RVCC   Secundário Operacionalização Hipóteses de Trabalho 1
Introdução <ul><li>Esta reflexão é uma das 3 hipóteses de operacionalização do referencial do RVCC Secundário tendo em con...
Acesso ao Processo <ul><li>O primeiro passo e talvez o mais importante é a definição de um perfil de entrada para o candid...
Passo 1 <ul><li>Entrevista. </li></ul><ul><li>Este momento pode ser já um dos muitos onde o registo de evidências de compe...
Passo 2 <ul><li>Avaliação Inicial. </li></ul><ul><li>Elaboração de um questionário inicial para análise de competências e ...
Passo 3 <ul><li>Início da Elaboração do Dossier Pessoal. </li></ul><ul><li>O adulto é convidado a iniciar a elaboração do ...
Passo 4 <ul><li>1ª Reunião da Equipa. </li></ul><ul><li>Nesta fase e na posse do Dossier Pessoal do Adulto: História de Vi...
Passo 5 <ul><li>Hipóteses perante Evidências Iniciais. </li></ul><ul><li>Na reunião de equipa os elementos devem ponderar…...
Passo 5 (Cont.) <ul><li>Hipóteses perante Evidências Iniciais. </li></ul><ul><li>Se… </li></ul><ul><li>O adulto revela com...
Passo 5 (Cont.) <ul><li>Hipóteses perante Evidências Iniciais. </li></ul><ul><li>Se… </li></ul><ul><li>O adulto necessita ...
Passo 6 <ul><li>A criação de Tarefas. </li></ul><ul><li>Uma das estratégias para o adulto efectuar a certificação nas 44 u...
Passo 6 (Cont.) <ul><li>A criação de Tarefas. </li></ul><ul><li>As tarefas serão actividades de avaliação de competências ...
Passo 6 (Cont.) <ul><li>A Execução de Tarefas. </li></ul><ul><li>O adulto, autonomamente, desenvolve as tarefas em e com s...
Passo 7 <ul><li>Validação de Competências. </li></ul><ul><li>Se o processo tiver corrido bem o adulto chegará ao fim do se...
Passo 8 <ul><li>Atribuição de Créditos. </li></ul><ul><li>Após conclusão do dossier/portefólio a equipa terá em sua posse ...
Passo 9 <ul><li>O Júri de Validação. </li></ul><ul><li>Neste campo, pensamos que será importante que o avaliador externo e...
FIM
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

RVCC Secundário: Organização

28.777 visualizações

Publicada em

RVCC

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
28.777
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
227
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
904
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

RVCC Secundário: Organização

  1. 1. RVCC Secundário Operacionalização Hipóteses de Trabalho 1
  2. 2. Introdução <ul><li>Esta reflexão é uma das 3 hipóteses de operacionalização do referencial do RVCC Secundário tendo em conta a necessidade de criar evidências passíveis de validação do percurso de vida dos adultos neste nível de certificação. </li></ul>
  3. 3. Acesso ao Processo <ul><li>O primeiro passo e talvez o mais importante é a definição de um perfil de entrada para o candidato ao RVCC de Nível Básico e de Nível Secundário. Esta actividade permite uma seriação inicial mais concreta e objectiva para os primeiros grupos em processo. </li></ul>
  4. 4. Passo 1 <ul><li>Entrevista. </li></ul><ul><li>Este momento pode ser já um dos muitos onde o registo de evidências de competências é efectuado. Assim, deve nele ter contidas algumas questões de aferição de competências (ex. Língua Estrangeira…) </li></ul>
  5. 5. Passo 2 <ul><li>Avaliação Inicial. </li></ul><ul><li>Elaboração de um questionário inicial para análise de competências e áreas de domínio técnico inicial. Este questionário permitirá uma intervenção mais objectiva de formadores e profissionais no início do processo. A opção mais viável é por questões de escolha múltipla sobre áreas presentes em referências e de complexidade relacionada com a exigência esperada ao adulto ao longo do processo de RVC. </li></ul>
  6. 6. Passo 3 <ul><li>Início da Elaboração do Dossier Pessoal. </li></ul><ul><li>O adulto é convidado a iniciar a elaboração do seu dossier pessoal pela sua história de vida. Esta deverá ser mais centrada na evolução profissional do que na componente pessoal, onde esta só deve entrar na sua parte associativa/intervenção comunitária. Após conclusão preliminar deste trabalho o adulto apresenta o seu processo inicial à equipa do CNO para análise inicial. </li></ul>
  7. 7. Passo 4 <ul><li>1ª Reunião da Equipa. </li></ul><ul><li>Nesta fase e na posse do Dossier Pessoal do Adulto: História de Vida, o/a profissional que acompanha o adulto deve fazer chegar aos formadores este documento e em conjunto fazerem uma análise inicial verificando pontos fortes e fracos, necessidades eventuais de formação, evidências de competências já desenhadas pelo adultos e possíveis créditos a atribuir. Esta verificação de evidências/ausências deve ser registada. </li></ul>
  8. 8. Passo 5 <ul><li>Hipóteses perante Evidências Iniciais. </li></ul><ul><li>Na reunião de equipa os elementos devem ponderar… </li></ul><ul><li>O adulto revela competências. </li></ul><ul><li>O adulto revela competências com lacunas em determinadas áreas. </li></ul><ul><li>O adulto necessita de formação complementar para dar andamento ao processo. </li></ul><ul><li>O adulto revela sérias dificuldades. </li></ul><ul><li>O adulto não tem perfil para conseguir atingir certificação. (Neste caso é evidente que falhou o processo de seriação inicial.). </li></ul>
  9. 9. Passo 5 (Cont.) <ul><li>Hipóteses perante Evidências Iniciais. </li></ul><ul><li>Se… </li></ul><ul><li>O adulto revela competências. </li></ul><ul><li>O adulto revela competências com lacunas em determinadas áreas. </li></ul><ul><li>Então deverá a equipa ponderar o seguimento do adulto em processo como será descrito no ponto 6. </li></ul>
  10. 10. Passo 5 (Cont.) <ul><li>Hipóteses perante Evidências Iniciais. </li></ul><ul><li>Se… </li></ul><ul><li>O adulto necessita de formação complementar para dar andamento ao processo. </li></ul><ul><li>O adulto revela sérias dificuldades. </li></ul><ul><li>A equipa deverá ponderar estratégias para que o adulto possa colmatar essas lacunas, quer com formação complementar interna, quer externa, assim como outros meios de aprendizagem e reforço de competências. </li></ul>
  11. 11. Passo 6 <ul><li>A criação de Tarefas. </li></ul><ul><li>Uma das estratégias para o adulto efectuar a certificação nas 44 unidades de crédito mínimas necessárias, poderá passar por a realização de tarefas com carga de trabalho devidamente definidas para a atribuição dos créditos em falta. Assim, devem os formadores, numa perspectiva de autonomia e supervisão indicar aos adultos um conjunto de tarefas que permitam que estes evidenciem competências nas diferentes áreas do referencial de validação. </li></ul>
  12. 12. Passo 6 (Cont.) <ul><li>A criação de Tarefas. </li></ul><ul><li>As tarefas serão actividades de avaliação de competências para as diferentes áreas com uma carga de trabalho associada aos créditos a distribuir sabendo profissionais e formadores que para cada crédito serão necessárias 12 horas de carga de trabalho. </li></ul><ul><li>Estas tarefas devem ter como base as vivências e experiências dos adultos, assim como, os conteúdos orientadores do referencial. </li></ul><ul><li>Por exemplo: a leitura durante uma semana e apresentação de reflexão críticas das principais notícias de um jornal diário… </li></ul>
  13. 13. Passo 6 (Cont.) <ul><li>A Execução de Tarefas. </li></ul><ul><li>O adulto, autonomamente, desenvolve as tarefas em e com supervisão de profissionais e formadores. Após a conclusão das mesmas é marcada pelos formadores ou profissional uma sessão presencial. Esta sessão presencial tem como objectivo apurar o grau de domínio da tarefa proposta e ponderar a atribuição de créditos pela sua execução. </li></ul><ul><li>A supervisão dos profissionais e formadores é sempre facilitada quando falamos de um e.portefólio. </li></ul>
  14. 14. Passo 7 <ul><li>Validação de Competências. </li></ul><ul><li>Se o processo tiver corrido bem o adulto chegará ao fim do seu trajecto de RVC com um dossier/portegfólio reflexivo onde constarão dois elementos estruturantes… a sua história de vida devidamente problematizada e um conjunto de actividades que o levaram a evidênciar competências existentes ou “identificadas” pelas tarefas propostas. Será um dossier de evidências mais do que um dosseir de indicações. </li></ul>
  15. 15. Passo 8 <ul><li>Atribuição de Créditos. </li></ul><ul><li>Após conclusão do dossier/portefólio a equipa terá em sua posse os recursos necessários para credivelmente validar os créditos necessários para a certificação de nível secundário através do processo RVC. </li></ul><ul><li>Caso pondere que ainda não se encontram estes créditos/evidências reunidos, pode sempre pedir a realização de novas tarefas ou simplesmente uma reflexão sobre o processo RVC ao adulto de forma a que este melhore o seu dossier. </li></ul>
  16. 16. Passo 9 <ul><li>O Júri de Validação. </li></ul><ul><li>Neste campo, pensamos que será importante que o avaliador externo e a equipa do CNO tenham uma relação mais estreita. Até porque, pensamos que a sessão final de júri deve envolver um momento de evidência de competências demonstradas ao longo do processo com a criação de uma situação problema a que a apresentação final do adulto deve responder. </li></ul>
  17. 17. FIM

×