CIÊNCIA RELIGIÃO CIÊNCIA(datasaproximadas)PRIMEIRO Religiões primitivas, O mínimo Religiões primitivas, O mínimo desenvolvimentoPERÍODO influência máxima da desenvolvimento. influência máxima da Religião. Religião."200mil"aC -600 aCSEGUNDO Surgimento da Filosofia Maior desenvolvimento Surgimento da Filosofia Maior desenvolvimentoPERÍODO Grega, menor influência da Hindu, Budista, Taoísta e Religião. Confuciana. Menor interferência religiosa no600 aC - 400 pensamento.dCTERCEIRO Apogeu do Cristianismo, Baixo desenvolvimento Surgimento do Islamismo, Desenvolvimento estávelPERÍODO estado Teocrático, baixa interferência religiosa assim como no período Altíssima influência da no pensamento. anterior. religião400 dC -1500 dCQUARTO Renascimento e Mais Alto Baixa interferência Sem Desenvolvimento estávelPERÍODO enfraquecimento da desenvolvimento, o grandes alterações, boa assim como no período Religião. Ocidente ultrapassa o parte do oriente começa a anterior Oriente ser dominado pelo ocidente.1500 dC -1900 dCQUINTO Baixíssima influência da Máximo desenvolvimento Baixa influência da Religião Alto, mas menor que noPERÍODO Religião no pensamento no pensamento, embora Ocidente. maior que no Ocidente.1900 dC -Agora
  10. 10. 6. REFLEXÕES EM RECORTESUm outro mundo é possível.Em “Podemos Não Crer?”, o filósofo Jacques Bouveresse defende que a “religião dadivindade” irá perder cada vez mais espaço para a “religião da humanidade”.O filósofo francês Jacques Bouveresse, professor do Collège de France, empreendeem seu novo livro "Peut-OnNePasCroire? Sur laVérité, laCroyance et la Foi"[Podemos Não Crer? Sobre a Verdade, a Crença e a Fé, ed. Agone, 24 euros, R$67] uma discussão filosófica em torno da fé, do antigo antagonismo entre fé eciência e do pretenso retorno da religiosidade.Serve-se de autores como Nietzsche, Renan, James, Bertrand Russel, Wittgensteine Freud, entre outros que se interessaram pelo problema da fé e da religião.Em entrevista exclusiva ao caderno mais! da Folha de S. Paulo, Bouveresse admiteque "existe um declínio da fé religiosa, que não é incompatível com umrecrudescimento da religião, se admitimos que o que é importante na religião não éa crença, mas a experiência religiosa".Para o historiador da ciência Ronald Numbers, foi a escola básica a principal frentede uma guerra global: a das visões de mundo evolucionista e criacionista. A teoriaevolucionista, herdeira do cientista britânico Charles Darwin (1809-82), carrega oestandarte da ciência estabelecida; enquanto que a teoria criacionista, de tradiçãoreligiosa, reage no campo político e cultural para retomar o imaginário popular.Esse conflito não deriva de uma divisão dentro da comunidade científica, mas depressões políticas das instituições religiosas e científicas.LENEIDE DUARTE-PLONCOLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE PARISO filósofo francês Jacques Bouveresse, professor do Collège de France,empreende em seu novo livro “Peut-OnNePasCroire? SurlaVérité,laCroyance et la Foi” [Podemos Não Crer? Sobre a Verdade, a Crença e aFé, ed. Agone, 24 euros, R$ 67] uma discussão filosófica em torno da fé, do
  11. 11. antigo antagonismo entre fé e ciência e do pretenso retorno dareligiosidade.Serve-se de autores como Nietzsche, Renan, James, Bertrand Russel,Wittgenstein e Freud, entre outros que se interessaram pelo problema da fée da religião.Em entrevista exclusiva à Folha, Bouveresse admite que “existe um declínioda fé religiosa, que não é incompatível com um recrudescimento da religião,se admitimos que o que é importante na religião não é a crença, mas aexperiência religiosa”.Sobre o presidente americano George W. Bush, que expõe publicamentesuas convicções religiosas e pretende combater o “mal”, Bouveresse diz:“Uma política que se apoia explicitamente sobre um fundamento religiosopode encontrar aí dinamismo, poder e influência, mas não se torna por issomais justa”.O filósofo afirma que, na encíclica “Fé e Razão”, o papa João Paulo 2ødemonstrou que, quando propõem abandonar a noção de verdade objetiva,os relativismos radicais e os pós-modernismos são inimigos tanto da féquanto da razão e da ciência.“O que constato é que hoje são os céticos e os agnósticos que tendem aaparecer como doutrinários dogmáticos e intolerantes, como se existisseuma obrigação de crer que eles não respeitassem.”
  12. 12. CRONOGRAMA DA PESQUISA 2011/2012Meses Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro MarçoEspecificação/AnoLevantamento XbibliográficoColeta e seleção de XdadosAnálise crítica do XmaterialRedação Xprovisória/finalEntrega ao orientador X7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
  13. 13. Burstein, Dan (ed). Secrets of Angels & Demons: The unauthorized guide to thebestselling novel, 2004, CDS Books. ISBN 1-59315-140-3, Collection of manyessays by world-class historians and other experts, discussing the fact & fiction ofthe novel.BOUVERESSE, Jacques , Peut-on ne pas croire ? Surlavérité, lacroyance&la foi,Marseille, Agone, Coll. Banc d’Essais, 2007, 286 p.Kreeft, PeterSócrates e Jesus: o debate / Peter Kreeft; tradução Ana Schaffer. –São Paulo: Editora Vida, 2006.Título original: Sócrates meets Jesus.Vis Deiexistentiamexplicant. AbsqueDeo non est scientia. Memento Deum esse cum fide esse. Videmus sole ibi,sedcreare, quaepeperit. In quis ligulanisi, velfortunaesuperfuitevolution. Imo futurus erat in fide per omniamaximeDei. Nonnegenerarefilium. Post Deum esse ...

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