Retiro 
Poema escrito em 11 de Abril de 1997
Abro a janela para a manhã bela e clara, 
sinto o cheiro das mil flores da pradaria, 
Penha Garcia
sinto o ar fresco do orvalho da madrugada 
oiço os pássaros chilreando em harmonia. 
Penha Garcia
Observo os rebanhos pastando na seara, 
as abelhas roubando às flores com mestria, 
Penha Garcia
sinto a brisa da manhã cingir-me a cara 
vinda da suave corrente da ria. 
Penha Garcia
Vivo porque o que vejo e ouço e sinto e cheiro 
Penha Garcia
é tudo cheio de vida eterna e bela. 
Penha Garcia
É aqui quero ficar o tempo inteiro, 
Penha Garcia
transformar em alegria a minha querela, 
Penha Garcia
ouvir a calma corrente do ribeiro, 
Penha Garcia
poder ter tudo, cada manhã, à janela. 
Penha Garcia
www.chiadoeditora.com 
jorgecarreiro.portaldaliteratura.com 
www.facebook.com/jorge.carreiro.963
Obrigado!
"Retiro" de "Ut Pictura Poesis" de Jorge Carreiro, Chiado Editora
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

"Retiro" de "Ut Pictura Poesis" de Jorge Carreiro, Chiado Editora

226 visualizações

Publicada em

"Retiro" é um dos poemas da colectânea "Escritos Fugazes" que Jorge Carreiro escreveu em 11 de Abril de 1997 e publicou na sua obra "Ut Pictura Poesis".

Apresenta-se o poema recordando as magníficas paisagens da aldeia beirã de Penha Garcia que se localiza no concelho de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco.

Publicada em: Arte e fotografia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
226
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
7
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

"Retiro" de "Ut Pictura Poesis" de Jorge Carreiro, Chiado Editora

  1. 1. Retiro Poema escrito em 11 de Abril de 1997
  2. 2. Abro a janela para a manhã bela e clara, sinto o cheiro das mil flores da pradaria, Penha Garcia
  3. 3. sinto o ar fresco do orvalho da madrugada oiço os pássaros chilreando em harmonia. Penha Garcia
  4. 4. Observo os rebanhos pastando na seara, as abelhas roubando às flores com mestria, Penha Garcia
  5. 5. sinto a brisa da manhã cingir-me a cara vinda da suave corrente da ria. Penha Garcia
  6. 6. Vivo porque o que vejo e ouço e sinto e cheiro Penha Garcia
  7. 7. é tudo cheio de vida eterna e bela. Penha Garcia
  8. 8. É aqui quero ficar o tempo inteiro, Penha Garcia
  9. 9. transformar em alegria a minha querela, Penha Garcia
  10. 10. ouvir a calma corrente do ribeiro, Penha Garcia
  11. 11. poder ter tudo, cada manhã, à janela. Penha Garcia
  12. 12. www.chiadoeditora.com jorgecarreiro.portaldaliteratura.com www.facebook.com/jorge.carreiro.963
  13. 13. Obrigado!

×