Giardia cryptosporidium ferro e manganês

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Giardia cryptosporidium ferro e manganês

  1. 1. Discentes: James Pinho LadislauDocente: Camila Colorado do Oeste 1 2013
  2. 2. INTRODUÇÃO• Há quem tenha incertezas quanto aos riscos reais de saúde impostos pela presença de reduzidas densidades de protozoários em águas tratadas, essas evidências disponíveis têm concentrado novas atenções no caso, de Cryptosporidium e reacendido outras no caso, de Giardia, nas questões sobre as fontes de contaminações, e a distribuições de protozoários em mananciais de abastecimento além da eficácia de remoção desses organismos pelos processos de tratamento. O que levou a apresentação de regulamentos e medidas cada vez mais restritivos. Colorado do Oeste 2013 2
  3. 3. PROTOZOÁRIOS• Vem do grego “protos” são unicelulares desprovido de clorofila que vivem isolados ou formando colônias nos mais variados tipos de habitat. Colorado do Oeste 2013 3
  4. 4. Oocistos de Cryptosporidium (criptosporidiose)• Via de transmissão. (água)• O primeiro relato sobre surto de criptosporidiose em humanos devido ao abastecimento de água ocorreu em San Antônio, no Texas, em 1984.• Por esse aumento dramático na incidência de criptosporidiose evidenciou que oocistos de Cryptosporidium podem sobreviver aos processos convencionais de tratamento da água e atraiu muita atenção do meio técnico-científico norte- americano. Colorado do Oeste 2013 4
  5. 5. Criptosporidiose ( Cryptosporidium parvum )• Esta doença diarréica foi feita famosa por um surto em Milwaukee aflige 403.000 pessoas em 1993. O surto foi associada com a contaminação da água com fezes de vaca rastreada. Indivíduos saudáveis ​muitas vezes experimentam 1-2 semanas de diarréia aquosa, enquanto que os indivíduos imunes comprometidos podem ter sintomas crônicos que podem ser muito difíceis de erradicar. Apenas um tratamento, nitizoxanide, tem um papel estabelecido no tratamento de criptosporidiose.Devido ao potencial para a introdução malicioso em abastecimento público de água, C. parvum é considerado um agente de Biodefesa. Colorado do Oeste 2013 5
  6. 6. • Estes microrganismos possuem formas de resistência, os cistos, os quais permitem a sobrevivência do patógeno, por longos períodos, fora do hospedeiro, facilitando assim a transmissão da enfermidade.• Cryptosporidium resiste à maioria dos desinfetantes utilizados, incluindo cloro e ozônio T.• Transmissão de Cryptosporidium através da água de abastecimento embora tratada que se encontra dentro dos padrões, pode demonstrar que o tratamento tecnológico da água tem sido inadequado. Colorado do Oeste 2013 6
  7. 7. CUIDADOS E MEDIDAS SANITÁRIAS• Como Cryptosporidium é altamente resistente a desinfetantes químicos tipicamente usados em água potável, a remoção física do parasita por filtração é um importante componente no processo de tratamento da água municipal. Para ser efetiva a remoção de oocistos, a filtração rápida granular deve ser precedida por coagulação química e tratamento otimizado para remover partículas. Mesmo quando feita adequadamente, a filtração rápida não pode garantir remoção de todos os oocistos. (CARDOSO, 2003)• Medidas de controle resumem-se em medidas higiênico- sanitárias adequadas, manipulação adequada dos alimentos e evitar o consumo de alimentos crus ou mal cozidos. Colorado do Oeste 2013 7
  8. 8. Organismo Cryptosporidium parvum Em Risco Imuno comprometidos mundial Seroprevalancência 30% nos Os humanos infectados EUA Resultado doença Vida prolongada, ameaçada Perspectivas de vacinas Drogas disponíveis Geralmente não respondemResistência às Drogas Colorado do Oeste 2013 8
  9. 9. Colorado do Oeste 2013 9
  10. 10. TRATAMENTO• O tratamento deve ser feito com trimetoprim (TMP)-sulfametoxazol (SMX) - TMP 160 mg mais SMX 800 mg, 2 vezes ao dia, via oral, durante 7 dias, em adultos.• Em crianças deve ser administrado TMP 5m/Kg mais SMX 25m/Kg, 2 vezes ao dia, via oral, durante 7 dias.• Pacientes aidéticos devem receber doses mais altas, bem como, a manutenção do tratamento deve ser feita por um tempo mais longo. É o único medicamento que mostrou eficácia até o momento.• A hidratação oral, ingestão de muito líquido e repouso são as indicações suplementares para o restabelecimento dos pacientes. Alguns casos, em que a diarréia é muito severa, podem requerer internação e outras medidas de controle.• Ainda nenhuma droga alternativa foi identificada para pessoas que estejam impossibilitadas de tomar medicamentos à base de sulfa. Colorado do Oeste 2013 10
  11. 11. GIARDÍASE Colorado do Oeste 11 2013
  12. 12. FATOS HISTÓRICOS• Durante o período de 1971 a 1985 nos (EUA), 502 surtos, provocando 111.228 casos de doenças, foram reportados. Envolvendo 24.365 indivíduos, foram atribuídos ao protozoário parasita Giardia lamblia, transformando-o na causa identificável predominantemente das doenças transmitidas pela água. Colorado do Oeste 2013 12
  13. 13. CAUSAo É uma infecção intestinal causada pelo protozoário flagelado Giardia lamblia.o (Giardia intestinalis, Giardia duodenalis)o A giardíase, também conhecida por lambliose. Colorado do Oeste 2013 13
  14. 14. Localização habitual: intestino delgado,especificamente o duodeno e jejuno segmentoselevados.Hospedeiros: humanos, cães, gatos, gados,roedores, moscas e baratas também podemtransportá-los dentre outros.Via de transmissão: contaminação fecoral, pelaingestão dos cistos oriundos das fezes de indivíduocontaminado, podendo estar presentes na água,alimento, nas mãos, e até mesmo durante sexo oralou anal. Colorado do Oeste 2013 14
  15. 15. Apresenta em duas formas• trofozoíto • cisto• piriforme. • oval.• simétrico. • 9 - 12 mícrons.• 12 - 20 mícrons de • parede do cisto. comprimento. • 2 - 4 núcleos.• 6 -15 mícrons de • flagelos resíduos. largura.• 8 flagelos e 2 núcleos. Colorado do Oeste 15 2013
  16. 16. TROFOZOÍTO CISTO Colorado do Oeste 16 2013
  17. 17. EPIDEMIOLOGIA• Ocorre em todo o mundo, sendo mais frequente em regiões onde as condições sanitárias e de higiene são precárias.• Climas quentes e temperadas• Grupos de riscos: Idosos, crianças, pessoa com imunidade comprometida.• Maior em crianças por causa de sua disposição para levar alimentos ou líquidos contaminados a boca com facilidade. Colorado do Oeste 17 2013
  18. 18. CICLO EVOLUTIVO DA giardia lamblia Colorado do Oeste 18 2013
  19. 19. • No estômago, dão origem aos trofozoítos.• Esses colonizam o intestino delgado, onde vivem ligado ao terço basal das viscosidades recobertas por muco e também no cólon da vesícula biliar. Podem isolar a drenagem biliar, e rapidamente se reproduzem seus descendentes, após sofrerem processo de encistamento, são liberados para o exterior do hospedeiro, quando este defecar. O período de incubação é entre uma e quatro semanas e a infecção pode ser assintomática. Colorado do Oeste 19 2013
  20. 20. SINAIS E SINTOMAS• Anorexia.• Dor abdominal leve e diarréia inconstante às vezes produz uma síndrome de má absorção intestinal.• Diminuição acentuada no apetite.• Falta de progresso freqüentemente observada no peso atrofiado e associação com mau cheiro fecal.• Diarréia.• Lientérica (restos de alimentos).• esteatorréia (gorduras nas disposições). Colorado do Oeste 20 2013
  21. 21. DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO• É feito via exame de fezes ou, em casos raros, biópsia de material duodenal. A prevenção é feita adotando-se hábitos de higiene, como lavar as mãos após ir ao banheiro, trocar fraldas, brincar com animais e antes de comer ou preparar alimentos; ingerir unicamente água tratada; higienizar os alimentos antes do consumo e a cura dos doentes. Vale lembrar que o cloro não mata os cistos e que, portanto, alimentos ou água tratados unicamente com cloro não impedem a infecção por este protozoário. Colorado do Oeste 21 2013
  22. 22. TRATAMENTO• Quinacrina ou Mepacrine• Tinidazol• Furazolidona• Metronidazol• Meconidazol• Nitazoxanida Colorado do Oeste 22 2013
  23. 23. FERRO E MANGANÊS• A qualidade de qualquer produto é definida em função da sua aptidão para a finalidade a que se destina. Os requisitos da Qualidade da Água serão, portanto, variáveis de utilização para utilização. Uma água pode ser considerada de boa qualidade para um fim específico e não o ser para outros. É por isso que existem normas para a qualidade da água, conforme os fins a que esta se destina.• Os íons de ferro e manganês em águas destinadas ao abastecimento causam depósitos, incrustações e possibilitam o aparecimento de bactérias ferruginosas nocivas nas redes de abastecimento, além de serem responsáveis pelo aparecimento de gosto e odor, manchas em roupas e aparelhos sanitários e interferir em processos industriais. Colorado do Oeste 2013 23
  24. 24. • O tratamento de águas contendo ferro envolve duas etapas principais interdependentes: a oxidação e a remoção do precipitado formado.• A oxidação química do ferro é condição necessária para o tratamento, uma vez que diminui a concentração solúvel do metal proporcionando sua remoção em processos que empregam separação sólido/líquido. Os principais oxidantes utilizados são: oxigênio, cloro e permanganato de potássio. O dióxido de cloro também pode ser utilizado como oxidante porém, o melhor oxidante deve ser adotado em função das concentrações envolvidas, da disponibilidade e dos custos dos produtos químicos. A presença, ou não, de matéria orgânica na água a ser tratada também é um importante fator a ser considerado formação de subprodutos e forma compostos coordenados de ferro muito estáveis que dificultam a precipitação subsequente remoção dos metais. Colorado do Oeste 24 2013
  25. 25. • Ferro – a presença de ferro ferroso (Fe**) quando exposto ao oxigênio ou outro agente oxidante, é transformado em ferro férrico (Fe***), quando então torna-se insolúvel e de coloração marrom avermelhada, prejudicando a utilização da água. Além de conferir cor e sabor a água, o Fe*** provoca incrustrações, promovendo rupturas ou bloqueamento em tubos de caldeira ou trocadores de calor. Por serem depósitos muito porosos, permitem a concentração de produtos altamente corrosivos sob os mesmos. O ferro pode ainda provocar a deterioração de certos tipos de resina, especialmente as aniônicas.• Manganês – os problemas derivados da presença de manganês são semelhantes aos ocasionados pelo ferro. Quando na forma de manganês manganoso (Mn**) é muito solúvel em água, e conseqüentemente mais difícil de removê-lo. A exposição a um agente oxidante promove a sua oxidação para manganês mangânico(Mn****), insolúvel e de coloração marrom. Colorado do Oeste 2013 25
  26. 26. • O ferro e o manganês, apesar de não serem tóxicos, podem trazer diversos problemas para o abastecimento público de água, uma vez que conferem sabor e cor à água, causam sujidade e manchas na roupa lavada e nas louças sanitárias e podem provocar problemas de incrustações nas tubagens e acessórios, bem como problemas de ferro-bactérias, provocando a contaminação biológica da água, na própria rede de distribuição. As ferro-bactérias, desde o início do seu desenvolvimento até à sua morte, transmitem à água odores fétidos e cores avermelhadas, verde escura ou preta. Por estes motivos, o ferro e o manganês constituem-se em padrão de potabilidade, tendo sido estabelecida o valor paramétrico de 200 μg/L Fe e 50 μg/L Mn. Note-se mais uma vez, que a ingestão temporária de água com excesso deste metais, não apresenta quaisquer riscos para a saúde pública.• Estes sistemas utilizam um meio filtrante à base de dióxido de manganês e fornecem uma solução simples e económica para a purificação da água para consumo humano Colorado do Oeste 2013 26
  27. 27. A série Fe/Mn Filter oferece as seguintes característicasRedução dos níveis de ferro e manganês para limites inferiores a 200 μg/LFe e 50 μg/L Mn, respectivamente;Baixas necessidades de operação e de manutenção;Processo de remoção do ferro e do manganês por meio de precipitaçãoauto-catalítica, com ou sem adição prévia de hipoclorito de sódio, comocoadjuvante dessa precipitação;As propriedades do meio resultam normalmente em períodos deutilização longos, que podem ir até aos 15 anos e sem qualquernecessidade prévia de activação do meio;Não existe a necessidade de utilização de produtos químicos pararegeneração do meio, uma vez que este não necessita de ser regenerado,sendo que quando exausto, é simplesmente removido e substituído;O resíduo sólido produzido é inócuo e pode ser depositado em qualqueraterro sanitário;Eficiência garantida com um desperdício de água inferior a 1% do volumetratado;Aprovações internacionais para utilização em águas potáveis. Colorado do Oeste 2013 27
  28. 28. METAL - FERRO (Fe) DANOS AO ORGANISMO - Vômitos, diarréias e problemas intestinais. FORMAS DE CONTAMINAÇÃO -Transfusões de sangue, excesso de ferro na alimentação. Colorado do Oeste 2013 28
  29. 29. METAL - MANGANÊS (Mn) DANOS AO ORGANISMO - Distúrbios neurológicos, como Mal de Parkinson. FORMAS DE CONTAMINAÇÃO - Inalação depoeira do material na indústria de mineração Colorado do Oeste 2013 29
  30. 30. Tecnilab 30
  31. 31. FIMGRATO PELA ATENÇÃO! Colorado do Oeste 2013 31
  32. 32. posição axial rígida que é o apoio de alguns protozoários flagelados. Colorado do Oeste 2013 32

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