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Escola de Serviço Público do Espírito Santo – ESESP




Curso Preparatório para Ingressantes no Serviço Público
Rumo ao Governo da Inovação

                                  Roberto Meizi Agune – José Antônio Carlos

                                                                  Fevereiro 2008
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ROTEIRO




      O que o e-gov. prometeu

      O que o e-gov. entregou

      Os novos desafios do setor público – a visão da onu

      Rumo ao i-gov. – o que descartar, o que fazer

      Rumo ao i-gov. – práticas recomendáveis

      Rumo à happy-hour



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O que o e-gov. prometeu



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GOVERNO ELETRÔNICO

     Sociedade                                    Sociedade do
      Industrial                                  Conhecimento




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O que se pretendia ?



 Uma alteração radical na maneira pela qual os governos e o cidadãos
 passassem a se relacionar.


 - Apoio forte nas novas tecnologias, principalmente na Internet




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Para que?




 Melhoria qualitativa e quantitativa dos serviços prestados.




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Que segmentos seriam envolvidos?



 G2C - Government to Citizen (Governo e Cidadão)


 G2B - Government to Business (Governo e Setor Privado)


 G2G - Government to Government (Governo e outros órgãos do Governo)


 G2E - Government to Employee (Governo e o Servidor Público)




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Valor
             Integração




             Transação



             Interação




             Expandida




             Emergente




                                                       Complexidade

                      Qual a trajetória vislumbrada?
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CARACTERÍSTICAS




                          Páginas de órgãos do governo na Internet


                          Informação básica e estática




      Emergente




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CARACTERÍSTICAS




                           Aplicações Internas


                           Interativida-de limitada


                           Recursos para pesquisas básicas


                           Links para outros sites
      Expandida




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CARACTERÍSTICAS




                          Prestação de Serviços On-line


                          Facilidades para download de arquivos


                          Acesso a autoridades do gov. por e-mail



      Interação




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CARACTERÍSTICAS




                          Compras eletrônicas


                          Prestação de serviços on-line


                          Pagamento de taxas e impostos on-line



      Transação




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CARACTERÍSTICAS




                          Integração do Governo com os cidadãos


                          Personalização do contato com o cidadão


                          Retorno da informação


                          Consultas e discussões on-line


                          Calendário de eventos on-line
      Integração




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O que o e-gov. entregou



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Embora o setor público tenha obtido avanços em relação a situação
   encontrada em 1995, os resultados foram bem mais modestos do que
   o esperado.


     O modelo de E-Gov, tal como inicialmente concebido pode ser
   considerado esgotado.


     Esta visão é corroborada por uma série de estudos que gostaríamos
   de comentar.




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Um alentado estudo, cobrindo “sites” de 286 cidades brasileiras,
   coordenado pelo Professor Norberto Torres,     Chefe do Depto. de
   Informática da Fundação Getúlio Vargas – São Paulo, concluído em
   março de 2007, averiguou o que estas páginas realmente oferecem em
   termos de serviços eletrônicos aos cidadãos.

   Vejamos os resultados encontrados.



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Grau médio de E-Gov (por meio de websites) é muito baixo.

     Os municípios do Sul e Sudeste são os melhores em governo eletrônico.


     Nem tamanho do município, nem seu nível de atividade econômica,
     determinam o nível de E-Gov promovido.

     Grau muito baixo de oferta de serviços mais abrangentes e integrados.

     Pouco se atingiu em termos de transações on-line e é insignificante o
     avanço da integração aberta com a sociedade. (E-Democracia).


 Fonte: Análise do Desenvolvimento do Governo Electrônico Municipal no Brasil - Professor Norberto Torres Chefe do Depto. de
 Informática da Fundação Getúlio Vargas – São Paulo e Diretor do TecGov, 2006


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Outro importante trabalho sobre a efetividade do Governo Eletrônico,
      relatado em 2006, foi realizado pelo Tribunal de Contas da União –
      TCU.

      Este estudo examinou o programa de E-Gov. do Governo Federal,
      ouvindo os gestores responsáveis pelo mesmo, bem como 4944
      usuários de serviços eletrônicos, por meio de pesquisa “on-line” de
      satisfação.



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O governo não tem conseguido usar a internet para evitar filas e
  melhorar o atendimento a mais de 30 milhões de usuários com acesso à
  rede mundial.


    A maioria das páginas destinadas a serviços públicos apresentam
  problemas de navegação, penalizando o usuário que tenta buscar
  atendimento. Além disso, a maioria dos serviços eletrônicos oferecidos
  não permite que os mesmos sejam totalmente executados pela rede.


    Muitos dos recursos originalmente dedicados ao Governo Eletrônico,
  programa essencialmente transversal, são desviados para suprir
  demandas específicas dos ministérios.


 Fonte: Relatório de Auditoria da Natureza Operacional voltada para as atividades desenvolvidas no Programa de Governo Eletrônico, relatado pelo Ministro Valmir
 Campelo, acórdão 1386/2006 – Plenário, processo 015.001/2005-5

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Os progressos ocorridos são, em grande parte fruto de esforços
  isolados de alguns gestores e não reflexo de uma política pública mais
  compreensiva sobre o tema. Não há, ademais, campanhas consistentes
  de estímulo ao uso da internet para realização de serviços.


    Os programas vinculados ao Governo Eletrônico não possuem caráter
  continuado sendo desativados ou superpostos, ao sabor de interesses
  políticos.




Fonte: Relatório de Auditoria da Natureza Operacional voltada para as atividades desenvolvidas no Programa de Governo Eletrônico,
relatado pelo Ministro Valmir Campelo, acórdão 1386/2006 – Plenário, processo 015.001/2005-5

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Estudo correlato realizado em 2006, cobrindo 686 municípios
distribuídos entre Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica,
Espanha, México, Portugal e Venezuela, comandado pelo
Professor José Esteves, diretor da cátedra software AG Alianza
Sumaq em Governo Eletrônico, mostra números não menos
eloqüentes.



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Grau desenvolvimento muito baixo!


  Pouquíssimas cidades atingem um nivel de excelência em E-Gov.
 municipal.


    Poucas cidades oferecem todos os E-Serviços considerados básicos.


    Poucas cidades oferecem E-Serviços de participação cidadã.



Fonte: “Análise do Desenvolvimento do Governo Electrónico Municipal”. Professor José Esteves, Director da cátedra software AG Alianza
Sumaq en e-government


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Muitas cidades oferecem operações on-line mas a maioria não podem
 ser realizadas completamente on-line.


    Quase todas as cidades tem E-mail, mas isto não significa que o
 cidadão obtenha respostas aos seus E-mails…


   Falta de uma estratégia nacional para governo eletrônico municipal,
 como ocorre, por exemplo, na Inglaterra.




Fonte: “Análise do Desenvolvimento do Governo Electrónico Municipal”. Professor José Esteves, Director da cátedra software AG Alianza
Sumaq en e-government


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Um último estudo, para o qual gostaríamos de chamar atenção
      é o “Global E-Government, realizado pelo professor Darrel M.
      West,    professor     da   Brown   University,   cuja   7ª   edição,
      abrangendo 1782 “sites” governamentais, em 198 países, foi
      publicada em agosto de 2007 .



ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                     25
72% dos sítios pesquisados não oferecem um único serviço que possa
 ser totalmente executado “on line”.


   29% dos sítios possuem políticas de privacidade em relação aos dados
 dos usuários.


   21% dos ambientes pesquisados possuem política de segurança dos
 dados.


   23% dos sítios contam com recursos orientados para pessoas com
 necessidades especiais.


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Há uma grande variação nos níveis globais de governo eletrônico de país para
 país. As 10 nações melhor situadas são as seguintes: Coréia do Sul, Cingapura,
 Taiwan, Estados Unidos, Grã Bretanha, Canadá, Portugal, Austrália, Turquia e
 Alemanha.

   Portugal, Austrália e Turquia não estavam entre os 10 primeiros no ano de
 2006, tendo subido 41, 4 e 18 posições respectivamente.

    Tanto a trajetória como a posição relativa do Brasil, dentre os 198 países
 estudados, podem ser consideradas boas. Ele melhorou de 2006 para 2007,
 subindo do 38° para 13° lugar. É o primeiro índice da América do Sul,
 ultrapassando o Chile.

   Os melhores desempenhos do Brasil encontram-se nas rubricas “fornecimento
 de algum tipo de base de dados” e “distribuição de publicações on-line”, nas quais,
 obteve a nota máxima, 100. O pior desempenho está, por sua vez nos itens
 “privacidade”, “segurança” e “acessibilidade para pessoas com necessidades
 especiais, os três com nota 6.

ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                                27
Os novos desafios do setor público – a visão da
                                               onu


ESESP – Rumo ao Governo da Inovação             28
1
 O desafio número 1 dos governos repousa na formação de habilidades
 para a produção em massa de conhecimento. Somente assim ele ocupará
 seu espaço como agente de transformação da sociedade atual.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                29
2
 As organizações públicas e privadas devem transformar-se em “espaços
 compartilhados de criação de conhecimento”.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                 30
3
 Os governos deverão reinventar-se, tendo com foco a geração de valor
 para a sociedade e a regulação de mercados com vistas à
 competitividade.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                 31
4
 Na área de criação e utilização do conhecimento, cabe ao governo
 formular políticas públicas e construir orçamentos compatíveis com a era
 do conhecimento produzido em massa.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                     32
Rumo ao i-gov. – o que descartar, o que fazer



ESESP – Rumo ao Governo da Inovação              33
A Sociedade do Conhecimento que se esboçava em 1995, avançou
   com força nos primeiros anos do século XXI. Temos hoje uma
   sociedade muito mais complexa, com demandas a cada dia que passa
   mais sofisticadas. O remédio que o governo ministra não oferece mais
   resultado. Ele precisa mudar radicalmente.


      Novos paradigmas e novos modelos mentais devem ser buscados.


      Nessa mudança, embora a tecnologia continue a ser fundamental,
   outras dimensões, pouco consideradas até aqui, precisam ser
   incorporadas.


      Visões equivocadas de longa data devem ser descartadas e a
   inovação incessantemente buscada




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                       34
O que descartar


1
 G2C - Governo e Cidadão

 Pessoas não são apenas contribuintes de um governo, são pais,
 voluntários, estudantes, proprietários de negócios e empregados.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                             35
O que descartar


2
 G2B - Governo e Setor Privado

 Não adianta choque tecnológico em terreno sem as devidas fundações.
 Implementações de sucesso requerem um enorme esforço de revisão de
 processos de trabalho, envolvendo desburocratização e    revisão de
 legislação.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                36
O que descartar


3
 G2G - Governo e outros Órgãos do Governo


 O cidadão está farto de duplicações (filas, guichês, documentos, etc.). Ele
 anseia, mais do que nunca, um governo sem caixinhas.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                        37
O que descartar


4
 G2E Governo e o Servidor Público

 Retrabalho, reinvenção da roda, tal como a corrupção também significam
 desperdício de recursos.
 Os talentos do governo devem ser conectados. A inovação mora ao lado.




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O que fazer


1
Conferir maior atenção aos aspectos extra-tecnológicos envolvidos. É
importante frisar que não se muda o governo sem tecnologia. Só com
tecnologia, também não.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                    39
O que fazer


2
 A modernização governamental não pode ficar circunscrita a um único
 setor ou saber. Ela é intrinsicamente intersetorial e multidisciplinar.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                    40
O que fazer


3
 Os sistemas e aplicativos do mundo pré-web tendo sido simplesmente
 transplantados para o ambiente pós-web, sem os redesenhos
 necessários. É preciso, antes, entender melhor os desafios de uma
 sociedade pós-industrial, a sociedade do conhecimento.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                               41
O que fazer


4
 Em síntese, devemos abandonar uma visão tecnocentrada e abraçar uma
 visão integrada.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                42
ESTRUT.
                                                           PESSOAS
           ORGANIZAC.




                                         GESTÃO DA
                            TIC
                                         INFORMAÇÃO




          PROCESSOS                                       PRINCÍPIOS




                        Abandono da Visão Tecnocentrada

ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                    43
ESTRUT.
                                  ORGANIZAC.




                     TIC                          PESSOAS

                                  GESTÃO DO
                                CONHECIMENTO E
                                 DA INOVAÇÃO




                       PROCESSOS            PRINCÍPIOS




                                Visão Integrada

ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                         44
PRINCÍPIOS




                    Ética


                    Transparência


                    Foco da cidadania


                    Orientação para a qualidade


                    Universalização




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação               45
ESTRUT.
  ORGANIZAC.

                                                             Cidadão
                       Governo



                                                             Parceiro




                                                             Universidade


               Sociedade


Fonte dos Elementos Básicos: Adaptado de Filipe M. Cassapo em apresentação feita na Fundap em 11/07/2006

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PESSOAS




              Estímulo à reflexão e ao espírito crítico


              Menos chefia e mais liderança


              Preparado para a solução de problemas complexos


              Preparado para a aprendizagem continuada




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PROCESSOS


                                                                              Mais flexibilidade




                Menos burocracia


         [Fonte dos Elementos Básicos: E. Carmello, Entheusiasmos e Cassapo, F.]



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TIC




                              Internet

                              TV Digital

                              Telefonia Celular

                              Comunicação quot;Wirelessquot;

                              Computadores Populares




                            CONVERGÊNCIA DIGITAL




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Rumo ao i-gov. – práticas recomendáveis



ESESP – Rumo ao Governo da Inovação               50
1
 Fomentar a profissionalização do serviço público, ampliando o espaço dos
 cargos de carreira, preenchidos mediante concurso.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                    51
2
 Promover profunda revisão legal que facilite o ingresso do setor público na
 era do conhecimento.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                       52
3
 Estabelecer novas formas de remuneração vinculadas a produtividade.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                    53
4
 Estimular o trabalho em equipe, transdisciplinar e multisetorial.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                  54
5
 Criar, dentro de cada órgão, fábricas de inovação no serviço público,
 utilizando a gestão do conhecimento como modelo conceitual.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                 55
5
 Utilizar de forma crescente as novas tecnologias para oxigenar o governo
 e agilizar e aprimorar a entrega de serviços à população (web 2.0 e foco
 do cidadão)




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                    56
A fábula a seguir, na qual o avô conversa com seu neto,
mencionada ao término do referido trabalho da ONU, atribuída
aos índios norte-americanos, serve de metáfora para essa
situação.

Façam suas apostas!



– Eu tenho dois lobos lutando dentro do meu coração. Um é bom e outro é mau.

– Qual deles irá vencer, vovô? Pergunta o neto.

– Aquele que nós alimentarmos! Responde o avô.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                            57
Rumo à happy hour



ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                  58
O aprimoramento gerencial do estado, requerido pela complexidade do quadro
     esboçado acima, envolve o descarte de controles burocráticos, de eficiência
     nula.


     Mais do que gerador de pilhas de papéis e relatórios, espera-se que o serviço
     público, neste novo contexto, seja, pois, uma usina de idéias que lhe permita:


        Promover o crescimento e diminuir as desigualdades.


        Implantar políticas públicas coerentes com esta meta.


        Prover mais e melhores serviços públicos.


ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                                   59
10            Mudar a cabeça


  Os paradigmas da era industrial devem ser descartados




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                       60
9            Ficar antenado


  Enquanto estamos aqui falando, milhares de procedimentos cairam em desuso




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                           61
8             Liderar


  O chefe deve virar líder




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação   62
7             Conectar


  A hierarquia deve ser substituida pela organização em rede. A melhoria
  do serviço público virá como fruto do trabalho de pessoas conhecedoras
  das minúcias do serviço público, devidamente qualificadas e articuladas.




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6            Olhar para fora


  As pessoas devem ser tratadas como fontes de inovação e não como “leitoras
  de manuais”




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                            64
5            Descartar


  Processos devem ser revistos e ou descartados com frequência




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4             Buscar o conhecimento


  Neste quadro se insere a adoção da gestão do conhecimento, rol de métodos, técnicas e
  ferramentas que incentivem a inovação no setor público




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3            Focar no resultado


  Boas idéias só se tornam úteis quando aumentam a efetividade do setor
  público.




                                                    Idéia
                                                      +
                                                Implementação
                                                      +
                                                  Resultados




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2            Aprender


  A organização e as pessoas devem estar preparadas para aprender sempre




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1             Inovar, inovar, inovar


  Jack Welch, antigo presidente da General Eletric, procura constantemente
  desmistificar o processo de geração de inovações, ressaltando que uma boa
  idéia, normalmente, é fruto do esforço coletivo de equipes anônimas,
  espalhadas pela organização. São elas que produzem um sistema de
  faturamento impecável, ou que redesenham processos que permitam
  reduzir, drasticamente, a entrega de produtos e serviços.

  A bola, portanto, está com vocês.




ESESP – Rumo ao Governo da Inovação                                           69
O futuro tem muitos nomes. Para os fracos, é o inatingível. Para os
          temerosos, o desconhecido. Para os valentes, a oportunidade.quot;



                                                       Victor Hugo – Séc. XIX




                             Muito Obrigado a Todos!


                 Roberto Meizi Agune - Email: ragune@sp.gov.br
                  José Antônio Carlos - Email: jcarlos@sp.gov.br




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Rumo Ao Governo Da Inovação

  • 1. Escola de Serviço Público do Espírito Santo – ESESP Curso Preparatório para Ingressantes no Serviço Público
  • 2. Rumo ao Governo da Inovação Roberto Meizi Agune – José Antônio Carlos Fevereiro 2008 ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 2
  • 3. ROTEIRO O que o e-gov. prometeu O que o e-gov. entregou Os novos desafios do setor público – a visão da onu Rumo ao i-gov. – o que descartar, o que fazer Rumo ao i-gov. – práticas recomendáveis Rumo à happy-hour ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 3
  • 4. O que o e-gov. prometeu ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 4
  • 5. GOVERNO ELETRÔNICO Sociedade Sociedade do Industrial Conhecimento ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 5
  • 6. O que se pretendia ? Uma alteração radical na maneira pela qual os governos e o cidadãos passassem a se relacionar. - Apoio forte nas novas tecnologias, principalmente na Internet ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 6
  • 7. Para que? Melhoria qualitativa e quantitativa dos serviços prestados. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 7
  • 8. Que segmentos seriam envolvidos? G2C - Government to Citizen (Governo e Cidadão) G2B - Government to Business (Governo e Setor Privado) G2G - Government to Government (Governo e outros órgãos do Governo) G2E - Government to Employee (Governo e o Servidor Público) ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 8
  • 9. Valor Integração Transação Interação Expandida Emergente Complexidade Qual a trajetória vislumbrada? ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 9
  • 10. CARACTERÍSTICAS Páginas de órgãos do governo na Internet Informação básica e estática Emergente ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 10
  • 11. CARACTERÍSTICAS Aplicações Internas Interativida-de limitada Recursos para pesquisas básicas Links para outros sites Expandida ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 11
  • 12. CARACTERÍSTICAS Prestação de Serviços On-line Facilidades para download de arquivos Acesso a autoridades do gov. por e-mail Interação ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 12
  • 13. CARACTERÍSTICAS Compras eletrônicas Prestação de serviços on-line Pagamento de taxas e impostos on-line Transação ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 13
  • 14. CARACTERÍSTICAS Integração do Governo com os cidadãos Personalização do contato com o cidadão Retorno da informação Consultas e discussões on-line Calendário de eventos on-line Integração ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 14
  • 15. O que o e-gov. entregou ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 15
  • 16. Embora o setor público tenha obtido avanços em relação a situação encontrada em 1995, os resultados foram bem mais modestos do que o esperado. O modelo de E-Gov, tal como inicialmente concebido pode ser considerado esgotado. Esta visão é corroborada por uma série de estudos que gostaríamos de comentar. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 16
  • 17. Um alentado estudo, cobrindo “sites” de 286 cidades brasileiras, coordenado pelo Professor Norberto Torres, Chefe do Depto. de Informática da Fundação Getúlio Vargas – São Paulo, concluído em março de 2007, averiguou o que estas páginas realmente oferecem em termos de serviços eletrônicos aos cidadãos. Vejamos os resultados encontrados. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 17
  • 18. Grau médio de E-Gov (por meio de websites) é muito baixo. Os municípios do Sul e Sudeste são os melhores em governo eletrônico. Nem tamanho do município, nem seu nível de atividade econômica, determinam o nível de E-Gov promovido. Grau muito baixo de oferta de serviços mais abrangentes e integrados. Pouco se atingiu em termos de transações on-line e é insignificante o avanço da integração aberta com a sociedade. (E-Democracia). Fonte: Análise do Desenvolvimento do Governo Electrônico Municipal no Brasil - Professor Norberto Torres Chefe do Depto. de Informática da Fundação Getúlio Vargas – São Paulo e Diretor do TecGov, 2006 ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 18
  • 19. Outro importante trabalho sobre a efetividade do Governo Eletrônico, relatado em 2006, foi realizado pelo Tribunal de Contas da União – TCU. Este estudo examinou o programa de E-Gov. do Governo Federal, ouvindo os gestores responsáveis pelo mesmo, bem como 4944 usuários de serviços eletrônicos, por meio de pesquisa “on-line” de satisfação. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 19
  • 20. O governo não tem conseguido usar a internet para evitar filas e melhorar o atendimento a mais de 30 milhões de usuários com acesso à rede mundial. A maioria das páginas destinadas a serviços públicos apresentam problemas de navegação, penalizando o usuário que tenta buscar atendimento. Além disso, a maioria dos serviços eletrônicos oferecidos não permite que os mesmos sejam totalmente executados pela rede. Muitos dos recursos originalmente dedicados ao Governo Eletrônico, programa essencialmente transversal, são desviados para suprir demandas específicas dos ministérios. Fonte: Relatório de Auditoria da Natureza Operacional voltada para as atividades desenvolvidas no Programa de Governo Eletrônico, relatado pelo Ministro Valmir Campelo, acórdão 1386/2006 – Plenário, processo 015.001/2005-5 ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 20
  • 21. Os progressos ocorridos são, em grande parte fruto de esforços isolados de alguns gestores e não reflexo de uma política pública mais compreensiva sobre o tema. Não há, ademais, campanhas consistentes de estímulo ao uso da internet para realização de serviços. Os programas vinculados ao Governo Eletrônico não possuem caráter continuado sendo desativados ou superpostos, ao sabor de interesses políticos. Fonte: Relatório de Auditoria da Natureza Operacional voltada para as atividades desenvolvidas no Programa de Governo Eletrônico, relatado pelo Ministro Valmir Campelo, acórdão 1386/2006 – Plenário, processo 015.001/2005-5 ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 21
  • 22. Estudo correlato realizado em 2006, cobrindo 686 municípios distribuídos entre Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Espanha, México, Portugal e Venezuela, comandado pelo Professor José Esteves, diretor da cátedra software AG Alianza Sumaq em Governo Eletrônico, mostra números não menos eloqüentes. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 22
  • 23. Grau desenvolvimento muito baixo! Pouquíssimas cidades atingem um nivel de excelência em E-Gov. municipal. Poucas cidades oferecem todos os E-Serviços considerados básicos. Poucas cidades oferecem E-Serviços de participação cidadã. Fonte: “Análise do Desenvolvimento do Governo Electrónico Municipal”. Professor José Esteves, Director da cátedra software AG Alianza Sumaq en e-government ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 23
  • 24. Muitas cidades oferecem operações on-line mas a maioria não podem ser realizadas completamente on-line. Quase todas as cidades tem E-mail, mas isto não significa que o cidadão obtenha respostas aos seus E-mails… Falta de uma estratégia nacional para governo eletrônico municipal, como ocorre, por exemplo, na Inglaterra. Fonte: “Análise do Desenvolvimento do Governo Electrónico Municipal”. Professor José Esteves, Director da cátedra software AG Alianza Sumaq en e-government ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 24
  • 25. Um último estudo, para o qual gostaríamos de chamar atenção é o “Global E-Government, realizado pelo professor Darrel M. West, professor da Brown University, cuja 7ª edição, abrangendo 1782 “sites” governamentais, em 198 países, foi publicada em agosto de 2007 . ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 25
  • 26. 72% dos sítios pesquisados não oferecem um único serviço que possa ser totalmente executado “on line”. 29% dos sítios possuem políticas de privacidade em relação aos dados dos usuários. 21% dos ambientes pesquisados possuem política de segurança dos dados. 23% dos sítios contam com recursos orientados para pessoas com necessidades especiais. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 26
  • 27. Há uma grande variação nos níveis globais de governo eletrônico de país para país. As 10 nações melhor situadas são as seguintes: Coréia do Sul, Cingapura, Taiwan, Estados Unidos, Grã Bretanha, Canadá, Portugal, Austrália, Turquia e Alemanha. Portugal, Austrália e Turquia não estavam entre os 10 primeiros no ano de 2006, tendo subido 41, 4 e 18 posições respectivamente. Tanto a trajetória como a posição relativa do Brasil, dentre os 198 países estudados, podem ser consideradas boas. Ele melhorou de 2006 para 2007, subindo do 38° para 13° lugar. É o primeiro índice da América do Sul, ultrapassando o Chile. Os melhores desempenhos do Brasil encontram-se nas rubricas “fornecimento de algum tipo de base de dados” e “distribuição de publicações on-line”, nas quais, obteve a nota máxima, 100. O pior desempenho está, por sua vez nos itens “privacidade”, “segurança” e “acessibilidade para pessoas com necessidades especiais, os três com nota 6. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 27
  • 28. Os novos desafios do setor público – a visão da onu ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 28
  • 29. 1 O desafio número 1 dos governos repousa na formação de habilidades para a produção em massa de conhecimento. Somente assim ele ocupará seu espaço como agente de transformação da sociedade atual. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 29
  • 30. 2 As organizações públicas e privadas devem transformar-se em “espaços compartilhados de criação de conhecimento”. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 30
  • 31. 3 Os governos deverão reinventar-se, tendo com foco a geração de valor para a sociedade e a regulação de mercados com vistas à competitividade. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 31
  • 32. 4 Na área de criação e utilização do conhecimento, cabe ao governo formular políticas públicas e construir orçamentos compatíveis com a era do conhecimento produzido em massa. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 32
  • 33. Rumo ao i-gov. – o que descartar, o que fazer ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 33
  • 34. A Sociedade do Conhecimento que se esboçava em 1995, avançou com força nos primeiros anos do século XXI. Temos hoje uma sociedade muito mais complexa, com demandas a cada dia que passa mais sofisticadas. O remédio que o governo ministra não oferece mais resultado. Ele precisa mudar radicalmente. Novos paradigmas e novos modelos mentais devem ser buscados. Nessa mudança, embora a tecnologia continue a ser fundamental, outras dimensões, pouco consideradas até aqui, precisam ser incorporadas. Visões equivocadas de longa data devem ser descartadas e a inovação incessantemente buscada ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 34
  • 35. O que descartar 1 G2C - Governo e Cidadão Pessoas não são apenas contribuintes de um governo, são pais, voluntários, estudantes, proprietários de negócios e empregados. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 35
  • 36. O que descartar 2 G2B - Governo e Setor Privado Não adianta choque tecnológico em terreno sem as devidas fundações. Implementações de sucesso requerem um enorme esforço de revisão de processos de trabalho, envolvendo desburocratização e revisão de legislação. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 36
  • 37. O que descartar 3 G2G - Governo e outros Órgãos do Governo O cidadão está farto de duplicações (filas, guichês, documentos, etc.). Ele anseia, mais do que nunca, um governo sem caixinhas. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 37
  • 38. O que descartar 4 G2E Governo e o Servidor Público Retrabalho, reinvenção da roda, tal como a corrupção também significam desperdício de recursos. Os talentos do governo devem ser conectados. A inovação mora ao lado. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 38
  • 39. O que fazer 1 Conferir maior atenção aos aspectos extra-tecnológicos envolvidos. É importante frisar que não se muda o governo sem tecnologia. Só com tecnologia, também não. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 39
  • 40. O que fazer 2 A modernização governamental não pode ficar circunscrita a um único setor ou saber. Ela é intrinsicamente intersetorial e multidisciplinar. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 40
  • 41. O que fazer 3 Os sistemas e aplicativos do mundo pré-web tendo sido simplesmente transplantados para o ambiente pós-web, sem os redesenhos necessários. É preciso, antes, entender melhor os desafios de uma sociedade pós-industrial, a sociedade do conhecimento. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 41
  • 42. O que fazer 4 Em síntese, devemos abandonar uma visão tecnocentrada e abraçar uma visão integrada. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 42
  • 43. ESTRUT. PESSOAS ORGANIZAC. GESTÃO DA TIC INFORMAÇÃO PROCESSOS PRINCÍPIOS Abandono da Visão Tecnocentrada ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 43
  • 44. ESTRUT. ORGANIZAC. TIC PESSOAS GESTÃO DO CONHECIMENTO E DA INOVAÇÃO PROCESSOS PRINCÍPIOS Visão Integrada ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 44
  • 45. PRINCÍPIOS Ética Transparência Foco da cidadania Orientação para a qualidade Universalização ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 45
  • 46. ESTRUT. ORGANIZAC. Cidadão Governo Parceiro Universidade Sociedade Fonte dos Elementos Básicos: Adaptado de Filipe M. Cassapo em apresentação feita na Fundap em 11/07/2006 ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 46
  • 47. PESSOAS Estímulo à reflexão e ao espírito crítico Menos chefia e mais liderança Preparado para a solução de problemas complexos Preparado para a aprendizagem continuada ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 47
  • 48. PROCESSOS Mais flexibilidade Menos burocracia [Fonte dos Elementos Básicos: E. Carmello, Entheusiasmos e Cassapo, F.] ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 48
  • 49. TIC Internet TV Digital Telefonia Celular Comunicação quot;Wirelessquot; Computadores Populares CONVERGÊNCIA DIGITAL ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 49
  • 50. Rumo ao i-gov. – práticas recomendáveis ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 50
  • 51. 1 Fomentar a profissionalização do serviço público, ampliando o espaço dos cargos de carreira, preenchidos mediante concurso. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 51
  • 52. 2 Promover profunda revisão legal que facilite o ingresso do setor público na era do conhecimento. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 52
  • 53. 3 Estabelecer novas formas de remuneração vinculadas a produtividade. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 53
  • 54. 4 Estimular o trabalho em equipe, transdisciplinar e multisetorial. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 54
  • 55. 5 Criar, dentro de cada órgão, fábricas de inovação no serviço público, utilizando a gestão do conhecimento como modelo conceitual. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 55
  • 56. 5 Utilizar de forma crescente as novas tecnologias para oxigenar o governo e agilizar e aprimorar a entrega de serviços à população (web 2.0 e foco do cidadão) ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 56
  • 57. A fábula a seguir, na qual o avô conversa com seu neto, mencionada ao término do referido trabalho da ONU, atribuída aos índios norte-americanos, serve de metáfora para essa situação. Façam suas apostas! – Eu tenho dois lobos lutando dentro do meu coração. Um é bom e outro é mau. – Qual deles irá vencer, vovô? Pergunta o neto. – Aquele que nós alimentarmos! Responde o avô. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 57
  • 58. Rumo à happy hour ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 58
  • 59. O aprimoramento gerencial do estado, requerido pela complexidade do quadro esboçado acima, envolve o descarte de controles burocráticos, de eficiência nula. Mais do que gerador de pilhas de papéis e relatórios, espera-se que o serviço público, neste novo contexto, seja, pois, uma usina de idéias que lhe permita: Promover o crescimento e diminuir as desigualdades. Implantar políticas públicas coerentes com esta meta. Prover mais e melhores serviços públicos. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 59
  • 60. 10 Mudar a cabeça Os paradigmas da era industrial devem ser descartados ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 60
  • 61. 9 Ficar antenado Enquanto estamos aqui falando, milhares de procedimentos cairam em desuso ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 61
  • 62. 8 Liderar O chefe deve virar líder ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 62
  • 63. 7 Conectar A hierarquia deve ser substituida pela organização em rede. A melhoria do serviço público virá como fruto do trabalho de pessoas conhecedoras das minúcias do serviço público, devidamente qualificadas e articuladas. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 63
  • 64. 6 Olhar para fora As pessoas devem ser tratadas como fontes de inovação e não como “leitoras de manuais” ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 64
  • 65. 5 Descartar Processos devem ser revistos e ou descartados com frequência ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 65
  • 66. 4 Buscar o conhecimento Neste quadro se insere a adoção da gestão do conhecimento, rol de métodos, técnicas e ferramentas que incentivem a inovação no setor público ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 66
  • 67. 3 Focar no resultado Boas idéias só se tornam úteis quando aumentam a efetividade do setor público. Idéia + Implementação + Resultados ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 67
  • 68. 2 Aprender A organização e as pessoas devem estar preparadas para aprender sempre ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 68
  • 69. 1 Inovar, inovar, inovar Jack Welch, antigo presidente da General Eletric, procura constantemente desmistificar o processo de geração de inovações, ressaltando que uma boa idéia, normalmente, é fruto do esforço coletivo de equipes anônimas, espalhadas pela organização. São elas que produzem um sistema de faturamento impecável, ou que redesenham processos que permitam reduzir, drasticamente, a entrega de produtos e serviços. A bola, portanto, está com vocês. ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 69
  • 70. O futuro tem muitos nomes. Para os fracos, é o inatingível. Para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes, a oportunidade.quot; Victor Hugo – Séc. XIX Muito Obrigado a Todos! Roberto Meizi Agune - Email: ragune@sp.gov.br José Antônio Carlos - Email: jcarlos@sp.gov.br ESESP – Rumo ao Governo da Inovação 70