Arte e pensamento 4

330 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
330
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Arte e pensamento 4

  1. 1. A rte P ensamento NOVAS ABORDAGENS DIDÁCTICAS NO ENSINO DA HISTÓRIA E NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES 
  2. 2. Ponto de Partida
  3. 4. Criatividade er Criativo? S A Criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento; identificar a dificuldade, encontrar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados"   Torrance, 1965
  4. 6. Processo Criativo
  5. 7. Seja qual for o nível de estruturação adotado, o processo criativo se fundamenta em três princípios:  Atenção, Fuga e Movimento . O primeiro princípio nos diz: concentre-se na situação ou problema; o segundo: fuja ao pensamento convencional; o terceiro: dê vazão à sua imaginação. Estas três ações mentais formam uma estrutura integrada em que se baseiam todos os métodos de pensamento criativo.   Paul E. Plsek 
  6. 8. Gestão do Conhecimento O conceito de gestão do conhecimento parte da premissa de que todo o conhecimento existente na escola/organização, na cabeça das pessoas, nas veias dos processos e no coração dos departamentos, pertence também à organização. Em contrapartida, todos os atores que contribuem para esse sistema podem usufruir de todo o conhecimento presente na organização. Revista HSM Management (Adaptado)
  7. 10. Tecnologias Tecnologia  (do grego  τεχνη  — " técnica, arte, ofício " e  λογια  — " estudo ") é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento.
  8. 11. ?
  9. 12. Ensino de História
  10. 13. “ O leitor está a olhar para esta página, a ler este texto e a elaborar o significado das minhas palavras à medida que vai avançando na leitura. Porém, o que se passa na sua mente não se limita de forma alguma ao que diz respeito ao texto e ao seu significado. Paralelamente à representação das palavras impressas e à evocação de conceitos necessária para compreender aquilo que escrevi, a sua mente revela também uma outra coisa, algo que é suficiente para indicar, a cada instante, que é o leitor e não outra pessoa quem está a ler e a compreender o texto. As imagens que correspondem às suas perceções externas e às perceções daquilo que recorda ocupam quase toda a extensão da sua mente, mas não ocupam a sua totalidade. Para além destas imagens, existe igualmente uma outra presença que o significa a si, enquanto espectador das coisas imaginadas, proprietário das coisas imaginadas e actor potencial sobre as coisas imaginadas. (…) Se esta presença não existisse, como poderia saber que os seus pensamentos lhe pertencem? Quem poderia afirmá‑lo? Esta presença é calma e subtil e por vezes é pouco mais do que uma alusão meio aludida e um dom meio compreendido (…). Nesta perspectiva, a presença do si é o sentir daquilo que acontece quando o seu ser é modificado pela ação de aprender alguma coisa. Essa presença tenaz nunca desiste, desde o momento de acordar até ao do adormecer. Esta presença tem que permanecer ou o seu eu não permanecerá.” António R. Damásio
  11. 14. Da Criatividade ao Conhecimento Uma visão estratégica de articulação entre a Criatividade e a Aprendizagem em Contexto
  12. 15. Ideia Aprendizagem
  13. 18. Vejam bem…
  14. 21. Ensinar História
  15. 24. <ul><li>«É elementar que o artista não cria a realidade; vai buscar os materiais que se lhe oferecem, que lhe são comuns com os outros homens; na escolha deles residem o seu primeiro trabalho e a sua primeira prova; em seguida — e aqui temos a sua tarefa mais alta — tece um certo número de relações entre esses elementos; quanto mais amplas elas forem, de mais universal carácter e valor, tanto mais elevado será o poema; mas, até nos casos mais simples, surge com a obra um mundo novo , um mundo que não existia com tal arquitectura, com tal ordem.» </li></ul><ul><li>Agostinho da Silva </li></ul>
  16. 25. E os Conflitos?
  17. 27. <ul><li>«Estou sempre disposto a aprender, mas nem sempre gosto que me ensinem.» </li></ul><ul><li>Winston Churchill  </li></ul>
  18. 28. Solução: Tecnologia? Não.
  19. 30. Solução: Curiosidade...
  20. 31. Criatividade = Conhecimento
  21. 33. <ul><li>«Um dos preconceitos mais conhecidos e mais espalhados consiste em crer que cada homem possui como sua propriedade certas qualidades definidas, que há homens bons ou maus, inteligentes ou estúpidos, enérgicos ou apáticos, e assim por diante. Os homens não são feitos assim. Podemos dizer que determinado homem se mostra mais frequentemente bom do que mau, mais frequentemente inteligente do que estúpido, mais frequentemente enérgico do que apático, ou inversamente; mas seria falso afirmar de um homem que é bom ou inteligente, e de outro que é mau ou estúpido. No entanto, é assim que os julgamos. Pois isso é falso. Os homens parecem-se com os rios : todos são feitos dos mesmos elementos, mas ora são estreitos, ora rápidos, ora largos, ora plácidos, claros ou frios, turvos ou tépidos.» </li></ul><ul><li>Leon Tolstoi </li></ul>
  22. 34. Teorias?
  23. 37. “ Possibilista”
  24. 38. Quando um Homem…
  25. 40. <ul><li>FIM </li></ul>

×