Arte e pensamento 2

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Arte e pensamento 2

  1. 1. A rte P ensamento NOVAS ABORDAGENS DIDÁCTICAS NO ENSINO DA HISTÓRIA E NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES 
  2. 2. Ponto de Partida
  3. 3. HABACUC
  4. 5. <ul><li>“ O imperativo futuro é inventar novos modos de educação e trabalho que permitam aos indivíduos encontrar uma identidade e satisfações que não sejam as dos paraísos passageiros do consumo”. </li></ul><ul><li>(Lipovetsky, G., La Felicidad Paradójica. Ensayo sobre la Sociedad de Hyperconsumo, trad. espanhola, 2007) </li></ul>
  5. 6. <ul><li>A educação configura a identidade de uma sociedade. O que significa educar na era da globalização? </li></ul>
  6. 7. <ul><li>No mundo de hoje, em que somos bombardeados com imagens, parece dever fazer parte da educação, se a queremos esclarecida e formadora de cidadãos críticos, activos e conscientes do mundo que os rodeia, ensinar a leitura de imagens, de modo a não nos deixarmos facilmente manipular por elas . </li></ul>
  7. 8. A imagem reporta-se à agressão israelita no Líbano, em Julho e Agosto de 2006.
  8. 9. <ul><li>Una responsabilidad esencial de la educación en el futuro será enseñar a los alumnos acerca del poder de las imágenes , y las libertades y responsabilidades que vienen con este poder. </li></ul><ul><li>Kerry Freedman (Barcelona, 2006) </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Como e para quê analisar uma imagem? </li></ul><ul><li>Como descodificar a mensagem que transmite ou pretende transmitir? </li></ul><ul><li>Que papel desempenha essa leitura na construção de um conhecimento actualizado e verdadeiramente interdisciplinar? </li></ul>
  10. 11. <ul><li>A arte é uma forma de comunicação e através dela podemos aceder à compreensão de formas de viver e de sentir às quais dificilmente teríamos acesso de outro modo. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Aprender a ver pode contribuir para a construção de uma outra forma de cidadania e até para a construção de verdadeiras sociedades democráticas, como podem os museus de arte, as escolas e os professores ensinar, os alunos, a ver? </li></ul>
  12. 13. <ul><li>É fundamental criar bases para a compreensão das imagens que nos rodeiam assim como descodificar as intenções que lhes estão subjacentes, de forma a não sermos meros consumidores passivos das mesmas, podendo passar a ver o mundo com outros olhos, ser menos dependentes de um consumismo exacerbado, em suma, mais conscientes, menos manipuláveis e como tal, mais felizes. </li></ul>
  13. 14. Entre Mulheres Paula Rego 1997
  14. 15. <ul><ul><li>Esta é a primeira fase deste processo de observação, ou seja, fizemos uma observação a nível literal que tem a ver com o significante, ou seja, o aspecto material do signo, o seu aspecto físico que remete para o objectivo e consciente. </li></ul></ul>
  15. 16. <ul><li>O segundo nível de leitura da imagem permite-nos ir mais além, chegar ao conceito ou ao significado cultural que é dado ao signo através de convenções socialmente estabelecidas. Remete para o subjectivo e para o inconsciente, permitindo assim ao observador passar de um discurso denotativo para um discurso conotativo. </li></ul>
  16. 18. <ul><li>Ao nível do discurso conotativo, o espectador faz uma interpretação livre da imagem, interpretação esta que varia consoante a experiência do observador, o contexto em que o faz, sendo que esta leitura será diferente para cada observador; estamos agora perante uma leitura subjectiva da imagem, e será certamente tão diversificada como o número de pessoas que a lêem. </li></ul>
  17. 19. Professor de História Professor de Filosofia Professor de Português
  18. 22. <ul><li>As imagens não são inocentes, se as ensinarmos a ver, estamos a contribuir para formar gerações mais conscientes e, talvez por isso, mais felizes porque menos manipuláveis. </li></ul>
  19. 23. <ul><li>FIM </li></ul>

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