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Livro_BelaMonstro final

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Livro_BelaMonstro final

  1. 1. PROGRAMA DE SALA um espetáculo encenação PAULO SOUSA COSTA JOÃO DIDELET
  2. 2. Um príncipe que vivia num palácio rodeado de rosas vermelhas, símbolo máximo do Reino das Rosas e riqueza rara nos reinos contíguos. O príncipe, que era conhecido por ser muito mau, preguiçoso e extremamente vaidoso, vivia indiferente perante a beleza e a pureza das rosas. Preocupava-se apenas com a sua própria beleza e em ter cada vez mais ouro. Aproveitando a ausência do seu pai, o Rei, vendia toneladas de rosas aos reinos vizinhos, que não tinham a sorte de ver crescer nas suas terras tão especial riqueza. Um dia, a fada protetora das rosas receando que as mesmas acabassem no Reino, lançou uma maldição ao príncipe transformando-o num monstro e todas as rosas do reino ficaram pretas, símbolo de tristeza, para que não as conseguisse mais vender.Para voltar a ter aspecto de príncipe teria agora de encontrar uma mulher que se apaixonasse por ele e só nessa altura todas as rosas do Reino voltariam a ser vermelhas. Mas quem algum dia irá apaixonar-se por um Monstro...?! Era uma vez...
  3. 3. Autógrafos Bela | MARTA ANDRINO Filha mais nova do Mercador. Nasceu com uma beleza rara, desde criança que a chamam “a menina bela”, o que faz com que as suas irmãs tenham muitos ciúmes. Apesar de, em tempos, ter sido muito rica e agora o seu pai ter perdido a fortuna, Bela vive feliz com o pouco que tem. Adora ler e não dá importância aos valores materiais. Príncipe/Monstro | RUBEN MADUREIRA Homem jovem, belo e muito rico, vive no Reino das-Rosas e despreza quem o rodeia. Às escondidas do Rei, seu pai, manda colher, sem limites, e vender as rosas do Reino, apenas para ter mais ouro. Até que um dia, a fada Clóris lhe irá lançar a maldição das rosas pretas e o transformará num Monstro. Para desfazer a maldição terá de encontrar uma mulher que se apaixone por si, apesar do seu aspeto horrendo. Mercador | JOEL BRANCO Homem de meia idade, viúvo, pai de três raparigas. Em tempos foi um mercador abastado, mas uma forte tempestade afundou o barco onde vinha a mercadoria com todo o seu investimento e perdeu a fortuna que tinha. Deixou a cidade e foi viver para uma humilde casa no campo, juntamente com as suas filhas. A subsistência da sua família depende agora do que cultivam. Mantém a esperança de um dia recuperar a sua riqueza para voltar a dar às filhas o conforto de outros tempos. Gretchen e Aldeã | CARLA SALGUEIRO Filha mais velha do Mercador. Nunca se habituou à nova vida de pobre. Quer casar com um homem rico, para poder voltar a ter todos os luxos que sempre usufruiu. Tem inveja da sua irmã mais nova, pela sua beleza e por ser a preferida do seu pai. Cindy e Aldeã | SISSI MARTINS Irmã de Gretchen e de Bela. Tal como a sua irmã mais velha, é gananciosa e apenas pensa em ter roupas caras e vistosas. Agora que o pai perdeu toda a fortuna, tem como ambição casar com um homem rico, para voltar a ter uma vida abastada. Os ciúmes e a inveja que tem da sua irmã mais nova crescem de dia para dia. As personagens 2 3 João Hydalgo, Joel Branco, Pedro J. Ribeiro, Carla Salgueiro, José Neto, Rúben Madureira, Marta Andrino, Sissi Martins, Carlos Martins, Júlio Mesquita, Soraia Tavares e David Fernandes
  4. 4. Ensemble Mordomo e Aldeão | JOSÉ HENRIQUE NETO Eterno e fiel companheiro do príncipe/monstro, tendo sido o único empregado que não fugiu do palácio, quando o príncipe foi transformado em monstro. Usa linguagem formal e gosta de citar provérbios para exprimir os seus conselhos. Tem a eterna esperança de que algum dia uma mulher se apaixone pelo seu Amo, o Monstro, acabando assim a maldição das rosas pretas. Clóris e Aldeã | SORAIA TAVARES Fada protetora das flores. Está desgostosa por ver o Reino das Rosas devastado de tão preciosas raridades, devido à ganância do príncipe. Para impedir que venda mais rosas para os reinos vizinhos, vai amaldiçoar o príncipe, transformado-o num Monstro. Gastão | PEDRO J. RIBEIRO Homem vaidoso, gabarolas e pouco respeitador. Passa a vida a caçar pelo prazer de matar animais. Trata as mulheres como súbditas e todas estão apaixonadas por si, menos Bela que, pouco ou nenhuma con-fiança lhe dá, o que deixa Gastão furioso. Apesar de tudo, vive convencido que um dia vai casar com Bela. Palito | CARLOS MARTINS Melhor amigo de Gastão. Divertido, desastrado e brincalhão. Nem sempre concorda com a maneira de ser de Gastão, mas é demasiado medroso para o enfrentar. 4 Padeiro | JOÃO HYDALGO Livreiro | David Fernandes Livreiro | Júlio Mesquita
  5. 5. PAULO SOUSA COSTA nasceu a 20 de Março de 1968, em Angola, tendo-se mudado na altura da descolonização para o Brasil, onde viveu durante quatro anos. Estudou Direito e Marketing mas foi ao jornalismo que dedicou grande parte da sua vida profissional. Trabalhou em diversas publicações e foi o diretor fundador da edição portuguesa da revista Men’s Health, onde trabalhou durante oito anos. Neste período acumulou as funções de Editor Resident no departamento Internacional do Grupo norte-americano Rodale, razão que o levou a viver nos Estados Unidos da América. Depois de ter tido uma primeira experiência em televisão como um dos apresentadores residentes do programa Eles Sobre Elas, na SIC Mulher, tem colaborado frequentemente com mesmo canal sendo o autor e apresentador da rubrica de solidariedade Faça Como Eu, exibido desde há três anos no programa Mais Mulher, da SIC Mulher. Iniciou-se no teatro em 2008 na equipa de produção do musical Os Produtores, de Mel Brooks. Em 2010 fundou a empresa de entretenimento Yellow Star Company e desde então produziu várias peças de teatro como Os 39 Degraus, baseado no filme de Alfred Hitchcock e A Verdadeira História da Cigarra e da Formiga. Foi o produtor e co-autor (músicas e texto) do musical no gelo Aladino e a Gruta Mágica. Adaptou o texto e produziu as peças A Noite, de José Saramago e BOEING-BOEING, de Marc Camoletti, tendo ainda produzido as peças Zorro, Gisberta e A Loja das Lamparinas. Está a frequentar o último ano do Mestrado de Teatro, em Encenação, na Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo sido a comédia Casado à força, de Molière a sua estreia em encenação. Escreveu os livros “Desistir Não É Opção” e a biografia de Dolores Aveiro, “Mãe Coragem”, sendo igualmente o autor da coleção de livros infantis “As Aventuras do Dragãozinho Azul”, que tem já publicados três livros “Verde de Inveja”, “A Belinha de Berlim” e “Zé Preguiça, rápido como um caracol”. Encenador e adaptação Encenador JOÃO DIDELET nasceu em 1964 fez a sua formação na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, entre os anos de 1987/90. Em Teatro participou em várias peças como: Por Favor Deixe Mensagem, de Michael Frayne, com encenação de João Lagarto; Partitura Inacabada, adaptação do texto Platonov, de Tchekov, com encenação de Paulo Matos; Se Não For a Mãe da Frente, da autoria e encenação de Tiago Torres da Silva; O Rapaz de Papel, com encenação de Joan Font; A Menina que foi Avó, texto e encenação de Carlos Pessoa; O Homem Que Rescuscitou, Desertos, Peregrinação, espectáculos com texto e encenação de Carlos Pessoa; Alma 13 com encenação de Madalena Vitorino; Magalhães, de Júlio Salvatierra, com encenação de Álvaro Alvin; Sonho de Uma Noite de Verão de William Shakespeare, com encenação de João Perry; Comédia Eufrosina, de Jorge Ferreira de Vasconcelos, com encenação de Silvina Pereira; Gato Por Lebre de António José do Rego; Torresyalta de Filipe Pires, com encenação de Jorge Listopad; O Valente Soldado Schueik de J. Hasek, com encenação de Jorge Listopad; Picasso e Einstein de Steve Martin com encenação de Rui Mendes; O Misantropo de Molière com encenação de Ana Tamen; Figuração especial, texto e encenação de Marcantónio del Carlo; Maluquinha de Arroios de André Brun e encenação de Maria João Luís; Os 39 degraus de John Buchan com encenação de Claudio Hochman; A Loja das Lamparinas Contos do mundo com encenação de Elsa Galvão e João Didelet; Aladino e a Gruta Mágica de Miguel Coelho e Paulo Sousa Costa e, recentemente, Boeing Boeing de Marc Camoletti com encenação de Claudio Hochman. No cinema, entrou em vários filmes, tais como: I’ll See You In My Dreams, de Filipe Melo; Debaixo da Cama de Bruno Niel; A Janela (Maryalva Mix), de Edgar Pêra; Portugal S.A., de Ruy Guerra; Era Uma Vez Um Alferes, O Despertador, de Júlio Alves; Porto Santo de Vicente Jorge Silva e Inês de Portugal de José Carlos Oliveira. 6 7
  6. 6. ANA PAULA ROCHA Mestre em Teatro & Comunidade e licenciada em Design de cena pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Curso de Estilismo pela Escola de Moda de Lisboa. Estreou-se com José Peixoto, em “Il Campielo” no Teatro da Malaposta em 1997. Colaborou com os Artistas Unidos e trabalhou com encenadores como Solveig Nordlund, Cláudio Hochman, Rui Mendes, José Peixoto, Rodrigo Francisco e Paulo Sousa Costa, entre outros. Em cinema fez a Direcção de Arte de “Gelo” de Luis Galvão Teles”;” A filha “ , “A morte de Carlos Gardel” e “Espelho Lento”, de Solveig Nordlund ,esta última vencedora do prémio de melhor drama no VI festival de curtas -metragens Downtown de Nova Iorque; com Margarida Gil fez “Sobre o lado Esquerdo”, “O fantasma de Novais” e “Perdida Mente”, vencedor do prémio de melhor argumento de longa-metragem de produção internacional, no Festival Internacional de Cinema e Vídeo Independente de Nova Iorque. Em televisão foi figurinista de várias sitcoms. No Teatro Nacional D. Maria II fez cenários e figurinos de “Vermelho Transparente” e ”Menina Júlia”, encenações de Rui Mendes, “Fungagá MP3” e a cenografia de “Sonho de uma noite de Verão”, de Claúdio Hochman, “A Gorda”, de Amândio Pinheiro, “Cenas da Vida Conjugal” e os figurinos de “A minha mulher”, de Solveig Nordlund, e “Canção do Vale”, do Teatro dos Aloés. Para a Companhia de Teatro de Almada assinou a cenografia e figurinos de “Falar a verdade a mentir”, “Dança de roda”, “Negócio fechado” e os figurinos de “Em direcção aos céus”, encenações de Rodrigo Francisco. No Teatro da Trindade assinou a cenografia e figurinos de “A Desobediência” e “Maias no Trindade”, de Rui Mendes, “A Noite” de José Carlos Garcia e “Boieng Boieng” de Claudio Hochman e “Casado à Força”, de Paulo Sousa Costa. Cenografia e Figurinos MICAELA OLIVEIRA Início de actividade com a montagem do Atelier de Alta Costura e Moda Nupcial na Rua D. Pedro V, Edifício Bruxelas, Loja nº 10 na Trofa. Apresentação privada de colecção de Alta-costura e de Moda Nupcial. Visita as Feiras Nacionais e também Internacionais como a “Premiere Vision New York” , Colombiatex, “Premiere Vision Paris”, “Milano Unica”, “Magic” para prospecção de materiais para nova colecção. Convidada como Estilista Internacional para encerrar o evento “Moçambique Fashion Week”. De momento irá lançar uma nova linha de moda, mais acessível, criada pela mulher de negócios mais carismática Micaela Oliveira. A mulher cosmopolita gosta de moda, ama o luxo e conhece bem os seus gostos. ELITSA IVANOVA Fez a sua formação de base em arquitectura de interiores, tendo descoberto mais tarde um gosto especial pelo trabalho na área da moda. Frequentou e concluiu os cursos de “Styling e Gestão de Imagem” e de “Marketing de Moda” na Escola de Moda de Lisboa. Possui há 15 anos o seu atelier em Portugal, onde desenvolve criações próprias e em paralelo, modelagem e protótipos para outras marcas e designers. Produção e desenvolvimento técnico de guarda-roupa Iza Van Atelier Figurino Fada Cloris 8 9
  7. 7. TATIANA ALMEIDA – Maestrina Correpetidora Nasceu em Santo Tirso tendo iniciado os seus estudos de música aos cinco anos de idade. Com o Prof. Dr. José Alexandre Reis, os professores Paulo Oliveira, Rui Gomes, Richard Buckley, Pedro Silva e a Prof.ª Ana Paula Matos, estudou piano, percussão e canto, tendo frequentado a Universidade de Aveiro e licenciando-se na Academia Nacional Superior de Orquestra em Lisboa. Colabora com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra Gulbenkian. Desenvolve desde 2003 uma intensa atividade no âmbito do ensino da música (iniciação musical, piano, canto e percussão) em diversas instituições, sendo ainda responsável pela preparação de conjuntos vocais de adultos e crianças. TIAGO DERRIÇA – Composição e Orquestração Mestre em composição pela Universidade de Évora, estudou ao longo da sua formação com os compositores Christopher Bochmann, João Madureira, Luís Tinoco, Sérgio Azevedo, Roberto Perez, António Pinho Vargas e Pedro Faria Gomes. As suas obras têm sido tocadas em Portugal, Alemanha, Áustria, Bélgica, Eslováquia, Eslovénia, Estados Unidos da América, Itália, Lituânia, República Checa e Rússia. Escreveu a música para as peças de teatro "Não se ganha, Não se paga!" de Dário Fo, encenada por Maria Emília Correia, e “Uma Bizarra Salada”, a partir de textos de Karl Valentin, com encenação de Beatriz Batarda. Tem trabalhado como orquestrador e arranjador, destacando-se projetos com os guitarristas Fernando Alvim, Piñero Nagy e Ricardo Parreira, a soprano Elisabete Matos e os fadistas Ana Moura, Cuca Roseta, Mafalda Arnauth, Raquel Tavares e Ricardo Ribeiro. JOÃO PIRES – Coordenação Iniciou os estudos musicais em Lisboa na Fundação Musical dos Amigos das Crianças tendo concluído a licenciatura na Academia Nacional Superior de Orquestra. Foi aluno das classes de violoncelo dos professores Irene Lima e Paulo Gaio Lima. Enquanto violoncelista colabora com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, etc. Fundou o Alis Ubbo Ensemble desenvolvendo atividade no âmbito da música de câmara. Participou nas seguintes produções teatrais: Peer Gynt e Swenney Todd com encenações de João Lourenço; Bom Dia Benjamin com encenações de António Feio e Teresa Sobral; foi responsável pela direção musical da comédia de Moliére Casado à Força encenada por Paulo Sousa Costa. É responsável pelo departamento de produção da Orquestra Metropolitana de Lisboa. Direção Musical JOÃO FONTES Administrador do teatro Rivoli desde 2013 e docente na ESMAE desde 2006 na área da produção / Iluminação, foi diretor técnico de várias estruturas nacionais, destacandose na última década como desenhador de iluminação das produções: "Esta noite Improvisa-se"02 "A Espera de Godot"04 "Jesus Cristo Superstar"07 (desenho de Iluminação do Ano); "West Side Story"08 (Globo de Ouro Sic - Melhor espetáculo) "Um Violino no Telhado"; "Piaf"08; "Peter Pan"08; "O Feiticeiro de Oz"09; "O Musical da Sereia"013 Luanda Angola; "A Flauta Mágica"013 Coliseu do Porto "O Principezinho"014. Desenho de Luz 10 11
  8. 8. SÍLVIA TELES é da Maia, Porto. Licenciou-se em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e após cinco anos a trabalhar na sua área de formação, decide enveredar pelo domínio criativo ao qual esteve ligada desde sempre. Assim nasce a sua própria marca em 2008, disponível numa loja online com algumas das suas criações e um Showroom na cidade onde reside. Designer de bijuteria, alia criatividade e imaginação, na definição de peças, feitas artesanalmente para os mais variados domínios: casual, noiva e cerimónia, desfiles de moda, teatro, etc. Procurando sempre ir mais além e abraçar novos desafios, Sílvia Teles arte & acessórios, alia-se à Yellow Star Company, na peça Casado à Força e cria agora também acessórios para a peça A Bela e o Monstro. Jóias Para colorir 12 13
  9. 9. Encenação | Paulo Sousa Costa e João Didelet Adaptação | Paulo Sousa Costa ELENCO Bela | Marta Andrino Monstro · Príncipe | Ruben Madureira Mercador | Joel Branco Cindy | Sissi Martins Gretchen | Carla Salgueiro Mordomo | José Henrique Neto Palito | Carlos Martins Gastão | Pedro J. Ribeiro Fada · Aldeã | Soraia Tavares Padeiro | João Hydalgo Livreiro | Júlio Mesquita | David Fernandes Desenho de Luz | João Fontes Figurinos e cenografia | Ana Paula Rocha Assistente de Cenografia e Figurinos | Joana Paes de Freitas Produção e desenvolvimento técnico de Guarda roupa | IZA VAN Atelier Assistente do Atelier | Glória Dias Figurino Fada Clóris | Micaela Oliveira Jóias | Sílvia Teles Direcção Musical | Tatiana Almeida Tiago Deriça | João Pires Coreografia | João Hydalgo MÚSICAS “Era uma vez” | Letra e Música – Alan Menken e Howard Ashman “À Vontade” | Letra e Música – Alan Menken e Howard Ashman “Bom dia” | Letra e Música – Alan Menken e Howard Ashman “Maldita Vassoura” | Letra – Paulo Sousa Costa Música – Tiago Deriça “O que eu sou” | Letra – Paulo Sousa Costa Música – Tiago Deriça Direcção Artística | Paulo Sousa Costa Direcção-geral | Carla Matadinho Produção | Yellow Star Company Margarida Lourenço | João Carlos Martins Raquel Barão | Catarina Crisóstomo Rita Silva | Diana Baptista | Patricia Pacheco Jéssica Serra Direcção de Cena | Contra-regra | Adilson Gomes Video | Diogo Pires Fotografia | José Correia Design | Élcio Chiquinato Director Técnico | Hugo Paulito Técnico de Luz | Hugo Claro Técnico de Som | Rui Santos Direção de Cena | Tiago Cortez Maquinista de Cena | Filipe Bastos Ficha artística Ficha técnica Diretor | Rui Sérgio Secretariado da direção | Elisabete Duarte | Celeste Ribeiro Tesouraria | Telmo Martins Produção | Catarina Magalhães | Alexandra Gonçalves Coordenação técnica | Hugo Paulito Contrarregra | Nuno Pereira Técnico de luz | Sérgio Moreira Técnico de som | Rui Santos Técnicos de palco | Filipe Bastos | Tiago Cortez Apoio técnico | Carlos Garcia Guarda roupa | Andreia Rocha Manutenção | Vitor Albuquerque Comunicação | imprensa | Luís Vilaça Apoio à divulgação | Wanda Caio* Design gráfico | Cristina Novo* Laboratório multimédia | Adriano Filipe Projeto comunidade | Joaquim Paulo Nogueira Frente de casa | Leonildo Ponce de Almeida Assistentes de sala | Maria Inês | Margarida Rito Paula Lopes | Susana Loureiro | Gonçalo Domingues Gonçalo Ferreira | Rita Martins Bilheteiras | Maria Paula | Cláudia Nunes Técnicas de limpeza | Helena Gameiro (encarregada) Fernanda de Jesus | Olívia Ferreira Acolhimento | Carla Aniceto * Gabinete de Comunicação e Marketing da Fundação INATEL Ficha técnica Teatro da Trindade MAIN SPONSORS APOIOS SILVER SPONSOR
  10. 10. Situado numa das zonas mais antigas de Lisboa, entre o Chiado e o Bairro Alto, o Teatro da Trindade foi construído em pleno séc. XIX, e rapidamente se transformou no teatro mais chique da capital, tal como Eça de Queirós o retrata nos seus romances. Em 1921, após a aquisição do edifício pelo Anglo Portuguese Telephone Company, o Salão da Trindade foi demolido (já o Teatro teve sorte diferente, embora todo o recheio original tenha então sido desbaratado). Deve-se ao empresário José Loureiro, que negociou com a companhia inglesa dos telefones a aquisição do Teatro, o segundo fôlego do Trindade e o seu reequipamento, o que permitiu que em 5 de fevereiro de 1924 a sala reabrisse ao público com um aspeto “mais lindo e mais belo do que nunca”, como considerava o Diário de Notícias. O palco do Teatro da Trindade voltou então à vida para receber uma vez mais, como sempre aconteceu ao longo da sua história, a nata dos atores portugueses: sendo infindável o rol dos que pisaram estás tábuas, podemos citar os nomes dos atores Tasso, Izidoro, Rosa Damasceno, Eduardo Brasão, Palmira Bastos, Vasco Santana, Beatriz Costa, Luísa Satanela, Estêvão Amarante, António Silva, Costinha, Irene Isidro, Chaby Pinheiro… para não falar de todos os nomes de atrizes, atores e encenadores nossos contemporâneos que admiramos e respeitamos e que passaram, sem exceção, por este palco e fazem ainda vibrar a alma mais íntima do Teatro da Trindade, desde a sua fundação em 1867.Foi precisa outra transação, em 1962, desta vez para a posse da FNAT (Fundação Nacional Para a Alegria no Trabalho), uma instituição estatal, para garantir ao Teatro da Trindade a sobrevivência até à atualidade, ao contrário de muitos outros teatros de Lisboa. O espaço que temos hoje, dividido em vários locais de exibição de espetáculos e outros eventos – Sala Principal, Sala Estúdio, Bar, Salão Nobre, com uma decoração a azul e ouro assinada por Maria José Salavisa em 1967, é fruto essencialmente dessa aquisição e dos esforços que o INATEL (Instituto Nacional para o Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores), que desde 1975 herdou o património da FNAT, tem feito ao longo das últimas décadas para preservar, dinamizar e revitalizar o Teatro da Trindade. Hoje, esta sala com uma capacidade para 495 espetadores constitui o mais bem preservado exemplar de teatro à italiana do país, com uma estrutura que lhe permite manter uma acústica única, e uma maquinaria de cena que constitui um património ímpar em termos de arqueologia teatral em Portugal: o Teatro da Trindade continua a ser, mais do que nunca, O Teatro de Lisboa. O Teatro de Lisboa 16
  11. 11. Era uma vez Era uma vez, Contaram-me a mim, Amigos, talvez, Quando o amor se fez, De repente, assim, Algo que mudou, Pouco e devagar, Ambos a tremer, Quase sem saber. Bela e Monstro, amar Sempre foi assim, Sempre assim será, Sempre tudo igual, Tão certo e real Como o Sol nascer. (2x) Sempre foi assim, Sempre assim será, Sempre tudo igual, Tão certo e real Como o Sol nascer. Era uma vez A canção de amor Que vão aprender. Os seus erros ver. Tentar ser melhor. Certo como o Sol Atingir o ar. Era uma vez, Música se fez. Bela e Monstro amar. Era uma vez, Música se fez. uma produção Letra e Música Alan Menken e Howard Ashman

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