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b) verossimilhança: propriedade da obra literária de, em     vez de adequar-se a acontecimentos verdadeiros que     lhe se...
por Richard Hoggart em 1964. Tem por matrizes mais reconhecidas osestudos empreendidos por esse autor, por Raymond William...
investigação. Entre os principais resultados positivos dos estudos culturaisdestacamos a atenção em torno dos discursos ci...
CALVINO, Italo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia deBolso, 2007.OLIVEIRA, Luiz Eduardo Menezes de. Teoria da ...
CALVINO, Italo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia deBolso, 2007.OLIVEIRA, Luiz Eduardo Menezes de. Teoria da ...
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NO MUNDO DOS CLÁSSICOS LITERÁRIOS

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPECENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE LETRAS JOÃO LENON ALVES FERREIRA Trabalho solicitado pela professora Mariana Salerno para a disciplina de Teoria da Literatura II. São Cristóvão/SE 2010 1
  2. 2. SUMÁRIOINTRODUÇÃO...........................................................................................03NO MUNDO DOS CLÁSSICOS LITERÁRIOS.......................................04CONTEXTUALIZAÇÃO DA TEORIA LITERÁRIA..............................06HISTÓRIA E GÊNEROS LITERÁRIOS.................................................08CONCEITOS CHAVES DEFINIDOS EM ARISTÓTELES.....................10ESTUDOS CULTURAIS............................................................................11CONCLUSÃO.............................................................................................12REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA............................................................13 2
  3. 3. INTRODUÇÃOVeremos uma total passagem em textos literários abrangentes descrevendoa literatura e sua linguagem metafísica, em torno da filosofia e seus eternosautores que com os seus pensamentos influenciam até hoje o mundocontemporâneo, unindo ao universo epistemológico. Os homens, a sualinguagem, expressão e visão do mundo, revolucionando a sociedade e apolítica em todas as formas de expressão de um povo de uma época. 3
  4. 4. NO MUNDO DOS CLÁSSICOS LITERÁRIOSO s clássicos são aqueles que fazem parte do eu em você e de algumaforma ele sempre está te mostrando algo novo em todas as suas leituras.São aqueles que são lidos não por dever, obrigação, ou somentecuriosidade, mas por amor a eles. Há uma diferença entre ler um clássico na infância e lê-lo na adolescência ou na fase adulta pelo simples fato de nós não possuirmos a mesma capacidade de interpretação desses mesmos, já que estamos em constantes evoluções no raciocínio lógico, sabendo disso certamente seríamos mais “prudentes” em tentar fazer uma equivalência lógica de acordo com o que podemos ser capaz de entender, isto é, não seria adequado dar um livro de física quântica para uma criança ler, cabendo ao bom sensopedagógico dos pais. Todo clássico te inspira sempre a releitura, já que este faz parte da suavida, e em toda releitura o prazer é intenso, pois você conhece o enredo, ahistória, todos os personagens e os seus respectivos papéis praticamente decor, se este for um drama ou um romance. Ler na juventude consiste emabsorver limitados pontos da característica de um determinado livro noqual fica gravado na memória alguns aspectos do tema, sendo tipo umainiciação para uma releitura posterior madura, em que o leitor será capaz deabsorver da maneira mais realista todos os pontos do texto. É totalmente prazeroso ler por paixão, sem uma determinada obrigação,percebe-se que todo o conteúdo é levemente captado pelas nossaspercepções de uma maneira agradável e sem os conflitos de uma leiturafrustrada onde o leitor ler por ler sem entender o que está sendo expostopreocupando-se mais em finalizá-lo o quanto antes. O melhor da leitura dessas grandes obras é poder fazer parte do mundodelas como se o que se conta nas páginas fizessem parte da sua própriahistória, e sua vida fosse inspirada ou refletida no que se conta. A afinidadee a paixão mantida por esses livros são de inteira grandeza e satisfação paraesses leitores assíduos que sempre sentiram enorme prazer em fazerreleituras em determinadas épocas da vida, vendo com olhos diferentes ou 4
  5. 5. conhecendo-os mais detalhadamente seus pontos de vista, cenários easpectos bem peculiares, fazendo assim uma nova leitura e tendo uma novavisão do mundo que é contado, visto da sua maneira, apresentado de nãomais como uma única forma, mas transposto de formas ilimitadas a suaimaginação dependendo da sua capacidade de interpretação.CONCLUSÃO: Partindo do princípio de que toda a releitura de um clássico é uma leiturade descoberta como a primeira, podemos entender que sempreencontraremos algo novo que ainda não tínhamos percebido, e dessa formanos atraindo cada vez mais pelo conteúdo que se mostra cada vez maisnovo ao relê-lo. Os clássicos além de toda essa magia envolvente, ele éresponsável também por trazer aspectos de toda uma cultura de época,tanto na arte, quanto na linguagem, mostrando a futuros leitores os traçosde toda uma época em que todos os costumes culturais, políticos, artísticos,lingüísticos, podem ser diferentes dessa nossa civilização contemporânea.São classificadas obras-primas livros que não apenas marcaram a vida daspessoas, mas, porém aqueles que fizeram parte delas inspirando-os em ummundo totalmente envolvente onde o que se falava não era sem propósito,pelo contrário, todos eles tinham classes definidas em literatura deinformação e entretenimento, levando consigo toda a história de um povo.Num mundo onde as idéias estavam em constante afloramento e tudoestava surgindo de uma forma talvez até mágica para a visão de um cidadãodo século XXI, que ver um mundo bem diferente, com outros olhos, comolhos que nada mais possa ser pensado e inventado.Toda cultura da proveniência desses clássicos eternos tem por finalidadeelevar o ser - humano na plenitude do pensamento num mundo onde tudoserá mais belo e sensato de ver. Tendo enfim essas concepções, será maiscabível alguém se dispor a entender diversas obras que marcam até hoje aevolução da nossa sociedade, transfigurada e voltada ao dilema de ler umclássico pela importância do nome que conseguiu através dos séculos, ousimplesmente ler os atuais visando uma idéia futura de ver o que estáacontecendo ao seu redor. Se bem que ler um livro atual não significa quetenha idéias visadas ao futuro e que um clássico não possua. CONTEXTUALIZAÇÃO DA TEORIA LITERÁRIAA disciplina Teoria da Literatura II visa reafirmar o leque de informaçõesque foi utilizado no decorrer do curso de Teoria da Literatura I e, ao mesmotempo, contribuir com novas orientações teórico-críticas que possam 5
  6. 6. alargar o conhecimento do aluno, para que ele possa interagir com asdisciplinas afins que se sucederão, tais como Literatura Brasileira,Literatura Portuguesa, Literatura Espanhola, Literatura Inglesa e outras. Este conhecimento somar-se-á ao conhecimento preliminar do cursoanterior, pois, além de explorar todas as possibilidades e fundamentos daTeoria Literária, além do reconhecimento do papel da mímesis nofenômeno literário, o aluno continuará a ter condições de se disciplinar aestudar, agora com maior empenho, e continuar a desenvolver o sensocrítico no intuito de prosseguir em estudos posteriores, tais como Cursos dePós-Graduação Lato Sensu em Teoria Literária e Literatura propriamentedita, seja ela brasileira ou estrangeira, ou mesmo em Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu, ou seja, um Mestrado e, posteriormente, umDoutorado. As informações contidas nesta disciplina e tendem a provocar no aluno acontinuação do gosto pelo crescimento intelectual e levá-lo a pesquisasposteriores, desenvolvendo e ampliando o seu conhecimento ao longodo tempo. Sem esse conhecimento avançado, o aluno não conseguiráatingir o necessário suporte para o seu desenvolvimento intelectual, ético eprofissional. Freqüentemente o texto literário suscita a seu respeitoobservações que não constituem propriamente o resultado deuma reflexão ou análise, de uma ocupação metódica, mas apenaso registro de um sentimento, uma impressão, um julgamento ema-nado da subjetividade. Muitas vezes, as pessoas terminam de lerum romance e, comentando-o com amigos, resumem a opiniãosobre ele através de adjetivos muito usuais nessas circunstâncias: "bonito","bem escrito", "emocionante", ou "enjoado", "monótono", "ruim"... Assim,a literatura, conforme experimentada peloleitor comum, dá margem à formulação de julgamentos aberta-mente subjetivos, podendo ser menos ou mais cotada. Ora, contrariando a sólida tradição de que a literatura sepresta a tornar-se objeto de um estudo — de caráter normativoou descritivo-especulativo —, desenvolveu-se uma posição quepretende subtrair o texto literário a esse circuito intelectualista,para restituí-lo à fruição subjetiva e desinteressada de métodose conceitos, próxima àquela espécie de desarmamento teóricopróprio do leitor comum. 6
  7. 7. Essa atitude anti-teórica é conhecida pelo nome de impressionismocrítico, tendo encontrado seu momento áureo em fins do século XIX einício do XX, como resposta ao esforço de atingir objetividade científica,característico das teorias hegemônicas no século XIX. Para os adeptosdesse impressionismo, o que se pode fazer com a literatura não é teorizar aseu respeito, mas tão-somente registrar impressões de leitura, sempreocupação de sistematizá-las ou submetê-las a controle conceitual.Como queria Anatole France, "Bom critico é aquele que contaas aventuras de sua alma no meio das obras-primas".Para concluir, cabe assinalar que a atitude impressionista,ao investir contra a possibilidade de teorizar sobre a literatura,acaba sendo, à sua própria revelia, uma construção teórica, poisconsiste numa rede de argumentos relativos ao modo por que sedeve tratar de literatura.CONCLUSÃO: Freqüentemente admitimos que as várias designaçõesse aplicam à mesma disciplina, achamos mais apropriado erigoroso pensar que cada uma delas se refere a uma disciplinaespecífica. Para nós, portanto, poética, história da literatura,crítica literária, ciência da literatura, teoria da literatura, retó-rica e estética constituem disciplinas distintas entre si, já quetodas se ocupam com a literatura, mas cada uma à sua maneira. HISTÓRIA E GÊNEROS LITERÁRIOSA discussão conceptual de Literatura na Antigüidade resguarda os tópicosclássicos que evidenciam as discussões dentro das obras de Platão,Aristóteles, Horácio e Longino. Na parte dedicada a Aristóteles, além do 7
  8. 8. estudo da “Poética”, há uma importante retomada da “Retórica” e de suascontribuições históricas para a Teoria da Literatura, bem como para a idéiade “composição” e de “formação do juízo crítico”. Paralelamente aoesboço da retórica aristotélica inserem-se algumas menções importantes dediferentes tratados posteriores, como os de Cícero e Quintiliano,esclarecendo para o leitor o percurso retórico da literatura. Esse detalhe éfundamental para o desenvolvimento do projeto da obra em questão, umavez que recupera a importância da arte retórica para os estudos literários epara a formação e compreensão de diferentes “Poéticas”.O desdobramento e a seleção das teorias da literatura e desuas arestas, durante o século XX, constroem-se com base emrelevância estética e histórica para o desenvolvimento dos estudos literáriosaté os nossos dias.a) Fase Clássica:• Gêneros Literários: relacionados com a Retórica (Livro que continha asregras do bem falar ou do bem escrever, de acordo com os postuladosclássicos).• Os que se preocuparam com o assunto: Platão, Aristóteles, Horácio,Quintiliano.• “Estratificados e hierarquizados segundo um conceito mais ou menosimutável de ordem de regra.”“A história das teorias ou doutrinas acerca dos gêneros literários confunde-se com a história da Estética, da Filosofia e da própria Crítica Literária, oque explica em parte a enorme confusão existente em torno do problema. Omais antigo traço do pensamento acerca dos gêneros, muito embora sem orótulo pelo qual vieram a ser conhecidos, encontramos em Platão, em cujolivro República aparece pela primeira vez uma divisão, tripartite, daLiteratura: 1A tragédia e a comédia, isto é, o teatro, 2 O ditirambo, isto é, a poesialírica, e 3 a poesia épica. Mais adiante, Aristóteles, na Poética, refere-se à epopéia, à tragé-dia, à comédia, o ditirambo, à aulética [arte de tocarflauta] e à citarística [arte de tocar cítara] como expressões poéticas, mas sóse demora no exame da comédia e especialmente da tragédia. Não pareceque na Antiguidade, depois de Aristóteles, a doutrina dos gêneros fosseobjeto de tratados especiais. Todavia, entre os latinos o problema volta aaflorar, ainda que passageiramente, na Epístola aos Pisões ou Arte Poética,de Horácio” (Ibidem: 31).“Há muitas variações no conceito de gênerosliterários desde a Antigüidade Helênica até aos nossos 8
  9. 9. dias. (...)”Platão, livro III – República: distingue três grandesdivisões dentro da poesia.– Poesia mimética ou dramática– Poesia não mimética ou lírica– Poesia mista ou épicaEsta é a primeira teoria que se tem notícia dos gênerosliterários.2.2 - 2.2 - Gêneros Literários – HistóricoPlatão, livro X – Nesse livro, Platão abole essa divisão.Aristóteles – O primeiro a fazer uma reflexão profundaacerca da existência e da caracterização dos gênerosliterários, e a sua Poética, ainda hoje, permanece comoum dos textos fundamentais sobre esta matéria.Para Aristóteles (sobre mimese):– Mimese: fundamento de todas as artes,diversificando-se o modo como cada uma realiza essamimese;– Dois modos fundamentais da mimese poética: ummodo narrativo e um modo dramático.Horácio – Gênero literário corresponde a uma certatradição formal, sendo também caracterizado por umdeterminado tom. Não pode haver misturas nosgêneros.”CONCLUSÃO:“Há muitas variações no conceito de gênerosliterários desde a Antigüidade Helênica até aos nossosdias. (...)”No final do século XIX, novamente, foi defendida a natureza substancialdos Gêneros Literários. Em toda a sua totalidade, como algo vivo,que nasce, se desenvolve, envelhece e morre, ou, por um outro ângulo, setransforma, gerando novos gêneros, de acordo que estava ele com asdoutrinas positivista e naturalista. CONCEITOS CHAVES DEFINIDOS EM ARISTÓTELES a) Mímese: concepção da literatura, e da arte em geral, como imitação, tomando-se esse termo num sentido que tem suscitado inúmeras interpretações; 9
  10. 10. b) verossimilhança: propriedade da obra literária de, em vez de adequar-se a acontecimentos verdadeiros que lhe sejam exteriores, engendrar situações coerentes e necessárias segundo sua própria lógica interna, situações assim não propriamente assimiláveis à verdade, mas dotadas de verossimilhança, isto é, de semelhança com o vero, o verdadeiro; c) catarse: propriedade da obra literária de, mediante a criação de situações humanas fortes e comoventes, pro- mover uma espécie de purificação ou clarificação racional das paixões; d) gêneros literários: distinção entre tragédia, comédia, epopéia, etc. ESTUDOS CULTURAIS Expressão amplamente empregada a partir dadécada de 1990, ao que parece em função do prestígio do Centre forContemporary Cultural Studies, da Universidade de Birmingham, fundado 10
  11. 11. por Richard Hoggart em 1964. Tem por matrizes mais reconhecidas osestudos empreendidos por esse autor, por Raymond Williams e por EdwardPalmer Thompson, nos anos de 1950 e 1960, interessados na recuperação eanálise da cultura popular, até então desconsiderada pelos estudosliterários, tradicionalmente concentrados na alta cultura, conforme suasmanifestações nas obras canônicas. Difundidos mundo afora a partir decentros universitários dos Estados Unidos e da Inglaterra, os estudosculturais apresentam hoje duas matrizes principais: a britânica, atenta àsdiferenças culturais produzidas pela estratificação social contemporânea; ea norte-americana, mais eclética, voltada para a investigação daheterogeneidade cultural decorrente sobretudo das distinções entre gênerose etnias. Não existe qualquer contradição necessária entre os estudos culturais e ateoria da literatura apesar da opção aparente daqueles pelo estudo empíricoda história em contraste com o discurso abstrato e conceptual desta.Porém, continua um fato reconhecido, que nenhuma teoria nemmetodologia únicas aglutinam os estudos culturais hoje, assim comotampouco se desenvolveu uma conceituação clara da relação entre os seusdiversos tópicos: artes, mídia, gênero, nação, etnicidade etc. – e o objetoliterário – motivo que transcende o interesse de contextualizar a literaturanas perspectivas históricas e culturais – surge da ampliação do enfoquetradicionalmente restrito às abordagens antropológicas e sociológicas dosestudos da cultura incluindo, cada vez mais, analíticas e interpretativasprovenientes dos estudos literários.Esta ampliação se justifica não só pela inclusão de textos ficcionaisliterários nos estudos da cultura e pelo interesse nas formasrepresentativas e suas relações com a constituição de identidadesculturais. CONCLUSÃO Explica-se, pela preocupação auto-reflexiva dos discursos, vizinhos aosestudos culturais – como a historiografia, a sociologia, a antropologia e osestudos de comunicação sobre a constituição discursiva do objeto de 11
  12. 12. investigação. Entre os principais resultados positivos dos estudos culturaisdestacamos a atenção em torno dos discursos científicos expressão diretadas transformações culturais na medida em que cresça a consciência sobrea construção discursiva do próprio objeto “cultura”. Nesta perspectiva, osestudos culturais se norteiam não apenas por objetivos e estratégias depesquisa intrínsecos das ciências humanas, mas também por conceitos detextos, de ficção e de literatura, que influem diretamente sobre prioridadese opções de análise que, às vezes, se articulam como diferenças políticas,porém em muitos casos, têm origem em conceituações divergentes dodiscurso e do objeto textual.REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: 12
  13. 13. CALVINO, Italo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia deBolso, 2007.OLIVEIRA, Luiz Eduardo Menezes de. Teoria da Literatura II. SãoCristóvão: Universidade Federal de Sergipe, CESAD, 2009.AGUIAR e SILVA, Victor Manuel. Teoria daLiteratura. Porto: Almedina, capítulo IV, passim: 204-228.2000, Karl Erik SchollhammerEstudos Culturais: Os novos desafios para Teoria da LiteraturaDiálogos Latinoamericanos, número 001ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A poética clássica. 11. ed. Introduçãode Roberto de Oliveira Brandão. Tradução direta do grego e do latim deJaime Bruna. São Paulo: Cultrix, 2003. 124 p.10. ed.Souza, Roberto Acízelo Quelha de, 1949- Teoria da literatura/ Roberto Acízelo Quelha de Souza. 10. ed. SãoPaulo : Ática, 2007 87p. - (Princípios; 46) 13
  14. 14. CALVINO, Italo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia deBolso, 2007.OLIVEIRA, Luiz Eduardo Menezes de. Teoria da Literatura II. SãoCristóvão: Universidade Federal de Sergipe, CESAD, 2009.AGUIAR e SILVA, Victor Manuel. Teoria daLiteratura. Porto: Almedina, capítulo IV, passim: 204-228.2000, Karl Erik SchollhammerEstudos Culturais: Os novos desafios para Teoria da LiteraturaDiálogos Latinoamericanos, número 001ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A poética clássica. 11. ed. Introduçãode Roberto de Oliveira Brandão. Tradução direta do grego e do latim deJaime Bruna. São Paulo: Cultrix, 2003. 124 p.10. ed.Souza, Roberto Acízelo Quelha de, 1949- Teoria da literatura/ Roberto Acízelo Quelha de Souza. 10. ed. SãoPaulo : Ática, 2007 87p. - (Princípios; 46) 13

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