Orientação es moura

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Orientação es moura

  1. 1. ACTIVIDADES DE EXPLORAÇÃO DA NATUREZA ESCOLA SECUNDÁRIA DE MOURA
  2. 2. ORIENTAÇÃO !!! Para quê ? para encont rar o post o de cont rolo ... para encont rar o caminho de casa ... para saber onde nos encont ramos ...
  3. 3. Orientação Orientamo-nos para podermos descobrir o caminho certo para um determinado lugar, é algo que sempre nos preocupou. No entanto a nossa capacidade de orientação nem sempre foi a melhor, por isso, servimo-nos de vários processos como sejam: a posição do sol; a localização do mar e das árvores. Não havendo um ponto de referência não havia possibilidade de nos orientarmos; 15-04-15 3
  4. 4. CONCEITO de ORIENTAÇÃO É a capacidade de descobrir o caminho certo, o mais rapidamente possível, para um determinado objetivo (meta), utilizando para tal o auxílio de uma carta topográfica e de uma bússola. Ao longo da prova tens que te apresentar em vários postos de controlo, previamente definidos e que estão devidamente assinalados na carta. 15-04-15 4
  5. 5. Orientação A Orientação aplicada ao desporto surgiu na Suécia em 1918. Esta modalidade tem a preocupação de respeitar a natureza, sabendo quão importante é uma boa relação entre o Homem e a Natureza; A Orientação é praticada, em Portugal, nas seguintes disciplinas diferentes: Orientação Pedestre, Orientação em BTT, em canoas, etc. 15-04-15 5
  6. 6. ORIENTAÇÃO PEDESTRE ORIENTAÇÃO EM BTT TRAIL ORIENTEERING SKI ORIENTEERING Vertente Competitiva
  7. 7. ORIENTAÇÃO PEDESTRE A Orientação pedestre é uma disciplina de endurance, que envolve uma grande componente mental...
  8. 8. A Orientação em BTT é uma disciplina de endurance que atrai praticantes de Orientação e utilizadores de BTT.... ORIENTAÇÃO EM BTT
  9. 9. TRAIL ORIENTEERING ...O Trail Orienteering é uma disciplina da Orientação que se baseia na interpretação de mapas em áreas naturais...
  10. 10. SKI ORIENTEERING Ski Orienteering é uma disciplina de Inverno estilo cross-country...
  11. 11. ORIENTAÇÃO É... ... um desporto onde os praticantes visitam vários pontos de controlo, marcados num mapa, por uma ordem previamente definida...
  12. 12. ... Orientação é o desafio de interpretar o mapa em movimento e escolher o melhor itinerário entre os pontos de controlo...
  13. 13. UM DESAFIO PARA O CORPO E PARA A MENTE Como poucos outros desportos, a Orientação é um verdadeiro desafio para o corpo e para a mente...
  14. 14. Para ter sucesso na competição, o praticante de Orientação tem que conciliar uma boa capa- cidade técnica e uma boa condição física.
  15. 15. A Orientação pode servir como uma nova forma para criar uma relação intima com a Natureza... EM CONTACTO COM A NATUREZA
  16. 16. Nas competições são, regra geral, usadas áreas naturais. O terreno pode variar entre planícies, monta- nhas, parques de cida- de, etc....
  17. 17. MULHERES E HOMENS EM IGUALDADE Na Orientação, as mulheres e os homens tem estatuto e oportuni- dades de treino iguais…
  18. 18. ...os grandes campeonatos são organizados na mesma data e local para mulheres e homens e ambos atraem grande interesse por parte dos Media...
  19. 19. A Orientação não requer estruturas permanentes e não há grandes custos para organizar uma competição... Requer infra-estruturas mínimas
  20. 20. 15-04-15 20
  21. 21. Uniforme
  22. 22. Como funciona uma Prova de Orientação? 15-04-15 22 Em cada POSTO DE CONTROLO encontras uma BALIZA, de cores branca e laranja, junto à qual se encontra um ALICATE. Ao chegares a uma baliza, deves, com o alicate, picotar o cartão de controlo que trazes contigo desde o início da corrida. Este procedimento é o garante da tua passagem pelos diferentes postos de controlo.
  23. 23. SISTEMAS DE CONTROLO Tradicional – cartão / picotador Sistemas electrónicos
  24. 24. 15-04-15 25
  25. 25. BÚSSOLA A bússola é o único auxiliar permitido para ajudar na orientação, embora não seja obrigatório. Nas etapas de formação de jovens é importante não utilizar bússola. Uma bússola é um aparelho com uma agulha magnética que é atraída para o polo magnético terrestre. Os atletas utilizam-na para orientar o mapa para norte fazendo coincidir a agulha da bússola com as linhas de norte presentes no mapa.
  26. 26. BÚSSOLA No hemisfério sul as bússolas têm de ser diferentes das utilizadas no hemisfério norte, devido à diferente influência do campo magnético terrestre entre os dois hemisférios. Existem bússolas próprias de competição que se transportam presas ao dedo e diretamente em cima do mapa. No entanto, mesmo em competição, pode ser utilizada qualquer tipo de bússola
  27. 27. O Mapa ou Carta Para se conhecer o local precisamos de utilizar um mapa ou uma carta. Na orientação utiliza-se a carta topográfica que é bastante pormenorizada (ou uma planta da escola, em casos menores). 15-04-15 28
  28. 28. Conhecer o Mapa de Orientação ou Carta Topográfica Tem as seguintes características: • Legenda – permite conhecer todos os símbolos utilizados na carta; • Escala – é a relação que existe entre a realidade e a carta que utilizas (ex.º: 1: 10 000, ou seja 1 cm da carta é igual a 10 000 cm da realidade) i.é. 10.000 cm = 100 m; • Coordenadas – permite-nos saber a localização de um qualquer ponto do globo terrestre através da determinação da latitude e da longitude;
  29. 29. MAPA Sendo o Mapa de Orientação um mapa topográfico detalhado, deverá conter as características do terreno que sejam óbvias para um orientista em corrida. Nele se insere tudo o que possa influenciar a leitura do mapa ou a escolha de trajetos: relevo, formações rochosas, tipo de superfície, velocidade de progressão através da vegetação, áreas de cultivo, hidrografia, zonas privadas e casas individuais, rede de caminhos, outras linhas de comunicação e todas as demais características úteis à orientação.
  30. 30. O Mapa e as Curvas de Nível A forma do terreno é uma das características mais importantes num Mapa de Orientação. A utilização de curvas de nível é essencial para a representação de uma imagem tridimensional do terreno (a sua forma e variação em altitude).
  31. 31. CURVAS DE NÍVEL Como se transforma uma montanha em curvas de nível
  32. 32. CURVAS DE NÍVEL
  33. 33. Para facilitar a leitura das cartas, desenha-se curvas um pouco mais grossas que se designam por CURVAS MESTRAS , as quais por vezes se interrompem para impor a cota . Estas curvas estão desenhadas de 5 em 5 , ou seja , de 50 em 50 MT. na carta 1 / 25.000 . 34 CURVAS MESTRAS
  34. 34. 15-04-15 35 As Cartas de Orientação
  35. 35. Mapa de Orientação O mapa deverá conter linhas de norte magnético e poderá conter nomes de locais e outro texto periférico que possam ajudar o seu utilizador a orientá-lo para Norte. Este texto deverá ser escrito de oeste para este. O texto dentro da área do mapa deverá ser colocado de modo a que não obscureça outras informações e o seu estilo de letra deverá ser simples. As linhas de Norte Magnético devem ser paralelas aos limites da folha do mapa, podendo conter setas na sua extremidade superior.
  36. 36. O Relevo (castanho) A forma do terreno é representada a castanho por curvas de nível detalhadas e por alguns símbolos especiais para representar cotas, depressões, etc. O relevo é complementado a preto com os símbolos para rochas e falésias. Mapa de Orientação
  37. 37. • CASTANHO – Curvas de Nível, Vértices Geodésicos, Pontos Cotados.
  38. 38. Terreno rochoso eTerreno rochoso e pedraspedras (preto +(preto + cinzentocinzento)) A inclusão das rochas é útil para avaliar perigos e velocidades de progressão. Fornece também elementos para uma melhor leitura do mapa e para pontos de controlo. As rochas são representadas a preto para se distinguirem de outros elementos de relevo. Mapa de Orientação
  39. 39. Elementos construídos (preto)Elementos construídos (preto) A rede de caminhos fornece informação importante ao orientista e a sua classificação deve ser facilmente reconhecível no mapa. É particularmente importante a classificação de trilhos menores. Deve ser considerada não apenas a largura mas também a visibilidade do caminho para o orientista. Outros elementos construídos (casas, vedações, etc), são também importantes tanto para a leitura do mapa como para a colocação de pontos de controle. Mapa de Orientação
  40. 40. • PRETO – Aterros; Desaterros; Construções; Caminhos de Ferro. 42
  41. 41. Água e pântanos (azul)Água e pântanos (azul) Este grupo inclui zonas aquáticas e tipos especiais de terreno criados pela presença de água (pântanos). A classificação é importante visto que indica o grau de dificuldade que se apresenta perante o orientista e fornece elementos (poços, nascentes e outros) para a leitura do mapa e para pontos de controlo. Mapa de Orientação
  42. 42. • AZUL – Cursos de água; Linhas de água; Lagos; Regiões pantanosas; arrozais…. 44
  43. 43. Vegetação (verdeVegetação (verde + amarelo)+ amarelo) A representação da vegetação é importante para o orientista porque indica a velocidade de progressão e a visibilidade, fornecendo também elementos (árvores, troncos, etc) para a leitura do mapa. Mapa de Orientação
  44. 44. • VERDE – Vegetação, Bosques, Pomares, Vinhas. 46
  45. 45. • VERMELHO – Estradas principais, Nomes dos Vértices Geodésicos e pormenores especiais . 47
  46. 46. EXEMPLOS de MAPAS
  47. 47. 15-04-15 49
  48. 48. 15-04-15 50
  49. 49. • Apresenta e identifica todos os símbolos usados na carta (sinais convencionais). Está situada na margem inferior . • Para tornar mais fácil a identificação dos pormenores sobre a carta dando-lhe uma aparência e um contraste mais naturais, os sinais convencionais são de diferentes cores, cada uma das quais corresponde a pormenores de determinada natureza.
  50. 50. ESCALAS QUE MAIS SE UTILIZAM: •Cartas geográficas : 1 / 2.000.000 e 1 / 4.000.000 •Cartas corográficas : 1 / 500.000 e 1 / 100.000 •Cartas topográficas : 1 / 10.000 , 1 / 25.000 e 1 / 50.000
  51. 51. • Escala 1 / 10.000 Um quilómetro (1 Km – 1.000 m) no terreno equivale a 10 cm na carta e um centímetro na carta equivale no terreno a 100 MT. • Escala 1 / 25.000: Um quilómetro no terreno equivale a 4 cm na carta e um centímetro na carta equivale no terreno a 250 MT. • Escala 1 / 50.000 • Um quilómetro no terreno equivale a 2 cm na carta e um centímetro na carta equivale no terreno a 500 MT.
  52. 52.  ESCALA GRÁFICA SIMPLES  A escala gráfica simples é formada por um segmento de recta , dividido em partes iguais , de modo que cada uma delas represente no terreno 10 MT., 100 MT., 200 MT. ou outra distância simples .
  53. 53. SINALÉTICA A sinalética é a descrição da localização exata dos pontos de controle indicados pelo mapa. Para além disso, indica qual a colocação da baliza relativamente ao elemento característico onde está o ponto de controle e assegura ao orientista, através do código, que se trata do ponto procurado.
  54. 54. 15-04-15 56
  55. 55. SINALÉTICA
  56. 56. SINALÉTICA Não deve ser confundida com a simbologia do mapa, embora exista semelhança entre a maioria dos símbolos utilizados no mapa e os utilizados na sinalética. Para o transporte da sinalética é normalmente utilizado um porta- sinalética que se adapta ao antebraço do atleta.
  57. 57. Como interpretar/ leitura de um mapa?
  58. 58. Como interpretar/ leitura de um mapa? Imagina um determinado objecto na realidade e... Como sería o mesmo visto de cima..
  59. 59. Como interpretar/ leitura de um mapa? Imagina uma sala de aulas.... e... como é a mesma vista de cima!!!
  60. 60. Imagina uma rua de uma cidade..... e... como é a mesma numa planta da cidade! Coloca-te agora no cimo da montanha e olha para baixo atravéz do mapa... DEVES FAZES COINCIDIR O MAPA COM A REALIDADE... E TU COLOCAS-TE SEMPRE ATRÁS DO PONTO ONDE ESTÁS EM RELAÇÃO ÁQUELE PARA ONDE QUERES IR......
  61. 61. Nós colocamo-nos sempre atrás da do percurso e... TEMOS QUE FAZER COINCIDIR O MAPA COM A REALIDADE
  62. 62. Verifica como é a realidade transformada num mapa, visto por cima...
  63. 63. TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO
  64. 64. TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO Leitura do mapa Linhas de segurança Pequenos atalhos Bússola (orientar mapa) Relevo Bússola (azimute) Ponto de ataque Orientação precisa Relocalização Escolha do itinerário
  65. 65. • 1º - Escolhe-se dois ou mais pontos de relevo do terreno, bem visíveis. • 2º - Localizam-se esses pontos na carta, bem como o local onde nos encontramos. • 3º - Colocam-se em coincidência as linhas definidas pela união dos pontos do terreno com as que lhe correspondem na carta . O ponto onde estas linhas (imaginárias) se cruzam, é, em principio, o lugar onde nos encontramos.
  66. 66. • ATENÇÃO : Trata-se de um processo expedito e não-exacto .
  67. 67.  É bastante falível este método de orientação, que consiste em observar certos pormenores naturais ou artificiais.  1 – As igrejas têm, normalmente o altar-mor a Nascente e, a porta a Poente. Porem modernamente, a construção nem sempre pode considerar este costume antigo, devido às exigências de ordem urbanística, pelo que este processo é por vezes falto de confiança .  2 – As torres e os campanários têm, no cimo, uma cruzeta com a indicação dos pontos cardeais.
  68. 68.  3 – A casca das árvores apresenta-se mais rugosa do lado em que é mais batida pelas chuvas, isto é, do lado Norte, contrário ao que se encontra mais exposto ao Sol.  4 – A existência de musgo, que se desenvolve mais do lado húmido , indica-nos o Norte.  5 – Os caracóis encontram-se mais nas paredes voltadas a Sul e a Leste.  6 – As formigas têm o formigueiro, especialmente as entradas, abrigado dos ventos predominantes ( Norte, no caso do nosso continente europeu), ficando portanto o lado Sul o acesso a eles.  7 – Os ventos dominantes e a inclinação das árvores são também métodos de orientação .
  69. 69. O PERCURSO
  70. 70. REGRAS PARA REALIZAÇÃO DE UM PERCURSO Num percurso tradicional de Orientação terão de ser visitados todos os pontos de controle pela ordem indicada sob pena de desclassificação. O percurso a seguir entre os pontos de controle não está definido e é decidido por cada participante. Este elemento de escolha do percurso e a capacidade de se orientar através da floresta são a essência da Orientação. A maioria das provas de Orientação utiliza o sistema de contra-relógio com partidas intervaladas para que o orientista tenha a possibilidade de realizar individualmente as suas próprias opções. Mas existem muitas outras formas populares, incluindo estafetas e provas de partida em massa.
  71. 71. A PARTIDA Um triângulo que corresponde ao ponto onde se inicia a orientação propriamen- te dita e materializado no terreno por uma “baliza” (prisma de cores laranja e branca), sem código nem picotador.
  72. 72. OS PONTOS DE CONTROLO Os Círculos que correspondem a PONTOS DE CONTROLE, materializados no terreno pelas "balizas", com um código definido para cada uma e que estão acompanhadas de uma estação eletrónica e/ou um picotador. Introduzindo o seu identificador eletrónico que é transportado preso num dedo, ou picotando o seu cartão de controle, o praticante comprova a passagem por cada ponto.
  73. 73. A CHEGADA Dois círculos concêntricos que correspondem à CHEGADA, materializada no terreno por uma “baliza”, também ela acompanhada de uma estação electrônica (e/ou um picotador). Introduzindo o seu identificador (ou picotando o seu cartão de controle) o praticante comprova o termino do seu percurso.
  74. 74. O PERCURSO Partida Chegada Pontos de Controlo
  75. 75. 15-04-15 77 PONTOS CARDEAIS Rosa dos Ventos
  76. 76. Dos diferentes tipos de orientação podemos desde já começar por aqueles que, sem qualquer tipo de equipamento especial, nos permitem estar sempre orientados e saber sempre qual o local, ou orientação geográfica, onde nos encontramos, bastando para isso olharmos com alguma atenção especial para aquilo que nos rodeia. Antes de tudo o mais, recordemos a Rosa-dos-Ventos. Esta configuração dos pontos cardeais, deverá estar permanentemente presente na nossa mente. Nasce o SolPor do Sol A ROSA-DOS-VENTOS
  77. 77. Antes de avançarmos mais, e já que vimos a Rosa-dos-Ventos, é importante que recordemos aqui, para além dos pontos cardeais, também os restantes pontos da Rosa-dos-Ventos. A Rosa-dos-Ventos mais completa, divide-se assim, em: Pontos Cardeais N S EO N – Norte - 0º S – Sul – 180º E – Este – 90º O – Oeste – 270º Pontos Colaterais NE – Nordeste – 45º SE – Sueste – 135º SO – Sudoeste – 225º NO – Noroeste – 315º NE SESO NO Pontos Sub-Colaterais NNE – Nor-Nordeste – 22,5º ENE – Lés-Nordeste – 67,5º ESE – Lés-Sueste – 112,5º SSE – Su-Sueste – 157,5º NNE ENE ESE SSESSO SSO – Su-Sudoeste – 202,5º OSO – Oés-Sudoeste – 247,5º ONO – Oés-Noroeste – 292,5º NNO – Nor-Noroeste – 337,5º OSO ONO NNO
  78. 78. Como determinar os pontos cardeais…? Pode-se fazer pela observação do terreno, pelo Sol, pela bússola, pela sombra e pelas estrelas. Pela OBSERVAÇÃO DO TERRENO: as árvores apresentam mais folhas no local onde estão expostas mais tempo ao sol - indicação do Sul; nas partes das árvores, ou nos rochedos, mais expostos aos ventos frescos dominantes, ou nas suas partes mais sombrias, crescem musgos – indicação do Norte; o gelo e a neve aparecem em maiores quantidades nas encostas viradas a norte – indicação do Norte. 15-04-15 80
  79. 79. Como determinar os pontos cardeais…? Pelo Sol: o Sol nasce por volta das 6 da manhã a este – indicação do Este; ao meio dia está a Sul – indicação do Sul; ao final da tarde o Sol está a Oeste – indicação do Oeste. 15-04-15 81
  80. 80. Como determinar os pontos cardeais…? Pela Bússola • É o meio mais eficaz para te orientares. No entanto, para que a possas utilizar corretamente, deves ter em consideração os seguintes pontos: • Colocar a bússola sempre longe de objetos metálicos (relógio, etc.), uma vez que estes interferem no movimento da agulha magnética; • Não a deves utilizar para grandes distâncias (40mts), porque os erros podem ser graves; 15-04-15 82
  81. 81. A Rosa dos Ventos É o conjunto de todos os rumos que são determinados no horizonte pelos pontos cardeais, Pontos cardeais N - norte ou setentrião; S -sul ou Meridião; E - este, oriente ou Nascente; O - oeste, Ocidente ou poente.) Pontos Colaterais (NE – nordeste; SE – sueste; NW – noroeste; SW – sudoeste); Pontos subcolaterais ou intermédios (nor-nordeste, és – nordeste….. 15-04-15 83
  82. 82. CONCLUSÃO Apesar da importância que a componente física desempenha na performance em orientação, a verdade é que as técnicas na Orientação são quase puramente cognitivas, o que confirma a importância dos processos psicológicos na modalidade (Seiler, 1991). Passamos agora a conhecer alguns dos processos psicológicos.
  83. 83. A Tomada de decisão Estádios do processo de decisão - Reconhecer a necessidade de tomar uma decisão; - Formular o tipo de decisão; - Gerar alternativas; - Procurar informação relativa a alternativas possíveis; - Julgamento em função da comparação das alternativas; - Ação (a decisão só é válida se for realizada); - Feedback que permitirá a aprendizagem. Vejamos agora alguns dos processos psicológicos importantes….
  84. 84. CONCLUSÃO "Os orientistas são homens e mulheres da solidão. No momento da partida, ultrapassaram já a barreira da civilização. Seguem pelo instinto e pela inteligência um caminho imaginário e têm por únicos companheiros os seus violentos batimentos do coração, a sua feroz vontade de correr e o tic-tac de relógios invisíveis. Respiram o ar balsâmico das florestas através das estações. À chegada, regressam ao seio dos seus semelhantes, e precisam de algum tempo para sair do seu isolamento. É então nesse momento que os podemos abordar de novo". Kaspar Wolf
  85. 85. Uma prova na nossa escola… 15-04-15 87
  86. 86. 15-04-15 88
  87. 87. FIM
  88. 88. The End 15-04-15 90

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