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instrumentos da Política Nacional
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A Logística Reversa é capaz de contribuir de forma
eficaz para a sustentabilidade do negócio?
Sustentabilidade
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Sustentabilidade
Ecologia Rasa: antropocêntrica, acões cosméticas,
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Sustentabilidade
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como 3P (people, planet e profit) passou a ser
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Logística Verde
Objetiva atender aos princípios da sustentabilidade
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Canais Reversos – Remanufatura
Recondicionar (fabricantes) é o ato de consertar
apenas onde apresentou falha, com pouca
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Canais Reversos – Reciclagem
Os materiais constituintes dos produtos descartados
são extraídos industrialmente, transforma...
Canais Reversos – Mercado Secundário
É a revalorização dos bens que realiza a coleta
e direcionamento para o mercado de se...
Canais Reversos – Incineração e Disposição
Incineração com reaproveitamento energético
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PNRS
A Lei 12.305/2010 que “Institui a Política Nacional de
Resíduos Sólidos; altera a Lei 9.605, de 12 de fevereiro
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PNRS: Princípios
- O poluidor-pagador e o protetor-recebedor;
- A visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que
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PNRS: Princípios
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público, o setor empresarial e demais segmentos da
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Responsabilidade Compartilhada
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Os desafios da PNRS - Objetivos
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Os desafios da PNRS - Instrumentos
- A coleta seletiva;
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Desfazendo a Entropia
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Entropia positiva
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Entropia negativa
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Estruturando um SLR
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Estruturando um SLR
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sanitário);
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Questão de partida:
A Logística Reversa é capaz de contribuir de forma
eficaz para a sustentabilidade do negócio?
Resposta...
Sugestão de Leitura
BARTHOLOMEU, D.B.; CAIXETA-FILHO, J.V. (Org.).
Logística Ambiental de Resíduos Sólidos. São Paulo:
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Sugestão de Leitura
ROGERS, D.; TIBBEN-LEMBKE, R.S. Going backwards:
reverse logistics trends and practices. Reno: Nevada
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Análise dos instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos(PNRS) e dos instrumentos de logística reversa como propulsores da sustentabilidade (desenvolvimento sustentável).

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Sistemas de Logística Reversa como instrumentos para sustentabilidade

  1. 1. Sistemas de Logística Reversa como instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos para a sustentabilidade JOCELENILTON GOMES COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE AMCHAM – RECIFE MARÇO DE 2015
  2. 2. Questão de partida: A Logística Reversa é capaz de contribuir de forma eficaz para a sustentabilidade do negócio?
  3. 3. Sustentabilidade Primavera Silenciosa de Rachel Carlson; O Relatório Brundtland cristalizou desenvolvimento sustentável como: “um novo tipo de desenvolvimento capaz de manter o progresso humano não apenas em alguns lugares e por alguns anos, mas em todo o planeta e até um futuro longínquo”, “... que satisfaz as necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.” (CMMAD, 1998).
  4. 4. Sustentabilidade Ecologia Rasa: antropocêntrica, acões cosméticas, desenvolvimento sustentável como sinônimo de crescimento econômico; Ecologia Profunda: “… uma rede de fenômenos que estão fundamentalmente interconectados e interdependentes […] reconhece o valor intrínseco de todos os seres vivos e concebe os seres humanos como um fio particular na teia da vida” Capra, A Teia da Vida.
  5. 5. Sustentabilidade Triple Bottom Line (TBL) também conhecido como 3P (people, planet e profit) passou a ser uma forma de mensurar o desempenho de uma organização, enfatizando os pilares econômico, social e ambiental (e em alguns casos mais recentes, os valores culturais);
  6. 6. Conceituação de Logística “Logística é o processo de planejar, implementar e controlar de maneira eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos, bem como os serviços e informações associadas, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender aos requisitos do consumidor” Council of Logistics Management - CLM (1995)
  7. 7. Conceituação de Logística
  8. 8. Conceituação de Logística Reversa Para o Council of Logistics Management: “Logística reversa é um amplo termo relacionado às habilidades e atividades envolvidas no gerenciamento de redução, movimentação e disposição de resíduos de produtos e embalagens...” (1993)
  9. 9. Conceituação de Logística Reversa “O processo de planejamento, implementação e controle da eficiência e custo efetivo do fluxo de matérias-primas, estoques em processo, produtos acabados e as informações correspondentes do ponto de consumo para o ponto de origem com o propósito de recapturar o valor ou destinar à apropriada disposição”. Rogers e Tibben-Lembke. Going backwards. 1999.
  10. 10. Conceituação de Logística Reversa Paulo Leite do CLRB: “A área da logística empresarial que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas correspondentes, do retorno dos bens de pós-vendas e de pós-consumo ao ciclo de negócios ou ao ciclo produtivo, por meio dos canais de distribuição reversos agregando-lhes valor de diversas naturezas: econômico, ecológico, legal, logístico, de imagem corporativa, entre outros” (2003).
  11. 11. Conceituação de Logística Reversa
  12. 12. Conceituação de Logística Reversa Para o Council of Supply Chain Management Professionals: “é a parte do Supply Chain Management que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo direto e reverso […] no sentido de satisfazer as necessidades do cliente.” (2006)
  13. 13. Conceituação de Logística Reversa Para a PNRS: “Instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada” (Art. 3º, XII).
  14. 14. PNRS X Logística Reversa
  15. 15. Conceituação de Logística Reversa Para Valle e Souza: “A logística reversa é o processo de recuperação de resíduos de pós-venda ou de pós- consumo, pela coleta, pré-tratamento, beneficiamento e distribuição, de forma a ou retorná- lo à cadeia produtiva, ou dar-lhe destinação final adequada. Deve enfocar a minimização dos rejeitos e dos impactos negativos e a maximização dos impactos positivos, sejam ambientais, sociais ou econômicos. …”
  16. 16. Conceituação de Logística Reversa “… Este processo incorpora as atividades operacionais, de gestão e de apoio que, de forma integrada e envolvendo os diversos atores, planejem e viabilizem a implementação das soluções mais adequadas para os resíduos.” (2014) Exame (20/03/2015): “FedEx compra empresa de logística de devolução por US$1,4bi”. Devolução?
  17. 17. Logística Verde Objetiva atender aos princípios da sustentabilidade ambiental como o da produção limpa, a logística reversa é parte deste conceito maior.
  18. 18. Canais Reversos – Reuso e Desmanche O uso de um produto, ou de seus componentes após a sua utilidade, é extendido, com a mesma função para o qual foi originalmente concebido, sem nenhuma tipo de remanufatura; Um produto ou seus componentes em condições de uso após a coleta sofrem processo industrial de desmontagem ou de remanufatura, são separados de partes ou materiais para os quais não existem condições de revalorização, mas que ainda são passiveis de reciclar;
  19. 19. Canais Reversos – Remanufatura Recondicionar (fabricantes) é o ato de consertar apenas onde apresentou falha, com pouca substituição e Remanufaturar (terceiros) é quando todos os componentes que sofreram desgastes são substituídos atendendo às mesmas especificações de projeto de uma peça nova;
  20. 20. Canais Reversos – Reciclagem Os materiais constituintes dos produtos descartados são extraídos industrialmente, transformando-os em matérias-primas secundárias ou recicladas que serão reincorporadas à fabricação de novos produtos; Upcycling: converte materiais em novos produtos com melhor qualidade e maior valor ambiental; Downcycling: a integridade é comprometida após o processo de recuperação;
  21. 21. Canais Reversos – Mercado Secundário É a revalorização dos bens que realiza a coleta e direcionamento para o mercado de segunda mão, desde que existam condições e interesse para sua utilização (Mercado literário); Doação para órgãos de caridade é uma forma de extender o tempo de vida útil de um bem obsolescente (programar para perceber);
  22. 22. Canais Reversos – Incineração e Disposição Incineração com reaproveitamento energético (Gehena em Jerusalém, como metáfora do Inferno); Disposição Final é o ultimo local de destino para o qual são enviados materiais e resíduos em geral sem condições de revalorização (aterros controlados, aterros sanitários e vazadouros à céu aberto);
  23. 23. PNRS A Lei 12.305/2010 que “Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências”. O Decreto 7.404/2010 que “Regulamenta a Lei n.º 12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa; e dá outras providências”.
  24. 24. PNRS: Princípios - O poluidor-pagador e o protetor-recebedor; - A visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública; - O desenvolvimento sustentável; - A ecoeficiência;
  25. 25. PNRS: Princípios - A cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade; - A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto; - O reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania;
  26. 26. Responsabilidade Compartilhada “Conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, para minimizar o volume dos resíduos sólidos e rejeitos, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos” (Art. 3º XVII).
  27. 27. Ciclo de Vida do Produto; “Série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final;” (Art. 3º, IV).
  28. 28. Ciclo de Vida do Produto
  29. 29. Destinação final “Destinação de resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações admitidas pelos órgãos competentes do Sisnama, SNVS, e do Suasa, entre elas a disposição final, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos”. Art. 3º, VII. Berço-a-berço.
  30. 30. Resíduos Sólidos “Material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólidos ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d'água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face de melhor tecnologia disponível”. Art. 3º, XVI.
  31. 31. Disposição final “Distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normais operacionais específicas, de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos”. Art. 3º, VIII. Berço-ao-túmulo.
  32. 32. Rejeitos “resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada”. Art. 3º, XV.
  33. 33. Os desafios da PNRS - Objetivos - Não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos; - Estímulo à adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo de bens e serviços;
  34. 34. Os desafios da PNRS - Objetivos - Adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais; Incentivo à indústria da reciclagem, tendo em vista fomentar o uso de matérias-primas e insumos derivados de materiais recicláveis e reciclados; - Gestão integrada de resíduos sólidos;
  35. 35. Os desafios da PNRS - Objetivos - Integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; - Estímulo à implementação da avaliação do ciclo de vida do produto;
  36. 36. Os desafios da PNRS - Objetivos - Incentivo ao desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental e empresarial voltados para a melhoria dos processos produtivos e ao reaproveitamento dos resíduos sólidos, incluídos a recuperação e o aproveitamento energético;
  37. 37. Os desafios da PNRS - Instrumentos - A coleta seletiva; - Os sistemas de logística reversa e outras ferramentas relacionadas à implementação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; - Planos de gestão integrada; - Os acordos setoriais; - Os termos de compromisso;
  38. 38. SLR: segmentos obrigados Eletrônicos; Lâmpadas fluorescentes; Pneus; Óleos lubrificantes e suas embalagens; Pilhas e baterias; Agrotóxicos e suas embalagens; E outras embalagens que sejam caracterizadas como resíduos que ofereçam algum perigo quanto à sua manipulação ou para quais um sistema de logística reversa seja viável sob diversos aspectos, não apenas no aspecto financeiro (Art. 33º).
  39. 39. Desfazendo a Entropia “A entropia de um sistema (S) é uma medida do seu grau de desorganização. Quanto maior a organização, menor a entropia”.
  40. 40. Entropia positiva A logística é um sistema aberto, com entropia positiva e a função da logística reversa é minimizar ao máximo esta desordem, por meio da entropia negativa desaceleradora. Quanto maior o desenvolvimento tecnológico, maior será desordem em escala global: poluição (resíduos e rejeitos descartados de forma não ambientalmente aceitável), variações climáticas, fadiga e depressão nas pessoas, sedentarismo, etc.
  41. 41. Entropia negativa - diminuindo o volume dos resíduos lançados no meio ambiente e reduzindo a demanda por recursos naturais; - ganhos econômicos, com a diminuição do impacto das unidades produtivas e da economia como um todo, por meio do aumento da eficiência do uso do recurso; - e ganhos sociais, com a inclusão de outros atores logísticos ao longo do ciclo de vida do produto;
  42. 42. Estruturando um SLR Alguns processos da logística reversa devem ser priorizados, são eles que garantirão que a entropia seja desfeita, ou minimizada, os mesmos fazem parte do plano operacional da logística reversa: - alinhamento com o planejamento estratégico da organização (eficiência X responsividade); - conhecer o mercado e o produto (resíduos: pós- consumo, pós-venda e industrial);
  43. 43. Estruturando um SLR - planejar a cadeia reversa (custo operacional, capacidade instalada, recursos disponíveis, infraestrutura logística, ciclo aberto ou fechado); - preparação e acondicionamento (tipos de resíduos); - coleta e transporte (roteirização e destino dos resíduos); - beneficiamento (tipos de revalorização, destino dos resíduos) e
  44. 44. Estruturando um SLR - destinação final (incineração, plasma e aterro sanitário); - implantar sistemas/ferramentas de informação financeiras e econômicas (WMS Reverso e Contabilidade Ambiental); - mapear os processos e documentar; - viabilidade: próprio ou terceirizar?
  45. 45. Questão de partida: A Logística Reversa é capaz de contribuir de forma eficaz para a sustentabilidade do negócio? Resposta: Sim!
  46. 46. Sugestão de Leitura BARTHOLOMEU, D.B.; CAIXETA-FILHO, J.V. (Org.). Logística Ambiental de Resíduos Sólidos. São Paulo: Atlas, 2011. LEITE, P.R. Logística reversa: meio ambiente e competitividade. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. PEREIRA, A.L, et al. Logística Reversa e Sustentabilidade. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
  47. 47. Sugestão de Leitura ROGERS, D.; TIBBEN-LEMBKE, R.S. Going backwards: reverse logistics trends and practices. Reno: Nevada University, 1999. VALLE, R.; SOUZA, R.G. Logística Reversa: processo a processo. São Paulo: Atlas, 2014. XAVIER, L.H.; CORRÊA, H.L. Sistemas de Logística Reversa: criando cadeias de suprimento sustentáveis. São Paulo: Atlas, 2013.
  48. 48. Jocelenilton Gomes (LinkedIn) Jocelenilton.silva@fedex,com (81) 8491.1755 e 9648-7130 (WhatsApp)

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