O Idade Média – O Poder e a Arte O Poder Régio O Românico A Economia e o crescimento das cidades
PODER RÉGIO
Idade Média – O Poder Régio <ul><li>O Rei é o Chefe de Estado do regime monárquico, o seu poder é hereditário, herdado pel...
O Rei <ul><li>No início da monarquia, os reis tinham sobretudo uma função guerreira. A guerra permitiu aos reis legitimar ...
Monarquia Feudal <ul><li>Definição:  Organização dos poderes nos reinos europeus até ao início do século XIII, em que o re...
Monarquia Feudal <ul><li>A Monarquia era feudal. Os poderes eram exercidos como poderes pessoais. Os reis afirmavam-se em ...
Os Símbolos da Monarquia <ul><li>A  coroa  é um ornamento para a cabeça utilizado como símbolo de poder e  legitimidade . ...
Centralização do Poder Régio <ul><li>Surge a necessidade de centralizar o poder na figura do rei de forma a “controlar” os...
Cúria Régia <ul><li>Órgão que assessorava o monarca no exercício de funções governativas e de administração. No início da ...
O ROMÂNICO  – ARTE MEDIEVAL –
O Românico - Arquitectura <ul><li>Arte românica é o nome dado ao estilo artístico vigente na Europa entre os séculos XI e ...
As Características do Românico <ul><li>As igrejas serão as maiores, e para que isso seja possível haverá uma evolução dos ...
O Estilo Românico <ul><li>Foi a arte contemporânea da sociedade feudal na Europa Ocidental. </li></ul><ul><li>O seu berço ...
Abóbada em Arco  <ul><li>Abóbada de berço  é uma abóbada construída como um contínuo arco de volta perfeita.  </li></ul><u...
Estilo Românico em Portugal Sé de Braga Sé de Coimbra Sé de Lisboa
A ECONOMIA
A Economia na Idade Média <ul><li>Quando estudamos a economia é necessário destacar em primeiro lugar o papel da agricultu...
Imagem do Mundo Medieval
A Economia Medieval <ul><li>Uma mostra da importância da agricultura e do gado na cidade é a preocupação do concelho com a...
As Feiras e os Mercados <ul><li>Feira:  Encontros de mercadores itinerantes (nacionais e internacionais), vindos de regiõe...
Comerciantes e Artesãos <ul><li>Os agricultores e criadores de gado eram, também comerciantes, dado que estes se encarrega...
Os Mesteirais  <ul><li>Artesãos encarregues da produção artesanal. Eram alfaiates, sapateiros, ferreiros… Em Portugal, sob...
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Idade Média - Poder e Arte

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  1. 1. O Idade Média – O Poder e a Arte O Poder Régio O Românico A Economia e o crescimento das cidades
  2. 2. PODER RÉGIO
  3. 3. Idade Média – O Poder Régio <ul><li>O Rei é o Chefe de Estado do regime monárquico, o seu poder é hereditário, herdado pelo primogénito(a), e na Hierarquia do poder representa Deus perante os seus súbditos, que lhe devem prestar total vassalagem. Este conceito de associar o rei ou a rainha à Divindade era uma característica da Idade Média e da Antiguidade. Na Monarquia o rei ou rainha é soberano(a). Sendo em muitos países o seu filho ou filha mais velho(a) o sucessor(a) natural </li></ul>
  4. 4. O Rei <ul><li>No início da monarquia, os reis tinham sobretudo uma função guerreira. A guerra permitiu aos reis legitimar e afirmar a sua supremacia perante os súbditos, assim como reservarem para si vastos domínios e riquezas tornando-se no mais poderoso de todos os senhores feudais. </li></ul>
  5. 5. Monarquia Feudal <ul><li>Definição: Organização dos poderes nos reinos europeus até ao início do século XIII, em que o rei exerce o seu poder como suserano, não se distinguindo a autoridade política ou pública do poder e autoridade dos privados. </li></ul>
  6. 6. Monarquia Feudal <ul><li>A Monarquia era feudal. Os poderes eram exercidos como poderes pessoais. Os reis afirmavam-se em função da sua linhagem e das suas qualidades pessoais. Mais tarde, coincidindo em Portugal com o reinado de Afonso II, a função régia começou a afirmar-se baseada na ideia que o poder real era uma instância acima de todos os poderes do país que devia arbitrar e harmonizar em função do interesse comum: o país. </li></ul>
  7. 7. Os Símbolos da Monarquia <ul><li>A coroa é um ornamento para a cabeça utilizado como símbolo de poder e legitimidade . Como tal, é tradicionalmente usada por monarcas e integrantes da nobreza, bem como em representações figurativas de deuses e de santos. </li></ul>
  8. 8. Centralização do Poder Régio <ul><li>Surge a necessidade de centralizar o poder na figura do rei de forma a “controlar” os poderosos senhores feudais. O rei afirma publicamente a supremacia do poder régio sobre todos outros poderes e promulga leis. Afirma também a superioridade judicial. Surge a Cúria Régia. </li></ul>
  9. 9. Cúria Régia <ul><li>Órgão que assessorava o monarca no exercício de funções governativas e de administração. No início da monarquia, era composta pela família real e representantes dos estratos privilegiados: Ricos homens, prelados, clérigos. Com o processo centralizador, a governação apoia-se crescentemente na escrita e no saber jurídico. Integram então a Cúria alguns titulares que tinham a confiança do rei e preparação técnica para o exercício de determinadas funções. </li></ul>
  10. 10. O ROMÂNICO – ARTE MEDIEVAL –
  11. 11. O Românico - Arquitectura <ul><li>Arte românica é o nome dado ao estilo artístico vigente na Europa entre os séculos XI e XIII. O estilo é visto principalmente nas igrejas católicas construídas após a expansão do cristianismo pela Europa e foi o primeiro depois da queda do Império Romano a apresentar características comuns em várias regiões. Até então a arte tinha se fragmentado em vários estilos e o românico é o primeiro a trazer uma unidade nesse panorama. </li></ul>
  12. 12. As Características do Românico <ul><li>As igrejas serão as maiores, e para que isso seja possível haverá uma evolução dos métodos construtivos e dos materiais. A pedra será empregada na construção e o telhado de madeira será trocado por abóbadas de berço e de aresta , mais condizentes com uma igreja que representa a fortaleza de Deus . Era caracterizada &quot;fisicamente&quot; pelo verticalidade dos edifícios. </li></ul>
  13. 13. O Estilo Românico <ul><li>Foi a arte contemporânea da sociedade feudal na Europa Ocidental. </li></ul><ul><li>O seu berço foi o norte da Itália. </li></ul><ul><li>Considerável utilização de esquemas geométricos. </li></ul><ul><li>Em arquitectura a característica do estilo românico deriva da introdução da abóbada de pedra, em substituição do tecto plano da basílica. Resultou dali o reforço dos muros e a pouca abertura das paredes. </li></ul>
  14. 14. Abóbada em Arco <ul><li>Abóbada de berço é uma abóbada construída como um contínuo arco de volta perfeita. </li></ul><ul><li>Sinónimos: </li></ul><ul><li>abóbada de canudo ; </li></ul><ul><li>abóbada cilíndrica ; </li></ul><ul><li>abóbada de canhão . </li></ul>
  15. 15. Estilo Românico em Portugal Sé de Braga Sé de Coimbra Sé de Lisboa
  16. 16. A ECONOMIA
  17. 17. A Economia na Idade Média <ul><li>Quando estudamos a economia é necessário destacar em primeiro lugar o papel da agricultura na cidade da Idade Média. Grande parte da população dedicava-se às tarefas agrícolas e criação de gado, ou era proprietária de campos, embora as suas principais ocupações fossem o artesanato ou o comércio. </li></ul>
  18. 18. Imagem do Mundo Medieval
  19. 19. A Economia Medieval <ul><li>Uma mostra da importância da agricultura e do gado na cidade é a preocupação do concelho com a sua regulamentação. (...) Os vizinhos obtiveram das suas terras e gados a maioria dos produtos para a alimentação diária: o pão, a carne e o vinho. Campos de cereais, vinhedos e rebanhos de ovelhas seriam os componentes da paisagem exterior à muralha, além dos pomares na extremidade do rio. De todos os produtos, o vinho foi o produto que exigia maior protecção das autoridades, que estabeleciam normas ou estatutos para a regulamentação da sua colheita e venda. </li></ul>
  20. 20. As Feiras e os Mercados <ul><li>Feira: Encontros de mercadores itinerantes (nacionais e internacionais), vindos de regiões vizinhas onde se transaccionavam produtos oriundos das respectivas regiões. </li></ul><ul><li>Carta de Feira: A feira, com duração de vários dias, era criada por um documento real, a Carta de Feira, onde se estipulavam os tributos a pagar pelos feirantes e os privilégios e garantias especiais. </li></ul>
  21. 21. Comerciantes e Artesãos <ul><li>Os agricultores e criadores de gado eram, também comerciantes, dado que estes se encarregavam de vender os produtos necessários para a mesa do cidadão. (...) Os comerciantes também poderiam ser considerados artesãos, pois vendiam directamente os produtos a quem ia comprá-los a sua casa, onde estavam a manufacturá-los. Ofícios de natureza diversa espalhavam-se pela cidade: serralheiro, ferrador, torneiro... que trabalhavam o metal; curtidor, sapateiro... era um dos artesãos do couro; tintureiro, tecelão e alfaiate... trabalhavam nos têxteis (...). </li></ul>
  22. 22. Os Mesteirais <ul><li>Artesãos encarregues da produção artesanal. Eram alfaiates, sapateiros, ferreiros… Em Portugal, sobretudo durante o século XIII, muitas das actividades artesanais eram asseguradas por minorias étnicas. Eram sobretudo mouros que, depois de terminada a reconquista, asseguravam os trabalhos em couro, cerâmica e ourivesaria. Por isso, muitas vezes, os mesteirais não eram homens livres, pertencendo à categoria dos dependentes ou escravos. </li></ul>
  23. 23. FIM

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