O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.

Manual de atividades práticas

79.913 visualizações

Publicada em

Manual de atividades práticas desenvolvido para auxiliar a compreensão dos conteúdos da disciplina de Química (ou Ciências) desenvolvidos pelos participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID-UECE) da Escola de Ensino Fundamental e Médio Presidente Eurico Gaspar Dutra.

Publicada em: Educação
  • Fui fazer sabão e misturei os seguintes engredientes: oleo, soda, alcool 46º, sabonete lux, vinagre, açucar, agua oxigena 10v, bastante agua para virar detergente.Resultado minhas roupas ficaram super brancas, o pisso fica super limpo e seca na hora, panelas brilhosa e sobrou uma pasta branca que não vira sabão é um creme. O que eu fiz!
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui

Manual de atividades práticas

  1. 1. MANUAL DE PRÁTICAS DE UMLABORATÓRIO DE QUÍMICA COMMATERIAIS ALTERNATIVOSSUBPROJETOPIBID/QUÍMICA/FAEC-UECECrateús - CE2013
  2. 2. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁFACULDADE DE EDUCAÇÃO DE CRATEÚSCURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICAESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PRESIDENTE EURICO GASPARDUTRAIntegrantes do Subprojeto PIBID/QUÍMICA/FAECCoordenador de Área: Prof. Ms. Saulo Robério Rodrigues MaiaProfessora Supervisora: Profª. Esp. Terezinha de Jesus MeloBolsistas de Iniciação a DocênciaAparecida Soares CavalcanteFrancisco Fernandes de Oliveira JúniorGerardo Machado Aguiar JuniorGerlane Maria da SilvaIdarlene Marcelino Rodrigues AlvesJéssica Rodrigues SousaNauanne Rayelle Vasconcelos MartinsCRATEÚS – CE2013
  3. 3. AGRADECIMENTOSAo grupo gestor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Presidente EuricoGaspar Dutra, tendo na sua direção a Profª Cláudia Maria Vasconcelos e, comocoordenadora pedagógica, a Profª Quitéria Ferreira Balacó, pelo acolhimento e apoioirrestrito ao projeto, proporcionando o desenvolvimento do manual de práticas nasdependências da escola e, outras atividades realizadas pelo subprojeto PIBID-QUÍMICA-FAEC.A CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior)pelas bolsas concedidas aos integrantes do projeto e o aporte financeiro para aconfecção deste manual.
  4. 4. SUMÁRIO1. FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO 051.1 TEMPERATURA 051.2 SUPERFÍCIE DE CONTATO 061.3 CONCENTRAÇÃO 071.4 CATALISADOR 072. A ESPONJA DE AÇO CONTÉM FERRO? 083. CORRIDA BRILHANTE 104. O SEGREDO DAS CORES DAS CANETINHAS 125. ENCHEDOR AUTOMÁTICO DE BALÕES 146. O QUE SOBE E O QUE DESCE? 157. CAMADA DE LÍQUIDOS 178. COMPARAÇÃO DE DENSIDADES 199. CORES QUE SE MOVEM 2010. GEOMETRIA MOLECULAR 2111. PREPARANDO ÁGUA DESTILADA 2312. PREPARANDO HIDROGÊNIO 2413. SOBE E DESCE QUÍMICO 2514. O CONCEITO DE REAÇÃO QUÍMICA 2715. OXIDAÇÃO: DESTRUIÇÃO RÁPIDA 2816. IODOFÓRMIO: UM MEDICAMENTO 3017. PROTEÍNAS? ONDE? 3218. URÉIA E FORMOL: UMA SÓLIDA UNIÃO 34
  5. 5. 19. O ÁLCOOL VEM DO AÇÚCAR? 3520. QUEIMANDO O REAL 3721. COMO FAZER SABÃO COMUM 3822. COMO FAZER SABÃO COM ÁLCOOL 3923. BOLAS DE NAFTALINA SALTITANTES 4124. EFEITO TYNDALL: IDENTIFICAÇÃO DAS SUSPENSÕES 4325. PORQUE A VELA QUEIMA? 4426. COLÓIDES? ONDE? 45BIBLIOGRAFIA 47
  6. 6. 51. FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO1.1 TEMPERATURAMateriais Comprimidos efervescentes Água gelada, quente e à temperatura ambiente CoposProcedimento1. Coloque água da torneira em um copo, água gelada em outro, e água a 40ºCem um terceiro copo (o mesmo volume de água nos três).2. Coloque um comprimido em cada copo.3. Anote, para cada copo, o tempo que leva para que todo o comprimido sedecomponha.Comentários:1) A velocidade da reação foi influenciada pela temperatura da água?2) Qual a influência do aumento da temperatura sobre a velocidade da reação?FONTE: Foto da experiência “temperatura” realizada pela aluna Jéssica Rodrigues.ÁGUA GELADAÁGUA NA TEMPERATURAAMBIENTEÁGUA MORNA
  7. 7. 61.2 SUPERFÍCIE DE CONTATOMateriais Comprimidos efervescentes Copos Lâmina de corteProcedimento1. Coloque água da torneira em cada béquer.2. Deixe um dos comprimidos inteiros e o segundo triturar em finas partículas.3. Colocar os dois comprimidos, uma em cada béquer, anotar o tempo que estaspartes levam para se dissolver.Comentários:1) A reação de decomposição do comprimido se processa com igual velocidade emcada copo?2) Porque ocorreu esta diferença de velocidade na reação entre os doiscomprimidos?FONTE: Foto da experiência “superfície de contato” realizada pela aluna Jéssica Rodrigues.COMPRIMIDOINTEIROCOMPRIMIDOTRITURADO
  8. 8. 71.3 CONCENTRAÇÃOMateriais Comprimido efervescente Vinagre CoposProcedimento1. Coloque volumes iguais de água em dois copos, à mesma temperatura.2. Em um dos copos, adicione uma colher de chá de vinagre e, ao outro, umacolher de sopa. Agite o conteúdo para tornar a solução homogênea.3. Coloque um comprimido em cada copo, ao mesmo tempo, e observeatentamente.1.4 CATALISADORMateriais Peróxido de hidrogênio (H2O2) Batata ou pedaço de carne CoposProcedimento:1. Coloque água oxigenada em dois copos estreitos.2. A um dos copos adicione a batata ou o pedaço de carne.3. Nas extremidades dos copos coloque uma bexiga.ComentáriosNo tubo que contém a batata teremos uma reação mais veloz, fato estecomprovado por maior produção de gás oxigênio, fazendo com que a bexiga fixa nomesmo fique mais cheia.
  9. 9. 82. A ESPONJA DE AÇO CONTÉM FERRO?ObjetivoCom este experimento propõe-se discutir a constituição da matéria e aformação de substâncias a partir de reações de oxidação, introduzindo aspectosrelativos ao cotidiano.Materiais 2 garrafas PET 1 esponja de aço Água oxigenada 10 volumes (podem ser usada outras concentrações) Garrafa de refrigerante de limãoProcedimento1. Lave bem 2 garrafas PET e adicione em cada uma delas pedaços deesponjas de aço.2. Preencha a primeira com água suficiente para cobrir a esponja, feche a tampada garrafa e agite por alguns instantes. Observe o que ocorre e anote os resultados.3. Em seguida, repita o procedimento anterior adicionando à segunda garrafaPET o refrigerante de limão, até cobrir totalmente a esponja de aço. Feche a garrafae agite bem por alguns minutos. Deixe repousar e observe a coloração que seforma. Você pode decantar a solução para frasco transparente. Os alunos deverãoanotar a mudança que ocorre.4. Abra a garrafa e despeje uma pequena quantidade de água oxigenada.5. Novamente tampe a garrafa e agite por alguns minutos. Você pode decantar asolução para um frasco transparente para melhor observação. Verifique o que ocorreapós deixar repousar. Observe a mudança da coloração da solução.ObservaçãoOs estudantes devem pesquisar sobre a composição química do aço e ascores dos íons de ferro em soluções ácidas. Depois, devem responder se, de acordocom as observações, pode-se concluir que a esponja contém ferro.
  10. 10. 9Entendendo o experimentoA curiosidade natural fez do homem um explorador do mundo que o cerca.Observar, analisar, perceber e descobrir, através da experimentação, constitui umaformação fundamental na explicação do por que das coisas e contribui para ocrescimento do saber científico e educacional. Muitos desses conhecimentos sãousados para melhoria da qualidade de vida.Neste experimento vamos identificar se a composição de uma esponja de açocontém ferro e o que ocorre com ela na presença de determinados produtos.Em meio ácido (refrigerantes de limão contém ácido cítrico) ocorre adissolução de íons ferro. Com a adição da água oxigenada (H2O2), os íons ferropassam para íons Fe3+o que é indicado pela coloração amarelada. Se adicionarmossoda cáustica à solução, esta irá adquirir tonalidade avermelhada, pois os íons Fe3+passarão a hidróxido de ferro.Fe2+(aq) + 2H2O2(aq) + H+Fe3+(aq) + (OH-)(l) + •HO (solução amarela)Fe3+(aq) + (OH-) (l) Fe(OH)3 (aq) (solução avermelhada)O professor pode trabalhar inicialmente com assuntos referentes à matéria esua composição, formação de substâncias e seus constituintes. No cotidiano doaluno podem-se inserir informações referentes à presença de íons ferro na água,suas influências e efeitos na saúde humana.Algumas questões importantes sobre este experimento que devem ser instigadas:1- Por que só ocorreu mudança de coloração na solução com refrigerante?2- Por que se adiciona a água oxigenada?3- Qual a diferença entre os íons de ferro existentes?4- O que é oxidação?Resíduos, tratamento e descarteAs garrafas de plástico (PET) devem ser encaminhadas para descarte.O experimento proposto não gera resíduos agressivos ao meio ambiente, podendo,então, ser utilizado de forma segura. Ainda assim, as soluções formadas poderãoser encaminhadas à estação de tratamento de água e efluentes da sua cidade paraque sejam dados os devidos fins de tratamento. É também uma ótima oportunidadedos alunos visitarem uma estação onde a água é tratada.
  11. 11. 103. CORRIDA BRILHANTEObjetivoEste experimento serve para demonstrar ao aluno, de forma simples edivertida, como funciona a tensão superficial da água e o que ocorre quando essatensão é quebrada em contato com o detergente.Materiais Detergente Água Purpurina Recipiente transparente grandeProcedimento1. Coloque a água em um recipiente transparente para melhor visualização doexperimento.2. Coloque a purpurina aos poucos.3. Pingue o detergente no lugar onde há maior quantidade de purpurina. Peçaaos estudantes que descrevam o que observam.Entendendo o experimentoPor suas características físico-químicas, as moléculas da água sãofortemente atraídas umas pelas outras. Essa atração forma, na superfície da água,uma membrana chamada tensão superficial.A tensão superficial é uma força capaz de manter a água unida, ou coesa,como se uma capa a cobrisse. Objetos leves, como folhas, purpurina e algunsinsetos, não conseguem romper essa membrana. Por essa razão não afundam e, àsvezes, nem se molham. O detergente, porém, é capaz de romper esta película quese forma na superfície da água, “quebrando” a tensão superficial.Neste experimento podemos ver o detergente quebrando a tensão superficialda água pelo movimento da purpurina, que é menos densa do que a água.Trata-se de um projeto simples que possibilita mostrar ao aluno que aQuímica está presente em várias atividades do seu cotidiano, como, por exemplo,
  12. 12. 11lavar a louça. Pode-se explicar ao aluno a finalidade do detergente, como ele atua,qual a sua composição química e questões de higiene, remetendo aos sabões esabonetes.Resíduos, tratamento e descarteOs resíduos gerados neste experimento podem ser descartados no lixocomum. As garrafas de plástico (PET) devem ser encaminhadas para a reciclagem.FONTE: Foto da experiência “corrida brilhante” realizada pela aluna Aparecida Soares.
  13. 13. 124. O SEGREDO DAS CORES DAS CANETINHASQuais são os pigmentos que se escondem em uma cor de canetinha? Quaissão as cores que formam o preto, o marrom e o azul? Usando uma técnica físico-química de separação de misturas chamada cromatografia em papel, é possíveldescobrir.ObjetivoVerificar os pigmentos que se escondem em cada cor das canetinhas atravésde uma técnica físico-química de separação de misturas chamada, Cromatografiaem papel.Materiais Canetinhas coloridas Álcool (92 IMDM é melhor) Filtro de café 1 copo Fita gomada TesouraProcedimento1. Corte o filtro em tiras retangulares (o mais cumprido possível).2. Encha o fundo do copo com um pouco de álcool.3. Pinte uma bolinha na parte inferior do papel (1 dedo de distancia do final dopapel).4. Prenda o filtro com a fita na caneta e coloque-a na boca do copo deixando oálcool ser sugado pelo papel (a bolinha não pode encostar-se ao álcool).
  14. 14. 13FONTE: Foto da experiência ”o segredo das cores das canetinhas” realizadapela aluna Nauanne Rayelle..TeoriaA técnica utilizada nesta experiência chama-se cromatografia, que no casodesta é a cromatografia em papel.Na hora de fabricar as canetinhas em algumas cores são misturados dois oumais pigmentos, nem todas as cores, pois há cores com um único pigmento, mas ospigmentos onde as cores são misturadas na hora que mergulhamos o filtro de papelno álcool, o álcool vai subindo pelo papel até que passa pela a cor, na hora que elepassa pela a cor começa a carregar junto esses pigmentos, que sempre vai ter umpigmento que tende a grudar mais no papel e um pigmento que tende a ser levadomais pelo o álcool, este que tende a grudar no papel vai ficar para trás e o que tendea ser levado pelo o álcool vai subir mais rapidamente, então, os dois pigmentos irãose separar, assim conseguiremos vermos quais pigmentos foram usados para fazeraquela cor.
  15. 15. 145. ENCHEDOR AUTOMÁTICO DE BALÕESMateriais Vinagre Bicarbonato de sódio Balão Funil Garrafa de gargalo estreitoProcedimentoColocar vinagre dentro de uma garrafa de gargalo estreito até encher cercade um quarto da mesma. Com o funil, colocar no balão um pouco de bicarbonato desódio. Enfiar o gargalo do balão no gargalo da garrafa. Levantar o balão de modo aque o bicarbonato de sódio caia para dentro da garrafa. O vinagre começa a fazerbolhas e o balão começa a encher devagarzinho.ExplicaçãoO ácido acético do vinagre reage com o bicarbonato de sódio libertandodióxido de carbono. À medida que se forma mais gás, a pressão dentro da garrafaaumenta e o balão enche. A reação química que explica este processo escreve-seassim:H+(aq) + HCO3-(aq) CO2 (g) + H2O (l)
  16. 16. 156. O QUE SOBE E O QUE DESCE?ObjetivoEste experimento tem como finalidade demonstrar aos estudantes, de umaforma prática e simples, as diferenças entre a densidade dos materiais e a força dasinterações entre as moléculas de água.Materiais 1 copo ou béquer de 300 mL, transparente 3 elásticos de borracha látex 1 metro de papel higiênico, ou rolo de papel toalha 200 mL de água 1 prato raso 3 palitos de dentesExperimento1. Coloque 200 mL de água no copo.2. Retire duas folhas, nas dimensões de 20 x 20cm, de um rolo de papel toalha.Sobreponha as folhas e dobre duas vezes até que formem um quadrado deaproximadamente 10 x10cm.3. Coloque o papel dobrado na boca do copo.4. Prenda o papel toalha na boca do copo usando um elástico de borracha látex.5. Com o prato raso já disposto, vire o copo de boca para baixo.6. Transpasse pelo papel os palitos, um a um, e depois os empurre para dentrodo copo. Dessa forma, mesmo com o papel furado, a água não escapará e o palitoque entrou no copo flutuará (nesse momento o aluno irá perceber importância dadensidade).ObservaçãoDeve ser mostrado ao estudante que, apesar de vazar um pouco de águaporque o papel ensopou, não sairá água onde o palito furou (e neste momento oaluno irá entender como funciona a tensão superficial).
  17. 17. 16Neste experimento, serão enfocadas as forças intermoleculares, responsáveispor manter as moléculas unidas na formação das diferentes substâncias. Existemdiversos tipos de interações intermoleculares e, neste experimento, poderão serespecialmente focadas as ligações de hidrogênio, aqui ocorrendo entre as moléculasde água.Outro tema a ser trabalhado é a densidade. A densidade é a relação entre amassa de um material e o volume por ele ocupado. O cálculo da densidade é feitopela seguinte expressão: Densidade = massa /volume.A densidade determina a quantidade de matéria que está presente em umaunidade de volume. Por exemplo, o mercúrio possui maior densidade do que o leite,isso significa que num dado volume de mercúrio há mais matéria que em umamesma quantidade de leite.Com este experimento o estudante perceberá que a água, uma substânciatão presente em nossas vidas, é um ótimo modelo para o estudo das propriedadesfísico-químicas da matéria.Resíduos, tratamento e descarteOs resíduos gerados neste experimento podem ser descartados no lixocomum. As garrafas de plástico (PET) devem ser encaminhadas para a reciclagem.FONTE: Foto da experiência “o que sobe e o que desce” realizada pela alunaIdarlene Marcelino.
  18. 18. 177. CAMADA DE LÍQUIDOSObjetivosDemonstrar de forma prática e simples duas propriedades das substânciasquímicas envolvidas que é: solubilidade e densidade.Materiais 1 Frasco cilíndrico alto, transparente e com tampa Xarope de milho ou mel Óleo vegetal Álcool contendo algumas gotas de corante alimentício Água com corante alimentício de outra cor Objetos pequenos de materiais diversos: bolinha de gude, bolinha de metal,pedaço de vela, bolinha de naftalina, rolha de cortiçaProcedimento1. Coloque no frasco o xarope de milho ou mel.2. Adicione cuidadosamente, uma quantidade semelhante de água contendoalgumas gotas de corante, escorrendo-as pelas paredes do frasco.3. Adicione a mesma quantidade de óleo vegetal por cima da água com corante.4. Cuidadosamente adicione o álcool contendo algumas gotas de corante porcima do óleo.5. Coloque pequenos pedaços de plástico, rolhas de cortiça, pedaços de vela,bolinhas de gude, e bolinhas de naftalina, etc. No cilindro e observe. Em que cadacamada cada objeto flutuou?Resultados e discussãoDuas propriedades das substâncias estão envolvidas aqui: a solubilidade e adensidade. Líquidos que não se misturam entre si são chamados de imiscíveis.Neste caso apenas o óleo vegetal é imiscível com a água, e assim a ordem deadição dos líquidos é importante para que estes não se misturem. Eventualmente, oxarope irá se dissolver na água, porém, o processo é muito lento. Já o álcool não semistura coma água, pois a camada de óleo separa os dois líquidos.
  19. 19. 18O que aconteceria se o cilindro fosse invertido? Tampe-o e tente!Ao inverter o cilindro você irá perceber que o álcool e a água se misturam,formando uma única fase. Os líquidos foram colocados na ordem decrescente desuas densidades, com o xarope de milho tendo a maior e o álcool a menordensidade de todos os líquidos. Os objetos sólidos irão flutuar apenas em um líquidoque apresente uma densidade maior que a sua.Camada de líquidosDisponível em: http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRz6nRJkcVGaPCDvEn3WnbUwgx4GeT62rltJTqsNk2ZyhHlUh3c
  20. 20. 198. COMPARAÇÃO DE DENSIDADESObjetivoVerificar que a densidade de uma mistura depende de sua comparação.Materiais Colher pequena de chá 1 Copo fundo e 1 largo (preferencialmente de vidro e transparente) 1 ovo SalProcedimentos1. Coloque o ovo dentro de um copo contendo cerca de 150 mL de água.Observe o que acontece;2. Depois, retire-o do copo e acrescente à água uma colher de sal. Agite a águapor alguns instantes até dissolver todo o sal. Recoloque o ovo no copo e observenovamente o sistema;3. Repita o procedimento anterior algumas vezes até que o sal colocado naultima adição não mais se dissolve e se deposite no fundo do copo.4. Coloque o ovo dentro do copo contendo água. Repita o procedimento sempre.Extraído de: educador.brasilescola.com
  21. 21. 209. CORES QUE SE MOVEMObjetivoMostrar como atua um tensoativo, diante da tensão superficial.Materiais Leite Pires ou uma placa de petri Água Corantes alimentícios Detergente Palito de denteProcedimento1. Coloque o leite em um pires. Aguardar 1 minuto até que o leite se assente epare de mover;2. Colocar uma gota de corante na superfície do leite próximo as bordas (paraque haja o mínimo de perturbação na superfície do líquido). Coloque outras gotas decorante de cores diferentes sobre o leite, afastadas umas das outras junto á bordado pires;3. Molhar o palito de dente no detergente;4. Tocar o centro do pires com o palito de dente e observar o fenômeno;5. Colocar uma gota de corante no centro do pires;6. Tocar o centro da gota de corante co o palito de dente, previamente molhadocom detergente;7. Observar o que ocorre.FONTE: Foto da experiência cores que se movem, realizada pela aluna Gerlane Silva
  22. 22. 2110. GEOMETRIA MOLECULARObjetivoUtilizar esferas de massas de modelar para representar formas geométricasde moléculas.Materiais 4 bastões de massas de modelar de cores diferentes (preta, cinza, vermelhae azul) 16 palitos de denteProcedimentoPARTE A:1. Modele uma esfera de cor preta, representando o átomo de carbono (C);2. Insira nela 4 palitos de maneira que eles formem entre si os maiores ângulospossíveis;3. Fixe esferas pequenas de cor cinza (que representam átomos de hidrogênio)na ponta de cada palito;4. Observe a geometria do aglomerado obtido, que representa a molécula demetano CH4.PARTE B:1. Modele uma esfera de cor azul, representando o átomo de nitrogênio (N);2. Insira nela 4 palitos de maneira que eles formem entre si os maiores ângulospossíveis;.3. Fixe esferas pequenas de cor cinza na extremidade livre de três palitos,deixando o quarto livre;4. Observe a geometria do aglomerado obtido, que representa a molécula deamônia (NH3).PARTE C:1. Modele uma esfera da cor vermelha representando o átomo de oxigênio (O);2. Insira nela 4Palitos de maneira que eles formem entre si os maiores ângulos possíveis;
  23. 23. 223. Fixe esferas pequenas de cor cinza na extremidade livre de dois palitos,deixando dois deles livres;4. Observe a geometria do aglomerado obtido,, que representa a molécula deágua (H2O).PARTE D:1. Modele uma esfera de cor preta, representando o átomo de carbono;2. Insira nela dois pares de palitos de maneira que um dos palitos fique o maisafastado possível do outro par;3. Fixe uma esfera vermelha nas extremidades livres de cada um desses pares;4. Observe a geometria do aglomerado obtido, que representa a molécula dedióxido de carbono (CO2).
  24. 24. 2311. PREPARANDO ÁGUA DESTILADAObjetivoPreparar água destilada.Materiais Água Corante alimentício Chaleira Panela de metal pequena Gelo Frasco com tampa Fogão ou outra forma de aquecimentoProcedimento1. Coloque cerca de um copo de água com algumas gotas de corante paraferver na chaleira. Quando a água estiver fervendo, aproxime do bico da chaleirauma pequena panela contendo gelo no seu interior. Observe o que ocorre do lado defora da panela com gelo.2. Recolha a água destilada, inclinando a panela com gelo e colocando umfrasco bem embaixo de onde as gotas começarem a pingar;3. Recolha cerca de meio copo de água destilada.
  25. 25. 2412. PREPARANDO HIDROGÊNIOObjetivoPreparar hidrogênio pela ação do ácido muriático (ácido clorídrico) sobre ometal ferro. Reconhecê-lo após uma reação de deslocamento.Materiais Tubo de ensaio Bombril ou prego Ácido muriático (HCl) Pegador de roupa Palito de fósforo RolhaProcedimentos:1. Coloque o prego ou Bombril em um copo pequeno e fino;2. Segure o copo com o auxílio do pegador de roupa;3. Cubra-o com o ácido muriático;4. Feche o tubo com a ajuda da rolha;5. Observe e espere por aproximadamente 1 minuto;6. Acenda um palito de fósforo e o aproxime da entrada do tubo no mesmomomento em que tira a rolha.Análise: Quando se coloca ferro metálico (prego ou Bombril) na presença de ácidomuriático (HCl), ocorre a liberação do gás hidrogênio de acordo com a equação:2HCl (aq) + Fe (s) FeCl2 (aq) + H 2 (g)O H2 é um gás altamente inflamável e produz um pequeno estampido na suacombustão.
  26. 26. 2513. SOBE E DESCE QUÍMICOObjetivoAnalisar a diferença das uvas-passa na água e no sonrisal e observar o queacontece em cada caso.Materiais Um Copo de vidro Água 1 Sonrisal Uvas-passaProcedimentos1. Coloque água no copo até a metade;2. Pegue algumas uvas-passa, solte na água e observe o que acontece.3. Adicione o sonrisal na água e observe o que acontece neste caso.DiscussãoAs uvas-passa afundam no copo contendo apenas água, pois a densidade dauva-passa é maior que a da água. Ao adicionarmos o sonrisal na água notamos aprodução de um gás. O gás liberado pelo comprimido é o gás carbônico. Seobservamos bem de perto a experiência, notamos que pequenas bolhas deste gásficam presas na superfície rugosa das uvas-passa. As uvas-passa ficam descendo esubindo, porque a densidade do gás carbônico é muito menor que a da água.As bolhas de gás que se prendem à uva- passa fazem com que a densidademédia do conjunto uva-passa + bolhas de gás fique menor que a da água. Ao chegarao topo do copo as bolhas se desprendem da uva-passa que volta a ficar maisdensa que a água e afunda.
  27. 27. 26O processo se repete por um bom tempo até enquanto houver bolhas de gásque levem a uva-passa até o topo. No final, elas retornaram ao fundo do copo, poiso gás tende a se soltar da sua superfície.
  28. 28. 2714. O CONCEITO DE REAÇÃO QUÍMICAObjetivoProvocar uma reação química e observar uma evidência de que ela ocorre.Materiais Dois copos grandes Bicarbonato de sódio Colher de sopa VinagreProcedimentos1. Faça a experiência sobre um local que possa ser facilmente limpo. Coloqueuma colherada de bicarbonato de sódio em um dos copos. No outro, adicionevinagre até cerca de 2 cm de altura;2. Observe atentamente cada um desses materiais e descreva no seu caderno oaspecto deles;3. Despeje o vinagre no copo que contém o bicarbonato de sódio. Observe oque acontece e anote;4. Volte a observar o copo após 15 minutos e registre o aspecto do que estádentro do copo.DiscussãoO experimento descrito permitiu realizar um dos muitos exemplos de reaçãoquímica. Uma substância (denominada ácido acético) presente no vinagre reagequimicamente com o bicarbonato de sódio produzindo novas substâncias. Umadessas substâncias produzidas é um gás (chamado gás carbônico ou dióxido decarbono, o mesmo gás que forma as bolhas nos refrigerantes) cujo desprendimentopode ser observado ao realizar o experimento.Se uma ou mais substâncias presentes no estado inicial de um sistematransformam-se em uma ou mais substâncias diferentes que estarão presentes noestado final, a transformação é uma reação química ou transformação química.
  29. 29. 2815. OXIDAÇÃO: DESTRUIÇÃO RÁPIDAObjetivoEstudar algumas reações de oxidação de materiais orgânicos.Materiais Cenoura média 2 colheres de chá 2 colheres de sopa 6 copos de vidro Faca Frasco de vidro com tampa (100 mL) Liquidificador Óleo de soja (30 mL) Peneira fina Álcool (2,5 mL) Formol (2,5 mL) Comprimido de permanganato de potássio (100 mg)ProcedimentoO professor poderá dividir a turma em grupos, e cada equipe realizará todosos experimentos. Ao final, todas as equipes poderão expor os resultados obtidos ediscuti-los em conjunto, com a participação do professor. O questionário poderá serrespondido individualmente, como atividade extraclasse.Duração prevista: 50 minutosProcedimentoObservação: 1 colher de chá = 2,5 ml; 1 colher de sopa = 10ml1. Pulverizar o comprimido de permanganato de potássio (100 mg), colocar omaterial em um copo e acrescentar 20 ml de água. Agite até dissolver todo omaterial sólido. Esta é a solução 1 . Guardá-la no frasco de vidro com tampa.
  30. 30. 292. Cortar a cenoura em pedaços pequenos e triturar bem no liquidificador com250 ml de água (1 copo médio). Passar a mistura pela peneira. Colocar 20 ml dolíquido peneirado em um copo e, agitando, acrescentar 2,5 ml da solução.3. Agitar e durante 15 minutos observar atentamente a cor da soluçãoresultante. Anotar as observações. Para facilitar a observação, colocar o copo com osuco de cenoura puro ao lado do copo de experimento. Após 15 minutos, colocaroutros 20 ml da solução de cenoura e 2,5 ml da solução 1 em outro copo. Compararas cores das três soluções à medida que o tempo passa.4. Colocar 30 ml de óleo de soja e 2,5 ml da solução 1 em um copo. Agitar beme durante 15 minutos observar a mistura. Anotar as observações.5. Colocar 2,5 ml de álcool em um copo. Agitando, adicionar 2,5 ml da solução.Observar a mistura durante 5 minutos. Anotar as observações.6. Repetir o procedimento anterior (item d), porém colocando formol no lugar doálcool.QuestionárioDescrever tudo o que você observou nos itens de 1 a 5 do procedimento.Explique cada observação com as informações fornecidas na teoria.TeoriaNos experimentos empregamos um agente oxidante forte, o permanganato depotássio (KMnO4), que é bastante utilizado para a oxidação de diversos tipos desubstâncias, especialmente compostos orgânicos. É fácil visualizar as reações emque o íon MnO2, porque as cores das duas espécies químicas são bem diferentes: oMnO4 sofre redução (agente oxidante) , porque as cores das duas espéciesquímicas são bem diferentes: o MnO2 é lilás-escuro e o MnO2 é marrom-escuro.Beta-caroteno é uma substância alaranjada presente na cenoura e em outrosvegetais, e no organismo de muitos animais, incluindo o homem, é utilizado comofonte de vitamina A.
  31. 31. 3016. IODOFÓRMIO: UM MEDICAMENTOObjetivoEstudar, por meio de reações e materiais simples, a obtenção de ummedicamento.Materiais Colher de chá Colher de sopa Conta-gotas Copo de vidro Álcool (2,5 mL) Tintura de iodo (10 mL) Hidróxido de sódio (soda cáustica) (20 g)ExecuçãoO professor poderá dividir a turma em grupos, e cada equipe realizará todosos experimentos. Ao final, todas as equipes poderão expor os resultados obtidos ediscuti-los em conjunto, com a participação do professor. O questionário poderá serrespondido individualmente, como atividade extraclasse.Duração prevista: 30 minutosProcedimentoObservação:1 colher de chá = 2,5 ml; 1 colher de sopa = 10 ml1. Colocar 50 ml de água e 1 colher de chá (rasa) de hidróxido de sódio (NaOH)em um copo. Misturar bem, até dissolver, e então acrescentar 5 ml de acetona.Agitando, adicionar (conta-gotas) 10 gotas de tintura de iodo e observar durante 5minutos. A seguir, gotejar mais 20 gotas de tintura de iodo. Agitar a mistura eobservar durante 5 minutos. Anotar as observações.2. Colocar 50 ml de água e 1 colher de chá (rasa) de hidróxido de sódio (NaOH)em um copo. Misturar bem, até dissolver, e então acrescentar 2,5 ml de álcool.
  32. 32. 31Agitando, adicionar (conta-gotas) 40 gotas de tintura de iodo e observar durante 10minutos. Anotar as observações.QuestionárioDescrever o que você observou durante os itens 1 e 2 do procedimento.Explique as observações com as informações fornecidas na teoria.TeoriaAo se tratar a acetona ou álcool com tintura de iodo, na presença de soluçãoaquosa de hidróxido de sódio ocorre a formação de iodofórmio, um sólido amarelo-claro insolúvel em água.O iodofórmio é um medicamento empregado como anti-séptico e agenteantiinfeccioso de uso tópico. Tem uso veterinário como anti-séptico e comodesinfetante para lesões superficiais.
  33. 33. 3217. PROTEÍNAS? ONDE?ObjetivoAnalisar a presença de proteínas em alimentos.Materiais 2 colheres de chá 2 colheres de sopa Conta-gotas 8 copos de vidro Gelatina em pó sem cor e sem sabor (20 g) Leite (10 mL) Ovo Sulfato de cobre (50 g) Hidróxido de sódio (soda cáustica) (20 g)ExecuçãoO professor poderá dividir a turma em grupos, e cada equipe realizará todosos experimentos. Ao final, todas as equipes poderão expor os resultados obtidos ediscuti-los em conjunto, com a participação do professor. O questionário poderá serrespondido individualmente, como atividade extraclasse.Duração prevista: 40 minutosProcedimentoObservação:1 colher de chá = 2,5 ml; 1 colher de sopa = 10 ml1. Colocar 3 colheres de chá de sulfato de cobre e 60 ml de água em um copo.Agitar até dissolver completamente o material sólido. Esta é a solução de cobre.2. Colocar uma colher de chá de hidróxido de sódio (NaOH) e 30 ml de água emum copo. Agitar até dissolver completamente o material sólido. Esta é a solução desoda cáustica.3. Colocar uma colher de chá de gelatina em ó e um copo. Acrescentar 10 ml deágua e agitar até ficar uma mistura uniforme. A seguir, adicionar (conta-gota) 3 gotas
  34. 34. 33da solução de cobre. Misturar bem e depois acrescentar 2,5 ml da solução de sodacáustica. Observar durante 5 minutos e anotar as observações.4. Quebrar o ovo e colocar a clara em um copo e gema em outro. Adicionar 50ml de água ao copo contendo a clara e 50 ml de água ao copo contendo a gema.Misturar bem, até homogeneizar, obtendo assim a solução de clara e a solução degema.5. Colocar 10 ml da solução de clara em um copo e gotejar 3 gotas da soluçãode cobre. Misturar bem e, a seguir, acrescentar 2,5 ml da solução de soda cáustica.Agite e durante 5 minutos observar. Anotar as observações.6. Colocar 10 ml da solução de gema em um copo e gotejar 3 gotas da soluçãode cobre. Misturar bem e, a seguir acrescentar 2,5 ml da solução de soda cáustica.Agitar e durante 5 minutos observar. Anotar as observações.7. Colocar 10 ml de leite em um copo e gotejar 3 gotas da solução de cobre.Misturar bem e, a seguir, acrescentar 2,5 ml da solução de soda cáustica. Agitar edurante 5 minutos observar. Anotar as observações.QuestionárioDescrever o que você observou nos itens 1 a 5 do procedimento. Expliquecada observação utilizando as informações fornecidas na teoria.TeoriaA dissociação do sulfato de cobre em água leva à dissociação dos íons,liberando os íons CU e SO em solução.As proteínas são macromoléculas produzidas pelos seres vivos, formadaspor longas cadeias resultantes da união de moléculas de aminoácidos, cuja fórmulageral é a seguinte.As diferentes proteínas têm sequencias deferentes de grupos R, R’... earranjar espaciais também diferentes. Leite, ovos e gelatina são alimentos ricos emproteínas.Quando, em meio fortemente básico, o íon cobre II reage com proteínas,ocorre então a denominada reação de biureto, com a formação de um complexode cor intensa. Os alimentos que contêm proteínas sofrem a reação de biureto.
  35. 35. 3418. URÉIA E FORMOL: UMA SÓLIDA UNIÃOObjetivoEstudar a formação de um polímero, utilizando materiais comuns.Materiais Colher de chá Conta-gotas Frasco de vidro de pelos menos 20 ml Formol (10 ml) Uréia (20 ml) Ácido muriático (10 ml)Procedimento1. Colocar 1 colher de chá de uréia e 5 ml de formol no frasco de vidro.2. Agite bem a mistura e, a seguir, adicionar (conta-gotas) 20 gotas de ácidomuriático.3. Agite e observe.TeoriaPolímeros são compostos de elevado peso moleculares formados pela uniãode um grande número de moléculas, denominadas monômeros. Os monômerospodem ser todos iguais ou substancia diferentes. Por exemplo; o polietileno (canosplásticos, garrafas, cortinas etc.) é um polímero formado pela união de moléculas deetileno (monômero), enquanto o náilon (fibras, cordas etc.) é um polímero formadopela união de várias moléculas de hexametilenodiamina com ácido adípico.Também há muito polímeros naturais, como o amido e a celulose, formadospela união de moléculas de glicose, e as proteínas, formadas pela união demoléculas de aminoácidos.
  36. 36. 3519. O ÁLCOOL VEM DO AÇÚCAR?ObjetivoEstudar a reação utilizada industrialmente na obtenção do álcool.Materiais Açúcar (100 g) Caneta para transparências ou etiquetas autocolante 2 colher de chá 2 colher de sopa 6 copos de vidro Farinha de trigo (100 g) Fermento biológico (30 g) GeladeiraProcedimento1. Colocar 30g de fermento biológico e 120 ml de água em um copo. Misturaraté homogeneizar. Esta é a solução de fermento.2. Numerar 5 copos de vidro, dispostos em fila. Colocar 20 ml da solução defermento em cada copo.3. No copo número 1, adicionar 2 colheres de chá (rasas) de farinha de trigo.Misturar bem com a solução de fermento, até homogeneizar. Após 15,30 e 40minutos, agitar suavemente a solução e observar cuidadosamente, atentando para aliberação de bolhas de gás.4. No copo número 2, adicionar 2 colheres de chá (rasas) de açúcar. Misturarbem com a solução de fermento, até homogeneizar. Após 15, 30 e 40 minutos,agitar suavemente, atento para liberação das bolhas de gás.5. Nos copos números 3 e 4 adicionar, em cada um, 2 colheres de chá (rasas)de açúcar e 2 colheres de chá (rasas) de farinha de trigo. Misturar bem com asolução de fermento, até homogeneizar. Imediatamente a seguir, colocar o coponúmero 4 no congelador. Após 15,30 e 40 minutos, agite suavemente as soluçõesnos copos 3 e 4 e observar cuidadosamente, atentando para a liberação de bolhasde gás.
  37. 37. 366. O copo número 5 deverá conter apenas a solução de fermento. Após 15, 30 e40 minutos, agite suavemente a solução a solução e observar cuidadosamente,atentando para liberação de bolhas de gás.TeoriaO fermento biológico contém duas enzimas denominadas invertase e zimase.A invertase catalisa a degradação do açúcar comum (sacarose), fornecendo doisoutros açúcares, a glicose a e frutose. Em uma etapa seguinte, a zimase catalisa atransformação da glicose e da frutose em álcool comum ( etanol ) e gás carbônico,que é liberado na forma de bolhas de gás. As reações envolvidas são apresentadaspelas equações abaixo. As reações catalisadas pelas enzimas invertase e zimasesão utilizadas industrialmente, na produção de álcool obtido a parte da cana-de-açúcar.
  38. 38. 3720. QUEIMANDO O REALMateriais Água Álcool Pinça Uma vasilha de vidroProcedimentoColocar álcool na vasilha e o dobro de água em seguida molhar a cédulasegurando-a com a pinça e esperar que saia o excesso de álcool em seguidacoloque fogo na cédula, pois ela não vai queimar.TeoriaO álcool entra em combustão e a água protege a nota evitando que elaqueime.Extraído de: Ponto Ciência, queimando o real, 2013.
  39. 39. 3821. COMO FAZER SABÃO COMUMMateriais 50g de água 20g de soda cáustica (NaOH) 150g de óleo de sojaProcedimento:1. Mediu-se em proveta 50 ml de água;2. Pesou-se 20g de soda cáustica (NaOH);3. Colocou-se um Becker com 50 ml de água;4. Adicionou-se 20g de soda cáustica (NaOH) ao Becker;5. Pesou-se 150g de óleo de soja em um Becker;6. Adicionou-se aos poucos a solução de NaOH, ao óleo de soja;7. Transferiu-se a mistura para um funil de separação e misturou-se durante 10minutos;TeoriaDurante o processo de dissolução da soda cáustica em água, foi observadagrande liberação de calor e aquecimento do becker devido à reação ser altamenteexotérmica. Devido à adição do óleo, que estava em temperatura ambiente, á sodacáustica, notou-se a diminuição da temperatura da mistura.Após alguns dias do preparo do sabão, verificou-se que a mistura estava comuma consistência mais sólida e firme. Embora o sabão não tenha aroma específico,é ótima a limpeza de panos de prato, ao qual foi utilizado para experimento, tendoum resultado positivo, mostrando que se pode fazer um sabão de boa qualidadepara uso doméstico com materiais que antes eram descartados (óleos e gorduras).
  40. 40. 3922. COMO FAZER SABÃO COM ÁLCOOLMaterial 40g de gordura animal (banha) 20 mL de óleo de soja 10g de soda cáustica 30 mL de água morna 50 mL de etanol (álcool comum);Procedimento1. Derreter a gordura;2. Acrescentar o óleo de soja;3. Esfriar um pouco. Juntar o álcool, a soda (dissolvida em um pouco de água) eo restante da água;4. Homogeneizar e deixar descansar. Depois de dois dias retirar o sobrenadante(sabão), colocar em uma fôrma (copo descartável) e deixar secar bem por mais trêsdias. Pesou-se 40g de gordura animal (banha) na balança analítica e mediu-se 20mL de óleo de soja; em seguida deve-se juntar os dois em um Becker. Em outro Becker, dissolveu-se 10g de hidróxido de sódio (NaOH, sodacáustica) em 30 mL de água (ocorreu uma reação exotérmica); e adicionou-se 50mL de álcool. No Becker contendo a gordura animal (banha) e o óleo de soja, foi-seadicionando aos poucos a solução de hidróxido de sódio com álcool e mexendo-sesem parar por 10 minutos até homogeneizar. Colocou-se na fôrma (copo descartável) e deixou-se descansar por umasemana.ConclusãoFoi possível obter o sabão com êxito a partir da reação de óleos e gordurascom uma Base e um álcool, mas também com esses com esses reagentes pode
  41. 41. 40ocorrer uma reação secundária (já que a reação de saponificação foi favorecida) queé a reação de transesterificação.Foto da produção de sabão caseiro.Disponível em: http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRvZU2Nq_8IFsw-poE8XjEXzXnNZB2AP40rg3wXw_ZJCgou1EBUzA
  42. 42. 4123. BOLAS DE NAFTALINA SALTITANTESObjetivoObservar o movimento das bolas de naftalina.Materiais Bolas de naftalina Água Bicarbonato de Sódio Vinagre Corante para bolo (utilizado apenas para colorir o experimento) Frasco de vidro alto (copo)Procedimento1. Coloque cerca de 10 a 20 mL de vinagre dentro do frasco.2. Encha o recipiente com água, até cerca de três dedos do seu rebordo.3. Adicione uma colher de sopa de bicarbonato de sódio.4. Introduza as bolas de naftalina dentro do recipiente. Em seguida adicionealgumas gotas de corante.5. Observe o que acontece.ExplicaçãoO bicarbonato de sódio reage com o ácido do vinagre e produz umasubstância gasosa, o dióxido de carbono (as bolhinhas de ar ao redor das bolas denaftalina).Este gás forma uma pressão suficiente para empurrar as bolas de naftalina.As bolinhas ficam temporariamente a flutuar.
  43. 43. 42Extraído de: redeglobo.globo.comAlgumas dessas bolhas de ar libertam-se à superfície, e sem a sua ajuda, asbolas de naftalina voltam a descer até ao fundo do recipiente.Depois todo o processo se volta a repetir, até que o gás formado na reaçãoentre o bicarbonato de sódio e o vinagre se esgote.
  44. 44. 4324. EFEITO TYNDALL: IDENTIFICAÇÃO DAS SUSPENSÕESObjetivoClassificar as dispersões químicas por meio da observação do efeito Tyndall,produzido pela luz.Materiais 3 copos transparentes do mesmo volume. Apontador a laser com o feixe de luz bem estreito. Amido de milho. Cloreto de sódio. Gelatina incolor Pedaço de 10 cm x 10 cm de cartolina preta.Procedimento1. Dissolver uma colher de chã de gelatina incolor em um copo de água morna eaguarde que esfrie.2. Misture uma colher de chá de amido de milho em outro copo de água àtemperatura ambiente.3. Misture uma colher de chá de cloreto de sódio em outro copo de água àtemperatura ambiente.4. Posicionar a cartolina e o feixe de luz em lados opostos a cada um dos copos.5. Acenda o feixe e observe tanto a trajetória da luz quanto a marca que elaproduz na cartolina preta.ObservaçãoOs resíduos devem ser diluídos e jogados na pia.Podem ser utilizados outros materiais como refrigerante.
  45. 45. 4425. POR QUE A VELA QUEIMAObjetivoEstudar a reação de combustão por meio de materiais simples.Materiais Copo de vidro Faca Fósforo Régua Vela comumProcedimento1. Com a faca corte a vela em dois pedaços medindo 4 cm cada um.Deixe aponta do pavio livre para ser aceso.2. Coloque os dois pedaços de vela um do lado do outro, sobre uma superfíciebem plana como um balcão e acendê-lo simultaneamente.3. Ambos os acessos, coloque o copo invertido sobre um deles, de maneira quenão entre ar por baixo. Observe os dois pedaços.ExplicaçãoA vela é produzida a partir de uma cera obtida do petróleo, que contémsubstâncias formadas por átomos de C e H, denominadas hidrocarbonetos. Areação de combustão (queima completa) envolve a combinação com o oxigênio doar, para produzir vapor de água e gás carbônico. São indispensáveis dois fatores: Energia de ativação – é necessária para iniciar a reação de combustão, ouseja, uma vela não queimará se não for acesa por um fósforo ou outra fontede calor. Depois de iniciada a combustão libera energia de ativaçãonecessária para que outras moléculas reajam, e a reação só cessa quando omaterial acaba ou quando a chama é apagada com água ou de outramaneira; Oxigênio do ar – se o oxigênio não pode alcançar a chama, onde estáocorrendo à reação de combustão, a reação pára.
  46. 46. 4526. COLÓIDES? ONDE?ObjetivoApresentar aos alunos alguns materiais coloidais comuns.Materiais Cola escolar lavável 7 copos de vidro Detergente líquido Fogão Garfo Gelatina em pó sem cor e sem sabor Amido de milho Óleo de soja Ovo Panela pequena Cloreto de sódio AcetonaProcedimento1. Coloque a clara do ovo em 1 copo. Com o garfo, sinta a consistência domaterial.2. Coloque 30 mL de água em 1 copo e adicione 1 colher de chá de cloreto desódio. Misture bem, sinta a consistência do material e observe o aspecto damistura.3. Coloque 30 mL de acetona no 3º copo de adicione 10 mL de óleo de soja eobserve o aspecto da mistura.4. Coloque 30 mL de detergente líquido em outro copo, observe e sinta aconsistência.5. Coloque 20 mL de cola em 1 copo e com o garfo sinta a consistência domaterial no momento que está colocado no copo e a cada 5 minutos durante15 minutos.
  47. 47. 466. Coloque 2 colheres de chá de amido de milho em 1 copo e acrescente 30 mLde água e em seguida coloque a solução de maizena na panela. Leve aofogo e mecha até formar um creme consistente. Deixe esfriar e com o grafo,sinta a consistência do material.7. No sétimo copo coloque uma colher de sopa de gelatina em pó. Adicione 10mL de água fria e misture bem. Em seguida acrescente 20 mL de água emisture bem. Deixe esfriar e com o garfo sinta a consistência.ExplicaçãoIdentificar a partir do procedimento uma solução verdadeira, uma soluçãocoloidal ou emulsão.Quando são misturadas substâncias líquidas com outras sólidas pode ocorrera formação de diferentes sistemas: Soluções verdadeiras – solubilizam – se perfeitamente, não sendo possívelobservar a olho nu, como água e álcool. Soluções coloidais – as partículas não podem ser vistas a olho nu, mas apartir da consistência diferenciam-se das verdadeiras. Suspensões – possível de ser observada a olho nu, como água e olho.ObservaçãoSe não se observar partículas é uma solução, do contrário será umasuspensão. E em relação à Consistência, se não apresenta partículas ao sertestado, trata-se de uma solução coloidal, se não, é uma solução verdadeira.
  48. 48. 47BIBLIOGRAFIAFOSCHINI, Júlio Cezar (organizador). Coleção ser protagonista. Química 1º ano:Ensino Médio. 1ª edição. Edições SM, São Paulo, 2010.GUGLIOTTI, M. Tensão superficial nos pulmões. Química Nova na Escola, v.16,p.3, 2002.HESS, Sônia. Experimentos de química com materiais domésticos. 1° edição,Editora moderna, 2008.MATEUS, Alfredo Luiz. Química na cabeça. Editora UFMG, Belo Horizonte, 2001.PERUZZO, Francisco Miragaia; CANTO, Eduardo Leite do. Química na abordagemdo cotidiano. 4ª edição. Editora Moderna, São Paulo, 2006.QUÍMICA: A ciência central. Capítulo 11. Forças intermoleculares, líquidos esólidos. Disponível em: http://danieleluna.files.wordpress.com/2010/09/cap11.pdf.Acesso em: 21/05/2010.SANTOS, Wildson L. Pereira dos; MÓL, Gerson de Souza (coordenadores).Química Cidadã: Materiais, substâncias constituintes, química ambiental e suasimplicações sociais. Volume 1, Editora Nova geração, São Paulo, 2010.SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA (org.) A química perto de você:experimentos de baixo custo para a sala de aula do Ensino Fundamental e Médio. 1ªedição. São Paulo, 2010.

×