História,  Arte  e  Criatividade
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M icro- H istória
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Conquista de Lisboa aos Mouros, por Roque Gameiro.
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Literacia Visual “ Capacidade de construir significado através de imagens visuais, através da mobilização de competências ...
«Tudo se torna fácil quando se conhece o modo de proceder para alcançar a solução de algum problema.»  Bruno Munari
«A  Educação pela Arte  poderá ser definida como o desenvolvimento da criatividade e das capacidades de expressão e comuni...
C riatividade
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O Declínio da Criatividade George Land e Beth Jarman
No livro  Breakpoint and Beyond: Mastering the Future Today  (1992), George Land e sua colega Beth Jarman concluíram que a...
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O Processo Criativo - Fases
Seja qual for o nível de estruturação adotado, o processo criativo se fundamenta em três princípios:  Atenção, Fuga e Movi...
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Metodologias | Estratégias
Visual Thinking Strategies ( VTS )
 
<ul><li>Visual Thinking Strategies (VTS)  é um método de ensino baseado em pesquisa que melhora o pensamento crítico e as ...
Os professores são convidados a usar  três perguntas abertas : O que está a acontecer nesta foto? O que vês que te faz diz...
 
Narrativas Visuais
Contar  “Estórias” ₪
Modelo Múltiplas Perspectivas
 
 
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Conectivismo
 
<ul><li>- A competência de  analisar e avaliar a credibilidade das informações  obtidas nas redes de comunicação, seja est...
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P rojecto
Escolher uma obra e/ou objeto do museu. Criar uma  narrativa visual . Prepare uma aula  de 45 ou 90 minutos partindo dessa...
! Haverá lugar a uma apresentação final das narrativas visuais e propostas de estratégia em aula com a duração de  10 minu...
 
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História, Arte e Criatividade 2012

  1. 1. História, Arte e Criatividade
  2. 2. <ul><li>«Para que os homens possam sentir-se felizes com a minha companhia, é necessário antes de tudo que eu tenha a grande força de ver como prováveis as opiniões a que aderiram, desde que as não venham contradizer os fatos que posso observar; não devo supor-me infalível; não devo considerar-me a inteligência superior e única entre o bando de pobres seres incapazes de pensar; cumpre-me abafar todo o ímpeto que possa haver dentro de mim para lhes restringir o direito de pensarem e de exprimirem, como souberem e quiserem, os resultados a que puderam chegar; de outro modo, nada mais faria de que contribuir para matar o universo: porque ele só vive da vida que lhe insufla o pensamento poderoso e livre. » </li></ul><ul><li>  Agostinho da Silva </li></ul>
  3. 4. P arte 1
  4. 5. H istória
  5. 6. «O historiador tem de ter a consciência que, quando está a estudar um problema histórico qualquer, constrói a sua interpretação a partir das representações mentais através das quais ele vê os acontecimentos ou fenómenos passados, e que também só pode expô-los por meio de representações mentais.» José Mattoso
  6. 7. 4 H ipó teses (Re)Pensar a História ? ou…
  7. 8. M icro- H istória
  8. 9. Micro-História «Numa escala de observação reduzida , a análise desenvolve-se a partir de uma exploração exaustiva das fontes, envolvendo a descrição etnográfica e tendo preocupação com uma narrativa histórica que se diferencia da narrativa literária porque se relaciona com as fontes. Contempla temáticas ligadas ao quotidiano de comunidades específicas — geográfica ou sociologicamente —, às situações-limite e às biografias ligadas à reconstituição de microcontextos ou dedicadas a personagens extremos, geralmente figuras anónimas, que passariam despercebidas na multidão.» Carlo Ginzburg
  9. 10. H istória C ontextual
  10. 11. «Contudo, a história da fealdade tem algumas caraterísticas em comum com a história da beleza. Antes de tudo, podemos apenas supor que os gostos das pessoas comuns corresponderiam de algum modo aos gostos dos artistas do seu tempo. Se um viajante vindo do espaço entrasse numa galeria de arte contemporânea e visse os rostos femininos pintados por Picasso e ouvisse os visitantes a julgá-los “belos”, poderia conceber a ideia errada de que, na realidade quotidiana, os homens do nosso tempo acham belas e desejáveis criaturas femininas com rostos semelhantes aos representados pelo pintor.» Umberto Eco
  11. 12. H istória C ontrafactual
  12. 13. «A história contrafactual (do latim:  contra facta  = contra os fatos), chamada também de história virtual, é o resultado de um exercício mental científico, partindo de uma premissa (condição contrafactual ou ponto de divergência) para explorar - na base de fatos históricos ocorridos - as possíveis mudanças na história. A pergunta  ” O que teria acontecido se...?”  é comum na história contrafactual sendo o ponto de partida para especulações históricas.» Niall Ferguson ( Wikipédia)
  13. 14. N arrativas H istóricas
  14. 15. «A aprendizagem que constitui a consciência histórica vem em destaque nas narrativas, ou seja, no ato de contar histórias, pois esta é uma forma coerente de comunicação e trata da identidade histórica tanto do comunicador como do receptor. Isto ocorre porque as narrativas são produtos da mente humana e, com seu auxílio, as pessoas envolvem lugar e tempo de uma forma aceitável por elas próprias. (…) A narrativa histórica é um &quot;modo específico de sentido sobre a experiência do tempo&quot; e, para a constituição desse &quot;sentido&quot;, a narrativa deve estar vinculada à &quot;experiência do tempo de maneira que o passado possa tornar-se presente no quadro cultural de orientação da vida prática e contemporânea». Rosi Gevaerd
  15. 16. A rte
  16. 17. ?
  17. 20. <ul><ul><li>«Primeira fase do processo de observação, ou seja, foi feita uma observação a nível literal que tem a ver com o significante, ou seja, o aspecto material do signo, o seu aspeto físico que remete para o objetivo e consciente.» </li></ul></ul><ul><ul><li>Maria Lourdes Riobom </li></ul></ul>
  18. 21. Conquista de Lisboa aos Mouros, por Roque Gameiro.
  19. 22. <ul><li>« O segundo nível de leitura da imagem permite-nos ir mais além, chegar ao conceito ou ao significado cultural que é dado ao signo através de convenções socialmente estabelecidas. Remete para o subjetivo e para o inconsciente, permitindo assim ao observador passar de um discurso denotativo para um discurso conotativo.» </li></ul><ul><li>Maria Lourdes Riobom </li></ul>
  20. 24. <ul><li>«Ao nível do discurso conotativo, o espectador faz uma interpretação livre da imagem, interpretação esta que varia consoante a experiência do observador, o contexto em que o faz, sendo que esta leitura será diferente para cada observador; estamos agora perante uma leitura subjetiva da imagem, e será certamente tão diversificada como o número de pessoas que a lêem.» </li></ul><ul><li>Maria Lourdes Riobom </li></ul>
  21. 25. Literacia Visual “ Capacidade de construir significado através de imagens visuais, através da mobilização de competências de exploração, sentido crítico e reflexivo” Bamford (2003)
  22. 26. «Tudo se torna fácil quando se conhece o modo de proceder para alcançar a solução de algum problema.» Bruno Munari
  23. 27. «A Educação pela Arte poderá ser definida como o desenvolvimento da criatividade e das capacidades de expressão e comunicação de cada um. Tem por base a realização pessoal, apelando muito à imaginação e espontaneidade do indivíduo. Quando se fala em educação pela Arte, dá-se ênfase a todas as formas de expressão que o ser humano possui e é capaz de desenvolver. A pessoa deve ser estimulado para tomar consciência das suas emoções e a expressá-las, exteriorizando-as.» Helena Veiga
  24. 28. C riatividade
  25. 29. er Criativo? S A Criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento; identificar a dificuldade, encontrar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados&quot;   Torrance, 1965
  26. 30. O Declínio da Criatividade George Land e Beth Jarman
  27. 31. No livro  Breakpoint and Beyond: Mastering the Future Today  (1992), George Land e sua colega Beth Jarman concluíram que aprendemos a ser não-criativos. O declínio da criatividade não é devido à idade, mas aos bloqueios mentais criados ao longo de nossa vida.
  28. 32. 3 exercícios criativos…
  29. 33. O Processo Criativo - Fases
  30. 34. Seja qual for o nível de estruturação adotado, o processo criativo se fundamenta em três princípios:  Atenção, Fuga e Movimento . O primeiro princípio nos diz: concentre-se na situação ou problema ; o segundo: fuja ao pensamento convencional ; o terceiro: dê vazão à sua imaginação . Estas três ações mentais formam uma estrutura integrada em que se baseiam todos os métodos de pensamento criativo.   Paul E. Plsek 
  31. 35. P arte 2
  32. 36. Metodologias | Estratégias
  33. 37. Visual Thinking Strategies ( VTS )
  34. 39. <ul><li>Visual Thinking Strategies (VTS) é um método de ensino baseado em pesquisa que melhora o pensamento crítico e as competências linguísticas através de discussões de imagens visuais. A VTS incentiva a participação e auto-confiança. A VTS é fácil de aprender e oferece uma estratégia comprovada para os educadores para atender aos actuais objectivos de aprendizagem. </li></ul>
  35. 40. Os professores são convidados a usar três perguntas abertas : O que está a acontecer nesta foto? O que vês que te faz dizer isso? O que mais podemos encontrar? Três técnicas de facilitação : Paráfrase e comentários neutros. Foco na área que está sendo discutida. Ligar comentários contrastantes e complementares. Os alunos são convidados a: Olhar atentamente para as obras de arte. Falar sobre o que estão a observar. Repensar nas suas ideias quando confrontados com outras soluções. Ouvir e considerar as opiniões dos outros. Discutir muitas interpretações possíveis.
  36. 42. Narrativas Visuais
  37. 43. Contar “Estórias” ₪
  38. 44. Modelo Múltiplas Perspectivas
  39. 47. <ul><li>Por flexibilidade cognitiva , queremos dizer capacidade para reestruturar o conhecimento de alguém, de muitas maneiras, numa resposta adaptável para mudar radicalmente as exigências situacionais... Esta é uma função do modo pelo qual o conhecimento é representado (por exemplo, dimensões múltiplas, em vez de unicamente conceituais) e dos processos que operam estas representações mentais (por exemplo, processos de montagem de esquemas, em vez de recuperação intacta dos esquemas). </li></ul><ul><li>Spiro & Jehng </li></ul>
  40. 48. Conectivismo
  41. 50. <ul><li>- A competência de analisar e avaliar a credibilidade das informações obtidas nas redes de comunicação, seja esta baseada em computadores, comunidades de prática ou em diversas formas de contacto: </li></ul><ul><li>– A competência de criar ambientes que facilitem a aprendizagem informal que é mais corrente que a aprendizagem formal; </li></ul><ul><li>– A competência de formar redes pessoais para fazer com que a experiência individual total seja a soma de experiência individual propriamente dita com a experiência daqueles com os quais o indivíduo está conectado; </li></ul><ul><li>– A competência de aproveitar com o facto de que a aprendizagem é um processo contínuo que se estende por toda a vida; </li></ul><ul><li>– A competência de estabelecer conexões entre ideias, conceitos e campos do conhecimento de forma tal que a informação obtida num nó da rede possa ser aplicada em outro contexto (transferência de conhecimento); </li></ul><ul><li>– A competência de escolher o que aprender. </li></ul>
  42. 51. P arte 3
  43. 52. P rojecto
  44. 53. Escolher uma obra e/ou objeto do museu. Criar uma narrativa visual . Prepare uma aula de 45 ou 90 minutos partindo dessa narrativa visual para a abordagem de conteúdos do programa de História do 3.º Ciclo do Ensino Básico – Preferencialmente nas temáticas abordadas no 7.º ano de escolaridade usando uma abordagem criativa de educação pela arte . !
  45. 54. ! Haverá lugar a uma apresentação final das narrativas visuais e propostas de estratégia em aula com a duração de 10 minutos para a qual apenas poderá utilizar 4 recursos… Fio/Cordel Molas Papel Clip’s
  46. 56. <ul><li>FIM </li></ul>

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