O Poder Oculto    Da MúsicaTrecho do artigo Rock Cristão? de Ric Llewellyn.
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(c) Se esquadrinhássemos o globo em busca da músicamais agressiva e indisfarçavelmente perniciosa que existe, é maisdo que...
dando atenção ao resultado de seus sons. O segundo campocontém não só a vanguarda radical, mas também toda a massa demúsic...
abaixada pelos acordes ininterruptos e elevada pelos acordessecos, repetidos” (pág. 147).            [Descobriu-se também ...
(g) Foi conduzida uma exaustiva pesquisa paraexaminar os efeitos da música na vida não humana: ou seja, animale vegetal. P...
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perspicácia "espiritual" freqüentemente não encontrada em muitoscrentes atuais, toma posição contra a música rock:       “...
Temos adotado a música do mundo em todas as suasformas destrutivas (no arranjo e no caráter), adicionamos versoscristãos a...
I Samuel 16:14-23       (b) O Dr. David Nobel, outro doutor e uma autoridadereconhecida no campo da música, conduziu uma e...
Clyde L. Nash Jr, ... e ajuda o paciente a relaxar.” Ele usa músicaclássica, como Vivaldi e Mozart.        O Dr. Nash é um...
risco de infecções e controla o ritmo cardíaco. Estudos indicam queos dois hemisférios cerebrais são envolvidos no process...
Rock n ’ RollA música do inferno (Testemunho de Libertação)
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  1. 1. O Poder Oculto Da MúsicaTrecho do artigo Rock Cristão? de Ric Llewellyn.
  2. 2. Website: http://www.musicaeadoracao.com.br/musicarock/rock_cristao.htm O Poder oculto da música! David Tame, em seu livro O Poder Oculto da Música (Ed.Cultrix – SP), não apenas demonstra a natureza moral da música,mas revela uma intensa pesquisa médica que demonstra os efeitosdestrutivos da música rock, tanto na mente quanto no físico. [Vejaa bibliografia abreviada fornecida ao final para materiais adicionaisde referência que detalha mais algumas das pesquisas extensas(inclusive científicas) que têm sido conduzidas a respeito dos efeitosda música.] (a) Comentando sobre a origem moral da música rock,Tame diz: “A esta altura, já se tornava aparente certa fecundaçãocruzada entre a ‘nova música’ e o estilo geral do jazz e do rock.Constatou-se que as diferenças técnicas entre a música ‘séria’ e ojazz, rock ou qualquer outra forma de música moderna eram menosimportantes do que o fator unificador de terem todas uma basefilosófica mais ou menos igual: hedonismo e anarquia.” (pág. 111).(Ênfase acrescentada.) (b) “Na indústria do rock, o dinheiro é, basicamente, aúnica coisa que importa; e, nessas circunstâncias, dirige-se amúsica não para cima (desenvolvendo a mente das pessoas eexpandindo-lhes a consciência), mas para o mínimo denominadorcomum. A pergunta das perguntas é a seguinte: Venderá? Opadrão do talento artístico não poderia ser menos importante.” (pág.124)
  3. 3. (c) Se esquadrinhássemos o globo em busca da músicamais agressiva e indisfarçavelmente perniciosa que existe, é maisdo que provável que nada encontrássemos, em parte alguma, quesobrepujasse o vodu nesses atributos. Ainda praticada na África e no Caribe, especificamente,como acompanhamento rítmico de rituais e orgias satânicas, o vodué a quinta-essência do mal tonal.... Seus múltiplos ritmos, em lugar de se unir num todointegrado, são executados como se conflitassem entre si... O certo é que ouvir esta música é tornar-seinstantaneamente envolvido pelo som de seu poder lívido e cru. ...Musicólogos e historiadores não têm dúvidas de que os ritmos detambores da África foram transportados para a América e alitransmitidos e traduzidos no estilo de música que veio a serconhecido como jazz. Visto que o jazz e o blues foram os pais do rock and roll,isso também significa que existe uma linha dedescendência direta entre as cerimônias dovodu africano, através do jazz, e o rock and rolle todas as outras formas de música rock hojeexistentes. “(pág. 205) (Ênfase acrescentada.)”. (d) Num canto: os antigos e tradicionalistas; aconvicção de que a música afeta o caráter e a sociedade e que,portanto, ao artista cabe a obrigação de ser responsavelmentemoral e construtivo, e não imoral e destrutivo. No outro canto: os materialistas, repudiando aresponsabilidade e a necessidade de julgamentos de valor, não
  4. 4. dando atenção ao resultado de seus sons. O segundo campocontém não só a vanguarda radical, mas também toda a massa demúsicos muito mais populares e culturalmente significativos do jazze do rock.Quem, então, está certo? Os padrões da vida seguem,ou não, os padrões da música?”(pág. 146). Tame cita então uma exaustiva pesquisa que apóiacompletamente a tese dos tradicionalistas: que a música, emgeral, pode ser, e que o rock especificamente é, umainfluência negativa, tanto sobre o corpo quanto sobrea natureza moral do homem. (e) À pergunta: ‘A música afeta o corpo físico dohomem? ’, a pesquisa moderna replica de maneira claramenteafirmativa. É difícil encontrar uma únicafração do corpo que não sofra a influência dos tonsmusicais. Mostrou a investigação que a música influi na digestão,nas secreções internas, na circulação, na nutrição e na respiração.Verificou-se que até as redes nervosas do cérebro são sensíveisaos princípios harmônicos” (pág. 146-147). (Ênfase acrescentada.) (f) “Descobriram os pesquisadores que acordesconsonantes e dissonantes, intervalos diferentes e outrascaracterísticas da música exercem todos um profundo efeito sobre opulso e a respiração do homem – sobre a sua velocidade e aregularidade ou irregularidade de seu ritmo. A pressão sanguínea é
  5. 5. abaixada pelos acordes ininterruptos e elevada pelos acordessecos, repetidos” (pág. 147). [Descobriu-se também que a laringe é influenciadapelas melodias, que alguns estímulos musicais têm efeito negativosobre os músculos esqueléticos, que o ritmo do rock pode causar aperda do perfeito ritmo cardíaco e que alguns ritmospodem causar uma doença rara conhecidacomo “EPILEPSIA MUSICOGÊNICA”(existiam 76 casos documentados até o final de1984), que causa um tormento tal que temlevado suas vítimas ao suicídio ou homicídio](pág. 150-151). Podemos ver claramente que a música influi sobre ocorpo de duas maneiras diferentes: diretamente, com os efeitos queo som produz sobre as células e órgãos e indiretamente,influenciando as emoções, as quais voltam a influenciar numerososprocessos biológicos e corporais. Julius Portnoy também descobriu que a música nãoapenas é capaz de “modificar o metabolismo, elevar ou diminuir apressão sangüínea e influir na digestão”, mas que ainda “pode fazertodas essas coisas com maior sucesso e de maneira bem maisagradável do quaisquer outros estimulantes capazes de produzir asmesmas alterações em nosso corpo.” (pág. 149)
  6. 6. (g) Foi conduzida uma exaustiva pesquisa paraexaminar os efeitos da música na vida não humana: ou seja, animale vegetal. Paradoxalmente como possa parecer, as experiênciascom as plantas a respeito dos efeitos da música sobre a vida sãomais convincentes que as experiências sobre os seres humanos; amúsica tem influência sobre a vida biológica, que inclui a humana. Isto acontece porque, nas experiências com as plantas, osefeitos do pré-condicionamento subjetivos da mente têm a suareação subjetiva à música, ou aos sentimentos pela música, ou aosgostos pessoais, são evidentemente removidos. Se for possível demonstrar que amúsica (os arranjos) pode influenciar asplantas, então tais efeitos devem ser acausa direta da atuação dos tons e ritmosdiretamente sobre as células e sobre osprocessos biológicos da vida (Também é evidenteque é muito mais fácil manter um experimento controlado complantas do que com seres humanos). Os resultados das pesquisas com as plantas sãosolidamente a favor dos tradicionalistas. Não apenas a música rockdetêm o crescimento de uma variedade de plantas mas, se tocadodurante muito tempo, produz a sua morte. Mais extraordináriasainda são as descobertas do Dr. T. C. Singh, responsável pelaseção do Departamento de Botânica da Universidade deAnnamalia, na Índia. Suas experiências não apenas tem mostrado que asformas musicais e alguns instrumentos (especificamente a música
  7. 7. clássica e o violino) causam um veloz crescimento nas plantas, masque as gerações seguintes das sementes destas plantasincorporam tais características em seus componentes genéticos(tamanho maior, maior número de folhas etc.). Presumivelmente o mesmo resultado pode resultar damúsica má, obviamente em sentido oposto. O possível significadodesta descoberta do Dr. Singh deve colocar em alerta os fãs damúsica rock. (págs. 152-157). (h) “Como a própria natureza humana, amúsica não pode, de maneira alguma, serneutra em sua direção espiritual...” Basicamente, todos os empregos do tom [música] etodas as letras musicais podem ser classificadas de acordo com asua direção espiritual, para cima ou para baixo. ... Para dize-lo commaior franqueza, a música se inclina a ser ou da treva ou da luz”(pág. 202) Em sua famosa obra As Leis, Platão lamentava arevolução musical de seu tempo e a sua “anarquia dissonante”: “Néscios, iludiram-se pensando que não havia certonem errado em música – a qual seria julgada boa ou má peloprazer que proporcionasse. Através de sua obra e sua teoria,eles infectaram as massas com a presunção de seconsiderarem juízes adequados. Acontecia que o critério nãoera a música, mas uma reputação de esperteza promíscua eum espírito de transgressão das leis.” (pág. 204) (i) Em seus comentários finais sobre as raízes dos estilose ritmos musicais, David Tame, um não crente, com uma
  8. 8. perspicácia "espiritual" freqüentemente não encontrada em muitoscrentes atuais, toma posição contra a música rock: “Mais do que qualquer outra forma deuso indevido do som, é com o Rock que temosque nos confrontar hoje...” Trata-se de um fenômeno global; um compasso destrutivo,que bate e bate, repetidamente, e se ouve da América e da EuropaOcidental até a África e a Ásia. O seu efeito sobre a alma consiste em tornar quaseimpossível o verdadeiro silencio interior e a paz necessária àcontemplação das verdades eternas. Quão necessário, nestaépoca, é terem alguns a coragem de ser os ‘diferentes’ e apartar-seda súcia que, há muito, vendeu a vida e a personalidade a estesom... Creio inflexivelmente que o Rock etodas as suas formas, são um problema crítico,que a nossa civilização precisa enfrentar, sequiser sobreviver...” (pág. 222) (Ênfase acrescentada) Para o mundo é impossível separar-se das ilusões dosprazeres carnais; não existe o desejo e nem o poder para faze-lo,mesmo que o desejasse. Mas que razão temos nós, como cristãos,para ignorar a ordem do Senhor, para sairmos do mundo epermanecermos separados?
  9. 9. Temos adotado a música do mundo em todas as suasformas destrutivas (no arranjo e no caráter), adicionamos versoscristãos a ela e pensamos que estamos prestando um serviço a Deuse que somos um testemunho de santidade a um mundo descrente. Mais recentes pesquisas médicas (além das citadas porTame) apóiam o conceito da suposta "neutralidade" da música: (a) O Dr. John Diamond, conduziu uma exaustivapesquisa dos efeitos médicos causados pela música. Ele notou que ohomem é um ser rítmico no que diz respeito à respiração, à pulsaçãocardíaca, o pulso, a linguagem e o caminhar e, quando o ritmo damúsica corresponde ao natural deste corpo, produz sentimentos deêxtase, de prontidão e de paz e que fornece energia à mente e aocorpo, facilitando o equilíbrio e o autodomínio (Estas descobertasseculares também são apoiadas pela Bíblia – I Samuel 16:14-23). “... Sempre que o espírito maligno da partede Deus vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa, e atocava. Então Saul sentia alívio, e se achava melhor,e o espírito maligno se retirava dele...”.
  10. 10. I Samuel 16:14-23 (b) O Dr. David Nobel, outro doutor e uma autoridadereconhecida no campo da música, conduziu uma extensa pesquisasobre a correspondência dos ritmos musicais e os do corpohumano. Ele escreve que: Nenhuma dessas qualidades seharmoniza com o som do rock. Ao contrário, o rock contém dissonâncias harmônicas edesarmonia melódica, enquanto o ritmo é acentuado com umabatida forte. De fato, o ritmo chamado de ‘anapéstico’, formado porduas batidas breves e uma longa, seguida de uma pausa, usadopela maior parte dos músicos de rock, é diretamente o oposto doritmo natural cardíaco e arterial do homem [causando, destaforma uma imediata perda de energia muscular] O Dr. Diamond confirma as descobertas do Dr. Nobel eacrescenta que o ritmo “anapéstico” potencializa a ira, baixa orendimento, aumenta a hiper-atividade e debilita a força muscular.Admitindo que a capacidade tecnológica para a medição objetiva daira e do stress seja no mínimo problemática, a medição da forçamuscular, ao contrário, é muito precisa e atende todos os requisitosda confiabilidade científica e significância estatística. (c) O poder da música para comunicar está demonstradoem um artigo de David Mazie, “Musics Surprising Power to Heal”,publicado no número de agosto de 1992 na revista Readers Digest.“A música reduz a tensão do pessoal na sala de cirurgia, diz o Dr.
  11. 11. Clyde L. Nash Jr, ... e ajuda o paciente a relaxar.” Ele usa músicaclássica, como Vivaldi e Mozart. O Dr. Nash é um dentre vários médicos que estãodescobrindo que a música, utilizada ao lado das terapias médicasconvencionais, pode ajudar o enfermo em seu processo derecuperação. Os pesquisadores clínicos da Escola de Enfermagem daUniversidade U.C.L.A. (Los Angeles) e do Centro Médico Batista emAtlanta, Geórgia, descobriram que os recém-nascidos prematurosaumentavam de peso rapidamente e eram capazes de utilizar ooxigênio de forma muito mais eficiente quando eram expostos auma música relaxante, misturada com vozes ou ruídos do ventrematerno. No Memorial Regional Medical Center em Tallahassee,Florida, recém-nascidos prematuros ou com pouco peso, expostosa uma hora e meia de música vocal relaxante a cada dia, ficavamapenas 11 dias, em média, no centro de cuidados intensivos,comparado com 16 dias do grupo de controle, que não era exposto.No Hospital St. Agnes de Baltimore, foi experimentada a músicaclássica no setor de tratamento intensivo. “Meia hora de música produziu os mesmos efeitos de 10miligramas de Vallium”, declarou o Dr. Raymond Bahr, chefe daunidade de tratamentos cardíacos. Outros estudos sugerem que a música pode ajudar aaumentar a produção de endorfina e de S-IgA (ImunoglobulinaSalivar A). A S-IgA aumenta a velocidade da recuperação, reduz o
  12. 12. risco de infecções e controla o ritmo cardíaco. Estudos indicam queos dois hemisférios cerebrais são envolvidos no processamento damúsica. O Dr. Sacks explica que “A base neurológica das reações àmúsica são sólidas e pode, de fato, permanecer depois de lesõesnos dois hemisférios,” (Reader’s Digest, Agosto 1992). “Em conclusão, podemos dizer que, até agora, no queconcerne ao corpo físico, a noção de que a música não exerceefeito algum sobre o homem, ou de que ela é inofensiva, deve serposta de lado por ser totalmente errônea”, (Tame, pág. 152).(Ênfase acrescentada) Os músicos modernos já não poderão proclamar que amúsica seja uma questão de ‘gosto’, ou que ao músico deva serconcedido o direito de tocar o que bem entende... ... Todo momento de música a quenos submetemos pode estar intensificandoou consumindo nossa clareza deconsciência, pouco a pouco (Tame, pág. 155-156)
  13. 13. Rock n ’ RollA música do inferno (Testemunho de Libertação)
  14. 14. WWW.A-VISAO-DO-INFERNO.BLOGSPOT.COMSó JESUS CRISTO pode salvar... Não há outro!

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