Rock n' Roll = Testemunho Verídico

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TESTEMUNHO DE UM EX-ROQUEIRO: Rock n' Roll - A música do inferno!_____________JESUS AMA VOCÊ!

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Rock n' Roll = Testemunho Verídico

  1. 1. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO TESTEMUNHO VERÍDICO:______________________________Rock n Roll A música do inferno! O SANGUE DE JESUS CRISTO TEM PODER!______________________________________________________________________________ JUNIOR OMNI 6
  2. 2. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOROCK N’ ROLL“A MÚSICA DO INFERNO”TESTEMUNHO DE UM EX-ROQUEIRO 7
  3. 3. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO AGRADECIMENTOAgradeço ao Senhor Jesus Cristo em primeiro lugar.Agradeço aos meus queridos pais “Edvaldo” e “Antonia”Agradeço aos meus irmãos “Jefferson” e “Josie”Agradeço aos missionários:Josué Yrion e todo o seu Ministério - EUAApóstolo Doriel de Oliveira e Ruth Brunelli – Brasília –DFMissionário David Martins Miranda - SPPastor Marco Feliciano -SPMissionário RR Soares - RJMissionária Maria da Penha e toda a mocidade da JUCBITEJ do Parquedas Bandeiras- São Vicente -SPPastor Geodásio - Ministério Jardim Brasil – SPPastor Hilton Pedro - SPPastor Cristiano Freire de Brito - SPPastor Jair Maximo - MGPastor Alcides - SPPastor Marcos Florenço - SPAgradeço também ás minhas primas:- “Adriana” e “Fabiana” que, apósentregarem seus corações ao Senhor Jesus, não pararam de me convidarpara a Igreja.Agradeço as orações de minha querida avó “Iracy”, uma grande mulher deDeus que, sempre me convidava para a igreja, e me falava que um dia euseria um pregador do evangelho. E esta profecia se cumpriu! Aleluias!Exaltado seja o nome do Senhor Jesus!Agradeço as irmãs de fogo “Joana Darc” e “Núbia”, mulheres consagradasa Deus.Á todos os homens e mulheres de Deus espalhados pelos quatro cantosdesta terra, Graça e Paz.Orem por mim 8
  4. 4. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO DEDICATÓRIA “Dedico este livro ao meu Deus: Jesus Cristo. Pois sem Ele, nada podemos fazer” (Evangelho de João 15:5)“Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão noscéus, na terra, e debaixo da terra e toda língua confesse que JesusCristo é o Senhor, para a glória de Deus pai”.Filipenses 2:10-11 9
  5. 5. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO TESTEMUNHO DE UM EX-ROQUEIRO (PRIMEIRA PARTE) SUMÁRIOCICLO IA ORIGEM__________________________________________________11CICLO IIUM JOVEM REBELDE_________________________________________18CICLO IIIA DECADÊNCIA______________________________________________27CICLO IVNAS ASAS DA PROMISCUIDADE________________________________45CICLO VNO VALE DA SOMBRA DA MORTE_______________________________55CICLO VIA REVELAÇÃO________________________________________________92CICLO VIIO CHAMADO__________________________________________________98CICLO VIIIO SUBMUNDO________________________________________________106 10
  6. 6. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO TESTEMUNHO DE UM EX - ROQUEIRO (SEGUNDA PARTE)CICLO IXA METAMORFOSE________________________________________117CICLO XUMA NOVA CRIATURA_____________________________________122CICLO XIO TREM ________________________________________________131CICLO XIIIA NOIVA SEM FACE_______________________________________139CONCLUSÃO_____________________________________________159 11
  7. 7. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOA MÚSICA DO INFERNO Rock n RollTestemunho Verídico de um ex-roqueiro 12
  8. 8. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOLEIA A BÍBLIA...E SEJA FELIZ! 13
  9. 9. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO CICLO I A ORIGEMMeu nome é Junior Souza da Silva, sou “JUNIOR OMNI”, este é o meupseudônimo, pois escrevo poemas e poesias cristãs. Sou “JUNIOR”porque sou o menor da casa, “OMNI” porque através desse vocábulogrego, eu posso glorificar o nome de JESUS CRISTO, pois, só Ele é:“ONIPOTENTE – ONIPRESENTE – ONISCIENTE”Nasci no dia 19 de novembro, no ano de 1979, no alto da Moóca, em SãoPaulo. Sou filho de Edvaldo Muniz e Antônia Silva, que residematualmente em Suzano, na região da grande São Paulo.A família. Tenho dois irmãos: “Jefferson” (casado com “Adriana”) mãe de minhalinda sobrinha “Brenda” e “Josie”, minha querida irmã, (casada com“Cristiano Freire”), pai dos meus lindos sobrinhos: “Mateus” e “Larissa”.Bom, apresentei a você toda a minha família! Quando nasci, os meus paismoravam em São Vicente, no bairro do Parque das Bandeiras, litoral deSão Paulo.Meu pai é um homem “baixinho”, mas a minha avó, sua mãe, contava queele era muito “brigão” em sua infância e adolescência. Mesmo com osseus irmãos, (os meus tios).Ele era muito nervoso, do tipo "pavio curto", e o seu lazer predileto era oRock ‘n’ Roll. Papai sempre foi sério, e um homem trabalhador, fazia detudo um pouco. Lembro dele trabalhando em vários lugares. Recordo-meque ele trabalhou numa avícola, e foi lá que ele aprendeu a estrangularfrangos, uma prática comum em minha casa. 14
  10. 10. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOA primeira vez em que vi meu pai matar um frango, eu fiquei muitoassustado, pois o frango se batia até morrer, e tudo isso ficava em minhamente durante muito tempo. Meu pai também trabalhou numa metalúrgica,e um dia me levou em seu emprego.La tinha um “cachorro policial” que me impressionava pelo seu tamanho,pois ele era muito grande, e eu tive muito medo dele.Papai me mostrou como tudo funcionava, tanto que aprendi como elesfaziam as torneiras que lá eram fabricadas! Eu sempre admirei meu pai,pois ele sempre gostou das coisas certinhas.Meu pai nunca usou drogas, também não era "cachaceiro”. Ele sempremostrou a nós bons exemplos, embora fosse fanático pela músicadiabólica – o Rock. Em suas folgas, ele gostava muito de futebol, pois seusonho era ser “goleiro”, mesmo sendo de baixa estatura. Alguns amigos ochamavam de "toquinho", outros ainda, o chamavam de “montanha”, maso seu lazer predileto era: o Rock n’ Roll. Sua maior falha era a de ficarnervoso de um momento para outro, às vezes sem ter explicação, e porcausa desse nervosismo dele, eu acabava apanhando, pois de todos osfilhos, sou o que mais deu trabalho a ele, por esta razão, não tinha jeito:eu apanhava mesmo!Com o passar do tempo, já na adolescência, eu fui ficando “revoltado” comas surras que eu levava, pois eu não queria parar para reconhecer osmeus erros e defeitos, assim, eu só pensava em fugir de casa, pois eraexatamente isso que as letras de Rock diziam:“Fuja de casa, “Fuja da escola”, “Abandone os seus pais”.Minha querida mãe ficou grávida aos dezoito anos, ela era ainda solteira,coisa inadmissível pelos pais dela, e assim que minha avó soube dagravidez indesejada, a expulsou de casa. 15
  11. 11. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOApesar de minha mãe ter enfrentado muitas dificuldades, e passado porterríveis humilhações, ela se tornou uma mulher guerreira, pois sempredemonstrou seu amor e carinho para com todos nós, e nunca guardoumágoa em seu coração, pelo contrário, mamãe reconheceu seus erros esempre demonstrou um profundo amor para com todos nós! Mamãesempre trabalhou para ajudar o meu pai nas despesas da casa.Sou o terceiro filho da família, o Jefferson é o primogênito, o meu irmãomais velho. Era ele que ele ficava em casa cuidando de nós, quando meuspais saíam para trabalhar. Tenho muitas saudades desse tempo! Lembro-me quando criança, o Jefferson brigava comigo ou com minha Irmã Josie,quando fazíamos algo errado, pois ele era o nosso “líder”, e sempre falavasério com a gente, e assim, nós obedecíamos tudo o que ele falava.Meu irmão sempre foi um grande lutador, ele aprendeu uma profissãocedo na vida e jamais gostou de bebidas, cigarros ou outro tipo de drogas.O meu irmão sempre agiu corretamente em tudo que fizera na vida.A Josie, minha querida irmã, era muito carinhosa, porém, às vezes a gentebrigava, e se “arranhava” um pouco, coisa de irmãos mesmo! Jamais amachuquei. Eu tive também outra Irmã, a Joyce, ela era a caçula dafamília, mas, pelo fato de ela ter nascido com uma grave doença em seusangue, morreu com duas semanas de vida, lá mesmo, na maternidade!Foi uma fase difícil para a minha mãe, que com muito carinho esperou asua chegada!Confesso que não a conheci, nem mesmo pude ver o rostinho dela, mas,eu espero encontrar-me com a minha irmãzinha Joyce lá na glória! ÓJesus! Eu quero chegar lá!Sou de uma família sem luxo, pobre e humilde, mamãe sempre batalhouao lado do meu pai, para juntos, criarem os seus três filhos. 16
  12. 12. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOMinha mãe conta que, ainda morando em São Vicente, no litoral paulista,o seu pai, (o meu avô João), certa feita, foi seduzido por uma mulhercasada, que se passava por uma “amiga”. Depois de muito tempo essaamizade tornou-se um verdadeiro “laço” para ele, que, sempre dizia nãoser “bobo”. Mas, aquela mulher, usando de sua malícia, arrastou meu avôpara uma grande armadilha, (como Dalila o fez com Sansão), e assim, umhomem que se dizia “experiente”, foi brutalmente assassinado por homenscruéis, que resolveram tirar a vida dele, sem misericórdia!Depois desta tragédia, mamãe perdeu a vontade de morar na baixadasantista, pois um pedaço dela ficara ali. Mesmo assim, ela suportou aindamais dez anos, morando em São Vicente, para depois, mudarmos para acidade de Suzano, definitivamente.Quando criança, eu morei também no Parque São Rafael, em São Paulo.Ali moramos por pouco tempo. A casa era de aluguel. Lembro-me que nomesmo quintal morava o Sr. João, um homem do qual eu tinha muitomedo, pois me sentia mal com a presença dele. Sempre que ele chegavado trabalho eu corria para dentro de casa, sua aparência era mesmoassustadora, até mesmo outras crianças também tinham medo dele.O Sr. João era barrigudo, com seus cabelos grisalhos, ele até tentava meagradar e vinha para perto de mim com a melhor das intenções, porém naminha inocência de criança corria dele toda vez que ele se aproximava demim. Não tínhamos brinquedos caros, porem alguns ficou na saudade,lembro-me que certa vez ganhei uma bola de peixinhos, fiquei muitocontente, eu e meus irmãos brincávamos muito com ela. Confesso quetive uma infância feliz ao lado dos meus irmãos. 17
  13. 13. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOCom o passar do tempo, meu pai comprou um terreno em Suzano, umapequena cidade da grande São Paulo. E como meu pai era pedreiro esabia fazer de tudo um pouco, ele mesmo fez a nossa casa, com a ajudade toda a família: eu, minha mãe, e meus dois irmãos, o Jefferson e aJosie.Assim, construímos uma casa simples, muito humilde, que se resumia emdois cômodos apertados e um banheiro, para cinco pessoas. Mas foinessa casa que meus pais começaram a viver independente de aluguel,desfrutando de uma paz que antes não tinham. Mudamos para o JardimSão José, na cidade de Suzano em 1987, um bairro que, na época,ninguém sabia se pertencia a Suzano mesmo ou fazia pare do municípiode Mogi das Cruzes.Lá conhecemos dois bons vizinhos, o Sr. Júlio e a dona Josefa, os quaiseram “pioneiros” no bairro do Jardim São José! O Sr. Júlio era amigo demeu tio, o “Neco”, irmão de minha mãe, uma figura extraordinária! O Sr.Júlio foi um bom vizinho, e me ensinou muitas coisas sobre Deus, pois eleera um “teólogo”. Mas, desviado do serviço cristão, tornou-sealcoólatra, e depois de muitos anos, uma “cirrose” o matou! Com certeza,ele foi uma grande figura, que, infelizmente não está mais com a gente.Também quero falar aqui de Dona Josefa, uma vizinha muito querida, umamulher que enfrentou a vida com a ajuda de Deus, e sozinha sustentava asua casa com seus filhos, todos são nossos amigos até hoje. Muita gentemarcou a minha infância, faltaria espaço neste livro para descrevê-lasaqui! 18
  14. 14. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOA escola.Quando completei seis anos de idade, ainda um "toquinho de gente",mamãe me matriculou na pré escola, próxima de nossa casa. No primeirodia de aula, eu fiquei entusiasmado, então meu irmão Jefferson foi melevar à escola. Depois que ele me deixou lá, nas mãos do professorManoel - um homem inteligente e trabalhador - eu olhei para o portão, e vique meu irmão tinha saído.Então eu comecei a correr ao encontro dele e, deparando-me com oportão fechado, entrei em desespero, comecei a gritar e chorar, poisimaginava que nunca mais sairia dali, pensava que nunca mais veriaminha mãe e meus irmãos novamente. Alguns minutos depois, eu mereuni aos outros alunos, mas achei tudo muito esquisito, aquele lugar medava medo, eu ficava sem jeito, me sentindo completamente estranho.Depois de muitas lágrimas de desespero, o professor contou-me que aliera uma escolinha onde a gente aprenderia ler, escrever e brincar com asoutras crianças, assim, depois de muito tempo, me acalmei e fui estudarcom as outras crianças. O professor Manoel me ensinou as primeirasletras na pre escola do bairro do jardim São José - Suzano – SPNas férias escolares íamos ficar na casa da minha avó Josefa, em SãoVicente. Lembro-me que certa feita, meu irmão Jefferson ficou observandoa mim e ao meu primo Marcelo, na hora do almoço, eu tinha dez anosnessa época, e meu irmão, catorze.A minha mãe havia arranjado um serviço de empregada doméstica, e nósficamos sob os cuidados de minha avó Josefa, que pediu para que meuirmão ficasse vigiando a gente, para não fazermos nenhuma bagunça.Naquele dia, na hora do almoço, nós jogamos a comida no lixo, pois jánão queríamos comer, então, o meu irmão mais velho, foi até a minha avó,e contou pra ela tudo o que a gente tinha feito.Conclusão: a minha avó ficou muito brava com essa nossa atituderebelde, e nos colocou de joelhos, eu e o Marcelo! 19
  15. 15. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOE assim, ficamos de castigo até a hora de minha mãe chegar. Quantamalandragem havia em nossas mentes, tão cedo!Mas confesso que o tempo passa muito rápido, e às vezes sinto saudadesdaqueles dias!A religiãoQuero também deixar registrado nesse livro, uma revelação importante:meus pais não eram casados no "religioso”, somente em cartório, e porisso eu não era batizado ainda, segundo a tradição católica, mas, o padreJorge, responsável pela Igreja do Jardim São José, em Suzano, meescolheu para ser “coroinha”, e ajudá-lo na hora da missa, sempre aosdomingos. Então minha mãe, contente com isso, sempre me apoiou.Aquele padre me dizia que eu já era um “escolhido de Deus”, desde oventre de minha querida mãe! Porém, era necessário que eu ficasse ali,na igreja, recebendo o “alimento espiritual”, para que eu nuncaabandonasse os caminhos do Senhor e Salvador Jesus Cristo. E mesmonão sendo batizado ainda, segundo os dogmas e as doutrinas docatolicismo, ali eu estava auxiliando o padre, diante de uma multidão defiéis e devotos, que entravam naquela paróquia!Deus é fiel! Aleluias! Já desde menino, a mão de Deus trabalhava emmeu favor! Á Jesus, toda honra e toda glória, eternamente, amém. Apesar de ser ainda uma criança, eu desejava ser “padre” quando euchegasse a minha fase adulta, mas, me contentava em ser um simples“coroinha”, porém, a doutrina da igreja não permitia, ou seja, a igreja nãoqueria me aceitar, pelo fato de eu não ser ainda batizado, por que,segundo o estatuto da igreja, meu batismo só seria realizado quando osmeus pais se casassem na igreja, e isso me revoltou bastante. 20
  16. 16. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEu me sentia rejeitado, porém, mesmo assim, o padre Jorge me deu omaior apoio, e me dava a minha veste, para eu usá-la na hora da missa,sempre aos domingos. Assim, passei a ser o "coroinha" daquela igreja.E como o profeta Samuel, um “sacerdote mirim”, eu ficava junto dopadre, com outra criança, um á direita, e o outro á esquerda.O padre gostava de ver a gente no altar, perto dele, porém, eu ficava tristepor que não me deixavam fazer a "primeira comunhão", como fizerammeus irmãos, Jefferson e Josie. Minha mãe ficava muito feliz, em me verenvolvido com a obra de Deus, nessa época fiz o "catecismo" com aprofessora: "Maria Batalha" ela tinha muito amor por cada um de seusalunos.JUNIOR OMNI - 11 MESES, 1980Desde a minha infância, todos me falavam que eu nasci para evangelizar,as pessoas ficavam impressionadas com as palavras que eu falava arespeito das Escrituras Sagradas, com apenas dez anos de idade, poiscomecei ler a Bíblia muito cedo!(Glórias a Deus por isso, aleluias!) 21
  17. 17. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEntrei como coroinha na igreja católica, perto dos meus nove anos deidade, e durante o tempo em que estive naquela igreja, participei de variaspeças de teatro, mas a que ficou em minha mente foi uma peça quemostrava o valor da solidariedade, o amor ao próximo e a compaixão.O cenário era uma estrada vazia, e eu interpretava o papel de um homempobre, necessitado e carente.Ali eu estava sentado no chão, e as pessoas passavam, porém não meajudavam, apenas observavam a minha miséria, pois eu era um mendigo,e meu irmão Jefferson, que também participava da peça, interpretava umhomem rico que, sentindo compaixão de mim, me deu grande soma dedinheiro e um saquitel com muitas moedas, dizendo-me: "vá e viva dofruto do seu salário”.Eu tinha onze anos, quando fizemos esta peça! Como o tempo passa!Graças a Deus, eu tive uma parte da minha infância abençoada! Assim, otempo foi passando e, com ele, a minha infância foi ficando para trás, e achegada da adolescência foi uma fase muito difícil e complicada, mas,contarei nos próximos capítulos.Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse asmãos, e orasse; mas os discípulos os repreenderam. Jesus, porém,disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porquede tais é o reino dos céus. Mateus 19:13-14 22
  18. 18. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO NO VALE DA MORTE - 1991 Agora eu quero contar um livramento de morte queo Senhor me deu quando eu ainda era uma criança deonze anos de idade. Tudo aconteceu assim...Certa feita, no ano de 1991, meu pai me levou a uma “festa” no bairro doJardim Dona Benta, na cidade de Suzano, na grande São Paulo.A festa era para os adultos, a única criança da festa era eu. Lá havia “mesa de bilhar” e um balcão onde eram servidas as“bebidas” para todos os que ali estavam. Tinha muitas mulheres naquelanoite, o ambiente estava cheio, lotado, super lotado, e todos se divertiame dançavam ao som da música que era tocada em altos decibéis. O meupai era a pessoa responsável pelo som da festa, pois ele possuía umaboa aparelhagem e gostava muito desse tipo de serviço, desde garotomeu pai sempre gostou de mexer em caixas de som. Eu era um menino franzino, que estava assistindo tudo de“camarote” eu não conhecia ninguém, mas estava ali, junto ao meu pai.De repente eu notei que por causa da bebida alcoólica algumas pessoasjá estavam com um rosto estranho, eu notei um aspecto diabólico emalguns homens que curtiam a festa. Lembro que tive vontade de ir aobanheiro e avisei ao meu pai, então ele me recomendou que eu fosse,mas, voltasse logo para junto dele na mesa de som. Ao chegar aobanheiro, vários homens me perguntaram o que eu estava fazendo ali. Eu já não tinha medo de estranhos, e sabia conversar comqualquer pessoa. Respondi a eles que meu pai estava na mesa de som eme trouxe a festa, e logo voltei para junto de meu pai.Nesse instante percebi que vários policiais entraram naquela festa comarmas em punho, passando a ideia de que estavam a procura de alguém.No momento em que eu estava voltando para junto de meu pai umdaqueles policiais me perguntou: “______O que você faz aquisozinho garoto? Confesso que fiquei com medo daquele policial, mas, respondi aele que o meu pai estava ali presente, no controle do som. Então aquele policial logo me liberou advertindo-me para que eunão saísse de perto do meu pai, pois já eram duas horas da madrugada,e aquele ambiente não era próprio para uma criança. 23
  19. 19. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Meu pai percebeu a ação dos policiais e eu disse a ele que umdeles havia me perguntado o que eu fazia ali sozinho àquela hora damadrugada. Meu pai me aconselhou mais uma vez a não sair de pertodele e mandou que eu sentasse num banquinho ali mesmo.Então sentei naquele banquinho e fiquei observando as pessoas na festaenquanto aqueles policiais faziam algumas “revistas”.Foi pedido que baixasse o som, então meu pai baixou o som até que ospoliciais terminassem o serviço. Logo que os policiais saíram, a música voltou agitar aquelamadrugada de sábado para domingo.O salão cheio, muitos casais se abraçavam ao som de – Johnny Rivers,Rod Stewart, Nazareth, B.J. Thomas, Madonna, Michael Jackson, emuitos outros. Lembro-me que uma mulher perguntou ao meu pai se eu aceitariaum “lanche”. Eu aceitei, e logo veio um prato com arroz, feijão, salada emuita carne para eu comer até o dia amanhecer. Pensei comigo assim:“_____Que lanche é esse?” E comi tudo, pois estava com muita fomenaquele momento, já de madrugada! O dono daquela festa estava presente, pois ele era oaniversariante, que decidiu comemorar a chegada de mais um ano devida na presença de seus familiares e amigos. Mas, ele não sabia quehoras mais tarde ele receberia um estranho presente, que deixaria todauma família em luto e grande pranto. Tudo corria bem, o aniversariante dançava feliz e contente comvárias mulheres, ele se sentia a vontade e livre, afinal de contas, era opersonagem principal daquela festa. Mas, de repente, quatro homens armados entraram pelas portasdaquele salão, todos eles usavam “meia calça” para esconderem seusrostos. Eles, igualmente aqueles policiais que haviam estado alimomentos antes, entraram com suas armas na mão, eu vi que cada umdeles estava procurando alguém que ali estava, entre a multidão. Com seus rostos distorcidos, eles pareciam animais a procura dapresa para se alimentarem, foi horrível o que vi naquela madrugada, esteepisódio eu nunca esqueci, lembro-me de cada detalhe. O som estavaalto quando eles se aproximaram do aniversariante, e numa distância demenos de um metro, começaram atirar naquele homem, que estava ali sedivertindo junto aos seus melhores amigos e familiares. 24
  20. 20. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Um grande desespero se apoderou daquele lugar, eu via o medona face das pessoas, de repente copos começaram a ser quebrados,cadeiras eram jogadas pra todo lado, enquanto vários tiros eramdisparados contra aquele homem, que já sem forças agonizava no chão,sentindo a morte chegar. O chão ficou coberto de sangue, garrafas eram quebradas,mulheres gritavam de medo e desespero, todos queriam sair, porém aporta ficou interditada com muita gente se esbarrando uns nos outrospara escaparem com vida. Os tiros pegaram na barriga, nos braços, nas costas, nas pernas,foi uma cena horrível para mim, que tinha apenas onze anos de idade!...Gritos, choro, pranto, desespero e muitosangue, marcavam aquele cenário que deuma hora para outra se tornou diabólico! Meu pai, com medo que alguma coisa acontecesse comigomandou que eu me escondesse num pequeno quarto que havia ali,próximo da gente. Mas, enquanto eu me preparava para descer dobanquinho, um dos bandidos, olhando para mim, apontando a sua arma,e disparou um tiro em fração de segundos. Eu acredito que ele chegou apensar que eu fosse o filho daquele homem que eles mataram, nãoencontro outra explicação. Surgiram depois diversos comentários a respeito daquela tragédia,muitos diziam que aqueles bandidos já o procuravam há muito tempo,pois ele era do tipo “mulherengo” “conquistador” e havia se envolvidocom a mulher de um daqueles assassinos. Outros comentários afirmavamser um acerto de contas devido à compra de armas e drogas, por essarazão vieram matá-lo.Eu só me lembro que aquele homem mascarado apertou o gatilho emminha direção a fim de ceifar minha vida. Eu vi nitidamente o fogo saindo daquele revólver e jamais meesqueci desse fato que ficou para sempre gravado em minha mente.Ouvi perfeitamente o zunido da bala que passou raspando minha orelha,semelhante ao zunido das abelhas... (zummm).Senti o gelo da morte se aproximando de mim naquele momento, e saídepressa daquele lugar e fui me esconder no quarto que meu pai haviafalado. Ao entrar lá eu fiquei debaixo da mesa, e ainda ouvia tiros emais tiros, a correria era geral. 25
  21. 21. ROCK – A MÚSICA DO INFERNONesse momento de grande terror eu enfrentei uma batalha espiritual paraesquecer as músicas que estavam tocando naquela festa e que ficaramarmazenadas em minha mente, mas, eu tapava os meus ouvidos emesmo assim, não conseguia esquecê-las, então eu orei a Deus dizendoassim:“_____Ó Senhor, me faz esquecer essas músicas e livra-me da morte, eu não quero morrer aqui longe da minhamãe, esse lugar agora me dá medo, me tira daqui SenhorJesus, me tira daqui, eu quero voltar pra minha casa paraestar junto de minha mãe, livra-me ó Senhor e salve o meupai também!” Eu queria me concentrar e pensar somente em Jesus Cristonaquela hora, pois, me lembrei da igreja, onde eu freqüentava com meusirmãos, pois sentia muito medo naquele lugar. Depois de muitainsistência, comecei a repreender as músicas que estavam em minhamente para somente cantar um louvor ao Senhor Jesus.Instantes depois um lindo hino começou a fluir em minha mente,substituindo aquelas músicas que não me deixavam orar a Deus.Então me lembrei dos cultos na igreja e comecei a cantar um hino que dizassim: “... Jesus Cristo no altar Jesus Cristo no altar Onde quer que estejamos Ele sempre vai estar...” Eu repetia esses versos várias vezes, e um silêncio de repente,tomou conta daquele lugar, eu chorava muito enquanto cantava esselouvor a Deus, mas, minhas lágrimas já não eram de medo, e sim deagradecimento pelo grande livramento que o Senhor Jesus havia medado. Acredito que os anjos do Senhor entraram naquele lugar paraimpedir que outras vidas fossem ceifadas, inclusive a minha, a únicacriança naquele salão! Louvado seja Deus! A morte rondava aquele ambiente hostil, a poucos metros de mim,eu arrisco até dizer que ela me procurava também, pois o Senhor Jesusjá tinha um plano para me usar em sua Obra gloriosa, e satanás sempretentou impedir que eu chegasse até aqui, pois o tiro que passou deraspão em mim foi tão forte que a bala bateu na parede e voltou nascostas de uma das caixas de som de meu pai. Percebemos isso por quenotamos a pintura “arranhada” e vimos que o “projétil” estava logo ali,no chão. 26
  22. 22. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO“... O Senhor me chamou desde o ventre, desde asentranhas de minha mãe fez menção do meu nome.Fez a minha boca como uma espada aguda, nasombra da sua mão me cobriu...”Isaías 49.1-2 JUNIOR OMNI - 11 AnosO SENHOR JESUS ME LIVROU DA MORTE AOS 11 ANOS DE IDADE!Louvado seja o nome do Senhor Jesus para sempre, amém. Eu não tenho dúvidas que satanás queria ceifar não só a vidadaquele homem, mas a minha também, pois a Bíblia relata que o ladrão(satanás) não vem senão para: “... Matar, roubar e destruir...” João 10.10 Mas creio com todo o meu coração que foi Deus quem enviou umanjo poderoso para “desviar” o curso daquela bala ao sair daquelerevólver com destino certo: “minha cabeça” 27
  23. 23. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO “Satanás está vencido ederrotado pelo Sanguede Cristo Jesus!”______________________Aleluias! Deus me livrou da morte aos onze anos de idade, dentro daqueleambiente hostil e tenebroso!No dia seguinte, ao saber da tragédia ocorrida naquela madrugada,minha mãe disse que se eu tivesse morrido ali jamais ela perdoaria meupai. Lembro que ela chamou meu pai de “louco” por ter me levado auma festa onde só tinha adultos, pois eu era apenas um menino, o caçulada casa. Meu pai se arrependeu do que havia feito e disse que se eumorresse nunca mais ele trabalharia com festas e aparelhagem de som.Que grande sufoco nós passamos! Mas graças ao Senhor Jesus nada aconteceu, pois naquelamadrugada sangrenta eu fui banhado em outro sangue,o Sangue de Cristo, que noslivrou da morte! Ao Senhor Jesus seja dada todahonra, toda glória e todo o louvor, para sempre e eternamente, amém.___________________________ “... Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê emmim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês tu isso?” (Palavras do Senhor Jesus) João 11:25-26 28
  24. 24. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO CICLO II “UM JOVEM REBELDE”A vida financeira em minha casa não era das melhores, todos precisavamtrabalhar para que a família tivesse o mínimo de conforto. Lembro-me queenfrentamos uma situação muito difícil, e quase chegamos a passar fome!Mas com toda aquela crise, meu pai sempre dava um jeito de comprarmais um disco de Rock, para aumentar ainda mais a sua coleção.Papai como disse antes, era um grande fã das bandas de “Rock n’ Roll”, ecom ele eu aprendi a gostar desse estilo também. Eu passava horasouvindo as bandas de minha preferência, e a cada dia ficava maisenvolvido com tudo que ouvia, na verdade não entendia muita coisa, poisas bandas que a gente mais gostava, eram bandas inglesas e americanas,e mesmo não entendendo o que os cantores falavam em suas músicas,nós nos sentíamos muito bem ouvindo cada canção.O que me encantava na verdade era o som do “Rock n’ Roll quetocávamos em nossa casa, pois era tão estridente, que certa feita, obarulho das caixas chegou a quebrar os pratos, os copos, os vidros dasjanelas e até o telhado, pois nossa casa era bem pequena e muitosimples! Sempre que isso acontecia, mamãe ficava chateada com meupai, que era um fanático pelo rock.A minha mãe gostava das músicas mais lentas, românticas, menos dorock "pauleira", porém, com sua paciência, ela deixava a gente escutar otempo todo, para não arranjar uma tremenda confusão. Mamãe sempreteve paciência para conviver ao lado de meu pai. Ela sempre foi calma,tranquila, mansa, por esta razão, sabia controlar qualquer situação dentrode nossa casa. Eu fui gerado no “berço do rock” e aprendi a gostar desseestilo musical ainda no ventre de minha querida mãe. Com o passar dosanos eu fui conhecendo outras bandas de rock. 29
  25. 25. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOCada vez mais meu pai comprava novos discos para ouvir em casa; pois,possuía uma boa aparelhagem de som, e também sabia construir suaspróprias caixas. Alguns discos eram “estranhos”, com desenhos de“monstros”, “morcegos”, “mulheres nuas” e até mesmo “demônios”. Existiaalgo em mim, que me levava a adorar literalmente aquelas figurasdiabólicas, na verdade chegava a ser uma espécie de fascinação, haviaem mim uma obsessão. Ás vezes chegava a ficar hipnotizado, e faziavários desenhos também, todos com temas bizarros. Na verdade era omal agindo em minha mente. Em outros momentos eu sentia uma grandetristeza, um grande vazio, e um grande medo, que sempre me oprimia,tanto que nessas horas pensava em suicídio.Eis algumas capas de discos de rock! Como você pode notar, as imagens são assustadoras! Satanás tenta de todas as maneiras desfigurar a Imagem de Deus, noshomens, nas mulheres, nos jovens, nas crianças e adolescentes!Satanás está vencido e derrotado pelo sangue de Jesu Cristo – O Eterno Deus Jeová! 30
  26. 26. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOUM ANJO FUMANDO!É comum encontrarmos nos discos de rock, muitos insultos á fé cristã! 31
  27. 27. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO“...O reino dos céus está cheio de... “DESGRAÇADOS!”(Palavras de Marilyn Manson, reverendo da igreja de satã) 32
  28. 28. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO CHRISTIAN DEATH (Morte Cristã)Capa do álbum: “Sex, Drugs and Jesus Christ”Sexo, Drogas e Jesus Cristo, Christian Death. 33
  29. 29. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOSem conhecimento algum, do mal que aquele tipo de música fazia; meupai, eu e meus irmãos, ouvíamos todas as bandas de Rock que até entãofaziam sucesso, ou seja, nós não entendíamos nada da letra das musicas,pois eram letras em inglês, e tais bandas eram:Nazareth – Black Sabbath – Led Zeppelin – Scorpions – Kiss – Ac/DcThe Cult – Pink Floyd – Queen – Jymmy Hendrix – Afrodit Child –O meu irmão Jefferson, era apaixonado pela música eletrônica; este estilode música também me atraía muito; pois a tendência eletrônica haviacontagiado a grande São Paulo no início de 1990, com várias casasnoturnas voltadas para esse gênero musical trazido da Europa pordiversos DJs e cantores da “Dance Music”.A música eletrônica é uma das vertentes do rock, muitos elementos do“Jazz” e também do “Blues” estão misturados na, “Dance Music”, “Techno”e na “House Music”. Há muito do “Rock n’ Roll” em outros estilosmusicais, mas é do rock em especial que eu quero tratar neste livro.Como relatei antes, cresci ouvindo Rock, gênero considerado polêmicomediante a sociedade puritana, mas para mim, era o melhor som domundo e, por esta razão, me identificava com este estilo musical polêmico.Logo que surgiram as bandas dos anos 90 eu já podia comprar meuspróprios discos (LP), assim fui conhecendo muitas bandas de rock atravésde discos, reportagens, jornais, televisão. Mas, notei algo em comum emtodas estas bandas: elas traziam uma mensagem do inferno!E com o passar do tempo, percebi que o Rock é um culto de adoração aLúcifer, o qual era um anjo, da classe dos querubins, no Reino celestial.Lúcifer também era o principal “maestro da música celestial” quandoobedecia a Deus, mas ao rebelar-se contra o Criador, logo foi expulso docéu. Sendo assim, Lúcifer tornou-se "satanás", ou seja, o seu nomesignifica: "inimigo de Deus", e procura, através da música, destruira humanidade. (Leia Ezequiel, 28) 34
  30. 30. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEis o texto sagrado que faz alusão á queda de Lúcifer, queveio a tornar-se: satanás, o inimigo de DeusVeio a mim a palavra do Senhor, dizendo:12Filho do homem levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-lhe:Assim diz o Senhor Deus: Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria eperfeito em formosura.13 Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tuacobertura: sardónia, topázio, diamante, turquesa, ónix, jaspe, safira,carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teuspífaros; no dia em que foste criado foram preparados.14 Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santode Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas.15Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, atéque se achou iniqüidade em ti.16 Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência,e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fizperecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas. 17 Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste atua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dosreis te pus, para que olhem para ti.18 Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércioprofanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, quete consumiu e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os quete vêem.19 Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; emgrande espanto te tornaste, e nunca mais subsistirá.LIVRO DO PROFETA EZEQUIEL CAPÍTULO 28 VERSÍCULOS 13 AO 19 35
  31. 31. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOMensagem oculta transmitida pela cantora “Ivete Sangalo”,em sua famosa canção: “Sorte grande”“A minha sorte grande foi você cair do céu, é lindo o seusorriso, o brilho dos teus olhos, meu anjo querubim...“...Poeira levantou poeira.”O Senhor Jesus Afirma:“Eu vi satanás como um raio cair do céu” (Lucas 10:18)Obs. Lúcifer era o querubim da guarda! O maestro da música celestial! 36
  32. 32. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOSatanás está derrotado pelo sangue deJESUS CRISTO! Satanás é o mascote do grupo de rock: Led Zeppelin _______________________ ...o deus deste século (Lúcifer = Satanás) cegou os entendimentosdos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho daglória de Cristo, que é a imagem de Deus... 2 Coríntios 4:4 37
  33. 33. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOVejamos agora outra referência bíblica sobre a queda delúcifer no livro do profeta Isaías: (capítulo 14: 12 á 15.)12 - Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Comofoste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!13 - E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas deDeus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei,aos lados do norte.14 - Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.15 - E, contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo....Como caíste do céu, ó estrela da manhã...? Isaías 14:12-14 38
  34. 34. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO CICLO III A DECADÊNCIANeste capítulo relatarei as tragédias acontecidas envolvendo os amantesdo Rock e toda espécie de males causados por esse estilo musical tãopolêmico. As reportagens que eu lia, eram assustadoras e todas elastinham ligação com as forças ocultas.Em 1999 o cantor Marilyn Manson foi acusado de influenciar os doisjovens que realizaram o massacre no Colombine High School. Eric David Harris, 18 Anos, Dylan Klebold 17 Anos. Depois do sangrento massacre suicidaram-se. 39
  35. 35. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOFrases escritas em um diário de Eric David Harris seis meses antes domassacre que chocou os Estados Unidos:“Quando começar a matar, há provavelmente umas 100 pessoas naescola que não quero que morra, o resto deve morrer, odeio todospor me excluírem de tantas coisas, e será melhor terem medo demim. Ódio! Estou cheio de ódio, e gosto disso! A natureza humana éa morte". Acrescentou Eric Harris.Eric Harris escreveu em seu diário pessoal, em outubro de 1998.Seis meses depois, em 20 de abril de 1999 o massacre foi executado noColombine High School, e, logo após, suicidaram-se.Um plano diabólico Esta é a foto do circuito interno do colégio “Colombine” onde “EricHarris” e “Dylan klebold” cometeram um dos maiores massacres dahistória dos Estados Unidos em 20 de abril de 1999 data do aniversário deAdolf HitlerDois jovens armados, caçando vidas para destruí-las. Confundindo arealidade com um jogo de vídeo-game! 40
  36. 36. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOVítimas do Massacre que chocou o mundo em abril de 1999Depois do Massacre eles se mataram, dentro da livraria do colégio,conforme mostra a foto abaixo Jovens cheios de ódio e longe de Jesus! O que havia em suas mentes? Com certeza eles foram hipnotizados pelo"Rock n’ Roll, a música do inferno" 41
  37. 37. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEste é o triste cenário que foiapresentado ao mundo em Abril de 1999 Dor e desespero.A grande tragédia em nome do ódio! 42
  38. 38. ROCK – A MÚSICA DO INFERNODesespero... Dor... 43
  39. 39. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Lágrimas......e sofrimento. 44
  40. 40. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Marilyn Manson: Escravo de Satanás! Marilyn Manson: Acusado de influenciar os jovens terroristas. “Eu sou tão americano que te venderia Suicídio”Trecho da canção: "Irresponsible Hate Anthem"- do álbum:Antichrist Superstar 45
  41. 41. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Jovens rebeldes!Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antesque venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas adizer: Não tenho neles contentamento. (Eclesiastes 12:1)Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria malalgum, porque tu estás comigo. (Salmo 23:4) 46
  42. 42. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Muitos jovens já morreram por causa do rock, influenciados pelas letras das canções que, em sua maioria, abordam temas satânicos. ROCK Mortes, Crimes e SuicídiosHá caminhos que ao homem parece direito, mas nofim são caminhos de morte. Provérbios 14:12 47
  43. 43. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOCitarei a seguir alguns depoimentos edeclarações dos trechos de músicas quefalam sobre Rock, Mortes, Crimes e Suicídios. Charles Manson – Um ‘Serial Killer’São muitos os delitos comprovadamente relacionados não só ao rock,mas aos ritmos dos mais variados que tem surgido nestes últimos anosem geral. A imprensa tem se encarregado de publicar crimes dos maishediondos, dos mais perversos que se tem noticia. Segue uma lista dealguns destes crimes, noticiados pela mídia impressa e eletrônica... Em agosto de 1969, Charles Manson e sua gangue, chamada afamília, assassinou a atriz Sharon Tate, que estava grávida de oito meses.Manson, que acreditava ser o próprio Cristo encarnado, cometeu abarbárie de matá-la e a todos os seus convidados, depois de invadir aresidência da atriz na Califórnia. 48
  44. 44. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOCrimes Satânicos!Sharon Tate estava grávida quando foi vítima de um ritual satânico!Ela foi vítima da “FAMÍLIA MANSON”, um grupo de hippies,conhecidos no fim da década de sessenta, como:A IGREJA FINAL (The final church), liderada por Charles Manson. 49
  45. 45. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO CHARLES MANSON Charles Manson frequentava a “SATAN CHURCH” A IGREJA DE SATANÁS, fundada em 1966, por Anton La Vey. CALIFÓRNIA - EUAInfluenciado pelas músicas dos Beatles, Charles Manson ouviamuitas vozes dizendo a ele: “Mate os porcos”. Para ele, osporcos, seriam as pessoas ricas, famosos e celebridades dealta classe. 50
  46. 46. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOPorque a tristeza segundo Deus, operaarrependimento para a salvação, da qualninguém se arrepende; mas a tristeza domundo opera a morte. 2 Coríntios 7:10 51
  47. 47. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Rock, Mortes, Crimes e SuicídiosO satanista Richard Ramirez, conhecido como Night Stalker (caçador danoite), assassino serial psicopata que aterrorizou a Califórnia na décadade 80 (sua prisão foi decretada em Setembro de 1985), tendo matadomais de 14 pessoas e violentar 19 mulheres, se declarou um grande fã doAC/DC, afirmou matar influenciado pelas letras da banda. Nos locais doscrimes, foram encontradas estrelas de 5 pontas (pentagramas)desenhadas nas paredes. Na casa de uma das vitimas a polícia norte-americana encontrou o boné de beisebol do assassino, com as letrasAC/DC. Em San Antônio, Texas, um garoto de 16 anos matou uma tia apunhaladas e contou a policia que no momento do crime estavahipnotizado pela musica do Pink Floyd, não podendo sequer se lembrar doocorrido. 52
  48. 48. ROCK – A MÚSICA DO INFERNORock, Mortes, Crimes e SuicídiosEm 12 de abril de 1985, um garoto fanático por Heavy Metal de 14 anosmatou três pessoas. O garoto que tinha tatuado um grande 666 no peitoinformou estar dominado por Eddie- mascote do Iron Maiden, quandocometeu os assassinatos.Em 1987 foi capturado o assassino serial, ocultista e canibal Gary Heidnik,Em sua casa na Filadélfia os vizinhos escutavam Heavy Metal durantetodo o dia. 53
  49. 49. ROCK – A MÚSICA DO INFERNORock, Mortes, Crimes e SuicídiosNa madrugada de 06 de janeiro de 1985 em São Paulo, RobertoAgostinho Peukert Valente, um jovem de 18 anos, quando ouvia músicarock tarde da noite, ficou totalmente fora de si, ao ser repreendido pelamãe. Irado, depois de 20 minutos, acabou matando os pais e mais 3irmãos a tiros e facadas. 07/01/1985 - Depois de preso, foi apurado queera aficcionado pelo som das bandas Chilliwack do Canadá, Yes, EletricLight Orchestra e Pink Floyd. (Isto É: 16/01/1985, Jornal da Tarde: 13/07/1985, Folha da Tarde: 13/07/85). Monica Granuzzo Pereira, estudante cariocade 14 anos de idade, foi assassinada por apreciadores do Heavy Metal(rock pesado), que segundo se relatou na época, ouviram vários destesdiscos antes de cometerem o crime.Os pais do garoto Steve Boucher, que se suicidou com um tiro na cabeça,tentaram processar a banda AC/DC dizendo ser a musica Shoot to Thrill aresponsável. * O garoto se suicidou, sentado sobre um pôster da banda.Em Fevereiro de 1986, foi encontrado o corpo enforcado do garoto PhillipMorton, enquanto ao fundo o disco The Wall (com a músicas: GoodbyeCruel World e Waiting for the Worms) tocava continuamente. 54
  50. 50. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Em outubro de 1984, John McCollum, de 19 anos, se matou comum tiro na cabeça enquanto ouvia "Suicide Solution" (A solução Suicida),de Ozzy Osbourne. Ele ainda estava com fones de ouvido quando o corpofoi encontrado. (Folha de São Paulo: 23/01/1986).Em dezembro de 1985 dois garotos de 18 anos, Raymond Belknap eJames Vance, depois de ouvir "Beyond the Realms of Death" (JudasPriest), foram ao playgroud de uma igreja próxima e se suicidaram comtiros de espingarda. Os pais tentaram mover uma ação contra a banda.Dennis Bartts, 16 anos, de Center Point, Texas informou a um amigo quepretendia encontrar Satan, foi ao campo de futebol da escola e seenforcou na trave enquanto ouvia "Highway do Hell" (AC/DC) em umwalkman.Em 9 de Janeiro de 1988, Thomas Sullivan, 14 anos, fã de OzzyOsbourne, cortou a garganta da mãe e se suicidou. 55
  51. 51. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOO SUICÍDIOO suicídio nada mais é que, o ato de tirar a própria vida, ou matar a sipróprio, em outras palavras o suicida também é homicida. A prova de quea música rock contribuiu para o aumento do suicídio entre os jovens, é queentre os anos de 1952 e 1962 o índice de suicídios aumentou 50%.Coincidência? As pesquisas já mostraram que 18% dos suicídiospraticados na juventude, entre outros atos de violência, devem seratribuídos à influência do rock n Roll. O suicídio hoje já é a terceira causada morte de jovens e adolescentes, só perdendo para os acidentes e oshomicídios. Várias são as referências diretas e indiretas subliminares arespeito do suicídio em quase todos os estilos de música, em especial norock. AC / DC AC = Anti Christ: Anticristo DC = Death to Christianity: Morte ao Cristianismo. A faixa "Wanted for Murder" (Procurado por assassinato) preferida pelojovem Steve Boucher teria sido a causa de seu suicídio. 56
  52. 52. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Anthony KiedisIntegrante do grupo Red Hot Chilli Peppers fez o seguinte desabafo no fimde uma turnê: "Nunca pensei tanto em me matar como nos últimos tempos." 57
  53. 53. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Blue Oyster Cult O ESPÍRITO DA MORTE COM UMA GRANDE FOICE Na música intitulada "Dont fear the reaper" (Não tema o ceifador) elesaconselham uma jovem que está pensando em suicidar-se: "Baby, tome a minha mão. Não tenha medo de satanás. Baby tome a minha mão”.No fundo se ouve as palavras "Dont fear the reaper" -“Não tema o ceifador” sendo repetidas várias vezes. 58
  54. 54. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Deborah Harry Integrante do grupo de punk rock "Blondie" tem uma músicaque diz: "Morra jovem e fique bonita, não fique velha e feia, você, morrajovem e fique bonita".O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; euvim para que tenham vida, e a tenham com abundância. JOÃO 10:10 59
  55. 55. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO CICLO IV NAS ASAS DA PROMISCUIDADETentando entender o que os cantores diziam nas músicas, comecei aestudar inglês em minha própria casa, através de livros, revistas, fitas k7,e vídeos. Aos 12 anos de idade eu comecei a fumar, e logo fui perdendo odesejo de estudar; e assim comecei a faltar na escola, pois estava sendodominado pelas influências satânicas do mundo do “Rock n’ Roll” quesempre pregou a inversão de valores.Entrei pelo caminho da prostituição aos 14 anos, e já bebia muito com os“amigos”. E, tentando viver “livre” e em “paz”, sem dar ouvidos aos meuspais, na verdade eu caminhava para o fundo do poço a cada dia quepassava. Profanei o leito de meus pais com uma “namorada”, eu com 14e ela com 12 anos de idade, na época nós nos sentíamos “adultos” emuito “responsáveis” longe dos nossos pais. Quando completei 15 anoseu abandonei a escola, minha mãe ficou muito triste com essa mádecisão, e em casa, eu brigava diariamente com minha mãe e discutiacom meus irmãos; eu sempre dizia para a minha mãe: “Eu odeioviver, eu quero morrer, eu não pedi para nascer”.A minha mente foi apagando em ritmo acelerado, sem que percebesse,pois, não havia em mim forças para raciocinar acerca do perigo que mecercava, porém, minha avó Iracy, sempre orava por mim, para que oSenhor Jesus mudasse a minha vida. E as suas orações foram atendidas!Louvado seja Deus! Aleluias! Hoje estou aqui para contar estetestemunho! “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago, 5:16) 60
  56. 56. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOCom dezesseis anos de idade, ainda um franzino adolescente, meu tioNeco, levou-me a um prostíbulo, na cidade de Santo André, região dogrande ‘ABC’ paulista. Meu amigo Sérgio estava presente, ele era o meugrande companheiro no período de minha adolescência, foi ele quem, em1995, me apresentou ao Sr. José Carlos, gerente do “Mc Donald´s”, queme deu a chance do meu primeiro emprego com carteira assinada.Naquele dia tudo foi muito estranho para mim. Naquela época, o meuamigo Sérgio procurava uma casa para alugar.Nós saímos de casa pela manhã e procuramos várias casas para oSérgio, andamos por muitos lugares, compramos jornais, pesquisamos,interrogamos diversas pessoas, a fim de encontrarmos uma casa para elealugar e de tanto procurarmos pela tal casa, o dia passou sem quepercebêssemos. Já bastante cansados, olhamos para o céu, e lá estava agrande lua a iluminar a noite. (Neste mesmo ano, embora eu estivessefeliz e muito satisfeito com o meu primeiro emprego, eu perdi uma daspessoas mais importantes de minha vida: O meu querido Avô ‘ManoelLúcio’, que morava em São Vicente, no litoral paulista.)Nessa época nós já bebíamos demais, confesso que durante aquele diabebemos muita cerveja e algumas “caipirinhas”, o que fez nossas mentesmudarem os planos, lembro-me que meu tio estava de férias quandoresolveu nos levar á cidade, como nós não conseguimos achar uma casapara alugar, meu tio que era o “responsável por nós”, decidiu nos levar auma “casa de prostituição!”Estávamos sentados num balcão de um bar, quando meu tio, já meio“Tonto”, disse assim:Hoje eu vou apresentar vocês para as minhas amigas e não quero quevocês me façam passar vergonha, eu confio em vocês, Vocês sãohomens, não vão me decepcionar, por favor. 61
  57. 57. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOAquelas palavras me deixaram com certo receio, pois em minha mentesurgiam diversas cenas boas e ruins, porém, eu não podia controlar aansiedade, era o medo e a adrenalina, funcionando em meu ser. Afinal eraa primeira vez que eu entrava num prostíbulo, e, sem experiêncianenhuma, nem mesmo noção do que havia lá dentro, cada vez mais eubebia para tentar me controlar.Lá dentro o ambiente era hostil: Luzes neon, música Techno, mulheresnuas se jogando em cima de qualquer um que entrasse ali, muita fumaçade cigarro e outras drogas, bebidas circulando a vontade, várias bandejasindo e vindo em todas as direções. Pude observar lindas mulheres, aindamuito jovens, todas alugando seus corpos por “dinheiro”.A dona da casa, ou seja, a “cafetina” tinha boa aparência e era muitoséria, ela também fazia programas com qualquer um que lhe pagassemuito bem. Nós estávamos muito cansados, porém, tinha algo que nosprendia naquele lugar, e logo começamos a dançar entre as mulheres.O “espírito da sensualidade” rondava naquele local, era algo muito forte,por esta razão é que, muitos homens deixam ali o salário do mês inteiro,(só não deixam ali suas calças para não chegarem a casa sem elas).Lembro-me que um “carteiro” entrou naquele ambiente, para visitar asmulheres após seu dia de trabalho, pois ele ainda usava o uniforme doserviço, mas isso não impediu que ele ficasse a vontade. No local, numasala escura, havia uma máquina de som, onde as prostitutas não paravamde colocar “fichas” para selecionarem as suas músicas prediletas. Eenquanto o som rolava forte e bem alto, aquele carteiro foi atacado pelasmulheres, eu vi o momento quando várias prostitutas avançaram nele, eabrindo a sua bolsa, curiosas, elas diziam: “Que maravilha! Vamos abrir essa bolsa, para a gente ver se temdentro dela alguma cartinha para nós.” 62
  58. 58. ROCK – A MÚSICA DO INFERNONesse momento, aquele carteiro via aquelas mulheres rasgando muitascorrespondências, elas rasgaram várias cartas que estavam na bolsa dele,complicando assim a sua situação, enquanto uma delas tentava beijá-lo,na intenção de seduzi-lo para arrancar-lhe dinheiro, as outras rasgavamvárias cartas. Sem nenhum receio, elas se divertiam com aquelabrincadeira. O carteiro ficou apavorado, pois teria que assumir sozinho aresponsabilidade de ter dado um fim as cartas.Naquele prostíbulo, eu vi muitos homens sendo levados para dentro dosquartos, de mãos dadas, alguns embriagados, outros hipnotizados pelascurvas daquelas “fregas”, a fim de satisfazerem os desejos da carne.As mulheres dançavam sem parar e observavam aqueles que chegavampara faturar o seu dinheiro, entre elas havia uma linda jovem de cabeloslongos, ela me olhou, uma, duas, três vezes, eu ali, apenas admirava asua beleza, pois para mim, ela era uma das mais bonitas que ali estavame também a mais nova. Meu tio, embora estivesse bêbado, masexperiente, me disse: “se você não for para o quarto com aquela garota, a partir de hoje vocênão é mais o meu sobrinho”.Ainda disse mais: “Aqui é lugar de homem! Você tem que mostrar que é homem! Nuncadeve fugir das mulheres, nunca!”Depois destas palavras, eu pensava muito nas garotas, com quem eu jáhavia “namorado”, pois aquela experiência era nova para mim, nuncaantes eu havia estado num “antro de perdição”, tão jovem! Então eu ficavapensando: fazer sexo com uma jovem prostituta? Com apenas dezesseisanos de idade, eu estava num “bordel”, sob a “luz vermelha”, onde asmulheres fazem “sexo por dinheiro”, e não por amor, mas por pura“ganância”, “avareza” e “vaidade”. 63
  59. 59. ROCK – A MÚSICA DO INFERNODepois de muito tempo, já embriagado, sob o efeito das bebidasalcoólicas, e depois de consumir muitos cigarros, pois eu já havia fumadoum maço inteiro durante o dia. Eu sentei num sofá, e apenas observava omovimento daquele lugar. Algum tempo depois, uma daquelas mulheresse aproximou de nós e, como de costume, começou a oferecer o seu“serviço”.Nesse momento, o meu amigo propôs a ideia de levarmos uma delas parao quarto para fazer “sexo a três”, porém, eu disse que não toparia fazertal coisa, jamais participaria dessa “orgia”, mesmo reconhecendo meuestado de embriaguez.Meu tio, que já estava completamente bêbado, decidiu ir a um caixaeletrônico para tirar dinheiro, pois no seu bolso já não havia mais nenhumcentavo! Aquelas mulheres não deram mole, elas o deixaram sem nada!Elas pediam bebidas, cigarro, cervejas, e com isso os seus clientes iam áfalência! Nós tentamos fazê-lo desistir dessa ideia, porém, ele não deuouvidos á nenhum de nós.Minutos depois, ele tentou negociar um “programa” com a dona daquelacasa. Depois de muito tempo, eu decidi que entraria num dos quartos comaquela garota que sempre me olhava. Ela me contou que tinha vinte anos,e que sua vida não era nada fácil ali. Com seus seios á mostra, usandouma saia “transparente” e meia calça preta, ela percebeu tudo, pois eraexperiente demais para um adolescente de dezesseis anos, queliteralmente, estava naquele lugar como um “marinheiro de primeiraviagem”. Ao pagar no “caixa” o preço da prostituição, que na época não foram“trinta moedas de prata”, mas, “trinta reais”, a dona da casa disse ao meutio que eu era muito novo para estar ali, alegando que o local era“impróprio para menores”, e que só era permitida a permanência deadultos naquele lugar. 64
  60. 60. ROCK – A MÚSICA DO INFERNONa verdade ela não quis dizer: “adultos” e sim, “adúlteros”. Horas depois,meu tio explicou a ela que havia me levado ali para que eu me tornasse“homem de verdade”, pois, segundo ele, um rapaz só se torna homem deverdade dentro de um “cabaré”, com mulheres experientes que fazem detudo.Logo após entrarem num “acordo”, aquela cafetina me liberou para que euentrasse em um dos seus quartos, e aquela linda garota me acompanhou,olhei para trás, e lá estava o meu amigo Sérgio, sem camisa, com umcigarro na mão, bêbado, tentando ficar em pé, enquanto dançava comuma daquelas mulheres.Eu senti uma sensação estranha em meu corpo, que nunca conseguiexplicar, senti que ali era um pedaço do “inferno”, e as almas estavamamarradas, hipnotizadas, seduzidas, escravizadas por uma força invisível,porém real!Quando entramos no quarto, nós tomamos banho juntos, e percebi que jánão havia mais timidez em minha pessoa. Confesso que fiquei“encantado”, pela magia daquele lugar. Aquela garota me contou umpouco de sua história, e eu, com a minha mente ainda “sã”, escutava oseu testemunho de sofrimento.Ela contou-me que saiu da casa dos seus pais, pois queria vencer na vida,porém, não encontrando um emprego “honesto”, depois de bater emtantas portas, e recebendo um “não” em cada esquina, então ela, aconvite de uma de suas amigas, começou a se prostituir para pagar assuas contas, me disse também que a única porta que se abriu pra ela foiali, onde, segundo ela, vivia bem.Naquele lugar hostil, cheio de pessoas maliciosas, capazes de tudo parase darem bem na vida. 65
  61. 61. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEla havia chegado ali, fazia poucos meses. Depois de uma longaconversa, ela confessou ser uma mulher “vazia”, “triste” e “solitária”, pois ogrande amor de sua vida casou-se com outra mulher, deixando-a“desiludida”, “arrasada” e completamente sem “rumo” na vida.E, com tamanha tristeza no peito e um profundo ódio no coração, elapassou a viver ali, “trabalhando” como uma prostituta. Por dentro elaestava aos “cacos”, completamente despedaçada. Por fora, ela mantinhaa “aparência” para conquistar os “clientes” com seu charme e sua belezafísica, e seu olhar sedutor, embora triste.Praticamos a iniquidade juntos, viajamos nas mais densas trevas;descemos junto, ás profundezas do inferno. Entramos num mundoproibido, num lugar tenebroso, onde a alma fica aprisionada, e nossoespírito se abate, na ânsia de ser livre da opressão que lhe assola.É mesmo assim que se sentem, todos aqueles que se prostituem, emboraescondam dentro de si essa realidade!O prazer da carne torna-se um laço para a alma, quando esta se encontralonge da graça e da misericórdia que vem das mãos do nosso Senhor eSalvador Jesus Cristo , O Eterno Deus.Eu, tão jovem, sem saber que aquele mundo existia, estava ali, vendohomens e mulheres se entregando á perversão sob a luz vermelha, e mesentindo muito estranho naquele lugar.As doses de whisky serviram-me de “anestésico” para que ali, eu pudesseassistir tudo, e até mesmo participar daquela “festa promíscua”, esta foi aminha primeira e única experiência num prostíbulo!Uma hora depois, nós saímos daquele quarto, pois nosso tempo já haviase esgotado, e confesso que não senti praticamente nada, pois estavaembriagado, mas ainda consciente. 66
  62. 62. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOApós tomarmos um banho novamente, eu vesti minha roupa, cheio deinterrogações em minha mente, porém dentro de mim, uma voz me dizia:“missão cumprida”. Eu fui a um lugar estranho nesta viagem, para provarque sou “Homem”!Quanta ignorância de minha parte!Quantas tolices nós cometemos por falta de experiência e também pornão obedecermos à palavra de Deus!Quantos jovens hoje estão na prostituição, buscando nela, o que jamaisirão encontrar: “A paz”.O sexo só satisfaz a carne, jamais poderá preencher ovazio da alma! O vazio da alma só é preenchido peloSenhor Jesus!Só Jesus tem a paz!O sexo é uma dádiva de Deus aos casais que vivem em comunhão erespeito mútuo, não é um tipo de “Diversão” ou “Lazer”.O sexo foi planejado por Deus, para que ambos, homem e mulher possamdesfrutar desta benção, unidos pelo sagrado matrimônio.O matrimônio seja honrado por todos, e o leitoconjugal, sem mancha; pois Deus julgará os libertinose os adúlteros. Hebreus 13:4 67
  63. 63. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOQuando saí daquele quarto, meu tio e meu amigo Sérgio, que meesperavam lá fora, sorriram pra mim, e disseram:“_Conte-nos, como foi a sua experiência”?Então, contei a eles que tudo correu muito bem, e que não me assusteicom nada. Mas, a verdade é que dentro do meu coração, pelo fato de jáser um “escolhido de Deus”, mesmo andando pelo “Vale da Sombra daMorte”, ali, eu senti grande pena daquela garota de programa.Aquela linda garota estava ali, para ser “Usada”, por qualquer um quepagasse por seu “serviço”. Confesso que durante muitos dias, depois queestive naquele lugar sombrio, ao lembrar-me de tudo o que eu vi naqueleambiente hostil, ao lembrar-me da nossa conversa naquele quarto sujo etenebroso, eu chorava escondido, tentando entender que tipo de vidaaquelas mulheres levavam ali, vendendo e desprezando seus corpos.Lembro-me que aquela linda jovem havia me falado que eu era ainda um“menino”, e que não faria nada comigo, por causa da minha pouca idade.Estas palavras ficaram em minha mente. Então com o passar do tempo eupercebi que as pessoas que estão nessa vida, são pessoas comuns.Eu compreendi que elas precisam ser amadas, respeitadas e acolhidascom muito amor, pois o próprio Jesus, sendo o Deus Eterno, ao encontrar-se com uma mulher adúltera, teve pena dela.E com seu poder, ele expulsou "sete espíritos demoníacos" que usavam ocorpo dela na prostituição e no adultério. 68
  64. 64. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOO SEXO NÃO PREENCHE A ALMA VAZIA! SÓ JESUS TEM A PAZ... 69
  65. 65. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEstas pessoas precisam de atenção! E você meu caro leitor, daria ouvidosa uma prostituta? Você passaria horas conversando com ela, paraentender melhor a razão de ela viver assim?Pequenos gestos causamgrandes efeitos! Pense nisso!Eu falei do amor de Deus para aquela jovem prostituta, ali mesmo,sentado em sua cama. E durante muitos anos, todas aquelas “cenas”permaneceram nítidas em minha mente....E algumas mulheres que haviam sido curadas deespíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamadaMadalena, da qual saíram SETE DEMÔNIOS. (Lucas 8:1-3) 70
  66. 66. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO CICLO V “NO VALE DA SOMBRA DA MORTE”No ano de 1997 conheci uma banda de Rock muito polêmica; cujo líder ésatanista convicto e também efeminado. Esta banda usa dois nomes depersonalidades que entraram para a história dos Estados Unidos: MarilynMonroe e Charles Manson. Este grupo tem como figura central "Marilyn Manson ". Esta é a capa do álbum:"ANTICHRIST SUPERSTAR" (ANTICRISTO SUPERSTAR – 1996) 71
  67. 67. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEm 1994 Marilyn Manson foi consagrado "Reverendo" da Igreja deSatã pelas mãos de "Anton Szandor Lavey" Fundador da primeiraigreja de satã (Satan Church) na Califórnia, EUA.Marilyn Manson, rasgando uma Bíblia em um de seus shows, cantando amúsica Antichrist Superstar, "Anticristo Superstar" 72
  68. 68. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEu vivia perturbado e completamente sem rumo na minha vida, eu ouviaRock vinte e quatro horas por dia. Cheguei a queimar dez vezes o mesmocd intitulado: "Anticristo Superstar". Eu comprava-o na loja, escutava atéficar com desejos de suicídio, depois eu queimava-o com vontade de melibertar daquelas canções de louvor ao diabo, mas, não conseguia. Com opassar do tempo, alguns dias depois, eu comprava novamente o mesmocd, e outra vez queimava-o, isso acontecia repetidamente, queimava ecomprava novamente.Tanto que meus amigos começaram a perceber que havia algo estranhoacontecendo comigo, porém eles não sabiam o que realmente havia emminha mente. Eu passava madrugadas inteiras traduzindo as letras derock, e depois, ao deitar-me, vinham os pesadelos horríveis, e assim, aminha mente ficava perturbada.Eu pensava todos os dias em suicídio, algumas vezes eu até comentavacom a minha mãe, mas os pensamentos estranhos e as coisas esquisitascontinuavam acontecendo....E todo aquele que não foi achado inscritono livro da vida, foi lançado no lago de fogo.(Apocalipse 20: 15)Nesta época, todos os meus amigos também eram amantes do Rock,quando eles nãos estavam em minha casa, eu estava na deles,puramente com a mesma finalidade: ouvir o Rock. E durante essasreuniões aconteciam coisas esquisitas, lembro-me de certa noite, quandonós estávamos reunidos na casa de um de nossos colegas, econversávamos sobre o nosso futuro, sobre o que seríamos nos anosseguintes, ali compramos uma garrafa de vinho para “comemorar” aquelaque julgávamos “hora feliz”. 73
  69. 69. ROCK – A MÚSICA DO INFERNONós bebíamos e conversávamos enquanto o som Rock tocava noaparelho. Alguns de meus amigos ainda não fumavam, nem haviam aindaexperimentado algum tipo de droga, mas, sob má influência de minhaparte, experimentavam ás vezes um e outro cigarro, isso era normal paranós, pois estávamos cegos e longe da verdade, ou seja, longe de JesusCristo.ADORAÇÃO SATÂNICA! As músicas de Marilyn Manson estavam em nossos lábiosdiariamente, não conseguíamos nos libertar daquela vida suja e vazia, naqual, todos nós estávamos. Por mais que lutássemos, nosso esforço eraem vão. Quando descobrimos que isso nos fazia mal, queimamos váriosCDs de Rock, porém era inútil esta atitude, era algo além de nossasforças, pois havia uma luta espiritual que não sabíamos de onde vinha. 74
  70. 70. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Certa vez, meu primo percebeu que nós estávamos afundando mais emais no consumo do álcool e no vício do Rock. Nós buscávamos “paz”interior, mas parecia que ela fugia de nós o tempo todo.Lembro-me que certa feita; lemos em uma revista especializada em Rock,na seção de anúncios, a seguinte frase:“Procura-se satanistas” Este anúncio era de um jovem roqueiro, procurando músicos paramontar sua banda de “Trash Metal”. Ao lermos aquele anúncio, nósficamos surpresos em saber que alguém era capaz de adorar o própriosatanás.Quanta cegueira espiritual havia em nós naqueles dias! Nós estávamospercorrendo pelos caminhos da morte! Nessa época, eu já entendia oinglês, por isso eu traduzia as letras das musicas de Rock queescutávamos.Às vezes ficávamos chocados com certas traduções, pois muitas músicasfalavam de tristeza e solidão, também mortes, sexo, pornografia, crimes, eaté suicídios. Depois que fui tomando conhecimento das letras dasmusicas do Rock que eu escutava, passei a ter sonhos e pesadelos aindamais terríveis. 75
  71. 71. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO METALLICA: Espalhando Rock e Satanismo para os jovens!…Its just the beast under your bed…In your closetIn your head... (...A besta está debaixo da sua cama Em seu guarda roupa Em sua cabeça...)Trecho da canção: “ENTER SANDMAN” 76
  72. 72. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOEu sentia desejo de suicídio todas as noites, eu imaginava que tirando aminha própria vida eu estaria em paz, mas tudo isso não passava de umagrande investida do diabo para me levar para o inferno.À medida que o tempo passava fui ficando cada vez mais fissurado porcoisas estranhas, cheguei ao ponto de desenhar figuras de demônios nomeu quarto, pintava cenas de lesbianismo, satanismo, escrevia letras demúsica com teor mórbido, triste e depressivo.Eu tentei procurar por livros de bruxaria, pois em meu coração nasceu umdesejo de ser bruxo, para ter “poderes sobrenaturais”, sucesso, dinheiro efama. Comecei a ouvir vozes, elas me chamavam mesmo estandosozinho, isso acontecia em qualquer lugar, em casa ou nas ruas, as vozeschegavam a meus ouvidos, misturadas com as músicas de rock queescutava e a cada dia que passava me sentia mais vazio por dentro. Emminha mente estava claro que os efeitos do Rock eram tristeza,pesadelos, angustia e desejos de morte.Eu estava completamente dominado pela força das trevas, e mesmoqueimando os meus CDs de Rock, nada adiantava. Pra mim era como sefosse o meu alimento, sentia-me um drogado, aprisionado pelo rock,principalmente o CD de “Marilyn Manson” intitulado: Antichrist superstar.Já não havia mais amor por mim mesmo, meu sentimento era puro ódio emuita vontade de morrer.Na televisão, pelo canal da “MTV-MUSIC TELEVISION” diariamente orock e o satanismo são propagados livremente para crianças eadolescentes do mundo inteiro. Com isso o diabo conquista a mente e ocoração daqueles que são o futuro do mundo. 77
  73. 73. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOA MTV é uma emissora que transmite uma filosofia totalmente contrária àvontade de Deus, destruindo moral e espiritualmente jovens e crianças.Eu estava tão envolvido com o rock, que procurava formar uma bandapara cantar com os “amigos”, mas, depois de muito tempo, tentando serigual aos cantores de rock, nada deu certo! Minha vida não tinha sentidoalgum, era desregrada, vivia embriagando-me diariamente, o desprezo eratotal, virei um escravo dos vícios e do rock, me sentia acorrentado pelamúsica satânica.A DEGENERAÇÃONo ano de 1997, fui à festa de aniversário de uma criança, e lá,ironicamente, tinha muita bebida alcoólica. Eu tinha 17 anos nessa época.Na festa, como de costume, eu comecei a beber sem parar, pois queriaficar "alto". Lembro-me que após ter tomado muitas doses de "batida","caipirinha" e “cerveja”, a minha mente fora se apagando, então eucomecei a me sentir muito estranho.Eu fui a um tanque, para molhar meu rosto, para que assim, eu pudesse"despertar" um pouco, mas nada adiantou, pois minha mente já nãoregistrava mais os meus passos, ora eu estava em um lugar, ora em outro,eu estava perdido, e minha mente ficou confusa, com tanta bebidaalcoólica que eu consumi naquela festa. Eu não sentia mais os meus pésno chão. Lembro-me que eu tentei chegar ao banheiro da casa, mas, semforças, eu passei a engatinhar, e logo passei a andar de quatro!Meu corpo estava estranho, “pesado”, eu ouvia vozes bem longe, risos deescárnio, zombando de mim, pois meu estado era caótico. Eu tentavachegar ao banheiro, “engatinhando”, como uma criança.Naquela noite, o “Bob”, um colega meu, apareceu por lá, com um cigarrode maconha. Eu dei uns tragos e a minha situação ficou ainda pior. 78
  74. 74. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOAo entrar na sala daquela casa, pensando que fosse o banheiro, percebique ali havia uma garota, que estava sentada no sofá, sozinha. Nesteinstante, eu tentava me aproximar dela, e de repente, muitas imagensestranhas começaram a surgir em minha mente.Eu comecei a conversar com aquela menina sem receio nenhum, elafalava comigo naturalmente, mas, para mim sua voz me parecia muitodistante, pois eu estava totalmente embriagado, e com meus sentidos,completamente distorcidos, descontrolados.Para mim, ela não era uma simples menina, eu a enxergava como se elafosse uma pessoa adulta.Lembro-me que eu comecei desejá-la sexualmente, e de repente, váriascenas eróticas surgiam em minha mente. Foi tudo muito rápido que eu nãoconseguia me controlar, o mais estranho de tudo é que eu me sentiadominado por uma “força sobrenatural”, da qual eu não podia me livrar.Em minha mente distorcida pelo efeito do álcool e da maconha, aquelapobre menina parecia ser uma mulher, com a qual eu deveria ter relaçõessexuais.Ainda engatinhando pelo chão, cada vez mais eu tentava me aproximardela. Na verdade, eu estava sendo possuído por um “espírito satânico”, oqual tentava me levar a cometer um “estupro”. 79
  75. 75. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO “...he lives inside my mouth tells me what to say...” “... Ele vive dentro da minha boca e me ensina o que devo falar…”• Trecho da canção de Marilyn Manson, intitulada: Kinderfeld -(Jardim da Infância) 80
  76. 76. ROCK – A MÚSICA DO INFERNODominado por uma “força diabólica”, em minha mente não havia nada,além de um forte desejo de violentar aquela pequena garota, que euimagina ser uma mulher de verdade. Eu percebi que alguma coisa haviase “incorporado” em mim. Eu percebi que a minha voz havia mudado,meus ouvidos captavam um tom diferente em minhas palavras, mas eraeu mesmo ali, em carne e osso, desejando sexualmente uma “inocentecriança”.O tempo passava, e esse “espírito satânico”, que dominava a minhamente, me mandava “estuprar” aquela garota. Eu ouvia as vozes dizendo:“Agarre-a”“Beije-a”“Deite-se com ela”“Toque nela”Enquanto todos da festa estavam lá fora, eu estava dentro da sala, dequatro, no chão, como um animal, e ouvia bem longe, muitas vozes,diferentes, distintas umas das outras.De repente, apareceu alguém na porta da sala, pelo lado de fora, e me viuconversando com aquela garotinha de apenas 10 aninhos de idade. Elaera a dona da festa: A aniversariante. E satanás, aproveitando-se do meuestado lastimável, usando a minha mente, e me fazia acreditar que aquelasimples garotinha, era já uma mulher, com a qual eu poderia ter relaçõessexuais ali mesmo, naquele sofá.Momentos depois, muitos apareceram na porta e começaram a rir de mim,perguntando se eu estava "ficando louco" por estar conversando comaquela garotinha, que cansada de tanta folia, acabou pegando no sono,mas, para mim, ela estava acordada. 81
  77. 77. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOAlguns minutos depois, a minha mente apagou por completo. Quando afesta acabou, meu primo me levou "arrastado" para casa, e quando fuideitar-me para dormir, bati sem querer o meu pé na cabeça do meu pai, eele, muito bravo, perguntou-me: "você está bêbado"? Eu, nada respondi,apenas deitei-me e adormeci.Dias depois, quando eu estava numa outra festa, também bebendo muitoe acompanhado de minha “namorada”, os meus colegas me mostraramum vídeo, e nele estava eu, sentado numa cadeira com o rostodesfigurado, completamente embriagado, com aspecto diabólico, e muitaspessoas jogando bolo em mim, e outras ainda me molhando com vinho ecerveja.Tudo isso aconteceu momentos depois de eu estar na sala com aquelagarotinha. A minha mente apagou literalmente, e eu perdi os sentidos,assim, não me lembrava de mais nada do que aconteceu.No vídeo, as imagens eram assustadoras, ao assisti-lo, eu senti pena demim mesmo. Muita gente ficou estarrecida com o que viu, e minha queridamãe, que também assistiu a todas aquelas cenas, chorou, sentindo muitodesgosto!Eu não me lembro de nada, só sei que isso aconteceu por que foiregistrado em um vídeo. Lembro-me que o rapaz que filmava tudo comsua câmera, disse-me que levaria esse vídeo para um programa de TV,famoso por denegrir a imagem do ser humano, principalmente quandoeste se encontra em estado deplorável. 82
  78. 78. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOO ANJO LEONARDOEm 1999 eu conheci uma pessoa muito inteligente e especial, o meuamigo Leonardo, esse cara, de espírito alegre e jovial, sempre meconvidava para ir á igreja, onde ele frequentava, num bairro muito humildeda cidade de Suzano, na grande São Paulo, lembro que o conheci,quando consegui um emprego numa multinacional. Na cidade de Suzano.Nessa ocasião trabalhávamos no mesmo setor, assim, cada dia nós nosconhecíamos mais e mais, e nossa amizade se fortalecia, ele eraanimado, contente, alegre e de bem com a vida, ao passo que eu era umjovem “Perturbado”, “Oprimido”, “Cheio de Frustrações”, com apenas19 anos de idade.Nessa época eu vivia “rastejando”, tentando encontrar uma razão paraviver, e por várias vezes fui convidado pelo Leonardo, para participar doscultos em sua humilde igreja. Mas, com meu coração endurecido, e semnenhum interesse pelas maravilhas do céu, eu rejeitava a todos os seusconvites, desprezando a palavra de Deus, pois só desejava viver somentede “sexo, drogas e rock ‘n’ roll”. 83
  79. 79. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOAssim, depois de algum tempo, meu amigo já não me convidava mais comtanta insistência, pois percebera que o meu coração ainda estava ligado aesse mundo de pecados e ilusões. Nessa época eu tentava parar defumar, pois me sentia um “escravo” dos vícios, e realmente o cigarro meescravizou durante dez anos, confesso que eu chorava para abandonaresse vício maligno, minha vontade era tamanha que cheguei a ficar “trêsmeses” sem colocar um cigarro na boca!Foram noventa dias de abstinência total! Foi muito difícil para mim, que jáestava dominado pelo vício, mas eu consegui! Só que essa alegria duroupouco tempo, pois, numa noite, em uma “casa noturna” que, na ocasiãocelebrava o “Halloween”, o dia das bruxas, me envolvi com uma mulher.Ela era a tia de um dos meus colegas, e nessa ocasião, o meu primo jáhavia me apresentado a ela, então, logo que nos conhecemos, tão rápido,marcamos um encontro, e tudo ocorreu de um jeito tão estranho que,confesso: fiquei até sem jeito!Naquela noite, dentro daquele baile, depois de lutar contra os meuspróprios desejos carnais, e observar muitas pessoas, bebendo e fumandonaquele ambiente hostil, eu quebrei aquele “jejum” de três meses. Eassim, decidi que voltaria a fumar só aquela noite. Eu voltei a fumar porcausa daquela mulher que me acompanhava, naquela noite. E cheio demalícia em minha mente, eu pensava só em fazer “sexo” com ela, o quemais um jovem aprisionado pelo pecado poderia pensar? Depois de algumtempo, eu já estava com um cigarro na boca e uma latinha de cerveja namão! 84
  80. 80. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOAssim, na mesma noite, voltei a “beber”, “fumar” e a me “prostituir”,depois de três meses tentando mudar de vida por conta própria, semcontar com a ajuda de Deus, pensava que eu poderia resolver meusproblemas sozinho, sem a ajuda de Deus, mas eu estava completamenteenganado.Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda porlugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Entãodiz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando,acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e levaconsigo outros sete espíritos piores do que ele, eentretanto, habitam ali; e o último estado desse homemvem a ser pior do que o primeiro. Mateus 12:43-45Quero relatar aqui sobre dois colegas que, também amavam o rock,‘Ricardo e Reginaldo’. Eles tinham cabelos compridos e se vestiam depreto quando saíam para as “baladas”. Eles cultuavam o “gótico”, ouviamsuas bandas prediletas como: “The Cure”, “The Cult”, “The Smiths”,“Opera Mult Steel” e outras...O Ricardo e o Reginaldo tinham uma banda de “Rock Industrial” etocavam em suas casas, as suas músicas prediletas. Eles tinham letrassombrias, tristes, depressivas, sem uma perspectiva de futuro.Ás vezes, eu me reunia com eles para ensaiarmos algumas canções, ecriarmos algumas músicas. Assim, passávamos várias horas falando derock in roll, que era o nosso assunto predileto. Após essas reuniões, euvoltava para casa e, quando ia dormir, colocava um cd de rock para euouvir durante a madrugada, mas eu tinha pesadelos horríveis comfrequência. 85
  81. 81. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO 86
  82. 82. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOO ANJO GUTEMBERG Ainda no ano de 1999, lembro-me que eu havia voltado a estudar,depois de quatro anos longe da escola, quando abandonei os estudos. Naescola, onde eu estudava, fiz amizade com um companheiro de classe, oGutemberg. Naquela época, nós tínhamos o costume de sair da escola epassar num “Bar” para beber cerveja e conversar um pouco. Ainda hoje me lembro que, numa noite, após a aula, Gutemberg meconvidou para conhecer o bar do seu amigo, eu aceitei, pois sempregostava de me “aventurar” pela noite. Ao chegarmos naqueleestabelecimento, logo fui apresentado ao proprietário, que me recebeumuito bem, com um sorriso feliz em seu rosto. Um homem de espírito jovem, muito alegre e descontraído, ali, eume senti a vontade. Logo, nós sentamos em uma mesa, e pedimos umacerveja, para “quebrar o gelo”, e espantar a timidez daquela noite.Gutemberg já era “filho da casa”, eu, contente, porém, sem jeito, estavaali pela primeira vez. O som estava alto, a casa estava cheia, e eu ali, sóobservava o “movimento”. 87
  83. 83. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Depois de algumas cervejas, e muitas doses de “caipirinha”, eu jáestava com aquele olhar de: “peixe morto”, meu rosto estava sedesfigurando a medida que eu consumia aquelas bebidas alcoólicas, nãosó meu rosto, mas, meus pensamentos, a minha voz e o meucomportamento também.O meu amigo, que não fumava, mas bebia comigo na mesa, logopercebeu uma mudança radical em mim. Nesse momento, enquanto euobservava alguns casais dançando, olhei de lado, e vi uma mulher muitobonita, que estava sozinha, parada junto ao balcão daquele bar.Lembro-me que eu levantei da mesa, e fui ao encontro dela, e pergunteise ela gostaria de dançar um pouco, ela aceitou, e logo começamos adançar. 88
  84. 84. ROCK – A MÚSICA DO INFERNOAquela mulher usava uma roupa extremamente “sensual”, e logo quecomecei a dançar, eu lembro que fiquei elogiando a sua beleza física, e oseu comportamento. Nós dançávamos um “forró”, cuja letra falava de“sexo”, “traição”, “ódio”, “vingança”. Ouvindo aquela música, confessoque comecei a desejá-la, pois o som estava acima do limite, e nossoscorpos estavam “grudados”, nem preciso aqui entrar em detalhes. Aquelamulher dançava com muita “empolgação”, e se esfregava em mim, semreceio algum. 89
  85. 85. ROCK – A MÚSICA DO INFERNO Naquele instante, depois de muitas doses de bebida alcoólica,cerveja, caipirinha, uísque, e dançando sem parar, a minha cabeçacomeçou doer e girar. O efeito do álcool já me dominava por completo,nessa hora, lembro-me que eu queria beijá-la, entendendo que, se jáestávamos “grudados”, um beijo seria ‘bobagem’. Então eu tentei beijá-la de todas as maneiras, mas, ela não deixava,eu cheguei a usar a “força”, mas, ela não deixava, não queria de jeitonenhum. Lembro-me que eu tentei abraçá-la, como se eu fosse onamorado dela, mas, ela também não queria que eu a abraçasse daquelejeito. Eu perguntei a ela qual o motivo de estar “fugindo” de mim, porémela não me respondeu nada a esse respeito.Então, quando a mÀorn_rails:1

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