O SUICÍDIO  (A viagem de John)      JUNIOR OMNI
“Que a paz de nosso Senhor  e Salvador Jesus Cristo     esteja com você”          Boa leitura!
“TSALMAVETH”  No hebraico:   “A Sombra da Morte”
Logo depois de disparar uma arma contra a sua própria cabeça, John caiuno chão, com os olhos abertos. E com o rosto comple...
Um homem pegou sua arma, guardando-a junto com outros pertences,que seriam entregues aos familiares, que nem desconfiam qu...
Enquanto John se lamenta, as lembranças lhe atormentam violentamente.E muito perturbado, ele decide deixar aquela sala, e ...
John subiu as escadas para ver se conseguia encontrar alguém quedesse uma explicação para tudo aquilo que estava acontecen...
E lá dentro, ele encontra muitas pessoas chorando em volta de um caixão.Nervoso e curioso, ele avança, para ver quem está ...
Depois de algumas horas, ele vê o seu caixão sendo lacrado, para serlevado ao cemitério. Nesse momento, John já não conseg...
* Milhares de pessoas buscam no suicídio, a solução para os seus problemas.Mas a verdade é que, após o suicídio, a pessoa ...
Quando, pois, vos disserem: Consultai os quetêm espíritos familiares e os adivinhos, que  chilreiam e murmuram: Porventura...
“... Mas o Espírito (Santo)  expressamente diz que nos últimos tempos apostatarãoalguns da fé, dando ouvidos a  espíritos ...
“... Venham a mim, todos os que estaiscansados e oprimidos, e eu vos aliviarei...”.                 Mateus 11:28
_______________________________________________________________“... Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim,        ...
O autorJUNIOR OMNI__________________________________________________Nasceu em 1979, no alto da Moóca, na grande São Paulo....
WEBSITE:www.a-visao-do-inferno.blogspot.com
O SUICIDIO - A viagem de John
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* Milhares de pessoas buscam no suicídio, a solução para os seus problemas. Mas a verdade é que, após o suicídio, a pessoa descobre que ainda está vivo. Pois Jesus Cristo afirmou várias vezes nas Escrituras Sagradas que:

A ALMA NUNCA MORRE!



Sendo assim, o suicida, após dar cabo de sua própria vida, entra no submundo da escuridão, angústia, tormentos e dores eternas. E de lá, nunca mais poderá sair. Por esta razão, o sacrifício de Jesus Cristo na cruz do Calvário, custou o seu sangue. Para que, por meio dEle, tenhamos o direito de herdarmos a vida eterna. Ele é o Único e Verdadeiro Deus, que se fez carne, tornando-se um ser humano como nós, em imagem e semelhança. (João 1:1-14)

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  • Fico às vezes a imaginar,como deve ser aterrorizante,angustiante,desesperador...A situação daquelas pessoas que já faleceram sem salvação.O rico que humilhava Lázaro que o diga.É algo atormentador.Sei que preciso reconciliar-me com Cristo,tal questão concernente ao suicídio,reporta-me ao imaginário e me faz refletir sobre a minha conduta atual,rever conceitos e concientizar-me da necessidade que tenho de arrepender-me dos erros que cometi e retornar aos braços do TODO PODEROSO.Eu não quero participar do sofrimento eterno.
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  • Mais uma vez enfatizo a questão do suicídio,educador que sou,expus o assunto em sala de aula para os adolescentes que estavam a ouvir-me.Pedi a eles o obséquio de jamais cometer ato dessa natureza.Caso o façam,selarão eterno sofrimento no inferno.
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  • O suicídio é algo que realmente vai continuar a colher a vida de muitos.Lamento tal afirmação, mas muitos por aí não estão cientes dos horrores que irão encontrar após a morte, se cometerem tal ato demoniaco.Peço ação em nome de Jesus, se alguém está tendo a oportunidade de ler este comentário e estiver pensando em suicídio, não fazer, ou estará selando seu sofrimento eterno.
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  • Suicide is something that actually will still reap the life of muitos.Lamento this assertion, but many out there are not aware of the horrors that will find after death, if you make this action demoniaca.Peço in Jesus' name, if someone is having the opportunity to read this review and have been thinking about suicide, do not do, or will be selando his eternal suffering.
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  • Sempre busquei oportunidade para falar sobre o suicídio.O meu estado melancólico ao saber da morte de alguém por meio desse ato insano, me reporta à palavra de Deus.Por favor,nunca faça isso.Não abra as portas do inferno para você.
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O SUICIDIO - A viagem de John

  1. 1. O SUICÍDIO (A viagem de John) JUNIOR OMNI
  2. 2. “Que a paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja com você” Boa leitura!
  3. 3. “TSALMAVETH” No hebraico: “A Sombra da Morte”
  4. 4. Logo depois de disparar uma arma contra a sua própria cabeça, John caiuno chão, com os olhos abertos. E com o rosto completamente ensangüentado,ele dava os seus últimos suspiros. John cometera o suicídio, por causa de suadepressão aguda. Ele não se sentia feliz, e, cansado de pedir ajuda aos outros,ele decidiu “descansar”. Mas, o que ele não sabia, nem mesmo havia passadopela sua cabeça é que, depois de ter apertado o gatilho, ele ainda permaneceuvivo. Vendo o seu corpo caindo no chão, lentamente, banhado em sangue esuor. Respirando ofegante, ele começa a assistir a um filme de sua própria vida,e muitas imagens aparecem em sua mente. Um longo filme, com muitaspassagens de sua vida, muitas recordações de momentos que ele viveu, einúmeras situações que ele mesmo presenciou. John estranhou o seu própriocorpo no chão, sem se mexer, completamente sem vida. Ele ficou muitoassustado, ao ver os seus olhos se fechando devagar, como alguém que estásonolento. Porém, ele não dormiu, a sua mente não se apagou em momentoalgum. Ele se lembrava de tudo, e isso o deixava confuso e com muito medo. De repente, John olhava a multidão que se aproximava, para ver aquelecadáver estendido no chão. Nesse momento, ele acena com as mãos, fazgestos e sinais, mas ninguém percebe a sua presença ali. Enquanto as atençõesestão voltadas para aquele homem “morto”, John começa a gritardesesperadamente, tentando avisar àquelas pessoas que ainda continua vivo,ali perto delas. Mas, sem sucesso, ele continua sendo ignorado, pois está agoraem um corpo “fantasmagórico”, ele está invisível, não pode ser visto porninguém. John leva a mão á cabeça e percebe um imenso buraco, e uma fortedor lhe incomoda. Neste instante ele sente em seu corpo, arrepios e calafrios, mas nãoconsegue entender por que ainda continua vivo. Vendo o seu filme passar. Eleobserva uma ambulância chegar e recolher o seu corpo, para levar ao hospitalmais próximo dali. Mas ele segue curioso, para saber o que eles vão fazer comaquele cadáver ensangüentado. As imagens não paravam de lhe trazer amemória, todos os seus anos de vida. Sua arma também fora recolhida. Umrevólver que sempre esteve guardado em seu quarto, em um lugar secreto,longe de tudo e de todos. Pois temia que os seus pais o soubessem.
  5. 5. Um homem pegou sua arma, guardando-a junto com outros pertences,que seriam entregues aos familiares, que nem desconfiam que uma tragédiadessas tenha acontecido. Olhando para o seu próprio corpo no chão, John selembra da última vez que esteve em um culto cristão. Foi numa igreja muitosimples, onde um pastor falava fervorosamente acerca do inferno e do lago defogo, registrados no livro do apocalipse. Aquele pregador humilde, mesmo semformação teológica, afirmava que o inferno é real. Citando passagens bíblicas,que relatam o estado consciente dos mortos, após a sua morte física. Mas,naquela ocasião, John não acreditava em nenhuma de suas palavras. Ele sesentia suficientemente sábio, pois tinha muitos livros espiritualistas, escritos porhomens intelectuais. Para John, as histórias da Bíblia nunca passaram de simples “contos defadas”. Ele sempre falava isso para todos os seus amigos. Em sua mente, ohomem sempre foi livre para viver como quiser, sem depender de Deus. Eraassim que ele raciocinava, entregando-se cada vez mais á literaturas esotéricas,ocultistas e espíritas. John chega ao hospital, e entra pelos corredores, a fim deencontrar o seu corpo, assustado e com muito medo. Depois de visitar váriassalas, consegue vê-lo, em cima de uma maca. Mas desta vez, o seu corpo jánão está mais cheio de sangue. Eles o limparam e arrancaram as suas roupassujas. Ali, ele observa o desespero e o grande alvoroço de pessoas a todo omomento, entrando e saindo daquele hospital, sem parar. Aquelas cenas semisturam com outras que lhe vem à mente. E isso lhe deixa ainda mais confusoe assustado. John sai daquele hospital, e lá fora, na rua, encontra muitas pessoaschorando, tristes e também muito abatidas. Alguns se abraçando, enxugandoas lágrimas do seu companheiro, uns de mãos dadas, outros distantes. E ali,ele decide ficar e passar um tempo, observando aquele entra e sai de tantagente. Passado algum tempo, John volta à sala onde estava o seu corpo, e jánão o encontra lá. Pois foi levado para o necrotério, logo depois do diagnósticode morte cerebral. Pois ele ficou caído no chão por muito tempo, e não havianinguém que pudesse ajudá-lo a tempo, para prestar os primeiros socorros. Chegando ao necrotério, John vê uma radiografia, mostrando uma balaalojada num crânio. Ele estranha o seu corpo todo costurado, pois os seusórgãos foram retirados e encaminhados para a doação. Eles poderão ajudaralguém que está à beira da morte, mas deseja viver.
  6. 6. Enquanto John se lamenta, as lembranças lhe atormentam violentamente.E muito perturbado, ele decide deixar aquela sala, e vai para a rua. Desta vezele encontra pessoas conhecidas, dirigindo-se para aquele hospital. Então elecorre em direção a elas, tentando avisar que está arrependido por ter tirado asua própria vida. Ele grita o mais alto que pode, mas, as pessoas continuamcaminhando, sem notar a sua presença. Ele então decide sentar-se no chão,próximo a uma árvore. E, entre lágrimas, levando a mão ao seu rosto, sentindoainda uma dor insuportável em sua cabeça, pedia socorro sem parar. Depois dehoras lá fora, sem rumo, desesperado e perdido, ele decide entrar naquela salanovamente, e se aproximar do seu corpo. Pois ele acreditava nas palavras dos“médiuns espíritas” que ensinavam a “reencarnação”, só não sabia como issoaconteceria. Mas, ali, diante daquela situação, percebeu que tudo isso era uma grandementira. Ele não podia mais voltar para o seu corpo. Ele tentava deitar-se porcima de seu corpo, mas, ele atravessava a maca, de um lado para o outro, comoum fantasma. E, desgostoso, só conseguia sentir angústia e ódio. Eraimpossível para John, sentir o “toque”, e foi exatamente naquele instante que elepercebeu que os seus livros “espíritas”, "esotéricos" e "ocultistas", não lhefalavam a verdade acerca da vida após a morte. Ele tentava entender como erapossível estar em pé diante do seu cadáver, porém, como um fantasma, invisívelpara todas as pessoas. E assim, tentava entrar em outras salas, para ver seencontrava alguém na sua situação. Ele sai à procura de outras pessoas mortas, porém, só encontracadáveres nas macas, mas ninguém está vivo ao seu lado. Ele não encontrounenhuma pessoa vagando fora do corpo. E o sentimento de solidão é muitoforte, gerando um medo desesperador a cada instante. John quer saber o quevai acontecer com ele, já que o seu corpo está lá, todo costurado, nu e gelado,em cima da maca. Ele busca uma resposta, entrando e saindo daquele hospital,visitando todas as salas. A tristeza lhe aprisiona mais e mais. E as lembrançasdos seus dias em vida não cessam. Elas lhe atormentam de instante eminstante. Enquanto isso, mais pessoas conhecidas de John vão chegandonaquele hospital: parentes, familiares, amigos... Todos foram avisados datragédia que lhes trouxe espanto e assombro.
  7. 7. John subiu as escadas para ver se conseguia encontrar alguém quedesse uma explicação para tudo aquilo que estava acontecendo. Mas depoisde muitas horas, ele se convenceu de que realmente era tarde demais. Nessesinstantes de desespero, ele decide ir até a sua casa, para ver se encontra osseus pais. E, deixando o hospital entre lágrimas, sai correndo, rumo ao bairroonde morava. Ao chegar lá ele encontra o seu velho cão, o qual nem notou asua presença, e deitado, continuava dormindo. Ele vê portas e janelas fechadas,mas, nem desconfia que os seus pais já foram avisados. Ele entrou atravessando a porta, e logo deu de cara com o seu violão, emcima do sofá. Caminha até o quarto e olha as suas últimas fotografias, as quaisele tirou pensando mesmo em despedida. Mas, ele tenta segurar alguma coisa,e se decepciona, ao saber que não pode mais tocar em nada material. No rack,ele viu a foto de sua namorada, com a qual havia brigado dias antes. Viutambém os seus CDs de rock n’ roll, cujas letras lhe davam uma “falsa alegria”,quando ele tentava escapar da depressão que lhe castigava. Em cima da cama ficaram algumas peças de roupa, quadros, maisfotografias, e alguns escritos, pois se sentia um poeta nos seus momentos detristeza e solidão. Depois de olhar toda a sua casa, saiu dali e voltou para aquelehospital, desconfiando que os seus pais estivessem lá. E, nas ruas, por onde elepassava, olhava para tudo que estava deixando para trás. E, estranhamentevinham as lembranças do seu tempo de criança. Ele olhava as casas, oscomércios, os vizinhos, e tudo isso lhe trazia uma enorme saudade. Pois algolhe dizia que, para aquele lugar, ele não voltaria nunca mais. Ele descobrira que a mesma tristeza o acompanhava, e viu que tirar a suavida não adiantou nada, pelo contrário, estava sofrendo ainda mais, nadamudou. John entra novamente no hospital, e vai até o necrotério para verse o seu corpo ainda está lá. Mas, desta vez encontra a maca vazia. O seucorpo não estava mais lá. John percorre aquele hospital em busca de algumapista para encontrar o seu corpo. E quando se aproxima de uma sala, reservadapara cerimônias fúnebres, ele então, decide entrar.
  8. 8. E lá dentro, ele encontra muitas pessoas chorando em volta de um caixão.Nervoso e curioso, ele avança, para ver quem está lá dentro. Quando conseguepassar entre muitas pessoas, percebe que é o seu corpo que está lá dentro.Vestido com uma camisa branca de mangas compridas e em volta muitas florescoloridas. Em cima do caixão há uma faixa, e nela está escrito: “JOHN DESPEDE-SE DE SEUS FAMILIARES E AMIGOS". Ele observa alguns rostos conhecidos, de pessoas que há muitos anosnão via. Amigos distantes, antigos colegas de trabalho, do tempo de escola, atémesmo algumas de suas ex- namoradas. Nesse momento, John desesperado eaflito, tenta mais uma vez se esforçar para chamar a atenção daquelas pessoas.Mas, só pode contemplar os seus semblantes tristes e amargurados, nada mais.O luto faz desfigurar os seus rostos. E aquele clima mórbido, vai deixando Johnainda mais solitário. Pois já não sente mais o carinho das pessoas, mesmo asvendo chorar e tocarem o seu corpo gelado, dentro daquele caixão. Finalmente John vê os seus entes queridos, crianças, jovens, velhos,todos juntos ali. Se despedindo apenas de um cadáver, enquanto ele fazquestão de provar que continua vivo. De repente, ele leva um choque, aoperceber que ali havia uma mulher com um véu preto em sua cabeça, quechorava dolorosamente, ao lado de um senhor de óculos escuro. Eram os seuspais, que ali estavam, compartilhando com todos, a triste dor da despedida.Nesse instante, John começou a soluçar e gritou: _ “Mãe, me ajuda! Olha pra mim. Eu estou aqui dentrotambém. Estou perto da senhora. Olha pra mim mamãequerida, eu não estou morto, mas estou com muito medo!” Mas, aquela senhora não conseguia ouvir a sua voz, tampouco podia vera sua imagem lá dentro, acenando com as mãos para todos. No mesmo instanteque John gritava, ele sentia que o seu corpo ficava ainda mais gelado. Mas elenão compreendia toda aquela baixa temperatura, e calafrios, que lhe causavampavor. Ele passou a escutar muitas vozes confusas, vindas de outro lugar. Sons,ruídos, barulhos estranhos, grunhidos, como se fossem de animais famintos.
  9. 9. Depois de algumas horas, ele vê o seu caixão sendo lacrado, para serlevado ao cemitério. Nesse momento, John já não consegue mais olhar comnitidez, o rosto das pessoas naquele lugar. Figuras estranhas começaram adançar diante dos seus olhos. Os gritos estranhos, e as vozes incessantes, nãoparavam de lhe atormentar. O caixão segue para o cemitério, e Johnacompanha a caravana até o seu destino. Ele se lembra que já esteve ali porvárias vezes, há muito tempo, junto com alguns amigos. Ele gostava de passearentre aqueles anjos de pedra, entre as sepulturas. Logo ao entrar no cemitério,com aquelas pessoas, as lembranças de sua infância voltaram à sua mente.Mas aquelas estranhas vozes começaram a lhe chamar, dizendo o seu nome. Ali, John escutou um hino fúnebre, que falava do Senhor Jesus. Entãocomeçou a chorar, arrependido por ter cometido o suicídio, aos 33 anos deidade. Desperdiçando toda uma vida pela frente, passando para o outro lado,para viver num mundo cheio de tristeza e dor. Ele assistiu os coveirosenterrando o seu corpo, logo após viu aquela multidão indo embora. E ali, Johnpercebeu que a sua alma nunca morrerá. Exatamente como aquele pastorhumilde e sem muito estudo, havia falado naquela noite. Explicando que oSenhor Jesus Cristo, ao relatar sobre o rico e o mendigo Lázaro, conta queaqueles dois homens morreram fisicamente, mas, as suas almas permaneceramvivas, porém em lugares distintos. O mendigo que sempre fora desprezado e humilhado, foi levado pelosanjos, para viver em um lugar de descanso. Mas, o rico, que sempre confiou emsi mesmo, foi para um lugar de tormentos eternos e indescritíveis, um lugar ondeninguém, em sã consciência, desejaria estar. (Lucas 16:19-31). John chega à conclusão que somente a carne apodrece, e é comida pelosvermes. Percebe também que jamais poderá voltar a este mundo, jamais. Poiscom suas próprias mãos, ele destruiu a sua preciosa vida, a qual Deus lhe deucom muito amor e carinho. Protegendo-o desde o ventre de sua querida mãe. Aqual foi divinamente guardada, durante os dias de sua gestação. ____________________________________________________________
  10. 10. * Milhares de pessoas buscam no suicídio, a solução para os seus problemas.Mas a verdade é que, após o suicídio, a pessoa descobre que ainda está vivo.Pois Jesus Cristo afirmou várias vezes nas Escrituras Sagradas que: A ALMA NUNCA MORRE!“... Aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo depois disso o juízo...” Hebreus 9:27Sendo assim, o suicida, após dar cabo de sua própria vida, entra no submundoda escuridão, angústia, tormentos e dores eternas. E de lá, nunca mais poderásair. Por esta razão, o sacrifício de Jesus Cristo na cruz do Calvário, custou oseu sangue. Para que, por meio dEle, tenhamos o direito de herdarmos a vidaeterna. Ele é o Único e Verdadeiro Deus, que se fez carne, tornando-se um serhumano como nós, em imagem e semelhança. (João 1:1-14)
  11. 11. Quando, pois, vos disserem: Consultai os quetêm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivosconsultar-se-á aos mortos? Isaías 8:19_____________________________________
  12. 12. “... Mas o Espírito (Santo) expressamente diz que nos últimos tempos apostatarãoalguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e aDOUTRINAS DE DEMÔNIOS...” 1 Timóteo 4:1
  13. 13. “... Venham a mim, todos os que estaiscansados e oprimidos, e eu vos aliviarei...”. Mateus 11:28
  14. 14. _______________________________________________________________“... Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas....”. Mateus 11:28-30_______________________________________________________________
  15. 15. O autorJUNIOR OMNI__________________________________________________Nasceu em 1979, no alto da Moóca, na grande São Paulo. Viveu parte da suainfância em São Vicente, litoral paulista. Em 1986, os seus pais mudaram paraa cidade de Suzano, no interior de São Paulo, onde residem atualmente.Sempre foi apaixonado pelas artes plásticas, música e literatura.Em 2001 recebeu o chamado de Jesus Cristo, para ser um pregador doevangelho. Em 2006 fez teologia pelo Seminário Nacional ITEJ– Brasília– DF.Como um simples poeta cristão, usando o pseudônimo: “JUNIOR OMNI” -os seus poemas e poesias – bem como o seu polêmico testemunho:- “ROCK N ROLL – A MÚSICA DO INFERNO” – encontram-se espalhadospela internet. À JESUS TODA HONRA E TODA GLÓRIA!_________________________________________________________________________
  16. 16. WEBSITE:www.a-visao-do-inferno.blogspot.com

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