Operacionalizar a Orientação sobre Aprendizagens Formais  4 Passos RVCC 2009
Introdução <ul><li>A Agência Nacional para a Qualificação lançou uma orientação técnica para reconhecimento das aprendizag...
Princípios Orientadores <ul><li>Destacamos da Orientação e Esclarecimentos os seguintes pontos: </li></ul><ul><li>a) A Ori...
Os 4 Passos <ul><li>Procurando manter a essência do que é um processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Compe...
1.º Passo: Recolha de Documentação <ul><li>O/a Técnico de Diagnóstico/Profissional/Formador deve reunir, numa primeira fas...
2.º Passo: Profissional RVC <ul><li>Nas primeiras sessões de reconhecimento cabe ao/à profissional RVC procurar desocultar...
3.º Passo: Reunião Formal <ul><li>A realização de uma reunião formal está prevista na orientação. Esta sessão de validação...
4.º Passo: (Re)Desenho do PII <ul><li>A equipa finaliza o Plano de Intervenção Individual (PII) tendo em conta o que foi v...
Conclusão <ul><li>Estes passos de operacionalização da orientação técnica para a validação de aprendizagens formais foram ...
<ul><li>FIM </li></ul>
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Operacionalizar A Orientacao Sobre Aprendizagens Formais

  1. 1. Operacionalizar a Orientação sobre Aprendizagens Formais 4 Passos RVCC 2009
  2. 2. Introdução <ul><li>A Agência Nacional para a Qualificação lançou uma orientação técnica para reconhecimento das aprendizagens formais e esta apresentação tem como objectivo desenhar em 4 passos uma estratégia de intervenção com base nessa mesma orientação e esclarecimentos seguintes. </li></ul>
  3. 3. Princípios Orientadores <ul><li>Destacamos da Orientação e Esclarecimentos os seguintes pontos: </li></ul><ul><li>a) A Orientação tem como objectivo: “Valorizar de forma adequada os percursos formais de aprendizagem já concluídos com aproveitamento.” </li></ul><ul><li>b) As primeiras sessões de reconhecimento devem ser utilizadas para, em conjunto com o candidato, verificar os percursos de aprendizagem realizados (formais, não formais e informais). </li></ul><ul><li>c) O principal objectivo é validar as Unidades de Competência/Competências que foram efectivamente adquiridas por via das aprendizagens formais realizadas com aproveitamento desde que devidamente comprovadas no âmbito do processo de RVCC através da apresentação de certificados (…) Verificando se existe uma correspondência entre os conteúdos de aprendizagem que cada certificado atesta e as competências específicas que integram o referencial de competências-chave do respectivo nível de ensino que serve de referência ao processo de RVCC.” </li></ul><ul><li>d) É necessário o planeamento individual da continuação dos processos de RVCC orientado face às validações realizadas, de duração variável, e em função do percurso formal de aprendizagem que cada candidato possui, garantindo de qualquer modo todos os pressupostos metodológicos contidos nos documentos orientadores produzidos pela ANQ e demais legislação enquadradora. </li></ul>
  4. 4. Os 4 Passos <ul><li>Procurando manter a essência do que é um processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências procurámos nestes passos que iremos descrever respeitar a lógica de trabalho em equipa e de reconhecimento de competências que se torna fundamental para a valorização do processo enquanto promotor da integração das aprendizagens formais, não formais e informais e das competências vistas como “saberes em acção”. </li></ul><ul><li>Tivemos como princípios orientadores: a distribuição do trabalho pelos diferentes elementos da equipa; a articulação entre os elementos da equipa; a gestão do tempo e da informação e a valorização do processo. </li></ul>
  5. 5. 1.º Passo: Recolha de Documentação <ul><li>O/a Técnico de Diagnóstico/Profissional/Formador deve reunir, numa primeira fase, todos os documentos fundamentais: certificados escolares, de formação profissionais, de aprendizagens e outros. Deve informar claramente o candidato da importância da entrega, na fase inicial, desta documentação. Com a documentação entregue deve a equipa procurar, sempre que necessário ou no caso de existência de dúvidas, incluir informações como: programas gerais; programas da formação; orientações. </li></ul><ul><li>Nota: Para minorar alterações ao Plano de Intervenção Individual a criar pela equipa o adulto deve ter consciência que, sempre que entregar documentação fora deste momento, todo o seu processo pode parar para nova avaliação o que atrasa o mesmo e pode criar constrangimentos no seu desenvolvimento. No entanto, sempre o que o fizer a análise desta documentação deve ser ponderada. </li></ul>
  6. 6. 2.º Passo: Profissional RVC <ul><li>Nas primeiras sessões de reconhecimento cabe ao/à profissional RVC procurar desocultar e inter-relacionar as competências que são evidentes em função dos certificados apresentados. Isto é, sendo encaradas as competências como “saberes em acção” é necessário identificar quais as competências que evidentemente podem ser validadas em função das aprendizagens formais comprovadas pelas certificações escolares, profissionais e outras que são apresentadas. </li></ul><ul><li>É fundamental que o/a profissional RVC encare esta “comparação” como uma estratégia de reforço da valorização dos saberes adquiridos por via formal mas em confronto com a continuidade/existência dos “saberes em acção”, promovendo estratégias de auto-avaliação/análise pelo adulto da utilidade, pertinência e coerência entre certificação e competências existentes. </li></ul>
  7. 7. 3.º Passo: Reunião Formal <ul><li>A realização de uma reunião formal está prevista na orientação. Esta sessão de validação que terá a presença de todos os elementos da equipa que acompanham os candidatos nestas condições. </li></ul><ul><li>Nesta sessão nasce o Plano de Intervenção Individual (PII) para cada candidato e são validadas ou não as competências em função do referencial de competências-chave para os diferentes níveis. </li></ul><ul><li>Ainda nesta sessão a equipa elabora uma fundamentação para as validações realizadas e estratégias para o adulto registar em PRA a articulação entre as aprendizagens formais e as competências evidenciadas. </li></ul>Fontes de Informação para a Reunião TDE : Documentos (Certificados, Programas, etc…) Profissional RVC: Confronto entre Certificação Formal e Competências enquanto “Saberes em Acção”; Evidências pelo Reconhecimento. Formadores: Articulação com o Referencial de Competências-Chave; Articulação entre Conhecimentos, Competências e Formação.
  8. 8. 4.º Passo: (Re)Desenho do PII <ul><li>A equipa finaliza o Plano de Intervenção Individual (PII) tendo em conta o que foi validado na sessão formal de validação de competências, assim como, redesenha o percurso em processo para o adulto. O Plano de Intervenção Individual (PII) é apresentado e negociado com o adulto. </li></ul><ul><li>Destacamos a necessidade de uma clara fundamentação das decisões tomadas e de uma articulação com o adulto na tomada de decisão final. </li></ul><ul><li>“ Caso, após análise dos certificados, subsistam dúvidas sobre a decisão de validação de competências a tomar, a equipa técnico-pedagógica deve optar pela sua não validação, orientando o candidato para a demonstração de competências com recurso às metodologias, técnicas e instrumentos disponíveis no âmbito do processo de RVCC.” </li></ul>
  9. 9. Conclusão <ul><li>Estes passos de operacionalização da orientação técnica para a validação de aprendizagens formais foram desenhados respeitando a essência do processo de RVC e procurando articular a valorização do processo com a fundamentação necessária para o reconhecimento de competências adquiridas pela experiência de vida. </li></ul><ul><li>Destacamos ainda o seguinte factor importante: </li></ul><ul><li>a) “A equipa técnico-pedagógica deve verificar a correspondência entre certificados e o respectivo referencial de competências-chave, bem como a validade e relevância dos certificados , nomeadamente à luz das evoluções que determinadas áreas técnicas/tecnológicas têm sofrido. Na medida em que uma competência é um “saber em acção” deve, ainda, ser tido sempre em consideração o percurso de vida do candidato após a obtenção da referida certificação sendo o mesmo explorado no âmbito das primeiras sessões de reconhecimento de modo a avaliar se a aquisição dessas competências formalmente se mantêm e se traduzem na sua posse e utilização no quotidiano .” </li></ul>
  10. 10. <ul><li>FIM </li></ul>

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