Apresentação da JM
Bases de Trabalho para uma assessoria eficaz
Breve Introdução
Apresentação da JOÃO MATA
 Apresentação da Equipa JM
A RELAÇÃO JM/Cliente:

•   O Ponto de partida de um projecto de fundo
•   Tomada de controlo sobre uma Carteira/Programa e...
Assumimos que existe um conhecimento generalizado (básico) sobre os
principais instrumentos utilizados para protecção segu...
O que é fundamental que os "Técnicos" tenham
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Em cada um destes 5 domínios, deverão ser tidas em
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Qualidade ?
• EXECUTAR COM QUALIDADE - é regra de ouro para
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• SIM, é claro - deriva das regras contratuais o dever
  de informar as partes envolvidas acerca das
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• VIZINHOS : Registar as reclamações, pedindo
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• Sempre via Corretor ! (AO/SM)
• Dar informação tão rápida quanto possível sobre a
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• Nunca reconhecer à partida a existência de Vossa
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“João Mata” como Corretor e Consultor de Seguros, desde 1972

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Américo Oliveira   Santos Marques
  964 026 896        968 051 078    RESPONSÁVEIS TÉCNICOS




    Contactos a indicar,  ...
Pessoais e “Employes Benefits”
   • Acidentes de Trabalho
   • Acidentes Pessoais para os “quadros”; Viagens e bagagens (G...
http://www.aesis-network.com


                                       AESIS NETWORK:
                                     ...
Concluindo ...
• Ainda não fizemos nada – apenas iniciamos o
  percurso de uma longa viagem de parceria ...
• Em que nos c...
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Acção João Mata Para Construtoras

  1. 1. Apresentação da JM Bases de Trabalho para uma assessoria eficaz
  2. 2. Breve Introdução Apresentação da JOÃO MATA Apresentação da Equipa JM
  3. 3. A RELAÇÃO JM/Cliente: • O Ponto de partida de um projecto de fundo • Tomada de controlo sobre uma Carteira/Programa existente • Transformação progressiva do Programa • Plataforma de serviço de assessoria técnica – arranca agora • Impacto progressivo na cadeia de valor UM PROGRAMA-GERAL EM ABSTRACTO O CASO PARTICULAR DOS SEGUROS DE OBRA E R.C. A ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL
  4. 4. Assumimos que existe um conhecimento generalizado (básico) sobre os principais instrumentos utilizados para protecção seguradora da actividade Informação de abertura de obra Questionário CAR/EAR • Apólices RC • Apólices RC Profissional (Projectistas) • Apólices CAR / EAR (ALOP)
  5. 5. O que é fundamental que os "Técnicos" tenham presente sobre "seguros" na Engenharia Civil ? • Na fase de análise prévia e elaboração de propostas • Na fase de adjudicação/contratualização • Na preparação do arranque da obra • Durante a execução da obra • Na eventualidade de ocorrência de sinistros
  6. 6. Em cada um destes 5 domínios, deverão ser tidas em consideração várias perspectivas, nomeadamente: • As relações entre Projecto e Execução • As relações entre os intervenientes segundo os posicionamentos contratuais - Dono da Obra, Projectista, Empreiteiro Geral, Consórcios, Empreiteiro/Subempreiteiro especializado/Outros Subempreiteiros; • As relações com os vizinhos e serviços afectados • As relações com as Seguradoras • Critérios gerais de "conduta defensiva"
  7. 7. Relações com Relações com os Rel. c/Vizinhos e Relações com Conduta o Projecto Intervenientes Serv. Afectados as Seguradoras Defensiva Elaboração de Nosso / Outros? Nossa qualidade ? Conhecemos ? É Especial ? Responsavel ? Propostas Adjudicação / Garantias ? Definição ? Quem faz ? Contactar ? Acautelar ? Contratualização Preparação Está claro ? Notificações ? Realizado ? Orientações ? Verificações ? do Arranque Durante a Invocar ? AS NORMAIS ! Vigilância ? Cumprimento ? Qualidade ? Execução Em caso de Notificar ? Informar ? Registar ? Participar ? Reconhecer ? Sinistro
  8. 8. Nosso / Outros ? • Quem é o Projectista ? –Nosso (se empreitada de concepção/construção) ou Outros? • Se Outros: – A qualidade do Projecto deixa-nos tranquilos? – Foi utilizada no Projecto informação suficiente e adequada (sondagens) ?
  9. 9. Nossa Qualidade ? • Em que qualidade vamos intervir ? – PROJECTISTA – (se concepção/construção e ou autores de variantes) Aplicação de seguro RC Projectista; ? – EMPREITEIRO - (sós ou Consórcio ? Consórcio Externo ou ACE ?) Necessidade de CAR/EAR ? – SUBEMPREITEIRO – Sob que regime de Responsabilidade ? • Que margem de manobra podemos dispor para definição das responsabilidades e das obrigações de segurar ?
  10. 10. Conhecemos ? • Conhecemos a zona dos trabalhos ? • Que ideia se pode ter sobre “vizinhança” e “serviços afectados” ? • Devemos desde já introduzir “reservas” e/ou “definições” sobre danos previsíveis ?
  11. 11. É Especial ? • Trata-se de trabalhos normalmente enquadráveis nos “standards” de cobertura CAR/EAR ? • É uma obra “Especial” : – Pela dimensão e valor dos trabalhos ? – Pela duração muito longa ? – Por particular exposição de danos a bens adjacentes ? – Por especial sofisticação técnica ? – Por anormais exigências de contrato ? • Na dúvida, consultar AO/SM
  12. 12. Responsabilidades ? • Verificar sempre os termos e a extensão em que o D.O. repassa responsabilidade ao Empreiteiro Geral • Verificar sempre se é possível obter suficiente conforto por garantias de seguro, existentes ou a adquirir
  13. 13. Garantias ? • O Dono da Obra tem garantias (seguro) da Responsabilidade Profissional do Projectista que escolheu? • O Projecto leva em conta a previsão de danos causáveis às propriedades adjacentes ? • Pode o projecta em causa ser considerado “arriscado” na sua concepção ou “forçado” na sua metodologia executiva ?
  14. 14. Definição ? • Estão bem definidas nas peças do Projecto (nomeadamente no CE) e nas minutas de contrato as responsabilidades dos intervenientes? • Cuidados a ter com definições ou exigências “irrealistas” e forma de as contornar • Cuidados a ter em função da posição que nos couber nessas definições
  15. 15. Quem faz ? • Supondo múltiplos intervenientes, está bem definido quem faz o quê ? • Está bem definido a quem competem as vistorias às propriedades adjacentes ? • Está bem definido quem obtém as informações “escritas” dos serviços afectados ?
  16. 16. Quando contactar ? – A obra é Especial ? – Vão ser mobilizados recursos especiais ? (equipamento suspenso, plataformas flutuantes, tuneladoras, vigas de lançamento anormais, etc) – Temos exigências anormais a satisfazer ? • É importante ter a sensibilidade de consultar AO/SM com a maior antecedência sempre que as particularidades da obra o aconselhem.
  17. 17. Acautelar ? • Apesar da dificuldade que sempre resulta dos interesses comerciais em presença, é muito importante não facilitar as “definições” contratuais para não termos que reter “custos ocultos” nas nossas intervenções.
  18. 18. Está claro ? • Toda a informação do Projecto está disponível e é fiável (atenção aos prazos para esclarecimentos sobre os projectos) ? – Quando houver dúvidas com algum fundamento, é factor de defesa futura invocar sempre o esclarecimento e/ou adenda do Projectista.
  19. 19. Notificações ? • Apesar da carga burocrática, é fundamental que todo o processo de comunicações e notificações aos intervenientes em obra seja mantido com eficiência - salvaguarda decisiva para muitas facetas de responsabilidade.
  20. 20. Realizado ? • O processo de Vistorias está realizado ? • As respostas dos Serviços Afectados já foram recebidas ? • Quando não: – O que ainda está em falta ? – Que procedimentos de recuperação ? • Foi tratada a cobertura de seguro ?
  21. 21. Orientações ? • Informação de abertura de obra • Colocação de seguro para os casos Especiais • Comunicação ao Corretor da utilização de recursos especiais • Solicitar a AO/SM visita ao local dos trabalhos em caso de dúvida sobre aspectos de risco
  22. 22. Verificações ? • Confirmar que estão garantidas todas as condições necessárias para o arranque • Notificações formais de “desresponsabilização” para os casos de vizinhos que não acederam às vistorias e serviços afectados que não respondem em prazos adequados • Minuta de Apólice e/ou Certificado de Seguro para apresentar à Fiscalização
  23. 23. Invocar ? • Sempre que ocorra dúvida sobre as soluções desenhadas ou desvio sobre o percurso esperado, invocar verificação do projectista, por forma a mantê- lo responsável pelos incidentes que daí possam advir.
  24. 24. Vigilância ? • FAZ SEMPRE FALTA RECORDAR O SIMPLES BOM SENSO - É fundamental estar vigilante sobre todos os sinais que possam indiciar a eventualidade de dano eminente !
  25. 25. Cumprimento ? • Importará estar atento a eventuais alterações ou desvios sobre as previsões iniciais que foram informadas para cobertura dos riscos: – Sejam os atrasos de execução (para os casos em que tenha sido aplicada a Clausula de Programa de Trabalhos de X semanas); – Seja o caso da duração (prazo) global da obra; – Sejam alterações significativas ao Projecto ou à sua metodologia executiva (passíveis de caír no “agravamento de risco”) – Ou variações de trabalhos a menos ou a mais em expressão relevante (>10% do valor do contrato)
  26. 26. Qualidade ? • EXECUTAR COM QUALIDADE - é regra de ouro para evitar todos os imprevistos e danos ...
  27. 27. Notificar ? • Na verificação de uma ocorrência cuja causa não derive de problema de execução, deve sempre assumir-se que tal circunstância deveria ter sido prevista no desenho da solução; • Como tal, importará cautelarmente notificar a ocorrência ao DO (e eventualmente ao projectista) com referência a este tipo de entendimento.
  28. 28. Informar ? • SIM, é claro - deriva das regras contratuais o dever de informar as partes envolvidas acerca das ocorrências de acidentes/incidentes em obra • O conhecimento das situações co-responsabiliza as partes envolvidas perante as suas acções ou omissões
  29. 29. Registar ? • VIZINHOS : Registar as reclamações, pedindo sempre que sejam formuladas por escrito para poder enviar à Seguradora; • SERVIÇOS AFECTADOS: Registar os danos ocorridos e circunstâncias envolventes, solicitar a Entidade para promover imediata reparação, e notificar Seguradora via Corretor; • Danos á obra ou outros casos de RC - Registar todas as informações disponíveis e remeter a AO/SM
  30. 30. Participar ? • Sempre via Corretor ! (AO/SM) • Dar informação tão rápida quanto possível sobre a ocorrência, documentando minimamente (registos fotográficos e comunicação electrónica); • Em caso de dúvida nos pequenos danos à volta das franquias aplicáveis, consultar previamente AO/SM; • Na regularização pelos peritos da Seguradora, colaborar atempadamente no fornecimento das informações por eles solicitadas e remeter sempre cópias de conhecimento de todos os passos a AO/SM
  31. 31. Reconhecer ? • Nunca reconhecer à partida a existência de Vossa responsabilidade - “essa matéria será apurada oportunamente pelas Seguradoras; se existir responsabilidade da Zagope, a nossa Seguradora assumirá a regularização da reclamação!”; • Face às particularidades de cada caso, não hesitar em contactar AO/SM para colher orientação; • Sobre todas as ocorrências, como método, recolher sempre que possível registos fotográficos e escritos de todos os incidentes; datar todos os elementos manuseados.
  32. 32. • Porque na engenharia e construção também se aplica a Lei de Murphy, o melhor mesmo é sempre antecipar tudo o que possa correr mal, levando em conta essa contingência ...
  33. 33. “João Mata” como Corretor e Consultor de Seguros, desde 1972 Operando quase exclusivamente no segmento de mercado “corporate” Mantendo-se como operador privado completamente independente de quaisquer grupos económicos ou agrupamentos de interesse Firmando créditos de especialização na área da construção e em sectores que lhe são próximos (nomeadamente “project finance”) Visando obter lucros com a sua actividade, através da geração de valor acrescentado para os seus Clientes
  34. 34. Américo Oliveira Santos Marques 964 026 896 968 051 078 RESPONSÁVEIS TÉCNICOS Contactos a indicar, EQUIPA DE “BACK OFFICE” Consoante o tipo de matéria
  35. 35. Pessoais e “Employes Benefits” • Acidentes de Trabalho • Acidentes Pessoais para os “quadros”; Viagens e bagagens (Grupo Empresa); • Seguro de Saúde (convencionado ou misto) • Programa de Protecção para Expatriados • “D&O” – Responsabilidade de Administradores e Gerentes Patrimoniais • Multiriscos e CatNat para todos os patrimónios • Frotas de veículos automóveis em gestão simplificada • Transportes multimodal em apólice aberta pré-tarifada Actividade Profissional Especializada • Máquinas-Casco (gruas e equipamentos de construção) • Avaria de Máquinas (equipamentos electrónicos, topografia, etc) • Estaleiros gerais e bens seguros em qualquer local • Responsabilidade Civil alargada para todas as actividades (apólice “chapéu” funcionando na falta ou insuficiência de outras apólices)
  36. 36. http://www.aesis-network.com AESIS NETWORK: THINKING GLOBAL, ACTING LOCAL ! AS “NETWORKS” ASSOCIADAS O ESTABELECIMENTO DE RELAÇÕES ESPECÍFICAS
  37. 37. Concluindo ... • Ainda não fizemos nada – apenas iniciamos o percurso de uma longa viagem de parceria ... • Em que nos compete colaborar na optimização do custo dos riscos operacionais que afectam a sua actividade ... • O que faremos com todo o empenho, perseguindo o interesse comum !

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