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ÁTRYO PREPARATÓRIO curso de Epidemiologia Medicina - BR
MEDIDAS EM EPIDEMIOLOGIA ,[object Object],[object Object],[object Object]
Medidas de freqüência de doença ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
O QUE MEDEM? ,[object Object],[object Object]
LINHA DO TEMPO
LINHA DO TEMPO T 0 :  A 0  são os que já iniciaram o estudo doentes e C 0  é o resto da população (que está sadia);
LINHA DO TEMPO T 1 :  A 1  são aqueles mesmos doentes que já estavam assim no início do estudo, e que não se curaram, B 1  são as pessoas que adoeceram neste período de tempo (entre T 0  e T 1 ) e C 1   são os sujeitos que cismam em continuar sadios;
LINHA DO TEMPO T 2 :  A 2  são aqueles mesmos doentes do início do estudo, e que não se curaram, B 2  são as pessoas que adoeceram neste período de tempo (agora o tempo vai de T 0  a T 2  - ou seja B 1  mais novos doentes) e C 2   são os sujeitos que não adoeceram mesmo.
COMO MOSTRAR AS MEDIDAS? ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
MEDIDAS ABSOLUTAS E RELATIVAS ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Estudando amostras de populações
CÁLCULOS – tabela 2 X 2 D C NÃO-EXPOSTOS B A EXPOSTOS NÃO-DOENTES DOENTES
[object Object],[object Object],[object Object],CONCEITOS
Cálculo da Prevalência A prevalência nada mais é do que o número de doentes sobre toda a população D C NÃO-EXPOSTOS B A EXPOSTOS NÃO-DOENTES DOENTES A + B + C + D A + C Prevalência =
Relação Prevalência-Incidência ,[object Object],[object Object]
EXEMPLO - SAZONALIDADE
TAXA DE INCIDÊNCIA ,[object Object],[object Object],A taxa sempre nos dá a idéia de velocidade com que os fatos ocorrem, como quando dizemos que um carro anda a 80 Km/h
TAXA DE INCIDÊNCIA ,[object Object],O cálculo para se chegar ao número de “pessoas-tempo” varia de acordo com o tipo do estudo. Pessoas-tempo Casos novos TI =
PESSOAS-TEMPO????? ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
INCIDÊNCIA ACUMULADA ,[object Object],Exemplo de resultado: o risco de um sujeito HIV positivo desenvolver AIDS dentro de 10 anos é cerca de 50%  População (fixa) exposta no início do período   Nº casos novos no período Incidência Acumulada =
Taxa de Incidência  ≠   Incidência Acumulada ,[object Object]
CONCEITOS ,[object Object]
MORBIDADE ,[object Object]
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MORTALIDADE ,[object Object]
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Associação & Causalidade
ASSOCIAÇÃO ,[object Object],[object Object]
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NO BRASIL ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
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RR - INTERPRETAÇÃO ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],RR = 5 freqüência entre os não-expostos  freqüência entre os expostos  RR =  2  10  RR =
RR - INTERPRETAÇÃO ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],RR = 0.5 freqüência entre os não-expostos  freqüência entre os expostos  RR =  12  6  RR =
RR - INTERPRETAÇÃO ,[object Object],[object Object],Alguns estudos apontam para os fumantes um RR para câncer de pulmão acima de 20, ou seja, acima de 1000% a mais de chance de ter a doença.
OUTRAS FÓRMULAS ,[object Object],incidência nos não-expostos incidência nos expostos Razão de Incidência (RI) = prevalência nos não-expostos prevalência nos expostos Razão de Prevalências (RP) =
Exemplos de Risco Relativo Riscos Relativos para algumas infecções de acordo com o tipo de leite (Victora et al., Lancet, 1987) 2.6 3.3 11.6 De vaca 2.3 3.9 16.3 Em pó 1.4 1.2 3.4 Peito + vaca 0.1 2.1 4.5 Peito + em pó 1.0 1.0 1.0 Peito  Outras  IRA’s diarréia Tipo de leite
Intervalos de Confiança ,[object Object],[object Object],[object Object]
Intervalo de Confiança Dados fictícios 2.6 (0.9 – 7.0) 3.3 (1.4 – 7.8) 11.6 (4.5 – 29.8) E 2.3 (0.5 – 1.3) 3.9 (1.8 – 8.7) 16.3 (6.4 – 8.2) D 1.4 (0.2 – 7.9) 1.2 (0.4 – 3.4) 3.4 (1.1 – 10.3) C 0.1 (0 – 0.7) 2.1 (0.8 – 6.0) 4.5 (1.7 – 3.6) B -- -- -- A Outras (IC 95% )  IRA’s (IC 95% ) Diarréia (IC 95% ) Leite
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E  OS E VIESEZ
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Epidemiologia 1

  • 1. ÁTRYO PREPARATÓRIO curso de Epidemiologia Medicina - BR
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 6. LINHA DO TEMPO T 0 : A 0 são os que já iniciaram o estudo doentes e C 0 é o resto da população (que está sadia);
  • 7. LINHA DO TEMPO T 1 : A 1 são aqueles mesmos doentes que já estavam assim no início do estudo, e que não se curaram, B 1 são as pessoas que adoeceram neste período de tempo (entre T 0 e T 1 ) e C 1 são os sujeitos que cismam em continuar sadios;
  • 8. LINHA DO TEMPO T 2 : A 2 são aqueles mesmos doentes do início do estudo, e que não se curaram, B 2 são as pessoas que adoeceram neste período de tempo (agora o tempo vai de T 0 a T 2 - ou seja B 1 mais novos doentes) e C 2 são os sujeitos que não adoeceram mesmo.
  • 9.
  • 10.
  • 11. Estudando amostras de populações
  • 12. CÁLCULOS – tabela 2 X 2 D C NÃO-EXPOSTOS B A EXPOSTOS NÃO-DOENTES DOENTES
  • 13.
  • 14. Cálculo da Prevalência A prevalência nada mais é do que o número de doentes sobre toda a população D C NÃO-EXPOSTOS B A EXPOSTOS NÃO-DOENTES DOENTES A + B + C + D A + C Prevalência =
  • 15.
  • 17.
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  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45. Estudos de Casos e Controles
  • 46.
  • 47. DEFINIÇÃO CASOS CONTROLES PASSADO DIFERENÇAS CONCLUSÕES
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 53.
  • 54.
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  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84.
  • 85.
  • 86. Exemplos de Risco Relativo Riscos Relativos para algumas infecções de acordo com o tipo de leite (Victora et al., Lancet, 1987) 2.6 3.3 11.6 De vaca 2.3 3.9 16.3 Em pó 1.4 1.2 3.4 Peito + vaca 0.1 2.1 4.5 Peito + em pó 1.0 1.0 1.0 Peito Outras IRA’s diarréia Tipo de leite
  • 87.
  • 88. Intervalo de Confiança Dados fictícios 2.6 (0.9 – 7.0) 3.3 (1.4 – 7.8) 11.6 (4.5 – 29.8) E 2.3 (0.5 – 1.3) 3.9 (1.8 – 8.7) 16.3 (6.4 – 8.2) D 1.4 (0.2 – 7.9) 1.2 (0.4 – 3.4) 3.4 (1.1 – 10.3) C 0.1 (0 – 0.7) 2.1 (0.8 – 6.0) 4.5 (1.7 – 3.6) B -- -- -- A Outras (IC 95% ) IRA’s (IC 95% ) Diarréia (IC 95% ) Leite
  • 89.
  • 90. E  OS E VIESEZ
  • 91.
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