História, arte e criatividade relatório net

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História, arte e criatividade relatório net

  1. 1. História, Arte e Criatividade: Das Tecnologias Á Aprendizagem Em Contexto 2011/2012 Registo Atividade em Aula – História, Arte e CriatividadeTítulo/Tema do Trabalho: Da Manufatura á Maquinofatura: A História daPapélia.Unidade/ Subunidade: Designação da Unidade/ Subunidade Didática (se aplicável):G1. A Revolução Agrícola e o Arranque da Revolução Industrial. - As Alterações no Regime de Produção.Destinatário: Duração da atividade: Museu do Papel | 07 e 14 de Janeiro de 2012Alunos – 8º ano de 45mescolaridade Introdução: Face ao desafio que nos foi proposto e após uma visita guiada ao Museu do Papel decidimos preparar uma aula sobre a Revolução Industrial.Partindo de uma folha de papel foi criada uma narrativa visual que servirá de motivação ao tema/conteúdo abordado. Objetivos pedagógicos: - Distinguir manufatura de maquinofatura. - Identificar diferenças entre estes dois tipos de produção. - Enumerar as vantagens/desvantagens da produção. Ferramentas e Recursos: - Computador/internet - Projetor - Tesoura e papel Operacionalização:
  2. 2. Partindo da leitura da narrativa visual e da exploração de um pequeno vídeo sobre oMuseu do Papel Virtual e com base na metodologia VTS conduziríamos os alunos acontacto com a produção artesanal e industrial. Os alunos preencheriam uma ficha detrabalho comparativa entre manufatura e maquinofatura, preenchendo a conclusãocom as vantagens e desvantagens da mecanização.Avaliação:- Observação direta: participação dos alunos- Realização de uma ficha de trabalho.Reflexão Individual:Partindo da História/ testemunho local quando preservado pela comunidade, osprofessores de História e de outras disciplinas têm a possibilidade/obrigação de usareste património nas suas aulas para se estudar a história nacional/mundial. E graçasàs novas tecnologias que se podem usar nas aulas, os alunos poderão explorar eserem transportados para o passado, a partir do presente, com uma boa dose decriatividade à mistura. E esta ação de formação provou isso mesmo.Esta ação foi um desafio à minha criatividade e capacidade de responder a novassituações, quer individualmente, quer em grupo. Considero necessário e útil este tipode ações que nos colocam a pensar, imaginar e criar estratégias novas que ajudam adesenvolver a prática pedagógica.Temos que ser sempre criativos para enfrentar os desafios que nos surgem em cadaaula. Temos que construir mais “pontes” para ligar o Museu à Escola.Esta ação veio ao encontro das minhas expetativas, pois estimulou ainda mais o meulado criativo.Assim como a criatividade tem sido o motor da História, criatividade deve norteartambém as nossas práticas letivas. Num tempo em que diversos paradigmas,educacionais se confrontam, é essencial o professor (re)descobrir a sua capacidadeimaginativa e criativa de modo a desenvolver nos seus alunos capacidades de reflexãoe de questionamento, e não a formatá-los de acordo com o paradigma x ou y.O tema da ação de imediato me conquistou! A procura de algo diferente que respondaaos desafios que diariamente sentimos ao ensinar a História. A resposta é umainquietude, um inconformismo que nos leva a associar História, Arte e Criatividade, nofundo um convite a reinventar a forma de ensinar História.Observações:
  3. 3. Como forma de consolidação dos conteúdos poderá ser realizada uma visita de estudoao Museu do Papel. E posteriormente será pedido aos alunos para também elesimaginarem e criarem um texto criativo, “ Um Dia na Vida de um Operário…”.Narrativa Visual:Desta vez a história não começa por era uma vez ..., mas sim por mim. Chamo-mePapélia. Sou uma folha de papel branca com uma pequena marca de água queidentifica onde nasci. Sinto-me sempre só, colocada de lado, num sítio mais seco,onde o sol entrava pela janela virada a sul e para o rio.Ouvi muitos lamentos, dúvidas, preocupações, angústias das poucas pessoas que nacasa do cilindro e da máquina trabalhavam em condições desumanas, devido ao frio, áhumidade, ao cansaço, à fome, á doença, entre outras.Nunca soube para onde foram levadas as minhas irmãs depois do corte. Esta dúvidaainda permanece na minha mente.Lembro-me do senhor Joaquim e da mulher Custódia, quando a máquina contínua deforma redonda chegou, isto é, a minha mãe. Eles ficaram assustados com o seutamanho e angustiados por não saberem trabalhar com aquela geringonça epreocupados com um provável despedimento.Que tempos conturbados aqueles!

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