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Distribuição Gratuita / Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 / www.jornalocoreto.com.br
Uma breve retrospectiva da Escola Profissional de Pereiro
PÁGINAS 04 E 05
UMA HISTÓRIA DE SONHOS,
AMOR À VIDA E MUITO TRABALHO!!!
PEREISÓPOLIS
VERSUS
BRASISÓPOLIS
ELEIÇÕES JÁ!
LITERATURA - PRÉ-MODERNISMO
Augusto dos Anjos (1884 - 1914)
Uma história de uma quadrilha
de ladrões atrapalhados!
Um contexto atual da política
brasileira que estamos vivendo
Crise política tem sérios reflexos na
economia e no cotidiano das pessoas
Crise política tem
sérios reflexos na
economia e no coti-
diano das pessoas
Um ano de jornal
“O Coreto”!
Espaço de difusão
de crítica e de pro-
dução cultural
Agradecimento à
comunidade de
Pereiro pela contri-
buição, para refor-
mas no cemitério
público de Pereiro
PÁGINA 06
PÁGINA 08
PÁGINA 07
PÁGINA 06
PÁGINA 03
PÁGINA 03
Moralistas sem
moral
Vida longa para O
Coreto!
Para onde vamos?
Solidariedade
EDITORIAL 02
Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11
www.jornalocoreto.com.br2
Faz precisamente um ano que
“O Coreto” existe como um es-
paço de difusão de crítica e de
produção cultural em Pereiro-
Ceará. E, assim, cumpre um re-
levante papel de fazer circu-
lar idéias, provocando reflexões
e estimulando produções... é
uma via aberta e em permanen-
te construção, a exigir que con-
tinuemos a cuidar desse espaço
para que avance, sempre mais,
como expressão de olhares, di-
fusão de vozes, à inquietar, a
interpelar, a fazer refletir para
além do senso comum que nos
é imposto, inclusive pela mídia a
difundir um único pensamento!
Em tempos sombrios de cri-
ses, de instabilidades e insegu-
ranças é deveras importante
manter viva a crítica, inspirando
o exercício da política – “a Gran-
de Política”, no dizer de Gramsci
– direcionada para o bem viver
da maioria da população, fun-
dado no respeito às liberdades
e aos direitos duramente con-
quistados.
O Coreto é o resultado do
trabalho de um coletivo, coorde-
nado pelo seu fundador e diretor
presidente Antônio Rilmar Ca-
valcante que faz desse jornal um
dos seus mais caros espaços no
exercício da vida pública em Pe-
reiro. Costuma ele dizer, de for-
ma reiterada e contundente: “O
Coreto é um filho querido e di-
leto e dele não abro mão”... Sim,
O Coreto é um filho de Rilmar,
fecundado nas suas utopias e
projetos, a ganharem concretu-
de nesta sua cidade natal, como
obra do seu tempo presente. Ril-
mar Cavalcante, poeta e pro-
fessor , investe na vida pública
em Pereiro para além da dispu-
ta partidária de cargos e honra-
rias... Em verdade, é movido por
desejos e ideais de contribuir na
vida comum da cultura e da polí-
tica em Pereiro.
Junto-me a ele nesse coletivo
que faz O Coreto existir, e alçar
vôos!
Vida longa para O Coreto: É
este o nosso brinde nesse 2 de
maio, aniversário de Rilmar Ca-
valcante!
Vida longa para O Coreto!
Diretor Fundador:
Antônio Rilmar Cavalcante
Equipe de Produção:
Alba Carvalho
Jobenemar Carvalho
Marcos Desidério
Alexandre Desidério
Tim Cavalcante
Ronisalba Cavalcante
Diagramação:
Glauber Martins
EXPEDIENTE
Tiragem:
500 exemplares FALE CONOSCO
Alba Maria Pinho
de Carvalho
Professora da
Universidade
Federal do
Ceará;
Doutora em
sociologia
Editorial
Seja um colaborador do nosso jornal!
Fone: (85) 99763.7273
Email: antoniorilmarcavalcante@gmail.com
Pedindo perdão desde já para
os meus futuros filhos e netos,
porque vão ter que estudar essa
vergonha daqui a alguns anos.
Vão ver o quanto o povo brasi-
leiro já votou em corruptos, que
falam em nome de Deus e da
família. Um bando de hipócritas!
Espero que quando eles estu-
darem isso, riam de todos nós
por termos sido burros o bastan-
te pra preferirmos que Temer e
Cunha (que estão metidos até
o pescoço em roubo), fiquem no
lugar de uma mulher que nunca
fez nada para merecer esse
impeachment.
Espero que os filhos e netos
de vocês também riam e estu-
dem bastante história, porque
pelo visto esses políticos dormi-
ram muito nas aulas dela.
Enquanto o Brasil está passan-
do por todo esse mico, os outros
países estão rindo de nós.
Programas de TV internacionais
fazem piadas sobre e com razão.
Vergonha e injustiça!
Rebeca
Cavalcante
Estudante
do Ensino
Fundamental
- 9º Ano
¢ Opinião
FUNDAÇÃO:
02 de maio de 2015
3
Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11
www.jornalocoreto.com.br
Não há dúvidas que vivemos
uma crise política que tem sérios
reflexos na economia e, conse-
quentemente, no cotidiano
das pessoas, mormente aque-
las mais vulneráveis socialmen-
te. Entretanto, boa parte dessa
crise foi plantada por aqueles
que não aceitam o resultado das
últimas eleições presidenciais,
defendendo a máxima segun-
do a qual “o quanto pior melhor”,
com o intuito de criar uma situ-
ação insustentável para a Presi-
dente eleita democraticamente.
Quando observo e analiso
os principais personagens que
defendem o golpe, travestido de
impedimento, fico imaginando e
me perguntando até onde pode
ir o cinismo de uma pessoa.
E não adianta afirmarem que
não é golpe com o argumento
de que está previsto na Consti-
tuição, pois não é suficiente está
estampado na Carta Magna. É
necessário que a Presidente da
República tenha cometido crime
de responsabilidade e isso não
ocorreu. E não sou apenas eu
que defendo essa tese, porquan-
to juristas como Celso Antô-
nio Bandeira de Mello, Dalmo
Dallari e vários outros seguem a
mesma linha.
É claro que o governo Dilma
e o PT cometeram graves erros.
Tanto é verdade que estão
pagando muito caro por eles.
Contudo, a cobrança desses
erros deve ocorrer dentro da
legalidade e do jogo democrá-
tico. Sem atropelos, pois, do
contrário, pode-se levar o país
a uma situação parecida com a
que viveu após o golpe de 1964.
Noutro giro, analisando a
ficha dos membros da Comis-
são Especial formada para apre-
ciar o pedido de impedimento
da Presidente, mais de 50% de
seus integrantes estão respon-
dendo a processos criminais e
por improbidade administrativa.
Ademais, os principais líde-
res que patrocinam o impea-
chment, Aécio, Serra, Temer,
Roberto Freire, Agripino Maia,
Aloysio Nunes e outros, já foram
citados na Operação Lava-Jato
como recebedores de dinheiro
das empreiteiras. O caso mais
recente é o da Odebrecht que
citou todos eles.
Portanto, assim como o PT, o
PSDB, o PMDB, o PPS, o DEM e
vários outros partidos também
receberam dinheiro de emprei-
teiras para financiar campa-
nhas. Contudo, todas as inves-
tigações têm sido conduzidas
apenas contra o Partido dos
Trabalhadores e o ex-Presidente
Lula, com uma seletividade que
causa ojeriza.
Com efeito, surge a seguin-
te pergunta: com que moral e
baseado em que ética estes polí-
ticos e partidos pedem o impe-
dimento da Presidente Dilma? A
resposta é uma só: nenhuma.
EmnenhummomentoaPresi-
dente da República foi citada
recebendo dinheiro de emprei-
teiras. Seu nome não aparece
uma única vez nas tantas listas
que foram citadas ao longo das
investigações. Diferentemente
se seus opositores.
Sendo assim, para se tirar
um(a) Presidente da Repúbli-
ca de seu cargo, eleita demo-
craticamente, é preciso ter
fortes argumentos jurídicos,
não bastando apenas a vonta-
de de removê-la simplesmen-
te porque não gostam dela ou
porque seu governo vai mal.
Para estes problemas existem
outros remédios menos amar-
gos. Até porquê, como o mundo
dá muitas voltas, quem hoje
atira pedras amanhã poderá ser
a vitrine.
As crises do Brasil e da Vene-
zuela e a mudança na Argenti-
na apontam para os inevitáveis
governos inclinados à direita,
liberais ou neoliberais.
A mim, não causa nenhuma
estranheza tamanho crescimen-
to, a tendência mundial a uma
política conservadora que aten-
da às necessidades do capital.
O Brasil que sofre uma reces-
são econômica desde do final
de 2014, em seu agravamento
notória de uma inflação previs-
ta acima de 10%; além do mais,
escândalos que envolve a Petro-
bras e grandes construtoras
brasileiras e grande corrupção
comandada pela classe política,
não nos resta esperança para o
avanço no social. Por ventura, se
Temer assumir a presidência, o
país verá o pior mal, isto é, golpe-
ará as conquistas sociais.
Os governos “populistas”,
principalmente, o de Lula que
tirou mais de 30 milhões de
brasileiros da pobreza absolu-
to, ampliou universidades fede-
rais, escolas técnicas, na educa-
ção; na moradia, construção de
casas populares e tantos outros
serviços prestados aos menos
favorecidos, que irão desaguar
no provável governo pemedebis-
ta nas águas do rio Tiete, esque-
cido e poluído em seu trajeto.
O pecado do governo PT foi
não governar com o povo, não
fazer reformas de base, que o
país tanto precisa, não fortale-
ceu as instituições sociais.
Acho que os políticos petis-
tas se perderam pelo sedutor
poder e o povo foi colocado de
lado. Esse povo, hoje, que se
acha na rua a grita forte contra
o golpe é uma pequena parcela
do de outrora.
Viva a Maquiavel, cada vez
mais presente neste mundo
contemporâneo de liquidez,
sem laços concretos. O PT está
pagando por esquecer suas
lutas históricas.
Moralistas sem moral
Para onde vamos?
Matheus
Cavalcante
Estudante de
Informática
UECE
Alexandre
Desidério
Graduado em
Direito pelo
Centro Univer-
sitario do Dis-
trito Federal
- UDF e Analis-
ta Judiciário
do Tribunal de
Justiça do DF
Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11
www.jornalocoreto.com.br4
Tudo começou há aproxi-
madamente seis anos, quando
recebi a missão de registrar o
nascimento daquele que seria
o maior empreendimento do
patrimônio material de nossa
querida Pereiro e região, sem
imaginar que um chamado
maior estava sendo preparado.
A EEEP Professora Maria Célia Pinheiro Falcão nasce do proje-
to do Governo do Estado do Ceará, na gestão do governador Cid
Ferreira Gomes, de instalar equipamentos de formação profissio-
nal em tempo integral e integrado ao Ensino Médio, em todas as
principais cidades do estado. A nova construção se destaca rapi-
damente pelo volume de recursos investidos e pela estrutura
diferenciada.
A inauguração aconteceu na noite do dia 19 de abril de 2011. O
evento foi marcado pela presença da população local e de cara-
vanas de alunos, professores, funcionários, gestores e pais, oriun-
das de todas as escolas da Crede 11, vindo dos municípios de
Ereré, Iracema, Potiretama, Jaguaretama, Jaguaribara, Jagua-
ribe. O CERIMONIAL foi realizado com a presença do Dr. Antô-
nio Idilvan de Lima Alencar (Secretário Executivo da Educação e
atual Secretário de Educação); o Dr. Mauro Benevides Filho, então
Secretário da Fazenda do Estado; o Sr. Raimundo Estevam Neto,
Prefeito de Pereiro; a Sra. Maria Elizabete Araújo, Coordenadora
e equipe da CREDE 11; a jovem Karla Pinheiro Afonso, represen-
tante dos alunos desta escola; o Prof. Jobenemar Carvalho dos
Santos,Diretor da EEEP; e a Sra.Suely Pinheiro Falcão Dias,repre-
sentante da Sra. Maria Célia Pinheiro Falcão. Contou, ainda, com
a presença do deputado Dr. Leonardo Franklin Nogueira Pinheiro.
A estrutura de 4,5 mil metros quadrados, no valor de 7,8
milhões, tem 12 salas de aula, hall/ foyer, auditório para 201
lugares, biblioteca, bloco pedagógico-administrativo, secreta-
ria, diretoria, reprografia, coordenações, salas de professores,
laboratórios de Línguas, Informática, Química, Física, Biologia e
Matemática e laboratórios especiais (02 oficinas). Dispõe ainda
de bloco administrativo de vivência (cantina, cozinha, vestiários
de funcionários, grêmio, refeitório, vivência, oficina de manuten-
ção), quadra poliesportiva, depósito de material esportivo, coor-
denação de educação física, vestiários para alunos, sala multiuso,
teatro de arena e estacionamento (40 vagas). A construção aten-
de à nova concepção de qualidade estabelecida pelo MEC para
escolas de educação profissional.
Então veio o grande chamado para assumir a direção da insti-
tuição. Poderia ter considerado como o reconhecimento de
uma trajetória profissional de contribuições responsáveis para
a educação. Inicialmente de forma interina e, posteriormente,
confirmado através de aprovação em seleção pública para dire-
tores das escolas profissionais referente ao EDITAL Nº 012/2012
- GAB/SEDUC, da qual participaram cerca de 1.300 candidatos e
resultando em apenas 30 aprovações. O grau de dificuldade da
seleção de diretores indicava apenas um pequeno aperitivo para
a missão hercúlea que nos aguardava.Ainda bem que os reforços
começaram a chegar, entre os quais os primeiros coordenadores
escolares: Francisco Rosiglei e Jakson Gama.
A equipe estava formada, um grupo de educadores idealistas
movidos pela vontade de transformar o mundo.Envoltos na atmos-
fera de preparação para o início dos trabalhos, diligentemente,
realizamos o nosso primeiro Planejamento Coletivo.Eram momen-
tos de definição da nossa prática sócio pedagógica, que desde o
início foi definida por padrões democráticos de participação efeti-
va dos educadores, onde todas as principais decisões passaram a
ser adotada mediante consulta a assembleia geral. Aqui, torna-se
importante ressaltar que as decisões provenientes dessas consul-
tas passariam a ser adotadas como consenso de todos.
Uma história de sonhos, amor
Jobenemar
Carvalho
Mestre em
gestão e
avaliação
pública
Uma breve retrospectiva da Escola Profissional de Pereiro
Professor da
EEEP Maria
Célia; Mestre
em Gestão e
Avaliação da
Educação
Pública.
5
Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11
www.jornalocoreto.com.br
à vida e muito trabalho!!!
Precisamente vinte dias depois da inauguração, numa segun-
da-feira dia 09 de maio de 2011, celebramos a chegada das
nossas tão esperadas primeiras turmas dos cursos de Informá-
tica, Redes de Computadores, Agronegócio e Carpintaria, para o
início das atividades letivas.
Foi assim que nasceu um grande sonho de transformação e de
construção deumfuturo melhorparaosnossoseducadores,nossos
jovens e suas famílias. Algumas ações de suma importância foram
prontamente diligenciadas, com vistas a impulsionar o potencial do
trabalho iniciado. Realizamos as primeiras eleições para formação
das diretorias do Grêmio Estudantil e do Conselho Escolar. Marca-
mos e realizamos a primeira reunião de pais e mestres de nossa
escola. Enfim, naquele momento, muito do que estávamos viven-
ciando poderia ser considerado um momento histórico, uma vez
que eram situações inéditas para os atores envolvidos.
Não obstante a superação dos desafios, que insistiam em
surgir a cada momento que buscávamos a inovação ou, até
mesmo, o simples cumprimento de orientações das instituições
mantenedoras CREDE 11/SEDUC, podemos afirmar com segu-
rança que as conquistas superaram todas as expectativas.
Novas turmas foram criadas: Secretaria Escolar, Administra-
ção, Comércio e Móveis. Não demorou muito para começar a
aparecer os resultados produzidos por esse conjunto constituí-
do pelos seguintes aspectos: o planejamento e zelo na execução
das definições pedagógicas, a realização do potencial de nossos
alunos através do esforço e da dedicação individual, o apoio e
a confiança dos familiares e/ou responsáveis pelos alunos, as
parcerias construídas quase que de forma natural e, finalmente,
com a participação da comunidade local e de toda a região.
Entre os vários indicadores desses resultados, podemos citar
os empregos gerados para todos os segmentos escolares, como
também os que foram gerados em decorrência do estágio curri-
cular obrigatório que os alunos realizam durante o 3º ano; as
aprovações para o ensino superior através dos vestibulares e/ou
programas do governo federal como SISU e PROUNI, com desta-
que para 04 (quatro) aprovações para o curso de Medicina e
aprovações nos cursos de engenharia, odontologia, direito, psico-
logia e outros; bem como, a quantidade de computadores que
foram/serão distribuídos aos nossos alunos, mediante os resulta-
dos satisfatórios que foram alcançados nas avaliações externas
dos governos federal (ENEM) e estadual (SPAECE).
Essa é apenas uma pequena parte dessa empolgante história
de superação e transformação de muitas vidas. Se pudéssemos
contar a história de cada um que passou ou está vivenciando o
que essa escola tem para oferecer, certamente seria escrita uma
coleção de livros. E são essas histórias que fazem de nossa esco-
la uma escola viva e empolgante. Não é apenas um prédio lindo, a
escola são as pessoas que nela convivem.
Não poderia concluir o resgate do nascimento desse gran-
de e auspicioso empreendimento educacional do nosso municí-
pio e de toda a região, sem agradecer o apoio, o compromisso
e a confiança incondicional de nossos alunos, educadores, pais,
responsáveis, parceiros e, principalmente, da comunidade local.
Não seria exagero dizer que isso tudo é apenas o começo de uma
longa e brilhante história de realizações e muitas conquistas.
Aprendi no texto bíblico que uns devem semear e que outros
colherão. Portanto, fico profundamente honrado de ter recebido a
confiança de liderar o início dessa caminhada e, assim, semear os
princípios de uma nova escola que convencionamos chamar de
Escola Transvergente. Escola baseada na participação democráti-
ca efetiva de todos os segmentos nos processos de decisão.Acre-
ditamos e vamos continuar contribuindo efetivamente para que
essa semente continue a brotar e produzir muita prosperidade.
* Estimativa (Aguardando os resultados definitivos de 2015).
CONSOLIDADO DOS INDICADORES
Ensino Superior
496
Aprovações
ENEM / SPAECE
200*
Computadores
Informática
Agronegócio
Carpintaria
Redes de Computadores
Grêmio
Reunião de
Pais e Mestres
Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11
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Agradecemos à comunida-
de de Pereiro pela ação de soli-
dariedade e contribuição para
realização de algumas reformas
no cemitério público de Perei-
ro, conhecido como Cemitério
Velho. Desde Novembro de 2015,
as voluntárias Senhora Cota Vaz
e a Senhora Cosma Carneiro
vêm fazendo ações de melhoria
no local com ajuda da população,
que doa quantias em dinheiro
para pagar os trabalhadores em
serviço. Infelizmente o cemitério
estava em más condições: muito
lixo, sujeira por toda parte, falta
de água, falta de equipamentos
para limpeza e restos de entu-
lhos. Mas agora quem passa no
local pode perceber a diferença.
Acabou a sujeira,todo lixo foi reti-
rado.As paredes tanto por dentro
como por fora estão pintadas, o
portão também foi pintado com a
colaboração de alguns pedreiros
voluntários da cidade e o carro
pipa está passando uma vez por
semana para abastecer. Estão
iniciando uma nova construção
para abrigar os corpos quando
chegam ao local para as últimas
preces antes de enterrá-los. E o
próximo projeto será a reforma
da calçada. Quem quiser contri-
buir ou participar para a reali-
zação dos projetos, procure a
Senhora Cota Vaz na Rua Santos
Dumont 439, próximo a capela
SãoVicente ou mais informações
pelo telefone (88) 3527 1252.
Agradecemos pela contribuição.
ATENÇÃO PARA CHAMADA:
NÚMERO 176-671, NÚMERO
176-761, NÚMERO 176-176.
QUE NÚMEROS MÁGICOS
SÃO ESTES?
Não me responda sem
pensar!... provavelmente seus
avós e seus pais conheça a histó-
ria muito bem! Eu te digo: não são
números da mega sena, e nenhu-
ma senha esotérica...só vou atua-
lizar esta história, então, não é
minha. Em brasisópolis ou em
Pereisópois, ladrões espertos,
geralmente, tentam furtar a caixa
forte doTio Patinhas,sempre com
resultados frustrados. Esta práti-
ca é antiga...
A família conta com outros
membros, como a Vovó Metralha
ou aTitia Metralha,que se juntam
à quadrilha, em geral os resulta-
dos são desastrosos. Na nossa
Brasisópolis,a gaita,não é instru-
mento musical, mas, sim, a grana
a ser dividido, nessa partilha, há
consenso, pois, seus membros
se insultam e apenas se unem
formando uma gangue a metra-
lhar o povo.Vergonhoso! ...
Outros não tão notórios, como
Primo Azarado (1313) e o Meio
Quilo (1/2), além dos sobrinhos
metralinhas.“Essa família é engra-
çada ...”e o neófito narciso 2424.
A conspiração dessa história,
toda gente de Brasisópolis ou de
Pereisópolis conhece o seu final
desastroso.
Pereisópolis anoitece! ... as
camas infectadas no furdunço
da noite fria, os vírus abrolham
dos amantes lascivos e as cons-
pirações carnais dos corpos
saciados de bestiais orgasmos
se entorpecem.
- Cuidado! ... É bom colocar
uma ratoeira no cofre... eleição
está próxima... rato sente o chei-
ro do queijo... Tem ratos novos
famintos ... muita reza a Nossa
Senhora Aparecida para iluminar
nossas mentes.
Solidariedade
Pereisópolis versus brasisópolis
Norma
Fernandes
Professora
da escola
Cleonice
Freire
por Rilmar Cavalcante
Profissional
de Pereiro
Professora
da EEEP
Maria Célia
7
Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11
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O *Pré-Modernismo* é um
momento de transição entre
o final do século XIX e o movi-
mento modernista com o
advento da *Semana de Arte
Moderna (1922).*
No contexto histórico do
Brasil no Pré-Modernismo: A
partir e 1894, no governo de
Prudente de Morais, primeiro
governo civil, marco da Repú-
blica Velha (Republica do Café
com Leite). No Sudeste a agri-
cultura cafeeira e a produ-
ção de leite – a urbanização
de São Paulo – a imigração,
principalmente, de italianos
em terras brasileiras no início
da nascente industrialização
paulista; e o ciclo da borra-
cha na Amazônia. A riqueza
da última década do século
XIX e as duas primeiras do
século XX chamada *“belle
époque* *brasileira”,* isto
é, a grande influência fran-
cesa nos centros urbanos
ricos do Brasil.
Contudo, o Brasil pobre
padece. Pelo país as revoltas
difundir-se, no Nordeste movi-
mento do cangaço e do fana-
tismo religioso – *a Revol-
ta de Canudos* que tem em
*Antônio Conselheiro,* o prin-
cipal mentor- sendo tema da
obra inaugural pré-modernis-
ta, *Os Sertões, de Euclides da
Cunha*. *No Ceará a grande
influência do religioso na cida-
de Juazeiro do Norte, o Padre
Cícero*. No Rio de Janeiro o
movimento (*Revolta da Vaci-
na*) popular contrário as
medidas sanitárias impos-
tas pelo governo, em 1904.
Outra, *a Revolta da Chibata*
de cunho social, relacionado
aos maus-tratos, como casti-
gos físicos sofridos por mili-
tares, em 1910. Na região Sul,
entre Santa Catarina e Para-
ná, *a Guerra do Contestado*,
conflito armado por dispu-
ta territorial. Todos
estes levantes reprimi-
dos pelo governo sem
diálogo e com repres-
são física.
O Pré-Modernismo
de Augusto dos Anjos é
responsável por produ-
zir uma poesia de gran-
de originalidade. A sua
obra literária é inclassi-
ficável, não pertencen-
te uma escola literária
– *Realismo, Natura-
lismo, Parnasianismo,
Simbolismo e Moder-
nismo -,* classificá-lo
como Pré-Modernis-
ta porque esse perí-
odo não se confirma
como estilo literário,
mas como uma tran-
sição entre diversos
estilos. Augusto dos Augusto
representa uma experiência
única a literatura universal. Ao
leitor, ele choca com a putrefa-
ção da matéria, a morbidez e o
pessimismo em seus poemas.
Herda o *pessimismo* prova-
velmente *do filósofo alemão
Arthur Schopenhauer.* O
vocabulário científico há na
poesia de Augusto dos Anjos,
a dor do ser dos simbolis-
tas, assinalado por anseios e
angústias existenciais;
há apenas a supre-
macia da ciên-
cia. *“Quando ao
homem, as subs-
tâncias e ener-
gias do univer-
soqueogeram,
compondo a
matéria de*
*que ele é
feito – carne,
sangue,instinto,
células- “,* tudo
inevitavelmente
acaba em podridão
e se decompõe para o
mal e o nada.
A sua poesia caracteriza-
se pela *união de objetividade
do átomo e a dor agonizante*
*cósmica,* em busca da exis-
tência humana.
A linguagem do poema
inovadora em seu aspecto colo-
quial do nosso cotidiano “toma
um fósforo”, e por outro lado,
o uso de palavras considera-
das antipoéticas, de maneira
fortemente agressiva “escarro”,
portanto, em sua originalidade
e o cientificismo naturalista, o
homem como o lobo do próprio
homem, aqui o determinismo,
a seleção natural, onde o mais
forte sobrevivi.
Na primeira estrofe:
o enterro da última
quimera,nocaso,o
fim da esperança
ou último sonho.
A ideia de que
ninguém se
importa com
os sonhos
d e s t r u í d o s
dos outros,
as pessoas
são ingratas –
animais selvagens
– pantera.
Na segunda estro-
fe: A segunda estro-
fe começa com o verbo no
imperativo “Acostuma-te”, o
conselho que o homem se
acostume com a crueldade e a
miserável realidade do mundo,
pois este voltará à lama, regres-
sara ao pó, seu destino
final.
O autor afirma que
o homem vive no meio
de feras, pessoas sem
escrúpulos, más e sem
compaixão, para sobre-
viver tem que se adap-
tar e torna-se também
fera. O que essa estrofe
nos leva ao pensamen-
to de Hobbes,
“O homem é a fera
do homem”.
Na terceira estro-
fe: O poeta utilizou a
linguagem coloquial,
fica claro o convite
ao amigo: “enterro de
sua última quimera”,
que se prepare para
traições. O suposto
amigo que se cuide, na
demonstração de amizade e
carinho como um beijo, que
é prenúncio de algo mal. A
boca que beija é mesma que
que vai cuspir causando dor e
desilusão.
Na quarta estrofe: O autor
afirmar que se deve “cortar o
mal pela raiz”, isto é, para que
se possa evitar o sofrimen-
to no futuro. Faça-o: cuspa na
boca de quem te beija e a mão
quem te afaga apedreja-a.
Literatura - Pré-Modernismo
Rilmar
Cavalcante
Professor
e Poeta
Versos íntimos
Vês?! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a *Ingratidão* esta pantera
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente a inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa ainda pena a tua
chaga, apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca eu te beija!
Augusto dos Anjos
(1884-1914)
Nasceu e criou-se no engenho Pau D’ar-
co, na várzea do Paraíba de paisagem
bucólica.
Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11
www.jornalocoreto.com.br8
Na noite passada, uma
solenidade marcou os 25
anos da criação da Assem-
bleia Legislativa do Estado
de Roraima. Entre as pesso-
as que se destacaram por
serviços relevantes pres-
tados ao Estado de Rorai-
ma, meu pai, o médico Dr.
Mozart, foi homenageado
com a Medalha da Ordem do Mérito Legislativo, maior comen-
da da Casa. A história deste grande ginecologista e obstetra
fala por si e em sua referência, eu e minha irmã, Stella Pinheiro,
temos trabalhado por um Estado melhor.
¢ Social
Tim
Cavalcante
Historiador
No contexto atual da políti-
ca brasileira, que vivemos, faz-
nos lembrar deste a proclamação
da república, em 15 de novem-
bro de 1889, até os dias atuais,
que apenas durante breves perí-
odos, o povo brasileiro viveu efeti-
vamente sob clima de um regime
democrático. Herdamos do auto-
ritarismo latifundiário presen-
te em nossa formação cultural e
da estrutura disciplinar do Esta-
do as manifestado contra grupos
sociais indesejáveis e contra as
vozes de contestação social dos
desmandos políticos.
Hoje o enredo da política brasi-
leira, que tenta interromper as
conquistas sociais que se alastra
pela América Latina, é uma polí-
tica de direita neoliberal promo-
vido pelo capital internacio-
nal, marchamos para um sóbrio
“golpe do parlamento”, onde
forças imperialistas que cobrou
judiciário, políticos e a mídia, esta
que se tornou partidária de oposi-
ção, criando uma imagem destor-
cida dos acontecimentos e da
realidade de um governo elei-
to espontâneo pelo povo. Usurpá
-lo por não aceitar 16 anos, sem
governarenãoquererqueasclas-
ses menos favorecidas tenham
saído de miséria e de miséria
absoluta, também, por ganhos a
moradias e bolsa família, etc.
Segundo Massimo D’Alema,
sob a crise brasileira: “estamos
diante de uma evidência violação
constitucional e,ainda mais,prati-
cada por moralizadores publica-
mente pouco Críveis”. O governo
cometeu erros, mas nada se justi-
fica o seu impedimento, já que
não há crime,o Brasil corre o risco
de se viver um período de desgas-
te político e social.
Penso que a saída para
conquistar o prestígio e o respei-
to da comunidade mundial são
as eleições gerais antecipadas.
Uma chance para que ocorra as
mudanças de velhos políticos
conservadores, que as estru-
turas sociais sejam avança-
das para um socialismo a nosso
modo, com a cara brasileira e
suas características peculiares
ao feitio moderno. Que sejamos
capazes de fazer a alta censura a
mídia hegemônica que vivemos
hoje, como porta voz do poder
empresarial.
Eleições já!
Rilmar
Cavalcante
Professor
e Poeta
ANUNCIE AQUI!
Quem não é visto, não é lembrado!
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“Chico Mozart”, Deputado Estadual/PRP

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História da Escola Profissional de Pereiro

  • 1. Distribuição Gratuita / Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 / www.jornalocoreto.com.br Uma breve retrospectiva da Escola Profissional de Pereiro PÁGINAS 04 E 05 UMA HISTÓRIA DE SONHOS, AMOR À VIDA E MUITO TRABALHO!!! PEREISÓPOLIS VERSUS BRASISÓPOLIS ELEIÇÕES JÁ! LITERATURA - PRÉ-MODERNISMO Augusto dos Anjos (1884 - 1914) Uma história de uma quadrilha de ladrões atrapalhados! Um contexto atual da política brasileira que estamos vivendo Crise política tem sérios reflexos na economia e no cotidiano das pessoas Crise política tem sérios reflexos na economia e no coti- diano das pessoas Um ano de jornal “O Coreto”! Espaço de difusão de crítica e de pro- dução cultural Agradecimento à comunidade de Pereiro pela contri- buição, para refor- mas no cemitério público de Pereiro PÁGINA 06 PÁGINA 08 PÁGINA 07 PÁGINA 06 PÁGINA 03 PÁGINA 03 Moralistas sem moral Vida longa para O Coreto! Para onde vamos? Solidariedade EDITORIAL 02
  • 2. Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 www.jornalocoreto.com.br2 Faz precisamente um ano que “O Coreto” existe como um es- paço de difusão de crítica e de produção cultural em Pereiro- Ceará. E, assim, cumpre um re- levante papel de fazer circu- lar idéias, provocando reflexões e estimulando produções... é uma via aberta e em permanen- te construção, a exigir que con- tinuemos a cuidar desse espaço para que avance, sempre mais, como expressão de olhares, di- fusão de vozes, à inquietar, a interpelar, a fazer refletir para além do senso comum que nos é imposto, inclusive pela mídia a difundir um único pensamento! Em tempos sombrios de cri- ses, de instabilidades e insegu- ranças é deveras importante manter viva a crítica, inspirando o exercício da política – “a Gran- de Política”, no dizer de Gramsci – direcionada para o bem viver da maioria da população, fun- dado no respeito às liberdades e aos direitos duramente con- quistados. O Coreto é o resultado do trabalho de um coletivo, coorde- nado pelo seu fundador e diretor presidente Antônio Rilmar Ca- valcante que faz desse jornal um dos seus mais caros espaços no exercício da vida pública em Pe- reiro. Costuma ele dizer, de for- ma reiterada e contundente: “O Coreto é um filho querido e di- leto e dele não abro mão”... Sim, O Coreto é um filho de Rilmar, fecundado nas suas utopias e projetos, a ganharem concretu- de nesta sua cidade natal, como obra do seu tempo presente. Ril- mar Cavalcante, poeta e pro- fessor , investe na vida pública em Pereiro para além da dispu- ta partidária de cargos e honra- rias... Em verdade, é movido por desejos e ideais de contribuir na vida comum da cultura e da polí- tica em Pereiro. Junto-me a ele nesse coletivo que faz O Coreto existir, e alçar vôos! Vida longa para O Coreto: É este o nosso brinde nesse 2 de maio, aniversário de Rilmar Ca- valcante! Vida longa para O Coreto! Diretor Fundador: Antônio Rilmar Cavalcante Equipe de Produção: Alba Carvalho Jobenemar Carvalho Marcos Desidério Alexandre Desidério Tim Cavalcante Ronisalba Cavalcante Diagramação: Glauber Martins EXPEDIENTE Tiragem: 500 exemplares FALE CONOSCO Alba Maria Pinho de Carvalho Professora da Universidade Federal do Ceará; Doutora em sociologia Editorial Seja um colaborador do nosso jornal! Fone: (85) 99763.7273 Email: antoniorilmarcavalcante@gmail.com Pedindo perdão desde já para os meus futuros filhos e netos, porque vão ter que estudar essa vergonha daqui a alguns anos. Vão ver o quanto o povo brasi- leiro já votou em corruptos, que falam em nome de Deus e da família. Um bando de hipócritas! Espero que quando eles estu- darem isso, riam de todos nós por termos sido burros o bastan- te pra preferirmos que Temer e Cunha (que estão metidos até o pescoço em roubo), fiquem no lugar de uma mulher que nunca fez nada para merecer esse impeachment. Espero que os filhos e netos de vocês também riam e estu- dem bastante história, porque pelo visto esses políticos dormi- ram muito nas aulas dela. Enquanto o Brasil está passan- do por todo esse mico, os outros países estão rindo de nós. Programas de TV internacionais fazem piadas sobre e com razão. Vergonha e injustiça! Rebeca Cavalcante Estudante do Ensino Fundamental - 9º Ano ¢ Opinião FUNDAÇÃO: 02 de maio de 2015
  • 3. 3 Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 www.jornalocoreto.com.br Não há dúvidas que vivemos uma crise política que tem sérios reflexos na economia e, conse- quentemente, no cotidiano das pessoas, mormente aque- las mais vulneráveis socialmen- te. Entretanto, boa parte dessa crise foi plantada por aqueles que não aceitam o resultado das últimas eleições presidenciais, defendendo a máxima segun- do a qual “o quanto pior melhor”, com o intuito de criar uma situ- ação insustentável para a Presi- dente eleita democraticamente. Quando observo e analiso os principais personagens que defendem o golpe, travestido de impedimento, fico imaginando e me perguntando até onde pode ir o cinismo de uma pessoa. E não adianta afirmarem que não é golpe com o argumento de que está previsto na Consti- tuição, pois não é suficiente está estampado na Carta Magna. É necessário que a Presidente da República tenha cometido crime de responsabilidade e isso não ocorreu. E não sou apenas eu que defendo essa tese, porquan- to juristas como Celso Antô- nio Bandeira de Mello, Dalmo Dallari e vários outros seguem a mesma linha. É claro que o governo Dilma e o PT cometeram graves erros. Tanto é verdade que estão pagando muito caro por eles. Contudo, a cobrança desses erros deve ocorrer dentro da legalidade e do jogo democrá- tico. Sem atropelos, pois, do contrário, pode-se levar o país a uma situação parecida com a que viveu após o golpe de 1964. Noutro giro, analisando a ficha dos membros da Comis- são Especial formada para apre- ciar o pedido de impedimento da Presidente, mais de 50% de seus integrantes estão respon- dendo a processos criminais e por improbidade administrativa. Ademais, os principais líde- res que patrocinam o impea- chment, Aécio, Serra, Temer, Roberto Freire, Agripino Maia, Aloysio Nunes e outros, já foram citados na Operação Lava-Jato como recebedores de dinheiro das empreiteiras. O caso mais recente é o da Odebrecht que citou todos eles. Portanto, assim como o PT, o PSDB, o PMDB, o PPS, o DEM e vários outros partidos também receberam dinheiro de emprei- teiras para financiar campa- nhas. Contudo, todas as inves- tigações têm sido conduzidas apenas contra o Partido dos Trabalhadores e o ex-Presidente Lula, com uma seletividade que causa ojeriza. Com efeito, surge a seguin- te pergunta: com que moral e baseado em que ética estes polí- ticos e partidos pedem o impe- dimento da Presidente Dilma? A resposta é uma só: nenhuma. EmnenhummomentoaPresi- dente da República foi citada recebendo dinheiro de emprei- teiras. Seu nome não aparece uma única vez nas tantas listas que foram citadas ao longo das investigações. Diferentemente se seus opositores. Sendo assim, para se tirar um(a) Presidente da Repúbli- ca de seu cargo, eleita demo- craticamente, é preciso ter fortes argumentos jurídicos, não bastando apenas a vonta- de de removê-la simplesmen- te porque não gostam dela ou porque seu governo vai mal. Para estes problemas existem outros remédios menos amar- gos. Até porquê, como o mundo dá muitas voltas, quem hoje atira pedras amanhã poderá ser a vitrine. As crises do Brasil e da Vene- zuela e a mudança na Argenti- na apontam para os inevitáveis governos inclinados à direita, liberais ou neoliberais. A mim, não causa nenhuma estranheza tamanho crescimen- to, a tendência mundial a uma política conservadora que aten- da às necessidades do capital. O Brasil que sofre uma reces- são econômica desde do final de 2014, em seu agravamento notória de uma inflação previs- ta acima de 10%; além do mais, escândalos que envolve a Petro- bras e grandes construtoras brasileiras e grande corrupção comandada pela classe política, não nos resta esperança para o avanço no social. Por ventura, se Temer assumir a presidência, o país verá o pior mal, isto é, golpe- ará as conquistas sociais. Os governos “populistas”, principalmente, o de Lula que tirou mais de 30 milhões de brasileiros da pobreza absolu- to, ampliou universidades fede- rais, escolas técnicas, na educa- ção; na moradia, construção de casas populares e tantos outros serviços prestados aos menos favorecidos, que irão desaguar no provável governo pemedebis- ta nas águas do rio Tiete, esque- cido e poluído em seu trajeto. O pecado do governo PT foi não governar com o povo, não fazer reformas de base, que o país tanto precisa, não fortale- ceu as instituições sociais. Acho que os políticos petis- tas se perderam pelo sedutor poder e o povo foi colocado de lado. Esse povo, hoje, que se acha na rua a grita forte contra o golpe é uma pequena parcela do de outrora. Viva a Maquiavel, cada vez mais presente neste mundo contemporâneo de liquidez, sem laços concretos. O PT está pagando por esquecer suas lutas históricas. Moralistas sem moral Para onde vamos? Matheus Cavalcante Estudante de Informática UECE Alexandre Desidério Graduado em Direito pelo Centro Univer- sitario do Dis- trito Federal - UDF e Analis- ta Judiciário do Tribunal de Justiça do DF
  • 4. Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 www.jornalocoreto.com.br4 Tudo começou há aproxi- madamente seis anos, quando recebi a missão de registrar o nascimento daquele que seria o maior empreendimento do patrimônio material de nossa querida Pereiro e região, sem imaginar que um chamado maior estava sendo preparado. A EEEP Professora Maria Célia Pinheiro Falcão nasce do proje- to do Governo do Estado do Ceará, na gestão do governador Cid Ferreira Gomes, de instalar equipamentos de formação profissio- nal em tempo integral e integrado ao Ensino Médio, em todas as principais cidades do estado. A nova construção se destaca rapi- damente pelo volume de recursos investidos e pela estrutura diferenciada. A inauguração aconteceu na noite do dia 19 de abril de 2011. O evento foi marcado pela presença da população local e de cara- vanas de alunos, professores, funcionários, gestores e pais, oriun- das de todas as escolas da Crede 11, vindo dos municípios de Ereré, Iracema, Potiretama, Jaguaretama, Jaguaribara, Jagua- ribe. O CERIMONIAL foi realizado com a presença do Dr. Antô- nio Idilvan de Lima Alencar (Secretário Executivo da Educação e atual Secretário de Educação); o Dr. Mauro Benevides Filho, então Secretário da Fazenda do Estado; o Sr. Raimundo Estevam Neto, Prefeito de Pereiro; a Sra. Maria Elizabete Araújo, Coordenadora e equipe da CREDE 11; a jovem Karla Pinheiro Afonso, represen- tante dos alunos desta escola; o Prof. Jobenemar Carvalho dos Santos,Diretor da EEEP; e a Sra.Suely Pinheiro Falcão Dias,repre- sentante da Sra. Maria Célia Pinheiro Falcão. Contou, ainda, com a presença do deputado Dr. Leonardo Franklin Nogueira Pinheiro. A estrutura de 4,5 mil metros quadrados, no valor de 7,8 milhões, tem 12 salas de aula, hall/ foyer, auditório para 201 lugares, biblioteca, bloco pedagógico-administrativo, secreta- ria, diretoria, reprografia, coordenações, salas de professores, laboratórios de Línguas, Informática, Química, Física, Biologia e Matemática e laboratórios especiais (02 oficinas). Dispõe ainda de bloco administrativo de vivência (cantina, cozinha, vestiários de funcionários, grêmio, refeitório, vivência, oficina de manuten- ção), quadra poliesportiva, depósito de material esportivo, coor- denação de educação física, vestiários para alunos, sala multiuso, teatro de arena e estacionamento (40 vagas). A construção aten- de à nova concepção de qualidade estabelecida pelo MEC para escolas de educação profissional. Então veio o grande chamado para assumir a direção da insti- tuição. Poderia ter considerado como o reconhecimento de uma trajetória profissional de contribuições responsáveis para a educação. Inicialmente de forma interina e, posteriormente, confirmado através de aprovação em seleção pública para dire- tores das escolas profissionais referente ao EDITAL Nº 012/2012 - GAB/SEDUC, da qual participaram cerca de 1.300 candidatos e resultando em apenas 30 aprovações. O grau de dificuldade da seleção de diretores indicava apenas um pequeno aperitivo para a missão hercúlea que nos aguardava.Ainda bem que os reforços começaram a chegar, entre os quais os primeiros coordenadores escolares: Francisco Rosiglei e Jakson Gama. A equipe estava formada, um grupo de educadores idealistas movidos pela vontade de transformar o mundo.Envoltos na atmos- fera de preparação para o início dos trabalhos, diligentemente, realizamos o nosso primeiro Planejamento Coletivo.Eram momen- tos de definição da nossa prática sócio pedagógica, que desde o início foi definida por padrões democráticos de participação efeti- va dos educadores, onde todas as principais decisões passaram a ser adotada mediante consulta a assembleia geral. Aqui, torna-se importante ressaltar que as decisões provenientes dessas consul- tas passariam a ser adotadas como consenso de todos. Uma história de sonhos, amor Jobenemar Carvalho Mestre em gestão e avaliação pública Uma breve retrospectiva da Escola Profissional de Pereiro Professor da EEEP Maria Célia; Mestre em Gestão e Avaliação da Educação Pública.
  • 5. 5 Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 www.jornalocoreto.com.br à vida e muito trabalho!!! Precisamente vinte dias depois da inauguração, numa segun- da-feira dia 09 de maio de 2011, celebramos a chegada das nossas tão esperadas primeiras turmas dos cursos de Informá- tica, Redes de Computadores, Agronegócio e Carpintaria, para o início das atividades letivas. Foi assim que nasceu um grande sonho de transformação e de construção deumfuturo melhorparaosnossoseducadores,nossos jovens e suas famílias. Algumas ações de suma importância foram prontamente diligenciadas, com vistas a impulsionar o potencial do trabalho iniciado. Realizamos as primeiras eleições para formação das diretorias do Grêmio Estudantil e do Conselho Escolar. Marca- mos e realizamos a primeira reunião de pais e mestres de nossa escola. Enfim, naquele momento, muito do que estávamos viven- ciando poderia ser considerado um momento histórico, uma vez que eram situações inéditas para os atores envolvidos. Não obstante a superação dos desafios, que insistiam em surgir a cada momento que buscávamos a inovação ou, até mesmo, o simples cumprimento de orientações das instituições mantenedoras CREDE 11/SEDUC, podemos afirmar com segu- rança que as conquistas superaram todas as expectativas. Novas turmas foram criadas: Secretaria Escolar, Administra- ção, Comércio e Móveis. Não demorou muito para começar a aparecer os resultados produzidos por esse conjunto constituí- do pelos seguintes aspectos: o planejamento e zelo na execução das definições pedagógicas, a realização do potencial de nossos alunos através do esforço e da dedicação individual, o apoio e a confiança dos familiares e/ou responsáveis pelos alunos, as parcerias construídas quase que de forma natural e, finalmente, com a participação da comunidade local e de toda a região. Entre os vários indicadores desses resultados, podemos citar os empregos gerados para todos os segmentos escolares, como também os que foram gerados em decorrência do estágio curri- cular obrigatório que os alunos realizam durante o 3º ano; as aprovações para o ensino superior através dos vestibulares e/ou programas do governo federal como SISU e PROUNI, com desta- que para 04 (quatro) aprovações para o curso de Medicina e aprovações nos cursos de engenharia, odontologia, direito, psico- logia e outros; bem como, a quantidade de computadores que foram/serão distribuídos aos nossos alunos, mediante os resulta- dos satisfatórios que foram alcançados nas avaliações externas dos governos federal (ENEM) e estadual (SPAECE). Essa é apenas uma pequena parte dessa empolgante história de superação e transformação de muitas vidas. Se pudéssemos contar a história de cada um que passou ou está vivenciando o que essa escola tem para oferecer, certamente seria escrita uma coleção de livros. E são essas histórias que fazem de nossa esco- la uma escola viva e empolgante. Não é apenas um prédio lindo, a escola são as pessoas que nela convivem. Não poderia concluir o resgate do nascimento desse gran- de e auspicioso empreendimento educacional do nosso municí- pio e de toda a região, sem agradecer o apoio, o compromisso e a confiança incondicional de nossos alunos, educadores, pais, responsáveis, parceiros e, principalmente, da comunidade local. Não seria exagero dizer que isso tudo é apenas o começo de uma longa e brilhante história de realizações e muitas conquistas. Aprendi no texto bíblico que uns devem semear e que outros colherão. Portanto, fico profundamente honrado de ter recebido a confiança de liderar o início dessa caminhada e, assim, semear os princípios de uma nova escola que convencionamos chamar de Escola Transvergente. Escola baseada na participação democráti- ca efetiva de todos os segmentos nos processos de decisão.Acre- ditamos e vamos continuar contribuindo efetivamente para que essa semente continue a brotar e produzir muita prosperidade. * Estimativa (Aguardando os resultados definitivos de 2015). CONSOLIDADO DOS INDICADORES Ensino Superior 496 Aprovações ENEM / SPAECE 200* Computadores Informática Agronegócio Carpintaria Redes de Computadores Grêmio Reunião de Pais e Mestres
  • 6. Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 www.jornalocoreto.com.br6 Agradecemos à comunida- de de Pereiro pela ação de soli- dariedade e contribuição para realização de algumas reformas no cemitério público de Perei- ro, conhecido como Cemitério Velho. Desde Novembro de 2015, as voluntárias Senhora Cota Vaz e a Senhora Cosma Carneiro vêm fazendo ações de melhoria no local com ajuda da população, que doa quantias em dinheiro para pagar os trabalhadores em serviço. Infelizmente o cemitério estava em más condições: muito lixo, sujeira por toda parte, falta de água, falta de equipamentos para limpeza e restos de entu- lhos. Mas agora quem passa no local pode perceber a diferença. Acabou a sujeira,todo lixo foi reti- rado.As paredes tanto por dentro como por fora estão pintadas, o portão também foi pintado com a colaboração de alguns pedreiros voluntários da cidade e o carro pipa está passando uma vez por semana para abastecer. Estão iniciando uma nova construção para abrigar os corpos quando chegam ao local para as últimas preces antes de enterrá-los. E o próximo projeto será a reforma da calçada. Quem quiser contri- buir ou participar para a reali- zação dos projetos, procure a Senhora Cota Vaz na Rua Santos Dumont 439, próximo a capela SãoVicente ou mais informações pelo telefone (88) 3527 1252. Agradecemos pela contribuição. ATENÇÃO PARA CHAMADA: NÚMERO 176-671, NÚMERO 176-761, NÚMERO 176-176. QUE NÚMEROS MÁGICOS SÃO ESTES? Não me responda sem pensar!... provavelmente seus avós e seus pais conheça a histó- ria muito bem! Eu te digo: não são números da mega sena, e nenhu- ma senha esotérica...só vou atua- lizar esta história, então, não é minha. Em brasisópolis ou em Pereisópois, ladrões espertos, geralmente, tentam furtar a caixa forte doTio Patinhas,sempre com resultados frustrados. Esta práti- ca é antiga... A família conta com outros membros, como a Vovó Metralha ou aTitia Metralha,que se juntam à quadrilha, em geral os resulta- dos são desastrosos. Na nossa Brasisópolis,a gaita,não é instru- mento musical, mas, sim, a grana a ser dividido, nessa partilha, há consenso, pois, seus membros se insultam e apenas se unem formando uma gangue a metra- lhar o povo.Vergonhoso! ... Outros não tão notórios, como Primo Azarado (1313) e o Meio Quilo (1/2), além dos sobrinhos metralinhas.“Essa família é engra- çada ...”e o neófito narciso 2424. A conspiração dessa história, toda gente de Brasisópolis ou de Pereisópolis conhece o seu final desastroso. Pereisópolis anoitece! ... as camas infectadas no furdunço da noite fria, os vírus abrolham dos amantes lascivos e as cons- pirações carnais dos corpos saciados de bestiais orgasmos se entorpecem. - Cuidado! ... É bom colocar uma ratoeira no cofre... eleição está próxima... rato sente o chei- ro do queijo... Tem ratos novos famintos ... muita reza a Nossa Senhora Aparecida para iluminar nossas mentes. Solidariedade Pereisópolis versus brasisópolis Norma Fernandes Professora da escola Cleonice Freire por Rilmar Cavalcante Profissional de Pereiro Professora da EEEP Maria Célia
  • 7. 7 Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 www.jornalocoreto.com.br O *Pré-Modernismo* é um momento de transição entre o final do século XIX e o movi- mento modernista com o advento da *Semana de Arte Moderna (1922).* No contexto histórico do Brasil no Pré-Modernismo: A partir e 1894, no governo de Prudente de Morais, primeiro governo civil, marco da Repú- blica Velha (Republica do Café com Leite). No Sudeste a agri- cultura cafeeira e a produ- ção de leite – a urbanização de São Paulo – a imigração, principalmente, de italianos em terras brasileiras no início da nascente industrialização paulista; e o ciclo da borra- cha na Amazônia. A riqueza da última década do século XIX e as duas primeiras do século XX chamada *“belle époque* *brasileira”,* isto é, a grande influência fran- cesa nos centros urbanos ricos do Brasil. Contudo, o Brasil pobre padece. Pelo país as revoltas difundir-se, no Nordeste movi- mento do cangaço e do fana- tismo religioso – *a Revol- ta de Canudos* que tem em *Antônio Conselheiro,* o prin- cipal mentor- sendo tema da obra inaugural pré-modernis- ta, *Os Sertões, de Euclides da Cunha*. *No Ceará a grande influência do religioso na cida- de Juazeiro do Norte, o Padre Cícero*. No Rio de Janeiro o movimento (*Revolta da Vaci- na*) popular contrário as medidas sanitárias impos- tas pelo governo, em 1904. Outra, *a Revolta da Chibata* de cunho social, relacionado aos maus-tratos, como casti- gos físicos sofridos por mili- tares, em 1910. Na região Sul, entre Santa Catarina e Para- ná, *a Guerra do Contestado*, conflito armado por dispu- ta territorial. Todos estes levantes reprimi- dos pelo governo sem diálogo e com repres- são física. O Pré-Modernismo de Augusto dos Anjos é responsável por produ- zir uma poesia de gran- de originalidade. A sua obra literária é inclassi- ficável, não pertencen- te uma escola literária – *Realismo, Natura- lismo, Parnasianismo, Simbolismo e Moder- nismo -,* classificá-lo como Pré-Modernis- ta porque esse perí- odo não se confirma como estilo literário, mas como uma tran- sição entre diversos estilos. Augusto dos Augusto representa uma experiência única a literatura universal. Ao leitor, ele choca com a putrefa- ção da matéria, a morbidez e o pessimismo em seus poemas. Herda o *pessimismo* prova- velmente *do filósofo alemão Arthur Schopenhauer.* O vocabulário científico há na poesia de Augusto dos Anjos, a dor do ser dos simbolis- tas, assinalado por anseios e angústias existenciais; há apenas a supre- macia da ciên- cia. *“Quando ao homem, as subs- tâncias e ener- gias do univer- soqueogeram, compondo a matéria de* *que ele é feito – carne, sangue,instinto, células- “,* tudo inevitavelmente acaba em podridão e se decompõe para o mal e o nada. A sua poesia caracteriza- se pela *união de objetividade do átomo e a dor agonizante* *cósmica,* em busca da exis- tência humana. A linguagem do poema inovadora em seu aspecto colo- quial do nosso cotidiano “toma um fósforo”, e por outro lado, o uso de palavras considera- das antipoéticas, de maneira fortemente agressiva “escarro”, portanto, em sua originalidade e o cientificismo naturalista, o homem como o lobo do próprio homem, aqui o determinismo, a seleção natural, onde o mais forte sobrevivi. Na primeira estrofe: o enterro da última quimera,nocaso,o fim da esperança ou último sonho. A ideia de que ninguém se importa com os sonhos d e s t r u í d o s dos outros, as pessoas são ingratas – animais selvagens – pantera. Na segunda estro- fe: A segunda estro- fe começa com o verbo no imperativo “Acostuma-te”, o conselho que o homem se acostume com a crueldade e a miserável realidade do mundo, pois este voltará à lama, regres- sara ao pó, seu destino final. O autor afirma que o homem vive no meio de feras, pessoas sem escrúpulos, más e sem compaixão, para sobre- viver tem que se adap- tar e torna-se também fera. O que essa estrofe nos leva ao pensamen- to de Hobbes, “O homem é a fera do homem”. Na terceira estro- fe: O poeta utilizou a linguagem coloquial, fica claro o convite ao amigo: “enterro de sua última quimera”, que se prepare para traições. O suposto amigo que se cuide, na demonstração de amizade e carinho como um beijo, que é prenúncio de algo mal. A boca que beija é mesma que que vai cuspir causando dor e desilusão. Na quarta estrofe: O autor afirmar que se deve “cortar o mal pela raiz”, isto é, para que se possa evitar o sofrimen- to no futuro. Faça-o: cuspa na boca de quem te beija e a mão quem te afaga apedreja-a. Literatura - Pré-Modernismo Rilmar Cavalcante Professor e Poeta Versos íntimos Vês?! Ninguém assistiu ao formidável Enterro de tua última quimera. Somente a *Ingratidão* esta pantera Foi tua companheira inseparável! Acostuma-te à lama que te espera! O Homem, que, nesta terra miserável, Mora, entre feras, sente a inevitável Necessidade de também ser fera. Toma um fósforo. Acende teu cigarro! O beijo, amigo, é a véspera do escarro. A mão que afaga é a mesma que apedreja. Se a alguém causa ainda pena a tua chaga, apedreja essa mão vil que te afaga, Escarra nessa boca eu te beija! Augusto dos Anjos (1884-1914) Nasceu e criou-se no engenho Pau D’ar- co, na várzea do Paraíba de paisagem bucólica.
  • 8. Pereiro - Maio de 2016 - ANO I - Nº 11 www.jornalocoreto.com.br8 Na noite passada, uma solenidade marcou os 25 anos da criação da Assem- bleia Legislativa do Estado de Roraima. Entre as pesso- as que se destacaram por serviços relevantes pres- tados ao Estado de Rorai- ma, meu pai, o médico Dr. Mozart, foi homenageado com a Medalha da Ordem do Mérito Legislativo, maior comen- da da Casa. A história deste grande ginecologista e obstetra fala por si e em sua referência, eu e minha irmã, Stella Pinheiro, temos trabalhado por um Estado melhor. ¢ Social Tim Cavalcante Historiador No contexto atual da políti- ca brasileira, que vivemos, faz- nos lembrar deste a proclamação da república, em 15 de novem- bro de 1889, até os dias atuais, que apenas durante breves perí- odos, o povo brasileiro viveu efeti- vamente sob clima de um regime democrático. Herdamos do auto- ritarismo latifundiário presen- te em nossa formação cultural e da estrutura disciplinar do Esta- do as manifestado contra grupos sociais indesejáveis e contra as vozes de contestação social dos desmandos políticos. Hoje o enredo da política brasi- leira, que tenta interromper as conquistas sociais que se alastra pela América Latina, é uma polí- tica de direita neoliberal promo- vido pelo capital internacio- nal, marchamos para um sóbrio “golpe do parlamento”, onde forças imperialistas que cobrou judiciário, políticos e a mídia, esta que se tornou partidária de oposi- ção, criando uma imagem destor- cida dos acontecimentos e da realidade de um governo elei- to espontâneo pelo povo. Usurpá -lo por não aceitar 16 anos, sem governarenãoquererqueasclas- ses menos favorecidas tenham saído de miséria e de miséria absoluta, também, por ganhos a moradias e bolsa família, etc. Segundo Massimo D’Alema, sob a crise brasileira: “estamos diante de uma evidência violação constitucional e,ainda mais,prati- cada por moralizadores publica- mente pouco Críveis”. O governo cometeu erros, mas nada se justi- fica o seu impedimento, já que não há crime,o Brasil corre o risco de se viver um período de desgas- te político e social. Penso que a saída para conquistar o prestígio e o respei- to da comunidade mundial são as eleições gerais antecipadas. Uma chance para que ocorra as mudanças de velhos políticos conservadores, que as estru- turas sociais sejam avança- das para um socialismo a nosso modo, com a cara brasileira e suas características peculiares ao feitio moderno. Que sejamos capazes de fazer a alta censura a mídia hegemônica que vivemos hoje, como porta voz do poder empresarial. Eleições já! Rilmar Cavalcante Professor e Poeta ANUNCIE AQUI! Quem não é visto, não é lembrado! Você leu? Você viu... outro também verá! “Chico Mozart”, Deputado Estadual/PRP