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IDENTIFICAÇÃO DA FAMÍLIA
Responsável familiar: Maria da Conceição Pereira Gomes
Possíveisações:Acolhimento▪Visitadomiciliar▪Atendimentoindividualizado▪Atendimentosociofamiliar▪Inclusãoematividade de grupo(palestras/oficinas) ▪Inclusãoem
serviçode convivência▪Comunicaçãocoma rede de proteção ▪ Articulaçãointersetorial ▪EncaminhamentospraBeneficioeventual▪EncaminhamentoparaBPC.
Elaborado por Janaina Anjos – Psicóloga. Belém-PA. Janainaanjos@yahoo.com.br
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DA BOA VISTA
SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – SEMAS
CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
PLANO DE ACOMPANHAMENTO FAMILIAR
AÇÕES
Data/
Técnicos
Ações Responsáveis Prazo
Data/
Técnicos
Avaliações
02/02/15
Janaina
Psicóloga
Lúcia
A. Social
1 – Participação de Maria em palestra para orientação
jurídica sobre violência contra a mulher.
2 – Atendimento individualizado com Maria para trabalhar:
- A condição devítima e o rompimento a atitude de proteção
ao agressor.
- A necessidadede registrar Boletimde Ocorrência.
3 – Atendimento individualizado com João para trabalhar:
- Expectativas sobrea relação conjugal.
- O diálogo como alternativa para resolver conflitos.
- Violência contra a mulher é crime.
4 – Procurar serviço de saúde para tratar o consumo abusivo
de álcool e reduzir o consumo de bebida.
5 – Atendimento sociofamiliar com Luiza, Maria e Raquel, as
filhas do casal, através de atividade lúdica para estabelecer
vínculo de confiança com a equipe técnica e conhecer os
impactos da violência doméstica.
6 – Atendimento individualizado com Maria para trabalhar:
- Auto estima e auto cuidado.Sentimentos de culpa.
7 – Visita domiciliar para avaliar os impactos do
acompanhamento familiar.
1 – Advogado.
2 – Assistente
social.
3 – Advogado e
Psicóloga.
4- João (Usuário)
5 – Assistente
social epsicóloga.
6 – Advogado e
assistente social.
7 – Psicóloga e
advogado.
07/02/15
10/02/15
11/02/15
20/02/15
28/02/15
03/03/15
07/02/15
Bruno
Advogado
10/02/15
11/02/15
15/02/15
28/02/15
18/02/15
28/02/15
Maria participou da palestra edemostrou refletir o
conteúdo exposto através de perguntas e
verbalizações.
Atendimento realizado.Maria secomprometeu em
registrar boletimde ocorrência.
João não compareceu ao atendimento. Enviar
novamente solicitação decomparecimento.
João compareceu ao atendimento. não agredir
Maria.
Apresenta resistência emprocurar tratamento.
Atendimento realizado.As crianças demonstraram
angustia pelo convívio familiar conflituoso.
Maria ainda está coma autoestima baixa.São
necessários maisatendimentos,inclusivepara
trabalhar seu projeto de vida.
IDENTIFICAÇÃO DA FAMÍLIA
Responsável familiar: Maria da Conceição Pereira Gomes
Possíveisações:Acolhimento▪Visitadomiciliar▪Atendimentoindividualizado▪Atendimentosociofamiliar▪Inclusãoematividade de grupo(palestras/oficinas) ▪Inclusãoem
serviçode convivência▪Comunicaçãocoma rede de proteção ▪ Articulaçãointersetorial ▪EncaminhamentospraBeneficioeventual▪EncaminhamentoparaBPC.
Elaborado por Janaina Anjos – Psicóloga. Belém-PA. Janainaanjos@yahoo.com.br
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DA BOA VISTA
SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – SEMAS
CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
PLANO DE ACOMPANHAMENTO FAMILIAR
AÇÕES
NOTAS:
Depoisque a equipe técnicajá realizouo diagnósticofamiliar, e escolheuosobjetivospertinentes,para alcançar os objetivosescolhemosasações/estratégias.Assim,
preenchemosesse instrumental listandoas açõesescolhidas.Enviei essa folhapreenchidapara dar um exemplo. Osdadossão fictícios.
Observemque não existematendimentos psicológicos. Existematendimentos individualizados esociofamiliares, e outros atendimentos que
serão assegurados pela equipe, de acordo com a disponibilidade dos técnicos.
Todos os técnicos do CREAS apesar das áreas de saber diferentes, possuemas mesmas atribuições, logo, todos devem estar aptos a realizar
atendimentos individualizados e sociofamiliares, para refletir os contextos conflituosos das famílias visando o fortalecimento de vínculos
familiares e a prevenção aos agravos resultantes da situação de violência, inclusiveos advogados.
O único atendimento que é especifico do advogado é a orientação jurídica, de resto, o advogado é um técnico como todos os outros que
deve realizar visitas e atendimentos para outras finalidades pertinentes ao plano de acompanhamento familiar.
As assistentes sociais, dentro das suas habilidades e de seus conhecimentos técnicos, não devemse furtar de atender crianças, e nem achar
que atendimento lúdico é função específica dos psicólogos. Orientar e apoiar as crianças também é atribuição das assistentes sociais e
advogados. Como tudo na vida requer estudo, os técnicos do CREAS devem ler, e buscar referência para qualificar seu trabalho, inclusive no
atendimento infantil.
Bjks. Jana.

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08 plano de acompanhamento familiar - folha de acoes - exemplos

  • 1. IDENTIFICAÇÃO DA FAMÍLIA Responsável familiar: Maria da Conceição Pereira Gomes Possíveisações:Acolhimento▪Visitadomiciliar▪Atendimentoindividualizado▪Atendimentosociofamiliar▪Inclusãoematividade de grupo(palestras/oficinas) ▪Inclusãoem serviçode convivência▪Comunicaçãocoma rede de proteção ▪ Articulaçãointersetorial ▪EncaminhamentospraBeneficioeventual▪EncaminhamentoparaBPC. Elaborado por Janaina Anjos – Psicóloga. Belém-PA. Janainaanjos@yahoo.com.br PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DA BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – SEMAS CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PLANO DE ACOMPANHAMENTO FAMILIAR AÇÕES Data/ Técnicos Ações Responsáveis Prazo Data/ Técnicos Avaliações 02/02/15 Janaina Psicóloga Lúcia A. Social 1 – Participação de Maria em palestra para orientação jurídica sobre violência contra a mulher. 2 – Atendimento individualizado com Maria para trabalhar: - A condição devítima e o rompimento a atitude de proteção ao agressor. - A necessidadede registrar Boletimde Ocorrência. 3 – Atendimento individualizado com João para trabalhar: - Expectativas sobrea relação conjugal. - O diálogo como alternativa para resolver conflitos. - Violência contra a mulher é crime. 4 – Procurar serviço de saúde para tratar o consumo abusivo de álcool e reduzir o consumo de bebida. 5 – Atendimento sociofamiliar com Luiza, Maria e Raquel, as filhas do casal, através de atividade lúdica para estabelecer vínculo de confiança com a equipe técnica e conhecer os impactos da violência doméstica. 6 – Atendimento individualizado com Maria para trabalhar: - Auto estima e auto cuidado.Sentimentos de culpa. 7 – Visita domiciliar para avaliar os impactos do acompanhamento familiar. 1 – Advogado. 2 – Assistente social. 3 – Advogado e Psicóloga. 4- João (Usuário) 5 – Assistente social epsicóloga. 6 – Advogado e assistente social. 7 – Psicóloga e advogado. 07/02/15 10/02/15 11/02/15 20/02/15 28/02/15 03/03/15 07/02/15 Bruno Advogado 10/02/15 11/02/15 15/02/15 28/02/15 18/02/15 28/02/15 Maria participou da palestra edemostrou refletir o conteúdo exposto através de perguntas e verbalizações. Atendimento realizado.Maria secomprometeu em registrar boletimde ocorrência. João não compareceu ao atendimento. Enviar novamente solicitação decomparecimento. João compareceu ao atendimento. não agredir Maria. Apresenta resistência emprocurar tratamento. Atendimento realizado.As crianças demonstraram angustia pelo convívio familiar conflituoso. Maria ainda está coma autoestima baixa.São necessários maisatendimentos,inclusivepara trabalhar seu projeto de vida.
  • 2. IDENTIFICAÇÃO DA FAMÍLIA Responsável familiar: Maria da Conceição Pereira Gomes Possíveisações:Acolhimento▪Visitadomiciliar▪Atendimentoindividualizado▪Atendimentosociofamiliar▪Inclusãoematividade de grupo(palestras/oficinas) ▪Inclusãoem serviçode convivência▪Comunicaçãocoma rede de proteção ▪ Articulaçãointersetorial ▪EncaminhamentospraBeneficioeventual▪EncaminhamentoparaBPC. Elaborado por Janaina Anjos – Psicóloga. Belém-PA. Janainaanjos@yahoo.com.br PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DA BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – SEMAS CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PLANO DE ACOMPANHAMENTO FAMILIAR AÇÕES NOTAS: Depoisque a equipe técnicajá realizouo diagnósticofamiliar, e escolheuosobjetivospertinentes,para alcançar os objetivosescolhemosasações/estratégias.Assim, preenchemosesse instrumental listandoas açõesescolhidas.Enviei essa folhapreenchidapara dar um exemplo. Osdadossão fictícios. Observemque não existematendimentos psicológicos. Existematendimentos individualizados esociofamiliares, e outros atendimentos que serão assegurados pela equipe, de acordo com a disponibilidade dos técnicos. Todos os técnicos do CREAS apesar das áreas de saber diferentes, possuemas mesmas atribuições, logo, todos devem estar aptos a realizar atendimentos individualizados e sociofamiliares, para refletir os contextos conflituosos das famílias visando o fortalecimento de vínculos familiares e a prevenção aos agravos resultantes da situação de violência, inclusiveos advogados. O único atendimento que é especifico do advogado é a orientação jurídica, de resto, o advogado é um técnico como todos os outros que deve realizar visitas e atendimentos para outras finalidades pertinentes ao plano de acompanhamento familiar. As assistentes sociais, dentro das suas habilidades e de seus conhecimentos técnicos, não devemse furtar de atender crianças, e nem achar que atendimento lúdico é função específica dos psicólogos. Orientar e apoiar as crianças também é atribuição das assistentes sociais e advogados. Como tudo na vida requer estudo, os técnicos do CREAS devem ler, e buscar referência para qualificar seu trabalho, inclusive no atendimento infantil. Bjks. Jana.